Jornalista, autor do livro "Rock in Rio - A história do maior festival de música do mundo" (Editora Globo), ex-trainee e colaborador da Folha de S.Paulo, ex-colunista e redator da International Magazine, e colaborador do site SRZD.
Hoje é bom começar o dia com Tom Zé, e esse clássico da cidade de São Paulo. No dia 09 de julho de 1932 houve a Revolução Constitucionalista do Estado de São Paulo, o maior confronto militar do Brasil no século XX.
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Se vivo fosse, Bon Scott, ex-vocalista do AC/DC, estaria completando 65 anos hoje. Um dos maiores vocalistas da história do rock, Scott gravou alguns dos principais discos da banda australiana. Sorte que o AC/DC conseguiu encontrar um vocalista a altura. Hoje, fica difícil afirmar quem é melhor, se é Bon Scott ou Brian Johnson. Eu fico com os dois.
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E já saiu lá fora (em breve no Brasil), o DVD/BD “Let there be rock”, que traz o show histórico do AC/DC em Paris, e que originou, em 1979, um dos vídeos mais importantes do rock. Aqui no Brasil, o filme foi lançado sob o título “Deixa o rock rolar”. A galera lotava o Circo Voador só para ver esse vídeo. As pessoas dizem que a comoção era tão grande que parecia que Bon Scott e Angus Young estavam no palco do Circo. O BD, que eu vi na semana passada, apresenta o show em Paris na íntegra, com imagem cristalina e som remixado em DTS, além de mais quase duas horas de extras. A latinha (que saiu em edição limitada) ainda traz alguns mimos para os fãs, como um livreto de 32 páginas escrito pelo jornalista Anthony Bozza, palhetas de guitarra e cartões postais.
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Jack White, o gênio do White Stripes, Raconteurs e The Dead Weather, também faz aniversário hoje. Trinta e seis anos do último guitar hero surgido no rock.
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Tom Hanks, o grande ator, também faz aniversário nesse sábado. Cinquenta e cinco anos. Sou suspeito para escrever sobre Tom Hanks. Qualquer filme no qual ele atue, até mesmo aquelas comédias românticas chatérrimas, eu gosto. A sua interpretação em “Forrest Gump” (1994) foi magnífica, mas nada se compara a sua atuação em “Philadelphia” (1993). A cena abaixo, a da ópera, certamente é uma das coisas mais fortes que já vi. Não tinha como não ganhar o Oscar de melhor ator. O que a Academia não esperava é que, no ano seguinte, ele viria de "Forrest Gump". Resultado: faturou o Oscar de melhor ator por dois anos consecutivos. Não tinha como ser diferente...
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Há 31 anos, e também no dia 09 de julho, o poeta Vinicius de Moraes morria. E sabe o que ele está fazendo lá em cima? Transformando o céu em seu bar particular. Assim como ele fazia em cima do palco. Saca só:
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“Se me perguntarem o que é a minha pátria, direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas”
(“Pátria minha” - Vinicius de Moraes)
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Dia curto hoje, com poucas novidades… Mas essa aqui é boa: Michael Stipe, vocalista do R.E.M., anunciou que a banda já está em estúdio gravando o sucessor de “Collapse into now” (2011). Como a banda não saiu em turnê para divulgar o seu último trabalho, nada melhor do que o estúdio. “Collapse into now” era o último disco que o grupo devia à gravadora Warner. Stipe disse que ainda não sabe como será o lançamento do novo trabalho. Ao que tudo indica, será algo independente, no estilo do Radiohead e do Nine Inch Nails. Aguardemos.
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Boas novas também para os fãs do Megadeth. A banda de Dave Mustaine anunciou que o título do seu próximo álbum será “13”. “Eu comecei a tocar guitarra aos 13, esse é nosso 13º disco, e eu nasci no dia 13”, explicou Mustaine. Recentemente, o Megadeth executou uma das faixas do novo álbum, durante um show em Hamburgo. O vídeo de “Public enemy No. 1” está logo abaixo:
Para terminar o post de hoje rindo um pouco... Quinze anos de saudades do genial Costinha!
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Gostei muito do novo videoclipe de Neil Young, "Angry world". Back to the roots...
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Parece que o Queens Of The Stone Age gostou dessa ideia de relançar antigos álbuns. No mês passado, a banda colocou nas lojas uma versão dupla sensacional de "Rated R" (de 2000, resenhada aqui no blog no último domingo). Agora, a banda promete, para o dia 26 de novembro, o relançamento de seu auto-intitulado álbum de estreia, de 1998, que está fora de catálogo faz alguns anos. Além das 11 faixas originais, haverá mais três bônus, que foram excluídas, de última hora, do disco original. O álbum também estará disponível em vinil. A relação de faixas é a seguinte: "Regular John", "Avon", "If Only", "Walkin' on the Sidewalks", "You Would Know", "The Bronze" (inédita), "How to Handle a Rope (A Lesson in the Lariat)", "Mexicola", "Hispanic Impressions", "You Can't Quit Me Baby", "These Aren't the Droids You're Looking For" (inédita), "Give the Mule What He Wants", "Spiders and Vinegaroons" (inédita) e "I Was a Teenage Hand Model".
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Mal lançou o seu novo álbum, "Hurley", o Weezer já está pensando no futuro. A banda norte-americana disse que já tem muitas canções prontas para um próximo disco, que será gravado em breve. "Já começamos a trabalhar em nosso décimo álbum. Estava conversando com o produtor, e ele disse: 'essas canções são totalmente diferentes das de 'Hurley', que são mais obscuras; as mais novas soam como se você estivesse andando de bicicleta aos 16 anos de idade'", disse Rivers Cuomo ao NME. Ao que tudo indica, o álbum será lançado já no ano que vem.
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Que CD não vende mais, todo mundo já sabe, né? Então o que o Dead Weather fez? Lançou o seu novo single, "Blue blood blues", em um "triple decker" vinil. Não entendeu? O vídeo abaixo ajuda um pouco. Eu disse: um pouco... A edição do tal single é limitada a 300 cópias. Raridade a vista.
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Agora eu vou partir para o futebol, tá? Mas prometo que é coisa rápida. Há 15 anos, o ex-atacante Dirceu, que jogou as Copas do Mundo de 1974, 78 e 82, morreu em um acidente automobilístico, após o seu Puma bater em um Monza na Avenida das Américas (Barra da Tijuca), no Rio de Janeiro. Ele foi eleito o terceiro melhor jogador da Copa de 1978, na Argentina, e fez história no Coritiba, Botafogo, Vasco da Gama e Fluminense. Dirceu jogou também na Espanha, na Itália e no México, sendo um dos primeiros jogadores brasileiros a fazer sucesso em clubes estrangeiros. Faz falta.
