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7 de jul. de 2011

“All you need is love” e os 71 anos do Ringo; os 21 sem Cazuza e o dia que o Brock morreu; os 5 sem Syd; o clipe do Arctic Monkeys;e o Muse no espaço!



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Aêê... Bom, começar o dia com “All you need is Love”, dos Beatles, não? Pois é, hoje faz 44 anos que essa música foi lançada. Recentemente, tive a oportunidade de assistir ao espetáculo “Love”, do Cirque Du Soleil em homenagem aos Beatles. Nunca imaginei que um dia fosse capaz de elogiar algo tão chato e pedante quanto o Cirque Du Soleil, mas o final de “Love”, com “All you need is Love”, é emocionante. Um dia eu ouvi o Frejat falar que, quando o seu filho nasceu, o levou para o quarto e ligou essa música.

Todos deveriam fazer o mesmo.

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E já que estamos falando de Beatles... Vamos comprar um bolo, separar 71 velinhas e cantar parabéns para Ringo Starr, o baterista mais sortudo e, ao mesmo tempo, injustiçado do mundo.



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Falta pouco pra gente ver isso ao vivo no Brasil, né não??

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Voltando um pouco mais no tempo, hoje faz 55 anos que Duke Ellington gravou um de seus álbuns mais importantes – e da história do jazz também. “Ellington at Newport” foi o meu primeiro disco de jazz. Era um sábado, e o zeloso namorado aqui acordou às sete da manhã para deixar a (ex-)namorada na PUC. Detalhe 1: ainda fique esperando três horas. Detalhe 2: fiz isso durante quatro meses, todos os sábados. Nesse dia, passei pela Tracks, lá no Baixo Gávea, e perguntei: “qual o melhor álbum para se ouvir numa tarde ensolarada de sábado como a de hoje?” A resposta veio de bate-pronto: “Ellington at Newport”. Comprei, não me arrependi, e, volta e meia, esse CD roda aqui em casa. Seja sábado ou não. De sol ou não.



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Foi no dia 07 de julho de 1990 que o nosso grande Cazuza morreu, em decorrência de complicações da Aids. Saudades... Imagina o que ele não estaria compondo hoje?? E na mesma data, só que no passado, o seu melhor amigo, Ezequiel Neves, foi fazer uma farra lá no céu.



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No mesmo dia da morte do Cazuza, a Legião Urbana se apresentou no Jockey Club do Rio de Janeiro. Apesar de o papai não ter me levado, sei que foi antológico. Olha só os dois primeiros minutos do vídeo abaixo:



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Dia 07 de julho de 1990. Dia em que o BRock morreu. Fato!

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Há cinco anos, outro gênio partiu dessa pra melhor. Falo de Syd Barrett, a alma do Pink Floyd. Nesse caso, a palavra “alma” não é exagero. David Gilmour e Roger Waters gostam de disputar o posto de “gênio do Pink Floyd”. Que eles me desculpem, mas o “gênio do Pink Floyd” é Syd Barrett. Se não fosse ele, tenho minhas dúvidas que o Pink Floyd seria... o Pink Floyd.



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Cantinho do futebol: hoje faz 37 anos que a Alemanha derrotou a Holanda na final da Copa de 1974. O jogo terminou dois a um. Muita gente gosta de dizer que foi uma injustiça esse resultado. Discordo. A Holanda de Cruyff, Neeskens e Rensenbrink merecia ganhar uma Copa. Mas a Alemanha de Beckenbauer, Breitner e Müller também.



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Comparo essa disputa da Copa de 74 com o Festival da Canção de 1967 (já viram o brilhante documentário?). “Domingo no parque” merecia ganhar. Mas “Ponteio” também merecia. Como só uma podia levar a melhor, a vencedora acabou sendo “Ponteio”.



Dá pra dizer que foi injusto? Só o solo de viola de Heraldo do Monte, a la Jimi Hendrix, já vale o título...

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O novo disco do Arctic Monkeys, “Suck it and see”, está sendo superfalado ultimamente. Dei uma escutada rápida, mas ainda não me pegou de jeito como o álbum de estreia “Whatever people say I am, that’s what I’m not” (2006). Mas esse videoclipe de “The hellcat spangled shalalala” está bem interessante...



Não??

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O Muse agora tá com um papo de gravar no espaço. A ideia de Matt Bellamy é viajar numa daquelas naves que o dono da Virgin, Richard Branson, está projetando, e que ele jura que vai chegar ao espaço. “Estamos tentando uma passagem de graça nessa nave. Estou tentando convencer o Richard Branson”, disse ao Contact Music.

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Dessa história eu tiro apenas uma conclusão: não se faz mais bandas de rock n’ roll como antigamente...

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Notícia do ano!!



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O grupo finlandês Porkka Playboys gravou uma versão especialíssima de “Bohemian rhapsody”, o clássico do Queen. Nunca ouviu falar da banda? Nem eu... Mas essa versão é coisa de gênio. Dá uma olhada abaixo:

17 de nov. de 2010

Rachel de Queiroz, Villa-Lobos, John Lennon, Cazuza, Bruce Springsteen, Red Hot, Strokes, Joe Strummer, Skank

Assim como as grandes bandas lá de fora estão relançando os seus álbuns mais importantes em versões expandidas, o Skank, após a versão especial de "Calango", prepara agora a de "O samba poconé", lançado originalmente em 1996. Samuel Rosa adiantou a novidade à Rolling Stone. O lançamento deve acontecer no segundo semestre de 2011. "Queremos colocar alguma sobra de estúdio e talvez lançar também um DVD falando um pouco sobre como foi na época, com imagens que temos daquele período", disse o compositor. Além do CD original, com algumas sobras e um filme com o making of, a banda planeja gravar um show, no qual apresentará o álbum na íntegra, em algum local "diferente", como o Deserto do Atacama (?!?). Outras bandas deveriam se mirar no exemplo do Skank, e preparar edições de luxo de seus álbuns mais importantes. Lá fora, isso vende adoidado.

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Mais uma cinebiografia de um astro do rock está a caminho. Joe Strummer, do The Clash, terá a sua vida transformada em filme. A produção de "Joe Publich" começa nos próximos dias. O roteiro é de Paul Viragh, que trabalhou na cinebiografia de Ian Dury, "Sex and drugs and rock and roll". Vale destacar que a vida de Strummer já foi documentada em "Joe Strummer: The future is unwritten" e "Strummervile".

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A banda The Strokes anunciou que terminou as gravações de seu quarto álbum. O lançamento deve acontecer no primeiro semestre do ano que vem. A boa nova foi dada pelo próprio Julian Casablancas, em seu perfil no Twitter. A gravação terminou na segunda (dia 15), e o álbum começará a ser mixado nos próximos dias. A produção é de Joe Chiccarelli. Este será o primeiro álbum dos Strokes desde "First impressions of Earth", que saiu em 2006.

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Metallica, Red Hot Chili Peppers e Snow Patrol... Hum, esse Rock in Rio está começando a ficar bem bacana, hein?

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E olha só quem esteve ontem no programa do Jimmy Fallon: Bruce Springsteen. AMEI!



