4 de set de 2010

Iggor Cavalera, Mark Ronson, Paulo Gracindo, Freddie, Rolling Stones, Leonardo, Johnny Cash, Flaming Lips, Morrissey, Call of Duty, Linkin Park

Fui!
Amanhã tem as resenhas, mas não me esperem aqui nem na segunda e nem na terça. Bom feriado.

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E a música nova do Linkin Park, hein? A impressão que tenho sempre quando ouço algo do Linkin Park é que já ouvi antes...



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Já viram o trailer do novo "Call of Duty"? "Black ops" será lançado no dia 11 de setembro...



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Mais uma polêmica do velho Morrissey... E o alvo agora é o povo chinês. O motivo das críticas, lógico, é o tratamento dispensado pelos chineses aos animais. Em entrevista ao Guardian, Moz chegou a classificar os chineses de "subespécies". "Você viu nos jornais as coisas sobre o tratamento aos animais? Absolutamente horrendo. Só podemos pensar que os chineses são uma subespécie", disse o ex-líder do The Smiths.

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UMA MÚSICA PRO FINAL DE SEMANA: Para esse sábado de sol bonito, um Flaming Lips vai descer bem... "Do you realize?"



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Agora videoclipe interativo virou moda... Quer ajudar a produzir o videoclipe da última canção gravada por Johnny Cash?? Aqui.

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Vamos continuar nos Rolling Stones. Se eles não lançam mais discos, pelo menos vai sair um jogo bem bacana sobre a banda. Trata-se da nova edição do Monopoly ("Banco Imobiliário", aqui no Brasil), que terá a banda britânica como tema. Eu tenho um Monopoly aqui dos Beatles, que saiu faz uns dois anos, e é sensacional. Pelo que andei lendo, esse dos Stones vai pelo mesmo caminho. Ao invés de ruas, teremos os discos clássicos dos Stones (como "Beggars banquet" e "Exile on main st."), e as turnês substituirão as estações de trem. Dinheiro? Nada disso. O Monopoly dos Rolling Stones trará ingressos. E as casinhas foram transformadas em discos de ouro. Diferentemente do jogo dos Beatles, que só saiu em inglês, esse será produzindo em 37 idiomas. O lançamento ainda ocorre nesse ano.

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No dia 05 de setembro de 2005 chegava às lojas o último (até agora, espera-se) álbum dos Rolling Stones, "A bigger bang". Tudo bem, é um álbum que pode ser chamado de "fraco", levando-se em conta que a mesma banda gravou coisas como "Let it bleed" (1969), "Sticky fingers" (71), "Exile on main st." (72) e "Tattoo you" (81). Mas é um álbum dos Rolling Stones. E isso não é pouca coisa. E tomara que ainda haja mais um disco de inéditas de Mick Jagger, Keith Richards e companhia.



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Podemos voltar para a música então, eis que, amanhã, comemoramos o nascimento de um dos maiores cantores da história do rock. Se vivo fosse, Freddie Mercury estaria completando 64 anos. Eu tenho certeza que vou morrer e nunca vou ver um gigante do palco igual ao Freddie Mercury. Nunca vi um show ao vivo do Queen, mas já assisti a uns 20 DVDs. E não tenho dúvidas que Freddie Mercury foi o maior frontman da história do rock. A imagem dele regendo uma multidão de 250 mil pessoas em "Love of my life", no Rock in Rio de 1985, é arrepiante. E várias e várias outras. Faz uns cinco meses, saiu uma reportagem na revista Q sobre os grandes frontmen do rock. Dave Grohl, do Foo Fighters, elegeu Freddie Mercury como o seu número um. A explicação dele foi simples: "Freddie fazia de Wembley a sala de sua casa."



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Vamos então falar das comemorações de amanhã? Já que domingo é dia de futebol, vou começar pelo futebol, tá? Amanhã, o jogador Leonardo faz 41 anos. Ele passou por times como São Paulo, Valencia, Paris Saint-Germain e Milan, mas foi no Flamengo que ele detonou mesmo. Um jogo inesquecível para mim foi Flamengo x Santa Cruz, na última rodada da 2ª fase do Campeonato Brasileiro (Copa União) de 1987. O Leonardo era um moleque de 18 anos, que tinha o Zico como ídolo. A partida terminou três a um, com três gols do Zico. E, no primeiro gol, o cruzamento foi do Leonardo. Eu me lembro que, na hora da comemoração, o Leonardo chorou abraçando o ídolo. Hoje não temos mais esses ídolos de antigamente. O pessoal troca de camisa de time como se tivesse trocando de escova de dente. Mas pelo menos eu posso colocar no meu currículo que estava no Maracanã nesse Flamengo x Santa Cruz.



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Parece que foi ontem - e eu me lembro bem do dia -, mas hoje já faz 15 anos que o grande grande grande ator Paulo Gracindo foi lá pro andar de cima. Eu tô revendo "Roque Santeiro" em DVD, e fico impressionado com a sua interpretação para o Padre Hipólito. Acho que ele está melhor do que qualquer padre da vida real. Uma das críticas que ouço a respeito do filme "O bem amado" é que Marco Nanini não se compara a Paulo Gracindo. Deve existir pouca gente que seja mais fã do que eu do Marco Nanini. Mas eu acredito que Paulo Gracindo tenha sido imbatível como Odorico Paraguaçu. Tomara que, a exemplo do "Roque Santeiro", saia um box com os DVDs da novela "O bem amado" (também de Dias Gomes). E para conhecer um pouco melhor a obra de Paulo Gracindo, recomento o documentário "O bem amado" (sim, é o mesmo nome do filme atualmente em cartaz), de Gracindo Jr. É molinho de encontrar em qualquer loja.



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Eu espero que a Amy Winehouse dê um tempo na birita hoje, e se lembre de pegar o telefone e dar uma ligadinha para Mark Ronson. Isso porque o seu produtor está completando 35 anos. Ronson ficou mesmo marcado pelo seu trabalho em "Back to black" (2006), álbum que vendeu que nem água e catapultou Amy Winehouse para o estrelato. Mas Mark Ronson também é DJ, já lançou álbuns próprios e produziu gente como Robbie Williams, Lily Allen, Maroon 5 e Kaiser Chiefs. Até que está bom para os seus 35 anos, não?



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Bom dia pessoal. Que sábado é esse, hein? Meu Deus! Abri a cortina aqui e o sol entrou poderoso quarto adentro. Só sei que hoje eu vou correr até derreter... Então, vamos começar logo. Hehehe... E quero começar com um baterista da pesada. E bota pesado nisso. Iggor Cavalera (agora ele assina com 2 "g"s mesmo) faz 40 anos hoje. A maioria vai se lembrar dele como o baterista do Sepultura. Mas ele deixou a banda já tem quatro anos. Hoje ele atua nas 11, como DJ, estilista e integrante da Cavalera Conspiracy. Eu sou fã dele em tudo, desde a primeira vez que vi um show do Sepultura (e peguei autógrafo da banda toda) no Rock in Rio II, em 1991.