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30 de set. de 2010

Dire Straits, Stevie Ray Vaughan, Bob Dylan, Chacrinha, James Dean, Take That, Skank, Seal, Mark Ronson, Paul Weller, BEP, Neil Young, The Flintstones

Quem aqui nunca viu um desenho dos Flintstones?? A família da Idade da Pedra completa 50 anos hoje.



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Neil Young inovou mais uma vez e fez um supervideoclipe para as músicas de seu novo álbum. Veja abaixo:



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Depois do "The E.N.D." é a vez do "The Beggining". Esse é o nome do novo álbum do Black Eyed Peas, a ser lançado no dia 30 de novembro. O novo disco terá 12 faixas produzidas por Will.i.am, DJ Ammo e David Guetta. Vale lembrar que o Black Eyed Peas fará nove shows no Brasil, entre os dias 15 de outubro e 04 de novembro. A banda passará por Fortaleza (dia 15/10), Recife (17/10), Salvador (19/10), Brasília (22/10), Rio de Janeiro (24/10), Belo Horizonte (27/10), Porto Alegre (30/10), Florianópolis (01º/11) e São Paulo (04/11).

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A data de lançamento ainda não está fechada, mas Paul Weller já confirmou o lançamento de "Find the torch, burn the plans", pacote com CD e DVD ao vivo gravado no Royal Albert Hall, no primeiro semestre desse ano. Foram cinco noites de show, e o DVD trará o roteiro completo de 26 músicas, registradas durante todas as apresentações. Jà o CD trará um best of do show no Royal Albert Hall, além de seis faixas gravadas em um concerto acústico de Weller para a BBC, no início do ano. As músicas que farão parte do DVD são as seguintes: "Andromeda", "From the Floorboards Up", "&3 Is The Strikers Name", "Into Tomorrow", "Aim High", "Moonshine", "Up The Dosage", "Strange Town", "Wake up the Nation", "Shout To The Top!", "Trees", "You Do Something To Me", "One Bright Star", "Wild Wood", "The Eton Rifles with guest Kelly Jones", "That's Entertainment", "Fast Cars/Slow Traffic", "Come On", "Why Walk When You Can Run", "All On A Misty Morning", "Light Nights", "Butterfly Collector", "Find The Torch, Burn The Plans", "Art School", "Scrape Away" e "Pieces Of a Dream".

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Além de ter que ouvir desaforo de Amy Winehouse pelo Twitter, agora são os fãs do The Smiths que estão nervosos com Mark Ronson. O produtor disse ao New Musical Express que tem recebido ameaças de morte dos fãs da banda de Manchester, por conta de sua versão para "Stop me if you think you've heard this one before". "Os fãs ficaram ressentidos por eu ter mexido em uma das vacas sagradas do indie. Mas se Morrissey e Johnny Marr me autorizaram, não posso me preocupar com o que pensa um moleque de 16 anos, que não sai do quarto. Mas aprecio o fato de um moleque assim se preocupar o suficiente para me enviar ameaças de morte através do MySpace. Desde que não ponha a ideia em prática", disse Ronson.



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O novo single de Seal virou videoclipe. E a grande estrela é a sua esposa (e modelo) Heidi Klum, que aparece... nua! O nome da música é "Secret", e está presente em "Commitment", novo álbum do cantor, que chegou às lojas na semana passada.



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Enquanto o DVD "Multishow Ao vivo - Skank no Mineirão" não chega às lojas - o CD duplo já foi lançado - o Skank (visto acima em foto de Weber Pádua) estreia a sua nova turnê nacional no palco do Vivo Rio (Rio de Janeiro), amanhã, dia 01º de outubro. O novo show traz três canções inéditas, que serão apresentadas pela primeira vez ao público carioca, além dos maiores sucessos da banda, que foram registrados no novo trabalho gravado ao vivo no estádio em Belo Horizonte, na frente de 55 mil fãs, no dia 19 de junho desse ano. Mùsicas como "Garota nacional", "Ainda gosto dela", "Vou deixar", "Acima do sol" e "Resposta" estão previstas no roteiro da apresentação, que começa às 22h, e cujos ingressos custam entre R$ 120,00 (camarote A) e R$ 60,00 (pista). Quem tiver carteira de estudante paga meia. Mais informações aqui.

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O primeiro álbum do Take That (com Robbie Williams) em 15 anos chegará às lojas no dia 22 de novembro. "Progress" será precedido pelo single "The flood", a ser lançado no dia 04 de novembro. O disco foi produzido por Stuart Price (Madonna, The Killers) e gravado em sessões secretas no mês de setembro do ano passado, em Nova York.

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"Assim caminha a humanidade", "Vidas amargas", "Juventude transviada". James Dean viveu pouco. Apenas 24 anos. Mas entrou pra história com esses filmes. Mais do que um ator, ele representou a própria juventude transviada dos anos 50. Ele ainda chegou a ganhar dois Globos de Ouro póstumos, em 1956. James Dean morreu no dia 30 de setembro de 1955, vítima de um acidente de carro que partiu a sua coluna vertebral ao meio.



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Eu falei que ontem fiquei acordado até tarde vendo uns filmes. Um deles foi o documentário "Alô, alô, Terezinha!", de Nelson Hoineff. Como hoje a gente celebra os 93 anos de nascimento do Chacrinha, queria ver o filme para descobrir alguma coisa nova sobre o "Velho Guerreiro". Mas foi impossível. "Alô, alô, Terezinha" é um dos documentários mais toscos que já vi. A estratégia de Hoineff foi simples: explorar a miséria alheia. A miséria das chacretes, a miséria de ex-calouros, a miséria de cantores que fizeram sucesso e hoje estão decadentes... Um das chacretes (uns 30 quilos acima do peso) chega a colocar a roupa coladinha que usava 30 anos antes para dançar. Uma outra fica com os peitos de fora para rebolar em um chafariz em praça pública. Outra apresenta o seu novo emprego: cozinheira de um pé-sujo, com direito a visita de um fã bêbado na cozinha para falar baixarias. Rita Cadillac coloca a bunda de fora para um fã beijar. Um ex-calouro gago diz que "Roberto Carlos é um bosta". Aguinaldo Timóteo diz que a Bossa Nova e a Tropicália eram umas porcarias (ele só se esqueceu de dizer que ele que é bom...). Enfim, um verdadeiro show de horrorres. Deu até pena de ver gente como Roberto Carlos, Ney Matogrosso, Alceu Valença e Gilberto Gil participando de tamanha tosqueira. Chacrinha merecia coisa melhor.



