Jornalista, autor do livro "Rock in Rio - A história do maior festival de música do mundo" (Editora Globo), ex-trainee e colaborador da Folha de S.Paulo, ex-colunista e redator da International Magazine, e colaborador do site SRZD.
O R.E.M. anunciou hoje a relação de faixas do álbum "Collapse into now", que será lançado no primeiro trimestre de 2011. O 15º álbum de estúdio da banda foi produzido por Jacknife Lee, responsável pela produção de "Accelerate" (2008). Eddie Vedder (Pearl Jam), Patti Smith e Peaches participam do álbum, que foi gravado nas cidades de Portland, New Orleans, Nashville e Berlin. As faixas de "Collapse into now" são as seguintes: "Discoverer", "All the best", "Uberlin", "Oh my heart", "It happened today", "Every day is yours to win", "Alligator aviator autopilot antimatter", "Walk it back", "Mine smell like honey", "That someone is you", "Me, Marlon Brando, Marlon Brando and I" e "Blue".
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Por falar em grandes guitarristas, ontem vi o show do Jeff Beck aqui no Vivo Rio. Há 12 anos, quando se apresentou no Free Jazz, Beck teve que fazer sessão extra a tarde, por conta da grande procura de ingressos. Ontem, o Vivo Rio estava bem vazio, tipo 30% de sua lotação, provavelmente por conta da guerra no Rio. Uma lástima para um dos guitarristas mais importantes de todos os tempos. Apesar da pouca lotação, Jeff Beck fez um show, no mínimo, sensacional, baseado em seu último álbum, o mediano "Emotion & commotion" (2010). O show intercalou momentos mais tranquilos, especialmente nas faixas desse último álbum, calcado em teclados, como a ária "Nessun dorma", da ópera "Turandot", de Giacommo Puccini, e "Over the rainbow", do filme "O mágico de Oz". Mas Jeff Beck também mostrou algumas velharias, como "You never know" (do "There and back", de 1980), "Led boots" (do "Wired", de 1976), "Big block" (do "Guitar shop", de 1989) e a linda "People get ready", gravada em estúdio com Rod Stewart, e que, no show, ganhou uma versão instrumental sublime (vídeo abaixo). E ainda teve uma inspirada versão de "A day in the life", que deixou mais saudades dos shows do Paul McCartney. Um showzaço. Pena que tenha sido para poucos.
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Guitarristas da Grã-Bretanha elegeram Eric Clapton o melhor guitarrista de todos os tempos. A Allianz Musical Insurance, que organizou a pesquisa, ouviu cerca de mil guitarristas. O top 5 foi o seguinte: 1) Eric Clapton, 2) Jimi Hendrix, 3) Jimmy Page, 4) Jeff Beck e 5) Chuck Berry. Além dos guitarristas, a pesquisa procurou saber quais as guitarras mais emblemáticas de todos os tempos. Clapton faturou mais essa. Olha só: 1) Blackie Stratocaster (Eric Clapton), 2) Double neck Gibson (Jimmy Page), 3) Number one strat (Stevie Ray Vaughan), 4) Les Paul (Les Paul) e 5) Red Special (Brian May). Olha só Mr. Clapton com a sua blackie...
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"Ela é como a filha bastarda do Elton John, sim. Se tivesse uma filha, seria a GaGa. Ela é fantástica. Tem influências de muita gente." (Elton John sobre Lady GaGa)
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Para quem ainda tem esperança em ver uma reunião de Axl Rose e Slash, um balde de água fria. O líder do Guns n' Roses etá processando a Activision, produtora do Guitar Hero, em 20 milhões de dólares. O motivo é singelo. Axl ficou indignado com a aparição de Slash no Guitar Hero III. O cantor diz que havia feito um acordo com a Activision no sentido de que não haveria no game nenhuma referência a Slash e nem ao Velvet Revolver. Nos autos do processo, Axl Rose alega que só autorizou a inclusão de "Welcome to the jungle" no GH III, se fosse cumprida a tal condição. Será que ele leva a grana?
“The 25th Anniversary – Rock & Roll Hall of Fame Concerts”– Vários Artistas Assistir a um concerto reunindo nomes como Simon & Garfunkel, U2, Mick Jagger, Bruce Springsteen, Metallica, Aretha Franklin, Jeff Beck, Sting, entre outros, pode parecer um sonho. E deve ser mesmo. Esse concerto (na verdade dois, em dias seguidos) aconteceu no Madison Square Garden, em Nova York, no primeiro semestre desse ano para comemorar os 25 anos de existência do Rock & Roll Hall of Fame. Um amigo meu que assistiu ao segundo show tentou me descrever a sensação de ver o U2 com o Mick Jagger em cima do palco, a cinco metros de distância. Consegui imaginar, mais ou menos, como foi. Mas o DVD (também em blu-ray e CD) que chegou às lojas (lá de fora) no início do mês fez o resto do trabalho. De fato, são quase seis horas de ótima música e de encontros sensacionais. Exemplos? São numerosos, mas vamos lá: Metallica + Ozzy Osbourne (em uma versão absurda de “Iron man” / “Paranoid”), U2 + Mick Jagger, Bruce Springsteen + Billy Joel, Stevie Wonder + B.B. King (“The thrill is gone” ficou arrepiante), Paul Simon + David Crosby, Aretha Franklin + Annie Lennox, Jeff Beck + Buddy Guy (em “Let me love you baby”)... Tá bom? Nesse tipo de show, as apresentações, às vezes, tendem a ficar um pouco burocráticas. Decerto, esse “The 25th Anniversary...” não foge à regra em determinados momentos (Crosby, Stills & Nash, é verdade, chega a cansar um pouco). Mas, em sua maior parte, o DVD chega mesmo a arrepiar. Até mesmo com a Fergie grasnando e estragando “Gimme shelter”, ao lado de Bono e de Mick Jagger.
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“Legião Urbana” – Legião Urbana O dever do ofício me faz escrever sobre o relançamento da obra completa da Legião Urbana em CD (vendidos avulsos ou em luxuoso box) e em LP com gramatura 180 – adiantei o meu presente de Natal me dando a coleção completa em vinil. Bom, falar o quê da obra da Legião? Como diz aquele famoso jornalista lulista, até o mundo mineral conhece a obra de Renato Russo e companhia. Do seminal “Legião Urbana” (1985), com vários cuspes na cara de vocês, como “Será” e “O reggae”, ao póstumo “Uma outra estação” (1997), o da clássica “Clarisse” (a garota que está trancada no banheiro e quer se suicidar), a obra da banda de Brasília prima pela coerência e pela alta qualidade. Disco ruim da Legião? Desculpe-me, mas não existe. Pode até ter aquele que você considera mais fraco, mas ruim? Não. E não se esqueça que o ruim de hoje pode ser o seu predileto de amanhã. Considerei “V” (1991) durante muito tempo um álbum muito difícil. Ouvia pouco. Bom, ele continua sendo difícil. Até ainda mais, atualmente. Mas, hoje, é o meu mantra. Quando “As quatro estações” (1989) foi lançado, os roqueiros mais radicais não entenderam porque Renato Russo estava cantando “Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo” ou então “Ainda que eu falasse a língua dos anjos”. Hoje, acho que todo mundo entende. Outro aspecto que impressiona quando a gente ouve novamente a obra completa da Legião Urbana é observar a sua atemporalidade. Nossa mãe, tem bandinha por aí que fez música ontem, e hoje já soa datada, tanto na sonoridade quanto na letra. Isso não acontece com nenhuma (eu disse NENHUMA!) música da Legião, posso garantir. Se encontrar alguma, por favor, me avise. Agora, eu vou dar uma dica: se você for muito fã da Legião, tiver um toca-discos e alguma grana sobrando, compre a edição dupla em vinil de “A tempestade”. Renato Russo sempre dizia que “até segunda ordem, todo álbum da Legião é duplo”. Na hora H, ele mudava de ideia para o disco não ficar muito caro. Assim, “A tempestade” é o primeiro vinil duplo (de canções inéditas, ressalte-se, ou seja, o “Música para acampamentos” não vale) da história da Legião Urbana. Demorou, mas Renato Russo deve ter ficado feliz.
