Jornalista, autor do livro "Rock in Rio - A história do maior festival de música do mundo" (Editora Globo), ex-trainee e colaborador da Folha de S.Paulo, ex-colunista e redator da International Magazine, e colaborador do site SRZD.
Bom dia, pessoal! E essa sexta, hein?? Qual vai ser? Alguém já sabe me dizer quem matou a Norma?? Enquanto o mistério não é revelado, vamos comemorar aqui o Dia Mundial da Fotografia. Eu tinha um professor de Fotografia na faculdade, que eu não vou citar o nome. Mas ele era tão querido, mas tão querido, que um colega me disse que a faculdade se dividia em dois grupos: “os alunos que odeiam o tal professor e os alunos que não o conhecem.” Genial, né??
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E vocês sabem qual música estava no primeiro lugar da parada da Billboard exatos 55 anos atrás??
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Grande Elvis Presley!!
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Enquanto eu estiver vivo, todo dia 19 de agosto eu vou homenagear Aracy de Almeida, a maior sambista que esse país já teve. Aracy nasceu no dia 19 de agosto de 1914. A maioria das pessoas a conhecem como a “jurada rabugenta do Show de Calouros”. Mas a tal “caloura rabugenta” era capaz de gravar coisas assim, olha:
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E também capaz de dizer coisas fantásticas como isso aqui:
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Eu juro que queria ser amigo do John Deacon, o ex-baixista do Queen. Ele compôs duas das músicas mais bonitas que falam de amizade. No dia do amigo, injetei aqui no blog o vídeo de “You’re my best friend”. Hoje é a vez de “Friends will be friends”. Então, parabéns pelos seus 60 anos, John! Espero que você receba as boas vibrações...
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Hoje também é dia de homenagear LeRoi Moore, o finado saxofonista da Dave Matthews Band. Foi em 19 de agosto de 2008, que o grande LeRoi foi embora, vítima de um acidente de quadriciclo.
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Eu sei que estou atrasado, mas a indicação de hoje é o álbum “Suck it and see”, do Arctic Monkeys. Quando a banda de Sheffield surgiu, eu me apaixonei de cara. E olha que isso é muito difícil de acontecer comigo, especialmente com “bandas da moda”. Vi um show deles em algum Tim Festival em São Paulo, que foi absurdo. Nem esperei para encarar o The Killers, que tocaria em seguida. Quando a banda anunciou o lançamento de “Humbug” (2009), com produção de Josh Homme, do Queens Of The Stone Age, cravei logo que seria um dos melhores álbuns do ano. Mas aí veio a decepção. Não curti muito a sonoridade; achei que o Arctic Monkeys deu uma envelhecida. Mas, agora, com o lançamento desse “Suck it and see”, cheguei à conclusão do quanto “Humbug” foi necessário para o crescimento do conjunto. Nesse novo disco, o Arctic Monkeys conseguiu juntar o frescor de seus dois primeiros álbuns com a maturidade de “Humbug”. Os melhores exemplos estão nas ótimas faixas “She’s thunderstorms” (uma ótima abertura) e “The hellcat spangled shalalala”, com um toque retrô, mas que não deixa de ser moderna. Recomendadíssimo!!
A nova banda de Liam Gallagher, Beady Eye, anunciou a data de lançamento de seu álbum de estreia. "Different gear, still speeding" (capa acima) chegará às lojas no dia 28 de fevereiro de 2011, com 13 faixas. Produzido por Steve Lillywhite, o disco foi gravado no RAK Studios, em Londres, no decorrer desse ano. Em março a banda inicia uma turnê pelo Reino Unido. As faixas de "Different gear, still speeding" são as seguintes: "Four letter word", "Millionaire", "The roller", "Beatles and Stones", "Wind up dream", "Bring the light", "For anyone", "Kill for a dream", "Standing on the edge of the noise", "Wigwam", "Three ring circus", "The beat goes on" e "The morning son".
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A banda The Who lançou um novo videoclipe para uma antiga música ("Tattoo"). Veja aí o que você acha.
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Morrissey e Johnny Marr estão juntos. Pelo menos contra David Cameron, primeiro-ministro britânico. Johnny Marr disse, na semana passada, que proibia Cameron de gostar do The Smiths. Moz elogiou o colega ao site de fãs Trueto you.net. "Para todos aqueles que expressaram o seu descontentamento com as palavras de Johnny, gostaria de dizer por qual razão considero que ele está certo. É verdade que a música é uma linguagem universal, a única, e pode ser expressa por todos. No entanto, lembro que David Cameron gosta de caçar, aparentemente por prazer", disse o cantor, que ainda frisou que "não foi para essas pessoas que canções como 'Meat is murder' e 'The queen is dead" foram compostas".
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Para quem viu e gostou do último show do Rush no Brasil, uma grande notícia. A banda canadense vai registrar a "Time Machine tour" em DVD e blu-ray. O show será gravado na Quickens Loans Arena, em Cleveland, no dia 15 de abril. A relação da banda com a cidade é antiga. Foi lá que as suas músicas foram executadas, em uma rádio, pela primeira vez, fora de Toronto, cidade-natal do Rush. O DVD/BD deve sair até o fonal de 2011.
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O Fluminense foi merecidamente campeão ontem. E o seu hino é lindo. Ainda mais nessa interpretação de Arthur Moreira Lima.
A boa notícia para os fãs do Velvet Revolver é que a banda já voltou a se reunir, após um hiato de dois anos e meio, quando o vocalista Scott Weiland saiu da banda. Slash, Duff McKagan, Matt Sorum e Dave Kushner estão em estúdio, testando um novo material. "O VR está de volta ao estúdio, tocando e testando novos cantores. Deixaremos vocês informados logo que haja novidades", escreveu o guitarrista Slash em seu perfil no MySpace. Vamos ver no que isso vai dar...
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E que tal o videclipe da música nova da Duffy, "Well, well, well". Eu gosto muito dela, mas ainda não consegui me acostumar muito com essa música. Tem algo que me incomoda, e eu não sei o quê... A faixa estará no álbum "Endlessly", que será lançado a 29 de novembro.
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Ozzy Osbourne é o novo colunista de saúde da Rolling Stone... Hahaha... Acha que é piada?
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Gostei desse vídeo de "Crystalized", do XX, no programa "Jimmy Kimmel Live!", que foi ao ar ontem, nos Estados Unidos.
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Já imaginou pintar um quadro com o seu sangue? Wayne Coyne, do Flaming Lips, já. E fez...
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Um programa bom para quem está no Rio é o show do Autoramas (visto na foto acima de Marco Chaparro), amanhã (dia 14/10), no encerramento da final carioca do Festival GBOB Brasil. A apresentação acontece no Teatro Odisséia. No palco, os Autoramas mostram as canções do álbum "MTV apresenta Autoramas desplugado", com versões acústicas de suas canções, além de sucessos de Raul Seixas e Elvis Presley. Além do Rio, o Festival GBOB Brasil realiza seletivas em São Paulo (dia 21 de outubro, no Manifesto Bar), que também contará com show do Autoramas, no Manifesto Bar, em 21 de outubro. Ingressos no Rio a R$ 25,00 (R$ 20,00 até hoje, na bilheteria do Odisséia), e em São Paulo a R$ 30,00. Os dois shows começam às 22h.