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Parece que foi ontem que comprei o primeiro disco solo do Cazuza. Mas sabia que hoje já faz 25 anos do seu lançamento?? Pois é. Cazuza deixou o Barão Vermelho no primeiro semestre de 1985, pouco depois do Rock in Rio. Ficou um pouco cansado do rock e, principalmente, de ter que dividir os holofotes com os seus colegas. Resultado: pediu para sair. E, para a felicidade geral do BRock, o Barão encontrou o seu caminho, com Roberto Frejat nos vocais, e Cazuza detonou geral em sua brilhante (e curta) carreira solo. O seu primeiro álbum tinha algumas músicas que, originalmente, fariam parte do próximo álbum do Barão - o espólio acabou dividido entre os discos "Cazuza" e "Declare guerra" (1986), esse último, do Barão. Os primeiros clássicos da carreira solo de Cazuza estão nesse grande álbum, cuja foto mostra uma linda foto do rapaz: "Exagerado", "Mal nenhum", "Codinome Beija-flor", "Só as mães são felizes"... Mas a minha predileta mesmo é essa aqui...



"Às vezes eu amo
E construo castelos
Às vezes eu amo tanto
Que tiro férias
E embarco num tour pro inferno

Será que eu sou medieval?
Baby, eu me acho um cara tão atual
Na moda da nova Idade Média
Na mídia da novidade média"


Coisa de gênio, né? Deve ter sido escrita pra mim...

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Acho que já são três dias seguintes aqui falando de John Lennon. Paciência, galera! Não tenho culpa se a minha agenda das efemérides acusa algo interessante dele todo dia. E hoje eu não poderia deixar passar em branco, pois, veja só, "Double fantasy", seu último álbum completa 30 anos. Até o iniciozinho de 1980, Lennon estava meio que aposentado. Queria cuidar do filho, da Yoko Ono, regar as suas plantinhas no Dakota (um conhecido meu que era vizinho de porta de Lennon me disse isso, é sério)... Tinha direito, né? Mas ele resolveu voltar com força total e foi gravar "Double fantasy" ao lado da Yoko. Um bom álbum, eu acho. Olha as músicas legais que constam nele: "(Just like) Starting over", "I'm losing you", "Beautiful boy (Darling boy)", "Watching the wheels", "Woman", "Dear Yoko"... O resto da história, todo mundo já sabe, né? Mês retrasado saiu o "Double fantasy - Stripped down", com uma nova mixagem, através da qual, a voz de Lennon ficou mais nítida, e o instrumental um pouco mais cru. Eu gostei bastante.



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E por falar em Heitor Villa-Lobos, a "Melodia sentimental", prece em sua homenagem, na voz de Ney Matogrosso. A letra é de Dora Vasconcellos.



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Hoje também é dia de lembrar de um dos grandes heróis da nossa música. Heitor Villa-Lobos partiu dessa pra melhor no dia 17 de novembro de 1959, vítima de câncer. Transitando entre o popular e o erudito, Villa-Lobos, certamente, foi o compositor que melhor entendeu a alama do país, ao compor peças como "O trenzinho caipira" e as nove "Bachianas Brasileiras". Em 1922, participou da Semana da Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo.



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Bom dia! Hoje começamos com Rachel de Queiroz, escritora que estaria completando 100 anos nesse 17 de novembro de 2010. Confesso que meus conhecimentos sobre Rachel de Queiroz se restringem àqueles que a gente aprende nos bancos da escola: o seu primeiro romance foi "O quinze" (1930), ela foi a primeira mulher a ocupoar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, apoiou a ditadura militar de 1964, escreveu "Memorial de Maria Moura", que virou minissérie (ah, essa eu vi, eu vi...). Enfim, juro que tentarei ler "O quinze" até o fim do ano...

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14 de out. de 2010

Leonard Bernstein, Cliff Richard, Kiko Zambianchi, Iron Maiden, Cazuza, Pulp Fiction, Toquinho, Coldplay, My Chemical Romance

E vamos encerrar o nosso papo por hoje com mais uma do egregio maestro?? "Make our garden grow", mais uma de "Candide".



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A quem interessar possa, o novo vídeo do My Chemical Romance, "Na na na":


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Para lembrar mais um pouquinho de Leonard Bernstein, a abertura de "West Side story":



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Cris Martin, Guy Berryman, Jonny Buckland e Will Champion, integrantes do Coldplay, foram premiados ontem na 30ª edição do ASCAP Awards. Eles levaram o prêmio de compositores do ano. E "Viva la vida" foi eleita a canção do ano também. Eu só não entendi essa coisa "do ano", já que "Viva la vida" foi lançada em 2008. Mas tudo bem... Os membros da banda não foram receber o prêmio porque estão em estúdio gravando um novo álbum, que deve ser lançado no ano que vem.

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Já está no prelo o livro "História de Canções - Toquinho" (capa acima). Esse será o terceiro volume da coleção em que artistas contam as histórias por trás de algumas das suas principais músicas. O primeiro volume (de autoria de Wagner Homem) foi dedicado à obra de Chico Buarque, e o segundo versou sobre as músicas de Paulo César Pinheiro (e foi escrito pelo próprio compositor). O livro sobre as canções de Toquinho é assinado pelo próprio e por Wagner Homem. Além de textos sobre músicas como "O caderno" e "Aquarela", "História de canções - Toquinho" revela fotos do músico. O livro sai até o final do mês, pela editora Leya.

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E para quem gosta de cinema, um acontecimento importante hoje. Foi no dia 14 de outubro de 1994 que "Pulp fiction - Tempo de violência", filmaço de Quentin Tarantino, estreou. Um dos maiores ícones da cultura pop dos anos 90, o filme tem cenas antológicas. Quem não se lembra daquela injeção de adrenalina em Uma Thurman? E a dancinha de John Travolta? E a atuação inesquecível de Samuel L. Jackson? E essa cena abaixo é genial...



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E já que falei de um dos melhores discos ao vivo de rock lá fora, vou falar agora de um dos melhores gravados por aqui. E ele se chama "O tempo não pára", de Cazuza. Foi no dia 14 de outubro de 1988, no Canecão, que Cazuza iniciou a temporada de gravação de "O tempo não pára" (que foi até o dia 16). Foi nessa temporada, inclusive, que Cazuza deu uma cusparada na bandeira do Brasil, o que lhe trouxe problemas depois. E repare no vídeo abaixo. Cazuza diz: "O próprio tempo vai colocar essa caretada, essa gente escrota que tá mandando no Brasil... Eles vão morrer..." Pois é, morrem e nascem outros escrotos, Caju. O tempo não pára. Mas também não muda. E como faz falta alguém como você para cantar essas coisas...




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Eu me lembro bem do dia em que comprei esse disco. E hoje faz 25 anos do seu lançamento!! Para muitos, "Live after death", do Iron Maiden, é o melhor álbum ao vivo de rock. Eu tenho lá minhas dúvidas. Até mesmo porque existe um tal de "Live at Leeds" (1970), do The Who, e um tal de "Stage" (1978), do David Bowie, só para ficar em mais dois exemplos. Mas é inegável que "Live after death" é histórico. À época, o Iron Maiden estava divulgando "Powerslave" (1984), um discaço. E o setlist do show na Long Beach Arena (que foi gravado para o disco/CD/VHS/LD/DVD) foi memorável. "Aces high", "Hallowed be thy name", "Iron Maiden", "The number of the beast", "The trooper"... Clássico atrás de clássico.




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Hoje também é dia de festa no Rock Brasil, porque Kiko Zambianchi, um dos grandes compositores da Geração 80 de nossa música, sopra 50 velinhas. Zambianchi voltou aos holofotes com a sua música "Primeiros erros", gravada pelo Capital Inicial em seu "Acústico MTV" (2000). Mas, além desse clássico, ele compôs outros, que fizeram história no BRock, como "Rolam as pedras", "Eu te amo você", "Alguém", "Demônia"... E tem também aquela (contestada) versão de "Hey Jude", de John Lennon e Paul McCartney. Pena que ele tá meio sumido atualmente. Mas eu resgatei "Rolam as pedras" aqui para o blog hoje. Grande música...




