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Snow Patrol lança o clipe “Called out in the dark:
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Desanimado com a segunda-feira?? Então toma...
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Foi anunciada a capa do novo álbum de Cee-Lo Green, "The lady killer" (acima). A tracklist do disco, que sai a 02 de novembro, é a seguinte: "The lady killer theme (Intro)", "Bright lights bigger city", "Forget you", "Wildflower", "Bodies", "Please", "Satisfied", "I want you", "Cry baby", "Fool for you", "It's OK", "Old fashioned", "The lady killer theme (Outro)" e "F**k You". Trechos das músicas podem ser ouvidas no canal oficial de Cee-Lo no YouTube.
Essa aí é a capa do novo DVD de Nando Reis, "Bailão do Ruivão", que sai na semana que vem, e também estará disponível em CD. Ao lado dos Infernais, Nando revisita clássicos (bregas para uns, cult para outros) de gente como Dalto, Wando e Roupa Nova. Os Titãs são relembrados com "Bichos escrotos". As participações especiais ficam por conta de Zezé Di Camargo & Luciano, Banda Calypso e banda Zafennate (integrada por um dos filhos de Nando). O CD/DVD é chancelado pela série "MTV ao Vivo". O repertório do DVD é o seguinte: "Venus", "Agora só falta você", "Não me deixe nunca mais", "Whisky a go-go", "Fogo e paixão", "My pledge of love", "I can see clearly now", "Islands in the stream", "Muito estranho", "Could you be loved?", "You and I", "Bichos escrotos", "Gostava tanto de você", "Você pediu e eu já vou daqui", "Do seu lado", "Severina Xique Xique", "Você não vale nada", "Frevo mulher", "Lindo balão azul" e "Chorando se foi".
"O que vocês chamam de inferno, eu chamo de lar!" No dia 22 de outubro de 1982, chegava aos cinemas um verdadeiro clássico: "Rambo". Hehehe... É sério. Após voltar da Guerra do Vietnã, John Rambo (Sylvester Stallone) é preso nos Estados Unidos. Só que ele foge. E aí que a coisa começa a ficar boa. A verdadeira guerra começa nesse momento. E se você (ainda) nunca viu esse filme, pode correr. Depois nãos e esqueça de me agradecer...
"Behaviour" é aquele tipo de álbum que uma banda grava e sabe que nunca mais vai conseguir se superar. E o Pet Shop Boys nunca mais se superou mesmo. Lógico que houve grandes álbuns depois, como "Release" (2002) e "Yes" (2009), mas igual a "Behaviour"? Lamento informar, mas Neil Tennant e Chris Lowe nunca mais vão conseguir. Esse é o preço que se paga pela produção de uma obra-prima, que (ainda bem) foi exaustivamente divulgada aqui no Brasil por conta da chegada da MTV. "Being boring" (abaixo), inclusive, foi um dos vídeos mais rodados nos primórdios da emissora no país. E "Behaviour" ainda tinha "How can you expect to be taken seriously?", "My october symphony", "So hard", "Jealousy"...
Dono de uma das discografias mais irregulares da história do rock, o Kiss transita entre álbuns memoráveis e outros absolutamente descartáveis. "Hotter than hell", que saiu a 22 de outubro de 1974, é um dos memoráveis. Foi o segundo disco do Kiss, que contava com Gene Simmons, Paul Stanley, Ace Frehley e Peter Criss em sua formação. O álbum, um dos mais pesados da banda, é praticamente uma coletânea de clássicos. Veja se eu estou mentindo: "Got to choose", "Parasite", "Goin' blind", "Hotter than hell", "Let me go, rock 'n' roll", "All the way", "Watchin' you", "Mainline", "Comin' home" e "Strange ways". Bom demais, não?
"Everybody is talking about John and Yoko, Timmy Leary..." Conhece esses versos de "Give peace a chance", né? Timothy Leary está nele. Assim como esteve na cabeça de boa parte das artes dos anos 60. O psicólogo e professor de Harvard, defendia que os psicodélicos poderiam ter efeitos terapêuticos e espirituais nas pessoas. Ele também mudou a relação terapueta-paciente na psicologia moderna, com a sua teoria da análise transacional. Suas ideias pavimentaram o caminho para uma revolução cultural e (psicos)social. John Lennon escreveu uma música em homenagem ao amigo, que hoje estaria fazendo 90 anos de idade. Olha só:"Quando você for se embora,
moça branca como a neve,
me leve.
Se acaso você não possa
me carregar pela mão,
menina branca de neve,
me leve no coração.
Se no coração não possa
por acaso me levar,
moça de sonho e de neve,
me leve no seu lembrar.
E se aí também não possa
por tanta coisa que leve
já viva em seu pensamento,
menina branca de neve,
me leve no esquecimento."
("Cantiga para não morrer" - Ferreira Gullar)
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Na boa, esses musicais da Broadway são muito chatos. Mesmo quando é o Bono e o The Edge que fazem a trilha sonora (veja o vídeo abaixo com a música de "Spider-Man: Turn off the dark"). Musical desse tipo, para mim, é "West side story", do Leonard Bernstein. O resto é o resto.
