Jornalista, autor do livro "Rock in Rio - A história do maior festival de música do mundo" (Editora Globo), ex-trainee e colaborador da Folha de S.Paulo, ex-colunista e redator da International Magazine, e colaborador do site SRZD.
No dia 05 de outubro de 1988, a Constituição ora em vigor foi promulgada. Vinte e dois anos se passaram, e as pessoas continuam não respeitando a Constituição. A começar pelos próprios políticos. E, 32 anos após Renato Russo ter escrito uma das obras-primas do Rock Brasil, a gente continua perguntando: "Que país é este?". Pensem nisso.
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Segundo o TMZ, chegará às lojas no dia 22 de novembro (data do 47º aniversário do assassinato de John Kennedy), o DVD triplo "Vision", com todos os videoclipes de Michael Jackson e um inédito. Aguardemos.
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Um amigo me mandou a dica desse vídeo ontem, e eu achei bem bacana...
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Quer ouvir "Write about love", o álbum novo, inteirinho, do Belle And Sebastian? É só clicar aqui. Mas não espalha, viu?
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PELO TWITTER:Kanye West divulgou o nome do seu novo álbum através do microblog. "My beautiful dark twisted fantasy", quinto trabalho de estúdio do artista, chega às lojas no dia 22 de novembro.
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Para comemorar os 40 anos do lançamento de "Live at Leeds", a banda The Who lança, no próximo dia 14 de novembro, uma edição especial do álbum ao vivo. A nova edição contará com a íntegra do show em Leeds, no dia 14 de fevereiro de 1970 (incluindo a íntegra da ópera-rock "Tommy", que foi lançada em uma outra edição especial uns cinco anos atrás), além da apresentação no Hull City Hall, que aconteceu um dia depois da de Leeds, e é considerada superior pelo vocalista Roger Daltrey. Na reedição, haverá também uma reprodução do vinil, que vinha com seis faixas, além de um livro com 64 páginas. O repertório das duas apresentações são iguais, com apenas algumas mudançãs na ordem das músicas. Além da íntegra de "TommY", elas contaram com as seguintes canções: "Heaven and Hell", "I Can't Explain", "Fortune Teller", "Tattoo", "Young Man Blues", "Substitute", "Happy Jack", "I'm a Boy", "A Quick One, While He's Away", "Summertime Blues", "Shakin' All Over" e "My Generation".
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DE VOLTA?:Rod Stewart disse à Billboard que poderia voltar a gravar com o antigo parceiro Jeff Beck. Será que ainda dá pé isso aí?
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Um trechinho já estava rolando aí pela internet, mas agora já vazou, completinho, o primeiro single solo de Steven Tyler. "Love lives" chega às lojas (japonesas!) no dia 25 de novembro. A música fará parte de um filme japonês de ficção científica. No final das contas, não vi muita diferença do Aerosmith não.
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Eu nunca fui são-paulino. (Sou flamenguista desde que me entendo por gente, apesar de ter usado fraldas com a bandeira do Fluminense quando ainda não me entendia por gente.) Mas confesso que tenho um ídolo de infância que eu vi brilhar no São Paulo. Era o Careca. Grande artilheiro, fez sucesso também no Guarani, no Napoli e no Kashiwa Reysol (Japão), até encerrar a sua carreira no Santos, em 1997. Na seleção brasileira, Careca não deu muita sorte. Os times de 1986 e de 1990 não o ajudaram muito, e, em 1982, foi cortado na última hora por conta de uma contusão. Dizem que se ele tivesse no ataque daquele time de 1982, a história poderia ter sido outra. Um dia, viajando de avião, tive a sorte de sentar ao lado do ídolo e trocar algumas palavras com ele. Se essa viagem fosse hoje, eu aproveitaria para dar os parabéns pelos 50 anos do craque. Valeu Careca!
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Há 20 anos estreava nos cinemas um dos filmes mais cool que já assisti. Dirigido por Philip Kaufman, "Henry & June" conta a história da relação entre Henry Miller e Anaïs Nin. Só que Henry vai morar na França, e é convidado, pelo marido de Anaïs, a visitá-los. Aí que começa o problema: Anaïs se apaixona por Henry, que, por sua vez, é apaixonado por June, que acaba se relacionando com Anaïs. Deu pra entender? Bom, acho melhor ver o filme, que conta com um elenco fabuloso formado por Maria de Medeiros, Fred Ward, Uma Thurman, Kevin Spacey e Gary Oldman.