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Esse álbum eu não poderia deixar de citar aqui hoje. Para mim, o clássico dos clássicos. O álbum que rachou a minha cabeça ao meio. O álbum que, após a primeira audição, eu mudei a minha relação com a música. O álbum que... Ah, sei lá, muitas coisas. O nome desse disco tão importante é "Time out of mind", do Bob Dylan. E ele foi lançado no dia 30 de setembro de 1997. Produzido por Daniel Lanois, "Time out of mind" foi o 30º álbum da carreira de Dylan, e ainda ganhou três Grammy Awards, incluindo Disco do Ano. Desde o seu lançamento, não tem um mês que não deixo de ouvi-lo. E, pode ter certeza, a cada ouvida, descubro algo diferente. A relação de faixas de "Time out of mind" é a seguinte: "Love sick", "Dirt road blues", "Standing in the doorway", "Million miles", "Tryin' to get to heaven", "'Til I fell in love with you", "Not dark yet", "Cold irons bound", "Make you feel my love", "Can't wait" e "Highlands". Para ver/ouvir um desses clássicos, basta clicar aqui.

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Também há 25 anos, o super guitarrista Stevie Ray Vaughan colocava nas lojas o seu terceiro álbum, "Soul to soul". Nesse álbum, SRV foi acompanhado pela Double Trouble e pelo tecladista Reese Wynans. Comparado aos seus dois discos anteriores ("Texas flood", de 1983, e "Couldn't stand the weather", de 84), "Soul to soul" é tijolo menor na obra de Stevie Ray Vaughan. À época, os blueseiros mais fanáticos não aprovaram muito a adição de um tecladista à banda. No repertório, como de costume, SRV misturou composições próprias ("Say what!", "Ain't gone 'n' give up on love") a clássicos do blues, como "You'll be mine", de Willie Dixon, e "Come on (Pt.III)", de Earl King.



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Boa tarde, pessoal. Hoje perdi a hora mesmo. Ontem fiquei vendo uns filmes até bem tarde e não tive como levantar cedo. Mas tudo bem. A gente vai compensando durante o dia... Ah, e você sabe o que estava em primeiro lugar na parada da Billboard exatos 25 anos atrás?? Segura ae: "Money for nothing", do Dire Straits. "I want my, I want my MTV...". Engraçado, né? Tão relevante há 25 anos, a MTV se reduziu a nada atualmente.

27 de jun. de 2010

Resenhando: U2, The Cure, “O Bem Amado”, Dire Straits, Paul Weller

“360º at the Rose Bowl” – U2
Se o U2 está perdendo milhões e milhões com o cancelamento da perna norte-americana da turnê “360º”, um pouco do prejuízo – tanto por parte dos fãs como por parte da banda – pode ser compensado com o DVD/BD “U2 360º at the Rose Bowl”. O vídeo traz o registro completo do show que aconteceu em outubro do ano passado no estádio em Pasadena. O que impressiona mesmo é o tamanho do palco. Certamente ninguém nunca fará algo parecido. Já o repertório é aquele que o U2 apresenta em seus shows turnê atrás de turnê, ou seja, muitos sucessos (“Beautiful Day”, “Vertigo”, “Sunday bloody Sunday”, “One”, “Where the streets have no name”) e canções do mediano último álbum (“No line on the horizon”, “Magnificent” e “Moment of surrender”). Não tem como o fã reclamar. A edição do vídeo, em alguns momentos, peca um pouco por seus excessos. Não precisava de tanto. O palco e a iluminação já dariam conta do recado. O áudio é a verdadeira bola fora. Pelo menos no blu-ray, o som fica estourando nas frequências mais graves. Uma falha realmente grave no primeiro BD do U2. Tanto o BD quanto o DVD duplo apresentam mais umas duas horas de extras (além das mais de duas horas de show), incluindo a primeira música do show (“Breathe”), inexplicavelmente cortada da edição final, um documentário razoável sobre a criação da turnê, bem como videoclipes das músicas novas e os respectivos making ofs. Apesar dos deslizes e das repetições no repertório, “U2 360º at the Rose Bowl” é diversão garantida.

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“Disintegration” – The Cure
Outro dia me perguntaram quais eram os meus cinco álbuns prediletos. Eu respondi: “os cinco eu tenho que pensar, mas tenho certeza que ‘Disintegration’, do The Cure, está entre eles.” Na tristeza ou na alegria, não abro mão dessa obra-prima que Robert Smith e companhia lançaram em 1989, e que tem em “Plainsong” uma das melhores aberturas de um disco de rock em todos os tempos. E a edição de luxo que saiu agora lá fora está a altura do álbum. Para comemorar (atrasado) os 20 anos de “Disintegration”, o Cure colocou nas lojas uma edição tripla para fã nenhum reclamar. O primeiro CD traz o álbum original remasterizado. O som ganhou mais corpo e ficou melhor. Já o CD 2 traz sobras de estúdio do álbum, como versões instrumentais das faixas do CD original (gravadas na casa de Robert Smith ou no estúdio) e a voz-guia de Smith em músicas como “Plainsong” e “Lullaby”. Além de novas versões para faixas que estão no álbum, este CD ainda traz raridades que não entraram no disco, como “Fear of ghosts” e “Delirious night”. O terceiro disco do pacote foi o que mais gostei. Trata-se de uma apresentação ao vivo na Wembley Arena, em 1989, com a íntegra do álbum. Não é melhor do que o de estúdio (e empata pau a pau com a apresentação em Berlim, presente no DVD/BD “Trilogy”), mas é ótimo para ver como eles transpuseram o álbum para o palco na época do lançamento. Essa edição de luxo de “Disintegration” certamente não sairá no Brasil. Por isso, os fãs devem guardar algum para encomendar a edição importada. Vale a pena.

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“O Bem Amado” – Vários
Metade dos filmes brasileiros (pelo menos os que não se repetem na mesmice drogas / polícia) deve ter música interpretada por Caetano Veloso em sua trilha sonora. Essa parece ser a regra. E em “O Bem Amado”, a situação não é diferente. O filme estrelado por Marco Nanini ganhou um CD com dez faixas incluindo “Esta Terra”, composta por José Almino e Caetano Veloso, e cantada pelo segundo. A faixa é interessante, e não esbarra no populacho de “Você não me ensinou a te esquecer”. Zélia Duncan também engrossa o caldo da trilha, com “A vida é ruim”, composta por Caetano. A canção (de estética propositadamente brega) ficou um pouco over com o excesso de cordas. Já Zé Ramalho tenta atualizar “Carcará” com aquele seu jeitão típico, e acaba não acrescentando nada à música de João do Valle e José Cândido. Mallu Magalhães deixa “Nossa canção” (Luiz Ayrão) agradável, cheia de ukuleles, violões havaianos e escaletas. Mas a grande sacada de “O Bem Amado” acaba sendo “A bandeira do meu partido”, composta e interpretada por um debochado Jorge Mautner. As vinhetas “Jingle de Odorico” (com Thalma de Freitas, Nina Becker e Cecília Spyer) e “Boogie sem nome” (com Leo Jaime, Selvagem Big Abreu, Bob Gallo e Leandro Verdeal) devem cair bem dentro do filme, mas, no CD acabam perdendo o propósito. Melhor ficar com “O Bem Amado” original, com canções compostas por Toquinho e Vinicius de Moraes, e arranjos de Rogério Duprat. Esse sim é obrigatório.