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Do clássico para o rock n' roll, hoje também é dia de falar de Cliff Richard, compositor britânico e Sir, que está completando 70 anos. Líder do The Shadows, Cliff gravou mais de 60 álbuns, de estilos tão diferenciados, chegando até mesmo ao gospel. Tanto material gravado lhe deu o recorde de estar presente na lista dos mais vendidos durante toda a sua carreira - somente Elvis Presley igualou tal feito. Até hoje, ele já vendeu mais de 250 milhões de discos. Pouquinho, né?




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Bom dia, pessoal! Hoje eu quero ir direto ao assunto para homenagear um dos meus maiores ídolos. O seu nome é Leonard Bernstein, e hoje faz 20 anos que ele partiu dessa pra melhor. Maestro, compositor e pianista, Bernstein compôs dois musicais que já seriam o necessário para garantir-lhe um lugar na história: "West side story" (o maior musical de todos os tempos) e o fantástico "Candide", cuja overture é uma das coisas que mais me arrepiam. Como se não bastassem essas duas grandes composições, Bernstein foi um dos grandes regentes da obra de Johannes Brahms e de Ludwig Van Beethoven - a sua interpretação para a nona sinfonia desse último, quando das comemorações do Muro de Berlim, é um deleite. Mas Bernstein era especialista mesmo em Gustav Mahler. O ciclo de sinfonias (disponível em DVD) é sublime. Bernstein traz a dramaticidade necessária à obra do compositor tcheco, ao contrário de um Claudio Abbado, por exemplo, mais delicado - e nem por isso, menos brilhante. Além disso, Leonard Bernstein é personagem principal de "Radical chique", de Tom Wolfe, e é citado em uma música do R.E.M. E é por tudo isso que hoje esse grande mestre será bem homenageado aqui no blog.


7 de jul. de 2010

Beatles, Mahler, Luís Barbosa, Ringo, Cazuza, Conan Doyle, Amy, Arcade+LCD, Apple, Van Halen, Pumpkins, Killers, Hendrix, George Israel,Ezequiel Neves


CAZUZA - 04/04/1958 - 07/07/1990
EZEQUIEL NEVES - 30/11/1935 - 07/07/2010

"Tem gente que recebe Deus quando canta
Tem gente que canta procurando Deus
Eu sou assim com a minha voz desafinada
Peço a Deus que me perdoe no camarim

Eu sou assim
Canto pra me mostrar
De besta
Ah, de besta

Quando eu estiver cantando
Não se aproxime
Quando eu estiver cantando
Fique em silêncio
Quando eu estiver cantando
Não cante comigo

Porque eu só canto só
E o meu canto é a minha solidão
É a minha salvação

Porque o meu canto redime o meu lado mau
Porque o meu canto é pra quem me ama
Me ama, me ama

Quando eu estiver cantando
Não se aproxime
Quando eu estiver cantando
Fique em silêncio
Quando eu estiver cantando
Não cante comigo

Quando eu estiver cantando
Fique em silêncio

Porque o meu canto é a minha solidão
É a minha salvação
Porque o meu canto é o que me mantém vivo
E o que me mantém vivo"

("Quando eu estiver cantando" - João Rebouças / Cazuza)

HOJE EU NEM QUERO IMAGINAR A FESTA QUE ESTÁ LÁ NO CÉU!!

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"Na madrugada do dia 7, a mãe do cantor ligou para Ezequiel. Era o fim. Na manhã seguinte, todos aguardavam o produtor e os barões para o enterro. Ezequiel Neves passara a madrugada cheirando cocaína após perceber, na noite anterior, que Cazuza perdera a sintonia com a vida. Zeca caiu num sono profundo e não acordou para o velório no Cemitério São João Baptista, em Botafogo, Zona Sul do Rio. Após insistentes ligações, , o baixista e produtor Nilo Romero, o guitarrista Sérgio Serra e a compositora Dulce Quental resolveram ir ao apartamento de Zeca. Esmurraram a porta - que sempre ficava aberta - durante 10 minutos. Optaram pelo arrombamento. De pé, Zeca se vestiu rapidamente e, no jargão dos cocainômanos, bateu uma fileira enorme. Porém, quando abaixou a cabeça para cheirar o pó sobre a mesa, as duas narinas entupiram. Indignado, invadido pela ausência devastadora de Cazuza, o produtor colocou nas mãos a droga não inalada e começou a espalhá-la pelo corpo, como se pudesse, de alguma forma, absorvê-la e anestesiar aquela dor." ("Barão Vermelho - Por que a gente é assim", de Ezequiel Neves, Guto Goffi e Rodrigo Pinto, Editora Globo. pp. 166-168)

No dia em que comemora vinte anos no andar de cima, Cazuza recebeu o seu maior presente. Descanse em paz, Ezequiel Neves.

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No dia dos 20 anos da morte de Cazuza, George Israel liberou em seu site o primeiro vídeo que fará parte do DVD gravado no mês passado, no Canecão, em homenagem ao Caju. O DVD, dirigido por Pedro Paulo Carneiro, ainda não tem previsão de lançamento. E a faixa escolhida para divulgá-lo foi "Você vai me enganar sempre II". O vídeo está muito bacana.



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Depois de "Valleys of Neptune" e do relançamento de alguns CDs da obra de Jimi Hendrix, a família do guitarrista voltou a investir pesado em suas sobras. Estão disponíveis no site oficial de Hendrix onze álbuns com shows e sobras de estúdio. Os discos já haviam sido lançados em bootlegs anteriormente. No total, são sete shows (com destaque para "Live at the Oakland Coliseum" e "Live at the Isle of Fehmarn") e quatro discos de estúdio. As faixas são oferecidas em formato MP3 com resolução de 320kbps.

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A banda The Killers fez um show em Washington no dia da Independência dos Estados Unidos, e, a quem interessar, eu achei esse vídeo de "God bless America" no YouTube.



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O Smashing Pumpkins lançou mais uma música inédita pela internet. "Freak" é a quinta faixa das 44 que a banda de Billy Corgan planeja lançar, "Teargarden by kaleidyscope". A ideia é postar todas as faixas na internet, gratuitamente, e depois lançar em uma caixa para colecionadores. Das cinco faixas lançadas até agora, "Freak", sem dúvida nenhuma, é a melhor, ao misturar o rock encorpado "Mellon Collie and the infinite sadness" com as guitarras mais leves de seu antigo projeto Zwan.



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ALEGRIA QUE DURA POUCO: A esposa de Eddie Van Halen (e sua porta-voz) negou que o Van Halen vá lançar um álbum com Dave Lee Roth. No fim de semana surgiram boatos de que a banda lançaria um álbum de inéditas em 2011, e um single no final desse ano. "Tudo isso são apenas boatos. Não tenho nenhuma novidade nesse momento", disse Janie. Em 2009, Eddie já havia dito que tinha "toneladas de novas músicas compostas".

