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“Scream” – Ozzy Osbourne
“Ao vivo” – O Rappa
“Total life forever” – Foals
“Calango – 15 anos” – Skank
“In concert – Live at Tokyo Dome” – The Police
O LIVRO DA SEMANA: Vocês sabem que estou em clima de Copa, então, estou aproveitando para ler algumas coisas de futebol, quando tenho algum tempo livre - ou durante algum jogo muito chato. E o livro do momento é "Os 100 melhores jogadores brasileiros de todos os tempos", de André Kfouri e Paulo Vinicius Coelho, e com prefácio escrito pelo grande José Trajano. O título já é auto-explicativo, ou seja, o livro apresenta perfis de cem grandes jogadores brasileiros, escolhidos através de votação na internet, em abril de 2009. Tem para todos os gostos: dos obrigatórios Zico, Ronaldo e Pelé aos menos conhecidos (dos mais novos) Canhoteiro, Evaristo, Julinho e Mengálvio. O que eu mais gostei do livro é a leveza dos seus textos. Cada jogador ocupa duas páginas (com direito a ótimas ilustrações de Fraga), e os textos do PVC e do André são concisos e fogem do teor enciclopédico chato. Ao mesmo tempo, eles são muito informativos. Só que, ao invés de amontoar um bando de números e anos, os autores optaram por contar pequenas histórias com alguns números no meio (até mesmo porque futebol sem número não dá). Ou seja, são textos gostosos de ler. Fico muito feliz com essa parceria da ESPN com a Ediouro. Tomara que outros livros saiam. Que tal um "Os 100 maiores jogadores estrangeiros de todos os tempos"? E que tal um livro escrito pelo José Trajano? Ih, aí acho que já seria pedir demais...
A vencedora do sorteio do DVD "Ao vivo", d'O Rappa, é Izabela Freitas. Entrarei em contato por e-mail com a vencedora, e agradeço a todos os que participaram da promoção. Em breve farei sorteio de alguma outra coisa.
Os fãs do Foo Fighters podem tirar a poeira do primeiro CD da banda ("Foo Fighters"), que deve estar meio encostadão na prateleira e colocá-lo para rodar a todo volume. Isso porque, amanhã, vai fazer 15 anos que "Foo Fighters" chegou às lojas. E olha só a relação de faixas desse álbum: "This is a call" (abaixo), "I'll stick around", "Big me", "Alone + Easy target", "Good grief", "Floaty", "Weenie Beenie", "Oh, George", "For all the cows", "X-Static", "Wattershed" e "Exhausted". Começaram bem, né?
Vou sortear um DVD novo do Rappa, "Ao vivo", que saiu nessa semana. Para concorrer, bastar dizer porque você quer ganhar o DVD, no e-mail carneiro.luizfelipem@gmail.com . Só uma resposta por pessoa, ok? Dou o resultado no próximo sábado (dia 03/07), por volta das 17h, aqui no blog, e entro em contato com o ganhador por e-mail. Nem adianta ficar me perguntando pelo twitter, porque não tenho tempo de responder um a um.
Uma das bandas prediletas de Kurt Cobain, os Vaselines estavam devendo um segundo álbum fazia tempo - o primeiro e único foi "Enter the Vaselines". A banda, formada em 1987, se separou em 1989. O conjunto se reuniu recentemente e acabou entrando em estúdio para gravar "Sex with an X", que chegará às lojas em 14 de setembro. O produtor, Jamie Watson, é o mesmo do primeiro álbum. As faixas de "Sex with an X" são as seguintes: "Ruined", "Sex with an X", "The devil inside me", "Such a fool", "Turning it on", "Overweight but over you", "Poison pen", "I hate the 80's", "Mouth to mouth", "Whitechapel", "My god's bigger than your god" e "Exit the Vaselines". "I hate the 80's" já pode ser baixada gratuitamente aqui.
"Não é por causa dos animais. Quer dizer, eu trabalhava em um matadouro... Eu só não consigo mais digerir carne." (Ozzy Osbourne, o ex-"devorador de morcegos" ao Spinner)
"Ao vivo", novo DVD da banda O Rappa, chegará às lojas até o final do mês. Filmado na favela da Rocinha, o show foi registrado por oito câmeras, e "ângulos inacreditáveis da maior comunidade do país, sonorizado com uma qualidade impecável", segundo o release. As faixas presentes são as seguintes: "Meu mundo é o barro", "Reza vela", "Lado B lado A", "Hóstia", "Homem amarelo", "Mar de gente", "Documento", "Minha alma - A paz que eu não quero", "Monstro invisível", "Hei Joe", "Maneiras", "Tribunal de rua", "Linha vermelha", "Meu santo tá cansado", "O que sobrou do céu", "Rodo cotidiano", "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro", "7 vezes", "O salto", "Vapor barato", "Súplica cearense", "Me deixa", "Pescador de ilusões" e "Ilê Ayê - Que bloco é esse". "Ao vivo" também será lançado em CD - duplo ou dois volumes vendidos separadamente.
