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8 de ago. de 2011

The Edge cinquentão; Dustin Hoffman setenta e quatrão; Ben Harper e um dos piores discos do ano; o novo do Kassin; e Queen para ouvir na ilha deserta.



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Para começar mais uma semana, só com música boa mesmo. E hoje eu escolhi “Layla”, do Eric Clapton, que, em outubro, volta ao Brasil para alguns shows. Eu estava dando uma olhada no set list dessa nova turnê e fiquei decepcionado, porque “Layla” aparece naquela versão acústica que ele gravou no “Unplugged MTV”. Ela é bacana, mas nada supera a original. Até mesmo porque aquele coda sensacional no piano ficou de fora da versão acústica.

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Taí, acho que “Layla” tem o coda mais bonito da história do rock. Né??

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Com a missão cumprida da “360º tour”, hoje, The Edge deve estar comemorando tranquilamente o seu aniversário de 50 anos. No último sábado, escrevi aqui no blog sobre o CD e o musical “Spider-Man – Turn off the dark”. Disse que é um musical tipicamente U2, por conta dos riffs de guitarra que são tão característicos a The Edge. O difícil é citar qual a minha música predileta do U2. Mas se eu tiver que citar qual é a participação mais importante do The Edge em uma música do U2, não teria dúvidas em arriscar essa aqui:



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No dia 08 de agosto de 1975, o gigante do jazz Cannonball Adderley passava dessa pra melhor. O saxofonista tocou com os mais importantes músicos de jazz (Milt Jackson, Miles Davis, Sarah Vaughan, Jon Hendricks, Oscar Peterson...) e manteve por vinte anos o seu próprio grupo.



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Abro um parêntese aqui para homenagear o melhor ator do mundo: Dustin Hoffman. Hoje ele faz 74 anos. Volta e meia eu cito aqui no blog o filme “A primeira noite de um homem”, uma das minhas obsessões cinematográficas. (Eu também sou uma flor de obsessão, vocês já devem ter sacado...) Mas hoje, eu vou dar uma variada...



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Plastics”??



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Do cinema para o esporte. E hoje não vou falar de futebol, mas de tênis. Isso porque o tenista Roger Federer completa 30 anos. Bom, na briga Federer x Nadal, eu fico com o espanhol. Mas vamos admitir que o Federer, se não chega a ser um Ivan Lendl (the best), é um puta tenista.



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Quando o Ben Harper se desligou da banda Innocent Criminals para gravar o álbum “White lies for dark times”, ao lado da Relentless7, muita gente torceu o nariz. A sonoridade de Ben Harper estava absolutamente ligada ao de sua antiga banda. Então, ficou aquela pergunta: “O que é que vem?” Veio um excelente disco, que ainda originou uma boa turnê, registrada no combo CD/DVD “Live from the Montreal International Jazz Festival”. De minha parte, comecei a achar o trabalho do Ben Harper com a Relentless7 superior aos discos gravados com a Innocent Criminals. Por isso, estava bem curioso com relação à “Give till it’s gone”, segundo álbum de estúdio que a Relentless7 acompanha o cantor. E eu vou dizer que a decepção não foi pequena não. “Give till it’s gone” é, de longe, o pior disco da carreira de Ben Harper. As músicas são fracas, a sonoridade é anêmica, e o álbum é sem pé nem cabeça. Juro que chega a doer no coração escrever isso. Mas é a verdade. Antes de ouvir o CD, li muitas críticas negativas sobre o álbum, tanto no Brasil, quanto na Inglaterra e nos Estados Unidos. Achei que pudesse ser uma “perseguição” ou algo do tipo. Mas não. “Give till it’s gone” é ruim mesmo. Nem mesmo algumas faixas melhorzinhas, como “Don’t give up on me now” e “Feel love” conseguem salvar alguma coisa. Fica para a próxima, Ben.



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A BBC Radio realizou uma enquete no sentido “qual gravação você levaria para uma ilha deserta”. A campeã foi “The lark ascending”, do compositor classic Ralph Vaughan Williams. Aliás, a música clássica imperou na lista. Em segundo e terceiro lugar ficaram, respectivamente, Edward Elgar (“Enigma variations”) e Ludwig van Beethoven (a sua nona sinfonia). Mas você imagina quem chegou na quarta colocação??



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A relação completa da BBC está aqui.

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A quem interessar possa, a Björk liberou mais uma faixa de seu novo álbum. “Virus” estará no álbum “Biophilia”, que chegará às lojas no dia 27 de setembro.



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Quem também liberou novidades na rede foi o compositor Kassin. “Sonhando devagar”, o seu novo álbum, que será lançado no dia 24 de agosto, em show no Centro Cultural Solar Botafogo, no Rio de Janeiro, já pode ser ouvido em streaming aqui. Está descendo muito bem.

