Jornalista, autor do livro "Rock in Rio - A história do maior festival de música do mundo" (Editora Globo), ex-trainee e colaborador da Folha de S.Paulo, ex-colunista e redator da International Magazine, e colaborador do site SRZD.
Gostei do videoclipe novo (e psicodélico) do Tame Impala. O nome da música é "Expectation".
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Fiquei fã do Restart!
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"David Cameron, pare de falar que você gosta dos Smiths, você não gosta. Eu te proibo de gostar." (Johnny Marr, ex-guitarrista do The Smiths, p%&#$uto da vida com o primeiro-ministro britânico, em seu twitter)
A LAB 344, gravadora de Cyndi Lauper no Brasil, anunciou no Facebook que a cantora fará uma série de shows por essas terras em fevereiro do ano que vem. Lauper está divulgando o seu último álbum, "Memphis blues". As datas (com preços ainda não divulgados) são as seguintes: Belo Horizonte (Chevrolet Hall, dia 19/02), São Paulo (Via Funchal, 21/02), Recife (Chevrolet Hall, 23/02), Rio de Janeiro (Citibank Hall, 25/02), Florianópolis (Floripa Music Hall, 26/02) e Porto Alegre (Taeatro Bourbon, 27/02). A última vez que a cantora norte-americana esteve no Brasil foi em 2008, para divulgar o álbum "Bring ya to the brink".
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DESPEDIDA??: Será que o Rock in Rio 2011 vai marcar a despedida do Coldplay dos palcos brasileiros? Ao que parece sim, pois Chris Martin disse que o próximo disco da banda será o último. Segundo o vocalista, houve "alguns problemas" na última turnê da banda. O novo álbum sai no ano que vem. Ah, e vale lembrar que essa historinha de "último álbum do Coldplay" é mais velha que...
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O Soundgarden está planejando o lançamento de um álbum ao vivo no ano que vem. Em entrevista à estação de rádio canadense CFNY-FM, o guitarrista Kim Thayil afirmou que a banda está ouvindo gravações ao vivo de arquivo, bem como outras mais recentes. Ele também disse que a banda volta à estrada no ano que vem.
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Em entrevista à Rolling Stone, a banda The Strokes revelou que mandou um álbum inteirinho para a lixeira. O guitarrista Albert Hammond Jr. disse que a banda não gostou do que foi gravado pelo produtor Joe Chiccarelli. Assim, decidiu gravar um novo disco, produzido pela própria banda, com o auxílio do engenheiro de áudio Gus Osberg. O álbum, o primeiro desde "First impressions of Earth" (2006), terá 10 faixas. "Estamos muito satisfeitos com esse próximo capítulo, e animados com as dez músicas que temos para o disco", afirmou Hammond.
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Notícia quente para os clashmaníacos: o processo de gravação do álbum "London calling", obra-prima do The Clash, vai virar filme. O baixista Paul Simonon e o guitarrista Mick Jones são os responsáveis pela produção executiva. O roteiro é de Jez Butterworth, autor de peças teatrais, e a produção estará a cargo de Alison Owen, mãe de Lily Allen. As filmagens começam no ano que vem.
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E que tal a música natalina do The Killers, hein? Achei "Christmas lights", do Coldplay, mais interessante do que essa "Boots"...
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A New Musical Express divulgou a sua lista com as melhores músicas de 2010. A grande vencedora foi "Spanish Sahara", da banda The Foals. Completam o top 10, em ordem crescente: MIA ("XXXO"), Janelle Monáe ("Tightrope"), Kanye West ("Power"), Arcade Fire ("We used to wait"), Gorillaz ("Stylo"), Surfer Blood ("Swim (To reach the end)"), Grinderman ("Heathen child"), Zola Jesus ("Night") e The Fall ("Bury Pts 2+4"). Concordam?
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Novidades sobre Britney Spears e Lady Gaga. Britney anunciou que vai lançar o seu novo álbum em março do ano que vem. A cantora disse à Billboard que o seu sétimo disco já está quase pronto. E Lady Gaga, em seu site, revelou que o primeiro single de seu aguardado álbum "Born this way" estará disponível em fevereiro. A cantora ainda disse que o novo disco será algo do tipo "crianças más indo à igreja, e se divertindo bastante". Aguardemos...
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Para quem ainda não acordou, uma dose de Neil Young...
“Marcelo D2 canta Bezerra da Silva”– Marcelo D2 O fato de Marcelo D2 ter deixado de lado o rap para gravar samba em seu novo álbum, “Canta Bezerra da Silva”, não chega a ser uma novidade. Isso porque, desde que iniciou a sua carreira solo, D2, a procura da batida perfeita, já vem flertando com o estilo, e, principalmente, porque o rap pode ser considerado um primo do samba, eis que também dá voz aos ditos excluídos. Assim, não é nenhuma surpresa o novo álbum de D2 cair muito bem. A homenagem foi muito bem feita, em todos os detalhes, da capa (sensacional, que parodia a do disco “Eu não sou santo”, gravado por Bezerra da Silva em 1992, e na qual o sambista é crucificado com armas nas mãos) à escolha do repertório (que misturou sucessos a coisas mais obscuras), passando, lógico, pela boa interpretação – “malandra”, como tem que ser – e o ótimo acompanhamento musical, do produtor Leandro Sapucahy (que também toca percussão em todas as faixas, e canta em “A necessidade”) ao arranjador Jota Moraes. No álbum, D2 se arrisca em diversos gêneros do samba, como o partido alto – “Minha sogra parece um sapatão” é um dos melhores momentos do disco. Outro destaque que segue o mesmo espírito é “Quem usa antena é televisão”, com uma letra fantástica de Celsinho da Barra Funda e Pinga. Já “Malandragem dá um tempo” (bem conhecida pela versão roqueira do Barão Vermelho) volta às suas origens, com bons vocais de D2, assim como “Pega eu (O supra sumo da honestidade”), outro clássico da malandragem carioca. A crônica do morro de Bezerra da Silva revive na voz de Marcelo D2.
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“Flamingo” – Brandon Flowers Se no futuro algum desavisado incluir “Flamingo” na discografia do The Killers, ele pode ser absolvido desde já. Explico: “Flamingo”, primeiro álbum solo de Brandon Flowers, vocalista do Killers, é bem parecido (para não dizer igual) com o que a sua banda andou fazendo em seus últimos trabalhos, especialmente em “Day & age” (2008). Do som quadriloquente (que esbarra na cafonice, como na faixa de abertura, “Welcome to fabulous Las Vegas”) à escolha do produtor Stuart Price, que também trabalhou no último álbum do The Killers, a impressão que ficou foi a de que Flowers não quis arriscar. Nem a mãozinha do produtor Conan O’ Brien em algumas faixas consegue dar muita liga ao conjunto de canções. Mesmo assim, ainda há momentos bons no álbum, casos da soturna “On the floor” e de “Was it something I said?” (que faz até lembrar que o Killers já gravou um álbum legal, como “Hot fuss”, em 2004). Ambas as faixas dão uma boa ideia do que “Flamingo” poderia ter sido caso Brandon Flowers tivesse seguido um caminho diferente de sua banda que lhe trouxe fama. “Playing with fire”, com uma melodia bem diferente, começa bem, até explodir naquele famoso tipo de refrão que o The Killers adora. (Como irei descrevê-lo em palavras?? Hum, tipo um sol se abrindo no horizonte depois da tempestade... Captou a ideia??) Veja bem: quem é fã do som do The Killers, certamente, não reclamará de “Flamingo”. Brandon Flowers permanece em sua zona de segurança e de conforto. Não que isso seja uma crítica. Mas fica a pergunta: para quê se “arriscar” em uma carreira solo desse jeito?