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Se você tiver menos de 35 anos, pergunte para a sua mãe (ou para a sua avó) qual é o grande galã da televisão brasileira. A resposta vai estar na ponta da língua: Tarcísio Meira, que hoje faz 75 anos. Entre seriados, novelas e minisséries, foram 45 personagens, desde os tempos da TV Excelsior, onde estreou na novela "2-5499 Ocupado", quando trabalhou com a sua então esposa Glória Menezes. Depois disso, ele fez novelas como "Irmãos Coragem" (1970), "O semideus" (1973), "Saramandaia (1976)", "Coração alado" (1980), "Araponga" (1990) e "A favorita" (2008), apenas para citar algumas. E quem é que se esquece do Renato Villar de "Roda de fogo" (1988)? Ou do Raul Pellegrini de "Pátria minha" (1994). Muito bom mesmo. E, só pra finalizar, desculpem-me o termo, mas Tarcísio Meira e Glória Menezes formam o casal mais foda da história da televisão brasileira.
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Foi no dia 05 de outubro de 1970 que o Led Zeppelin colocou nas lojas o seu terceiro álbum, o clássico "Led Zeppelin III". Nesse disco, Jimmy Page optou por explorar sonoridades acústicas, deixando de lado um pouco a porradaria sonora dos dois primeiros trabalhos da banda. Mesmo começando com a pesadona "Immigrant song", "Led Zeppelin III" enveredava para algo mais leve, representado em canções como "That's the way", "Tangerine" e "Gallows pole". Mas também tinha um dos blues mais animais ever: "Since I've been loving you". Engraçado notar, hoje em dia, que esse álbum talvez seja o que tenha mais influência na carreira solo de Robert Plant, que anda muito ligado em algo acústico desde "Unledded" (gravado em 1994, junto com Page). Os dois últimos álbuns de Plant (os excelentes "Raising sand", de 2007, e "Band of joy", desse ano) possuem colorações acústicas fincadas nas raízes do folk. Assim como "Led Zeppelin III".
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Pô, se existe um vocalista de uma grande banda de rock que teve que cortar um dobrado, ele se chama Brian Johnson. Imagina a situação: em fevereiro de 1980, Bon Scott, ídolo do AC/DC, morre afogado no próprio vômito. A banda vai acabar? "Não". Então quem será o novo vocalista? "Ah, tem um cara lá de uma banda obscura que canta legal, e seu nome é Brian Johnson". Três meses após a morte de Scott, Brian Johnson estreia na banda. E estreia com o álbum "Back in black" (1980), campeão de vendas, e um dos melhores discos do AC/DC - e do hard rock - até hoje. E Brian Johnson compôs todas as faixas do álbum, ao lado de Angus Young e Malcolm Young. Quem já viu um show do AC/DC sabe do que o cara é capaz de fazer no palco. Até carregar Angus no ombro, ele carrega. Uma energia inesgotável. Mesmo com os seus 63 anos, completados hoje.
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Pois é, pessoal... Foi no dia 05 de outubro de 1962 que os Beatles lançaram o seu primeiro compacto. De um lado, "Love me do". Do outro, "P.S. I love you". O resto é história...