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“Live from Austin TX” – R.E.M. O R.E.M. já anunciou que o seu novo álbum de inéditas, “Collapse into now” sairá em breve. No ano passado, chegou às lojas o fantástico CD duplo “Live at the Olympia in Dublin”, com 39 faixas gravadas durante os ensaios abertos para a gravação do álbum “Accelerate” (2008). Um álbum ao vivo, é verdade, mas que não tinha muita coisa a ver com a turnê, que passou pelo Brasil em três memoráveis apresentações em novembro de 2008. Então, a “Accelerate tour” iria passar em branco, logo por uma banda que sempre faz questão de deixar registrado oficialmente algum show da turnê? Mais ou menos. “Live from Austin TX”, novo DVD da banda Michael Stipe, Mike Mills e Peter Buck, não é exatamente um show da turnê do álbum. A apresentação foi gravada para o programa de televisão “Austin City Limits”, no dia 13 de março de 2008, poucos dias antes de “Accelerate” chegar às lojas. Não se tratava de um ensaio, mas de um especial com 75 minutos de duração. Nesse DVD, as canções do álbum surgem da mesma forma que estão registradas no trabalho de estúdio, além de sucessos que viriam a fazer parte da turnê. Mas, caso você tenha ido a algum show do R.E.M. em 2008, esqueça toda a animação e energia da banda. Esse “Live from Austin TX” é frio como um focinho de cachorro quando acorda no inverno. A preocupação em acertar as músicas novas deixa a apresentação muito sem graça – e isso sem contar com o áudio do DVD, que está baixo demais. Mas é lógico que também não dá pra desprezar o lançamento. Afinal, não é sempre que o R.E.M. junta em um mesmo setlist preciosidades como “Drive”, “So. Central rain” e “Fall on me”. E também não é qualquer banda que pode tocar músicas como “Losing my religion”, “Man on the moon” e “Imitation of life” sem jamais cansar o ouvinte. E tem mais: as músicas do “Accelerate” ficam melhores a cada dia que passa. Duvida? Então ouça “Until the Day is done” e “Man-sized wreath”. Pensando bem “Live from Austin TX” é um grande DVD. Realmente, o R.E.M. não consegue fazer nada mal feito.
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“30 anos – Ao vivo” – Roupa Nova Ninguém pode dizer que o Roupa Nova só vive do passado, afinal, não tem muito tempo, eles colocaram nas lojas o mediano “Roupa Nova em Londres” (2009). Mas muita gente pode dizer que o Roupa Nova tem vivido muito do passado ultimamente. Veja só: “RoupAcústico” (2004), “RoupAcústico 2” (2006) e, agora, “30 anos – Ao vivo”. Por mais que o Roupa Nova seja uma das instituições da MPB com um enorme número de sucessos, não tem como não soar repetitivo. Os dois primeiros discos citados são acústicos, certo, mas esse terceiro não foge muito do esquema. Embora seja notável a preocupação da banda em fazer arranjos um pouco diferentes, no final das contas, não tem muito para onde correr. Entretanto, quem é que está muito interessado em ficar ouvindo material novo, a não ser os críticos rabugentos? A julgar pela empolgação dos fãs do Roupa Nova nesse novo DVD (que também sai em CD com faixas muito mal selecionadas, diga-se de passagem), a banda carioca está fazendo a coisa certa. Do início, com a linda “Sapato velho” até o final, com “Canção de verão” (o seu primeiro sucesso), o Roupa Nova joga pra galera, literalmente. Não tem uma música que a plateia que lotou o Credicard Hall, em julho, não saiba de cor (e cante aos berros). E tome “Linda demais”, “Volta pra mim”, “A força do amor”, “Dona”, “Coração pirata”, “Seguindo no trem azul”, “Clarear”, “Meu universo é você”, “Whisky a gogo”... No CD e no DVD, o Roupa Nova também recebe convidados especiais como Milton Nascimento (“Nos bailes da vida”), Sandy (“Chuva de prata”), Padre Fábio de Mello (em “A paz”, jura que precisava disso??) e Fresno (“Show de rock ‘n roll”). Stanley Netto e Daniel Musy engrossam o caldo nos metais, e a Orquestra Sinfônica Villa-Lobos faz bonito, ainda que a sua participação seja reduzida. As letras do Roupa Nova, às vezes, são de gosto bem duvidoso. Mas, musicalmente, vamos combinar, a banda é perfeita.
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“Death to false metal” / “Pinkerton” (Edição especial) – Weezer O Weezer está fazendo um bom pé-de-meia nesse fim de ano. Depois do lançamento do álbum de inéditas “Hurley”, dois meses atrás, agora é a vez de dois (na verdade três, porque um é duplo) CDs em uma tacada só. Vamos começar pela edição especial do clássico “Pinkerton”, lançado originalmente em 1996. Até hoje, os fãs do Weezer dizem que a banda nunca lançou nada igual. E eles têm razão. Ouvindo “Pinkerton” novamente, 14 anos após, fica nítida a sua qualidade. É aquele tipo de álbum que a gente pode afirma que não envelhece. “Tired of sex”, “Across the sea”, “Pink triangle” e “The good life” continuam deliciosas. Além disso tudo, quem comprar essa edição luxuosa de “Pinkerton” (óbvio que só saiu lá fora), ainda vai ter 25 faixas raras ou inéditas, como lados B de singles, muita gravação ao vivo de faixas do álbum (a versão acústica de “El scorcho” é especialmente divertida), takes alternativos de gravação (“Butterfly”, ainda mais crua, ficou ainda mais bonita), além da absolutamente inédita “Tragic girl”. Partindo para “Death to false metal”, trata-se de uma compilação de gravações inéditas do Weezer, “que não entraram nos sete primeiros álbuns da banda porque estávamos ou estranhos demais, ou pop demais, ou metal demais ou punk demais”, conforme Rivers Cuomo explicou ao Toronto Sun, no mês passado. Apesar de as músicas serem, em sua maioria, antigas, o álbum mais parece um novo trabalho da banda. Com todos os senões que isso acarreta, até mesmo porque, todos sabemos que os últimos álbuns do Weezer estão mais pra lá do que pra cá. Por exemplo, a versão para “Unbreak my heart”, aquela mesmo da Toni Braxton, chega a ser risível – o que a banda quis com essa faixa? “Turning up the radio”, a faixa de abertura, lembra o rock adolescente que o Weezer anda fazendo ultimamente, e “Losing my mind” soa pretensiosamente chata. Mas tudo bem, ainda tem algumas coisas que a gente possa se lembrar do Weezer dos velhos tempos, como “The odd couple” e “Blowin’ my stack”. Mas nada que justifique o lançamento de “Death to false metal”, indicado somente para os mais fanáticos.