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A grande notícia do dia foi o anúncio do lançamento do álbum solo de Brett Anderson, o gênio do Suede. “Black rainbows” (capa acima) sairá no dia 26 de setembro. De acordo com o compositor, o disco é “agitado, barulhento e dinâmico. Guitarras elétricas, baixo, bateria e vocais – sem tocadores de flauta, sem cordas, sem truques, apenas paixão.” O primeiro single, “Brittle heart”, está previsto para ser lançado em 15 de agosto.

6 de ago. de 2011

Milton Nascimento e Três Pontas no Rio; o CD do “Spider-Man”; o show completo do Coldplay em Lollapalooza; e o plágio (???) da Lady Gaga.



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Acho que quase todo mundo já leu algum livro do Jorge Amado. Nem que tenha sido “Capitães de areia” no colégio. Os seus romances foram traduzidos em trocentos idiomas. Mas o que nem todo mundo sabe é que Jorge Amado também foi letrista. Bissexto, é verdade. Mas quem escreve uma letra como a de “É doce morrer no mar” (música de Dorival Caymmi), precisa escrever mais alguma coisa? Hoje faz dez anos que Jorge Amado partiu para o andar de cima. E é muito bom relembrá-lo.

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Um dos grandes músicos do Brasil também merece espaço aqui hoje. Há cinco anos, Moacir Santos morreu. Como aconteceu com muitos músicos brasileiros, ele acabou fazendo mais sucesso no exterior. Ainda bem que, pelo menos, o seu álbum “Coisas” (1965) volta e meia é lembrado aqui no país. Talvez a maior obra-prima instrumental da história da Música Popular Brasileira.



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Se o Brasil tem Moacir Santos, Cuba tem Ibrahim Ferrer. Por coincidência (ou não), o cantor cubano faleceu exatamente um ano após o músico brasileiro. Fica a lembrança.



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No dia 06 de agosto de 1984, o Iron Maiden lançava um de seus singles de maior sucesso. “2 minutes to midnight” é presença garantida em qualquer apresentação da Donzela de Ferro já faz muitos anos. É sempre uma das favoritas dos fãs. Por isso, ela está aqui hoje.



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Iron Maiden nunca é demais, né??

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Ontem eu fui ver o show “... E a gente sonhando”, de Milton Nascimento, no Citibank Hall, aqui no Rio de Janeiro. Milton estava devendo um show novo já fazia alguns anos. O último, com o Jobim Trio, teve a sua última apresentação no Rio em junho de 2008. Se levarmos em conta que o projeto com o Jobim Trio não tinha músicas inéditas, aí a dívida de Milton fica maior ainda.
Mas essa dívida foi paga ontem. “... E a gente sonhando” é um show que beira as duas horas de duração, repleto de surpresas, com músicas de várias fases da carreira do compositor, e com a participação de diversos artistas da cidade mineira de Três Pontas. Em determinados momentos, chega a ter 28 artistas em cima do palco.
O show segue o mesmo clima do álbum. Sabe aquela coisa de mineiro recebendo os convidados na cozinha de casa? Então, é mais ou menos por aí. Gentil, Milton Nascimento abriu espaço para muitos desses artistas trespontanos. E alguns destaques da apresentação vêm exatamente dessas intervenções. A bonita “Eu pescador” contou com o compositor da música, Cleyton Prósperi, no piano. Bruno Cabral fez um dueto com Milton na deliciosa “Espelho de nós”, e Paulo Francisco (ou Tutuca) mandou bem também dividindo o microfone com o anfitrião na emocionante “Amor do céu, amor do mar”, a quinta música do roteiro. Aliás, foi nesse momento, que o coro completo surgiu no palco, mudando toda a estrutura do show, que começou, convencional, com Milton e sua banda interpretando quatro clássicos: “Encontros e despedidas”, “Caxangá”, “Caçador de mim” e “Nos bailes da vida”.
No meio das músicas novas, rolou uma versão sensacional de “Ânima”, faixa-título do álbum que Milton lançou em 1982. No bis, mais três clássicos. “Essa canção eu sempre canto nos meus shows. Mas hoje quero que vocês cantem para mim”. E assim o público que praticamente lotou o frio Citibank Hall cantou “Canção da América” para Milton e seus pupilos no palco. Foi bonito, apesar de a plateia ter se enrolado com a letra – ninguém sabia quando o amigo ficava do lado esquerdo do peito ou debaixo de sete chaves. Em seguida, uma versão turbinada de “Para Lennon e McCartney. E Milton não precisou pedir. O público cantou ainda mais alto. Para finalizar, e não poderia ser diferente, “Maria Maria”. Não precisava de mais nada. Passado, presente e futuro unidos no palco. A resposta ao tempo de Milton.

