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Né?
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Agora a boa notícia para os fãs de Stevie Ray Vaughan. (Tem algum aí?) Sairá no dia 26 de julho a edição especial do classicozaço "Couldn't stand the weather". O lançamento fará parte das "comemorações" pelos 20 anos (já?) da morte do guitarrista. A edição especial consistirá do álbum original remasterizado, e mais 11 faixas extras, além de um CD bônus com um show gravado no Spectrum, em Montreal, no dia 17 de agosto de 1984, quando o álbum estava sendo lançado. As faixas extras são as seguintes: "Empty arms", "Come on (Pt. III)", "Look at little sister", "The sky is falling", "Hide away", "Give me back my wig", "Boot hill", "Wham!", "Close to you", "Little wing" e "Stang's swang". Já o repertório do show que comporá o segundo CD é esse aqui: "Testify", "Voodoo chile (Slight return)", "The things (that) I used to do", "Honey bee", "Couldn't stand the weather", "Cold shot", "Tin pan alley (aka Roughest place in town)", "Love struck baby", "Texas flood", "Stang's swang", "Lenny" e "Pride and joy". Já vou encomendar.
Ontem o Rock In Rio Madrid teve, certamente, a sua noite mais interessante, com as participações de Bob Dylan, Lenny Kravitz e Franz Ferdinand. Mas o público, que esgotou os 78 mil ingressos da noite anterior para ver o The Police, não pensou dessa forma. Apenas (levando-se em conta os padrões do festival) 41 mil pessoas compareceram a Arganda del Rey para se despedir da primeira edição do festival brasileiro em terras espanholas – Roberto Medina já confirmou a segunda edição para 2010. O público total do evento foi de 300 mil pessoas – mesmo público da última noite do Rock In Rio 3, no Rio de Janeiro, em 2001. Para a edição de Madrid, os organizadores esperavam pelo menos 500 mil pagantes.
A noite teve início com o grupo mexicano Café Tacuba, que foi um bom aquecimento para a atração seguinte (a mais importante da noite), Bob Dylan, que entrou ainda debaixo de sol (eram 21h àquela altura), e mostrou canções de seu último álbum, “Modern Times”, além de velhos sucessos. Assim, canções como “Thunder On The Mountain”, “Just Like Tom Thumb’s Blues” (vídeo abaixo), “Ballad Of a Thin Man”, “Just Like a Woman” e “Highway 61” estiveram presentes no roteiro do show. Dylan ainda voltou para um bis (após 10 minutos de espera), com o clássico “Like a Rolling Stone”. No total, o concerto, que foi classificado como “impressionante” pelo jornal El País, teve quase duas horas de duração.
O Franz Ferdinand foi a atração seguinte. Como já está fazendo em seus shows, a banda escocesa mostrou algumas canções de seu próximo álbum, como “Turn It On”, “Katherine Kiss Me”, “Ulysses” e “What She Came For”. Mas foram os grandes sucessos do Franz, como “Take Me Out”, “Michael”, “This Fire” e “The Dark Of The Matinée” (vídeo abaixo), que acabaram colocando a platéia para dançar. Por medo de pirataria, a banda não permitiu que as novas canções fossem transmitidas pela televisão espanhola.
Lenny Kravitz pisou no palco logo em seguida. A sua apresentação teve que ser interrompida devido a uma fumaça que incomodou o cantor – Kravitz já cancelou shows no Brasil por causa de sua famosa bronquite. No repertório, sucessos como “Always On The Run”, “American Woman”, “Fly Away” e “Are You Gonna Go My Way” (vídeo abaixo), que encerrou a apresentação.
E, ao som do DJ Tiësto, se encerrou a primeira edição do Rock In Rio – Madrid, que, apesar de um pouco decepcionante por conta do público, foi muito elogiado pela imprensa da Espanha. “Foram cinco dias com boas coisas. Um som maravilhoso, um composto confortável e facilidade de acesso. Mas houve excessos também: além do ruído desnecessário e da abundante publicidade, filas para as bebidas e refeições eram insuperáveis, quando o festival excedeu o público de 50 mil visitantes diários”, noticiou o El País.