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Em seguida, veja o encontro de Mick Jagger com o U2, em “Stuck in a moment you can’t get out of”, presente no DVD “The 25th Anniversary – Rock & Roll Hall of Fame Concerts”:
No dia 05 de outubro de 1988, a Constituição ora em vigor foi promulgada. Vinte e dois anos se passaram, e as pessoas continuam não respeitando a Constituição. A começar pelos próprios políticos. E, 32 anos após Renato Russo ter escrito uma das obras-primas do Rock Brasil, a gente continua perguntando: "Que país é este?". Pensem nisso.
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Segundo o TMZ, chegará às lojas no dia 22 de novembro (data do 47º aniversário do assassinato de John Kennedy), o DVD triplo "Vision", com todos os videoclipes de Michael Jackson e um inédito. Aguardemos.
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Um amigo me mandou a dica desse vídeo ontem, e eu achei bem bacana...
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Quer ouvir "Write about love", o álbum novo, inteirinho, do Belle And Sebastian? É só clicar aqui. Mas não espalha, viu?
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PELO TWITTER:Kanye West divulgou o nome do seu novo álbum através do microblog. "My beautiful dark twisted fantasy", quinto trabalho de estúdio do artista, chega às lojas no dia 22 de novembro.
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Para comemorar os 40 anos do lançamento de "Live at Leeds", a banda The Who lança, no próximo dia 14 de novembro, uma edição especial do álbum ao vivo. A nova edição contará com a íntegra do show em Leeds, no dia 14 de fevereiro de 1970 (incluindo a íntegra da ópera-rock "Tommy", que foi lançada em uma outra edição especial uns cinco anos atrás), além da apresentação no Hull City Hall, que aconteceu um dia depois da de Leeds, e é considerada superior pelo vocalista Roger Daltrey. Na reedição, haverá também uma reprodução do vinil, que vinha com seis faixas, além de um livro com 64 páginas. O repertório das duas apresentações são iguais, com apenas algumas mudançãs na ordem das músicas. Além da íntegra de "TommY", elas contaram com as seguintes canções: "Heaven and Hell", "I Can't Explain", "Fortune Teller", "Tattoo", "Young Man Blues", "Substitute", "Happy Jack", "I'm a Boy", "A Quick One, While He's Away", "Summertime Blues", "Shakin' All Over" e "My Generation".
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DE VOLTA?:Rod Stewart disse à Billboard que poderia voltar a gravar com o antigo parceiro Jeff Beck. Será que ainda dá pé isso aí?
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Um trechinho já estava rolando aí pela internet, mas agora já vazou, completinho, o primeiro single solo de Steven Tyler. "Love lives" chega às lojas (japonesas!) no dia 25 de novembro. A música fará parte de um filme japonês de ficção científica. No final das contas, não vi muita diferença do Aerosmith não.
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Eu nunca fui são-paulino. (Sou flamenguista desde que me entendo por gente, apesar de ter usado fraldas com a bandeira do Fluminense quando ainda não me entendia por gente.) Mas confesso que tenho um ídolo de infância que eu vi brilhar no São Paulo. Era o Careca. Grande artilheiro, fez sucesso também no Guarani, no Napoli e no Kashiwa Reysol (Japão), até encerrar a sua carreira no Santos, em 1997. Na seleção brasileira, Careca não deu muita sorte. Os times de 1986 e de 1990 não o ajudaram muito, e, em 1982, foi cortado na última hora por conta de uma contusão. Dizem que se ele tivesse no ataque daquele time de 1982, a história poderia ter sido outra. Um dia, viajando de avião, tive a sorte de sentar ao lado do ídolo e trocar algumas palavras com ele. Se essa viagem fosse hoje, eu aproveitaria para dar os parabéns pelos 50 anos do craque. Valeu Careca!
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Há 20 anos estreava nos cinemas um dos filmes mais cool que já assisti. Dirigido por Philip Kaufman, "Henry & June" conta a história da relação entre Henry Miller e Anaïs Nin. Só que Henry vai morar na França, e é convidado, pelo marido de Anaïs, a visitá-los. Aí que começa o problema: Anaïs se apaixona por Henry, que, por sua vez, é apaixonado por June, que acaba se relacionando com Anaïs. Deu pra entender? Bom, acho melhor ver o filme, que conta com um elenco fabuloso formado por Maria de Medeiros, Fred Ward, Uma Thurman, Kevin Spacey e Gary Oldman.
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Se você tiver menos de 35 anos, pergunte para a sua mãe (ou para a sua avó) qual é o grande galã da televisão brasileira. A resposta vai estar na ponta da língua: Tarcísio Meira, que hoje faz 75 anos. Entre seriados, novelas e minisséries, foram 45 personagens, desde os tempos da TV Excelsior, onde estreou na novela "2-5499 Ocupado", quando trabalhou com a sua então esposa Glória Menezes. Depois disso, ele fez novelas como "Irmãos Coragem" (1970), "O semideus" (1973), "Saramandaia (1976)", "Coração alado" (1980), "Araponga" (1990) e "A favorita" (2008), apenas para citar algumas. E quem é que se esquece do Renato Villar de "Roda de fogo" (1988)? Ou do Raul Pellegrini de "Pátria minha" (1994). Muito bom mesmo. E, só pra finalizar, desculpem-me o termo, mas Tarcísio Meira e Glória Menezes formam o casal mais foda da história da televisão brasileira.
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Foi no dia 05 de outubro de 1970 que o Led Zeppelin colocou nas lojas o seu terceiro álbum, o clássico "Led Zeppelin III". Nesse disco, Jimmy Page optou por explorar sonoridades acústicas, deixando de lado um pouco a porradaria sonora dos dois primeiros trabalhos da banda. Mesmo começando com a pesadona "Immigrant song", "Led Zeppelin III" enveredava para algo mais leve, representado em canções como "That's the way", "Tangerine" e "Gallows pole". Mas também tinha um dos blues mais animais ever: "Since I've been loving you". Engraçado notar, hoje em dia, que esse álbum talvez seja o que tenha mais influência na carreira solo de Robert Plant, que anda muito ligado em algo acústico desde "Unledded" (gravado em 1994, junto com Page). Os dois últimos álbuns de Plant (os excelentes "Raising sand", de 2007, e "Band of joy", desse ano) possuem colorações acústicas fincadas nas raízes do folk. Assim como "Led Zeppelin III".
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Pô, se existe um vocalista de uma grande banda de rock que teve que cortar um dobrado, ele se chama Brian Johnson. Imagina a situação: em fevereiro de 1980, Bon Scott, ídolo do AC/DC, morre afogado no próprio vômito. A banda vai acabar? "Não". Então quem será o novo vocalista? "Ah, tem um cara lá de uma banda obscura que canta legal, e seu nome é Brian Johnson". Três meses após a morte de Scott, Brian Johnson estreia na banda. E estreia com o álbum "Back in black" (1980), campeão de vendas, e um dos melhores discos do AC/DC - e do hard rock - até hoje. E Brian Johnson compôs todas as faixas do álbum, ao lado de Angus Young e Malcolm Young. Quem já viu um show do AC/DC sabe do que o cara é capaz de fazer no palco. Até carregar Angus no ombro, ele carrega. Uma energia inesgotável. Mesmo com os seus 63 anos, completados hoje.