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Para lembrar os dez anos da morte de Baden Powell, celebrados no dia 26 de setembro passado, a gravadora Warner está reeditando três álbuns do artista em CD. "O grande show" (1979), "Nosso Baden" (1980) e "De Baden para Vinícius" (1981) chegam às lojas sob a supervisão de Marcelo Fróes, responsável pelos textos dos encartes. Os álbuns - editados em CD pela primeira vez - vêm com a arte gráfica original. "O grande show" foi gravado ao vivo no Teatro Procópio Ferreira, e conta com a produção de Sérgio Cabral. No repertório, temas instrumentais costumeiros nas apresentações do violonista, como "Se todos fossem iguais a você" (Tom Jobim / Vinicius de Moraes) e "Asa Branca" (Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira). "Nosso Baden" também contou com a produção de Sérgio Cabral, e trez músicas compostas em parceria com Paulo César Pinheiro, como "Até eu" e "Cai dentro". "De Baden para Vinícius", por sua vez, foi gravado poucos meses após a morte do Poetinha, que aconteceu a 09 de julho de 1980. Nesse álbum, Baden interpreta clássicos como "Samba em prelúdio" e "Deixa". O som das novas edições em CD foi remasterizado.
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Conforme eu já tinha adiantado aqui na semana passada, agora foi confirmado o lançamento de "Vision" (acima), box com três DVDs com todos os videoclipes de Michael Jackson. Serão quatro horas e meia de duração, com destaque para alguns videoclipes nunca antes lançados em DVD (como "She's out of my life", por exemplo) e um inédito ("One more chance"). Além dos três DVDs, o box trará um livro de 60 páginas, com fotos inéditas. A relação de videoclipes é a seguinte: "Don't stop 'til you get enough", "Rock with you", "She's out of my life", "Billie Jean", "Beat it", "Thriller", "Bad", "The way you make me feel", "Man in the mirror", "Dirty Diana", "Smooth criminal", "Another part of me", "Speed demon", "Come together", "Leave me alone", "Liberian girl", "Black or white", "Remember the time", "In the closet", "Jam", "Heal the world", "Give in to me", "Who is it", "Will you be there", "Gone too soon", "Scream", "Childhood", "You are not alone", "Earth song", "They don't care about us", "Stranger in Moscow", "Blood on the dance floor", "Ghosts", "You rock my world", "Cry", "Blame it on the boogie" (The Jacksons), "Enjoy yourself" (The Jacksons), "Can you feel it" (The Jacksons), "Say say say" (Paul McCartney e Michael Jackson), "They don't care about us" (Prison Version), "Why" (3T e Michael Jackson) e "One more chance".
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Mal lançou o álbum de inéditas "Hurley", o Weezer já anuncia uma coletânea de raridades a ser lançada no dia 01º de novembro. "Death to false metal" (capa acima) trará dez faixas inéditas e que "por algum motivo", segundo o vocalista Rivers Cuomo, não foram finalizadas. As faixas foram gravadas nos últimos 20 anos. No mesmo dia, chegará às lojas a reedição do clássico "Pinkerton" (1996), com 16 faixas bônus. As faixas de "Death to false metal" são as seguintes: "Turn up the radio", "I don't want your loving", "Blowin' my stack", "Losing my mind", "Everyone", "I'm a robot", "Trampoline", "Odd couple", "Auto-pilot" e "Unbreak my heart".
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Fãs dos Rolling Stones, separem uma grana (preta) para o dia 23 de novembro. Nesse dia serão lançadas duas caixas com a discografia completa da banda, em vinil. A primeira, "The Rolling Stones 1964-1969" (acima), contará com os seguintes álbuns: "The Rolling Stones 1964-1969", "The Rolling Stones" (EP), "The Rolling Stones", "Five by five" (EP), "The Rolling Stones nº 2", "Out of our heads", "Aftermath", "Big hits (High tide and green grass)", "Between the buttons", "Their satanic majesties request", "Beggars banquet", "Through the past, darkly (Big hits vol. 2)", "Let it bleed" e "Metamorphosis".
O outro box, "The Rolling Stones 1971-2005" (imagem acima), vem com os seguintes bolachões: "Sticky fingers", "Exile on main street", "Goats head soup", "It's only rock 'n roll", "Black and blue", "Some girls", "Emotional rescue", "Tattoo you", "Undercover", "Dirty work", "Steel wheels", "Voodoo lounge", "Bridges to Babylon" e "A bigger bang". As caixas, que terão edição limitada, serão numeradas. "O vinil foi cúmplice dos Rolling Stones desde sempre. E essa é a melhor forma de ouvir a maior banda de rock do mundo. Não há mais nada a dizer. Apenas ouça", disse Andrew Kronfeld, executivo de marketing da Universal Music.
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O Gorillaz subiu ainda mais no meu conceito. Damon Albarn vetou as músicas de sua banda para o "Glee". "Esse seriado tem prazo de validade", disse ao Guardian.
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Eu ainda tenho que falar, com algum atraso, sobre o show do Rush que vi no domingo, na Praça da Apoteose. Eu nem me preocupei muito em escrever sobre a apresentação porque já o fiz em julho, quando vi o Rush - nessa mesma "Time machine Tour" - em Nova Jersey (texto aqui). Não sei se isso é bom ou ruim, mas o show do Rush aqui no Rio foi idêntico ao outro. Inclusive, todos os shows da turnê são iguais - bem diferente da Dave Matthews Band, que lotou a HSBC Arena na sexta-feira. A apresentação do trio canadense parece mesmo uma máquina do tempo, de tão certinha que é. Tudo ensaiado demais, ótimos efeitos especiais, iluminação fantástica, som esporrando... E a técnica de Neil Peart (bateria), Geddy Lee (teclados, baixo e voz) e Alex Lifeson é de deixar qualquer um babando. Até um solo de bateria com o Neil Peart fica legal. E a voz esganiçada de Lee tem lá o seu charme. E charme é o que a banda mais faz, ao brincar com a sua fama de geek. Os vídeos, que são transmitidos pelos telões de alta definição, com os músicos brincando de atores, no decorrer do show, são impagáveis (no YouTube dá pra encontrar fácil). E o repertório é uma tour de force pelos 18 álbuns lançados pela banda desde a estreia em 1974 - a última música do show, "Working man", desse seminal álbum, ganhou um arranjo interessante puxado para o reggae. Duas músicas inéditas, e que farão parte do próximo álbum do conjunto ("Clockwork angels", a ser lançado no segundo semestre do ano que vem) também tiveram vez. Mas a grande sensação da noite foi a exibição integral do álbum "Moving pictures" (1981), com precisão cirúrgica. A única coisa que saiu do script do álbum original de estúdio foi o público "cantando" a melodia de "YYZ". Como já ocorrera no Maracanã em 2002, foi arrepiante. E a julgar pelo sorriso dos integrantes da banda, eles não se importaram. Que a próxima visita não demore tanto.
Os vídeos desse show no YouTube estão meio toscos, mas esse aqui é sensacional:
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Hoje eu não ia falar de efeméride nenhuma, porque deve ter um bando de coisa acumulada desses meus dias de vagabundagem. Mas eu tenho que lembrar aqui que hoje faz 45 anos que o The Who entrou em estúdio para gravar o hino "My generation". I hope I die before I get old... Ainda bem que Roger Daltrey e Pete Townshend ainda estão vivinhos por aí para cantarem essa música. Já Keith Moon e John Entwistle seguiram a letra... ao pé da letra. Aliás, esse solo de baixo do Entwistle arrepia...