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Os álbuns que os Beatles lançaram através de seu selo Apple Records serão remasterizados e relançados no dia 25 de outubro. Além de formarem a maior banda de seu tempo, os quatro integrantes dos Beatles ainda arrumaram tempo para abrir uma empresa - a Apple - que tinha como uma de suas finalidades investir em novos talentos. James Taylor e Billy Preston, por exemplo, lançaram os seus primeiros trabalhos pelo selo do quarteto de Liverpool. Os álbuns a serem relançados são os seguintes:
James Taylor – "James Taylor" (1968)
Badfinger – "Magic christian music" (1970)
Badfinger – "No dice" (1970)
Badfinger – "Straight up" (1972)
Badfinger – "Ass" (1974)
Mary Hopkin – "Post card" (1969)
Mary Hopkin – "Earth song, ocean song" (1971)
Billy Preston – "That's the way god planned it" (1969)
Billy Preston – "Encouraging words" (1970)
Doris Troy – "Doris Troy" (1970)
Jackie Lomax – "Is this what you want?" (1968)
Modern Jazz Quartet – "Under the jasmin tree" (1968)
Modern Jazz Quartet – "Space" (1969)
John Tavener – "The whale" (1970)
John Tavener – "Celtic requiem" (1971)

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Agora sim o vídeo do papelão de Amy Winehouse. Na boa, péssimo!



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Essa aqui eu achei curiosa: sabe quem produziria os álbuns "Neon bible" e "The suburbs", do Arcade Fire? James Murphy, líder do LCD Soundsystem. É que Murphy é muito amigo dos integrantes da banda canadense, e foi chamado para produzir os dois discos. E por que não o fez? Simplesmente porque ele estava em estúdio gravando disco com o LCD. Murphy fez a revelação à BBC: "Perdi a chance de trabalhar com o Arcade Fire, em estúdio, por duas vezes seguidas, somente porque eles estavam gravando ao mesmo tempo que eu. Isso me deixou muito chateado". Quem sabe o próximo, já que Murphy diz que não grava mais discos com o LCD?

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Ontem, Mark Ronson fez um pequeno show para convidados, em Londres, com o intuito de mostrar as músicas de seu novo álbum. Eis que, lá pelo finalzinho do show, quem aparece no palco? Sim, ela: Amy Winehouse. Como o show foi restrito, não achei vídeo no YouTube. Mas, pelo que descreve a BBC, foi mais um papelão da Ms. Rehab. Ela foi cantar "Valerie" e se esqueceu da letra.

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Agora chegou a vez de quê? De quê? Copa do Mundo, oras. Ontem, a Holanda já garantiu a sua vaga nas finais. Pra mim, foi merecido. Tanto pelo futebol apresentado (se não é muito bonito, pelo menos é inteligente) quanto pela história. E agora estou torcendo para a Alemanha, apesar de simpatizar muito mais com a Espanha. Mas torço para a Alemanha por um motivo forte: quero ver reeditada a final da Copa de 1974, quando a seleção de Beckenbauer destroçou o carrossel holandês de Cruyff. Título injusto? De jeito nenhum. Aquela selação da Alemanha era uma seleçãozaça. Saca só: Maier, Vogts, Breitner, Schwarzenbeck, Beckenbauer, Grabowski, Overath, Müller, Hoeneß, Bonhof e Hölzenbein. A virada por dois a um da Alemanha foi uma das mais incríveis da história das Copas. E aquele primeiro gol da Holanda foi impressionante. A seleção da Alemanha não conseguiu tocar na bola, até Cruyff ser derrubado na área, e Neeskens converter o pênalti.



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Pois é, hoje está cheio de data redonda para comemorar. Agora, vamos partir diretamente da música para a literatura. Sir Arthur Conan Doyle morreu no dia 07 de julho de 1930, há 80 anos, portanto. Já ligou o nome ao seu personagem principal? Certamente sim, né? Especialmente depois do filme... Conan Doyle foi o criador do detetive Sherlock Holmes. E, por isso, talvez, seja o maior nome da literatura criminal. Bom, se você já viu o filme do Guy Ritchie, apesar de alguns escorregões, deve saber um pouco do que se trata. Mas não deixe de ler ao menos um conto - ou, de preferência, o romance "O cão dos Baskervilles" - de Conan Doyle com o seu personagem mais famoso. É imperdível e talvez você fique viciado.

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"Boa noite, Rio de Janeiro. Eu quero falar algumas coisas aqui. Eu vou falar de mim. Eu tenho mais ou menos 30 anos. Eu sou do signo de Áries. Eu nasci no Rio de Janeiro. Eu gosto da Billie Holiday e dos Rolling Stones. Eu gosto de beber pra caramba de vez em quando. Também gosto de milk shake. Eu gosto de meninos, mas eu também gosto de meninas. Todo mundo diz que eu sou meio louco. Eu sou um cantor numa banda de rock n' roll. Eu sou letrista, e algumas pessoas dizem que eu sou poeta. Agora, eu vou falar de um carinha. Ele tem 30 anos. Ele é do signo de Áries. Ele nasceu no Rio de Janeiro. Ele gosta da Billie Holiday e dos Rolling Stones. Ele é meio louco. Ele gosta de beber pra caramba. Ele é cantor numa banda de rock. Ele é letrista, e eu digo: ele é poeta. Todo mundo da Legião gostaria de dedicar esse show ao CAZUZA."

Nos vinte anos da morte de Cazuza, a primeira coisa que me veio à cabeça foi esse "discurso" do Renato Russo. No dia 07 de julho de 1990, poucas horas após a morte do Cazuza, a Legião Urbana subia ao palco do Jockey Club do Rio de Janeiro para o show de lançamento do álbum "As quatro estações". A apresentação já estava marcada havia meses e Cazuza até chegou a cogitar, poucos dias antes de morrer, de ir ao show. Antes de os alto falantes explodirem com "Há tempos", Renato fez esse "discurso" em homenagem ao amigo morto. Eu nunca vi nenhum show do Cazuza. É uma falha grave no currículo. Só vi Cazuza ao vivo uma vez. Foi no São Conrado Fashion Mall, acho que um ano antes de sua morte. Ele já estava de cadeira de rodas, e cercado por amigos. Parecia feliz, dentro do possível. Queria aproveitar cada segundo da vida louca vida exagerada que lhe escorria pelas mãos.



No ano passado, fiz uma entrevista com Lucinha Araújo. E, claro, falamos muito de Cazuza. Se quiser ler...

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Hoje está cehio de datas redondas para comemorar. E o próximo é um Beatle! Isso, Ringo Starr completa hoje 70 anos de idade, e mais de 50 de ótimos serviços prestados à música. Podem falar que o cara entrou nos Beatles por sorte, que ele era simples em seu estilo, mas isso não importa. Pegue qualquer vídeo dos Beatles e confira: o cara tinha (quer dizer, tem) uma pegada absurda. Tocava bem, e o pouco que compunha era bacana. O problema é que ele fazia parte de uma banda com três dos maiores gênios da música: Paul McCartney, George Harrison e John Lennon. Aí fica difícil para qualquer um. Enfim, os Beatles foram os Beatles por causa desses três gênios e também por causa de Ringo Starr, um dos maiores baterista de todos os tempos.



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E a música brasileira também tem bons motivos para comemorar. Hoje, celebramos o centenário de Luís Barbosa, que tinha em seu chapéu de palha a sua marca registrada. Não, ele não usava o seu chapéu de palha na cabeça. Pelo menos enquanto estava trabalhando. O seu chapéu de palha era uma espécie de pandeiro. Som único. E, por isso, ele é considerado um dos fundadores (senão o fundador) do samba de breque. Em 1933, gravou o primeiro samba de Wilson Batista, "Na estrada da vida". Vale dizer que a lista de compositores interpretados por Luís Barbosa é extensa: Noel Rosa, Ary Barroso, Lamartine Babo, Orestes Barbosa e Nássara. E gravou ao lado de cantores como Sílvio Caldas e Carmen Miranda. Barbosa ainda participou do filme "Alô, alô, carnaval!", de Wallace Downey e Ademar Gonzaga.