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Vamo que vamo, porque esse 15 de setembro está bem interessante. Sabe qual atriz maravilhosa completa 45 anos hoje? Fernanda Torres, uma das atrizes mais engraçadas que eu já vi atuar. Eu poderia citar aqui alguns trabalhos bem bacanas dela (tipo a novela "Selva de pedra", de 1986, ou o filme "O que é isso, companheiro?", de 1995), mas me restrinjo aqui ao programa "Os normais". Olha, deixei de sair muita sexta-feira para não perder esse programa. Ainda bem que todos os episódios sairam em DVD. Eu não me canso de assistir. Que dupla com o Luiz Fernando Guimarães, não? Ainda tenho esperança que esse programa retorne...
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Olha, vou te dizer que hoje o dia está bem eclético, hein? Rock progressivo, jazz, samba-jazz e... punk! Isso porque hoje é dia de homenagear o sensacional Johnny Ramone, que morreu no dia 15 de setembro de 2004. Eu nem tenho muito o que dizer de Johnny Ramone. Ele é um dos meus ídolos mesmo. Foi inesquecível ter visto um show dos Ramones no antigo Metropolitan em 1996 (acho). E foi inesquecível também pegar um autógrafo dele um dia antes do show. As músicas do Ramones só tinham três acordes?? Dane-se. Para mim, Johnny Ramone é um dos maiores guitarristas de todos os tempos. One, two, three, four... Ídolo, ídolo, ídolo!
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Se tem monstro do jazz sendo lebrado aqui, também tem monstro do samba-jazz. Edison Machado, um dos grandes nomes da bateria no Brasil (só no Brasil?) morreu exatos 20 anos atrás. Talvez o principal álbum do samba-jazz seja "É samba novo", lançado em 1959. Nele, Edison soltava o seu braço de ex-cabo do exército para criar o famoso "samba no prato" em sua bateria. No domingo passado, escrevi aqui no blog sobre o relançamento desse álbum fantástico. E, no ano passado, fiz um textinho maior para o SRZD, que você pode ler aqui. Além de "É samba novo", Edison Machado acompanhou meio mundo da Bossa Nova. A sua marca ficou registrada em vários álbuns.
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Hoje também é dia de homenagear um dos maiores jazzistas de todos os tempos. Para mim, Bill Evans foi o maior pianista da história do jazz ever, juntamente com Oscar Peterson e Horace Silver. E foi no dia 15 de setembro de 1980, 30 anos atrás portanto, que a vida cobrou a conta de Evans por anos e anos de excessos. Alguns dos grandes álbuns de jazz são assinados por Bill Evans, seja como artista principal ou acompanhando feras como Miles Davis. Eu já sei o que vou fazer hoje: ouvir os meus três álbuns prediletos de Bill Evans. Quais são? "Sunday at the Village Vanguard" (1961), "Conversations with myself" (1963) e "The Tony Bennett/Bill Evans album" (1975).
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Gostou de começar o dia com "Wish you were here", é? Explico: no dia 15 de setembro de 1975, o Pink Floyd lançava essa que é uma de suas músicas mais bonitas. Eu me lembro que, na segunda passagem do Roger Waters pelo Brasil (que, aliás, inicia a turnê do "The wall" hoje, em Toronto), eu estava doente e não pude ir ao show. Durante essa música, meu irmão me ligou. Bonitinho, não? E tem uma outra lembrança do Pink Floyd relacionada ao dia 15 de setembro. É triste, mas tenho que lembra-lá: em 15/09/2008, o tecladista Richard Wright partia dessa pra melhor. Ou seja, qualquer reunião do Pink Floyd que venha a ocorrer não terá a mesma graça.
DESABAFO: "The suburbs", novo trabalho do Arcade Fire, é o álbum mais falado em qualquer site especializado em música lá fora. E o disco já é primeiro lugar no Reino Unido e em Portugal. Além disso, a banda canadense fez um showzaço transmitido ao vivo pelo YouTube na semana passada. Todo mundo no twitter comentou. Enquanto isso, aqui no Brasil, nenhuma, nenhumazinha, notícia sobre o lançamento de uma versão nacional do álbum. Parabéns para as gravadoras. Talvez nesse país seja mais jogo investir em Fresno, NX Zero e Restart. Lamentável!
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"O trabalho de estreia do Beady Eye será o melhor álbum dos próximos 50 anos." (Liam Gallagher, vocalista do Beady Eye, e que não quis comparar o novo disco a nenhum do Oasis, ao Sky News)
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A banda The Cribs lançou um novo single ontem, intitulado "Housewife". A faixa, que foi lançada em vinil, foi gravada em Londres, e ainda não se sabe se fará parte do próximo álbum do grupo.
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Olha, vou dizer uma coisa que nunca imaginava que fosse dizer... Estou preferindo Jónsi solo ao Sigur Ros... Esse aí é o novo videoclipe do cara, "Animal Arithmetic". Tudo bem, não é tão lindo quanto "Go do", mas é excelente também...
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Pelo que andei lendo, o show do Soundgarden na edição 2010 do Lollapalooza (no fim de semana passado) foi muito bom. Tentei achar algum vídeo bom da apresentação no YouTube, e o melhorzinho é esse abaixo, de "Black hole sun". E aí? Eles ainda estão em forma??
Ou você acha que em 1992, no mesmo festival, eles estavam melhores... Hein?
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Quem também lançou um videoclipe bacana na semana passada foi Robert Plant. "Angel dance" (original do Los Lobos) estará em "Band of joy" (lançamento no dia 13 de setembro), novo álbum do ex-Zep, que terá apenas covers.
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Gostei do videoclipe novo do Eddie Vedder, "Better Days". A faixa faz parte da trilha sonora do filme "Comer, rezar, amar" (com Julia Roberts), que chega aos cinemas brasileiros em outubro. A trilha sonora ainda conta com João Gilberto ("'s wonderful" e "Wave"), Neil Young ("Heart of gold" e "Harvest moon") e Marvin Gaye ("Got to give it up - Part 1"). Se o filme for tão bom quanto a trilha...
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A banda Antony And The Johnsons já confirmou o seu novo álbum, "Swanlights", para o dia 11 de outubro, mas, antes, chega às lojas o EP "Thank you for your love" (capa acima), que terá cinco faixas, e será lançado no dia 24 de agosto, nos Estados Unidos. A faixa-título do EP estará presente em "Swanlights". Mas as outras quatro, não, incluindo os covers de "Imagine" (essa mesmo, de John Lennon!!) e "Pressing On", música obscura composta por Bob Dylan nos anos 80. A relação das faixas é a seguinte: "Thank you for your love", "You are the treasure", "My lord my love", "Pressing on" e "Imagine". Abaixo, a faixa-título do EP. Bem bacana, diga-se.
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Mais novidades sobre o festivale SWU, que acontece em Itu, no mês de outubro. O trio norte-americano Yo La Tengo confirmou presença para tocar no dia 11, na mesma noite que Pixies, Linkin Park e Incubus. E quem quiser acampar na fazenda onde será realizado o festival, pode guardar mais uma boa grana. Só será aceito no camping quem tiver ingresso para os três dias de festival. E o preço da hospedagem varia entre 250 e 600 reais. A neura da produção do festival com esse negócio de "Pista Premium" é tanta que agora temos o inédito "Camping Premium", com valores entre 420 (1 pessoa) e 600 pratas (4 pessoas). O camping comum tem preços entre 250 e 400 reais. Eu já decidi que vou pegar a grana que gastaria em três dias de show + camping em Itu, e ir para Glastonbury no ano que vem. Ainda deve sobrar um trocado.