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Pois é, pessoal... Foi no dia 05 de outubro de 1962 que os Beatles lançaram o seu primeiro compacto. De um lado, "Love me do". Do outro, "P.S. I love you". O resto é história...
Mesmo em hiato, o Stereolab anunciou um novo álbum para o dia 16 de novembro. "Not music" (capa acima) foi gravado em 2008 e traz 13 faixas. Enquanto isso, Laetitia Sadier disse que o seu álbum solo, "The trip", chegará às lojas em 21 de setembro. As faixas de "Not music" são as seguintes: "Everybody's weird except me", "Supha Jaianto", "So is cardboard clouds", "Equivalences", "Lelekato sugar", "Silver sands", "Two finger symphony", "Delugeoisie", "Laserblast", "Sun demon", "Aelita", "Pop molecules (Molecular Pop 2)" e "Neon beanbag (Atlas Sound Mix).
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Só para dar água na boca, um trechinho de "I want the world to stop", faixa que fará parte do oitavo álbum do Belle And Sebastian, "Write about love", que sairá no dia 11 de outubro.
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"Eu me sinto desleal. É como se estivesse traindo a minha esposa." (Brandon Flowers em entrevista ao The Sun, falando sobre o hiato do The Killers e a sua carreira solo)
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A turnê que reuniu Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax, chamada de "Big Four", sairá em DVD e em blu-ray no dia 11 de outubro. "The Big Four: Live from Sonisphere 2010" deve trazer a apresentação das bandas na Bulgária, que passou em cinemas ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Pelo que pesquisei, haverá duas versões: uma simples, com os melhores momentos, e outras com dois DVDs e cinco CDs, poster e palheta das bandas.
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Aquele showzinho que Roger Waters e David Gilmour fizeram juntos, no mês passado, foi, enfim, disponibilizado. No total, são 27 minutos, e você pode assistir logo aí abaixo. A qualidade de som e imagem é de médio pra cima.
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O Jamiroquai anunciou que vai lançar um álbum de inéditas em novembro. O disco, que vai se chamar "Rock, dust, light, star", será o primeiro da banda desde "Dynamite" (2005). Segundo o site oficial do conjunto, o novo álbum foi gravado ao vivo em estúdio.
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Julian Casablancas, dos Strokes, disse à Rolling Stone, que seria "um sonho" produzir uma canção do Pearl Jam.
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E o novo videoclipe da Katy Perry (para a música "Teenage dream")? Sexy, não?
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Depois do Planeta Terra e do Scissor Sisters, é a vez de Jeff Beck anunciar show no Brasil. E detalhe: tudo na mesma semana! Haja grana, hein? O guitarrista britânico se apresenta no dia 24 de novembro no Vivo Rio (Rio de Janeiro), e, no dia seguinte, na Via Funchal (São Paulo). Os ingressos para as duas apresentações começam a ser vendidos já a partir do dia 25 de agosto. O seu último disco foi o mediano "Emotion & commotion", que traz até a ária "Nessun dorma", da ópera "Turandot", de Puccini. Os preços no Rio variam entre 200 e 400 reais, e em São Paulo, 200 e 300. Estudante paga meia. Ah, eu vi a apresentação do Jeff Beck no Free Jazz de 1998 (acho!), e se essa apresentação for metade do que foi aquela, já vai valer a pena, pode ter certeza.
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Outra figura bem polêmica também sopra velinhas hoje. Nelson Piquet, um dos maiores vencedores da história do automobilismo, está completando 58 anos. Eu também prefiro analisar o Piquet sob o ponto de vista profissional. E acho que os seus três títulos mundiais (mesmo número de Ayrton Senna), em 1981, 83 e 87, são o suficiente para que tenhamos todo o respeito para com Nelson Piquet. O resto, a gente deixa pra lá.
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Agora eu quero falar um pouco de cinema. Sabe quem faz 50 anos hoje? O ator Sean Penn. Bom, não conheço muito meio-termo com Sean Penn. Ou você adora ou odeia. Os fanáticos pela Madonna, por exemplo, o odeiam. Eu já prefiro analisar sobre outro ponto de vista. E acho que Sean Penn fez grandes papéis. Os meus prediletos? Nos filmes "Os últimos passos de um homem", "Além da linha vermelha", "Sobre meninos e lobos", "Milk" e, principalmente, "Uma lição de amor" (o título original em inglês é "I am Sam"), no qual Penn interpreta um deficiente mental que vê a sua filha de sete anos ultrapassá-lo intelectualmente. É um filme bem especial, e que, de quebra, traz em sua excelente trilha sonora, apenas canções dos Beatles interpretadas por gente como Eddie Vedder, Rufus Wainwright, Nick Cave e Ben Harper.
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No dia 17 de agosto de 1983, morreu um dos grandes letristas de todos os tempos. Ira Gershwin (que fazia dupla com o seu irmão George Gershwin) compôs clássicos como "I got rhythm", "Embraceable you", "They can't take that away from me", "The man I love" e "Someone to Watch Over Me". Ele também fez o libreto da ópera "Porgy and Bess". Meio mundo gravou as suas composições. Exemplos? Vamos lá: Louis Armstrong, Frank Sinatra, Janis Joplin, John Coltrane, Billie Holiday, Miles Davis, Herbie Hancock, Judy Garland, Barbra Streisand, Natalie Cole, Nina Simone, Ella Fitzgerald (o seu songbook é fantástico!), Sting, Renato Russo, Caetano Veloso, entre vários outros.
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Hoje também é dia de lembrar outro grande cantor e instrumentista - e que faz aniversário no mesmo dia de João Donato, lembremos. Ed Motta nasceu a 17 de agosto de 1971, e eu me lembro bem quando saiu o seu primeiro disco, com a Conexão Japeri, em 1988. Eu adorava aquela parte de "Manuel", que era cantada com sotaque americanizado: "se eu fosse americano, minha vida não seria assim". Por via das dúvidas, comprei o meu bolachão nas Lojas Americanas mesmo. Eu queria pedir vênia para contar duas historinhas aqui sobre o Ed Motta. A primeira aconteceu acho que em 2005. Eu estava hospedado no mesmo hotel que ele em Amsterdã. Tomava café da manhã todo dia na mesa ao lado da dele. E uma coisa me impressionou: o respeito com o qual ele era tratado. Verdadeiro popstar (ou jazzstar, se preferir). Bacana ver um brasileiro ser tão bem tratado pelos europeus. E a gente que, muitas vezes, trata tão mal os nossos próprios artistas... A segunda história foi na última edição do Tim Festival (2008?). Uma mocinha que limpava o banheiro parou o Ed Motta para dizer que gostava muito das suas músicas. Eu vou dizer que pouca vezes vi um artista ser tão atencioso com um fã. Acho legal contar essas duas histórias aqui. A imprensa também pode falar bem dos artistas, viu Ed? Hehehe...