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“Primeiras andanças – Os dez primeiros anos” – Beth Carvalho Parcialmente afastada dos palcos e do estúdio por conta de um problema na coluna, Beth Carvalho aproveita para colocar um pouco de ordem em sua rica discografia. O produtor Marcelo Fróes, com o seu selo Discobertas, agrupou parte das gravações iniciais da cantora no box “Primeiras andanças – Os dez primeiros anos”, com cinco CDs. Boa parte das faixas já havia sido lançada em CD, seja em coletâneas ou nos próprios álbuns originais, só que em edições pobres e descuidadas. “Primeiras andanças” tem o mérito de organizar a obra inicial de Beth Carvalho. Os dois primeiros CDs (por sinal, os dois mais interessantes pelo valor histórico, intitulados “Primeiras andanças, vols. 1 e 2”) são coletâneas de fonogramas raros da cantora, muitos gravados para festivais, compactos ou álbuns de outros artistas. Interessante notar, no primeiro volume, que a futura madrinha de Zeca Pagodinho ainda não investia no samba, como pode ser ouvido em faixas como “Namorinho” (com arranjo de Eumir Deodato) e “O sim pelo não”, gravado em dupla com Agostinho dos Santos. Já o volume 2 apresenta o embrião da carreira que a cantora viria a seguir, especialmente na faixa “Meu perdão”, de Nelson Cavaquinho e de Guilherme de Brito, lançada apenas na trilha sonora da novela “Pecado capital” (1975). Mas no mesmo CD ainda é possível ouvir uma Bossa Nova como “Essa passou”, parceria de Chico Buarque e de Carlos Lyra, e com acompanhamento do Som Três, de Cesar Camargo Mariano. No álbum “Canto por um novo dia” (1973), Beth Carvalho ainda não consegue mostrar a sua veia sambista, eis que limitada aos arranjos do mesmo Cesar Camargo Mariano. E para quem gosta da Beth Carvalho sambista de verdade, o negócio pega fogo mesmo em “Pra seu governo” (de 1974, com arranjos de Paulo Moura, e com o cavaquinho de Nelson Cavaquinho em “Miragem”, de autoria do próprio e de Guilherme de Brito) e “Pandeiro e viola” (do ano seguinte, e muito mais pra cima, por conta dos arranjos de Ed Lincoln), dois álbuns (assim como “Canto por um novo dia”) gravados para a extinta gravadora Tapecar – a sua primeira gravadora, a EMI-Odeon, não topou lançar um disco de sambas, porque já tinha Clara Nunes em seu elenco (a velha mentalidade tacanha dos executivos de gravadoras). Novas andanças de Beth Carvalho serão bem-vindas, seja no aguardadíssimo disco de inéditas ou em caixas como essa, perpetuando a sua obra.
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“Hurley” – Weezer Deve ter coisa de um mês, um fã do Weezer lançou uma petição na internet para arrecadar dez milhões de dólares. Finalidade: doar tudo para a banda e fazer com que ela se aposentasse. “Todo o ano, Rivers Cuomo jura que mudou, e que o seu próximo álbum será a melhor coisa que fez desde ‘Pinkerton’. E o que acontece? Mais uma pilha de besteiras como ‘Beverly Hills’ ou ‘I’m your daddy’”, escreveu o organizador da petição, James Burns. Bom, então vamos falar de “Hurley”, novo álbum do Weezer. A veia sarcástica de Rivers Cuomo parece estar intacta, a começar pela ideia da bizarra capa, com a foto de... Hurley, personagem do seriado “Lost”. As letras também estão bacanas, cheias de ironias finas e boas sacadas. O problema está (talvez) na sonoridade. Não que “Hurley” seja ruim. Longe disso. Mas quando a banda chega a um nível elevado, as comparações são inevitáveis. Até mesmo como diz a petição de Burns: “É uma relação abusiva e tem que parar já. Estou cansado de ver os meus amigos decepcionados todo ano. Se todas as 852 mil pessoas que compraram ‘Pinkerton’ doarem 12 dólares, alcançaremos o nosso objetivo”. O problema está aí. O que esperar de uma banda que gravou um álbum magnífico como “Pinkerton” (1996)? Outro “Pinkerton”? Na cabeça do fã mais radical, sim. Mas sabemos que isso nem sempre é possível. Então sobram discos como o “Red album” (2008) e “Hurley”. Se “Raditude” (2009) é algo que realmente Cuomo deve se envergonhar, “Hurley” é mais parecido com o disco vermelho: uma boa coleção de músicas, que, no final das contas, diverte (mas não emociona). Exemplos? A rapidinha “Ruling me”, com um refrão delicioso, ou então a baladinha acústica “Unspoken”, ou então a eletrônica “Smart girls”, ou então a engraçada “All my friends are insects”, presente só na versão especial do álbum... Nessa mesma edição, há um cover de “Viva la vida”, do Coldplay. Desnecessário, diga-se, ainda mais o comparando com a versão original ou então com a catártica interpretação do Pet Shop Boys. Mas, no fundo, no fundo, o álbum é legal. Assim como o Hurley.
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“Perfil” / “Íntimo” – Ivan Lins Embora Ivan Lins não esteja sempre nas grandes mídias, os seus fãs não têm do que reclamar. Volta e meia ele aparece por aí com algum lançamento bacana. E, dessa vez, foram dois de uma vez. Vamos começar pelo “Perfil”, série da gravadora Som Livre que já lançou coletâneas de diversos artistas, de Chico Buarque a Fernanda Abreu. Bom, o “Perfil” de Ivan Lins é diferente. Apesar de tratar-se de uma coletânea como as outras da coleção, em seu álbum, Ivan Lins resolveu fazer algo diferente: foi para o estúdio com uma superbanda (com craques como o baterista Téo Lima e o percussionista Sidinho Moreira), e regravou 16 de seus maiores sucessos, incluindo “A noite” (em dueto com Jorge Vercillo), “Dinorah, Dinorah” (com um andamento mais desacelerado), “Deixa eu dizer” (que ganhou um arranjo mais funkeado, inspirado no sampler de Marcelo D2, em sua “Desabafo”, de 2008) e a dobradinha “O amor é o meu país / Meu país”. O outro lançamento é “Íntimo”, disco gravado na Holanda (e produzido pelo baixista Ruud Jacobs), e que já havia sido lançado na Europa, sob o título “Intimate”. Nesse trabalho, Ivan Lins apresenta novas composições com o seu principal parceiro, Vitor Martins. A faixa de abertura, “Tanto amor”, mostra que a dupla ainda está muito bem afiada. Quem participa da faixa é o trompetista Till Brönner. Aliás, convidado é que não falta em “Íntimo”. E o time é de respeito, saca só: as cantoras holandesas Trijntje Oosterhuis e Laura Fygi, Jorge Drexler (que dá um sabor especial à composição dos dois, “Diadema”), o grupo vocal Take 6 (um pouco insosso na dobradinha “Nosso acalanto” / “That’s Love”) e Alejandro Sanz, que, como de costume, não diz ao que veio em “Llegaste (Vieste)”. A melhor do álbum é a parceria de Ivan com Chico Buarque (“Sou eu”), com uma letra deliciosa: “Na minha mão o coração balança / Quando ela se lança no salão / Pra esse ela bamboleia / Pra aquele ela roda e saia / Com outro ela se desfaz da sandália”)”. No final das contas, entre a repetição de “Perfil” e a irregularidade de “Íntimo”, fica a certeza de que, pelo menos, Ivan Lins não deixa os seus fãs na mão.