Cinco anos atrás, O Rappa lançou “O silêncio Q Precede o Esporro”. Se não chegava a ser um “Lado B LadoA”, o álbum era bem honesto e trazia algumas faixas com excelentes letras, como “Reza Vela” e “Rodo Cotidiano”, além de uma versão para “Deus Lhe Pague”, de Chico Buarque. Veio então o “Acústico MTV” (2005), no qual a banda fez uma morna retrospectiva de sua carreira. Agora, em tese, seria a vez do esporro propriamente dito. Mas, apesar de ser um bom disco, ficou faltando o tal do ‘esporro’ tão esperado pelos fãs em “7 Vezes”.
Musicalmente, as faixas são bastante parecidas entre si, com a típica levada de baixo de Lauro Farias, a guitarra ora discreta, ora pesada de Xandão e a bateria feijão-com-arroz de Marcelo Lobato. Mas o melhor mesmo são os outros instrumentos (teclados, sopros, cravo, vibrafone etc.) que o mesmo Marcelo toca, e que acabam dando um toque que diferencia, ainda que minimamente as canções. A voz de Marcelo Falcão, por sua vez, está cada vez melhor.
As letras das canções, apesar de algumas serem muito boas, pecam pela repetição. É crítica social atrás de crítica social. As letras, em sua maioria, são inteligentes e bem construídas, mas 14 faixas monotemáticas com uma hora de duração no total pode cansar o ouvinte pouco acostumado ao estilo d’O Rappa.
E por falar em letras, a melhor de todas é exatamente a primeira faixa. A letra de “Meu Santo Tá Cansado” pega pesado e é uma das melhores da banda carioca. “Não tô aqui para ser herói cuzão / Pra pagar de otário / Não tô aqui pra pagar pau pra fardinha azul”. Acompanhada pela típica batida musical d’O Rappa, misturada com um singelo vibrafone e um arranjo grandioso que simula uma orquestra, a canção funciona como uma síntese (musical e poética) do disco. A faixa seguinte, “Verdade de Feirante”, com o seu arranjo calcado no baixo, é uma das melhores de “7 Vezes”, e segue o mesmo estilo da anterior, com uma interessante letra que compara a vida do trabalhador a um CD pirata.
Uma peculiaridade que o fã da banda vai notar rapidamente neste trabalho é que O Rappa nunca esteve tão próximo do reggae como agora. “Hóstia” e “Meu Mundo É Barro” são dois exemplos. Inclusive, a letra da segunda – que tem uma guitarra mais pesada – é outra que se destaca no álbum: “Nasci no mundo, eu sou sozinho / Não tenho pressa, não tenho pano, não tenho dono / Tentei ser crente / Mas meu Cristo é diferente / A sombra dele é sem cruz / No meio daquela luz”.
Outra que ganhou um arranjo bem puxado para o reggae é “Súplica Cearense”. A única letra não escrita pela banda, acaba sendo a melhor de “7 Vezes”. Mas competir com o seu autor, Gordurinha, é praticamente covardia. Mas Marcelo Falcão fez jus à letra – verdadeira oração pedindo o fim da seca (“Oh! Deus perdoe esse pobre coitado / Que de joelhos rezou um bocado / Pedindo pra chuva cair, cair sem parar”) – com um ótimo vocal. Pena que o arranjo, por se afastar um pouco do clima nordestino, aproximando-se de um estilo mais urbano, tenha tirado um pouco a magia da canção.