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Confirmado para tocar em São Paulo no festival Planeta Terra (dia 20 de novembro), o Hot Chip confirmou o lançamento de um EP só com remixes de faixas de seu último disco(aço!) "One life stand". "We have remixes" (que sai no dia 07 de setembro) contará com remixes idealizados por Caribou, Osborne, Hot City e Todd Edwards. As faixas são as seguintes: "Hand me down your love" (Todd Edwards Micro Chip Remix), "We have love" (Hot City Remix), "Brothers" (Caribou Remix) e "Take it in" (Osborne Remix). Antes de vir ao Brasil, o Hot Chip fará uma turnê com o LCD Soundsystem, que começa no dia 19 de outubro, em Salt Lake City (EUA), e termina em Manchester (Inglaterra), no dia 15 de novembro.
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Uma galera descobriu a banda The Vaselines logo após Kurt Cobain gravar "Jesus doesn't want me for a sunbeam" no "Unplugged" do Nirvana. Adorada pelos indies, o Vaselines só lançou um único álbum, em 1989. Já tem um tempo que escrevi aqui no blog sobre o segundo álbum deles. Sairá no dia 14 de setembro pela Sub Pop. O título também já foi decidido: "Sex with an X". Nessa semana, foi liberada a faixa-título do álbum. E é coisa muito boa, posso garantir.
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Os programas noturnos de televisão nos Estados Unidos sempre reservam ótimas apresentações ao vivo de bandas bacanas. Pesquei três bons momentos que aconteceram na semana passada para vocês:
Spoon - "Nobody Gets Me But You" ("Late Night With Jimmy Fallon")
The Dead Weather - "Blue Blood Blues" ("Late Show with David Letterman")
Interpol - "Barricade" ("Late Show with David Letterman")
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O Animal Collective escreveu duas músicas para o filme "ODDSAC", do diretor Danny Perez. O filme, com 53 minutos de duração, foi lançado diretamente em DVD, mas as duas canções já estão rodando aí na internet. Bem, "Screens" e "Mr. Fingers" são... hum... estranhas. Mas desconfio que os fãs do Animal Collective vão gostar.
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Notícia meio nada a ver, mas como foi "Top gossip" de hoje do NME, reproduzo aqui. Ontem foi parar no YouTube um vídeo no qual Justin Bieber leva uma garrafada no meio dos cornos, durante um show, logo após dizer "I just wanted to see everybody because I love you guys." Segundo o NME, a cena aconteceu em Sacramento, no mês de dezembro do ano passado. Em 24 horas, o vídeo já tinha 1,3 milhão de vizualizações no YouTube.
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Pelo visto não é brincadeira não. Segundo Rivers Cuomo, a capa acima será mesmo a do novo álbum do Weezer, "Hurley", que chega às lojas no dia 14 de setembro. A capa mostra uma foto em close do ator Jorge Garcia, o Hurley de "Lost". A explicação de Cuomo é simples: "A gente apenas queria usar uma foto do rosto de Jorge Garcia na capa. É uma capa sensacional, e não queremos que tenha mais nada nela. Percebemos que todos vão chamá-lo de Hurley, e é isso o que esperamos." O repertório do álbum ainda não foi divulgado. Ontem, mostrei aqui o (fraco) primeiro single, "Memories". Uma outra canção se chamará "Run Away", e foi escrita por Rivers Cuomo e Ryan Adams.
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Opa, boa tarde pessoal. Hoje farei o que prometi ontem. Vou terminard e dar uma geral no que aconteceu de importante nesses últimos dias que passei fora, e o blog ficou meio largado. Assim, não teremos os aniversários de hoje. Mas, amanhã, eu chego aqui mais cedo (se a tal gripe deixar) e volto tudo ao normal, daquele jeito que a gente já está acostumado. Então vamos trabaiá.
Vou sortear um DVD novo do Rappa, "Ao vivo", que saiu nessa semana. Para concorrer, bastar dizer porque você quer ganhar o DVD, no e-mail carneiro.luizfelipem@gmail.com . Só uma resposta por pessoa, ok? Dou o resultado no próximo sábado (dia 03/07), por volta das 17h, aqui no blog, e entro em contato com o ganhador por e-mail. Nem adianta ficar me perguntando pelo twitter, porque não tenho tempo de responder um a um.
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Lindíssimo o videoclipe de "Blue blood blues", do The Dead Weather, hein?
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Thom Yorke e seu colega de Radiohead, Johnny Greenwood, fizeram um show surpresa, tipo assim, de bobeira, no primeiro dia dessa edição de Glastonbury, que aconteceu hoje, na Inglaterra. O Gigwise deu que o pequeno set misturou canções do álbum solo de Yorke, "The eraser", além de algumas coisas do Radiohead, como a último música do show, "Street spirit (Fade out)". Ainda não achei vídeo nenhum na internet. Por que a gente não tem chance de ser feliz em um festival assim aqui no Brasil? Atualizando, encontrei o set-list completo: "The eraser", "Harrowdown hill", "Black swan", "Cymbal rush", "Weird fishes/Arpeggi", "Pyramid song", "Idioteque", "Karma police" e "Street spirit (Fade out)". Ainda fico devendo os vídeos.
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Se lembra daquela história que o João Gilberto estava no Facebook, que ainda teve um bando de boboca que acreditou? Pois é, quem está causando comoção com o Facebook nos Estados Unidos é Neil Young. A sua página sempre foi controlada por alguma outra pessoa, provavelmente alguém ligado à sua gravadora. Mas eis que na tarde de ontem, o próprio Neil mandou um recado para os seus fãs: "I have been thinking about adding vampire blues to my show but I would rather do it with a band. This is my first posting. Thanks for being there". Cinco horas depois, mais de seis mil pessoas já tinham "curtido" o comentário de Neil Young.
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Lady Gaga tem 9.124.095 seguidores no Facebook. Já Barack Obama está com 9.103.097 seguidores. Quem bate a marca dos dez milhões primeiro?
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Você compraria 250 cópias de um mesmo CD só para ajudar o seu ídolo? Christina Aguilera tem um fã assim.
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Axl Rose atrasa três horas os shows e não dá satisfação para os seus fãs. Courtney Love atrasou três horas um show em Boston, pediu desculpas e ainda explicou o motivo: "Fui visitar um ex-namorado em Harvard, onde ele é professor. Acabei de ser comida". A cantora retirou o que disse, minutos depois.
O festival de Glastonbury começa hoje, e há um forte boato dando conta de que o guitarrista The Edge (U2) participará do show do Muse. O U2 teve que cancelar a sua apresentação no festival por causa do acidente com o vocalista Bono. O Gorillaz substituirá a banda nessa primeira noite.
