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15 de set. de 2010

Pink Floyd, Rick Wright, Bill Evans, Edison Machado, Johny Ramone, Fernanda Torres, Dirceu, Dead Weather, Weezer, Queens Of The Stone Age, Neil Young

Para terminar o post de hoje rindo um pouco... Quinze anos de saudades do genial Costinha!



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Gostei muito do novo videoclipe de Neil Young, "Angry world". Back to the roots...



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Parece que o Queens Of The Stone Age gostou dessa ideia de relançar antigos álbuns. No mês passado, a banda colocou nas lojas uma versão dupla sensacional de "Rated R" (de 2000, resenhada aqui no blog no último domingo). Agora, a banda promete, para o dia 26 de novembro, o relançamento de seu auto-intitulado álbum de estreia, de 1998, que está fora de catálogo faz alguns anos. Além das 11 faixas originais, haverá mais três bônus, que foram excluídas, de última hora, do disco original. O álbum também estará disponível em vinil. A relação de faixas é a seguinte: "Regular John", "Avon", "If Only", "Walkin' on the Sidewalks", "You Would Know", "The Bronze" (inédita), "How to Handle a Rope (A Lesson in the Lariat)", "Mexicola", "Hispanic Impressions", "You Can't Quit Me Baby", "These Aren't the Droids You're Looking For" (inédita), "Give the Mule What He Wants", "Spiders and Vinegaroons" (inédita) e "I Was a Teenage Hand Model".

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Mal lançou o seu novo álbum, "Hurley", o Weezer já está pensando no futuro. A banda norte-americana disse que já tem muitas canções prontas para um próximo disco, que será gravado em breve. "Já começamos a trabalhar em nosso décimo álbum. Estava conversando com o produtor, e ele disse: 'essas canções são totalmente diferentes das de 'Hurley', que são mais obscuras; as mais novas soam como se você estivesse andando de bicicleta aos 16 anos de idade'", disse Rivers Cuomo ao NME. Ao que tudo indica, o álbum será lançado já no ano que vem.

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Que CD não vende mais, todo mundo já sabe, né? Então o que o Dead Weather fez? Lançou o seu novo single, "Blue blood blues", em um "triple decker" vinil. Não entendeu? O vídeo abaixo ajuda um pouco. Eu disse: um pouco... A edição do tal single é limitada a 300 cópias. Raridade a vista.



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Agora eu vou partir para o futebol, tá? Mas prometo que é coisa rápida. Há 15 anos, o ex-atacante Dirceu, que jogou as Copas do Mundo de 1974, 78 e 82, morreu em um acidente automobilístico, após o seu Puma bater em um Monza na Avenida das Américas (Barra da Tijuca), no Rio de Janeiro. Ele foi eleito o terceiro melhor jogador da Copa de 1978, na Argentina, e fez história no Coritiba, Botafogo, Vasco da Gama e Fluminense. Dirceu jogou também na Espanha, na Itália e no México, sendo um dos primeiros jogadores brasileiros a fazer sucesso em clubes estrangeiros. Faz falta.



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Vamo que vamo, porque esse 15 de setembro está bem interessante. Sabe qual atriz maravilhosa completa 45 anos hoje? Fernanda Torres, uma das atrizes mais engraçadas que eu já vi atuar. Eu poderia citar aqui alguns trabalhos bem bacanas dela (tipo a novela "Selva de pedra", de 1986, ou o filme "O que é isso, companheiro?", de 1995), mas me restrinjo aqui ao programa "Os normais". Olha, deixei de sair muita sexta-feira para não perder esse programa. Ainda bem que todos os episódios sairam em DVD. Eu não me canso de assistir. Que dupla com o Luiz Fernando Guimarães, não? Ainda tenho esperança que esse programa retorne...



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Olha, vou te dizer que hoje o dia está bem eclético, hein? Rock progressivo, jazz, samba-jazz e... punk! Isso porque hoje é dia de homenagear o sensacional Johnny Ramone, que morreu no dia 15 de setembro de 2004. Eu nem tenho muito o que dizer de Johnny Ramone. Ele é um dos meus ídolos mesmo. Foi inesquecível ter visto um show dos Ramones no antigo Metropolitan em 1996 (acho). E foi inesquecível também pegar um autógrafo dele um dia antes do show. As músicas do Ramones só tinham três acordes?? Dane-se. Para mim, Johnny Ramone é um dos maiores guitarristas de todos os tempos. One, two, three, four... Ídolo, ídolo, ídolo!