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Slash anunciou que vai lançar uma edição expandida de seu último álbum (capa acima), que chegou às lojas no início do ano. Além do álbum original, haverá mais um CD com 13 gravações inéditas e um DVD com cinco faixas ao vivo, entrevista e o making of da gravação do álbum. A edição (que será limitada) também virá acompanhada de uma palheta de guitarra e um poster. O pacote chega às lojas no dia 28 de setembro. As faixas extras do CD são as seguintes: "Sahara" (feat. Koshi Inaba), "Paradise city" (feat. Fergie & Cypress Hill), "Mother Maria" (feat. Beth Hart), "Baby can't drive" (feat. Alice Cooper & Nicole Scherzinger), "Sahara" (feat. Koshi Inaba), "Beautiful dangerous" (feat. Fergie), "Demo #4", "Demo #16", "Back from Cali" (feat. Myles Kennedy), "Fall to pieces" (feat. Myles Kennedy), "Sweet child O' mine" (feat. Myles Kennedy), "Watch this" (feat. Myles Kennedy) e "Nightrain" (feat. Myles Kennedy). Já o DVD trará as versões ao vivo de "Back from Cali", "By the sword", "Starlight" e "Mean bone".
Responda rápido: qual o melhor álbum ao vivo de rock de todos os tempos? Tudo bem, você pode não ter escolhido o "Alive!", que o Kiss lançou em 1975 (até mesmo porque temos coisas como o "The Who live at Leeds", de 1970, e o "Live after death", do Iron Maiden, de 85), mas aposto que ele passou pela sua cabeça. "Alive!" foi o primeiro álbum ao vivo de uma das melhores bandas do mundo em cima de um palco. Até hoje. Quem viu a última turnê do Kiss que passou pelo Brasil (exatamente para comemorar os 35 anos da banda, com a íntegra do "Alive!"), sabe do que estou falando. Ademais, sente só o nível do repertório: "Deuce", "Strutter", "Got to choose", "Hotter than hell", "Firehouse", "Nothin' to lose", "C'mon and love me", "Parasite", "She", "Watchin' you", "100,000 years", "Black diamond", "Rock bottom", "Cold gin", "Rock and roll all nite" e "Let me go, rock 'n' roll". Só clássico, não? E, hoje, faz 35 anos que essa obra-prima chegou às lojas.
"Uma parte de mim
O LIVRO DA SEMANA: Recentemente eu li um livro interessante que compartilho aqui com vocês. "Juliet, nua e crua", de Nick Hornby (que escreveu o cultuado "Alta fidelidade"), conta a história de um compositor (Tucker Crowe) relativamente conhecido nos anos 70 e 80, mas que abandonou a carreira em meados da década de 80. Na primeira metade do livro, a história gira em torno do casal Duncan e Annie. Duncan é um tarado pela obra de Tucker Crowe (que está completamente longe dos holofotes), chegando ao ponto de criar um site para discutir a obra do compositor, como se fosse uma verdaderia ciência. Annie curte Crowe, mas está bem distante da adoração do marido. Até que é anunciado o lançamento do álbum "Juliet, nua e crua", com versões demo das faixas de "Juliet", disco de maior sucesso (e último) da carreira de Crowe. Annie escreve um texto no site do marido, e a história muda radicalmente quando o artista envia um e-mail para ela. Bom, se eu contar o resto da história, vocês vão me chamar de espírito de porco. Então fico por aqui. Eu recomendo a leitura, embora, a partir da segunda metade, o livro, em alguns momentos, fique um pouco arrastado demais. Já "Alta fidelidade"... Bem, "Alta fidelidade" é um clássico. E dificilmente Hornby conseguirá se superar. Nesse "Juliet, nua e crua", ele ficou um pouco longe.
O Marillion revelou os detalhes de seu novo DVD triplo, "Out of season". Serão seis horas de música, gravadas em três noites no ano passado. O primeiro disco terá o álbum "Seasons end" (1989) na íntegra, além de cinco faixas de "Happiness is the road" (2008). O segundo DVD contará com várias canções que foram tocadas em um dos shows (sábado), em ordem decrescente de lançamento, entre 2008 e 1981. O CD "Tumbling down the years", com o áudio desse show, também será lançado simultaneamente ao DVD. O disco 3 contará com as músicas do show de domingo. Nesse dia, o Marillion apresentou as músicas mais longas de seu repertório - o show foi apropriadamente batizado de "Shortest setlist in the world". O úadio dessa apresentação também será lançado no CD "Size matters". Segundo o release do DVD triplo (capa acima), os shows foram filmados por 16 câmeras e representam "uma experiência ao vivo definitiva" (coisas de release...). O áudio estará disponível em estéreo e em DTS. A data de lançamento ainda não foi anunciada, e o trailer pode ser visto abaixo.
Se o Pato Fu apostou em um álbum de regravações, Djavan promete o mesmo para o dia 27 de agosto. Nesse dia, chegará às lojas, via Biscoito Fino, "Ária", álbum de intérprete do compositor e cantor alagoano. No repertório, clássicos de Paulinho da Viola, Cartola, Caetano Veloso, Antonio Carlos Jobim, entre outros. A capa está aí acima, e as faixas são as seguintes: "Disfarça e chora" (Cartola / Dalmo Martins Castello), "Oração ao tempo" (Caetano Veloso), "Sabes mentir" (Othon Fortes Russo), "Apoteose ao samba" (Silas de Oliveira), "Luz e mistério" (Beto Guedes / Caetano Veloso), "La Noche" (Enrique Heredia Carbonell / Juan Jose Suarez Escobar), "Treze de dezembro" (Luiz Gonzaga / Zé Dantas / Gilberto Gil), "Valsa brasileira" (Edu Lobo / Chico Buarque), "Brigas nunca mais" (Antonio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), "Fly me to the moon" (Bart Howard), "Nada a nos separar (West of the wall)" (Romeu Nunes / Wayne Shanklin) e "Palco" (Gilberto Gil).