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AINDA MICHAEL: Não teve para Beatles nem para Oasis. Michael Jackson foi o artista que mais vendeu disco no Reino Unido nos últimos 365 dias. Segundo a Official Charts Company, o cantor vendeu quatro milhões de álbuns e singles desde o dia 25 de junho de 2009, data de sua morte. O top 10 dos singles é o seguinte: 1) "Man in the mirror", 2) "Billie Jean", 3) "Thriller", 4) "Smooth criminal", 5) "Beat it", 6) "Dirty Diana", 7) "Black or white", "They don't care about us", 9) "You are not alone" e 10) "The way you make me feel".
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PARANOIA:Matt Berninger, vocalista do The National, tem uma cara meio de maluco, mas nem tanto... Mas olha só o que aconteceu: ele estava saindo de Tóquio para passar férias com a família no Hawaii. Mas a sua mala foi confiscada porque a polícia achou que tinha uma bomba dentro dela. "Eu comprei um relógio em Tóquio, no estilo 'MacGyver', um relógio com uma alarme, mas que parecia realmente com uma bomba", afirmou Berninger ao Spinner. No momento da confusão, ele estava sentado em uma cadeira especial de massagem. Até que o seu nome, além de ter sido chamado pelos alto-falantes, começou a ser piscado nos monitores do aeroporto de Honolulu. Resultado: o aeroporto foi evacuado e fechado por 45 minutos. Suspeito que nenhum outro artista tenha alcançado tamanha façanha.
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Quem é flamenguista não se esquece. E quem é tricolor carioca, muito menos. No dia 25 de junho de 1995, o Fluminense sagrou-se campeão carioca. Tudo bem, isso não diz muita coisa. Campeonato Carioca tem todo ano... Mas foi nesse dia que Renato Gaúcho fez aquele célebre gol de barriga, que deu a vitória ao Flu (3 x 2) aos 43 minutos do segundo tempo, e tirou o título que o Flamengo esperava comemorar em seu centenário. Nesse caso, o gol se tornou muito mais importante que o título.
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Olha, hoje não tenho nada para falar de Copa do Mundo. Mas tem algo parecido. No dia 25 de junho de 1988, a Holanda reeditava os seus tempos de "Laranja mecânica" de 1974, e faturava a Eurocopa. O jogo final foi contra a União Soviética, e a Holanda ganhou por dois a zero, gols de Ruud Gullit e Marco Van Basten. Se lembra deles? E esse time ainda tinha Ronald Koeman, Frank Rijkaard, Jan Wouters, Gerald Vanenburg... Ah, e o técnico era um tal de Rinus Michels. Não costumo torcer para a Holanda (apesar da linda camisa laranja), mas que está na hora de ela ganhar uma Copa do Mundo, ah, isso tá...
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Peço licença agora para falar um pouquinho de um dos meus cantores prediletos, e que faz 47 anos hoje. George Michael é um caso curioso. Tinha tudo para dar errado e ser esquecido. Surgiu nos anos 80, cantou baboseiras no Wham!, usava roupas e penteados pra lá de duvidosos, teve problemas com drogas e com a polícia, e ainda assumiu sua homossexualidade em tempos bem mais esquisitos do que hoje. No entanto, George Michael, depois do Wham!, só gravou álbuns de muito bom gosto, com canções sensacionais como "Father figure", "Freedom'90", "Spinning the wheel", "One more try", "Amazing", "Fantasy", entre outras dezenas. O seu último DVD/BD, "Live in London", foi um dos grandes lançamentos do ano passado. Pena que ele tenha anunciado a sua aposentadoria. Em um mundo infestado de futilidades descartáveis, um George Michael faz muita falta.
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Hoje também é dia de lembrar o aniversário de uma grande cantora norte-americana. Carly Simon completa 65 anos. Os seus grandes sucessos são: "That's the way I've always heard it should be", "Nobody does it better" (que foi canção-tema do filme "007 - O espião que me amava"), "Hurt", "Coming around again" e, principalmente, "You're so vain", gravada em 1972 e que, veja só, em sua versão original, contava com o backing vocal de ninguém menos que Mick Jagger.
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Também nesse dia 25 de junho, comemoramos o aniversário de um dos artistas brasileiros que mais traz orgulho ao país: João Carlos Martins. Pianista e maestro, ele é considerado um dos grandes intérpretes de Bach de todos os tempos. Um assalto violento na Bulgária fez com que ele perdesse os movimentos da mão direita. Por conta disso, teve que abandonar o piano, passando a se dedicar exclusivamente à regência. Mas, para nossa felicidade, de vez em quando, ele ainda acaricia as teclas de um piano, como no vídeo abaixo. João Carlos Martins completa 70 anos hoje. E merece aplausos de pé. (Por favor, não deixe de ver o vídeo abaixo. É o tipo de coisa que faz valer o nosso dia.)
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E no aniversário de um ano da morte de Michael Jackson, temos também os dez anos da morte de Wilson Simonal. Os dois têm muita coisa em comum. Vieram de baixo, eram negros, alcançaram uma fama sem limites e depois foram desprezados. Desprezados por motivos distintos: Michael porque se transformou em uma pessoa absolutamente estranha, e Simonal por conta de uma história até hoje não explicada. Mas, em comum, algo muito importante: o talento. Muito talento, aliás. Pode se preparar, porque, hoje, os sites de música vão falar a rodo de Michael Jackson. Tomara que abram o mesmo espaço para Simonal.
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Agora eu gostaria de tentar reparar uma injustiça. Imagina um artista que morre no mesmo dia que Michael Jackson? Pois é, foi o que aconteceu com a "pantera" Farrah Fawcett. Com a morte de Michael, Farrah ficou lá num cantinho de pé de página dos jornais. Paciência... Então, um ano depois, fica aqui a minha homenagem à gatíssima Farrah Fawcett, um dos grandes símbolos sexuais da década de 70.
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Esse texto logo abaixo eu escrevi há exatamente um ano. Pode parecer brincadeira, mas já tem um ano que Michael Jackson morreu. Acho que fiquei uns três dias seguidos sem parar de trabalhar, nem para dormir. Curioso pensar se Michael não tivesse morrido. Será que aquela temporada de shows em Londres aconteceria sem problemas? Será que ele agendaria uma turnê mundial como muito se especulava? Será que ele estaria com datas marcadas no Brasil? Pois é... Um ano depois, muitas questões permanecem. Por isso que ele faz toda essa falta que escrevi no texto abaixo.