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“Alchemy” – Dire Straits
Na hora de citar aqueles discos clássicos ao vivo da história do rock, “Alchemy”, do Dire Straits, constantemente aparece nas listas. Não é para menos. Eu mesmo, na época, em que nem sabia o que era rock, já tinha o K7 duplo. Gravado em 1983 (e lançado no ano seguinte), “Alchemy” traz uma apresentação da banda britânica no Hammersmith Odeon, em Londres. Na época, Mark Knopfler e seus colegas estavam divulgando o álbum “Love over gold”. A banda já tinha quatro discos na bagagem, e acumulava sucessos como “Sultans of swing”, “Tunnel of love”, “Romeo and Juliet” e “Private investigations”. Todas essas canções estão presentes, em versões longas e turbinadíssimas, nesse “Alchemy”, que, agora, ganha a sua primeira versão em DVD e em BD. O som estronda nos alto-falantes, e a imagem também foi restaurada. Lógico que não dá para esperar aquela imagem cristalina no BD, mas posso garantir que está bem melhor do que no velho VHS ou LD. Além do show completo, o vídeo traz um documentário produzido pela BBC, quando do lançamento do segundo álbum da banda (“Communiqué”, de 1979), além de versões alternativas de “Sultans of swing” e “Tunnel of Love”, gravadas no The Old Grey Whistle Test. A única coisa que não deu para entender foi a omissão de “Love over gold”, já que a gravação da música nesse mesmo show no Hammersmith Odeon existe em outros DVDs da banda.

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“Wake up the nation” – Paul Weller
Sempre que sai um novo álbum do Paul Weller, aquelas revistas britânicas saem correndo para decretar que é o melhor álbum solo do ex-líder do The Jam. Mas, dessa vez, eu tive que concordar. “Wake up the nation”, na minha opinião, é mesmo o melhor álbum de Paul Weller. Talvez até melhor do que os gravados com o The Jam. Diferentemente do gordurosíssimo (e bastante elogiado pelos britânicos, à época do lançamento) “22 dreams”, em “Wake up the nation”, Weller apresenta 16 canções coesas, curtas e secas. O início, com “Moonshine” já dá uma boa amostra que o cantor e compositor está em grande forma. Em “Fast car / Slow traffic”, Paul Weller tem um de seus grandes momentos, para qualquer fã do The Jam delirar. Ainda mais quando tomar conhecimento que Bruce Foxton (ex-The Jam) toca baixo nessa faixa. Outras músicas que merecem destaque são as lentas “No tears to cry” e “Andromeda”, bem como a épica “Find the torch, burn the plans”, e a instrumental viajante “Whatever next”. “Wake up the nation” nos deixa com mais vontade de assistir um show de Paul Weller, depois do cancelamento de sua apresentação no Tim Festival de 2008. Quem sabe agora, já que temos tantos festivais em São Paulo no final do ano...

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Logo abaixo, a faixa “Fast car / Slow traffic”, do álbum “Wake up the nation”, do Paul Weller.

24 de mai. de 2010

Dylan, Guy Fletcher, Duke, Braveheart, Stones, Supertramp, Cribs, Dio, Caetano, Massive Attack, Pearl Jam, Lynyrd Skynyrd

Para esquentar o lançamento de seu novo CD/DVD "Live at Freedom Hall", o Lynyrd Skynyrd liberou a faixa ao vivo de "Gimme three steps" na internet. O lançamento do CD/DVD acontece no dia 21 de junho.



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Achei duca esse vídeo do show do Pearl Jam no Madison Square Garden, na última sexta-feira. No segundo bis da noite, Eddie Vedder chamou Ben Bridwell (vocalista do Band of Horses, que abriu o show) para cantar com ele a clássica "Hunger strike", do Temple of the Dog, banda pré-Pearl Jam, que durou apenas um disco e que tinha entre seus integrantes Eddie Vedder, Jeff Ament, Stone Gossard, Matt Cameron e Mike McCready.



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E que tal o novo videoclipe do Massive Attack, hein? Eu achei interessante...



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A quarta caixa da coleção "Quarenta anos Caetanos" chega às lojas na primeira semana de junho. Esse último box cobre os álbuns de Caetano Veloso lançados entre 1995 ("Fina estampa - Ao vivo") e 2007 ("Cê - Multishow ao vivo"). Além dos 11 CDs lançados por Caetano nesse período, o box vai trazer um CD-bônus de "raridades", mas que nem são tão raras assim - a maioria foi retirada de álbuns de outros aristas, dos quais Caetano participou, ou de trilhas de filme. As faixas do álbum de "raridades" "Que de-Lindo" são as seguintes: "A luz da Tieta" (com Gal Costa); "Vestido de prata" (com Margareth Menezes); "Machado de Xangô"; "Faixa de cetim"; "Céu de Santo Amaro"; "Merica, Merica" (com Jaques Morelembaum e orquestra); "Pedra de responsa" (com Alcione); "Vá morar com o diabo" (com Riachão); "O calhambeque"; "Maluco beleza"; "Meus telefonemas" (com Negra Li); "Lua de São Jorge" (com Olodum); Que de-lindo" ("It´s lovely"); "Cheek to cheek" (com Cauby Peixoto); "Boa palavra" (com Maria Odette); "O fundo" (com João Donato); "O canto de dona Sinhá" (com Maria Bethânia); "Você não me ensinou a te esquecer"; "Ó pai, Ó" (com Jauperi); e "Margarida perfumada" (com Timbalada).

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BEM-VINDO AO SÉCULO XVIII: Parece que o enterro de Ronnie James Dio não será nem um pouco tranquilo. Veja só: a seita religiosa norte-americana Westboro Baptist Church está preparando uma manifestação durante os rituais fúnebres de Dio, que acontecerão em Forest Lawn, no próximo dia 30. Sabe o porquê? Os simpatizantes da seita querem protestar por conta daquele chifre que Dio fazia com o dedos. A seita acusa Dio de adoração ao diabo, incitação à violência e ódio a Deus. O site da tal seita, já conhecida nos Estados Unidos pelo ódio aos homossexuais está hospedado no endereço www.godhatesfags.com. Bem direto... Tem maluco pra tudo.