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Bom, então vou falar do aniversário de 150 anos de um dos grandes compositores clássicos da história. O austríaco Gustav Mahler nasceu a 07 de julho de 1860. Apesar de ser considerado "supermoderno" pelos seus pares, Mahler era um romântico de carteirinha, como pode ser ouvido em suas sinfonias e, em especial, no "Das lied von der erde". Outro aspecto que diferencia a obra de Mahler é um quê meio sombrio, especialmente em sua sinfonia nº 6. Difícil tentar resumir a obra de Mahler em algumas poucas linhas. A única dica que dou é a seguinte: caso você seja absolutamente neófito na obra desse compositor, escute a Sinfonia nº 8, também chamada de "Sinfonia dos mil", e composta em 1906. É fantástica. Daquelas coisas que fazem valer o nosso dia.



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Ah, que delícia essa música dos Beatles, não? E sabem porque comecei o dia com ela? Porque hoje, dia 07 de julho de 2010, "All you need is love" completa 43 anos. Foi em 1967 que ela foi lançada. E continua mais linda a cada dia que passa. Um dia, vi uma entrevista com o Frejat e ele disse que quando o seu filho nasceu, essa foi a primeira música que ele ouviu. Não vou ter filhos. Prefiro seguir a máxima do Machado de Assis e não transmitir a nenhuma criatura o legado da nossa miséria. Mas, certamente, se o fizesse, imitaria o Frejat.

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19 de jun. de 2010

Cinema Brasileiro, Chico Buarque, Titãs, Daniel de Oliveira, Pelé, Aracy de Almeida, Jaws, Lagoa Azul, U2, R.E.M., Depeche Mode, Anos Rebeldes

O LIVRO DA SEMANA: Bom, hoje eu não vou falar de livro de Copa do Mundo... Hehe... Nessa semana, eu li um livro bem bacana: "Anos rebeldes: Os bastidores da criação de uma minissérie", de Gilberto Braga. Lógico, para quem viu a série (ou tem o DVD), ler o roteiro pode ser um pouco maçante. Mas o livro não se limita simplesmente ao roteiro. Para começar, tem um texto no qual Gilberto Braga fala um pouco sobre a sua carreira, incluindo as suas influências e a entrada na Rede Globo. Depois, um texto sobre a concepção da minissérie. Aí, ele começa a apresentar o trabalho de pré-produção da minissérie, descrevendo os personagens e as locações, e, enfim, a sinopse, ou seja, o esqueleto da trama. Em seguida, o autor fala um pouco sobre os bastidores da série, chegando a discutir o desempenho dos atores. Lá na página 91, começa o roteiro propriamente dito. Completo, dos 20 capítulos que foram ao ar. Já fiz alguns cursos de roteiro. O tema me interessa muito. Mas posso dizer que nunca tive uma aula prática tão interessante quanto essa do Gilberto Braga. Bem que ele poderia também transformar "Anos dourados" em livro. E além: escrever mais uma minissérie sobre os anos 80, da reabertura política do Brasil.

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Depois do Abba e do Queen, mais uma banda terá as suas músicas usadas em um musical. Um musical bem inusitado, diga-se. E, levando-se em conta que a banda escolhida foi o Depeche Mode, não poderia ser muito diferente mesmo. O musical "Playing The angel" estreará em Malta (isso, Malta!), e, segundo o escritor e roteirista Adrian Buckle, "a história não poderia ser feliz. O musical fala de dois garotos que, com o passar dos anos, vão descobrindo o amor. Eles são abusados [sexualmente], usados, e descobrem a vida dessa maneira triste". O roteirista ainda disse ao Times que não vai convidar os seus pais para o musical. Ele já teve problemas em Malta por conta de censura em seus trabalhos.

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UMA MÚSICA PRO FINAL DE SEMANA: Nesse 19 de junho, uma das músicas que mais me deixa feliz, "Imitation of life", do R.E.M.



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PROMOÇÃO U2: Conforme prometido, vou anunciar o vencedor da promoção que fiz, valendo o DVD duplo importado "U2360º at the Rose Bowl", do U2. Em primeiro lugar, obrigado pela participação. O número de e-mails me impressionou, para ser sincero. Outra coisa que me impressionou foi o número de "votos" para "Sunday bloody sunday". Acho que a música ultrapassou os 50% da preferência, sendo seguida, mas bem de longe, por "Where the streets have no name" e "One". A minha predileta não levou nenhum voto. Hehe... Então, para simplificar, o nome do vencedor é JÔNATAS FREITAS DA SILVA, que também escolheu a música "Sunday bloody sunday", e respondeu corretamente as duas perguntas (Peter Rowen na foto, e as cinco últimas músicas foram, respectivamente, "Wake up dead man", "Unchained melody", "40", "40" e "All I want is you", com um trecho de "Love rescue me" na apresentação final - nesse último caso, aceitei qualquer uma das duas). Pretendo fazer nova promoção nessa sexta. E sugestões do que sortearei serão bem-vindas, via twitter.

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EM VINIL: Para a geração do MP3, um recado: nada como ouvir um álbum no formato vinil. Da capa ao som, tudo é infinitamente melhor. O problema do vinil é o preço. Tanto aqui no Brasil, quanto lá fora, está muito caro comprar discos novos em vinil. Tudo bem, tem os sebos, que sempre têm as suas preciosidades, mas estou falando aqui de discos novos. A Polysom anunciou que vai relançar alguns álbuns históricos em vinil. Por enquanto, estão confirmados esses aqui: "África Brasil", "A tábua de esmeralda" (ambos de Jorge Ben), "Todos os olhos", "Estudando o samba", "Correio da Estação do Brás" (os três de Tom Zé), "Cabeça dinossauro", "Jesus não tem dentes no país dos banguelas", "Õ blésq blom" (os três dos Titãs), "Nós vamos invadir sua praia", "Sexo" (ambos do Ultraje a Rigor), além dos dois álbuns do Secos & Molhados, lançados originalmente em 1973 e 1974. Adorei mesmo. Pretendo comprar todos. Só resta saber se a Warner vai cobrar 80 paus por cada disco.

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Acho que se alguém fizesse um ranking com os filmes que mais vezes passaram na "Sessão da Tarde", "A lagoa azul" ia ganhar molinho. Só por conta da "Sessão da Tarde", já devo ter visto esse filme estrelado por Brooke Shields e Christopher Atkins, umas 15 vezes. E amanhã, dia 20 de junho de 2010, "A lagoa azul" faz 30 anos!



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E como o cinema também faz parte da nossa história aqui no blog, vamos lembrar que, amanhã, dia 20 de junho, faz 35 anos (isso mesmo, 35 anos!!) da estreia de "Tubarão", dirigido por Steven Spielberg, e baseado no romance homónimo de Peter Benchley. O filme é legalzinho, embora, hoje em dia, beire à tosquice em alguns momentos. Mas qual criança nunca se apavorou com o filme? Já levantei o dedo aqui... Haha... E uma coisa que não envelhece de jeito nenhum nesse filme é a sensacional trilha sonora de John Williams.



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E no dia 20 de junho de 1988 quem partia dessa pra melhor era Aracy de Almeida, a cantora que melhor interpretou a obra de Noel Rosa. Nos seus últimos anos, ela se transformou na célebre jurada do "Show de calouros" do Silvio Santos, que mandava pau em todo mundo, e assustava criancinhas indefesas como eu. Bobagem! Era só um personagem. O triste é que pouca gente conheça a grande cantora que Aracy foi.