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E quem nasceu no dia 17 de agosto de 1951 foi a cantora Elba Ramalho. Nossa, acho que desde bem pequeno assisto aos shows da Elba. As suas músicas acabam grudando na cabeça de um moleque que cresce nos anos 80, não sei se por causa das novelas. Afinal, você pode até se esquecer da história de Roque Santeiro, mas não se esquece de que a sua música-tema era "De volta pro aconchego". Elba também foi das poucas artistas que participou das três edições brasileiras do Rock in Rio. Eu me lembro que na terceira edição, em 2001, ela fez um show explosivo com Zé Ramalho. Nunca vi tanta poeira subir na minha vida. O mais engraçado foi que, no dia seguinte, encontro com uma amiga minha na Cidade do Rock, e ela manda: "você dança forró muito bem". "Eu????". "Sim, você apareceu na TV uns dois minutos dançando no show da Elba". Nossa mãe, o que que eu bebi naquele dia??
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Agora é a vez do samba. E agora é a vez de homenagear Candeia, que estaria completando 75 anos. Grande mestre do partido alto, Candeia compôs clássicos como "Pintura sem arte" (abaixo), "Preciso me encontrar", "Anjo moreno", "Eterna paz", "Filosofia do samba", "De qualquer maneira" e "Não tem vencedor". Suas músicas foram regravadas por gente como Martinho da Vila, Ney Matogrosso, Marisa Monte e Paulinho da Viola. Candeia morreu no dia 16 de novembro de 1978.
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No dia em que comemoramos os 27 anos da morte do grande poeta Carlos Drummond de Andrade, devemos nos lembrar também de outro grande da música. João Donato nasceu a 17 de agosto de 1934, e começou a sua carreira, veja só, tocando acordeão. Tem um álbum fantástico dele, que o Charles Gavin lançou em CD deve ter uns sete anos, que se chama "Chá dançante" (1956), creditado a "Donato e seu conjunto". Esse foi o seu primeiro LP, que ainda teve o repertório escolhido por Antonio Carlos Jobim (dizem que o maestro também tocou em algumas canções, apesar de não ter sido creditado no encarte). E olha que é difícil indicar os melhores álbuns do Donato, porque a quantidade é imensa. Mas arrisco alguns: "A bossa muito moderna de Donato e seu trio" (1963), "Muito à vontade" (62), "A bad Donato" (70) e "Quem é quem" (73).
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"João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou pra tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história." ("Quadrilha" - Carlos Drummond de Andrade - 31/10/1902 / 17/08/1987)
Falei aqui já deve ter um mês ou mais sobre a edição especial do "Rated R", do Queens Of The Stone Age. Pois agora foram divulgados os detalhes dessa edição de luxo. Para comemorar os dez anos do lançamento, a banda praparou um CD duplo recheado de coisas boas. Além do álbum original remasterizado, o CD duplo, que sai no dia 03 de agosto, trará seis lados B ("Ode to Clarissa", "You're so vague", uma versão ao vivo de "Monsters in the Parasol", uma nova versão de "Born to Hula", e covers "Never say never", do Romer Void, e "Who'll be the next in line", do Kinks), além de nove músicas gravadas ao vivo no Reading Festival, em 2000, época de lançamento do álbum. Esse é para encomendar!
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DESESPERO: Já que ninguém vende mais disco, o Arcade Fire resolveu apelar. "The suburbs", novo álbum da banda canadense, que sai lá fora na primeira semana de agosto, terá oito (isso mesmo, OITO!) capas diferentes. Será que vai ter fanático comprando oitos CDs iguais?
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Será lançado no dia 07 de setembro, o DVD/BD/CD "Rust in peace live" (capa acima), com o registro da última apresentação da turnê comemorativa dos 20 anos do lançamento de "Rust in peace", do Megadeth. O pacote está previsto para ser lançado no dia 07 de setembro. O show foi gravado no Palladium, em Hollywood, no dia 31 de março. O tempo total do vídeo, que ainda traz cenas de bastidores, é de 80 minutos. No repertório, as nove faixas de "Rust in peace" e mais sete sucessos. Veja a relação completa: "Holy wars... The punishment due", "Hangar 18", "Take no prisoners", "Five magics", "Poison was the cure", "Lucretia", "Tornado of souls", "Dawn patrol", "Rust in peace... Polaris", "Skin O' my teeth", "In my darkest hour", "She-wolf", "Trust", "Symphony of destruction", "Peace sells" e "Holy wars (Reprise)".
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Depois de três anos de "Volta", Björk prepara o lançamento de mais um álbum. Um EP na verdade. A cantora islandesa se reuniu com o Dirty Projects para gravar "Mount Wittenberg Orca", que tem sete faixas. Parte dos lucros com a venda do EP será doada para uma campanha de preservação das espécies marítimas. As faixas do álbum, que estará disponível aqui a partir do dia 30, são as seguintes: "Ocean", "On and ever onward", "When the world comes to an end", "Beautiful mother", "Sharing orb", "No embrace" e "All we are".
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Durante soundcheck em Dublin, ontem, o Green Day tocou uma música inédita. A gravação está meio tosca, mas dá pra ter uma ideia de "Stay the night", logo abaixo.
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O show que Paul McCartney fará no festival Hard Rock Calling, em Londres, no próximo domingo (dia 27/06) será transmitido ao vivo pelo YouTube. O show começa às 20h30 no horário de Londres, 16h30 no horário de Brasília. A apresentação pode ser conferida nesse canal aqui.
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Essa é a capa do novo CD do Moska, que chega às lojas na semana que vem, via Biscoito Fino. O álbum é duplo e tem 18 faixas, incluindo "Soneto do teu corpo", "Nuvem", "Sinto encanto" e "Pêndulo".
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E o videoclipe do novo single do Ozzy Osbourne, "Let me hear you scream", hein? Mais Ozzy impossível, não?
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Brandon Flowers anunciou hoje que o seu primeiro álbum solo, "Flamingo", sai no dia 06 de setembro no Reino Unido, e no dia 14, nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Ele ainda disse que "Flamingo" terá 10 faixas, incluindo o primeiro single, "Crossfire" (que será lançado a 23 de agosto), além de "Jilted lovers and broken hearts", "Welcome to fabulous Las Vegas" e "Playing with fire". Gravado em Las Vegas, o álbum contou com a produção de Stuart Price, Daniel Lanois e Brendan O'Brien.
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DE NOVO?:Lulu Santos gravou ontem, aqui no Rio, o seu "Acústico MTV 2". O primeiro é de 2000. Considero o "Acústico" de Lulu muito bom. Foi lançado em DVD e CD duplo com a apresentação completa. Não consegui descobrir o que Lulu gravou nesse segundo volume. Espero que tenha sido algo diferente do que já tem no primeiro. Repertório não falta... Senão, vamos ter a mais uma versão de "Toda forma de amor", "O último romântico", "Tudo bem"... Que tal "Tudo azul", "Papo cabeça", "Brumário", "Manhas e mumunhas"...?
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No dia 24 de junho de 1990, Messi estava fazendo três anos, e a seleção argentina lhe deu um presente - será que ele se lembra? Foi nesse dia que a Argentina derrotou o Brasil com aquele célebre gol do Caniggia. Foi injusto, é verdade. O Brasil tinha a fama de retranqueiro por conta da tática adotada pelo técnico Sebastião Lazaroni, e que era seguida a risca por Dunga dentro de campo. Mas, naquela partida, o Brasil jogou bem, atacou muito, e perdeu, pelo menos, uns quatro gols. Como quem não faz leva (meu pai falou isso exatamente cinco minutos antes de Caniggia marcar o gol), o Brasil foi embora pra casa logo nas oitavas de final. E a Argentina chegou à final. Mas perdeu para a Alemanha. Ainda bem. A seleção de Maradona, em 1990 (e bem diferente de 1986), não merecia ganhar aquele título.