Roberto Medina já confirmou que, em 2010, haverá Rock In Rio novamente em Lisboa e Madrid. A primeira edição do festival em São Paulo pode acontecer no mesmo ano.
Na sexta-feira passada começou a primeira rodada de shows do Rock in Rio – Lisboa. Doze artistas pisaram no Palco Mundo do festival. Mas quem deu mesmo o que falar foi Amy Winehouse, que, depois de alguns meses distante dos palcos, realizou um show que não será esquecido pelos portugueses. E isso não é um elogio. A cantora estava visivelmente embriagada e a sua voz estava bem distante do que o seu público se acostumou.
Em reportagem no Diário Digital, o jornalista João Gonçalves fez um balanço do primeiro dia do festival: “O palco Mundo do Rock in Rio 2008 teve logo na sua noite de estréia um daqueles momentos que ficará na história dos concertos em Portugal com a passagem de Amy Winehouse por Lisboa. Uma atuação decadente que contrastou com a energia aeróbica de Ivete Sangalo que arrasou com a multidão que encheu o Parque da Bela Vista, que foi chegando ao recinto ao som de Paulo Gonzo e foi saindo à medida que Lenny Kravitz prolongava as suas músicas até ao limite do aceitável”.
Já a noite de sábado ficou marcada pela presença de artistas mais voltados para o universo pop-juvenil. A banda brasileira Skank abriu a noite cantando os seus maiores sucessos e o Bon Jovi fez o mesmo no encerramento, com direito ao vocalista Jon Bon Jovi vestido com a camisa da seleção portuguesa. Entre as duas bandas, Alanis Morissette mostrou canções de seu novo disco, e Alejandro Sanz interpretou os seus sucessos latinos.
Já o domingo de festival comemorou o Dia Mundial da Criança, abrindo os seus portões gratuitamente para os menores de dez anos. O dia começou com o Xutos & Pontapés, a banda de rock mais adorada pelos portugueses. Já o Tokio Hotel colocou muita gente para chorar (?!?) com o seu pop-rock descartável, e Joss Stone brilhou com a sua voz perfeita, bem diferente de Amy Winehouse. Encerrando esse primeiro fim de semana de Rock in Rio – Lisboa, Rod Stewart subiu ao palco para cantar os seus maiores sucessos, assim como no primeiro Rock in Rio de 1985, quando o festival ainda era uma exclusividade dos cariocas.
A cobertura da segunda semana do fetival está aqui.
Dia 30 de maio:
Paulo Gonzo – O cantor português abriu o festival quando o Parque de Bela Vista ainda recebia o público, que esgotou todos os 90 mil ingressos para a primeira noite. O seu estilo romântico fez com que o público cantasse as suas canções, principalmente “Jardins Proibidos” e “Quase Tudo”, dois de seus principais sucessos. O cantor ainda atacou com um cover de David Bowie, “Blue Jean”.
Ivete Sangalo – A cantora baiana, que já é conhecidíssima do público português retornou pela terceira vez ao Rock in Rio – Lisboa com os seus grandes sucessos, reeditando quase que o repertório completo de seu CD gravado ao vivo no Maracanã. Os seus principais sucessos, como “Abalou” (a primeira do roteiro, com o palco em chamas), “Sorte Grande”, “Chorando Se Foi” e “Berimbau Metalizado”, estiveram presentes no roteiro. Segundo o Diário Digital, a cantora “levantou poeira, muita poeira, com o era de esperar”.