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Chegou recentemente ao mercado brasileiro a trilha sonora do musical “Spider-Man – Turn off the dark”, de autoria de Bono e The Edge (U2). A montagem da peça, em cartaz na Broadway, passou por diversos problemas, inclusive um sério acidente envolvendo o personagem que fazia o papel do Homem-Aranha. Tenho sérias restrições a esses musicais da Broadway, mas gostei muito de ter assistido esse “Spider-Man”. Ele foge do lugar comum. É um espetáculo absolutamente rock n’ roll. Bono e The Edge criaram músicas interessantes, algumas delas poderiam estar em algum álbum do U2. Outras canções são curiosas, especialmente “A freak like me needs company”, que não tem nada a ver com a sonoridade da banda irlandesa. Mas os riffs de guitarra, característicos de The Edge, e músicas como “Rise above” (as duas versões) e “Picture this”, não deixam dúvidas que “Spider-Man – Turn off the dark” é absolutamente U2. Até mesmo a voz do ator principal Reeve Carney é bem parecida com a de Bono em alguns momentos. Seria interessante se, um dia, o U2 apresentasse a trilha completa desse musical no palco. E eu acho que isso certamente um dia vai acontecer.



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Já viram o show inteirinho do Coldplay que rolou no Lollapalooza ontem, em Chicago? Vou te dizer que se o show do Rock in Rio for igual, será bom demais...



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Lady Gaga está sendo processada pela cantora Rebecca Francescatti, que jura que “Judas” é um plágio de uma canção de sua autoria. Rebecca alega que o ex-baixista de sua banda, Brian Gaynor, trabalha para uma produtora musical, responsável pela composição das faixas de “Born this way”, último álbum de Lady Gaga. Você pode tirar a sua própria conclusão:





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A próxima edição da revista norte-americana Spin vai trazer uma matéria sobre os vinte anos de “Nevermind”, do Nirvana. E ainda trará um CD bônus com as faixas do álbum interpretadas por diversos artistas. Dei uma escutada em algumas das canções, e tenho certeza que Kurt Cobain ficaria muito feliz com essa interpretação dos Vaselines para “Lithium”.



Não é??

28 de jun. de 2010

Raul Seixas, Otto, Barthez, Wonder & Jackson, Muse & U2, Lady Gaga, Kanye West, Gorillaz + Lou Reed

MAIS GLASTONBURY: Finalmente achei um vídeo decente (muito decente, aliás) do encontro do Lou Reed com o Gorillaz, no festival de Glastonbury, na sexta passada. A canção é "Some kind of nature", a mesma que eles mandam juntos no CD.



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A quem interessar possa, Kanye West anunciou que o seu novo álbum, "Good ass job", chegará às lojas no dia 14 de setembro. Esse será o quinto álbum de sua carreira, e o primeiro desde "808s & hearthaches", que saiu em 2008. O primeiro single do álbum, "Power" já vazou na internet no mês passado. A música sugere que West está "retornando" ao rap, e deixando de lado o pop de seu último disco, o que, aliás, desagradou os fãs mais puristas.

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Já ouviram a música inédita que a Lady Gaga apresentou no "White Tie and Tiara Ball" organizado por Elton John, na semana passada? O nome da canção é "You and I" e está logo abaixo.



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FATURANDO: Adivinha por quanto foi vendida a luvinha acima, usada por Michael Jackson, em um leilão em Las Vegas nesse último fim de semana? Pela bagatela de 190 mil dólares, ou seja, 338 mil reais. Os organizadores disseram que a expectativa foi tão grande, que os valores dos itens leiloados foram dez vezes maiores do que o esperado. No total, o leilão rendeu cerca de um milhão de dólares, ou 1,7 mi de reais. Tá bom?

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AINDA GLASTONBURY: Já que o U2 teve que cancelar a sua apresentação em Glastonbury por causa do acidente com Bono, o guitarrista The Edge não perdeu a oportunidade de sentir o clima do festival. Resultado: subiu ao palco durante o show do Muse em uma versão de "Where the streets have no name".



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Arrepiante a homenagem de Stevie Wonder a Michael Jackson ontem em Glastonbury...



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Muitos filmes clássicos foram produzidos na década de 80. Aliás, para quem cresceu nos anos 80, qualquer porcaria podia ser chamada de clássico. Mas esse não é o caso de "O primeiro dia do resto de nossas vidas", filme que estreou no dia 28 de junho de 1985. O filme conta a história de um grupo de universitários recém-formados, que não querem perder o contato depois de formados. Mas a vida acaba sendo bem mais dura do que eles imaginam. Dirigido por Joel Schumacher, o elenco do filme conta com Rob Lowe, Emilio Estevez e Demmi Moore. Clássico de verdade.