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Agora vamos partir para as comemorações de amanhã?? Bom, então, nesse 20 de junho de 2010, quem faz 50 anos é o baixista (e cérebro) do Duran Duran, John Taylor. Ele foi um dos fundadores e é o principal compositor dessa banda, que tem canções tão bacanas como "Rio", "Notorious", "Ordinary world", "The chauffeur", "Save a prayer", "New religion" etc. etc.



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Agora vamos à sessão Copa do Mundo, que já está virando uma obrigação aqui no blog. No dia 19 de junho de 1958, durante o jogo Brasil x País de Gales, Pelé marcou o seu primeiro gol em Copas do Mundo. O jogo aconteceu pelas quartas de final da Copa da Suécia, e terminou um a zero para o Brasil. E, aos 17 anos e 239 dias, Pelé se tornou um dos jogadores mais novos - talvez o mais novo, não tenho certeza - a marcar um gol em Copas do Mundo.



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Agora vamos deixar a música um pouco de lado e partir para a televisão. Se bem que a música nem fica tanto de lado... Quem faz 33 anos hoje é o ator Daniel de Oliveira, aquele mesmo que fez um Cazuza sensacional no filme "O tempo não para". No momento, ele está no ar interpretando o papel de um italiano simpático (não sei o nome) em "Passione". Outros trabalhos bacanas seus foram: "Um só coração", "Hoje é dia de Maria", "Decamerão" e "Som & fúria". Tenho pouco interesse em televisão, mas confesso que quando vejo o nome de Daniel de Oliveira, procuro pelo menos saber do que se trata. Para mim, é um ótimo ator.



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E o ótimo blog do Paulo Marchetti me lembra que hoje faz 25 anos que os Titãs lançaram o álbum "Televisão". A sua gravação envolveu algumas polêmicas com o produtor Lulu Santos, de quem a banda discordava com relação à algumas posições. Vinte e cinco anos após o seu lançamento, de fato, não dá pra dizer que "Televisão" seja um dos momentos mais inspirados dos Titãs, mas a quantidade de clássicos que saíram dele é inegável, veja só: "Televisão", "Insensível", "Pavimentação", "Pra Dizer Adeus", "Não Vou Me Adaptar"... E isso sem contar com a deliciosamente tosca "Dona Nenê"...

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E hoje sabe quem faz aniversário? Taram... O grande, magnífico e sensacional Chico Buarque de Hollanda. Poxa, acho que já escrevi tanto, mas tanto, sobre o Chico que nem sei o que vou falar aqui. Como não vou ficar repetindo as coisas, se você tiver interesse em ler algo sobre o Chico, clique aqui. Fiz esse texto faz pouco mais de um ano, e contei algums histórias curiosas que tive o prazer de compartilhar com o Chico. E aqui fica o meu mais profundo respeito e um abraço pelos 66 anos de Chico Buarque.



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Bom dia, pessoal! Como é que vai essa força, hein? Sabadão, sol brilhando, Copa do Mundo... Não dá pra reclamar muito não, né? Então, vamos começar esse dia 19 de junho homenageando o cinema, mais especificamente o cinema brasileiro. No dia 19 de junho de 1898, o cinegrafista italiano Afonso Segreto filmou cenas na Baía de Guanabara para o seu segundo filme, e por isso, o dia 19 de junho é considerado o dia do Cinema Brasileiro. Muita gente ainda vira a cara para os filmes produzidos no país. Reconheço que as coisas ultimamente andam muito chatas e repetitivas. Ou o filme fala sobre o Nordeste ou sobre a violência no Rio. Mas antes disso, poderia citar algumas boas dezenas de filmes brasileiros muito bons. Os meus prediletos: "Rio 40 graus", "Terra em transe", "Central do Brasil", "O quatrilho", "Limite", "Carnaval no fogo", "Deus e o diabo na terra do sol", "O bandido da luz vermelha", "Dona Flor e seus dois maridos", "Bye Bye Brasil"... Tem muita coisa boa...

6 de jun. de 2010

Resenhando: Iggy and The Stooges, George Israel, Caetano Veloso, Frank Sinatra & Tom Jobim, Zé Ramalho

“Raw power” – Iggy and The Stooges
O terceiro álbum da banda The Stooges (que já se chamava, à época, Iggy and The Stooges) foi lançado em 1973, mas, até hoje, é essencial em qualquer discoteca que se preze. Não fosse por esse motivo, uma edição especial não estaria sendo lançada agora, 37 anos depois. O CD duplo que ora chega às lojas contém o álbum original remasterizado por David Bowie, o que é uma raridade, eis que, desde o seu relançamento em 1997, Iggy Pop optou pela sua própria remasterização, mais limpa, que tirou toda a sujeira (deliciosa) das músicas. Assim, agora, você poderá ouvir clássicos como “Search and destroy” e “I need somebody” da forma como foram concebidos. O CD 2 traz uma apresentação inédita de Iggy e seus Stooges, em outubro de 1973 (logo após o lançamento do álbum), em Atlanta. O show tem pouco menos de uma hora, e consegue ser melhor que o CD originário. Nele, Iggy toca canções ora recém-lançadas (como uma versão arrasadora de “Raw Power”) e adianta músicas que viriam a fazer parte de “Metallic K.O.” (1976), como “Heavy liquid” e “Head on”. Essencial para entender quase tudo o que surgiu no rock a partir dos anos 70.

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“13 parcerias com Cazuza” – George Israel
Pode até soar oportunista o lançamento de um álbum com regravações de músicas do Cazuza. Mas esse está longe de ser o caso de “13 parcerias com Cazuza”, novo trabalho de George Israel. Em primeiro lugar, porque ele fugiu de um repertório óbvio. E em segundo lugar, e mais importante, todas as canções também levam a assinatura de George. Produzido por Dadi, o CD conta com participações de Elza Soares & Marcelo D2 (“Brasil”), Tico Santa Cruz (“A burguesia”), Ney Matogrosso (“4 letras”), Sandra de Sá (“Solidão, que nada”), entre outros. De quebra, ainda tem a participação do próprio Cazuza, no (delicioso) reggae inédito “Você vai me enganar sempre II” (“Você me deixa orgulhoso/ Gostoso te ouvir jurar/ Mentir com esse olhar guloso/ Pra disfarçar”), que contou com a presença luxuosa de Family Man (The Wailers) e Charlie Lalibe (Alphablondy) no baixo e na bateria, respectivamente. “13 parcerias com Cazuza” é um disco bom e, acima de tudo, honesto. Apesar de sua pouca voz, George Israel não poupou esforços para fazer a mais justa homenagem ao poeta do Baixo Leblon. E ele conseguiu. Que Ney Matogrosso se anime a gravar o seu tão adiado projeto com repertório exclusivo de Cazuza.