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Abaixo, “Malandragem dá um tempo”, na voz de Marcelo D2:
Quem estreou videoclipe (sombrio) nesses dias foi Phil Selway, baterista do Radiohead. Olha aí:
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Brandon Flowers colocou o seu primeiro álbum solo ("Flamingo") nas lojas no início dessa semana. A turnê norte-americana começou por Las Vegas, e o vocalista do The Killers homenageou Elvis Presley com uma versão (bem caída, é verdade) de "Are you lonesome tonight". Depois ele emendou com o hit do Killers, "Losing touch". O vídeo está logo abaixo.
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Já que agora todo mundo libera o álbum completo na web antes do lançamento oficial, o Vaselines não ia ficar pra trás. "Sex with an X" terá 13 faixas, e, para mim, as melhores são as duas primeiras, "Ruined" e a faixa-título. E o álbum todo é viciante.
O Interpol apresentou ontem, no programa de Jimmy Kimmel, a sua nova música, "Summer well". Eu gostei...
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"Três coisas que podem ser vistas do espaço: a Grande Muralha da China, a carteira de Peter Hook cheia do dinheiro ensanguentado de Ian Curtis, e a sala de troféus vazia do Manchester City." (Mani, baixista do Primal Scream, em sua conta no twitter. Vale lembrar que, no momento, o baixista Peter Hook está em turnê, apresentando a íntegra do álbum "Unknown pleasures", do Joy Division.)
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Axl Rose fez uma lista de exigências com 42 itens, para o seu show em Portugal. Poderia ter colocado mais uma: um relógio!
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Veja só como a vida é engraçada. Não tem muito tempo, o Metallica estava processando os fãs que baixavam as suas músicas de graça na internet. Agora, a banda lança um EP gravado pelos próprios fãs. Vou explicar melhor: para comemorar a turnê que acontecerá na Austrália e Nova Zelândia, nos próximos dias, a banda de James Hetfield vai colocar nas lojas um CD com oito músicas gravadas pelos fãs em shows anteriores nesses mesmos países. "Six feet under" (Capa acima) chega às lojas (somente da Austrália e da Nova Zelândia) em 20 de setembro. O Metallica alerta, em seu site oficial, sobre a "rudeza" de algumas das gravações. As faixas do EP são as seguintes: 1) "Eye of the beholder" (04/05/89, Festival Hall, Melbourne) 2) "...And justice for all" (04/05/89, Festival Hall, Melbourne) 3) "Through the never" (08/04/93, Entertainment Centre, Perth) 4) "The unforgiven" (04/04/93, National Tennis Centre, Melbourne) 5) "Low man's lyric (Acoustic)" (11/04/98, Entertainment Centre, Perth) 6) "Devil's dance" (12/04/98, Entertainment Centre, Perth) 7) "Frantic" (21/01/04, Entertainment Centre, Sydney) 8) "Fight fire with fire" (19/01/04, Entertainment Centre, Brisbane)
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Lady Gaga, Justin Bieber e Eminem são os favoritos da edição 2010 do VMAs da MTV. Exatos 18 anos atrás, o Van Halen se consagrava nessa mesma premiação, com o videoclipe de "Right now". E em 1991, o R.E.M. levou quase todos os prêmios, por conta de "Losing my religion". Agora, me responda: o que está acontecendo com a música?? Hein??
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Para finalizar os aniversários do dia, parto para o futebol. Hoje, o ex-jogador e agora técnico Renato Gaúcho faz 48 anos. O cara fez história mesmo no Grêmio, time pelo qual foi campeão da Libertadores da América e do Mundial Interclubes, em 1983. Mas a minha lembrança boa do Renato foi na semifinal do Campeonato Brasileiro (Copa União) de 1987. O jogo estava empatado em dois a dois entre Flamengo e Atlético Mineiro, e o Renato Gaúcho fez o terceiro gol, driblando goleiro (acho que era o João Leite) e tudo, para colocar o Flamengo na final do campeonato. Tudo bem, oito anos depois foi a vez daquele gol de barriga... Mas isso é melhor nem lembrar. Esse vídeo abaixo eu encontrei sem querer no YouTube. E ele explica mais o Renato Gaúcho do que as suas jogadas. Aproveite para rir um pouco...
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Depois da Maria Rita, vou passar para o cinema. Hoje, o ator Hugh Grant completa 50 anos (isso mesmo, 50 anos!). Não entendo muito de cinema, sou apenas um apreciador. Vou listar aqui os meus cinco filmes prediletos com Hugh Grant. Veja se você concorda: "Um lugar chamado Notting Hill", "Vestígios do dia", "Quatro casamentos e um funeral", "Trapaceiros" e "Razão e sensibilidade". E aí? Vocês concordam?
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Já tem leitor apitando no twitter que hoje é aniversário da Maria Rita. Bom, lógico que não ia esquecer do aniversário da Maria Rita. Eu me lembro quando vi a estreia do show "Pietá", do Milton Nascimento, no Canecão, aqui no Rio, em 2002. A carreira de Maria Rita começava naquela turnê do Bituca. E veja só o que aconteceu com ela já no ano seguinte: tornou-se uma das cantoras mais populares do Brasil. Não foi à toa. Maria Rita conseguiu aliar, como poucos conseguem, qualidade e popularidade. O seu álbum de estreia ("Maria Rita", de 2003, com a produção do saudoso Tom Capone) é muito bom, com um repertório fantástico, que passa por Milton, Rita Lee, Marcelo Camelo e Lenine. Como eu sou do contra, acho o seu segundo álbum ("Segundo", de 2005) melhor ainda, especialmente a interpretação para "Caminho das águas", do genial Rodrigo Maranhão. Já o terceiro álbum, "Samba meu" (2007), eu considero o mais fraco. Mas o DVD que saiu desse trabalho ("Samba meu - Ao vivo", de 2008) é ótimo. O samba de Maria Rita ficou bem melhor em cima do palco. Quando será que vem o próximo álbum, hein? Será que a Maria Rita dá uma dica para a gente??
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E quem faz aniversário hoje também é o cantor Michael Bublé. Ele nasceu no Canadá, e já lançou sete álbuns (de estúdio e ao vivo) em sua carreira. Agora, repetindo a mesma pergunta: "você gosta do Michael Bublé"? Não. Mas acho que ele tem uma ótima voz. Confira aí abaixo.
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E quem faz 36 anos hoje é a cantora (amada por alguns, odiada por outros) Ana Carolina. Volta e meia, alguém me pergunta: "e aí, o que você acha da Ana Carolina?" Respondo aqui: uma excelente compositora. Gosto muito de várias de suas músicas, em especial, "Pra rua me levar", "Eu que não sei quase nada do mar", "A canção tocou na hora errada" e "Ruas de outono". Mas confesso que tenho as minhas restrições com o seu modo de cantar. Dona de um vozeirão, não há motivo para Ana Carolina exagerar tanto em suas interpretações. De qualquer forma, caso você seja daqueles que não gostam da Ana Carolina, pelo menos, preste atenção em suas letras.