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Tem outro acontecimento legal do dia 12 de outubro que não quero deixar passar em branco. Ontem, o magnífico Luciano Pavarotti teria completado 75 anos. Eu nunca vi uma apresentação dele ao vivo. Mas passei por um momento marcante. Em outubro de 2008, um mês depois de sua morte, vi um show do The Police no Estádio Olímpico de Turim. Foi a única apresentação da banda na Itália, naquela primeira perna europeia da turnê. Antes de o show começar, os telões passaram as imagens de Pavarotti cantando "Nessun dorma", ária da ópera "Turandot". Quando o vídeo terminou, o público (veja bem, era um público de show de rock) cantou a ária de Giacomo Puccini novamente. Em fevereiro de 2006, Pavarotti inaugurara o mesmo estádio cantando essa ária na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Turim. Foi a sua última apresentação.
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E esse tempo hoje? Aqui no Rio de Janeiro, poucas nuvens no céu. E o sol brilha com uma intensidade que eu não via há algum tempo. Hoje foi estranho... Saí de manhã e até cantei no carro. Há quanto tempo eu não fazia isso? E ainda era Lulu Santos... O que está acontecendo, hein?
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Bom dia, pessoal! Como estamos, hein? Olha, em primeiro lugar, me desculpem o sumiço. Confesso que rolou uma preguiça danada esses dias. Na segunda, fiquei sem acesso ao computador. E, ontem, bem, ontem foi Dia das Crianças, né? Aí, eu quis aproveitar o meu dia de outra forma. Tinha até pensado em algo especial aqui no blog sobre o Dia das Crianças, mas vai ficar para o ano que vem... Hahaha... De qualquer forma, só para não passar em branco...
E vamos terminar o post de hoje com John Lennon?? Claro, né...
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Ontem fui ver o show da Dave Matthews Band na HSBC Arena, aqui no Rio. Em primeiro lugar, o show foi um pouco menor do que o do Vivo Rio em 2008. O show de ontem "só" teve três horas de duração. Com ingressos esgotados (apesar de o setor das arquibancadas superiores não ter sido posta à venda), a Dave Matthews Band mostrou um repertório um pouco diferenciado dos shows da recente turnê de verão nos Estados Unidos. O início do show com "Seek up" e "Pig" foi o anúncio de que teríamos algumas surpresas no decorrer da noite. E tivemos mesmo. A começar por algo inusitado. Acredito que, pela primeira vez na história, "Pantala naga pampa" não tenha sido seguida por "Rapunzel" (que só foi apresentada no final da noite). E também acredito que não seja muito comum a banda deixar de fora a segunda parte de "Lie in our graves", emendando-a direto com "Bartender" (que, aliás, foi a primeira música do show do Vivo Rio). Outras músicas foram repetidas nas duas apresentações, como "#41" (mais um grande momento, que ganhou a adesão dos convidados Carlos Malta e Gabriel Grossi), "Crush" e "Ants marching", este última, certamente, a mais cantada pela plateia. Eu senti que a DMB não teve uma grande preocupação em cantar os seus maiores sucessos, como na apresentação de dois anos atrás. Achei isso legal, ainda mais pelo fato de a banda ter incluído várias músicas do "Big Whiskey and the GrooGrux King" (2009), como "Funny the way it is", "Seven" e "Why I am". E isso sem contar com a versão acústica de "Some devil" (somente com Dave) que abriu o bis, uma "Dancing nancies" cheia de improvisos, e a rara "So right", do álbum "Everyday", e que eu nunca tinha visto ao vivo. Quando o último acorde de "Rapunzel" foi executado, já passava das duas e meia da manhã. Tudo muito bom o suficiente para o público nem se importar com o adiantado da hora.
O setlist completo da apresentação foi o seguinte: "Seek up", "Pig", "Shake me like a monkey", "Lying in the hands of god", "Funny the way it is", "Pantala naga pampa", "Grey street", "#41", "So right", "Seven", "Dancing nancies", "Crush", "Lie in our graves", "Bartender", "Why I am", "Crash into me", "Ants marching", "Some devil", "You & me" e "Rapunzel".
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Boas novas para os fãs do Wilco. O guitarrista Pat Sansone disse ao Los Angeles Times que a banda entra em estúdio até o final do mês para gravar um novo álbum. "Estamos tirando algumas semanas de folga. No final do mês vamos voltar a trabalhar juntos, começando pelo processo de composição das músicas", disse. O último álbum do Wilco saiu em 2009.
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Mais John Lennon!
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Já que não lança nada inédito (apesar de ter material suficiente), a Legião Urbana requenta os seus antigos álbuns. Até o final do mês, chega às lojas mais um box (acima) com os oito álbuns de estúdio da banda: "Legião Urbana" (1985), "Dois" (1986), "Que país é este" (1987), "As quatro estações" (1989), "V" (1991), "O descobrimento do Brasil" (1993), "A tempestade" (1996) e "Uma outra estação" (1997). Os discos também serão lançados de forma avulsa. Ao que parece (não tenho certeza), todos eles foram remasterizados. Tomara que estejam melhores do que a edição masterizada em Abbey Road, que tirou a sujeira da banda. Também no final do mês, os oito álbuns chegam às lojas em vinil. "A tempestade" e "Uma outra estação" nunca haviam sido lançados nesse formato.
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Quem também lança álbum novo até o final desse mês é o Roupa Nova. Trata-se de "30 anos - Ao Vivo", que traz o registro de uma apresentação da banda no Credicard Hall, em São Paulo, no início de julho. O pacote CD/DVD conta com as participações de Milton Nascimento, Sandy, Pe. Fabio de Melo e Fresno. O repertório é um best of da banda, que, não tem muito tempo, lançou dois volumes de discos acústicos ao vivo. Segue o roteiro do DVD: "Video Game", "Sapato Velho", "Linda Demais", "A Viagem", "Nos Bailes da Vida", "Volta Pra Mim", "A Força do Amor", "Cantar Faz Feliz O Coração", "Seguindo No Trem Azul" / "Anjo" / "Princesa" / "Amar É" / "Amo Em Silêncio" / "Começo, Meio E Fim", "Felicidade" / "Clarear" / "Rap", "A Paz", "Coração Pirata", "Sábado" / "Lumiar" / "Maria Maria", "Chuva de Prata", "Todas Elas", "Dona", "Meu Universo É Você", "Medley Vinhetas", "Show De Rock 'n Roll", "Whisky A Go Go", "Lembranças", "Canção de Verão", "De Ninguém" e o mecley final com "Sweet Child O' Mine" / "Have You Ever Seen The Rain?" / "Staying Alive" / "Twist and Shout" / "Another Brick in The Wall" / "Satisfaction" / "Hotel California" / "Every Little Thing She Does Is Magic" / "We Will Rock You" / "Rock And Roll All Nite" / "We Are The Champions".
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Sai na semana que vem o novo álbum de Lenine, "Trilhas" (capa acima). Não se trata de um álbum de inéditas, mas sim de uma coletânea de músicas compostas para novelas, filmes e minisséries. O CD inclui "Aquilo que dá no coração", música de abertura da novela "Passione". O repertório completo é esse: "Aquilo que dá no coração", "De sabugo a visconde", "Quatro horizontes", "Agora é que são elas", "Minha cidade / Menina dos olhos do mar", "A mula sem cabeça", "Não faz mal a ninguém", "Como é bom a gente amar", "Sob o mesmo céu", "Diversidade", "Violenta" e "Alpinista social".