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“Que de-lindo” – Caetano Veloso
Finalmente Caetano Veloso lançou o último volume de seu box “Quarenta anos Caetanos” – agora já são 43 anos de carreira –, com direito ao CD bônus “Que de-lindo”. Como o disco agrega músicas que não fazem parte dos álbuns oficiais do artista baiano entre 1995 e 2007, há poucas raridades de verdade no pacote. A verdade é que quem consome discos nos últimos anos, certamente terá a maior parte das faixas espalhadas em sua discoteca. Não há nenhuma raridade de verdade, como sobra de estúdio ou alguma canção ao vivo jamais lançada. É uma pena, porque o baú de Caetano não deve ser pequeno. De qualquer forma, o produtor Rodrigo Faour se esforçou para juntar boas canções há muito fora de catálogo, como a versão para “O calhambeque”, que faz parte do pacote “30 anos de Jovem Guarda”, lançado em 1995. Ou então a lindíssima “Merica, Merica”, música composta por Caetano em italiano, e presente na trilha sonora do filmaço “O quatrilho”. Outras nem tão raras assim fecham o pacote, como “A luz de Tieta” (do filme “Tieta”, de 1996, em dueto com Gal Costa), “Céu de Santo Amaro” (lançada originalmente no álbum “Por que não tínhamos bicicleta?”, de Flávio Venturini) e “Maluco beleza”, do CD “Uma homenagem a Raul Seixas – O baú do Raul” (2004). Enfim, “Que de-lindo” consegue, com êxito, organizar um pouco a obra esparsa de Caetano. Mas a gente ainda fica esperando, por exemplo, o registro integral do show “Circuladô”, de 1992/93.

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“The complete Reprise recordings” – Frank Sinatra & Tom Jobim
Difícil dizer para quem foi mais importante o encontro de Frank Sinatra com Antonio Carlos Jobim. Se o álbum “Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim” abriu as portas dos Estados Unidos para Tom, ele também foi importante para que Sinatra se reinventasse e vendesse milhões e milhões de cópias. Depois desse álbum gravado em dupla no ano de 1967, foram lançados “Sinatra-Jobim” (1970) e “Sinatra & Company” (1971), que tinham uma faixa ou outra interpretada pela dupla. Agora, para dar uma organizada geral, chegou às lojas (por enquanto lá fora – depois ainda falavam mal do Tom porque ele se dedicava tanto ao mercado norte-americano) o CD “The complete Reprise recordings”, que em 20 faixas rebobina todas as parcerias dos dois artistas – só “Fly me to the moon”, que saiu no “Duets II” (1994), de Sinatra, ficou de fora. Em mais de 60 minutos, Sinatra e Tom nos entregam pepita atrás de pepita: “The girl from Ipanema”, “Quite night of quite stars”, “Triste”, “One note samba”, “Desafinado”, entre outras. Um CD para separar o melhor uísque, apagar a luz e esquecer a vida.

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“Zé Ramalho canta Jackson do Pandeiro” – Zé Ramalho
Zé Ramalho já havia gravado algumas canções compostas por (ou que haviam feito sucesso na voz de) Jackson do Pandeiro. Para organizar tudo, ele e o produtor Marcelo Fróes juntaram as faixas no CD “Zé Ramalho canta Jackson do Pandeiro”, não sem antes gravar seis novas canções. Ao lado de músicas mais do que conhecidas, como “”Chiclete com banana” (com participação especial de Waldonys), “Cantiga do sapo” (aqui na versão constante no álbum “Estação Brasil”, de 2003) e “Um a um”, Zé Ramalho ainda relembra coisas bem raras, como “Ela disse” e “Lá vem a boiada”, essa última em gravação inédita. Uma homenagem merecida de um dos grandes artistas brasileiros da atualidade para um dos grandes artistas de todos os tempos. Tomara que o álbum tenha a divulgação merecida. Todos merecem conhecer a obra de Jackson do Pandeiro.

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Abaixo, a versão de Caetano Veloso para “Maluco beleza”, de Raul Seixas, uma das “raridades” de “Que de-lindo”, CD bônus incluído no box “Quarenta anos Caetanos – 95/07”.

3 de jun. de 2010

George Israel, Bizet, Suzi Quatro, Marley, Plunct Plact Zuuum, Nadal, Pelé, Oasis, Ozzy, Smashing Pumpkins, Gaga, Dirty Projectors, Band of Horses

Eu sei que essa é velha, mas é só para terminar o feriado rindo um pouquinho, porque ninguém é de ferro.



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Gostei muito do vídeo do novo single da Band of Horses, "Annabelle". Ele está aqui.

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Já viram que bacana a versão de "I Dreamed I saw St. Augustine", de Bob Dylan, pelo Dirty Projectors?



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Lady Gaga disse que não conhecia Depeche Mode até começar a cantar, em alguns shows, "Just can't get enough". Eu me lembrei daquelas pessoas que estudam a vida toda e não conseguem ter sucesso, enquanto o pior aluno da sala ficou milionário. Ela ainda disse que quer regravar "People are peole", também do Depeche Mode.

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AS PREFERIDAS DOS FÃS DE PAUL MCCARTNEY 6: Richard Ashcroft, ex-The Verve e atual United Nations Of Sound escolheu "Helter Skelter". Amanhã, eu continuo com as outras preferidas de Paul McCartney.



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A quem interessar possa, os Smashing Pumpkins estarão de volta aos palcos em breve. A banda de Billy Courgan agendou uma turnê de 12 shows nos Estados Unidos (em julho) e 4 no Japão (em agosto). As datas estão aqui.

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AS PREFERIDAS DOS FÃS DE PAUL MCCARTNEY 5: "Here today" do álbum "Tug of war" (o melhor de Paul) é a predileta de Tim Rice-Oxley, do Keane.



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FINO COLETIVO: Taí uma banda que eu adoro e que está chegando com um novo álbum. Considero Donatinho um dos melhores músicos da nova geração no Brasil - embora essa geração nem possa ser chamada de nova. Para saber um pouco do trabalho deles, veja aqui a matéria que saiu hoje no jornal "O Globo".

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AS PREFERIDAS DOS FÃS DE PAUL MCCARTNEY 4: Ozzy Osbourne não foi nem um pouco óbvio na escolha da sua música predileta de Paul McCartney. Ele elegeu "Uncle Albert / Admiral Halsey", do excelente disco "RAM" (1971). Também é uma das minhas preferidas!



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ARREPENDIDO?: Em entrevista ao NME, Noel Gallagher disse que deveria não ter deixado o disco "Be here now" (1997) tão longo. "Não consigo escutar o álbum inteiro, é muito longo. Eu queria ter exercitado um controle de qualidade maior na hora de editar as músicas". Engraçado, eu continuo achando "Be here now" o melhor álbum do Oasis.

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AS PREFERIDAS DOS FÃS DE PAUL MCCARTNEY 3: Agora é a vez de Brian Wilson, o gênio que fez "Pet sounds", o álbum que Paul McCartney invejou tanto, mas tanto, que "teve" que gravar "Sgt. Pepper's lonely hearts club band". Na minha opinião, "Sgt. Pepper's" ficou quase tão bom o "Pet sounds". E a música de Paul predileta de Brian Wilson é "Lovely Rita", do álbum... "Sgt. Pepper's".



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Uma minissérie que marcou a minha transição infância/adolescência foi "Anos rebeldes", de Gilberto Braga. Mas do que uma bela história sobre os anos de chumbo (será que o Dunga viu?), a minissérie trazia uma trilha sonora que fez o favor de me apresentar à obra de Caetano Veloso - só isso. Então, na próxima semana será lançado o roteiro da série em livro (capa acima). São mais de 600 páginas, com os diálogos, descrição de cenários, personagens etc. Há uns dois anos, eu fiz um curso de Bossa Nova com o Ruy Castro, e o Gilberto Braga fazia parte do grupo. As aulas eram fantásticas, porque ele estava preparando uma minissérie sobre Tom Jobim (que, infelizmente, parece que não vai mais ao ar, porque o BBB fatura mais e é mais barato, né Dona Globo?), e, assim, altas discussões entre ele e Ruy Castro eram travadas. Após, as aulas, tive o prazer de conversar algumas vezes com o Gilberto Braga, e era uma espécie de "continuação" da aula do Ruy Castro. Esse "Anos rebeldes - Os bastidores da criação de uma minissérie", pelo jeito, vai furar a fila dos meus livros aqui.