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E se tem craque no automobilismo argentino, tem craque no futebol também. Aliás, dois craques: Juan Román Riquelme e Lionel Messi. Na verdade, quero falar do segundo. Depois que Zidane se aposentou, eu achava que uma Copa do Mundo não teria mais graça tão cedo. Ainda bem que me enganei. Que delícia ver o Messi em campo. Parece que a bola tá grudadinha no pé dele. E ele faz o que quer. Como dizia Armando Nogueira, um lenço para ele é um latifúndio. Messi ainda não marcou gol nessa Copa. E está merecendo. Mas alguma coisa me diz que a Copa do Mundo reserva algo muito mais especial para ele. E eu estou torcendo como nunca. Messi completa 23 anos, e Riquelme, 32.
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Olha só, hoje é um dia para argentino nenhum botar defeito. Sugiro que caso você tenha algo contra nuestros hermanos, nem leia os posts seguintes... Hehe... Pra começar, vamos falar de automobilismo. Hoje celebramos os 99 anos de Juan Manuel Fangio, um dos maiores automobilistas de todos os tempos. O argentino participou de 51 grandes prêmios, com 24 vitórias, 29 pole positions e 5 títulos mundiais (1951, 1954, 1955, 1956 e 1957). Fangio morreu no dia 17 de julho de 1995, em Buenos Aires.
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Sinhozinho Malta, Viúva Porcina, Padre Hipólito, Mocinha Abelha, Dona Pombinha, Dona Matilde, Cego Jeremias, Prefeito Florindo Abelha, Zé das Medalhas, o Lobisomem e... Roque Santeiro! Bom, se você tem pelo menos 30 anos de idade, deve se lembrar de alguns desses personagens. Eu me lembro muito. Eu me lembro que, durante boa parte de "Roque Santeiro", meus pais viajaram e eu dormi na casa da minha avó. Tinha cinco anos. Mas só ia pra cama depois que a novela acabasse. Não consigo ouvir a música-tema de Sá & Guarabyra sem ficar (muito) arrepiado. Bons tempos. E hoje, dia 24 de junho de 2010, faz 25 anos que "Roque Santeiro" estreou na Rede Globo. Logo abaixo, você pode ver exatamente o início do primeiro capítulo de Roque Santeiro.
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Da música brasileira para internacional, hoje é dia de dar os parabéns para o grande, magnífico e sensacional guitarrista Jeff Beck, que faz 66 anos hoje. Já escrevi algumas coisas sobre ele aqui. O seu último álbum ("Emotion & Commotion") não me agradou. Beck poderia ter passado sem "Nessun dorma"... Mas se eu for falar aqui da história dele, vou ficar o dia todo escrevendo sobre as suas qualidades. O que falar de álbuns como "Blow by blow", "There and back" e "Wired"? Nada, né? Melhor ouvi-los... E o antológico show no Free Jazz de 1998 (acho!)? Até guitarra ele quebrou no final, no melhor estilo Pete Townshend! Por essas e por outras que ainda estão por vir, muitas felicidades, Jeff Beck!
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Quando estava preparando a pré-pauta do blog ontem, fiquei louco com esse aniversário. A gente fala muito de Noel Rosa, mas acaba se esquecendo do seu principal parceiro. Vadico compôs com Noel algumas das pérolas do cancioneiro nacional, como "Conversa de botequim", "Feitio de oração", "Feitiço da Vila", "Pra que mentir", "Tarzã, o filho do alfaiate", entre outras. Pois bem, se vivo fosse, Vadico estaria completando hoje 100 anos. Uma pena que pouca gente vá se lembrar dessa data hoje. Mas fica aqui a minha singela homenagem.
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Alguém aqui já leu "A moreninha" (a tia já dizia que esse foi o "primeiro romance escrito no Brasil") ou "O forasteiro"? Haha... Eu já li os dois. Nessas horas, a gente agradece ao Santo Agostinho (ao colégio mesmo). Bom, ambos os livros (além de outros, como "O moço loiro" e "A luneta mágica") foram escritos por Joaquim Manuel de Macedo. E, hoje, dia 24 de junho de 2010, celebramos os 190 anos desse grande escritor, que também foi professor dos filhos da princesa Isabel! Manuel de Macedo é o patrono da cadeira 20 da Academia Brasileira de Letras.
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Bom dia, pessoal. E pode acender a fogueira, preparar a canjica, comprar estalinho, pintar o bigodinho, que hoje é dia de São João! Tudo bem, para mim, uma das muitas coisas desagradáveis que existem é festa de São João. Mas do santo eu gosto. Minha avó também gostava dele. Então, fica aqui a minha homenagem com uma música sugerida pelo colega Leonardo Guedes.
Uma das bandas prediletas de Kurt Cobain, os Vaselines estavam devendo um segundo álbum fazia tempo - o primeiro e único foi "Enter the Vaselines". A banda, formada em 1987, se separou em 1989. O conjunto se reuniu recentemente e acabou entrando em estúdio para gravar "Sex with an X", que chegará às lojas em 14 de setembro. O produtor, Jamie Watson, é o mesmo do primeiro álbum. As faixas de "Sex with an X" são as seguintes: "Ruined", "Sex with an X", "The devil inside me", "Such a fool", "Turning it on", "Overweight but over you", "Poison pen", "I hate the 80's", "Mouth to mouth", "Whitechapel", "My god's bigger than your god" e "Exit the Vaselines". "I hate the 80's" já pode ser baixada gratuitamente aqui.
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Les Paul foi homenageado na noite de ontem por um time de guitarristas para celebrar os seus 95 anos. O anfitrião Jeff Beck recebeu convidados no Iridium Jazz Club, onde Les Paul se apresentava todas as segundas até a sua morte, em agosto passado. Meat Loaf, Little Steven Van Zandt (da E Street Band), Zakk Wylde, Kirk Hammett (Metallica) e outros fizeram uma apresentação de mais de duas horas de duração. Canções como "Walking in the sand," "Sleepwalk", "Train kept A-Rollin", "Rock around the clock", "Shake, rattle and roll" e "The Peter Gunn theme" fizeram parte do repertório. O show foi filmado para um especial da PBS, bem como para um DVD, que será lançado ainda esse ano.
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O Iron Maiden iniciou ontem, em Dallas, nos Estados Unidos, a turnê de seu novo álbum, "The final frontier", que chegará às lojas em agosto. No repertório, como sempre, muitas canções do novo álbum, assim como sucessos. Mas duas coisas me surpreenderam nesse show: 1) o início, com a dobradinha "The wicker man" e "Ghost of the navigator", as duas primeiras faixas de "Brave new world" (2000), e que também abriam aquela turnê, que ganhou DVD registrado no Rock in Rio de 2001; 2) poucas músicas dos anos 80, que acabaram concentradas só no finalzinho do show. O repertório completo da estreia da turnê do Iron Maiden foi o seguinte: "The wicker man", "Ghost of the navigator", "Brighter than a thousand suns", "El Dorado", "Paschendale", "The reincarnation of Benjamin Breeg", "These colours don't run", "Blood brothers", "Wildest dreams", "No more lies", "Brave new world", "Fear of the dark", "Iron Maiden", "Number of the beast", "Hallowed be thy name" e "Running free". Abaixo, um vídeo amador da abertura da apresentação, com "The wicker man".