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UMA MÚSICA PARA O FINAL DE SEMANA: "YYZ", do Rush. Espero que amanhã, na Praça da Apoteose, o público "cante" essa música da mesma forma de oito anos atrás...
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Vamos de mais John Lennon??
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E amanhã já vai fazer seis anos que o eterno Super-Homem Christopher Reeve partiu dessa pra melhor. Fica aqui a lembrança!
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Ontem mesmo falei aqui sobre os musicais infantis que a Rede Globo passava no iniciozinho dos anos 80. Foram vários: "Casa de brinquedos", "Plunct Plact Zuuum...", "Pirlimpimpim, "A era do Halley" e... "A arca de Noé", o primeiro de todos, e que estreou na televisão no dia 10 de outubro de 1980. Contando com músicas compostas por Vinicius de Moraes e Toquinho, o musical tinha um timaço de intérpretes: Elis Regina, Alceu Valença, Ney Matogrosso, Chico Buarque, Milton Nascimento, Bebel Gilberto, MPB 4... Putz, você imagina, atualmente, um moleque que tenha a oportunidade de crescer ouvindo isso?? Cada geração tem o que merece...
Por que uma obra-prima dessa não é lançada em DVD, hein??
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Bom, agora vamos partir para as efemérides de amanhã? Então vou começar com um dos grandes músicos brasileiros ever. João Theodoro Meirelles, ou simplesmente J.T. Meirelles, nasceu a 10 de outubro de 1940, no Rio de Janeiro. Meirelles iniciou a sua carreira no conjunto de João Donato. Mas depois de arranjar algumas músicas para "Samba esquema novo", de Jorge Ben, Meirelles virou estrela, gravando discos e fazendo muitos shows. Destaco o álbum "O som" (1964), gravado com o Copa 5, grupo formado por Meirelles, Luiz Carlos Vinhas, Dom Um Romão, Manoel Gusmão e Pedro Paulo. (Uma história meio nada a ver: na minha época de advogado, tinha um estagiário vidrado pelo J. T. Meirelles. Aì, no amigo oculto, ele pediu "O som", que tinha acabado de ganhar uma edição em CD. Só que o cara que tirou o nome do meu estagiário deu um CD do... Ivo Meireles! Fantástico, né??)
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Vamos com mais John Lennon??
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O utilíssimo blog do Paulo Marchetti me lembra que hoje faz 15 anos que "Nostalgia da modernidade", um dos grandes álbuns de Lobão, chegou às lojas. Esse álbum foi importante para a carreira do velho "Lobo Mau", porque foi uma espécie de transição entre o seu rock tradicional e a incorporação de novos elementos em seu som. "Nostalgia da modernidade" trazia até samba. Já ouvi muita gente falar que Lobão começou a ficar chato a partir desse disco. Não acho que Lobão tenha ficado chato. Mas que os seus primeiros álbuns eram bem mais bacanas, ah, isso eram... (Como não achei nenhuma música desse álbum em versão original no YouTube, reproduzo abaixo o grande sucesso de "Nostalgia da modernidade", "A queda", só que na versão do "Acústico MTV").
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Taiguara faz parte daquele time de artista que, em determinado momento da carreira, faz um sucesso absurdo, para depois desaparecer nas brumas do ostracismo. Nos anos 70, Taiguara compôs algumas das músicas mais executadas do período: "Hoje", "Universo do teu corpo", "Amanda", "Viagem", "Teu sonho não acabou", entre várias outras. Taiguara nasceu no Uruguai, durante uma temporada de apresentações de seu pai, o maestro Ubirajara Silva. Mas, na essência, era brasileiro mesmo. Taiguara nasceu no dia 09 de outubro de 1945 e morreu aos 50 anos.
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Hoje é dia de homenagear John Lennon, certo? Com certeza você já leu em pelo menos dez lugares diferentes que hoje ele estaria completando 70 anos de idade e coisa e tal. Hoje vou fazer algo diferente... Ao longo do dia, vou colocar vídeos de algumas das suas músicas que eu mais gosto - vou me restringir à carreira solo. A minha preferida é essa aí que eu já postei: "Working class hero". E olha só que curioso: hoje é aniversário do filho de John, Sean Lennon, que faz 35 anos. É que nem aqui em casa: minha mãe e meu irmão fazem aniversário no mesmo dia.
A cantora Diana Krall marcou uma temporada de shows no Brasil para o mês que vem. Ela se apresenta em São Paulo (HSBC Brasil, nos dias 13 e 14), Brasília (Teatro Oi Brasília, dia 18) e Rio de Janeiro (Teatro Oi Casa Grande, no dia 20). Os ingressos para as duas apresentações em São Paulo já estão à venda no site www.ingressorapido.com.br, e custam entre 70 e 400 reais, com direito a meia-entrada. Ainda não há informações com relação à venda de ingressos no Rio e no DF.
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Essa moda de cair do palco tá pegando. Ontem foi a vez de Scott Weiland, do Stone Temple Pilots... Aliás, era playback ou não??
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O Bon Jovi lançará no dia 08 de novembro a coletânea "Greatest hits" em duas edições, uma simples, e outra, dupla. Além de sucessos como "Livin' on a prayer", "Always", "It's my life", "Wanted dead or alive" e "Keep the faith", haverá mais quatro faixas inéditas (na edição dupla, na simples serão apenas duas). Os nomes das quatro músicas novas são "The more things change", "No apologies", "This is love, this is life" e o primeiro single "What do you got?" (capa acima), que estreou hoje no site da banda.
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Que Zakk Wylde que nada... Hehehe...
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"Talvez a gente até grave um novo álbum. Só quero sair desse esquema de gravação profissional de discos. Em termos profissionais, não quero contar com nada além das turnês." (James Murphy, vocalista do LCD Soundsystem, dizendo ao site Quietus que a sua banda pode vir a gravar um novo álbum)
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O festival Planeta Terra, que acontece no dia 20 de novembro, em São Paulo, fechou o seu line-up com quatro atrações nacionais. São elas: Holger, Hurtmold, Novos Paulistas e Mombojó. Já estavam confirmados anteriormente atrações como Smashing Pumpkins, Pavement, Mika, Hot Chip, Phoenix, Of Montreal, entre outras. Segundo a produção, os ingressos estão acabando, e o quarto lote já está à venda, no site www.ticketsforfun.com.br, por R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia).
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E vamos continuar no clima de rock n' roll então... Hoje começa o festival de Reading, na Inglaterra. Mas eu quero lembrar aqui da edição de 1995. Por que? Ora, porque 15 anos atrás, Neil Young se juntou ao Pearl Jam para fazer uma apresentação antológica nesse festival. O repertório foi curto, mas sente o poder: "Big green country", "Song X", "Act of love", "Downtown", "Mr. Soul", "Scenery", "The needle and the damage done", "Hey hey my my", "After the goldrush", "Throw your hatred down", "Cortez the killer" e "Rockin' in the free world". A única coisa que achei desse show no YouTube foi esse vídeo abaixo. Não está muito bom, mas dá pra sentir o clima...
