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22 de abr. de 2010

Cabral & Cabralzinho, Jack Nicholson, Frampton, Mano Brown, Muse & Nirvana, Rush, Green Day, Fratellis, Malcolm, Hold Steady, Danger Mouse, Rufus

"NO CLAPS, PLEASE": Rufus Wainwright baixou um comunicado pedindo que seus fãs não aplaudam entre as canções na primeira parte de seu show. "Rufus pede que você não aplauda enquanto ele não deixar o palco", diz o comunicado da prima donna.

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Sai na segunda semana de julho o álbum gravado por Danger Mouse, Mark "Spaklehorse" Linkous e David Lynch.

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Eu até que gostei dessa música nova do The Hold Steady. "Hurricane J" é o primeiro single de "Heaven is whenever", que sairá no mês que vem.



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MALCOLM: Até o funeral do cara é punk.


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JÁ?: A banda The Fratellis anunciou a sua dissolução. A banda surgiu na cidade de Glasgow, na Escócia, em 2006. O seu primeiro álbum, "Costello music" (2006) foi bem bacana, com enérgicas (e boas) canções como "Chelsea dagger" e "Flathead". O segundo trabalho, "Here we stand", já demonstrou um sinal de esgotamento, com uma sonoridade bem repetitiva e letras bem fraquinhas. O teste do segundo disco é cruel para muitas bandas. E o Fratellis foi uma delas. Descanse em paz.

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A coluna de Mônica Bergamo informa que o Green Day já fechou contrato para se apresentar em São Paulo e no Rio de Janeiro, no mês de outubro.

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NA MÁQUINA DO TEMPO: Em entrevista a Rolling Stone, Geddy Lee informou que o Rush lançará canções inéditas - provavelmente duas - antes da turnê que começará em julho, nos Estados Unidos e no Canadá. Em processo de composição das músicas que farão parte do novo disco da banda (com data de lançamento ainda indefinida), Geddy Lee e seus companheiros decidiram sair em turnê ("Time machine tour") para apresentar a íntegra do clássico álbum "Moving pictures", além de algumas surpresas. O Rush é uma das bandas que mais trabalha. Por isso que está cada dia melhor.

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No fim de semana passado, o Muse fez uma versão de "School", do Nirvana. Andei procurando o vídeo no Youtube para postar aqui, mas só achei hoje. O que vocês acharam?



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Parabéns também ao Mano Brown, do Racionais MC's. Um dos rappers mais importantes do país completa hoje 40 anos.



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Quem também sopra velinhas hoje é Peter Frampton, que completa 60 anos. "I want you to show me the way, everyday... I want you to show me the way, night and day....."



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Hoje o grande Jack Nicholson completa 73 anos. O que eu mais gosto nele é a sua capacidade de fazer qualquer tipo de papel muito bem: comédia, drama, policial, coringa... Mas, cá pra nós, nada como ver o Jack Nicholson em uma comédia. "Melhor é impossível" e "Alguém tem que ceder" são dois dos melhores filmes que já vi na minha vida.



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OLHA ELES RINDO DA SUA CARA:

Bom dia, povo. Sonharam muito? E o que foi o dia de ontem aqui no Rio de Janeiro, hein? E o pior é que tive que vir a Botafogo. Já viu, né? Foi o tal dia D da Igreja Universal. Mas também podia ser o dia D da Desordem. Enquanto o Rio estiver nas mãos de Cabral e de Cabralzinho, será assim mesmo. A culpa é sempre dos outros, e nada é com eles... Ficam sabendo do caos pelos jornais e depois pedem desculpas. Será que eles mandaram prender os fiéis que mijaram e emporcalharam a Enseada de Botafogo? Não, né... As eleições estão aí... Essa é a cidade das Olimpíadas, o país da Copa do Mundo. E o pior é que tem gente que ainda acha que está tudo bem... Choque de ordem no governo desses dois!

21 de ago. de 2008

THE FRATELLIS ATACAM RAZORLIGHT E THE KOOKS

Em uma coluna no jornal Daily Star, a banda escocesa não deixou barato para o líder do Razorlight, Johnny Borrell, e para o The Kooks. Segundo os Fratellis, a banda não consegue se conter quando escuta alguma canção do Razorlight.