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AS PREFERIDAS DOS FÃS DE PAUL MCCARTNEY 2: Agora é a vez de Mika. E a sua escolhida é "Let' em in".



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E já que o assunto hoje aqui é Paul McCartney, veja só o vídeo da homenagem ontem na Casa Branca.



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AS PREFERIDAS DOS FÃS DE PAUL MCCARTNEY: Aproveitando que hoje é feriado, farei algo um pouco diferente. A última edição da revista Q traz uma reportagem imensa (tipo 25 páginas) com Paul McCartney. E tem uma parte que é muito interessante, na qual os fãs do ex-Beatle dizem quais são as suas músicas prediletas de Paul. Lógico que não são fãs comuns, né? Então, ao longo do dia, colocarei as músicas prediletas de cada um desses fãs. Vamos começar por Chris Martin, do Coldplay? Imagina qual é a sua música predileta do Paul McCartney? "Live and let die"! Tem bom gosto esse rapaz.



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Agora sim um pouquinho de futebol. Mas bem pouquinho mesmo. Há 40 anos, Pelé perdeu aquele que poderia ter sido o seu gol mais impressionante. Durante a partida Brasil x Tchecoslováquia, na estreia da nossa seleção (aquela sim era nossa, e não do presidente da CBF e do técnico...) na Copa de 1970, Pelé chutou de antes do meio de campo e por pouco (por muito pouco!!) a bola não entrou. Essa partida aconteceu no dia 03 de junho de 1970.



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E agora vamos partir para o esporte? E (por enquanto) nem é futebol, mas sim tênis. Quem faz 24 anos hoje é o tenista Rafael Nadal. Parece até brincadeira, mas, com essa idade, Nadal já faturou uma medalha de ouro olímpica (em Pequim), além de seis grand slams, sendo quatro em Roland Garros (e ele já está na semi-final da edição 2010). Tem que tirar o chapéu, mesmo.



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Atenção galera dos 30 e pouquinhos anos. Vocês se lembram quando vocês ouviram Raul Seixas pela primeira vez? E Maria Bethânia? E Gang 90 & as Absurdettes? E Eduardo Dusek? E Jô Soares (cantando!!)? Vou dar uma dica: foi em um especial infantil. (Sim, houve uma época em que a televisão passava especiais musicais decentes, sem essa mesmice baiana e emo de hoje em dia.) Pois bem, no dia 03 de junho de 1983, a Rede Globo transmitiu "Plunct, Plact, Zuuum" pela primeira vez. Nossa, eu posso sentir o cheiro da época, a textura da capa do disco em vinil... "Plunct, Plact, Zuuum" foi muito importante para mim - assim como o "Casa de brinquedos", de Toquinho e Mutinho. Se não fossem esses dois especiais, provavelmente não estaria aqui enchendo a paciência de vocês com um blog sobre música. (Aô, Biscoito Fino! Que tal lançar esses especiais em DVD??)



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E hoje comemoramos 33 anos do meu álbum de reggae predileto. "Exodus", de Bob Marley, chegou às lojas no dia 03 de junho de 1977. Saca só o repertório desse discaço: "Natural mystic", "So much things to say", "Guiltiness", "The heathen", "Exodus", "Jammin'", "Waiting in vain", "Turn your lights down low", "Three little birds" e "One love / People get ready". Não é ruim não, né? Tem um tempinho (dois anos?) saiu uma versão especial desse álbum, com som remasterizado e versões alternativas de algumas faixas. Se você (ainda) não tiver "Exodus" na prateleira, recomendo essa versão.

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E sabe quem faz 60 anos hoje? A cantora, atriz, baixista e o diabo a quatro Suzi Quatro. Suzi fez bastante sucesso nos anos 70, com o seu glam rock. Músicas famosas? "Can the can", "Daytona demon", "48 crash", "Devil gate drive"... Já devia ter uns bons dez anos que não ouvia Suzi Quatro (a última vez, certamente, foi antes de descobrir Bizet e a ópera, haha...), mas confesso que agora estou até um pouco emocionado relembrando essas músicas. Já separei os CDs para hoje a noite.



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Bom, e o que tem pra hoje, gente? Dia 03 de junho... Hum, dia 03 de junho de 1875! Nesse dia, o compositor francês Georges Bizet passou dessa pra melhor. Eu tenho uma dívida de gratidão com esse cara. Foi por conta de Bizet que as portas da ópera se abriram para mim. Confesso ainda que foi com "Carmen" que comecei a curtir ópera. Um dia (tipo uns nove anos atrás), talvez por falta do que comprar em uma loja de discos, levei um DVD em promoção de "Carmen". Quando aquele prelúdio explodiu nos meus ouvidos, não consegui mais parar de assistir. Hoje, já devo ter aqui umas sete ou oito versões diferentes de "Carmen" (em CD, DVD, BD), e nunca me canso de assistir, assim como a outra grande obra de Bizet, "Les pêcheurs de perles" (ou "Os pescadores de pérolas"). Então, vamos de quê? "Prelúdio de "Carmen"? Bora!



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Ontem eu fui à gravação do DVD do George Israel no Canecão. E vou dizer que foi o show-tributo em homenagem ao Cazuza mais digno que já vi, embora não seja exatamente um tributo, eis que as canções também são de George. E olha que já vi homenagens ao Caju na Apoteose, na praia de Copacabana, no Metropolitan (acho que duas)... O que mais gostei nesse show do George Israel é que não teve apelação. Quem esteve lá era porque realmente tinha alguma relação com o Cazuza, a começar pelo próprio George, que mostrou as suas 13 parcerias com o poeta do Baixo Leblon, que estão no álbum "13 parcerias com Cazuza", além de "Androide sem par", que ficou de fora do CD, mas foi composta pela dupla + o baixista Nilo Romero, que aliás, também participou do show. (Ele, inclusive, disse que estava muito emocionado de voltar o palco onde "Cazuza tinha sido muito feliz". De fato, Cazuza gravou o seu "O tempo não para", no palco do Canecão.) Além do Nilo, participaram do show Ney Matogrosso (fantástico em "4 letras"), Sandra de Sá ("Solidão, que nada"), Elza Soares ("Brasil" e "Exagerado", essa última, a única não fruto da parceria Cazuza-George), Leo Jaime e Marcelo Novaes (na bacanérrima "Nabucodonosor"), Dadi (produtor do álbum), Os Roncadores, além de Pepeu Gomes, que tocou com os filhos de George, Fred e Leozinho Israel - aliás, não sei quantos anos tem o Leozinho (14, 15?), mas o moleque já é assustador na bateria. Lógico que, como ocorre em toda gravação de DVD, houve as interrupções de praxe, além de (poucas) repetições... Mas valeu muito. As versões ao vivo ficaram mais encorpadas do que no CD. E vou dizer que estou realmente ansioso para ver o resultado desse DVD. Cazuza deve ter ficado contente. Abaixo, um videozinho que encontrei no YouTube com o ensaio de George + Ney.



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Bom dia, pessoal! Feriadão, hein? Olha, já corri, já malhei, e agora estou aqui. Hoje quero ver se sobra um tempinho para jogar o FIfa World Cup 2010 no PS3. Quero jogar com a Argentina para ver se ganho essa Copa. Porque com o Brasil não vai dar, né? Haha...