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A boa de hoje é que o The Cribs já está em estúdio gravando o seu novo álbum. Novidades? Pela primeira vez, eles estão usando teclados (pilotados por Ryan Jarman). Taí, estou curioso para ouvir isso. E também para ouvir a guitarra de Johnny Marr, que deve estar mais à vontade agora na banda.

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PRA QUÊ?: Sabia que o Supertramp voltou? Eles até agendaram uma turnê, a "70-10", que passará por 11 países da Europa. São 40 anos de malice... ops, história. A volta foi idealizada pelo fundador do conjunto, Rick Davies, que se apresentará juntamente com John Anthony Helliwell, Bob Siebenberg, Jesse Siebenberg, Cliff Hugo, Carl Verheyen e Lee Thornburg. Roger Hodgson está fora.

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E no mesmo dia em que comemoramos os 42 anos de "Jumpin' Jack Flash", os Rolling Stones alcançam o topo da parada britânica com um álbum lançado originalmente em... 1972! A versão expandida de "Exile on main st.", que chegou às lojas na semana passada (e que será resenhada aqui no próximo sábado) deu ao grupo o primeiro topo da parada britânica de discos desde 1994 - ano de lançamento de "Voodoo lounge". Impressionante como a indústria do disco se alimenta mesmo dos clássicos e suas "edições especiais" (hoje sai a de "Disintegration", do The Cure). Até mesmo porque são os consumidores mais velhos que ainda gastam dinheiro com CD. Qualquer moleque de 4 anos de idade não teria muita dificuldade em baixar a discografia completa dos Stones...

E só para continuar no mesmo tema, o porta-voz dos Rolling Stones desmentiu a informação do site australiano "Undercover", no sentido de que o baterista Charlie Watts estivesse deixando a banda. Segundo o Undercover, Watts não tocaria mais ao vivo com a banda, limitando-se apenas à gravação de álbuns. Espero que isso não seja verdade. Não teria a mínima graça assistir a um show dos Stones sem aquele cara atrás da bateria.

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Hoje também faz 15 anos que um dos filmes mais famosos de Mel Gibson estreou. "Braveheart" (ou "Coração valente") apresenta a história de William Wallace, guerreiro escocês que luta contra o domínio do rei inglês Eduardo I. Pelo menos quando tinha os meus 14 anos de idade, eu curti o filme. Mas tenho que revê-lo para formar uma opinião. Tenho dúvidas se hoje vou curtir tanto...



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E sabe qual música completa 42 anos hoje? "Jumpin' Jack Flash", dos Rolling Stones. O single foi lançado no Reino Unido a 24 de maio de 1968. Vamos relembrar?



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Hoje vamos também relembrar Duke Ellington. No dia 24 de maio de 1974, o grande maestro, pianista e compositor partia para o andar de cima. Eu não me esqueço do dia em que conheci de verdade a obra de Duke. Era um sábado de manhã, uns 40 graus, calor desgraçdo. Estava de bebobeira pela Gávea, dei um pulo na Tracks e perguntei ao dono da loja o que ele me recomendaria (dentro do jazz) para ouvir naquele sábado de manhã. Saí da loja com "Live at Newport". Ouvindo o CD em casa, entendi perfeitamente a recomendação. Nada poderia combinar mais perfeitamente com um sábado de sol do que o som da big band de Ellington.



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Ah, hoje também é aniversário de um tecladista que eu gosto muito. Pelo nome, pouca gente deve conhecer: Guy Fletcher. Mas se você colocar para tocar o vídeo abaixo, reconhecerá logo o teclado da introdução de "Walk of life". Fletcher foi tecladista do Dire Straits desde 1984, quando a banda gravou "Brothers in arms". Junto com a banda, ele também gravou "On every street" (1991). Atualmente, ele acompanha Mark Knopfler em sua carreira solo. Guy Fletcher completa 50 anos hoje.



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E vamos começar por onde hoje? Pelo aniversário de um dos nossos mestres. Bob Dylan nasceu a 24 de maio de 1941, e hoje completa 69 anos (pois é, o tempo passa até para ele...). Na minha opinião, o mais impressionante em Bob Dylan é que, em uma fase de sua carreira em que tinha tudo para estar caído, ele está produzindo discos excelentes. A "trilogia" "Time out of mind" (1997), "Love and theft" (2001) e "Modern times" (2006) é simplesmente, sensacional. "Together through life" (2009) é um disco menor, mas, mesmo assim, digno. As apresentações que Dylan fez no Brasil em 2008 foram memoráveis. Assisti aos dois shows em São Paulo e ao do Rio de Janeiro, e o mais bacana é que eles foram bem diferentes entre si. Eram umas cinco canções em comum, e o resto era meio que surpresa. Quando ele cantou "My back pages" no Rio, tive que me beliscar... "Like a rolling stone" também foi outro grande momento. Ainda bem que ele cantou esse clássico nas três apresentações.



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Bom dia, pessoal! Mais uma semana começando, hein? Greve de ônibus, trânsito ruim... Pelo menos, o sol está brilhando nesse dia do telegrafista...

23 de mai. de 2010

Resenhando: Keane, Knebworth, Guns n’ Roses, Martinho da Vila, Hole

“Night train” – Keane
Confesso que quando o Keane lançou “Perfect symmetry”, em 2008, fiquei surpreso. O Keane não era das minhas bandas prediletas. Imitação por imitação, ficava com o Coldplay, que, por sua vez, imita outras bandas que imitam outras, e por aí vai, afinal nada se cria, tudo se copia, mesmo. Nada contra a banda seguir o estilo da moda, mas achei bem interessante a guinada do Keane para algo mais dançante em seu álbum de 2008. E o que é que “Night train”, novo álbum (na verdade, um EP com oito faixas) poderia apresentar de bom? Infelizmente, muito pouco. “Night train” é um passo para trás na carreira do Keane. Esqueça canções bacanas como “Lovers are losing” ou “Spiralling”. Em “Night train”, você vai ouvir uma vinheta sem graça (“House lights”), rap – sim!!! rap!!! – em “Stop for a minute” e “Looking back” (ambas com a participação do canadense K’Naan) e uma balada sem inspiração como “My shadow”. Para não dizer que nada se salva, “Back in time” e “Your love” ainda trazem um eco do bom Keane, assim como “Clear skies”, uma canção pop honesta, mas, nada mais do que isso. Tomara que “Night train” tenha sido apenas um pequeno desvio de rota.

