1 de mai de 2010

Tiririca, Djalma Dias, Senna, Faustão, Zé Trindade, Blink 182, The Cure, Ciro Pessoa, Mellencamp, Soundgarden, Lady Gaga

É só!

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OS LIVROS DA SEMANA: Nessa semana, eu consegui ler dois livros. Um de jornalismo esportivo e outro de "música-literatura". "11 gols de placa - Uma seleção de grandes reportagens sobre o nosso futebol" engloba 11 matérias importantes sobre o mais popular dos esportes no Brasil. Organizado por Fernando Molica, o timaço que assina as tais matérias é de respeito: Juca Kfouri, Sérgio Rangel, João Máximo, Mário Magalhães, entre outros. O mais bacana é que, além da reprodução da reportagem em si (e dos desdobramentos em outras matérias), o livro traz depoimentos dos jornalistas, mostrando os "bastidores" das tais reportagens. A mais interessante, na minha opinião, é "Futebol brasileiro: o longo caminho da fome à fama", de João Máximo. Ela foi publicada no Jornal do Brasil em agosto de 1967, e mostra que pouca coisa mudou no futebol brasileiro. Outras matérias também são deliciosas, como "Contrabando da Copa", assinada por Fernando Rodrigues, e que fala do famoso "voo da muamba" da seleção de 1994. Para quem gosta de futebol, é obrigatório. Para quem estuda (ou curte) jornalismo, obrigatório também.

"Como se não houvesse amanhã" apresenta 20 contos inspirados nas músicas da Legião Urbana. O livro foi organizado por Henrique Rodrigues, e conta com 19 escritores (além do organizador, que assina o conto "Acrilic on canvas") relativamente novos. Não espere encontrar nenhum nome muito consagrado. E é exatamente esse o diferencial desse livro. Tudo bem que alguns contos soam "clichê" demais, como "Será", de Daniela Santi. Mas a maior parte dos textos, certamente, deixaria Renato Russo feliz. As suas letras sempre diziam algo com simplicidade. E os melhores textos desse livro são exatamente os que dizem algo com simplicidade. Exemplos: "Eduardo e Mônica", de Rosana Caiado Ferreira, "Tempo perdido", de Tatiana Salem Levy, e "Faroeste caboclo", de Carlos Fialho. Acho que esses escritores pegaram o espírito da coisa. Foram direto ao ponto de forma simples e, ao mesmo tempo, instigante. Outros autores resolveram ser cerebrais demais, algo não muito compatível com a obra do líder da Legião Urbana. Esses textos - o leitor pode ler e concluir quais são - ficaram chatos demais. Bem diferente da Legião Urbana.

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Tá todo mundo vendo esse vídeo na net...



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Uma gravação decente da volta do Soundgarden, no dia 16 de abril, em Seattle.



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MELLECAMP ENCAIXOTADO: Sai no dia 15 de junho, lá fora, um box com quatro CDs de John Mellencamp. "On The Rural Route 7609" mistura sucessos com raridades, em 54 faixas. Encomendando, acho que vale o investimento.

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Se eu estivesse em São Paulo, não perderia o show hoje do Ciro Pessoa. Detalhes aqui.

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UMA MÚSICA PRO FIM DE SEMANA: "Plainsong", do The Cure.



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É COISA DO DESTINO: Tom DeLonge, vocal do Blink 182, disse ao Chicago Tribune que a sua banda encerrará as gravações do novo álbum (o primeiro desde 2003) durante o verão do hemisfério norte. Um acidente de avião em 2008 quase matou o baterista Travis Barker. E os fãs devem dar graças a Deus por esse acidente ter acontecido. "Se não tivesse havido o acidente, nós não seríamos uma banda. Simples assim. Foi o destino", disse DeLonge ao jornal de Chicago.

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O cúmulo da cafonice.

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"Zé Trindade chegou/ Na cidade voltou/ Senhoras e senhores com vocês/ O grande Zé outra vez". Certamente você já ouviu essa música do Skank. Ela foi composta em homenagem a Zé Trindade (ou Milton da Silva Bittencourt), ator, músico, poeta e, principalmente, comediante com carreira no rádio, teatro, cinema e televisão. Zé Trindade morreu no dia 02 de maio de 1990. Faz 20 anos que ele berra lá de cima: "Mulheres, cheguei!".



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E amanhã, dia 02 de maio, quem completa 60 anos é o Faustão. Acredite, mas antes de apresentar besteiras como "Dança dos famosos" e de elogiar qualquer porcaria que aparece por aí no "Domingão", Fausto Silva comandava o "Perdidos na noite", que passava na TV Bandeirantes nas noites de sábado. Eu, bem moleque, não perdia um. E não dava para perder mesmo. Quer saber por que? Veja abaixo...



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Ainda no dia 01º de maio, vamos prestar a nossa homenagem a Ayrton Senna. Há 16 anos, a curva Tamburello nos tirou Senna. Juro que foi a última vez que vi uma corrida de Fórmula 1 na minha vida. Mas aqui vamos relembrar um momento feliz da carreira de Senna: o tricampeonato em 1991.



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No dia 01º de maio de 1990, portanto há 20 anos, o craque Djalma Dias partia dessa para melhor. O pai de Djalminha jogou no América, Palmeiras, Atlético Mineiro, Santos, Botafogo, além da seleção brasileira. O vídeo abaixo traz cenas de um amistoso entre o Atlético/MG e a seleção brasileira. Djalma Dias jogou pela seleção.



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E o que que temos para esse dia 1º de maio, hein? Deixa eu ver aqui... Vamos começar por uma figura que completa 45 anos hoje: Tiririca. Adoro essa versão que ele fez para "India"... Hahaha...



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Dia do trabalho, hein? Então, o que a gente vai fazer? Trabaiá, trabaiá, trabaiá...

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