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Bom dia, pessoal. Como estamos, hein? O tempinho melhorou, né? Acho que vai rolar solzinho no fim de semana... Bom, comecei com "Sweet child o' mine" hoje porque, no dia 09 de setembro de 1988, essa música estava em primeiro lugar na parada da Billboard. Tive vontade de colocar esse videoclipe aqui porque me deu saudade da época em que o Guns n' Roses ainda podia ser chamado de Guns n' Roses, e não era apenas a banda que acompanha a carreira solo do Axl Rose, como acontece hoje... Ah, e antes que eu me esqueça, parabéns aos veterinários pelo dia de hoje. Entre todas as profissões, é a que mais admiro.
"Tem gente que recebe Deus quando canta Tem gente que canta procurando Deus Eu sou assim com a minha voz desafinada Peço a Deus que me perdoe no camarim
Eu sou assim Canto pra me mostrar De besta Ah, de besta
Quando eu estiver cantando Não se aproxime Quando eu estiver cantando Fique em silêncio Quando eu estiver cantando Não cante comigo
Porque eu só canto só E o meu canto é a minha solidão É a minha salvação
Porque o meu canto redime o meu lado mau Porque o meu canto é pra quem me ama Me ama, me ama
Quando eu estiver cantando Não se aproxime Quando eu estiver cantando Fique em silêncio Quando eu estiver cantando Não cante comigo
Quando eu estiver cantando Fique em silêncio
Porque o meu canto é a minha solidão É a minha salvação Porque o meu canto é o que me mantém vivo E o que me mantém vivo" ("Quando eu estiver cantando" - João Rebouças / Cazuza)
HOJE EU NEM QUERO IMAGINAR A FESTA QUE ESTÁ LÁ NO CÉU!!
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"Na madrugada do dia 7, a mãe do cantor ligou para Ezequiel. Era o fim. Na manhã seguinte, todos aguardavam o produtor e os barões para o enterro. Ezequiel Neves passara a madrugada cheirando cocaína após perceber, na noite anterior, que Cazuza perdera a sintonia com a vida. Zeca caiu num sono profundo e não acordou para o velório no Cemitério São João Baptista, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Após insistentes ligações, Dé, o baixista e produtor Nilo Romero, o guitarrista Sérgio Serra e a compositora Dulce Quental resolveram ir ao apartamento de Zeca. Esmurraram a porta - que sempre ficava aberta - durante 10 minutos. Optaram pelo arrombamento. De pé, Zeca se vestiu rapidamente e, no jargão dos cocainômanos, bateu uma fileira enorme. Porém, quando abaixou a cabeça para cheirar o pó sobre a mesa, as duas narinas entupiram. Indignado, invadido pela ausência devastadora de Cazuza, o produtor colocou nas mãos a droga não inalada e começou a espalhá-la pelo corpo, como se pudesse, de alguma forma, absorvê-la e anestesiar aquela dor." ("Barão Vermelho - Por que a gente é assim", de Ezequiel Neves, Guto Goffi e Rodrigo Pinto, Editora Globo. pp. 166-168)
No dia em que comemora vinte anos no andar de cima, Cazuza recebeu o seu maior presente. Descanse em paz, Ezequiel Neves.
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No dia dos 20 anos da morte de Cazuza, George Israel liberou em seu site o primeiro vídeo que fará parte do DVD gravado no mês passado, no Canecão, em homenagem ao Caju. O DVD, dirigido por Pedro Paulo Carneiro, ainda não tem previsão de lançamento. E a faixa escolhida para divulgá-lo foi "Você vai me enganar sempre II". O vídeo está muito bacana.
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Depois de "Valleys of Neptune" e do relançamento de alguns CDs da obra de Jimi Hendrix, a família do guitarrista voltou a investir pesado em suas sobras. Estão disponíveis no site oficial de Hendrix onze álbuns com shows e sobras de estúdio. Os discos já haviam sido lançados em bootlegs anteriormente. No total, são sete shows (com destaque para "Live at the Oakland Coliseum" e "Live at the Isle of Fehmarn") e quatro discos de estúdio. As faixas são oferecidas em formato MP3 com resolução de 320kbps.
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A banda The Killers fez um show em Washington no dia da Independência dos Estados Unidos, e, a quem interessar, eu achei esse vídeo de "God bless America" no YouTube.
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O Smashing Pumpkins lançou mais uma música inédita pela internet. "Freak" é a quinta faixa das 44 que a banda de Billy Corgan planeja lançar, "Teargarden by kaleidyscope". A ideia é postar todas as faixas na internet, gratuitamente, e depois lançar em uma caixa para colecionadores. Das cinco faixas lançadas até agora, "Freak", sem dúvida nenhuma, é a melhor, ao misturar o rock encorpado "Mellon Collie and the infinite sadness" com as guitarras mais leves de seu antigo projeto Zwan.
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ALEGRIA QUE DURA POUCO: A esposa de Eddie Van Halen (e sua porta-voz) negou que o Van Halen vá lançar um álbum com Dave Lee Roth. No fim de semana surgiram boatos de que a banda lançaria um álbum de inéditas em 2011, e um single no final desse ano. "Tudo isso são apenas boatos. Não tenho nenhuma novidade nesse momento", disse Janie. Em 2009, Eddie já havia dito que tinha "toneladas de novas músicas compostas".
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Os álbuns que os Beatles lançaram através de seu selo Apple Records serão remasterizados e relançados no dia 25 de outubro. Além de formarem a maior banda de seu tempo, os quatro integrantes dos Beatles ainda arrumaram tempo para abrir uma empresa - a Apple - que tinha como uma de suas finalidades investir em novos talentos. James Taylor e Billy Preston, por exemplo, lançaram os seus primeiros trabalhos pelo selo do quarteto de Liverpool. Os álbuns a serem relançados são os seguintes: James Taylor – "James Taylor" (1968) Badfinger – "Magic christian music" (1970) Badfinger – "No dice" (1970) Badfinger – "Straight up" (1972) Badfinger – "Ass" (1974) Mary Hopkin – "Post card" (1969) Mary Hopkin – "Earth song, ocean song" (1971) Billy Preston – "That's the way god planned it" (1969) Billy Preston – "Encouraging words" (1970) Doris Troy – "Doris Troy" (1970) Jackie Lomax – "Is this what you want?" (1968) Modern Jazz Quartet – "Under the jasmin tree" (1968) Modern Jazz Quartet – "Space" (1969) John Tavener – "The whale" (1970) John Tavener – "Celtic requiem" (1971)
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Agora sim o vídeo do papelão de Amy Winehouse. Na boa, péssimo!
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Essa aqui eu achei curiosa: sabe quem produziria os álbuns "Neon bible" e "The suburbs", do Arcade Fire? James Murphy, líder do LCD Soundsystem. É que Murphy é muito amigo dos integrantes da banda canadense, e foi chamado para produzir os dois discos. E por que não o fez? Simplesmente porque ele estava em estúdio gravando disco com o LCD. Murphy fez a revelação à BBC: "Perdi a chance de trabalhar com o Arcade Fire, em estúdio, por duas vezes seguidas, somente porque eles estavam gravando ao mesmo tempo que eu. Isso me deixou muito chateado". Quem sabe o próximo, já que Murphy diz que não grava mais discos com o LCD?
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Ontem, Mark Ronson fez um pequeno show para convidados, em Londres, com o intuito de mostrar as músicas de seu novo álbum. Eis que, lá pelo finalzinho do show, quem aparece no palco? Sim, ela: Amy Winehouse. Como o show foi restrito, não achei vídeo no YouTube. Mas, pelo que descreve a BBC, foi mais um papelão da Ms. Rehab. Ela foi cantar "Valerie" e se esqueceu da letra.