Outras duas faixas que se destacam são “Monstro Invisível” e “Maria”. “Monstro Invisível” foi o primeiro single de “7 Vezes” e, traz a típica sonoridade da banda, com uma letra (“Monstro invisível / Que comanda a horda / Arrasando tudo como é de praxe / Eu tô laje acima / O cerol que traz a vida pra baixo / Brilhante idéia de uma cabeça nervosa”) que não deixa muito claro quem é o tal monstro. Em entrevista ao jornalista Jamari França, do jornal O Globo, Marcelo Falcão disse que poderia ser o mosquito da dengue, mas deixou a questão em aberto para outras interpretações. Já “Maria” é a canção mais pop do álbum (e, musicalmente, a mais diferente) e a sua letra acaba, de certa forma, refletindo essa ‘alegria’ sonora: “Minha canção é coisa séria / Um verdadeiro comício / ... / E no meu sonho vejo as favelas unidas”.
Mas se o CD começa com Marcelo Falcão dizendo que o seu “santo tá cansado”, na última faixa, “Vários Holofotes”, o santo acabou dormindo (“Sinto medo no espaço apertado / É um riso de alerta ligado / Coração, síncope ritmada / Me protege dos meus sentimentos / O santo dorme, o Santo Daime”). Provavelmente dormiu de cansaço. E que demore pouco a acordar novamente. De preferência, com esporro.
Abaixo, a faixa de abertura de “7 Vezes”, “Meu Santo Tá Cansado”.
Cotação: ***1/2
A Biscoito Fino lança no início de agosto o DVD com o registro da apresentação da cantora Mônica Salmaso em março de 2008 no teatro Fecap, em São Paulo. “Noites de Gala, Sambas Na Rua – Ao Vivo” (capa acima) apresenta, assim como o CD de estúdio que o originou, um repertório composto por canções de Chico Buarque. No show, Salmaso é acompanhada pelo ótimo quinteto Pau Brasil, formado por Nelson Ayres (piano), Paulo Bellinati (violão e cavaquinho), Teco Cardoso (sax e flautas), Ricardo Mosca (bateria) e Rodolfo Stroeter (baixo).
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O sétimo álbum do Rappa já foi batizado. “Sete Vezes” chegará às lojas no dia 15 de agosto, via Warner Music. O primeiro single do trabalho, “Monstro Invisível” já toca nas principais rádios do país.
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Será lançado às vésperas das Olimpíadas de Pequim, um CD que vai juntar artistas como Sting, Dave Matthews, Rush, Garbage, Moby e Alanis Morissette. “Songs for Tibet – The Art Of Peace” será lançado pela Campanha Internacional Pelo Tibete. “Este álbum vai chamar a atenção sobre a importância do Tibete, suas riquezas e a crise que afeta o seu povo atualmente”, disse Michael Wohl, um dos responsáveis pelo projeto. A partir do dia 05 de agosto, o álbum já poderá ser baixado na Internet. A relação das faixas não foi divulgada.
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Damon Albarn e Jamie Hewlett vão lançar o álbum com a trilha-sonora de “Monkey”, ópera composta pela dupla e que vem fazendo grande sucesso nos Estados Unidos e na Inglaterra.
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Foi lançado nesta 3ª feira, um show online com a banda Weezer. A gravação aconteceu durante uma apresentação da banda para um público de 250 fãs. No repertório, canções do novo CD da banda, mais conhecido como “Red Album”, além de antigos sucessos. O show pode ser visto aqui.
Uma fabricante de roupas na Flórida vai ter que pagar um preço alto por usar o logotipo do Red Hot Chili Peppers (acima) em suas jaquetas. A Bravada International, companhia que detém os direitos do logo da banda, pretende cobrar, na justiça, 11 milhões de dólares da confecção, sob a alegação de ter lhe causado “danos irreparáveis”.
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O vocalista e baixista do Motorhead, Lemmy Kilmister, está sendo investigado pela polícia alemã, por ter usado uma touca com emblema nazista antes de um show na cidade de Aurich. O uso de qualquer objeto que faça referência ao nazismo é considerado crime na Alemanha.
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“Monstro Invisível”, novo CD da banda O Rappa vai ser lançado no dia 15 de agosto. A canção que dá nome ao disco já chegou às rádios e está agradando muito aos fãs da banda, que ficou cinco anos sem lançar nada inédito. Abaixo, o single.
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Até o final do ano, vai sair o DVD “Obra Em Progresso”, com o registro dos melhores momentos das apresentações que Caetano Veloso fez no Vivo Rio nos meses de maio e junho – o show deve retornar em agosto. O CD com as canções inéditas que vêm sendo apresentadas nos shows será gravado em estúdio, no mês de setembro. No site oficial do projeto, é possível acompanhar todos os detalhes, além de vários vídeos oficiais das apresentações. Abaixo, o vídeo da canção “O Índio” filmada em um desses shows.