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“Live at Knebworth” – Vários
Eu devia ter uns 11 anos de idade, quando ganhei o LP duplo “Live at Knebworth”, comprado no Carrefour pela minha mãe. Naquele tempo, em que eu nem sonhava em baixar o que quisesse na internet, um disco com sucessos de Dire Straits, Robert Plant, Eric Clapton, Elton John, Paul McCartney, Pink Floyd e Genesis era tudo o que mais queria. Ouvi o disco até gastar. Gastar mesmo. O LP trazia os melhores momentos do festival anual que acontecia em Knebworth. A edição registrada no álbum tinha acontecido em 1990, e foi especial porque juntou a maior parte dos artistas que já havia faturado o prêmio Silver Clef. Esse mesmo show que tinha saído em LP ganhou, mais tarde, edição em VHS e, ainda mais tarde, em DVD. Mas agora chegou às lojas o CD duplo. Lógico que o DVD é mais vantajoso. Mas o CD tem um valor especial para esse carinha que escreve essas mal traçadas. Durante anos e anos, ele ouviu esse disco imaginando como foram esses shows. E talvez eles tenham sido mais legais na cabeça dele do que no DVD. Por isso, ele ainda com o CD.

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“In New York – Live at the Ritz 1988” – Guns n’ Roses
Esse show também tem um valor sentimental para mim. Eu me lembro que, às vésperas do Rock in Rio II (em 1991), quando a MTV brasileira ainda engatinhava, essa apresentação do Guns n’ Roses em Nova York passava umas cinco vezes por dia. Era Axl Rose, Slash & Cia. em sua melhor forma, logo após o lançamento do animalesco “Appetite for destruction”. O DVD mostra uma banda em seu auge, no ano de 1988, com toda a fome de palco do mundo – bem diferente do Sr. Axl de hoje. O repertório é paulada atrás de paulada: “It’s so easy”, “Mr. Brownstone”, “Welcome to the jungle”, “Paradise city” e “Knockin’ on heaven’s door”, que, mais tarde, seria definitivamente gravada pela banda no álbum “Use your illusion II” (1991). Pena que a imagem do DVD não seja lá essas coisas. Tomara que o Guns n’ Roses, um dia, ainda lance esse show de forma oficial. Merece. E é bem melhor do que qualquer um que Axl Rose e sua nova banda fizeram nos últimos 15 anos.

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“Poeta da cidade – Martinho canta Noel” – Martinho da Vila
Martinho da Vila, Rildo Hora, Elifas Andreato, Mart’nália, músicos como Beto Cazes, Cristóvão Bastos, e canções de... Noel Rosa. Tinha como dar errado? Claro que não. “Poeta da Cidade – Martinho canta Noel” já é um dos melhores álbuns da rica discografia de Martinho da Vila. O maior mérito do trabalho foi não ter caído na obviedade de escolher os maiores sucessos de Noel Rosa para o repertório. Lógico que “Último desejo” (com a voz um pouco empostada demais de Maira Freitas), “Fita amarela” (com ótima intervenção de Aline Calixto) e “Três apitos” (com a dispensável participação de Patricia Hora) fazem parte do álbum. Por outro lado, podemos relembrar (ou conhecer) pérolas não muito conhecidas de Noel, como “Seja breve” (talvez a melhor faixa do álbum), “Minha viola” (brejeira com a participação de Mart’nália, que também colocou voz em “Rapaz folgado”) e “Cidade mulher”, faixa perfeita para o encerramento de um álbum quase perfeito.

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“Nobody’s daughter” – Hole
Tem umas bandas que acabam e quase ninguém sente falta. O melhor mesmo seria que elas ficassem enterradas para sempre. Mas algumas insistem. E o Hole é uma delas. Liderada por Courtney Love, viúva de Kurt Cobain, a banda não apresenta absolutamente nada de novo em “Nobody’s daughter”, primeiro álbum do Hole desde 1998. Tivesse Courtney se preocupado mais em compor coisas interessantes nesses 12 anos de hiato, o álbum poderia ser melhor. Mas não. Ocupada em fazer cagadas com a imagem de seu falecido marido, ela continua apresentando canções que mais parecem sobras do último álbum do Hole. Caso tivesse sido lançado dez anos atrás, “Nobody’s daughter” poderia ainda ter alguma relevância, mas, hoje, quase nada se salva nesse álbum, como a faixa-título e “For once in my life”, que ainda trazem algo –ainda que pouco – de novo. E o pior é que, no fundo, no fundo, a própria Courtney Love desse saber disso.

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Em seguida, o videoclipe de “Clear skies”, faixa do álbum “Night train”, do Keane.

19 de mai. de 2010

Sá-Carneiro, Malcolm X, Vinhas, Cacá Diegues, Townshend, Dire Straits, Hook, MGMT, Cyndi Lauper, Scissor Sisters, Axl, Guns, Amy, Aerosmith

O Aerosmith iniciou ontem a sua turnê 2010 na Venezuela. Se você vai aos shows nos dias 27 ou 29 (em Porto Alegre e São Paulo, respectivamente), seria bom decorar o repertório (apesar de ele ser óbvio demais, como sempre acontece em qualquer turnê da banda): 1) "Back in the saddle", 2) "Love in an elevator", 3) "Falling in love (Is hard on the knees)", 4) "Walkin' the dog (Rufus Thomas cover), 5) "Pink", 6) "Chip away the stone", 7) "Dream on", 8) "Livin' on the edge", 9) "Crazy", 10) "Cryin'", 11) "Rag doll", 12) "I don't want to miss a thing", 13) "Sweet emotion", 14) "Stop messin' around" (Fleetwood Mac cover), 15) "Last child", 16) "Baby, please don't go" (Big Joe Williams cover), 17) "Draw the line", 18) "Walk this way" e 19) "Train kept A-rollin'" (Tiny Bradshaw cover).

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UMA NOTÍCIA REALMENTE DIFERENTE SOBRE AMY WINEHOUSE: Aqui.

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NÃO SE FAZ MAIS ÍDOLOS COMO ANTIGAMENTE: Para a gravadora Sony, Susan Boyle é mais popular que Michael Jackson. Parei.

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A MÚSICA QUE NÃO SAI DA CABEÇA: "And the world laughs with you", Flying Lotus & Thom Yorke.



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Pete Doherty falido? O que será que ele fez com o dinheiro dele? Hahaha....

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E a confusão entre Axl Rose e o seu ex-empresário Irving Azoff, hein? Deixa eu ver se entendi: Axl disse que Azoff sabotou a turnê do álbum "Chinese democracy" para que ele não tivesse outra escolha a não ser se reunir com os ex-integrantes da formação original do Guns n' Roses. Será que ele precisava se dar ao trabalho? Axl está se auto-sabotando faz anos. Demorou mais de dez anos para lançar um disquinho meia-bomba; depois, disse que não ia fazer turnê para, enfim, decidir que iria excursionar. Quando a turnê começa, Axl dá logo uma bordoada na cara de um fotógrafo em Cingapura (acho). Além disso, os shows não começam com menos de três horas de atraso - o que, aliás, os fãs brasileiros de Axl acham legal pra caramba... (Quero ver fazer isso na Inglaterra ou nos Estados Unidos para ver o que acontece.) Acho que Axl Rose não precisa de ninguém para sabotá-lo. Se Azoff quiser me contratar como advogado, até espano a poeira do meu diploma.