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Agora chegou a vez de quê? De quê? Copa do Mundo, oras. Ontem, a Holanda já garantiu a sua vaga nas finais. Pra mim, foi merecido. Tanto pelo futebol apresentado (se não é muito bonito, pelo menos é inteligente) quanto pela história. E agora estou torcendo para a Alemanha, apesar de simpatizar muito mais com a Espanha. Mas torço para a Alemanha por um motivo forte: quero ver reeditada a final da Copa de 1974, quando a seleção de Beckenbauer destroçou o carrossel holandês de Cruyff. Título injusto? De jeito nenhum. Aquela selação da Alemanha era uma seleçãozaça. Saca só: Maier, Vogts, Breitner, Schwarzenbeck, Beckenbauer, Grabowski, Overath, Müller, Hoeneß, Bonhof e Hölzenbein. A virada por dois a um da Alemanha foi uma das mais incríveis da história das Copas. E aquele primeiro gol da Holanda foi impressionante. A seleção da Alemanha não conseguiu tocar na bola, até Cruyff ser derrubado na área, e Neeskens converter o pênalti.
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Pois é, hoje está cheio de data redonda para comemorar. Agora, vamos partir diretamente da música para a literatura. Sir Arthur Conan Doyle morreu no dia 07 de julho de 1930, há 80 anos, portanto. Já ligou o nome ao seu personagem principal? Certamente sim, né? Especialmente depois do filme... Conan Doyle foi o criador do detetive Sherlock Holmes. E, por isso, talvez, seja o maior nome da literatura criminal. Bom, se você já viu o filme do Guy Ritchie, apesar de alguns escorregões, deve saber um pouco do que se trata. Mas não deixe de ler ao menos um conto - ou, de preferência, o romance "O cão dos Baskervilles" - de Conan Doyle com o seu personagem mais famoso. É imperdível e talvez você fique viciado.
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"Boa noite, Rio de Janeiro. Eu quero falar algumas coisas aqui. Eu vou falar de mim. Eu tenho mais ou menos 30 anos. Eu sou do signo de Áries. Eu nasci no Rio de Janeiro. Eu gosto da Billie Holiday e dos Rolling Stones. Eu gosto de beber pra caramba de vez em quando. Também gosto de milk shake. Eu gosto de meninos, mas eu também gosto de meninas. Todo mundo diz que eu sou meio louco. Eu sou um cantor numa banda de rock n' roll. Eu sou letrista, e algumas pessoas dizem que eu sou poeta. Agora, eu vou falar de um carinha. Ele tem 30 anos. Ele é do signo de Áries. Ele nasceu no Rio de Janeiro. Ele gosta da Billie Holiday e dos Rolling Stones. Ele é meio louco. Ele gosta de beber pra caramba. Ele é cantor numa banda de rock. Ele é letrista, e eu digo: ele é poeta. Todo mundo da Legião gostaria de dedicar esse show ao CAZUZA."
Nos vinte anos da morte de Cazuza, a primeira coisa que me veio à cabeça foi esse "discurso" do Renato Russo. No dia 07 de julho de 1990, poucas horas após a morte do Cazuza, a Legião Urbana subia ao palco do Jockey Club do Rio de Janeiro para o show de lançamento do álbum "As quatro estações". A apresentação já estava marcada havia meses e Cazuza até chegou a cogitar, poucos dias antes de morrer, de ir ao show. Antes de os alto falantes explodirem com "Há tempos", Renato fez esse "discurso" em homenagem ao amigo morto. Eu nunca vi nenhum show do Cazuza. É uma falha grave no currículo. Só vi Cazuza ao vivo uma vez. Foi no São Conrado Fashion Mall, acho que um ano antes de sua morte. Ele já estava de cadeira de rodas, e cercado por amigos. Parecia feliz, dentro do possível. Queria aproveitar cada segundo da vida louca vida exagerada que lhe escorria pelas mãos.
No ano passado, fiz uma entrevista com Lucinha Araújo. E, claro, falamos muito de Cazuza. Se quiser ler...
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Hoje está cehio de datas redondas para comemorar. E o próximo é um Beatle! Isso, Ringo Starr completa hoje 70 anos de idade, e mais de 50 de ótimos serviços prestados à música. Podem falar que o cara entrou nos Beatles por sorte, que ele era simples em seu estilo, mas isso não importa. Pegue qualquer vídeo dos Beatles e confira: o cara tinha (quer dizer, tem) uma pegada absurda. Tocava bem, e o pouco que compunha era bacana. O problema é que ele fazia parte de uma banda com três dos maiores gênios da música: Paul McCartney, George Harrison e John Lennon. Aí fica difícil para qualquer um. Enfim, os Beatles foram os Beatles por causa desses três gênios e também por causa de Ringo Starr, um dos maiores baterista de todos os tempos.
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E a música brasileira também tem bons motivos para comemorar. Hoje, celebramos o centenário de Luís Barbosa, que tinha em seu chapéu de palha a sua marca registrada. Não, ele não usava o seu chapéu de palha na cabeça. Pelo menos enquanto estava trabalhando. O seu chapéu de palha era uma espécie de pandeiro. Som único. E, por isso, ele é considerado um dos fundadores (senão o fundador) do samba de breque. Em 1933, gravou o primeiro samba de Wilson Batista, "Na estrada da vida". Vale dizer que a lista de compositores interpretados por Luís Barbosa é extensa: Noel Rosa, Ary Barroso, Lamartine Babo, Orestes Barbosa e Nássara. E gravou ao lado de cantores como Sílvio Caldas e Carmen Miranda. Barbosa ainda participou do filme "Alô, alô, carnaval!", de Wallace Downey e Ademar Gonzaga.
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Bom, então vou falar do aniversário de 150 anos de um dos grandes compositores clássicos da história. O austríaco Gustav Mahler nasceu a 07 de julho de 1860. Apesar de ser considerado "supermoderno" pelos seus pares, Mahler era um romântico de carteirinha, como pode ser ouvido em suas sinfonias e, em especial, no "Das lied von der erde". Outro aspecto que diferencia a obra de Mahler é um quê meio sombrio, especialmente em sua sinfonia nº 6. Difícil tentar resumir a obra de Mahler em algumas poucas linhas. A única dica que dou é a seguinte: caso você seja absolutamente neófito na obra desse compositor, escute a Sinfonia nº 8, também chamada de "Sinfonia dos mil", e composta em 1906. É fantástica. Daquelas coisas que fazem valer o nosso dia.
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Ah, que delícia essa música dos Beatles, não? E sabem porque comecei o dia com ela? Porque hoje, dia 07 de julho de 2010, "All you need is love" completa 43 anos. Foi em 1967 que ela foi lançada. E continua mais linda a cada dia que passa. Um dia, vi uma entrevista com o Frejat e ele disse que quando o seu filho nasceu, essa foi a primeira música que ele ouviu. Não vou ter filhos. Prefiro seguir a máxima do Machado de Assis e não transmitir a nenhuma criatura o legado da nossa miséria. Mas, certamente, se o fizesse, imitaria o Frejat.