Amy Winehouse – A cantora inglesa foi a grande decepção da noite de estréia do Rock in Rio Lisboa. Durante o show, Amy chegou a dizer que deveria ter cancelado o seu retorno aos palcos. Foi a primeira vez que a cantora apresentou-se ao vivo após o cancelamento de uma série de shows em novembro. Winehouse, que atrasou a sua apresentação em meia hora, desculpou-se diversas vezes devido à sua fraca voz. “Minha voz não consegue cantar direito e eu não consigo nem segurar o microfone. Mas eu queria tanto estar aqui”, disse a cantora. No roteiro do show, sucessos como “Rehab” (vídeo abaixo), “Valerie” e uma versão de “Cupid”, com a sua letra alterada fazendo referência ao seu marido, atualmente preso. Ao invés de cantar “Eu amo uma garota que não existe”, Amy cantou: “Eu amo um cara que está na cadeia”. O Diário Digital não perdoou: “Amy foi o expoente máximo da figura decadente, e degradante da cultura pop. Um concerto tão mau, tão desastroso que entra diretamente para um lugar de destaque na história das lendas ao vivo, e que acaba por ser memorável. Falhas de voz, perdas de sapatos, enganos nas letras, cantar fora de tom, tudo o que uma estrela decadente deste meio pode oferecer a uma platéia pronta a celebrar a desgraça de uma figura à escala mundial”. O Correio da Manhã também não deixou por menos: “Foi uma estrela decadente a que na noite de sexta-feira passou pelo Rock in Rio Lisboa. Aguardada com enorme expectativa, AmyWinehouse não correspondeu, sendo a protagonista de um espectáculo degradante. Em palco, Amy surgiu com a mão direita envolta em ligaduras e com um ‘chupão’ no pescoço. Decerto uma marca do encontro na prisão com o marido Blake, com quem esteve essa tarde escassas horas antes do concerto, segundo a imprensa britânica. Isso terá provocado alguma ansiedade na cantora de 24 anos, que em palco se mostrou sempre perturbada, sem controle nos movimentos e com falhas na interpretação”.
Lenny Kravitz – O cantor norte-americano encerrou a primeira noite do Rock in Rio – Lisboa mostrando o que sabe fazer de melhor: rock de primeira com longos solos de guitarra. No repertório de 16 canções, estiveram presentes os seus maiores sucessos, como “Fly Away” (vídeo abaixo) e “Are You Gonna Go My Way” (a última do roteiro). Canções de seu último trabalho (“It Is Time For a Love Revolution”), como “I’ll Be Waiting” também estiveram presentes. Uma crítica da imprensa portuguesa foi o fato de Lenny Kravitz ter abusado dos longos solos de guitarra, que teria deixado o show um pouco arrastado.
Dia 31 de maio:
Skank – A banda mineira abriu a noite de sábado quando o sol ainda brilhava forte. No roteiro do show, canções bem conhecidas dos brasileiros – e nem tanto dos portugueses –, como “Garota Nacional”, “Saideira” e a versão de “Beleza Pura”, de Caetano Veloso. Um incidente envolvendo uma fã que supostamente foi agredida por seguranças, no início de “Amores Imperfeitos”, marcou a apresentação (vídeo abaixo). O Diário Digital resumiu a apresentação do Skank da seguinte maneira: “A abrir a noite estiveram os brasileiros Skank que assinaram um concerto bem festivo satisfazendo portugueses, e especialmente a galera brasileira sempre muito bem representada nestes dois dias identificada por camisolas e bandeiras que se agitaram várias vezes durante a atuação da banda de Belo Horizonte”.
Alanis Morissette – A cantor canadense fez um show correto, com a apresentação de várias canções de seu próximo disco “Flavors Of Entanglement”, que será lançado nesse mês. Entre as novidades, “Citzen Of The Planet” (vídeo abaixo) foi uma das mais aplaudidas. Mas foi com os velhos sucessos, como “You Oughta Know”, “Hand In My Pocket”, “Uninvited” (a primeira do Roteiro) e “You Learn” que a cantora levantou o público, que não chegou a lotar o Parque da Bela Vista, como no dia anterior. Segundo a crítica portuguesa, o show de Alanis só não foi melhor do que o do Bon Jovi, que encerrou a noite.
Alejandro Sanz – O show do cantor espanhol foi o mais fraco da noite e não levantou o público português. Com canções mais puxadas para o rock, o cantor romântico cantou várias músicas que a maioria do público não conhecia. O ponto alto do show acabou ficando por conta do hit “Corazón Partio”, que teve a participação especial de Ivete Sangalo. O Diário Digital resumiu a apresentação de Sanz da seguinte forma: “O concerto de Alejandro Sanz ficou meio perdido entre Alanis e Bon Jovi. O espanhol aqui em Portugal vive do êxito de uma canção, e no restante do concerto a maioria da platéia fica indiferente ao ritmo de Sanz tornando o momento aborrecido. Pena o concerto de Alejandro Sanz não ter sido logo o primeiro, ou segundo, da noite”.