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Olha, eu não sei se a minha gripe vai deixar, mas o meu plano para hoje à noite é beber algumas ao som de Stevie Ray Vaughan. Hoje faz 20 anos que esse guitarrista sensacional foi mostrar o seu blues lá no céu. Ele morreu em um acidente de helicóptero em Wisconsin, após uma apresentação no Alpine Valley Music Theater, ao lado de Robert Cray, Buddy Guy, Eric Clapton e Jimmie Vaughan. Eu poderia escrever aqui um bando de coisa sobre o SRV... Que o seu álbum "Couln't tand the weather" (1984) é fantástico, que "Pride and joy" é uma das melhores canções já escritas, que SRV era um deus inca no palco... Mas eu prefiro resumir Stevie Ray Vaughan da seguinte maneira: ele foi o único artista que gravou uma música de Jimi Hendrix, e conseguiu... superar Jimi Hendrix. A música é essa aqui...
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Hoje também é dia de homenagear um guitarrista que eu gosto muito. Alex Lifeson, do Rush, completa 57 anos nesse 27 de agosto. E vou te dizer: assisti ao show do Rush mês passado em Nova Jersey e é impressionante o quanto o cara manda bem ao vivo. Ele me passa a impressão de ser uma espécie de balança da banda... O cara que, tipo, deixa o clima bom. E, depois de ver o documentário "Beyond the lighted stage", a gente chega à conclusão da importância de uma figura como essa para levar uma banda adiante, com mais de 35 anos de carreira. Em outubro estarei lá na Apoteose.
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Ah, agora eu vou falar de uma cantora que eu adoro. Sylvia Telles nasceu a 27 de agosto de 1934, e, na minha opinião, foi a melhor intérprete feminina da obra de Antonio Carlos Jobim. O seu álbum "Amor de gente moça" (1959) é a maior prova. Mas ela também gravou outros grandes discos, como o essencial "Amor em hi-fi" (1960), "Bossa, balanço, balada" (63) e "Bossa session" (64), esse último ao lado de Lúcio Alves e de Roberto Menescal. Sylvinha morreu aos 32 anos, vítima de um trágico acidente de automóvel em Maricá.
Eu me lembro que quando o Pink Floyd saiu em turnê em 1994 para promover o álbum “The division bell”, o que achei mais fantástico foi o fato de a banda ter apresentado o álbum “The dark side of the moon” na íntegra. Agora é a vez do Rush sair em turnê para mostrar a íntegra do “Moving pictures” (1981), o álbum de maior vendagem da história do trio canadense.
Ontem, fui ver o show dessa “Time machine tour” no Susquehanna Bank Center na cidade de Camden, que fica na fronteira de Nova Jersey com a Filadélfia. O local é bem bacana. É um anfiteatro coberto, com cadeiras numeradas, e, atrás, uma imensa área verde com ingressos mais baratos. A galera aluga cadeiras tipo de praia e fica curtindo o show enquanto pega um bronze – e parece que o americano adora esse tipo de programa. Um parêntese: acho que 90% da plateia estava com camisa do Rush. Marcado para as 19h30, a banda subiu ao palco com 15 minutos de atraso e começou o show com o dia bem claro ainda. Como acontece rotineiramente nas últimas turnês do Rush, o show começou com um vídeo bem bacana. Dessa vez, mostrando a banda fantasiada desde os tempos da caverna até atualmente. E “Spirit of radio” rolava no telão com arranjos bizarros. Até que Neil Peart, Geddy Lee e Alex Lifeson surgiram no palco mandando a mesma música ao vivo. O som, reguladíssimo, estrondou. O cenário era todo em um estilo vintage, da bateria de Neil Peart àquelas espécies de lavadoras de roupa que sempre fazem parte do palco da banda canadense. O telão em alta-definição também mostra imagens da banda com molduras de aparelhos antigos de televisão. No primeiro set, o Rush fez um apanhado da carreira, com músicas que são apresentadas em quase todas as suas turnês (“Free Will”, “Subdivisions”, “Workin’ them angels”) misturadas a outras que estavam de fora dos setlists havia anos, como “Marathon” (a mais aplaudida dessa primeira metade de show), a linda “Time stand still” e “Presto”. O momento bom para ir ao banheiro ou comprar cerveja foi durante “Faithless”, que Geddy Lee disse que entrou no roteiro porque ficou de fora da última turnê, “Snakes & arrows” – “não tivemos tempo ou esquecemos de incluí-la no roteiro”, explicou. Após um intervalo de uns 15 minutos – aliás, como são bons esses intervalos –, o Rush voltou com a sua carta na manga que todo mundo queria ouvir: a íntegra de “Moving pictures”. Mais um vídeo engraçadinho foi a deixa para “Tom Sawyer”. Em seguida, veio o álbum todo, na mesma ordem, executado com precisão cirúrgica: “Red barchetta”, “YYZ”, “Limelight”, “Camera eye”, “Witch hunt” e “Vital signs”. “YYZ”, de longe, foi o momento que a galera mais gostou. Ninguém “cantou” a música, que nem os brasileiros enlouquecidos no DVD gravado ao vivo no Maracanã, mas, mesmo assim, deu pra sentir uma comoção diferente. O show até poderia ter acabado em “Vital signs”, mas o Rush ainda emendou com a nova “Caravan”, que fará parte do álbum “Clockwork angels”, que deve sair até o final do ano. “B2UB”, que também fará parte do álbum, foi apresentada no primeiro set. Com “Love 4 sale”, “Closer to the heart”, a dobradinha “2112 Overture” / “Temples” e “Far cry”, o show terminou. Destaque para “2112 Overture”, música instrumental esperta que durou uns bons 12 minutos no show. No bis, mais uma porrada instrumental (“La villa strangiato”), além de “Working man”, música bem apropriada para uma banda que não para de fazer shows e gravar discos. Mesmo durante a gravação de um novo álbum, Peart, Lee e Lifeson não sossegam o facho, e fazem questão de rodar os Estados Unidos, o Canadá e a América do Sul. Acredito que não seja lançado DVD ou blu-ray dessa turnê, porque ela é curtinha. Mas cairia muito bem. Não tenho dúvidas que vou ao show novamente no Rio de Janeiro. Acho que vai valer por esse Itustock todo, com o seu line-up meia-bomba, os preços caros e a tal da pista VIP. (Aliás, quem foi o gênio que inventou pista VIP em um festival desses?)
“Night work” – Scissor Sisters Durante as gravações do sucessor de “Ta-Dah!” (2006), os Scissor Sisters passaram por diversas crises de identidade. A mais grave foi quando o trabalho já estava pronto, e Elton John falou para a banda de Nova York jogar tudo no lixo. O material, ao que parece, foi para o lixo mesmo, e a banda partiu novamente do zero para gravar o que resultou em “Night work”. O que a banda descartou, ninguém saberá ao certo o que foi, mas em “Night work” todo mundo vai poder ouvir que os Scissor Sisters preferiram não se arriscar, e mantiveram o mesmo estilo (vencedor e “vendedor”) de “Ta-Dah!”. Ou seja, “Nightwork” está cheio de canções deliciosamente disco-pop, que poderiam ter sido, tranquilamente, compostas entre as décadas de 70 e de 80 por... Elton John. A produção ficou a cargo da própria banda e de Stuart Price, o que talvez explique a semelhança entre “Night work” e “Night & day” (do The Killers, e que também foi produzido por Price), a ponto do primeiro single, “Fire with fire”, soar como uma cópia de “Human”. “Any wich way”, por sua vez, é bem parecido com o single do álbum anterior, “I don’t feel like dancing”, puxado para um disco-funk, ou um Bee Gees revigorado. Em “Night work”, a banda de NY também soa mais roqueira, casos de “Harder you get” e da faixa-título”. Mas “roqueira” no estilo SS, veja bem... Outros destaques são “Something like this” (carregada de influências do Kraftwerk), “Invisible light” (um arrasa-quaterão que vai fazer muita pista de dança fervilhar) e o hit-mais-que-pronto”Skin tight”. Pelo jeito, Elton John ainda sabe das coisas.