“Nós estávamos dirigindo nos arredores de Londres e ‘America’ começou a tocar no rádio. Por alguma razão, ninguém sabe o porquê, nós explodimos em gargalhadas precisamente ao mesmo tempo. Johnny Borrell é um galo,” escreveu a banda no jornal.

Na mesma coluna, o The Fratellis afirmou que a música dos seus colegas do The Kooks é “horrível”.

Os Fratellis se apresentarão nesse fim de semana nos festivais de Reading e Leeds, na Inglaterra.

2 de ago. de 2008

CD: “HERE WE STAND” (THE FRATELLIS) – THE FRATELLIS ESBARRAM NO DESAFIO DO SEGUNDO ÁLBUM

O maior temor que uma banda relativamente nova pode ter é o tão falado segundo disco. Imagina você que tem uma banda há uns cinco anos e é contratado por um grande selo para gravar o primeiro álbum. Lógico que tudo o que a sua banda fez de melhor nesses cinco anos estará no álbum de estréia. Aí, ele é muito elogiado, vende bastante e você e seus companheiros entram em uma incessante turnê, até que... chega a hora de gravar o segundo disco.

Já que não dá para sentar e chorar, o jeito é se trancar no estúdio e se virar com algumas coisas que o tempo permitiu que você compusesse durante a turnê. Várias bandas conseguem se superar no segundo disco – e as que conseguem, geralmente tem um bom futuro –, mas a maioria fica pelo caminho.

Com “Here We Stand”, essa parece ser a história da banda escocesa The Fratellis. O primeiro trabalho do conjunto (“Costello Music”) foi um dos melhores discos lançados em 2006. Obviamente o público vai exigir algo no mínimo igual (no sentido de ‘mesma qualidade’) para o segundo álbum.

“Here We Stand” é um disco igual a “Costello Music”. Mas não igual no sentido acima, mas sim igual no sentido de ‘repetitivo’. Tirando uma canção ou outra, o que se ouve no novo trabalho da banda escocesa é mera repetição do que foi feito no primeiro disco, em uma terrível sensação de ‘déjà ouvi’. O que é uma pena, porque um grupo que grava coisas como “Chelsea Dagger” e “Henrietta”, em seu primeiro álbum, e ainda leva um BRIT Awards da BBC, está muito longe de ser ruim. Mas fato é que o charme, a energia e a alegria de “Costello Music” simplesmente desapareceram. Muito da graça das letras foi perdido (apesar de as mesmas continuarem falando de bebedeiras, mulheres e festas) e a sensação de que a banda ficou no meio do caminho entre o som dos anos 70 e o atual dos 00 é latente.

Apesar de tudo isso, “Here We Stand” ainda pode ser considerado um disco com algumas boas canções. O maior exemplo é o seu primeiro single, “Mistress Mabel”. No melhor estilo ‘Elton John dos anos 70’, Barry Fratelli, Mince Fratelli e Jon Fratelli, com um riff de guitarra poderoso, construíram um hit certeiro. “Look Out Sunshine”, apesar de não ter muito conteúdo, tem cara de ‘hit de verão dos anos 90’ também. O mesmo caminho segue “A Heady Tale”, que com seu pianinho esperto, guitarra country e letra engraçadinha mais parece uma repetição de outras músicas do disco. Talvez em um ‘pub’ na Escócia, depois de algumas cervejas, o ouvinte não consiga mais notar diferença alguma...

Outro bom momento é a faixa de abertura, “My Friend John”. Com um riff de guitarra semelhante ao estilo dos Arctic Monkeys, a música acaba dando a (falsa) impressão de que “Here We Stand” vai decolar, o que, de fato, não acontece. “Lupe Brown”, já lá no finalzinho do disco, poderia servir de trilha-sonora para alguma comédia pastelão filmada no verão californiano, daquele tipo que o ‘nerd’ da galera se dá bem no final com a loira gostosona. Mas mesmo assim, é uma música razoável. O encerramento com “Milk And Money”, com as suas variações rítmicas, também não desce mal. A retrô “Babydoll”, por ser parecida demais com as melhores canções de “Costello Music”, também é outra que sai no lucro em “Here We Stand”. Já “Tell Me a Lie”, na qual a banda mistura rock e blues, chega a lembrar um pouquinho a sonoridade do The White Stripes, e isso é um elogio.

Por sua vez, “Stragglers Moon” é a coisa mais chata que o The Fratellis já gravou, e “Acid Jazz Singer” também não fica muito atrás.