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E o videoclipe novo do Scissor Sisters, hein? Esse eu achei beeeeeeeem legal. "Fire with fire" fará parte do próximo álbum da banda, "Night Work", que chega às lojas na última semana de junho.



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E já que Cyndi Lauper anunciou o lançamento de um álbum todo dedicado ao blues, agora é a hora do lançamento do primeiro single. "Just your fool" fará parte do disco "Memphis blues", a ser lançado no dia 22 de junho. O álbum terá as participações de Allen Toussaint, B.B. King, Jonny Lang, entre outros. A sonoridade de "Just your fool" é bacana. Mas parece que a voz de Cyndi Lauper está sobrando...



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O MGMT divulgou em seu site o making of de seu novo videoclipe "Flash delirium". Quer ver?



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Peter Hook, ex-baixista do Joy Division e do New Order, está fazendo uma turnê, na qual toca a íntegra do álbum "Unknown pleasures". O show de ontem (no dia dos 30 anos da morte de Ian Curtis), em Manchester, deve ter sido especialmente interessante. Esse vídeo de "Love will tear us apart" dá um gostinho.



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Por que não vem então?

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CULTURA INÚTIL DO DIA: No dia 19 de maio de 1965, o Palmeiras aplicou a maior goleada de sua história, em cima do São Paulo. O time alviverde venceu por cinco a zero e conquistou o título do Rio-São Paulo daquele ano.

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E hoje faz 32 anos que o Dire Straits lançava o seu primeiro single, e maior sucesso. Falou em Dire Straits hoje, a primeira música que vem a cabeça é "Sultans of swing". Por que será, hein?



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E quem faz 65 anos hoje é o grande-mega-hiper-foda Pete Townshend. Um dos maiores guitarristas e compositores de todos os tempos, ele faz parte de uma das... maiores bandas de todos os tempos. Eu fico impressionado como o The Who conseguiu reunir instrumentistas tão bons: Keith Moon na bateria, John Entwistle no baixo, Pete na guitarra... E ainda tem Roger Daltrey nos vocais, que é criticado por muitos, mas, na minha opinião, é um dos vocalistas de rock que canta com mais emoção. Hoje vou ouvir The Who o dia todo, enquanto escrevo essas mal traçadas. E vocês não imaginam como é bom escrever uma nota dessas, homenageando um dos meus maiores heróis.



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Quem completa 70 anos hoje é Cacá Diegues, cineasta responsável por alguns dos grandes filmes de nosso cinema. Entre os meus prediletos estão: "Ganga Zumba" (1964), "Quando o carnaval chegar" (1972), "Xica da Silva" (1976), "Bye bye Brasil" (1979), "Um trem para as estrelas" (1987), "Dias melhores virão" (1989) e "Deus é brasileiro" (2003). Cacá foi casado com Nara Leão e sempre teve a música muito presente em seus filmes. Artistas como Rita Lee, Chico Buarque, Jorge Ben, Caetano Veloso, Cazuza e Gilberto Gil compuseram canções especialmente para os seus filmes.



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Nesse dia 19 de maio também vamos lembrar de Luiz Carlos Vinhas, um dos grandes pianistas que o Brasil já teve. Ele gravou dezenas de álbuns, e era figurinha certa nas noites do Beco das Garrafas, no final da década de 50, quando a Bossa Nova estourou. Com o seu conjunto Bossa Três, Vinhas gravou um dos álbuns mais fundamentais da Música Popular Brasileira: "Gemini V", ao lado de Leny Andrade e Pery Ribeiro. Luiz Carlos Vinhas nasceu no dia 19 de maio de 1940, e morreu em 22 de agosto de 2001.



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E hoje também, comemoramos os 85 anos do nascimento de Malcolm X. O ativista negro foi um símbolo para a população negra nos Estados Unidos, tendo fundado a Organização para a Unidade Afro-Americana. Como todo bom inconformado, Malcolm foi preso e defendeu as suas ideias até o limite, até ser baleado antes de fazer um discurso em Nova York, aos 39 anos de idade, no dia 21 de fevereiro de 1965. Para conhecer um pouquinho mais da história de Malcolm X, recomendo o filme que leva o nome do ativista, com direção de Spike Lee, e que conta com Denzel Washington no papel-título.



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Bom dia, pessoal! Que diazinho estranho, hein? E hoje vamos começar o dia dando os parabéns para os advogados! Hoje é dia do advogado! Aêêêêê... Saudades do meu tempo de advogado, não tenho nenhuma. Mas até que quando era estagiário, me divertia com o famoso "pindura". Filei algumas cervejas lá no saudoso bar do China na PUC. Até que essa época do terno e da gravata teve lá as suas diversões... Mais esperto foi o poeta Mário de Sá-Carneiro (que deve ser até meu parente), que abandonou a faculdade de Direito no primeiro ano. E por que estou falando do grande poeta português? Porque ele nasceu no dia 19 de maio de 1890. E gostaria de citar aqui uma poesia dele que eu gosto muito:

"Amor é chama que mata,
Dizem todos com razão,
É mal do coração
E com ele se endoidece.
O amor é um sorriso
Sorriso que desfalece.

Madeixa que se desata
Denominam-no também.
O amor não é um bem:
Quem ama sempre padece.
O amor é um perfume
Perfume que se esvaece."

13 de mai. de 2010

Caetano, Stevie Wonder, Waldick Soriano, Ritchie Valens, Chet Baker, Dire Straits, Silverchair, Mark Ronson, U2, Devo, Chuck, Klaxons, Stones, Jónsi

Bonitinha essa música nova ("Go do") do Jónsi, né? Estilo parecido com o da sua banda, Sigur Rós.



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Na contagem regressiva para o lançamento da edição especial de "Exile on main st.", os Rolling Stones disponibilizaram uma versão alternativa de "All down the line", que não estará presente no CD físico, que chegará às lojas no final desse mês. Essa versão pode ser ouvida logo abaixo.



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A banda The Klaxons está confiante em seu novo álbum, cujo lançamento já foi adiado algumas vezes. "O nosso produtor Ross Robinson nos transformou em uma banda. Ele nos deu total confiança como músicos, coletiva e individualmente", disse o vocalista Jamie Reynolds ao Daily Star. Ele também afirmou que a sonoridade está mais "grandiosa". Ainda não há previsão de lançamento do álbum.

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Ooopps! Baixou o Dinho Ouro Preto na Lady Gaga...



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Não fui ao show do Chuck Berry aqui no Rio ontem, mas pelo que conta Jamari França, foi uma zorra maravilhosa.