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Se tem monstro do jazz sendo lebrado aqui, também tem monstro do samba-jazz. Edison Machado, um dos grandes nomes da bateria no Brasil (só no Brasil?) morreu exatos 20 anos atrás. Talvez o principal álbum do samba-jazz seja "É samba novo", lançado em 1959. Nele, Edison soltava o seu braço de ex-cabo do exército para criar o famoso "samba no prato" em sua bateria. No domingo passado, escrevi aqui no blog sobre o relançamento desse álbum fantástico. E, no ano passado, fiz um textinho maior para o SRZD, que você pode ler aqui. Além de "É samba novo", Edison Machado acompanhou meio mundo da Bossa Nova. A sua marca ficou registrada em vários álbuns.



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Hoje também é dia de homenagear um dos maiores jazzistas de todos os tempos. Para mim, Bill Evans foi o maior pianista da história do jazz ever, juntamente com Oscar Peterson e Horace Silver. E foi no dia 15 de setembro de 1980, 30 anos atrás portanto, que a vida cobrou a conta de Evans por anos e anos de excessos. Alguns dos grandes álbuns de jazz são assinados por Bill Evans, seja como artista principal ou acompanhando feras como Miles Davis. Eu já sei o que vou fazer hoje: ouvir os meus três álbuns prediletos de Bill Evans. Quais são? "Sunday at the Village Vanguard" (1961), "Conversations with myself" (1963) e "The Tony Bennett/Bill Evans album" (1975).



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Gostou de começar o dia com "Wish you were here", é? Explico: no dia 15 de setembro de 1975, o Pink Floyd lançava essa que é uma de suas músicas mais bonitas. Eu me lembro que, na segunda passagem do Roger Waters pelo Brasil (que, aliás, inicia a turnê do "The wall" hoje, em Toronto), eu estava doente e não pude ir ao show. Durante essa música, meu irmão me ligou. Bonitinho, não? E tem uma outra lembrança do Pink Floyd relacionada ao dia 15 de setembro. É triste, mas tenho que lembra-lá: em 15/09/2008, o tecladista Richard Wright partia dessa pra melhor. Ou seja, qualquer reunião do Pink Floyd que venha a ocorrer não terá a mesma graça.

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8 de out. de 2008

GLASTONBURY RECUSOU ÚLTIMO SHOW DO PINK FLOYD

David Gilmour afirmou anteontem, durante entrega do prêmio da revista Q, que os organizadores do famoso festival de Glastonbury recusaram ao Pink Floyd a oportunidade de fazer o último show ao lado de Rick Wright, tecladista da banda que morreu no mês passado. O evento ocorreu em junho.

Segundo o vocalista do grupo, quando os seus agentes foram falar com os organizadores de Glastonbury, três semanas antes do início do evento, os mesmos disseram que a escalação de artistas já estava fechada, não sendo mais possível fazer modificações.

“Uma das últimas coisas que ele [Rick Wright] gostaria de ter feito neste ano, era um outro grande show em um local aberto como Glastonbury. Nós não podemos fazer o show devido a estranhas e variadas razões, que são muito tristes”, disse Gilmour.

A organizadora do festival de Glastonbury, Emily Eavis, disse à BBC que ficou “chateada” com os comentários de Gilmour. “Espero que ele entenda, ou eu acho que ele foi mal informado por alguém que deu a entender que era algo com eles. Mas a questão não foi essa. Foi puramente porque não tínhamos como encaixá-los na programação”.

Eavis ainda disse que seria “inimaginável” desprestigiar os três headliners do evento (Kings Of Leon, Jay-Z e The Verve), para colocar o Pink Floyd no lugar.

7 de out. de 2008

DAVID GILMOUR PRESTA MAIS UMA HOMENAGEM A RICK WRIGHT

O ex-vocalista e guitarrista do Pink Floyd, David Gilmour, afirmou que não será mais capaz de tocar muitos tipos de música, após a morte de seu colega Rick Wright. A declaração foi feita durante a entrega do Q Awards, que aconteceu ontem em Londres.