Bon Jovi – A banda norte-americana encerrou a segunda noite do festival com os seus maiores sucessos, o que fez com que a imprensa considerasse o seu show o melhor desse primeiro fim de semana de Rock in Rio – Lisboa. Entre os grandes hits do Bon Jovi, estiveram presentes no roteiro do show, “Born To Be My Baby”, “Livin’ On a Prayer” (vídeo abaixo), “You Give Love a Bad Name” e “Wanted Dead Or Alive” (a última do repertório). Durante o show, uma fã tentou invadir o palco, mas foi contida pelos seguranças antes de chegar a Jon Bon Jovi. No bis, o vocalista apareceu com uma camisa da seleção de Portugal, que se prepara para a Eurocopa, levando a platéia ao delírio. “Aos 46 anos John Francis Bongiovi continua com aquela pinta de puto rebelde, e com um impressionante ritmo de palco. Este regresso a Lisboa foi um estrondoso sucesso valendo-lhe até agora o título de melhor concerto da edição deste ano do Rock in Rio. As poses, as baladas, e o grandes êxitos, levam uma audiência na sua maioria trintona ao delírio. Não há quem não acompanhe os refrões. Jon é uma estrela do rock à boa maneira antiga”, escreveu o Diário Digital acerca do show. O Correio da Manhã teve a mesma opinião: “Os Bon Jovi fizeram na noite de sábado um dos mais emocionantes concertos de sempre do Rock in Rio-Lisboa. O grupo, que não tocava há 13 anos em Portugal, levou ao rubro 80 mil admiradores. Com uma vitalidade extraordinária, Jon Bon Jovi, de 46 anos, foi a figura em destaque, terminando o concerto com uma camisola da seleção nacional oferecida pelos fãs”.
Dia 01º de junho:
Xutos & Pontapés – A banda mais popular de Portugal – lá, eles são chamados de ‘Rolling Stones portugueses’ – abriu a noite de domingo do Rock in Rio – Lisboa, que liberou a entrada de crianças de até nove anos, pelo fato de ontem ter sido o Dia Mundial da Criança. A banda portuguesa, que, assim como Ivete Sangalo, participou de todas as três edições do Rock in Rio – Lisboa, cantou os seus principais sucessos, como “O Homem do Leme”, “Circo de Feras” e “Minha Casinha (vídeo abaixo), sendo acompanhada, nesta última, por atletas olímpicos portugueses.
Tokio Hotel – A banda alemã, que levou dezenas de milhares de fãs portugueses para o Parque de Bela Vista, cantou (ora em inglês, ora em alemão) os seus principais sucessos, como “Final Day”, “Monsoon” (vídeo abaixo) e “By Your Side” (a última da apresentação). O Diário Digital não deixou passar o fanatismo dos portugueses pela banda alemã: “Com o rosto dos pais a variar entre a incredulidade pela atitude dos filhos e o olhar de reprovação por nunca terem imaginado ver os filhos em tal estado de excitação (ele era berros, ele era gritos, ele era lágrimas...), a histeria rapidamente tomou conta da assistência mais jovem, à mesma velocidade com que a banda alemã ia debitando, compenetrada, os temas do álbum de estréia”.