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“Beyond the lighted stage” – Rush Ao chegar ao fim de “Beyond the lighted stage”, documentário que conta a história do Rush (e que chega agora às lojas em DVD e BD), não tem como não pensar: “que banda legal!”. Em uma hora e quarenta e cinco minutos, o trio canadense resume a sua história desde a sua formação, nos subúrbios de Ontário até a turnê de divulgação do álbum “Snakes & Arrows” (2007). Nesse período, foram 35 anos de convivência. E o que espanta no documentário é a harmonia entre seus integrantes. E olha que o Rush foi uma banda que, por pouco, não acabou, por conta das constantes mudanças de sonoridade – aliás, em determinado (e único) momento, Neil Peart chega a mencionar a sua desaprovação ao uso de sintetizadores. O vídeo mostra a história do trio em ordem cronológica, disco a disco, dando maior destaque aos quatro primeiros (“Rush” – 1974, “Fly by night” – 1975, “Caress of steel” – 1975 e “2112” – 1976), quando a banda passou por seus maiores desafios. O auge, durante o período de “Moving pictures”, de 1981 (e que a banda está apresentando na íntegra, na turnê que passará pelo Brasil no início de outubro), também está bem retratado no documentário, assim como a crise de Neil Peart, ocasionada pelas mortes de sua filha e de sua esposa, e que, por pouco, não resultou no término da banda, no início dos anos 00. Pena que os anos 80 e 90 sejam passados meio que superficialmente pelo documentário. Em uma hora e meia de extras, “Beyond the lighted stage” ainda traz faixas gravadas ao vivo (incluindo duas com o baterista original, John Rutsey), e mais entrevistas. Boa preparação para o show de outubro.
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“Bom tempo” – Sergio Mendes São poucos os artistas brasileiros que descobrem uma mina de ouro no mercado internacional. E talvez por isso, Sergio Mendes insiste em gravar um terceiro álbum que soa como cópia dos anteriores. A receita é simples: misturar os ritmos brasileiros (especialmente a Bossa Nova) a batidas prontas para as pistas de dança. Qualquer norte-americano que se considere “acima da média” (ou seja, todos) vai gostar dessa mistura, que une o comercial a uma certa sofisticação. Só que o que “Timeless” (2006) tinha de original ficou cansativo em “Encanto” (2008) e principalmente nesse “Bom tempo”, que ainda chega às lojas brasileiras acompanhado por um CD de remixes (?!?). No repertório, Mendes junta Gilberto Gil, Jorge Mautner, Moacir Santos, Jorge Ben Jor, Milton Nascimento e Tom Jobim, dando uma nova cara a canções consagradas como “Emorio”, “Maracatu atômico”, “Caxangá” e “Só tinha de ser com você”. Só que, ao invés de rejuvenescê-las com as batidas mudernas, Mendes acaba criando algo chato, repetitivo e cheio de clichês – no estilo dos shows de mulatas do Plataforma, saca? De qualquer forma, “Bom tempo” deve ser uma ótima pedida para tocar nas butiques dixxxcoladas do Meatpacking District de Nova York. E também nas festas dos americanos que se acham mudernos. Aguardemos o quarto capítulo dessa história de Sérgio Mendes – que, de um tempo para cá, se escreve sem acento, aliás.
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“Stones in exile” – The Rolling Stones Já escrevi muito sobre “Exile on main st.”, um dos principais álbuns dos Rolling Stones (e da história do rock). “Tumbling dice”, “Rocks off”, “Sweet Virginia” e “Happy” são apenas algumas das faixas desse álbum, no qual Mick Jagger, Keith Richards e companhia fizeram a fusão perfeita do rock com o blues, o country e o soul. Agora foi lançado o DVD “Stones in exile”, que conta a história conturbada da gravação do álbum, em Villefranche-sur-Mer, na França. Os próprios Stones não negam que o período foi brabeira, com muitas drogas, orgias, brigas e otras cositas mas. Mas o problema do documentário é que, produzido que foi pela própria banda, ele não vai além. As histórias pesadas estão todas lá. Mas são aquelas histórias que qualquer um que se informou um pouco sobre esse álbum – ou leu o ótimo “Uma temporada no inferno com os Rolling Stones”, de Robert Greenfield – já sabe. O documentário apresenta entrevistas com os integrantes da banda, além de imagens de arquivo da época da gravação (1971-72). Dirigido por Stephen Kijak, o documentário ainda traz depoimentos (em sua maioria, desnecessários) de gente como Sheryl Crow, Jack White, Martin Scorsese, o produtor Don Was, e Will.i.am (?!?). Para quem já viu “Stones in exile” na TV a cabo, o DVD traz como diferencial uma grande quantidade de extras, como entrevistas estendidas e um pequeno filme sobre a visita de Mick Jagger e Charlie Watts ao Olympic Studios. Mas o melhor mesmo é esperar até outubro, quando será lançado o DVD “Ladies and gentlemen... The Rolling Stones” (já bem conhecido no mercado pirata), que trará um show da turnê do “Exile”.
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“Brothers” – The Black Keys Difícil definir “Brothers”, sexto álbum de estúdio dos Black Keys, descontados os EPs. Não que a dupla formada por Dan Auerbach e Patrick Carney tenha deixado o blues de lado. Muito pelo contrário: “Brothers está encharcado do blues da melhor qualidade, a começar pela inteligente paródia com a capa do álbum “This is Howlin’ Wolf’s new album” (de Howlin’ Wolf). O que fica difícil definir é o retorno as origens da dupla, até mesmo porque alguns fãs podem sentir falta do som psicodélico de álbuns como “Attack & release” (2008), produzido por Danger Mouse, ainda que em “Brothers” seja possível ouvir algo mais viajante como “The only one”. Mas não se engane, o que sobressai em “Brothers” são blues pesados (em alguns momentos lembrando, hum, deixa eu ver, Led Zeppelin?) como a abertura com “Everlasting night”, a suja “Black mud” e “The go getter”. Curiosamente, a faixa “Howlin’ for you” (que pode sugerir mais uma homenagem a Howlin’ Wolf), é uma das que mais destoa em “Brothers”, com alguns efeitos eletrônicos tirados dos teclados. No final das contas, a conclusão que fica é que, de repente, os Black Keys nem mudaram tanto. Ou será que mudaram?
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Em seguido, o videoclipe de “Fire with fire”, primeiro single do álbum “Night work”, dos Scissor Sisters.