“Eu quero dedicar isso, se vocês não se importarem, para o meu velho amigo e colega Richard Wright que morreu há duas semanas e com quem trabalhei nos últimos 40 anos. Mas agora chegou a um fim. Existem muitos tipos de música que não serei capaz de tocar sem a sua presença. É uma fonte de tristeza para mim”, disse Gilmour.

O tecladista Rick Wright teve grande influência na instrumentação de obras importantes do Pink Floyd, como os álbuns “Meddle”, “The Dark Side Of The Moon” e “Wish You Were Here”.

24 de set. de 2008

DAVID GILMOUR E ROGER WATERS PRESTAM HOMENAGEM À RICK WRIGHT



Ontem, dois ex-colegas de Rick Wright prestaram homenagem a ele. David Gilmour tocou a música “Remember A Day”, em um programa de televisão, em memória de Wright, enquanto Roger Waters escreveu um texto em seu site oficial.

Gilmour foi um dos convidados de ontem do programa de televisão britânico “Later... With Jools Holland”, veiculado pela BBC. Para homenagear Wright, o guitarrista e vocalista do Pink Floyd pescou uma canção gravada pela banda em 1968. “Remember A Day” (vídeo acima) foi escrita por Wright, e está presente no segundo disco da banda britânica, “A Saucerful Of Secrets”.

Após a performance, Gilmour foi sintético nas palavras: “Ele era muito singelo e talentoso. Estamos muito tristes com a sua perda”.

Já Roger Waters, que chegou a pedir a saída do tecladista do Pink Floyd durante as gravações de “The Wall”, escreveu um depoimento em seu site oficial. “Fiquei muito triste ao saber da morte prematura de Rick. Eu sabia que ele estava doente, mas o final foi muito rápido e chocante”.

Ele continua: “Sobre o homem e sua obra, é muito difícil mensurar a sua importância musical no Pink Floyd nas décadas de 60 e 70. As intrigantes e jazzísticas modulações tão familiares em “Us And Them” e em “The Great Gig In The Sky”, e que emprestaram extraordinária humanidade e majestade a elas, estão presentes em todo o trabalho que nós quatro fizemos naquele período. O ouvido de Rick para a progressão harmônica era uma espécie de guia”.

E, para finalizar, Waters faz menção à histórica reunião da banda no Live 8, em 2006. “Estou muito grato pela oportunidade que o Live 8 me concedeu ao meu reunir com ele, David e Nick pela última vez. Eu gostaria que tivesse acontecido mais vezes”.

16 de set. de 2008

DAVID GILMOUR PRESTA HOMENAGEM À RICK WRIGHT

O ex-integrante do Pink Floyd, David Gilmour, homenageou o seu companheiro de banda, Rick Wright, falecido ontem em conseqüência de um câncer, aos 65 anos de idade, com uma mensagem em seu site oficial. Gilmour escreveu que Wright era uma força musical insubstituível no Pink Floyd.

“Ninguém pode substituir Richard Wright. Ele era meu parceiro musical e amigo. No tumulto das discussões sobre o Pink Floyd, a enorme influência de Rick era freqüentemente esquecida. Ele era gentil, modesto e reservado, mas a sua voz cheia de alma e seu modo de tocar eram vitais, componentes mágicos do reconhecido som do Pink Floyd”, escreveu Gilmour.

“A mistura de sua voz com a minha e a nossa telepatia musical atingiram o primeiro grande florescimento em “Echoes”, de 1971. No meu ponto de vista, todos os melhores momentos do Pink Floyd foram os que Wright estava em pleno fluxo. Além do mais, sem ‘Us And Them’ e ‘The Great Gig In The Sky’, duas canções escritas por ele, o que seria de ‘The Dark Side Of The Moon’? Como Rick, eu não acho fácil expressar meus sentimentos em palavras, mas eu o amava e sinto a sua falta enormemente”, completou o cantor e guitarrista.

15 de set. de 2008

“THE GREAT GIG IN THE SKY” (RICK WRIGHT)

RICK WRIGHT 1943-2008