O LIVRO DA SEMANA: Vocês sabem que estou em clima de Copa, então, estou aproveitando para ler algumas coisas de futebol, quando tenho algum tempo livre - ou durante algum jogo muito chato. E o livro do momento é "Os 100 melhores jogadores brasileiros de todos os tempos", de André Kfouri e Paulo Vinicius Coelho, e com prefácio escrito pelo grande José Trajano. O título já é auto-explicativo, ou seja, o livro apresenta perfis de cem grandes jogadores brasileiros, escolhidos através de votação na internet, em abril de 2009. Tem para todos os gostos: dos obrigatórios Zico, Ronaldo e Pelé aos menos conhecidos (dos mais novos) Canhoteiro, Evaristo, Julinho e Mengálvio. O que eu mais gostei do livro é a leveza dos seus textos. Cada jogador ocupa duas páginas (com direito a ótimas ilustrações de Fraga), e os textos do PVC e do André são concisos e fogem do teor enciclopédico chato. Ao mesmo tempo, eles são muito informativos. Só que, ao invés de amontoar um bando de números e anos, os autores optaram por contar pequenas histórias com alguns números no meio (até mesmo porque futebol sem número não dá). Ou seja, são textos gostosos de ler. Fico muito feliz com essa parceria da ESPN com a Ediouro. Tomara que outros livros saiam. Que tal um "Os 100 maiores jogadores estrangeiros de todos os tempos"? E que tal um livro escrito pelo José Trajano? Ih, aí acho que já seria pedir demais...
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O Linkin Park anunciou hoje que o seu novo single, "The catalyst", chegará às lojas no dia 02 de agosto. Já o álbum "A thousand suns" deve ser lançado em setembro. O último álbum da banda foi "Minutes to midnight" (2007). O Brasil será um dos primeiros países a ver o novo show do Linkin Park, no festival SWU Music and Arts, que acontecerá entre os dias 09 e 11 de outubro, em Itu, São Paulo.
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Acabo de ler no NME que o The Killers vai se reunir para fazer um show amanhã na Casa Branca, por conta das comemorações do dia da Independência dos Estados Unidos. A banda teria sido convidada pelo presidente Barack Obama e topou se reunir, independente do hiato, com os seus integrantes a frente de outros projetos. A apresentação será em homenagem aos militares norte-americanos. "Nós nunca poderíamos pagar os serviços e os sacrifícios dessas pessoas pelo nosso país. Fazer esse show para eles e seus familiares no dia do aniversário da América será um grande prazer", disse Brandon Flowers. O show será transmitido ao vivo pelo site da Casa Branca, mas não encontrei em lugar nenhum (nem no site, nem no NME e nem em nenhum outro site) o horário. Por isso, os fãs devem ficar atentos.
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A vencedora do sorteio do DVD "Ao vivo", d'O Rappa, é Izabela Freitas. Entrarei em contato por e-mail com a vencedora, e agradeço a todos os que participaram da promoção. Em breve farei sorteio de alguma outra coisa.
UMA MÚSICA PRO FINAL DE SEMANA: "Jesus wants me for a sunbeam", The Vaselines.
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Os fãs do Foo Fighters podem tirar a poeira do primeiro CD da banda ("Foo Fighters"), que deve estar meio encostadão na prateleira e colocá-lo para rodar a todo volume. Isso porque, amanhã, vai fazer 15 anos que "Foo Fighters" chegou às lojas. E olha só a relação de faixas desse álbum: "This is a call" (abaixo), "I'll stick around", "Big me", "Alone + Easy target", "Good grief", "Floaty", "Weenie Beenie", "Oh, George", "For all the cows", "X-Static", "Wattershed" e "Exhausted". Começaram bem, né?
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E já que hoje foi dia de goleada na Copa do Mundo, lembro aqui que amanhã fará 90 anos da maior goleada da história do clássico Corinthians x Santos. Sabe quanto terminou o jogo? Onze a zero para o Corinthians! Imagina uma coisa dessas acontecer nos dias de hoje?
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Agora vamos partir para as comemorações de amanhã, dia 04 de julho, o dia da Independência dos Estados Unidos. E o que tem de bom, hein? Vamos continuar no futebol? Bom, quem lê esse blog sabe que eu estava torcendo para a Argentina nessa Copa. Mas, depois da goleada incontestável da Alemanha hoje, não dá nem para ficar triste. (Ainda mais se formos levar em consideração que essa mesma Alemanha despachou a seleção inglesa de goleada também.) Engraçado que em 1954 e em 1974, quando ganhou a Copa pelas primeiras duas vezes, a Alemanha nunca era a favorita. Em 1974, ganhou da favoritíssima Holanda, que contava com craques como Cruyff, Rensenbrink (logo aí embaixo), Kroll, Neeskens, Rep e de Jong. Em 54, para levantar a taça, teve que bater o timaço húngaro de Puskás, Czibor, Kocsis e Hidegkuti. E amanhã, dia 04 de julho de 2010, fará 56 anos que a Alemanha (à época, Ocidental) detonou essa seleção e foi campeã do mundo pela primeira vez, com craques como Turek, Liebrich, Morlock, Schäfer e Fritz Walter.
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Quem torceu para a seleção do Dunga não deve estar querendo ver nem uma laranja lima na frente. Mas hoje quero lembrar aqui do aniversário (63 anos) de um dos grandes craques da "Laranja Mecânica", geração 74/78: Rob Rensenbrink. Pela Holanda, ele foi vice-campeão nas duas Copas do Mundo e terceiro colocado na Eurocopa 1976. Nas Copas, marcou seis gols (um em 74 e cinco em 78), inclusive o de número mil das Copas, contra a Escócia, em 1978.
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Agora eu vou falar de cinema. E do filme que mais marcou a minha infância ever: "De volta para o futuro". Olha, vou dizer que perdi as contas de quantas vezes vi esse filme, especialmente o primeiro. Posso dizer que foi umas 30, e mesmo assim, estarei sendo modesto. Meu sonho era ser Marty McFly (Michael J. Fox) e ter um amigo que nem o Dr. Emmett Brown (Christopher Lloyd). Vou dizer que, quando revejo o primeiro filme, sempre fico arrepiado com aquela cena que o cientista se levanta após ser baleado. O dois também é muito legal, com a viagem para o futuro. Mal imaginávamos que aquele futuro, de fato, chegaria tão rapidamente. O três, no velho oeste, eu acho o mais caído, mas, mesmo assim, revendo-o uns três anos atrás, eu gostei bastante. Pena que não teve continuação. Se bem que, pensando melhor, ainda bem que não teve. Corria o risco de ficar chato e repetitivo. Ah, e antes que eu me esqueça, hoje faz 25 anos da estreia do primeiro "De volta para o futuro".
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Outro que foi lá pra cima no dia 03 de julho foi Jim Morrison, vocalista do The Doors. Jim morreu no dia 03/07/71 dentro da banheira de sua casa, em Paris. Ninguém tem certeza sobre os motivos da morte do cantor e compositor. Drogas? Assassinato? A única certeza é a falta que ele faz mesmo. Com o The Doors, compôs grandes clássicos e entrou para a história do rock. Assim como Brian Jones, Jim morreu aos 27 anos de idade.
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O dia 03 de julho ficou muito marcado para o rock, mas para um lado ruim. Duas das grandes lendas - lendas mesmo, sem exagero - do rock partiram dessa para melhor no dia 03 de julho. O primeiro foi Brian Jones, guitarrista dos Rolling Stones, que foi encontrado afogado na piscina de sua casa em 03/07/69. (Na mesma residência morou o escritor A. A. Milne, o criador do Ursinho Pooh.) Jones gravou com os Stones alguns dos grandes álbuns da banda entre 1964 e 69, como "Out of our heads" (65), "Aftermath" (66), "Beggar's banquet" (68) e "Let it bleed" (69). Nesse último, ele já não tinha mais condição de continuar na banda, por conta de seu vício em todo tipo de droga, e acabou substituído por Mick Taylor.