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O Devo já havia anunciado que lançaria o seu primeiro álbum em 20 anos. Mas agora alguns detalhes surgiram. Vamos a eles: 1) "Something for everybody" está sendo produzido por Greg Kurstin; 2) Mark Mothersbaugh, Bob Mothersbaugh, Gerald Casale e Bob Casale estão sendo acompanhados pelo baterista Josh Freese (ex-Guns n' Roses e ex-Nine Inch Nails); 3) o álbum terá participação especial de Santigold. "Something for everybody" estará nas lojas dos Estados Unidos no dia 15 de junho. Quanto a um possível lançamento aqui no Brasil, nem Deus deve saber.

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Sabe quem é esse carinha que saiu na capa do álbum de estreia dos Arctic Monkeys? O nome dele é Chris McClure. A sua banda, The Violet May, está prestes a lançar o seu primeiro single. Chris é irmão de Jon McClure, do Reverend And The Makers. O single "Bright or better" / "This crowd is overcrowded" será lançado no dia 17 de maio. O videoclipe (bacana) pode ser visto aqui.

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Fãs do U2, atenção. A banda anunciou hoje os detalhes do box super-super-super deluxe de "U2360° at the Rose Bowl", que sairá no mês que vem. A caixinha terá os seguintes mimos: um livro de capa dura com 32 páginas, DVD duplo com duas horas de material bônus, um blu-ray, um disco em vinil, três palhetas de guitarra, o programa da turnê, uma edição limitada e numerada do desenho do palco da turnê, além de cinco postais. Quanto é que deve cu$tar esse pacotinho, hein?

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Muito bem bolado o vídeo de "Circuit breaker", canção que fará parte do novo álbum de Mark Ronson, "Record collection". O vídeo foi inspirado no game "Legend of Zelda". "Record collection" será lançado em setembro, e contará com paticipações de Boy George, Jonathan Pearce (The Drums), Nick Hodgson (Kaiser Chiefs) e Dave McCabe (The Zutons).



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O trio Silverchair está trabalhando em um novo álbum, o primeiro desde "Young modern", de 2007. "Estamos animados com a sonoridade emergindo no estúdio. Temos uma surpresa a cada dia", escreveu o baixista Chris Joannou no blog oficial da banda. Ainda não há mais detalhes sobre o projeto, tampouco data de lançamento.

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Ela não desiste.

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CULTURA INÚTIL DO DIA: No dia 13 de maio de 1913, Flamengo e Botafogo disputavam a primeira partida entre si. Resultado: Botafogo 1x0 Flamengo.

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No dia 13 de maio de 1985, chegava às lojas "Brothers in arms", o álbum de maior sucesso comercial do Dire Straits. Somente para se ter uma ideia da grandiosidade do negócio, o álbum foi o mais vendido no Reino Unido durante o ano de 1985. Como se não bastasse, "Brothers In Arms" foi o segundo álbum mais vendido de 1986 (ficou atrás somente do disco de estreia de Whitney Houston) - e olha que o disco foi lançado em maio de 85... Mas isso pode ter uma explicação: em 1985, o CD estava surgindo, e o quinto disco do Dire Straits foi um dos primeiros gravados já com o novo formato em mente. Dessa forma, todo mundo que se aventurava no mundo digital, acabou comprando "Brothers In Arms", que além de ter tido uma propaganda maciça enaltecendo a sonoridade do CD, continha versões maiores para todas as faixas do lado A do LP original, com exceção de "Walk Of Life". Resultado: "Brothers In Arms" foi o primeiro CD da história a vender mais de um milhão de cópias. Ano passado, escrevi um texto bem longo, com detalhes de "Brothers in arms". Se você tiver paciência...

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Hoje faz 22 anos que Chet Baker partiu para o andar de cima. Um dos mestres do jazz, Baker e seu canto miúdo inspiraram João Gilberto na formatação do que veio a ser chamado de Bossa Nova. O excesso de drogas custou ao trompetista uma carreira cheia de altos e baixos. O vídeo abaixo traz o registro de uma apresentação de Baker no Ronnie Scott's, em Londres, dois anos antes de sua morte. Na ocasião, o músico já quase não tinha dentes na boca, por conta das surras que levava dos traficantes de drogas. Chet Baker despencou da janela de um hotel em Amsterdã, na madrugada do dia 13 de Maio de 1988. A sua morte é uma das mais misteriosas da história da música.



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Outro artista que também deve ser lembrado nesse 13 de maio é Ritchie Valens, mais conhecido como o autor de "La bamba". Valens morreu aos 17 anos naquele trágico e famoso acidente de avião do dia 03 de fevereiro de 1959, que também vitimou Buddy Holly e Big Bopper.



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Quem comemoraria aniversário hoje é Waldick Soriano, o meu cantor brega predileto. Waldick nasceu a 13 de maio de 1933 em Caetité, Bahia. Dentre os seus crássicos estão "Eu não sou cachorro não", "Paixão de um homem", "A dama de vermelho" e "Se eu morresse amanhã". O documentário "Waldick, sempre no meu coração", dirigido por Patrícia Pillar, e lançado em 2007, é uma boa pedida para conhecer um pouco mais do artista, que morreu no dia 02 de setembro de 2008, em decorrência de um câncer na próstata.



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E sabe quem nasceu no dia 13 de maio? Vamos começar pelo sensacional Stevie Wonder, que, hoje, completa 60 anos. Wonder é um dos meus compositores e músicos prediletos. Assisti a um show dele no finado Free Jazz (edição de 1995), no também finado Metropolitan. Foi um dos melhores da minha vida, fácil. Os ingressos esgotaram, sem exagero, em poucas horas. Não me lembro quanto custava, mas me lembro bem de uma pessoa, na entrada do Metropolitan, com 800 dólares na mão querendo o meu ingresso. Ainda bem que não vendi. No último (e fantástico) DVD/BD de Stevie Wonder, "Live at last", lá no finalzinho do show, ele diz uma frase que eu gostaria de escrever aqui: "use o seu coração para amar alguém, mas se ele for grande o suficiente, use-o para amar a todos".



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Dia 13 de maio, dia da Abolição da Escravatura. O show "Noites do norte", de Caetano Veloso, tinha um pouco esse mote. Inclusive, a faixa título do álbum que originou o show era um poema do abolicionista Joaquim Nabuco musicado por Caetano. Vi esse show oito vezes no Canecão. Abaixo segue o poema de Nabuco. De repente o Dunga lê e chega a conclusão de que a escravidão foi ruim.