Como já foi dito, “Here We Stand” não pode ser considerado um disco ruim, mas é muito, muito pouco para o The Fratellis. Ainda bem que o mercado de discos estrangeiro é mais paciente que o nosso. Porque eles têm competência de sobra para se redimir. A maior prova disso é o ótimo “Costello Music”.

Abaixo, um vídeo com a apresentação ao vivo de “My Friend John”, no programa de Jools Holland, em maio passado.

Cotação: ***

13 de jul. de 2008

RAGE AGAINST THE MACHINE, THE KOOKS, KAISER CHIEFS E THE FRATELLIS NA SEGUNDA NOITE DO T IN THE PARK

A platéia do Reino Unido não tem mesmo do que reclamar. Além do festival Oxegen, que acontece na Irlanda, no mesmo fim de semana está ocorrendo o T In The Park, o principal festival escocês de música. E na noite de ontem – a segunda do festival, os grandes destaques foram as bandas Rage Against The Machine, The Kooks, Kaiser Chiefs e The Fratellis.

The Fratellis – A banda escocesa jogou literalmente em casa no T In The Park. A penúltima atração do palco principal do evento não decepcionou o seu grande público e mandou os seus maiores sucessos, como “Chelsea Dagger” (que foi responsável pelo maior coro da platéia na noite de ontem e acabou se tranformando, segundo a New Musical Express, no “hino do festival”), “Baby Fratelli” (vídeo abaixo) e “Milk And Money”, que encerrou a apresentação.
O roteiro do show do The Fratellis foi o seguinte:
1) “Mistress Mabel”
2) “Flathead”
3) “Look Out Sunshine”
4) “Baby Fratelli”
5) “Shameless”
6) “Ole Black 'n' Blue Eyes”
7) “Got Ma Nuts From A Hippy”
8) “Tell Me A Lie”
9) “Whistle For The Choir”
10) “My Friend John”
11) “Henrietta”
12) “A Heady Tale”
13) “Chelsea Dagger”
14) “Milk And Money”



The Kooks – O baterista da banda inglesa, Paul Garred, não pôde participar do show de ontem na Escócia porque machucou o seu braço. Em seu lugar, tocou o baterista chamado de ‘Nick’ pelo vocalista, que explicou sucintamente: “Paul f#!$% o seu braço”. No repertório, sucessos do The Kooks, como “Always Where I Need To Be” (vídeo abaixo), durante a qual o vocalista se jogou na platéia. Antes disso, Pritchard apresentou versões acústicas (com somente ele ao violão) de “Seaside” e “See The Sun”.



Kaiser Chiefs – A banda, que se apresentou no BBC Radio 1 / NME Stage, “tentou sufocar” o Rage Against The Machine”, que tocava, no mesmo horário no palco principal. A banda de Leeds tocou os seus maiores sucessos, incluindo “Ruby”, “I Predict A Riot” e “Oh My God”, juntamente com músicas novas, que estarão presentes no próximo álbum da banda, produzido por Mark Ronson. O vocalista Ricky Wilson também se jogou na platéia, durante a execução da primeira música do roteiro, “Everything Is Average Nowadays” (vídeo abaixo). Antes de cantar “'Na Na Na Na Na”, o vocalista pediu para que os fãs berrassem bem alto, de forma que o Rage Against The Machine pudesse ouvi-lo do outro lado. A banda encerrou a apresentação de forma apoteótica, com o single “Oh My God”.
O repertório do concerto foi o seguinte:
1) “Everything Is Average Nowadays”
2) “Every Day I Love You Less And Less”
3) “Heat Dies Down”
4) “Na Na Na Na Na”
5) “Never Miss A Beat”
6) “Ruby”
7) “Thank You Very Much”
8) “You Want History”
9) “Modern Way”
10) “Retirement”
11) “Half The Truth”
12) “I Predict A Riot”
13) “The Angry Mob”
14) “Take My Temperature”
15) “Oh My God”