Na semana retrasada, conheci uma banda nova que achei muito legal. O seu nome é Avi Buffalo, e o seu álbum de estreia (que leva o mesmo nome da banda da Califórnia) saiu em maio. O primeiro single é "What's in it for?", uma música bem leve, com algum eco do The Byrds na guitarra e um vocal com uma atmosfera da Califórnia dos anos 60. Veja aí o que você acha.
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Best Coast, Kid Cudi e Rostam Batmanglij (Vampire Weekend) se juntaram para gravar a música "All summer" e o resultado ficou, ao menos, divertido.
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O Gang Of Four anunciou que o seu novo álbum, "Content", será lançado no dia 04 de outubro. O sétimo álbum de estúdio da banda (que também terá lançamento em vinil) será precedido pelo single "Who am I?", no dia 13 de setembro. As faixas de "Content" são essas aqui: "She said 'You made a thing of me'", "You don't have to be mad", "Who am I?", "I can't forget your lonely face", "You'll never pay for the farm", "I party all the time", "A fruit fly in the beehive", "It was never going to turn out too good", "Do as I say", "I can see from far away" e "Second life".
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Essa aí é a capa da coletânea de Robbie Williams, "In and out of consciousness: The greatest hits 1990-2010", que sairá em outubro. Como já havia sido especulado, o CD duplo trará músicas da carreira solo de Williams, bem como de sua antiga (e certamente) futura banda, Take That. As duas inéditas, "Shame" e "Heart and I", foram escritas por Williams e Gary Barlow (seu colega de Take That). As faixas de "In and out of consciousness: The greatest hits 1990-2010" são as seguintes: "Shame", "Heart and I", "You know me", "Bodies", "Morning sun", "She's Madonna", "Lovelight", "Rudebox", "Sin sin sin", "Advertising space", "Make me pure", "Tripping", "Misunderstood", "Radio", "Sexed up", "Something beautiful", "Come undone", "Feel", "Mr Bojangles", "I will talk and Hollywood will listen", "Somethin' Stupid", "The road to Mandalay", "Eternity", "Let love be your energy", "Supreme", "Kids", "Rock DJ", "It's only us", "She's the one", "Strong", "No regrets", "Millennium", "Let me entertain you", "Angels", "South of the border", "Lazy days", "Old before I die", "Freedom" e "Everything Changes".
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Ozzy Osbourne lançou nessa semana um EP virtual (vendido na loja da iTunes) com seis faixas gravadas ao vivo. "iTunes festival London 2010" foi gravado no Roundhouse, em Londres, e conta com as seguintes músicas: "Let me hear you scream", "Mr. Crowley", "I don't know", "Suicide solution", "I don't want to change the world" e "War pigs".
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"Temos que divulgar nossas músicas de formas diferentes. Às vezes temos de agarrar qualquer oportunidade para chegar lá, e até mesmo vender a alma." (Chris Wolstenholme, baixista do Muse, à BBC, explicando o motivo de ter gravado uma música para a trilha sonora da saga "Crepúsculo")
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Os ingressos para os shows do Rush no Brasil já estão em pré-venda para clientes Diners, Citibank e Credicard. Mais informações aqui.
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E já que estamos falando de "liberdade", um dos compositores norte-americanos que melhor cantou tal tema nasceu exatamente no dia 14 de julho de 1912. Estou falando de Woody Guthrie, cujo violão trazia escrito a seguinte frase: "This machine kills fascists". E era capaz de matar mesmo. Alguns usam metralhadoras. Woody usava apenas o seu violão. E as suas músicas, especialmente "This land is your land", são ouvidas até hoje em escolas dos Estados Unidos. Como um hino. Muito mais poderoso que um tiro, diga-se. Woddy Guthrie morreu em 1967, mas deixou gente como Bob Dylan, Joan Baez e Pete Seeger para levar adiante o seu legado.
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Boa tarde, pessoal! Tudo bom? Que dia horrível (ou "orível", como escrevia um amigo meu no primário), hein? Vontade de ficar o dia todo na cama. Mas não dá. Tenho que colocar as coisas em dia. Já disse que viajo na sexta, né? Esse blog vai ficar meio soltou por uns 20 dias, mas depois volta o normal. E, olha, a França, que eu saiba, não ganhou nenhuma competição esportiva recentemente não. Eu comecei o post de hoje com a Marseillaise porque foi no dia 14 de julho de 1795 (exatos seis anos após a Queda da Bastilha) que esse canto de guerra composto pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle, em 1792, foi instituído como o hino oficial da França. Não à toa, o dia 14 de julho é o Dia Universal da Liberdade, em homenagem exatamente ao evento de 1789. Com relação à Marseillaise, tive um professor muito querido na faculdade de Direito, o professor Celso Albuquerque Mello (uma das maiores, senão a maior, autoridades em Direito Internacional Público do país) que foi enterrado ao som do hino da França. Foi um de seus últimos pedidos. Em tempo: considero a Marseillaise o hino mais bonito de todos. No início dessa Copa, postei no twitter que a única coisa boa que a França havia levado para a África do Sul tinha sido o hino. Muita gente chiou. Mas, um mês depois, posso dizer que tinha razão.
Os Pet Shop Boys compuseram a trilha para um espetáculo de dança que estreará em Londres no ano que vem. O musical foi adaptado da obra "The most incredible thing", de Hans Christian Andersen. Neil Tennant e Chris Lowe contaram com a colaboração do coreógrafo e diretor Javier De Frutos, além do Royal Ballet Principal e do amigo Ivan Putrov. Idealizado para a companhia Sadler's Wells, Tennant descreveu o projeto como "muito excitante". "The most incredible thing" contará com uma orquestra de 26 músicos, e um elenco com 15 atores.
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Os editores da loja virtual Amazon elegeram os 50 melhores álbuns lançados em 2010, até agora. Em primeiro lugar ficou "This is happening", do LCD Soundsystem. Completam o top 5 os seguintes álbuns: "Avi Buffalo" (Avi Buffalo), "Yesterday you said tomorrow" (Christian Scott), "Before today" (Ariel Pink's Haunted Graffiti), "Sea of cowards" (The Dead Weather). A lista completa pode ser vista aqui.
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Em dezembro de 1969, Eric Clapton e George Harrison excursionaram juntos, com a dupla Delaney & Bonnie, formada por Delaney Bramlett e sua esposa Bonnie - uma espécie de "versão branca" da dupla Ike & Tina Turner. A turnê originou o álbum "On tour with Eric Clapton", o de maior sucesso da dupla. No dia 27 de julho, a Rhino coloca nas lojas uma edição comemorativa de 40 anos do disco, cheia de material inédito espalhado em quatro CDs, incluindo trechos de apresentações em Londres, Bristol e Croydon. Para quem conhece, parece que essa versão expandida vale a pena. Para quem não conhece, é melhor correr atrás.
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A quem interessar, a primeira música do projeto Maximum Balloon, de Dave Sitek (TV On The Radio), pode ser ouvida aqui. A faixa se chama "If you return".
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O próximo álbum do Daft Punk já tem data de lançamento confirmada: 23 de novembro. A dupla francesa assinará a trilha sonora do filme "Tron: Legacy", da Disney, que será lançado no dia 17 de dezembro. O último álbum do Daft Punk, "Human after all", chegou às lojas em 2005.