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Mais uma "superbanda" anunciou o lançamento de um álbum. Dessa vez foi o Black Country Communion, que tem entre seus integrantes Glenn Hughes (ex-Black Sabbath e ex-Deep Purple), Jason Bonham (filho de John Bonham, que tocou bateria no Led Zeppelin), Derek Sherinian (Dream Theater) e o guitarrista Joe Bonamassa. O álbum, produzido por Kevin Shirley, se chamará "Black country", e será lançado no dia 20 de setembro. A relação de faixas é a seguinte: "Black country", "One last soul", "The great divide", "Down again", "Beggarman", "Song of yesterday", "No time", "Medusa", "The revolution in me", "Stand (At the burning tree)", "Sista Jane" e "Too late for the sun". Para quem quiser conhcer um pouco da banda, segue abaixo o vídeo de "One last soul".
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"Não é por causa dos animais. Quer dizer, eu trabalhava em um matadouro... Eu só não consigo mais digerir carne." (Ozzy Osbourne, o ex-"devorador de morcegos" ao Spinner)
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Com um atraso de mais de uma década, a principal banda brasileira dos anos 80 ganha o seu site oficial. Parece que a relação entre Dado Villa-Lobos / Marcelo Bonfá e os herdeiros do Renato Russo está mais traquila, a ponto de viabilizar o site http://www.legiaourbana.com.br/. Pelo que vi, a ideia é fazer um site interativo, com fãs postando vídeos caseiros com interpretações das músicas da Legião, além de mural de recados e notícias publicadas pela imprensa. Só senti falta de novidades a respeito da banda. Até hoje, a Legião Urbana tem apenas um DVD lançado, o "Acústico MTV", que não mostra a força da banda no palco. Quando é que os herdeiros e os dois ex-integrantes vão se entender e lançar o DVD com o show no Jockey? E o do Metropolitan? Será que eles não se tocaram que isso é importante para a história da banda? Renato Russo morreu 14 anos atrás. Apesar da sua força, a Legião precisa "se apresentar" às novas gerações. Uma comparação: os Smiths, volta e meia, lançam uma coletânea com alguma coisa diferente. Por que a Legião não faz isso? Há oito, sete anos, na hora da rodinha de violão no churrasco, não faltava "Faroeste caboclo", "Quase sem querer"... Hoje, não tem mais Legião. Por quê? Porque o tempo passou, as pessoas creseceram, e a Legião ficou adormecida. Sem site, sem gravações novas nas lojas, sem os ex-integrantes aparecerem... Bom, acho que a ideia do site é um ótimo começo. Mas fica a torcida para que não termine por aí. Por favor, não deixem a Legião Urbana morrer.
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E depois de quatro anos, os Strokes realmente voltaram aos palcos ontem, em Londres. Os ingressos estavam sendo vendidos na porta por 50 vezes o valor de bilheteria. Dizem que até Chris Martin, do Coldplay, foi conferir a apresentação dos Strokes, cujo repertório foi esse aqui: "New York City cops", "The modern age", "Hard to explain", "Repitilla", "Whatever happened", "You only live once", "Soma", "Vision of division", "I can't win", "Is this it", "Someday", "Red light", "Last nite", "Under control", "12:51", "Juicebox", "Heart in a cage" e "Take it or leave it". E o melhor vídeo que encontrei no YouTube foi o de "Juicebox".
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"Ao vivo", novo DVD da banda O Rappa, chegará às lojas até o final do mês. Filmado na favela da Rocinha, o show foi registrado por oito câmeras, e "ângulos inacreditáveis da maior comunidade do país, sonorizado com uma qualidade impecável", segundo o release. As faixas presentes são as seguintes: "Meu mundo é o barro", "Reza vela", "Lado B lado A", "Hóstia", "Homem amarelo", "Mar de gente", "Documento", "Minha alma - A paz que eu não quero", "Monstro invisível", "Hei Joe", "Maneiras", "Tribunal de rua", "Linha vermelha", "Meu santo tá cansado", "O que sobrou do céu", "Rodo cotidiano", "Todo camburão tem um pouco de navio negreiro", "7 vezes", "O salto", "Vapor barato", "Súplica cearense", "Me deixa", "Pescador de ilusões" e "Ilê Ayê - Que bloco é esse". "Ao vivo" também será lançado em CD - duplo ou dois volumes vendidos separadamente.
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E, por incrível que possa parecer, hoje já faz 10 anos que o ator Rômulo Arantes sofreu o acidente de ultraleve que o vitimou aos 43 anos de idade. Nadador profissional, Rômulo participou de novelas importantes como "Perigosas peruas", "Riacho doce", "Pantanal", "Sassaricando", "A gata comeu", "Vereda tropical" (na qual fazia exatamente o papel de um professor de natação) e "Brilhante". O seu último trabalho na televisão foi o programa "Zorra total".
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Agora eu vou falar da segunda diva que nasceu no dia 10 de junho de 1922. Abigail Izquierdo Ferreira, ou simplesmente, Bibi Ferreira. Filha do ator Procópio Ferreira, Bibi nasceu em Salvador, e fez a sua estreia (dizem) aos 24 dias de vida, substituindo uma boneca em uma peça. No decorrer de sua carreira, atuou e dirigiu peças e musicais importantes, como "Minha querida dama" (versão de "My fair lady"), "Gota d'Água", "Brasileiro, profissão: esperança", "Roque santeiro" e "Bibi canta Piaf".
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Hum, agora eu quero falar de duas divas que fazem aniversário no dia 10 de junho. Mas, olha, duas divas mesmo! E o mais curioso é que elas nasceram no mesmo dia: 10 de junho de 1922. A primeira é Judy Garland, a atriz que fazia esse moleque aqui babar na tela da televisão vendo "O mágico de Oz". Eu me lembro de um dia (tinha tipo uns 5 anos de idade) que fiquei uma tarde de sábado inteira vendo "O mágico de oz". Foram quatro vezes e meia. Eu não sabia que, no videocassete, você podia apertar o stop e depois o rewind para voltar mais rápido. Então, o que eu fazia? Colocava o rewind no dedo mesmo, durante uns 10, 15 minutos. Conclusão, um dedinho inchado e cheio de pus no sábado à noite. Mas com a maravilha logo abaixo sem sair da cabeça. Ah, e se você quiser conhecer bem a obra da Judy, mas não tem muito saco para essas interpretações antigas, coloque para rodar o DVD "Rufus! Rufus! Rufus! does Judy! Judy! Judy!", lançado por Rufus Wainwright, em 2007.
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Se tem alguém que deve ter muito orgulho de ter nascido no mesmo dia de João Gilberto, esse alguém é Guinga. Um dos maiores violonistas do país, ele completa 60 anos hoje. Os principais parceiros de Guinga são Paulo César Pinheiro e Aldir Blanc, e ele também compôs a bela "Você, você", com Chico Buarque. Mas, para mim, o seu nome está ligado mesmo ao fabuloso álbum "Catavento e girassol", que Leila Pinheiro gravou com 14 composições suas. Parabéns ao grande violonista - e dentista!