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Eu e Michael, Michael e eu
Quando nem pensava em trabalhar com jornalismo musical, e um ídolo meu morria, eu pegava todos os CDs dele, ligava o som no máximo, abria uma caixa de cerveja e me trancava no quarto. Agora, as coisas mudaram um pouco. Michael Jackson morreu? Comece a apurar e escrever tudo o que encontrar pela frente. Se vira! E foi mais ou menos isso o que aconteceu. Tirando a trilha sonora com "Thriller" e "Off The Wall" ao mesmo tempo em que rolava a CNN, não houve tempo para lamúrias. Mas houve tempo para que eu parasse dez minutos para pensar um pouco em Michael Jackson. A ideia era mandar "energias positivas" para um dos meus ídolos. Mas tudo o que consegui fazer foi lembrar as coisas que aconteceram em minha vida com Michael Jackson ao fundo. Por isso mesmo o (pretensioso) título desse texto! Perdoem-me.
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Nasci em 1979. "Thriller" saiu em 1982. Pois bem. Ganhei "Thriller" com três anos de idade. Eu me lembro bem do dia em que minha mãe chegou do Carrefour e disse que tinha uma surpresa para mim e para o meu irmão. Ela nos disse que deveríamos subir para a cobertura em que morávamos e que ela já ia chegar com a tal surpresa... Esperamos uns 20 minutos e nada. "Acho que a mamãe está enrolando a gente", disse meu irmão com a sabedoria que somente os cinco anos de idade são capazes de proporcionar. Mas não estava não... Pouco tempo depois, lá estava a minha mãe com um bolachão embrulhadinho no papel do Carrefour. Abrimos e... "Thriller "! Só aquele encarte maravilhoso, que tinha uma foto linda de Michael Jackson enrolado em uma peçonhenta cobra já era o suficiente para impressionar dois moleques de 3 e 5 anos de idade. Mas não foi somente a tal foto que nos impressionou. O disco de Jackson rodou, rodou , rodou até dizer chega. E quando vimos, eu e meu irmão já estávamos tentando dançar igual ao Michael Jackson! Depois que descobrimos o disco, foi a vez de ficarmos viciados nos videoclipes. Confesso que morria de medo daquela risada sinistra ao final de "Thriller". E o vídeo? Nossa, ver Michael Jackson se transformar em lobisomem resultou em algumas noites de pesadelo. Mas tudo bem... Faz parte...
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Voltei a ouvir Michael Jackson com mais carinho em 1987. Nesse ano, ele lançou "Bad". E eu mesmo comprei o disco. Dessa vez foi no Freeway! "Bad" não se compara a "Thriller", mas provavelmente gastei mais horas com esse disco. Havia uma música que não conseguia parar de ouvir. Não entendia o inglês, mas a melodia me cativava. "Man In The Mirror" é a minha música predileta de Michael Jackson até hoje. A canção nem é das melhores do repertório de Michael Jackson, mas é aquela velha história: "o coração tem razões que a própria razão desconhece..." Depois de "Bad", foi a vez de "Dangerous", que saiu em 1991. Não me esqueço que um querido amigo conseguiu importar o CD dos Estados Unidos antes de todo mundo. A galera se reuniu na casa dele e ficou a tarde inteira ouvindo o álbum. Gostei de cabo a rabo. Na época, a crítica já estava falando mal do disco. E eu não conseguia entender, pois, pelo menos na humilde opinião de um garoto de 12 anos de idade, o álbum era ótimo, com grandes canções como "Black Or White", "Remember The Time", "Will You Be There", "Give In To Me", "In The Closet", e, principalmente, "Heal The World". E no dia em que o videoclipe de "Black Or White" estreou no Fantástico? Todo mundo parou para ver o tão prometido efeito especial. E, pelo menos para os padrões da época, era algo impressionante aqueles rostos mudando a cada segundo. Hoje, qualquer um faz isso no computador. Mas, naquela época, só uma pessoa no mundo fazia aquilo. E o nome dessa pessoa era Michael Jackson. E aqui fica a lacuna crítica: não, não fui ao show de Michael Jackson em São Paulo. E a "relação" com Michael Jackson seguiu com o lançamento dos álbuns "HIStory" - que meu pai comprou para mim em um passeio pela Gávea - e "Invincible". Discos menores, é verdade. Mas dignos.
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Depois que um grande artista morre, os jornalistas têm mania de escrever textos exaltando a sua vida e a sua obra. Quanto a sua vida pessoal, as suas manias, as suas cirurgias, prefiro não emitir opinião pessoal. Não tenho nada com a vida de Michael Jackson, e odeio que se intrometam na minha. Mas quanto a sua obra, acho que posso falar um pouquinho. E a sua obra foi magnífica. Muitos anos depois de ter o meu contato com "Thriller", fiz um curso de engenharia de áudio. Na primeira aula, o professor colocou uma música que, segundo ele, era um exemplo de como uma faixa deveria ser mixada. A canção era "Don't Stop 'Til You Get Enough", do álbum "Off The Wall". Não era nascido quando esse disco saiu, mas quase 30 anos depois, ele ainda era usado como exemplo. Poucos artistas são capazes de fazer algo desse tipo. E um deles foi - e é, para sempre - Michael Jackson. Tive três dias muito tristes na minha vida com perdas relacionadas à música. Freddie Mercury, Antonio Carlos Jobim e Renato Russo. Michael Jackson se junta a esse grupo. Dia 25 de junho de 2009. Anotem bem essa data. Ela é tão importante quanto os dias 16 de agosto de 1977 e 08 de dezembro de 1980, datas em que Elvis Presley e John Lennon morreram, respectivamente. De repente, ela é até mais importante. O tempo dirá. RIP MJ!
“High violet” – The National Quando lançou “Boxer”, em 2007, o The National era considerada uma banda indie. Três anos depois, com o lançamento de “High violet”, ela não deixar de ser indie – até mesmo porque, o R.E.M. é chamado de indie até hoje. Mas, fazendo a comparação com a banda de Michael Stipe, “High violet” pode ser considerado um “Document” para o The National. Ou seja, “High violet” começa a marcar a transição de uma banda conhecida por um grupo pequeno de pessoas por algo mais... hum... mainstream. Nesse novo disco, o The National continua fazendo rock para adultos. Pode-se até dizer que “High violet” é mais difícil do que “Boxer”. E parece ser mesmo – mas, ao mesmo tempo, a legião de fãs só cresce, a começar pelo atual presidente dos Estados Unidos, que usou “Fake empire”, do “Boxer”, em sua campanha. Tirando algo mais palatável, como “Bloodbuzz Ohio” ou “Little faith”, o que sobra nesse álbum são melodias rebuscadas repletas de texturas sonoras que você nunca ouviu antes e a voz (cada dia melhor) de Matt Berninger. Um bom exemplo está logo na primeira faixa, “Terrible Love”, uma das músicas mais belas já escritas pelo The National. “Afraid of everyone” pode ser considerado o hino do álbum (e do National), e faixas como as delicadas e quase épicas “England” e “Vanderlyle crybaby geeks” dão a certeza de que vai ser muito difícil alguma outra banda superar “High violet” por um bom tempo.