Joss Stone – A cantora queixou-se algumas vezes do frio, mas acabou fazendo uma apresentação bastante quente, e que empolgou o público português. O seu grande hit, “U Had Me” fez parte do repertório, assim como “Right To Be Wrong”, “Super Duper Love” (vídeo abaixo) e “Less Is More”, na qual a cantora abusa do reggae e do ska. Atendendo aos pedidos do público português, a cantora voltou ao palco duas vezes e encerrou a apresentação com “No Woman No Cry”, imortalizado por Bob Marley. O jornal Correio da Manhã elogiou o show, mas também registrou o fato de poucas pessoas conhecerem às canções de Joss Stone: “Tem apenas vinte anos e ainda Amy Winehouse nem sonhava com o estrelato já Stone mostrava o que valia. Ontem, descalça e destilando sensualidade, surpreendeu e encantou no Palco Mundo. Pena apenas que a maior parte das suas canções não tenha ainda caído no gosto dos portugueses”. Já o Diário Digital considerou o show de Stone o melhor da 3ª noite: “Mesmo já com alguns pais de saída, porque era chegada a hora de meter as crianças na cama, que amanhã é dia de escola, Joss Stone cantou e encantou em Lisboa, bem apoiada por um excelente coro e bons músicos, mas ainda mais por aquilo que a jovem intérprete revelou ser: não ‘apenas’ uma das vozes mais apaixonantes do soul atual, mas também um poço de sensualidade, empatia, simplicidade. Desfilando alguns dos temas que lhe trouxeram fama, a britânica mostrou saber igualmente ‘comungar’ com o público, ao abandonar o palco e deixar-se tocar pelos muitos fãs que, encostados às grades de segurança, queriam tê-la ali, ao pé, acabando, inclusivamente, a oferecer um dos colares que trazia ao pescoço”.
Rod Stewart – O cantor escocês repetiu no Parque da Bela Vista o show que os brasileiros assistiram em abril. Não faltaram sucessos, como “Sailing” (que encerrou o espetáculo), “Da Ya Think I’m Sexy?”, “Baby Jane” (vídeo abaixo) e “Hot Legs”, durante a qual, como de costume, Stewart chutou várias bolas de futebol em direção à platéia. Apesar do carisma de Stewart, a crítica portuguesa ficou em cima do muro. “Mas, porque o dia era mesmo para todas as idades, os mais resistentes não regressaram a casa sem antes ouvir um ‘velho dinossauro’ do rock, Rod Stewart de seu nome, que mesmo já com uma idade avançada, soube fechar a festa com temas que continuam no ouvido de miúdos e graúdos. ‘It`s a Heartache’, ‘Some Guys’, ‘Have I Told You’, ‘Maggie’ e ‘Sailing’ foram alguns dos muitos sucessos do músico escocês que os presentes na Cidade do Rock levaram no ouvido, para casa, para trautear nos próximos dias e contar aos amigos sobre um Rod Stewart que continua igual a si mesmo: mexido em palco, dando os seus passos de dança, vivendo e transmitindo prazer por estar em palco”, escreveu Francisco Cruz no Diário Digital.
A banda inglesa The Ting Tings alçou o topo da parada britânica de discos com o seu álbum de estréia, “We Started Nothing”. O duo formado por Katie White e Jules de Martino bateram Neil Diamond, que se encontrava na primeira posição com o seu disco “Home Before Dark”. Por sua vez, surpreeendentemente, o grupo de monges austríacos The Cistercian Monks of Stift Heiligenkreuz chegou à nona posição da parada, com o disco “Chant – Music For Paradise”. Toda a arrecadação desse álbum vai ser revertida para um fundo de custeamento de educação de monges no Vietnã.
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A cantora Amy Winehouse anunciou que voltou a trabalhar no tema principal da trilha sonora do próximo filme de James Bond. Em entrevista ao jornal The Mirror, Winehouse disse que já escreveu a canção e gravou uma versão demo da mesma, cabendo ao produtor Mick Ronson finalizar a gravação. Alguns boatos também dão conta de que a cantora Beyonce poderá vir a ser a responsável pelo tema principal de “Quantum of Solace”, próximo filme do agente secreto 007.
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Caberá a Leona Lewis o show de encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim. O jogador de futebol David Beckham será um dos mestres-de-cerimônia. A festa de encerramento dos Jogos de Pequim também é considerada a abertura oficial das Olimpíadas de Londres, que ocorrerá em 2012, daí a escolha das duas celebridades inglesas. No mês passado, Leona Lewis tornou-se a primeira artista inglesa desde 1990, a colocar, ao mesmo tempo um disco e um single no topo da parada da Billboard. A marca anterior cabia ao cantor Phil Collins.