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Olha, agora vou falar um pouco de futebol. Tem uns goleiros por aí que são muito bons. A lista é imensa: Taffarel, Schumacher, Preud'Homme, Júlio César, Casillas, Maier, Banks... Mas existem outros que nem agarram tanto, mas têm carisma. E, por isso, acabam fazendo tanto (ou mais sucesso) do que esses que eu citei acima. E, nessa lista, o primeiro nome que me vem à cabeça é o de Fabien Barthez, o goleiro francês campeão do mundo em 1998, e vice em 2006. Bom, eu me lembro que ele fazia umas presepadas, mas no fim sempre se safava. E acho que ainda dava sorte para a seleção francesa, algo que, aliás, faltou muito agora em 2010. Barthez nasceu no dia 28 de junho de 1971. Talvez já esteja um pouco velho para jogar uma Copa. Mas, do jeito que tem carisma, não duvido nada que, um dia, ele apareça no banco de reservas, como técnico da França.



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Ah, mas não é só o Raul de gente boa que está fazendo aniversário hoje não. Sabe quem também sopra velinhas hoje? Hein? Otto faz 42 anos. Ele começou a sua carreira na Nação Zumbi e no Mundo Livre S/A, e foi um dos expoentes daquilo que veio a ser chamado de mangue beat, no início dos anos 90. No Mundo Livre S/A, gravou os álbuns "Samba esquema noise" (1994) e "Guentando a ôia" (1996). A partir de 1998, passou a gravar discos solo. Começou com "Samba pra burro", mas o seu grande álbum veio no ano passado. "Certa manhã acordei de sonhos intranquilos" traz um Otto triste, mas maduro.



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Bom, então, vamos começar logo, porque com esse jogo do Brasil, o dia será curto. Sabe o que tem de legal nesse 28 de junho? Bom, pra começar, vamos celebrar os 65 anos do nascimento de Raul Seixas. Bom, Raul foi um dos meus primeiros contatos com a música, por conta do "Plunct, Plact, Zuuum", aquele especial infantil no qual interpretava o tal "Carimbador maluco". Mas eu comecei a ouvir mesmo Raul, por volta de 1991. Tinha uma fita K7 aqui com "sucessos da Jovem Guarda". E não sei por qual motivo, tinha a música "Al Capone" no meio. Comprei a coletânea do Raul, em vinil, daquela velha coleção "Personalidade". Aí, foi só correr para o abraço, com "Eu nasci há dez mil anos atrás", "Mosca na sopa", "Metamorfose ambulante", "Sociedade alternativa", "Tente outra vez", "Gita"... Mas a música do Raul que mais me marcou, eu conheci alguns anos depois. Foi na época da faculdade de Direito. E vocês não podem imaginar quantas vezes essa música foi tocada nas rodinhas de violão dos churrascos, dos Jogos Jurídicos, das festas... É essa aqui ó...



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Opa! Boa tarde, pessoal. Como está essa força, hein? Esse solzão, hein? Nem parece segunda. Daqui a pouco tem jogo do Brasil. E eu acho que a Copa do Mundo engrenou mesmo. Muito bacana o Inglaterra x Alemanha de ontem. A história de 1966 (quase) se repetiu. Nem quero imaginar o que vai acontecer em Argentina x Alemanha agora nas quartas. Tem tudo para ser o jogo dessa Copa.

10 de set. de 2008

PETER GABRIEL RECEBE TÍTULO DA ANISTIA INTERNACIONAL

O ex-vocalista do Genesis recebeu das mãos do guitarrista The Edge, do U2, o título de Embaixador da Consciência da Anistia Internacional para o ano de 2008. A cerimônia aconteceu na noite de ontem, no Hard Rock Cafe de Londres.

The Edge, que recebera o título no passado, foi o responsável pela apresentação do evento, que premiou Peter Gabriel pelo seu trabalho pelos Direitos Humanos. Entre os vencedores de edições anteriores do prêmio, além do guitarrista da banda irlandesa, estão Mary Robinson e Nelson Mandela.

20 de ago. de 2008

JACK WHITE, THE EDGE E JIMMY PAGE PARTICIPAM DE FILME

“It Might Get Loud” é o nome do documentário que conta com a presença de três dos maiores guitarristas de todos os tempos: Jack White (foto acima), The Edge e Jimmy Page. O filme será lançado ainda esse ano no Toronto Film Festival.

O longa, que foi dirigido por David Guggenheim, mostra cenas dos três guitarristas falando sobre suas carreiras e influências. As entrevistas foram filmadas em Londres, Nashville e Dublin. O diretor afirmou à revista Uncut que haverá músicas inéditas dos três guitarristas na trilha sonora.