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Mesmo sem querer, o cara, volta e meia, está na mídia. E recentemente, com a ótima entrevista publicada pela Veja Rio, ele está sob os holofotes de novo. Passou mal com a comida de um restaurante japonês, não conhece Lady Gaga, está desiludido com o Brasil, quer gravar um DVD em um templo japonês... Pronto, cada suspiro virou manchete. E hoje, João Gilberto completa 79 anos. Mesmo arredio (como sempre), João continua dando os seus shows por aí - tem três marcados nos Estados Unidos nesse mês. E que ele volte logo para repetir no Brasil aquelas noites históricas no Teatro Ibirapuera e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 2008. Salve João!
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"Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade É servir a quem vence o vencedor, É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo amor?"
Não, hoje a homenagem não vai para a Legião Urbana (apesar de ela até merecê-la também como escreverei mais tarde). O poema acima, que foi musicado pela Legião em "Monte Castelo", é de Luís de Camões. O poeta português morreu faz exatos 470 anos. E, não por acaso, 10 de junho é o dia da Língua Portuguesa. E nessa matéria, como diz aquela velha canção portuguesa: "Só passa quem souber / E aprende-se a dizer saudade".
“Artificial horizon” – U2 Todo ano, o U2 dá de presente um CD para os assinantes de seu site. O da vez é “Artificial horizon”, um álbum de remixes de 11 canções da banda produzidos por gente bem bacana como Jacknife Lee, Trent Reznor, Justice e Hot Chip. A maior parte das músicas é do álbum “No line on the horizon”, lançado no ano passado, incluindo uma ótima versão de “I’ll go crazy if I don’t go crazy tonight”, gravada ao vivo em Dublin, e o Falke Radio Mix de “Magnificent”. Dos álbuns mais antigos do U2, “Beautiful day” foi a que ganhou a melhor versão. O remix instrumental de David Holmes deixou a música com um pé no U2 dos anos 80 misturado com Joy Division. O remix do Hot Chip para “City of blinding lights” também ficou bem diferente, assim como o de Monster Truck para “Staring at the sun”. O site oficial do U2 também disponibilizou uma edição tripla em vinil desse mesmo álbum. O número de cópias foi limitadíssimo, e o U2 já avisou que não vai mais prensar nenhuma unidade. A ideia é que o item se transforme em uma “super-mega raridade”. Espero que a minha cópia chegue direitinho.
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“Congratulations” – MGMT Esse novo álbum do MGMT dividiu opiniões. Quem gostou do primeiro trabalho de Ben Goldwasser e Andrew Wyngarden não necessariamente vai curtir “Congratulations”. Esqueça a sonoridade pop das faixas de “Oracular Spetacular” (2007). Nesse novo álbum, o MGMT comente um suicídio comercial, usando e abusando de uma sonoridade psicodélica, difícil e... bem mais interessante. Não que algo mais pop e comercial tenha ficado de fora. “Brian Eno” é um exemplo de que quem fez “Kids” e “Time to pretend” não vai perder a mão de uma hora para outra. Por outro lado, temos uma “Siberian breaks”, com longos 12 minutos de duração (na contracapa, ela é classificada como uma “pop surf opera”), cheia de climas e mudanças de ritmo. A instrumental “Lady Dada’s nightmare” também causa estranhamento. Mas o que fica mesmo em “Congratulations” é a constatação de que o MGMT é uma banda que quer ir para frente e fazer coisas diferentes. Para comprovar, basta ouvir as duas primeiras faixas do álbum: “It’s working” e “Song for Dan Treacy”.
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“Ensaio” – Nana Caymmi Nana Caymmi estava devendo um DVD solo há muitos anos. E finalmente chega às lojas “Ensaio”, que traz o registro da apresentação da cantora no programa de televisão de mesmo nome, veiculado pela TV Cultura em 1993. Acompanhada pelo pianista Luizão Paiva e pelo guitarrista Cláudio Guimarães, Nana canta sucessos de Tom Jobim (“Se todos fossem iguais a você” e “Esperança perdida”), Milton Nascimento (“Cais”), Custódio Mesquita (“Saia do caminho”, em interpretação especialmente magistral), Gonzaguinha (“Palavras”) e, claro, seu pai Dorival Caymmi (“Só louco”, “Lenda do Abaeté”, “Acalanto”, entre outras). Nana também relembra um de seus primeiros sucessos (“Bom dia”), composto em parceria com Gilberto Gil. Além da ótima voz (em completa forma) e do excelente repertório, Nana Caymmi conta histórias de sua família, intimidades, as suas influências, a adoração por Isaura Garcia e como conheceu Vinícius de Moraes. Belo DVD. Mas o público ainda aguarda o registro de um show de verdade de Nana Caymmi.
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“Emotion & commotion” – Jeff Beck Clichê: Jeff Beck é um mostro da guitarra. Quem viu o show dele no Free Jazz de 1998 (acho) não se esquece. “Blow by blow” e “Wired” devem constar em qualquer discoteca básica. Mas, ultimamente (e põe ultimamente nisso), Jeff Beck tem se enrolado no estúdio. Desde que começou a flertar excessivamente com outros gêneros musicais que não o rock (o eletrônico em “Jeff Beck’s guitar shop”, de 1989, por exemplo), a guitarra de Beck não tem dado muita liga. “Who else!” (1999), “You had it coming” (2001) e “Jeff” (2003) foram álbuns equivocados. E o mesmo acontece com “Emotion & commotion” - só pelo título, a gente já vê que há algo errado. A impressão que fica é que Jeff Beck está meio perdido. O repertório que mistura “Over the rainbow” (do “Mágico de Oz”) a “Nessun Dorma” (da ópera “Turandot”, de Giacomo Puccini), e que ainda passa por coisas como “Serene” (um lounge muito chato com participação de Olivia Safe) e o rock meio sem graça “There’s no other me” (que em nada combina com a voz de Joss Stone, diga-se) é completamente irregular. Para dizer que não há acertos, Beck mandou bem na versão de “I put a spell on you”, também com Joss Stone. Vale destacar também os ótimos músicos que acompanharam Jeff Beck nas gravações: Tal Wilkenfeld, Jason Rebello, Vinnie Colaiuta, Pino Palladino... Pois é, não deu para entender nada.
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“One night only” – Barbra Streisand Barbra Streisand não se apresentava em uma boate havia 48 anos. Para zerar a marca, no dia 26 de setembro de 2009, a cantora norte-americana resolveu trocar os grandes palcos do Madison Square Garden e da Arena O2 pelo minúsculo Village Vanguard, tradicional “club” de jazz em Greenwich Village (Nova York). O show serviu para divulgar o último álbum de Barbra, “Love is the answer”, no qual recriava alguns standards do cancioneiro dos Estados Unidos. Em “One night only”, DVD/BD que traz o registro da apresentação no Village Vanguard, Barbra vai além. Acompanhada apenas por um quarteto de jazz, a cantora relembra clássicos como “My funny valentine” e “Nobody’s heart (Belongs to me)”. As canções mais conhecidas na voz da cantora, como “Evergreen” e “The way we were”, ganharam versões mais puxadas para o jazz, e também não ficaram de fora. “One night only”, em última instância, traz aos fãs a oportunidade de assistir a um show de Barbra Streisand despido daquela pompa que já ficou cansativa nas apresentações da cantora.
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Logo abaixo, o trailer do DVD “One night only”, de Barbra Streisand.