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Ainda exibido em algumas poucas salas de cinema no Brasil, “Shine a Light”, o concerto-documentário de Martin Scorsese sobre os Rolling Stones já tem data para sair em DVD. O disco chegará às lojas brasileiras em 29 de julho, e não se sabe ainda se terá algum extra. Antes disso, algums lojas especializadas vão receber a versão importada de “Shine a Light” em pendrive. No entanto, assim como no CD lançado no mês passado, apenas o áudio da apresentação estará disponível nesse formato.
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O cantor, compositor e multi-instrumentista norte-americano Lenny Kravitz comemora 44 anos hoje. Após alguns problemas de saúde, Kravitz já está em turnê mundial promovendo o seu último trabalho, “It Is Time For a Love Revolution”. Os shows que ele faria no Brasil, e tiveram que ser cancelados, ainda não foram remarcados.Abaixo, o vídeo de “Are You Gonna Go My Way”, ao vivo no show da praia de Copacabana, em 2005.
Além de o Cristo Redentor ter sido eleito uma das sete maravilhas do mundo moderno, o dia 07/07/07 também ficou marcado por um dos maiores acontecimentos musicais da história. O Live Earth tomou conta de oito cidades, e o elenco de peso, com nomes como Madonna, Foo Fighters, Lenny Kravitz, Metallica e Roger Waters, se juntou em prol do evento idealizado por Al Gore. Outras três bandas, que se reuniram novamente no ano passado, também participaram: Genesis, The Smashing Pumpkins e The Police.
Apesar dos nomes, este elenco realmente é incomparável ao do Live Aid (1985) e ao do Live 8 (2005). Nesses dois anteriores, o número de estrelas era bem maior. E isso sem contar com o fato de Bob Geldof ter reagrupado o Led Zeppelin (em 1985) e o Pink Floyd (em 2005). As três bandas acima citadas que estavam de volta para o Live Earth não se reuniram única e exclusivamente para o evento. Pelo contrário: já estavam com turnês imensas agendadas.
Se o elenco deste Live Earth é inferior ao dos dois outros eventos, pelo menos esse teve o mérito de reunir todas essas bandas em oito cidades diferentes, espalhadas nos cinco continentes, uma coisa nunca antes vista na história dos grandes concertos. Como sempre, o destaque vai para os shows ocorridos na Inglaterra (aqui no reformado estádio de Wembley) e nos Estados Unidos (Giants Stadium, em Nova Jersey). As outras cidades ficaram com shows de menor destaque, como o Rio de Janeiro, representado no DVD por Lenny Kravitz e as belas imagens de uma linda tarde na Praia de Copacabana.
Provavelmente, o enorme e irregular elenco fez com que o produto agora lançado – um pacote com dois DVDs e um CD com os “melhores momentos” do Live Earth – tenha seus (poucos) altos e (muitos) baixos. Para começar, a péssima idéia de colocar apenas uma canção de cada artista. Se o pacote do Live 8, por exemplo, trazia a apresentação integral do Pink Floyd e do U2, este traz apenas uma canção do Genesis e uma da Madonna. Por outro lado, também apresenta canções de artistas medíocres, como, por exemplo, Missy Higgins. No afã de fazer um registro completo, o produto se transformou em uma miscelânea completa que, caso não existisse controle remoto para adiantar alguns números, seria impossível de se assistir...
Por exemplo, qual a finalidade de colocar uma canção de Paolo Nutini (quem?), e ao mesmo tempo cortar a boa apresentação do The Police? Aliás, a escolha das canções também foi uma verdadeira bola fora. Afinal, tomando-se como exemplo a mesma banda, quem foi o gênio que abriu mão de “Roxanne” para inserir “Driven To Tears”? Realmente inexplicável...
De qualquer forma, para quem deseja ter apenas uma recordação do Live Earth, o pacote de DVD e CD é uma boa pedida, na medida em que dá um panorama total do evento. E pelo menos tiveram o bom senso de não colocar nenhuma canção da Xuxa, que abriu o evento carioca, na Praia de Copacabana...
Cotação: **1/2