Rage Against The Machine – A banda, depois de oito anos sem se apresentar na Grã-Bretanha, foi a headliner do palco principal na noite de ontem do T In The Park. No show, cheio de referências políticas, o vocalista Zack de la Rocha disse que George Bush deveria ser julgado como criminoso de guerra. Sucessos como “Bombtrack” e “Renegades Of Funk”, incentivaram a platéia a praticar o ‘moshing’, com as pessoas se jogando uma em cima das outras. Zack de la Rocha e o guitarrista Tom Morello demonstraram uma energia digna de uma banda iniciante em cima do palco, segundo a crítica britânica presente ao festival. No bis, a banda atacou com “Freedom” e “Killing in the Name”, com o seu refrão (“Fuck you, I won't do what you tell me!”) devidamente berrado pela platéia. O New Musical Express qualificou o show como “memorável”.
O setlist segue abaixo:
1) “Testify”
2) “Bulls On Parade”
3) “People Of The Sun”
4) “Bombtrack”
5) “Vietnow”
6) “Know Your Enemy”
7) “Bullet In The Head” (vídeo abaixo)
8) “Renegades Of Funk”
9) “Guerrilla Radio”
10) “Calm Like A Bomb”
11) “Sleep Now In the Fire”
12) “Wake Up”
13) “Freedom”
14) “Killing In The Name”

28 de mai. de 2008

RÁPIDAS

O Gorillaz, banda virtual idealizada por Damon Albarn e Jamie Hewlett, será a responsável pela trilha sonora da cobertura da BBC das Olimpíadas de Pequim, que acontecerão entre os dias 08 e 24 de agosto. Imagens animadas dos “integrantes” da banda baseadas no folclore chinês também serão usadas pela BBC. A seqüência de animação e música terá a duração de dois minutos, mas a emissora vai editar outras menores para a sua transmissão.

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Os membros originais do Simple Minds vão trabalhar juntos novamente pela primeira vez em 27 anos. No mês que vem, eles entrarão em estúdio para a gravação de um novo álbum. Brian McGee, Derek Forbes, Mick McNeil, Jim Kerr e Charlie Burchill já fizeram o esboço de pelo menos duas canções. “Claro que estou excitado com a perspectiva de trabalhar com os outros integrantes originais da banda mais uma vez. Eu sempre acreditei que um dia teríamos a oportunidade de fazer isso. Temos muito a viver, mas também temos a intenção de nos divertir na tentativa de gravar esse disco”, afirmou o vocalista Jim Kerr.

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O fundador do Van Halen, baixista Michael Anthony, formou uma super-banda, composta pelo vocalista Sammy Hagar (que também cantou no Van Halen), o guitarrista Joe Satriani e o baterista Chad Smith, que aproveita o recesso do Red Hot Chili Peppers. A banda, que vai se chamar Chickenfoot, entra em estúdio em junho para gravar um álbum. Já existem algumas canções compostas. “Nós escrevemos oito, nove músicas. Quando as pessoas ouvem, parece o Led Zeppelin. É tão bom quanto eles. Eu sei que é uma afirmação ousada, mas nós podemos rivalizar com eles”, disse Hagar.

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A banda The Fratellis apresentou oito novas músicas durante um show intimista ontem em Londres. A apresentação serviu para comemorar o lançamento do novo single da banda, “Mistress Mabel”. O nome do disco será “Here We Stand” que tem, entre suas faixas, “Heady Tale” e “Shameless”, ambas muito aplaudidas no show de ontem. Durante a apresentação, o vocalista Jon Fratelli brincou: “É estranho nós tocarmos novas canções antes do lamacento do álbum”. Músicas do primeiro disco, “Costello Music”, como “Chelsea Dagger” e “Flathead” também fizeram parte do roteiro.

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A cantora Duffy apoiou a escolha de Jay-Z para fechar o festival de Glastonbury, no dia 28 de junho. Ela disse que não entende o porquê da escolha do rapper ter sido tão criticada por Noel Gallagher, guitarrista do Oasis. Em entrevista ao site do festival, Duffy disse que, dentre todos os shows do evento, a apresentação de Jay-Z é a que mais lhe traz ansiedade. “Eu acho que ele é um grande músico. Fiquei intrigada com as críticas que recebeu. Não penso que a sua apresentação seja um problema. Eu já vi um show dele e posso afirmar que foi um dos melhores a que já assisti”, disse.

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A banda 3 Doors Down alcançou o primeiro lugar da parada da Billboard nessa semana. O seu álbum, cujo título é o mesmo nome da banda, vendeu 154 mil cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de vendas. Para a semana que vem, a expectativa é a de que o novo disco de Usher, lançado hoje, chegue ao topo da parada norte-americana. “Here I Stand” vendeu 146 mil cópias apenas no seu primeiro dia de vendas.