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“Vivo na cena” – Nasi Ex-vocalista do Ira!, uma das bandas mais bem sucedidas do Rock Brasil, Nasi, apesar de nunca ter sido um grande cantor, sempre teve aquilo que pode ser chamado de atitude (êta! palavrinha esquisita). Não à toa, ele sempre esteve na mídia, seja gravando algum bom disco com a sua antiga banda, seja participando de algum campeonato de futebol para roqueiros. O novo álbum de Nasi decreta o divórcio com o Ira!. “Vivo na cena” pode ser considerado uma retrospectiva da carreira de Nasi, mas não espere encontrar uma “Dias de luta” ou um “Núcleo base” no CD/DVD ora lançado pela Coqueiro Verde. Pelo contrário, da antiga banda, somente coisas não muito conhecidas, como “Tarde vazia” e “Milhas e milhas” aparecem nesse projeto gravado ao vivo em estúdio. Em “Vivo na cena”, Nasi ainda relembra os tempos de Voluntários da Pátria (“Verdades e mentiras, somente no DVD, infelizmente) e homenageia bandas e artistas do rock nacional, como os Picassos Falsos (“Carne e osso”), Cazuza (“O tempo não para”, também só no DVD), Raul Seixas (“Rockixe”, em dueto com Marcelo Nova) e Musak (“Onde estou?). Ainda há espaço para músicas de Zé Rodrix (“Por amor”, já gravada pelo Ira! no “Acústico MTV”) e João Bosco (“Bala com bala”). Bem diferente da delicadeza e superprodução do “Acústico” do Ira!, esse “Vivo na cena” mostra um lado mais sujo e rascante de Nasi. E quer saber? É bem mais interessante.
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“Sea of cowards” – The Dead Weather Jack White é um dos caras – ou o cara – que mais trabalha no mundo do rock. Fato. Se o White Stripes está em hiato, ele grava um disquinho com os Raconteurs. E se os Raconteurs já terminaram a turnê, ele já emenda outra com o Dead Weather. Não sem antes colocar um álbum fresquinho nas lojas. “Sea of cowards”, novo disco do Dead Weather, chegou às lojas no mês passado, lá fora. E temos uma boa e uma má notícia. A ruim é que ele pouco se difere dos trabalhos lançados pelas outras bandas de White. E a boa é exatamente o fato de a sonoridade ser bem parecida com a do White Stripes e a do Raconteurs. “Sea of cowards” apresenta rock simples, direto, com um pezinho nos anos 70 (as ótimas “Blue blood blues”, “Hustle and cuss” e “I can’t hear you), outro em uma delicada psicodelia (“Old Mary” e “Looking at the invisible man”) e um pezinho em algo funky (a sensacional “I’m mad”). Mas com tudo muito em comum, acredite. Tanto que o The Dead Weather tem se mostrado o melhor projeto de Jack White. Podem dizer que o som é parecido com o do Led Zeppelin. E é mesmo. Afinal, tem algum problema nisso?
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“Fé na festa” – Gilberto Gil Dez anos depois de lançar o seu primeiro álbum “forrozeiro” (“As canções de ‘Eu, Tu, Eles’”), Gilberto Gil decidiu voltar ao tema com “Fé na festa”. Só que agora as coisas são bem diferentes. Se no álbum lançado em 2000, Gilberto Gil dedicava quase que a totalidade de seu repertório a Luiz Gonzaga, nesse novo, o que impera são canções inéditas escritas pelo próprio Gil. E a primeira conclusão a que chegamos é que Gilberto Gil, depois de um bom tempo no Ministério da Cultura, voltou a sua melhor forma. Provavelmente, desde “Parabolicamará” (1992), Gil não gravava um trabalho tão substancioso. Em “Fé na festa”, Gil consegue a proeza de misturar bom gosto com algo mais popular, sem precisar apelar ou fazer concessões, em seu xotes, xaxados, frevos e baiões. Os destaques do álbum são “Não tenho medo da vida” (uma espécie de resposta à belíssima “Não tenho medo da morte”, de seu álbum “Banda larga cordel”, de 2008), “O livre-atirador e a pegadora” (que nasce com cara de hit, e deve estourar no circuito junino), “São João carioca” (idem, uma das mais deliciosas de “Fé na festa”), “Dança da moda” (um xaxado de Luiz Gonzaga e Zé Dantas) e “Estrela do céu”. No álbum, Gil gravou mais uma de Targino Gondim (o mesmo compositor de “Esperando na janela”, o maior sucesso de Gil na década passada). Só que “Maria minha” não tem o mesmo brilho. Mas também nem precisava. Como é bom ver (e ouvir) Gilberto Gil em sua melhor forma. Só falta agora ele lançar o super-adiado álbum de sambas – autorais, por favor.
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“Live at The Troubadour” – Carole King & James Taylor Carole King e James Taylor sempre tiveram nomes e carreiras interligadas. Alguns dos maiores sucessos de Taylor, inclusive, foram compostos por Carole, como “Up on the roof” e, claro, “You’ve got a friend”. Em novembro de 2007, a lendária casa de shows californiana The Troubadour – local onde os dois fizeram a sua primeira apresentação em conjunto, em 1970 – completou 40 anos. James Taylor e Carole King foram chamados para fazer o show de aniversário. E é exatamente essa apresentação que agora é lançada no pacote com CD e DVD “Live at The Troubadour”. Em uma hora de show, a dupla desfia clássicos dos respectivos repertórios, que acabam se entrelaçando em duetos como as já citadas “Up on the roof” e “You’ve got a friend”. James Taylor ainda relembra clássicos autorais, como “Carolina in my mind”, “Something in the way she moves” e “Fire and rain”. Já Carole King interpreta sucessos como “So far away”, “I feel the earth move” e “It’s too late”. Parece que, a cada ano que passa, fica mais gostoso ouvir o violão de James Taylor e o piano de Carole King. Ah, e as suas vozes também.
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Abaixo, um vídeo de “Little faith”, uma das boas faixas de “High violet”, do The National.
Agora a boa notícia para os fãs de Stevie Ray Vaughan. (Tem algum aí?) Sairá no dia 26 de julho a edição especial do classicozaço "Couldn't stand the weather". O lançamento fará parte das "comemorações" pelos 20 anos (já?) da morte do guitarrista. A edição especial consistirá do álbum original remasterizado, e mais 11 faixas extras, além de um CD bônus com um show gravado no Spectrum, em Montreal, no dia 17 de agosto de 1984, quando o álbum estava sendo lançado. As faixas extras são as seguintes: "Empty arms", "Come on (Pt. III)", "Look at little sister", "The sky is falling", "Hide away", "Give me back my wig", "Boot hill", "Wham!", "Close to you", "Little wing" e "Stang's swang". Já o repertório do show que comporá o segundo CD é esse aqui: "Testify", "Voodoo chile (Slight return)", "The things (that) I used to do", "Honey bee", "Couldn't stand the weather", "Cold shot", "Tin pan alley (aka Roughest place in town)", "Love struck baby", "Texas flood", "Stang's swang", "Lenny" e "Pride and joy". Já vou encomendar.