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E hoje tem um cara muito bacana fazendo 50 anos: Vince Clarke. Os fãs do Erasure e do Depeche Mode o conhecem muito bem. Clarke foi um dos fundadores do Depeche Mode, e compositor dos principais sucessos iniciais do conjunto, como "New life" e "Just can't get enough". Quando a banda começou a fazer sucesso, Clarke pulou fora e formou o Yazoo e, após, o The Assembly. Em 1985, finalmente, ao lado de Andy Bell, formou o Erasure, que fez muito sucesso no final da década de 80 e início de 90.
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Bom dia, povo! O que temos para o sabadão de sol além da derrota da Argentina, hein? Hoje, dia 03 de julho, é o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial. Foi nesse mesmo dia, no ano de 1951, que foi aprovada a Lei nº 1.390, também conhcida como Lei Afonso Arinos, através da qual foi instituído o crime de racismo.
Green Day tocando Rolling Stones? Aguenta quantos segundos?
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Mais uma do The National: saca só o vídeo de promoção do show deles que será transmitido via YouTube. Engraçado que vendo o The National hoje, imagino a banda com a mesma integridade e coerência (alô, Dunga!) daqui a 20 anos. Que nem um grupinho aí chamado R.E.M., não por acaso, um dos maiores da atualidade.
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Esse texto poderia ter saído da minha cabeça. Concordo com cada vírgula. Acho que só trocaria o "Dirty Deeds Done Dirt Cheap" pelo "A night at the opera", do Queen.
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Estão dizendo por aí que o primeiro álbum solo do Brandon Flowers, que vai se chamar "Flamingo", terá a produção de Stuart Price (responsável pelo "Day & age", do The Killers), Brendan O'Brien (Pearl Jam, Bruce Springsteen, AC/DC, entre outros) e Daniel Lanois (U2 e, principalmente, o clássico dos clássicos "Time out of mind", do Bob Dylan). Eu jurava que não ia perder mais de três minutos e meio com esse álbum, mas agora vou ouvi-lo com mais atenção. E se "Flamingo" for ruim, mesmo com esse time de produtores, eu não terei mais dúvidas que o The Killers é um dos maiores engodos dos últimos tempos.
Eu nem sei se já havia postado esse vídeo aqui. Mas "Blood buzz Ohio", do The National, para mim, já é a música do ano. Até agora, "High violet", o novo álbum deles, que chegou às lojas britânicas na segunda pessada, já é o terceiro mais vendido por lá.
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A quem interessar possa - e a mim não interessa nem um pouco - foi revelada hoje a capa do novo álbum do Limp Bizkit, "Gold cobra", que sai em setembro. Está aí em cima.
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Alguém aqui quer comprar a casa do Truman Capote? Será que a inspiração de "A sangue frio" e "Bonequinha de luxo" está incluída no preço?
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Ontem eu estava ouvindo, pela milionésima vez, o álbum "London calling", do The Clash. Tenho em K7, vinil e duas versões em CD. Recentemente comprei a terceira, que é a edição comemorativa de 30 anos. O atrativo é o DVD bônus com um documentário. Vou dizer que vale a pena. Em mais ou menos 35 minutos, os integrantes da banda destrincham o álbum, de sua concepção até a clássica foto da capa (e suas relações com a capa do primeiro disco de Elvis Presley). Uma boa aula que seria muito bem vinda aos fãs do punk de boutique do Green Day. Além do documentário, que se chama "The last testament" (conforme explicado no vídeo, esse seria o título original de "London calling"), há imagens das gravações (especialmente do produtor Guy Stevens destruindo cadeiras de plástico) e vídeos de "Train in vain", "London calling" e "Clampdown". No encarte, uma observação curiosa: "Este DVD não contém legendas em português". Não é verdade. O documentário e os extras possuem legendas não só em português, como em inglês. Estou cansado de ver as gravadoras se "esquecerem" de avisar que determinado DVD não tem legenda. Mas nunca vi dizer que não tem legenda quando, na verdade, tem. Na certa, ninguém na Sony Music se deu ao trabalho de colocar o vídeo no DVD-player e ver se realmente tem legenda. Não sei o que é pior: omitir uma informação ou o desleixo.
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Agora, falando um pouquinho de futebol. No dia 12 de maio de 2001, morreu Valdir Pereira. Ou o "princípe etíope". Ou, simplesmente, Didi. Eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 1958, quando o Brasil faturou o seu primeiro título mundial, Didi também foi campeão no Chile, em 1962, e inventou o famoso chute "folha-seca". Na final da Copa de 58, a cena mais emblemática foi protagonizada pelo jogador, quando, logo após a seleção brasileira levar o primeiro gol, antes dos cinco minutos de jogo, Didi apanhou a bola no fundo da rede e caminhou calmamente até o meio de campo. Ele já devia saber que o Brasil seria campeão. A imprensa estrangeira, durante a Copa, apelidou Didi de "Mr. Football". Didi jogou no Botafogo, no Fluminense, no Real Madri, e foi técnico da seleção do Peru, durante o Mundial do México.
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Já "Exile on main st.", dos Rolling Stones, completa 38 anos hoje. Lançado a 12 de maio de 1972, o álbum é um dos mais cultuados da carreira da banda britânica. Para conhecer bem o disco, recomendo o livro "Uma temporada no inferno com os Rolling Stones", de Robert Greenfield, que, em 240 páginas, conta toda a história da gravação desse clássico, que tem entre as suas faixas coisas como "Rocks off", "Tumbling dice", "Sweet Virginia", "Happy", "All down the line" e "Shine a light". Sobre o álbum, o guitarrista Mick Taylor disse: "Acho que era só um bando de músicos chapados amontoados em um porão, tentando fazer um disco". Simples assim.
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E hoje dois grandes álbuns de rock fazem aniversário. O primeiro é "Are you experienced",de Jimi Hendrix. O disco de estreia do guitarrista foi lançado em 1967, e sente só as faixas: "Foxy lady", "Manic depression", "Red house", "Can you see me", "Love or confusion", "I don't live today", "May this be love", "Fire", "Third stone from the sun", "Remember" e "Are you experienced?". Precisa dizer mais alguma coisa? Faça um favor a si mesmo. Vá ouvir o álbum agora. É o que estou fazendo.
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Hoje também é dia de Bebel Gilberto soprar as velinhas. A cantora, filha de João Gilberto e de Miúcha, e que colocou a sua voz em músicas como "Bim Bom" (de seu pai), "Chica Chica Boom Chic" (de Harry Warren e Mack Gordon) e "So nice", versão em inglês para "Samba de verão", dos irmãos Paulo Sérgio e Marcos Valle. Vale mencionar também que Bebel é co-autora (juntamente com Cazuza e Dé Palmeira) de "Preciso dizer que te amo", uma das músicas de amor mais bonitas do país.
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Quem também faz aniversário hoje é o guitarrista e tecladista Steve Winwood, que fez parte de bandas como Traffic, Spencer Davis Group e Blind Faith. Ele também gravou com artistas como Marianne Faithfull, David Gilmour, Paul Weller, George Harrison e Billy Joel. Entre as suas composições estão "Hard to cry today", "Pearly queen", "No face, no name, no number" (essas duas últimas com Jim Capaldi), "Split decision" (com Joe Walsh) e, claro, "Can't find my way home".
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E quem completa 82 anos é o grande maestro e compositor Burt Bacharach. Ex-pianista da banda de Marlene Dietrich, Bacharach teve as suas canções interpretadas por meio mundo, como Aretha Franklin, Dusty Springfield e Dionne Warwick. E que canções são essas? "The look of love", "Alfie", "(They long to be) Close to you", "Walk on by", "Raindrops keep falling on my head", "What's new, pussycat", "What the world needs now is love"... E mais dezenas, dezenas e dezenas... Parabéns, Burt!