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Brandon Flowers liberou faz poucos minutos o primeiro videoclipe de sua carreira solo. "Crossfire" fará parte de seu primeiro álbum solo, "Flamingo", que será lançado no dia 06 de setembro. O álbum foi produzido por Stuart Price, Daniel Lanois e Brendan O'Brien. O videoclipe, abaixo, conta com a participação da atriz Charlize Theron.
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E sabe quem participou do show que Ringo Starr fez ontem no Radio City Music Hall, em Nova York, para comemorar os seus 70 anos? Sim, ele: Paul McCartney. E sabe qual música eles tocaram juntos? "Birthday", uma das pérolas do "White album".
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Lulu Santos vai estrear a turnê de seu "Acústico MTV 2" no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, com duas apresentações nos dias 20 e 21 de agosto. Os shows começam às 22h, e os preços variam entre R$ 40 e R$ 140 (com meia entrada). Os ingressos já estão à venda no site do Vivo Rio. Em seu segundo "Acústico MTV", gravado dez anos após o primeiro, Lulu revisitou sucessos que haviam ficado de fora do álbum anterior, como "Brumário", "Tudo azul", "Papo cabeça", "Adivinha o quê" e "Minha vida".
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Elton John agendou para o dia 25 de outubro o lançamento de seu novo álbum, "The union". Contando com a produção de T-Bone Burnett, o disco conta com participações especiais de Brian Wilson, Neil Young, Booker T. Jones e Marc Ribot. O parceiro de Elton John nesse álbum foi o pianista Leon Russell.
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A boa nova para os fãs do Arctic Monkeys é que o seu vocalista e guitarrista Alex Turner está compondo a trilha sonora para um filme de Richard Ayoade, chamado "Submarine". A produção ficou a cargo de James Ford, que já trabalhou com o Arctic Monkeys. O filme estreia só no ano que vem, quando deve sair o álbum com a trilha sonora.
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O festival SWU Music and Arts, que acontecerá entre os dias 09 e 11 de outubro, divulgou os preços dos ingressos. As entradas avulsas para os dias 10 e 11 terão o valor de 240 pratas (pista comum, inteira) e 640 pratas (pista VIP, inteira). Haverá venda de meia-entrada para estudantes. Os preços dos ingressos avulsos para o dia 09 e do passaporte para todos os três dias ainda não foram divulgados. Na boa, só país tupiniquim como o nosso que inventa "pista VIP" em um festival de música dessa proporção. Um show ainda vai, mas um festival?? Sinceramente, eu nunca vi. E com esse preço, vou acabar mesmo no bom e velho Rush, que se apresentará no dia 08/10 em São Paulo e no dia 10/10 no Rio de Janeiro.
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Agora é a hora de falar um pouquinho sobre Copa do Mundo. Ontem, a Alemanha foi, na minha opinião, surpreendentemente, derrotada pela Espanha, na semi-final, e acabou ficando de fora da decisão. Antes, a Alemanha já havia goleado a Argentina por quatro a zero. Hoje, faz 20 anos que Alemanha e Argentina disputaram a final da Copa da Itália. Tudo bem, foi uma das decisões mais chatas da história das Copas, decidida, aliás, com um gol de Andreas Brehme, em um pênalti pra lá de duvidoso aos 39 minutos do segundo tempo. De qualquer forma, o título foi merecido. A Argentina chegou a final, aos trancos e barrancos, e com Maradona bem longe de sua melhor forma. E jogadores como Illgner, Brehme, Hässler, Matthäus, Völler e Klinsmann acabaram fazendo justiça à geração 80 do futebol alemão (representado por craques como Schumacher, Briegel, Rummenigge, Jakobs e Allofs), que acabou sendo vice-campeã nas Copas de 1982 e de 86 - nessa última, inclusive, foi derrotada pela própria Argentina.
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"Sexta-feira 13", "Footloose", "JFK", "Questão de honra", "Apollo 13", "Sleepers", "Sobre meninos e lobos", "Em carne viva"... O que esses filmes têm em comum, além de serem muito bacanas? Todos eles foram estrelados Por Kevin Bacon. E daí? E daí que hoje, dia 08 de julho de 2010, ele faz 52 anos, apesar de continuar com o mesmo rosto de 25 anos atrás. Casado com a atriz Kyra Sedgwick, ele é pai de um casal de filhos: Travis Bacon e Sosie Ruth Bacon. Com o irmão Michael Bacon, ele formou a banda The Bacon Brothers, e já gravou quatro álbuns.
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Já que eu falei de um dos compositores mais competentes do Brasil, agora vou falar um pouco de um dos compositores mais competentes dos Estados Unidos. Beck nasceu em Los Angeles no dia 08 de julho de 1970 e, portanto, completa 40 anos hoje. Para mim, a discografia dele é uma das mais coesas que existe. São álbuns tão diferenets entre si, mas que formam uma unidade impressionante. "Mellow gold" (1994), "Odelay" (96), "Mutations" (98), "Midnite vultures" (99), "Guero" (05) e "Modern guilt" (08) são os seus melhores trabalhos. E isso sem falar nas regravações de álbuns de gente como INXS e Yanni, que Beck vem fazendo. A única pena é que ele não consiga passar para o palco a força de seus álbuns. Quem viu o seu show no Rock in Rio de 2001 sabe bem disso. Talvez seja por esse motivo que, até hoje, ele nunca tenha lançado um DVD de show.
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Ah, agora eu quero falar de um dos nossos mais competentes compositores. Antônio Carlos Moreira Pires, ou apenas Moraes Moreira, nasceu a 08 de julho de 1947. O que eu mais gosto no Moraizão é a sua capacidade de transitar entre todos os gêneros musicais e se dar bem em qualquer um. Pode ser no rock único dos Novos Baianos, nos xotes e xaxados, no samba, ou até mesmo na MPB mais tradicional. Por isso que fica aqui o meu respeito a essa grande pessoa, que, hoje, completa 63 anos de idade.
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Bom, agora vamos ver o que que tem de bom nesse dia 08 de julho. Vou começar com uma boa, que eu duvido que você soubesse. Hoje é o Dia do Padeiro!! Haha... Esperava por essa? Mas o motivo é simples. Hoje é dia de Santa Isabel, padroeira dos panificadores. Ela tinha o costume de distribuir pães para os pobres. Só que um dia ela foi flagrada pelo rei. Ela disse que estava carregando flores no vestido. O rei pediu para ver e, na hora em que Isabel soltou o vestido, caíram dele pétalas. Taí então, parabéns aos padeiros do Brasil.
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AINDA EZEQUIEL: Hoje vou começar o dia contando uma história que relembrei ontem com uma amiga. O cenário foi o Cervantes do Via Parque, na Barra, logo após a estreia da turnê "Puro êxtase", do Barão Vermelho, acho que em 1998. Depois do show (e de ter bebido um pouquinho), chegam Ezequiel Neves e os integrantes do Barão no Cervantes. Eu me levanto da cadeira, abro os braço e berro com a altura suficiente para acordar o vigia do estacionamento: "GRANDE EZEQUIEL NEVES!". Ele, que nunca havia me visto na vida, vem falar comigo: "Ô garoto, você tá bem? Gostou do show?". Eu respondo: "Adorei, especialmente da música 'Carente profissional', que estava sumida dos roteiros do Barão." Corta para o Zeca: "Ah, você gostou?". Respondo: "Pô, muito". Zeca de novo: "Eu não, achei uma merda!". Por isso que ele é o GRANDE EZEQUIEL NEVES.