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Em estúdio desde o mês passado, os Kings of Leon deram mais umas dicas de como será o seu novo álbum, o sucessor do campeão de vendas "Only by the night" (2008). "É a primeira vez que gravamos em Nova York, e achamos que isso terá uma influência mais sombria no disco. Os trabalhos anteriores foram gravados em Nashville ou Los Angeles, que são mais solares", disse Caleb Followill à revista Spin. Entretanto, ele não descarta canções mais alegres. "Ele poderá ter faixas mais alegres, parecidas com as de 'Youth & young manhood'", completou. A banda já promete tocar músicas novas na turnê de verão nos Estados Unidos.
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Os fãs do Belle and Sebastian vão gostar dessa. Stuart Murdoch lançou um novo single de seu projeto paralelo God Help the Girl. A canção se chama "Baby you're blind", e conta com os vocais de Linnea Jönsson, do Those Dancing Days. Achei a música bem engraçadinha.
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Achei bem, hum, interessante a nova música do Flying Lotus, "Heave(n)". E você?
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Já tem mais ou menos uma semana que Steve Vai lançou o single virtual "Moon and I". Mas confesso que só ouvi hoje. E, tipo, é bem Steve Vai...
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Já conhecem a nova música de Trent Reznor? Ela foi composta para o filme "Tetsuo: The Bullet Man", do diretor Shinya Tsukamoto, é uma das coisas mais doidas que ouvi nos últimos meses.
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Com tantas bandas voltando por aí, essa aqui não podia faltar.
Eu gosto do Kiss porque os seus integrantes têm culhões suficientes para colocar o seguinte nome na sua nova turnê: "The hottest show on earth". Eles acreditam nisso. Os seus fãs também. Precisa de mais alguma coisa?
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E sabe quem completa 46 anos hoje? Lenny Kravitz. Sempre tive minhas restrições com a sua música. Considero muito bons os dois primeiros álbuns do cara, "Let love rule" (1989) e "Mama said" (1991), mas depois ele ficou chato pra caramba, pelo menos na minha opinião. Ficou se repetindo tanto, mas tanto, que não consigo nem mais escutar os seus dois primeiros trabalhos. Mas hoje eu prometo que vou tentar. E vou começar por essa música aqui...
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Quem nasceu no mesmo dia que Tony Tornado foi o grande Severino de Oliveira, ou, simplesmente, Sivuca. Nascido no município paraibano de Itabaiana, Sivuca, com a sua sanfona, compôs de tudo um pouco: frevo, forró, baião, choro, jazz, e por aí vai. E se você for fã dos Mutantes, deve saber que "Adeus, Maria Fulô" é uma composição do grande Sivuca em parceria com Humberto Teixeira. Além de "Adeus, Maria Fulô", Sivuca compôs a trilha sonora de um dos meus filmes prediletos - eu tinha até o discão - "Os Trapalhões na Serra Pelada". Então vamos relembrar Sivuca?
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Olha, quando eu vi isso na minha agenda, achei que fosse até sacanagem. Acredita que o Tony Tornado completa 80 anos hoje? Para mim, ele não tinha mais de 50... Hehehe... Tony Tornado é daqueles que some de vez em quando. E quando ele some, a gente vê o quanto ele faz falta. Pena que Tornado tenha gravado somente dois álbuns em sua curta carreira de cantor (entre 1971 e 1972). Na televisão, ele participou de novelas e minisséries como "Gente fina", "Vamp", "Agosto" (fez um Gregório Fortunato inesquecível), "Roque Santeiro", entre outras. No cinema, os seus principais trabalhos foram "Pixote, a lei do mais fraco" (1980) e "Quilombo" (1984).
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E no dia 26 de maio de 1926 nasceu o grande Miles Davis. E o que dizer desse jazzista em cinco linhas? Talvez o mais importante de Miles Davis é que ele transitou por todas as variantes do jazz, do bebop ao fusion, passando pelo cool jazz, pelo free jazz e pelo jazz modal. Citar os seus principais álbuns também é algo complicado. Só sei que, para hoje, já separei os seguintes: "Bitches Brew" (1969 - o box de 4 CDs com as sessões de gravação), o vinil de "A kind of blue" (1959 - tudo bem, esse é óbvio demais), "Miles smiles" (1966 - amo a interpretação para "Footprints" que tem nesse álbum) e "The complete concert" (1964 - o meu primeiro CD de Miles Davis, no qual o trompetista era acompanhado por Wayne Shorter, Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Williams). Que tal?
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E vamo que vamo. Dia 26 de maio. Sabe o que tem pra hoje? Hein? Noventa anos de Peggy Lee. A cantora e atriz norte-americana, que nasceu no dia 26 de maio de 1920, serviu de inspiração para muita gente, como Dusty Springfield, Frank Sinatra e Ella Fitzgerald. Os seus principais trabalhos como atriz foram no remake do filme "O cantor de jazz", de 1952, e em "Pete Kelly's Blues" (1955), pelo qual foi indicada ao Oscar de melhor atriz.
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Opa! Bom dia, gente! Tudo bom? Tempo doido, né? Deixa eu te dizer: hoje aqui em casa todo mundo madrugou. O cachorro, ansioso para viajar, latiu a noite toda. Mas acontece que, tipo, ele não viajou. Agora está uivando no meio da sala. Dá pra entender?
TEMPOS MODERNOS 2: Foi-se o tempo em que John Lydon ficava feliz quando cuspiam nele em um show dos Sex Pistols. Durante um show da sua banda Public Image Ltd., ontem, Lydon não gostou de levar uma cusparada de um fã mais exaltado. "Você está no show errado, no tempo errado, imbecil. Se você cuspir em mim mais uma vez, eu vou dilacerar o seu rosto", disse. Acabou-se a delicadeza.
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O Roupa Nova agendou a gravação de seu próximo CD/DVD ao vivo para os dias 02 e 03 de julho, no Credicard Hall, em São Paulo. O nome do projeto será "Roupa Nova - 30 anos", e contará com sucessos como "Linda Demais", "Sapato Velho" e "Coração Pirata", além de inéditas não anunciadas. As apresentações contarão com as participações especiais de Milton Nascimento, Sandy e Fresno (no dia 02/07) e do Padre Fábio de Melo (dia 03). O Roupa Nova será acompanhado por uma orquestra sinfônica. Ainda não há previsão de lançamento do CD/DVD.
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Também achei esse novo videoclipes do Black Keys sensacional. Um dia no parque divertido...
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TEMPOS MODERNOS: Foi-se a época em que os CDs vinham com faixas bônus. Agora é a vez dos LPs. Antigamente, no tempo em que o CD estava engatinhando, as gravadoras faziam de tudo para que o consumidor aderisse ao formato digital. Agora é o contrário. O Dead Weather, por exemplo, disponibilizou duas faixas escondidas na edição em vinil de "Sea of cowards". Achei a ideia bacana.
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Sabe por que eu amo o Devo? Saca só essa "coletiva de imprensa" que eles armaram para divulgar os nomes das faixas de seu novo álbum.