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Bom, e para hoje, dia 12 de maio? O que é que tem, hein? Além do dia do enfermeiro (uma profissão que, a cada dia que passa, ganha mais a minha admiração), hoje comemoramos o nascimento do maior puxa... (ops, puxador é "quem puxa carro ou puxa fumo", já dizia o próprio), intéprete de samba na avenida da história. Mangueirense até o fundo da alma, além dos sambas de sua escola, Jamelão interpretou canções de autoria própria, como "Quem samba fica" (parceria com Tião Motorista) e "Eu agora sou feliz" (com Mestre Gato). Jamelão nasceu em 1913. Salve ele!
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Bom dia, pessoal! E a convocação do Dunga, o patriótico que vende cerveja, hein? Já deu né? Não vou falar nada aqui sobre isso, até mesmo porque não entendo nada de nada, muito menos de futebol. Fico apenas com as palavras de Tostão, hoje, na Folha de S.Paulo. Assino embaixo de cada palavra do Mestre: "O Brasil já está definido, na estratégia, no esquema tática e praticamente na escalação. Não gosto de seleções prontas com antecedência. As grandes seleções são as que se tornam grandes durante a competição. Surpreendem e encantam." Eu só digo uma coisa: prefiro rever o Brasil x Itália de 1982, mesmo com a eliminação do Brasil, do que o Brasil x Itália de 1994, aquele jogo chatérrimo que o Brasil ganhou nos pênaltis, e tinha como seu "maestro" um tal de... Ah, deixa pra lá o nome desse cara.
O Music Radar fez uma enquete para eleger o melhor álbum de heavy metal de todos os tempos. Deu "Master of puppets", do Metallica, na cabeça. A classificação, em ordem crescente, foi a seguinte: 1) Metallica - "Master of puppets" (1986); 2) Iron Maiden - "The number of the beast" (1982); 3) Guns n' Roses - "Appetite for destruction" (1987); 4) Metallica - "Ride the lightning" (1984); 5) Slayer - "Reign in blood" (1986); 6) Megadeth - "Rust in peace" (1990); 7) Black Sabbath – "Paranoid" (1970); 8) AC/DC - "Back in black" (1980); 9) Pantera - "Vulgar display of power" (1992); e 10) Iron Maiden – "Powerslave" (1984).
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"AND THE OSCAR GOES TO": O site Gigwise fez uma votação entre os seus leitores para eleger a música de protesto mais importante de todos os tempos. O top 5 foi o seguinte: 5) "Ohio" (Crosby, Stills, Nash & Young); 4) "Eve of destruction" (Barry McGuire); 3) "Give peace a chance" (John Lennon); 2) "Strange fruit" (Billie Holiday); e 1) "What's going on" (Marvin Gaye).
#medo:Jack White anunciou que quer gravar um álbum com Jay-Z.
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Como é que Noel e Liam Gallagher permitiram essa tosqueira??
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Está difícil conseguir assistir ao videoclipe de "Not myself tonight", de Christina Aguilera. Dizem que está uma cópia só de "Bad romance", da Lady Gaga.
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MAIS UM: Depois do baterista Ronnie Vanucci, agora é a vez de Brandon Flowers, vocalista do The Killers, anunciar o seu projeto paralelo. O site oficial da banda informa que o álbum solo de Flowers, "Flamingo", is "coming soon". Flowers nega que o grupo esteja se separando.
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Mas o dia 30 de abril também guarda alguma tristeza para os brasileiros. Nesse dia, em 1991, morria Gonzaguinha, reconhecidamente um dos maiores compositores da história de nossa música. Os seus sucessos foram inúmeros: "Sangrando", "O que é, o que é", "Grito de alerta", "Ponto de interrogação", "É", "Espere por mim, morena"... O carioca do morro de São Carlos foi gravado por muita gente, especialmente Simone e Maria Bethânia. Transitando entre as canções de protesto e as de amor, Gonzaguinha era o cara que conseguia escrever versos como "Você deve rezar pelo bem do patrão / E esquecer que está desempregado" e "Há um lado carente / Dizendo que sim / E essa vida da gente / Gritando que não". Por isso que ele faz tanta falta.
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E 28 anos sem Bangs e 27 sem Muddy Waters. No dia 30 de abril de 1983, o"pai do blues de Chicago" partia lá pra cima, deixando clássicos como "Rollin' Stone", "Hoochie Coochie Man", "Mannish Boy" e "Got My Mojo Working". A sua obra é constantemente revivida por artistas como Eric Clapton, Jeff Beck e os Rolling Stones, que, volta e meia, incluem alguma música de Waters no repertório de seus shows.
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Hoje completamos 28 anos sem a presença de Lester Bangs. Quem escreve ou lê sobre música sabe muito bem da importância desse cara, um dos maiores críticos de rock. O seu livro "Psychotic reactions" (que foi lançado no Brasil há uns cinco anos com o título, acho!, "Reações psicóticas") é obrigatório para qualquer um que queira se aventurar no jornalismo musical - ou simplesmente goste de ler bons textos sobre música. E para os que não têm saco de ler, recomendo o filme "Quase famosos", inspirado em Bangs.
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Quem faz 77 anos hoje é Willie Nelson, um dos expoentes da música country. Com quase uma centena de discos lançados, Willie Nelson gravou algumas pérolas como "Stardust", faixa-título de seu álbum de 1978, cujo bolachão era um dos mais ouvidos pelo meu pai quando eu tinha meus 4, 5 anos.
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E hoje, dia 30 de abril de 2010, começaremos por onde? Molinho, molinho... Hoje é aniversário de Dorival Caymmi, o gênio da raça da Música Popular Brasileira. O maior de todos. Se vivo fosse, Mestre Dorival estaria completando 96 anos. Em 30 de abril de 2004, senti uma das maiores emoções da minha vida. Dorival Caymmi fazia 90 anos, e seus filhos, Nana, Dori e Danilo apresentaram um show no Canecão com a presença do pai na primeira fila. Desse espetáculo, um flash nunca sai - e nunca vai sair - da minha cabeça. Dorival Caymmi já não tinha forças para cantar acompanhando os filhos em cima do palco. Durante "Saudade da Bahia", mais especificamente nos versos "Pobre de quem acredita / Na glória e no dinheiro para ser feliz", olhei para o lado e vi Dorival, com os olhos marejados, cantando a letra, baixinho. Fechei os olhos e, não sei como, as vozes de Dori, Nana e Danilo desapareceram. Naquele momento, só conseguia ouvir Dorival Caymmi sussurrando aqueles versos no meu inconsciente. Sei que pode parecer pretensão minha. Mas ninguém me tira da cabeça que, naquele dia, Dorival Caymmi cantou somente para mim no Canecão.
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Hoje eu quero começar com uma história que eu ri muito ontem. Recebi um e-mail da Fnac, com o título: "Associado Fnac ganha Blu-ray do 'Avatar'. Saiba como!" Na minha ignorância profunda, imaginei que a loja mandaria um BD para cada um de seus associados. Tipo presentinho mesmo. Mas descobri que não. O associado da Fnac pode sim ganhar um BD do "Avatar". Mas tem que fazer o seguinte: comprar uma TV LCD Full HD de 42 polegadas mais o leitor de BD da Panasonic. Tudo isso por R$ 3.599,00. Aí sim o associado pode levar o filme para casa.