"A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil.
Ela espalhou por nossas vastas solidões uma grande suavidade; seu contato foi a primeira forma que recebeu a natureza virgem do país, e foi a que ele guardou; ela povoou-o como se fosse uma religião natural e viva, com os seus mitos, suas legendas, seus encantamentos; insuflou-lhe sua alma infantil, suas tristezas sem pesar, suas lágrimas sem amargor, seu silêncio sem concentração, suas alegrias sem causa, sua felicidade sem dia seguinte...
É ela o suspiro indefinível que exalam ao luar as nossas noites do norte."

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Oi pessoal! Boa tarde. E o que tem pra hoje, hein? Bem fácil...

3 de mai. de 2010

Sertanejo & Parlamento, James Brown, Bruno Mazzeo, Grêmio, Dire Straits, Gaga, Moz, Ke$ha, Michael, Britney, Hold Steady, HTDA, White Stripes

Já estou me coçando de ansiedade! :)

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Em entrevista a Time. Jack White disse que está com saudades do White Stripes. Nós também, nós também... Ah, e quem quiser ver o show ao vivo do Dead Weather, já já começa...


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NOVIDADES: O site oficial do How To Destroy Angels, novo projeto do Trent Reznor, está com alguns vídeos que sugerem a sonoridade da banda. Sei não, mas acho que já ouvi algo bem parecido em "Ghosts I - IV", do Nine Inch Nails.

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E olha quem esteve no David Letterman na sexta passada: o Hold Steady, uma banda que eu já amei, mas que hoje tenho a sensação de que já deu. Será que já deu mesmo? Em tempo: o Craig Finn acha que é mais Bruce Springsteen do que o próprio Bruce Springsteen.



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E a demo de "Telephone" com Britney Spears, hein? Gostaram? Bom, eu achei exatamente igual a qualquer outra música cantada por ela anteriormente.



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E por falar nela, alguém ainda não ouviu?



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O MySpace fez uma pesquisa para eleger o videoclipe mais influente de todos os tempos. And the winner is...........

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QUE LADY GAGA QUE NADA: Olha só a abertura do novo episódio dos Simpsons ontem, na TV norte-americana. Ke$ha está com tudo. Lady Gaga deve estar com uma invejinha danada... Hihihi...



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AGORA EU NÃO BRINCO MAIS: Ele já ameaçou abandonar a carreira mil vezes. Chegou até mesmo a fazer uma turnê de despedida. Agora, Phil Collins ameaça (ameaça?) não lançar mais discos. Diz que está cansado das críticas. Eu já falei aqui que até curto Phil Collins. Até mesmo aquelas músicas mela-cuecas, de vez em quando, descem bem (#fossa). Mas será que ele espera não ser criticado com o lançamento de um originalíssimo álbum com músicas da Motown?? Phil, ligar pro seu amigo Peter Gabriel, volta para o Genesis, lança um álbum de inéditas e sai em turnê. Se, depois de fazer tudo isso, os críticos continuarem enchendo o seu saco, você manda eles para aquele lugar.

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DA SÉRIE "POR QUE EU AMO O MORRISSEY": Morrissey publica texto em homenagem a fã que morreu.

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Vale quanto pesa?

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E já que falei do meu timinho de botão, vou falar de outra coisa que eu prezava muito na minha infância. Era uma caixinha na qual guardava as minhas fitas K7 - várias gravadas e algumas compradas. Poucas compradas, na verdade. Sempre achei mais bacana o vinil, e só optava pelo K7 quando não encontrava o bolachão de jeito nenhum. Pois bem, uma das minhas fitinhas prediletas era dupla, e se chamava "Alchemy". A banda: Dire Straits, com o gênio Mark Knopfler na guitarra. Acho que decorei cada verso, cada solo de guitarra desse show. Foi uma das coisas que mais ouvi na minha vida. Depois ainda tive um VHS e o CD duplo. Fiquei feliz em saber que poderei aposentar o meu velho VHS porque "Alchemy" será lançado em DVD e em Blu-Ray. O lançamento na Europa será no dia 10 de maio. Nos EUA, no dia 18. Aqui no Brasil, nem Deus deve saber. O trailer está logo aí abaixo:



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PARA OS GREMISTAS: Sou flamenguista, mas o Grêmio sempre foi um dos times que eu mais simpatizei. E essa simpatia vem muito antes da forcinha que eles deram no hexa do Flamengo no ano passado. Quando era pequeno, durante um período, o meu time de botão era o time do Grêmio. E hoje faz 19 anos que o Grêmio ganhou pela primeira vez o Campeonato Brasileiro. A vítima foi o São Paulo, que perdeu de um a zero, em pleno estádio do Morumbi, com um gol de Baltazar. O time do Grêmio nesse jogo foi o seguinte: Leão; Paulo Roberto, Newmar, De León e Casemiro; China, Vilson Tadei (Jurandir) e Paulo Isidoro; Tarciso, Baltazar e Odair (Renato Sá). O técnico era o grande Ênio Andrade.



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E quem completa 33 anos hoje é Bruno Mazzeo, simplesmente o melhor dessa nova geração de humoristas. Filho de Chico Anysio, Bruno sempre manda muito bem no programa "Cilada". Um dos meus prediletos é o que trata de show de rock. Se você procurar, vai encontrá-lo completinho no YouTube. Abaixo, um trechinho hilário desse episódio, com o impagável Alexandre Focker.



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E sabe quem faz aniversário hoje? Para começar, o nosso "Sex Machine", "Mr. Dynamite", "O Rei do Funk", ou, simplesmente, James Brown! Ele nasceu no dia 03 de maio de 1933. E aqui vai a nossa homenagem.



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E por onde começamos hoje? Hum, com uma tarja preta? Hoje é o Dia do Parlamento. Que o Senado Federal é uma das maiores vergonhas do Brasil, todos sabemos. É a nossa verdadeira "Casa da Luz Vermelha". Mas Ruy Castro, em sua coluna de hoje da Folha de S.Paulo, dá uma ótima ideia: o "recall de políticos". Olha o que diz o colunista: "Quando o eleitor sentisse que seu representante tivesse se esquecido dos compromissos de campanha pelos quais fora eleito, deveria poder revogar seu próprio voto, anulando-o. Se isso fosse em número suficiente, o político seria obrigado a devolver o cargo ou o mandato. (...) Tendo elegido os bichos de uma vez, nunca mais conseguimos nos livrar deles. Os partidos, em vez de promover rigoroso 'recalls' periódicos, preferem varrer seus podres para debaixo do tapete." Ah se essa moda do "recall" pega...

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Êpa... Sabe por que eu comecei o post de hoje com o vídeo abaixo? Uma bala de coco para quem descobrir... Hoje é o Dia do Sertanejo! Hahaha... Mas, sério, amo essa música. E respeito todos os cantores e compositores da música caipira de raiz, como Renato Teixeira, Pena Branca, Xavantinho, Milionário...

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