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Adorei esse videoclipe que o The Drums lançou no início do mês.
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Depois de anunciar o DVD/BD "Beyond the lighted stage", que conta a história da banda, o Rush promete um novo single para o dia 01º de junho. "Caravan" será lançado em single, com mais uma faixa, que, ao que tudo indica, se chama "BU2B". Por enquanto, o single será lançado apenas em formato digital, mas quem comprar ingresso VIP para a "Time machine Tour" na América do Norte, ganhará uma edição física limitada.
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E por falar em Van Halen, um site de fãs da banda disponibilizou uma versão super-hiper-mega rara de "Man on the silver mountain", cover do Rainbow, gravada no Goldenwest Ballroom, em 1976. Ao que parece, a tal versão nunca havia visto a luz do dia, nem mesmo nos bootlegs do Van Halen. O site de fãs disponibilizou a pérola em homenagem a Ronnie James Dio.
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Eu já disse aqui que adoro sobre ler as exigências dos artistas nos camarins. O site AskMen listou as dez exigências mais bizarras de todos os tempos. A clássica é a do Van Halen, que pedia quilos e quilos de M&M's, com um único detalhe: não podia haver nenhum M&M marrom. E se tivesse? Será que eles cancelavam o show? Hahaha...
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E agora foi lançado o videoclipe de "Neutron star collision (Love is forever)", do Muse. O que acharam?
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Hahaha... Trocaram o Dio pelo Ozzy Osbourne. Adoro a incompetência da Rede TV.
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O New York Times informa que essa semana foi a pior para a indústria fonográfica, desde 1991, quando a Nielsen SoundScan começou a computar as vendas de discos nos Estados Unidos. Nos últimos sete dias, foram vendidos 5,3 milhões de discos nos Estados Unidos. No topo da lista da Billboard está o álbum "My world 2.0", de Justin Bieber, que vendeu pouco mais de 60 mil cópias, entrando para a história como o álbum número 1 da Billboard, que menos vendeu, desde 1991. A notícia é ruim por um lado, mas boa por outra. Ruim porque, de fato, o CD está com os dias contados (jura?). Acredito que, em poucos anos, tudo o que teremos será um arquivo de áudio baixado pela internet, com péssima qualidade de som (mas quem se importa com isso hoje em dia?). A notícia boa é que as gravadoras estão vendo que nem o lixo que elas lançam vende muito. Cá pra nós, 60 mil cópias em uma semana, nos Estados Unidos, não é absolutamente nada.
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Seguindo os passos de Dave Grohl e Taylor Hawkins, seus colegas de Foo Fighters, o guitarrista Chris Shiflett também está investindo em um projeto paralelo. O nome da banda é Chris Shiflett & The Dead Peasants, e o lançamento do álbum de estreia ocorrerá no dia 13 de julho. A banda também tem John Lousteau (bateria) e Derrick Silverman (teclados) como integrantes.
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Como diz o Ancelmo Gois, deve ser terrível viver em um país assim.
Finalizando as comemorações de hoje, vamos para a televisão. Em um curso de roteiro que fiz, a professora sempre falava: "Quem leva uma novela são os grandes atores. Não adianta encher a tela de rostinho bonito." Essa (peéssima) última novela, "Viver a vida", comprova a afirmativa. Andei dando uma olhada em "Passione", e já curti ver gente como Fernanda Montenegro, Tony Ramos e Cleyde Yáconis na tela. E tem um ator também, da nova geração, que eu acho que manda muito bem: Cauã Reymond. Ele já tinha dado show em "A favorita", e, agora, parece que vai arrebentar de novo. Por isso, fica aqui os nossos parabénes pelos seus 30 anos completados hoje.
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E quem também faz aniversário hoje é o grande jogador de futebol Roger Milla. O camaronês jogou pela sua seleção de seu país nas Copas de 1982, 1990 e 1994. Nessa última, ele já tinha 42 anos de idade. Mas ele encantou mesmo em 1990, quando marcou quatro gols, e chegou até às quartas de final, em um jogo antológico contra a Inglaterra. Quem não torceu para Camarões nessa Copa de 90? Roger Milla completa 58 anos hoje. E eu voto que ele jogue na Copa de 2010!
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Uma das marcas mais exploradas do rock é o nome dos Beatles, certo? Toda hora tem um lançamento por aí. Coletâneas, "Anthology", discos remasterizados, caixas, pen-drives... Mas uma das maiores queixas dos beatlemaníacos é a falta de um lançamento oficial do filme "Let it be". E mais uma grande oportunidade de lançamento foi perdida. Hoje faz exatos 40 anos que o filme estreou nos cinemas britânicos. E, para quem não conhece, vale a pena correr ao YouTube para ver. O filme mostra as entranhas mais profundas do quarteto de Liverpool. Nem tudo foi sonho.
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Quem sopra velinhas hoje também é Joe Cocker. Nascido em Sheffield a 20 de maio de 1944, Cocker tem uma das vozes mais potentes do rock, como pode ser conferido em clássicos como "Fellin' alright", "Up where we belong", "Dear landlord", "Just like a woman" e "Unchain my heart". Joe Cocker explodiu mesmo no festival de Woodstock, especialmente com a explosiva interpretação de "With a little help from my friends", de Lennon e McCartney. Dale Bell, um dos produtores do documentário "Woodstock", disse: "Joe Cocker deve ter tido uns quatro enfartes quando cantou ‘With a Little Help From My Friends'". Acho que deve ter tido mais que quatro... Abaixo, a interpretação de Cocker para a mesma música, só que no Rock in Rio de 1991, quando um moleque de 10 anos de idade chapou.
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Fãs de rock, uni-vos. No dia 20 de maio comemoramos o lançamento do hino "Rock around the clock", de Bill Haley. A canção foi registrada em dico em abril de 54, e o lançamento ocorreu em 20 de maio de 1954. "Rock around the clock" foi composta pela dupla Max C. Freedman / James E. Myers, e a gravação de Haley e seus Comets foi a primeira da história do rock que alcançou sucesso. Uma curiosidade é que, originalmente, a música se chamava "We're gonna rock around the clock tonight!". Com o título curtinho, ficou bem melhor.
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Então vamos começar logo. Hoje, dia 20 de maio, comemoramos o aniversário de um dos grandes compositores brasileiros. Renato Teixeira nasceu no dia 20 de maio de 1945, em Santos. Ele é o autor de canções como "Romaria" (quem não a conhece na voz de Elis Regina?), "Tocando em frente" (parceria com Almir Sater, e que ficou famosa na interpretação de Maria Bethânia), "Frete" (música de abertura do seriado "Carga Pesada"), "Rapaz caipira" (poderosa crítica à música sertaneja descartável) e "Amanheceu, peguei a viola". Para quem tem algum preconceito com música caipira, por favor, ouça Renato Teixeira. Pelo menos hoje.
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Bom dia, pessoal! E hoje, hein? Será que dá pro Flamengo? Hehe...