O Simply Red anunciou hoje que fará uma derradeira turnê pelo Reino Unido em março e abril do ano que vem. A banda, que se dissolverá em 2010, vai lançar a coletânea de sucessos “Simply Red: Greatest Hits 25” no próximo dia 17 de novembro. Entre as suas faixas, uma versão para “Go Now”, canção gravada pelo The Moody Blues em 1964. A banda fará shows no Chile nos dias 26 e 28 de fevereiro. Será que chega ao Brasil? (Mais Detalhes)
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Janet Jackson, internada anteontem após um mal súbito durante uma passagem de som, foi liberada do Royal Victoria Hospital. A cantora teve que cancelar uma apresentação em Boston, que ocorreria amanhã. (Mais Detalhes)
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A banda Yes anunciou datas na América do Norte de sua controversa turnê de 40 anos de aniversário. O primeiro show acontecerá no dia 04 de novembro em Ontario, Canadá. O cantor Benoit David substituirá o vocalista original Jon Anderson que teve problemas respiratórios recentemente. (Mais Detalhes)
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Chris Squire, membro do Yes, e que tocará na turnê comemorativa, participou de duas canções em um show dos Foo Fighters no último fim de semana, em Las Vegas. Uma das músicas apresentadas foi “Roundabout”, clássico do Yes. (Mais Detalhes)
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O Nine Inch Nails anunciou hoje que vai lançar um jogo para iPhone no estilo do popular “Guitar Hero”. O jogo, que custará cinco dólares, conterá 16 canções dos últimos dois álbuns da banda, “The Slip” e “Ghosts I-IV”. Segundo os produtores, as vendas começarão no final desse mês. (Mais Detalhes)
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Rod Stewart vai lançar uma coletânea dupla que cobre 30 anos de carreira (de 1971 a 2004), intitulada “Some Guys Have All The Luck”. Uma versão especial ainda terá um DVD com videoclipes da carreira de Stewart, escolhidos pelo próprio. (Mais Detalhes)
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Em apoio ao candidato democrata Barack Obama, Jay-Z fará dois shows gratuitos nesse fim de semana em Detroit e em Miami. Segundo o rapper, a principal função dos concertos é conscientizar os jovens a se registrarem para votar nas eleições. (Mais Detalhes)
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A banda Phish vai se reunir para três shows entre os dias 06 e 08 de março do ano que vem, na Virginia. Serão as primeiras apresentações da banda, desde que a mesma se dissolveu quatro anos atrás. O anúncio foi feito através de um vídeo no site oficial do Phish. (Mais Detalhes)
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“Death Magnetic”, último álbum do Metallica, continua firme e forte na primeira colocação da parada de discos da Billboard. As vendas despencaram em 61% com relação à semana anterior, mas isso não foi o suficiente para o novo “astro” da Disney, Demi Lovato, tirar a primeira colocação de James Hetfield e companhia. (Mais Detalhes)
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Richard Hughes, baterista do Keane, disse que a mídia deveria deixar Amy Winehouse em paz. Em entrevista ao site Gigwise, o músico, que já presenciou o seu colega de banda Tom Chaplin encarar uma clínica de reabilitação, criticou o comportamento da imprensa com relação à cantora britânica, bem como a questão da “cultura de celebridades”. (Mais Detalhes)
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David Byrne fará uma turnê pelo Reino Unido para divulgar o álbum “Everything That Happens Will Happen Today”, gravado em parceria com Brian Eno. O primeiro concerto será em Bristol, Inglaterra, no dia 27 de março de 2009. (Mais Detalhes)
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A banda Dirty Pretty Things anunciou hoje que está se separando. O líder Carl Barat, que já havia feito parte dos Libertines, explicou que os integrantes do conjunto estão correndo atrás de outros projetos. Contudo, Barat descartou uma volta dos Libertines. Os fãs poderão se despedir da banda em outubro, quando o Dirty Pretty Things fará uma turnê de despedida pelo Reino Unido. (Mais Detalhes)
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E por falar em Libertines, Pete Doherty lançou hoje uma nova canção online. Na música, que se chama “Gracewasteland/s” (vídeo abaixo), Doherty toca violão e gaita. (Mais Detalhes)
A imprensa britânica noticiou hoje que a banda inglesa é a que cobra mais caro por um show privado. Para contratar um show particular da banda liderada por Mick Jagger, uma pessoa teria que desembolsar 3,5 milhões de libras, o equivalente a mais de 11 milhões de reais.
Outros artistas que também cobram bem caro por um show privado são Elton John, Robbie Williams, Rod Stewart e Amy Winehouse. Todos eles exigem a bagatela de pelo menos um milhão de libras (que equivale a, mais ou menos, três milhões de reais) para um show particular.
Os cachês mais altos estão logo abaixo, com os valores em libras: Rolling Stones - £3.5 milhões Elton John - £1 milhão Robbie Williams - £1 milhão Rod Stewart - £1 milhão Amy Winehouse - £ milhão Janet Jackson - £500 mil Pussycat Dolls - £500 mil Sting - £250 mil Sugababes - £250 mil All Saints - £250 mil Girls Aloud - £200 mil
O guitarrista Ronnie Wood e o vocalista Rod Stewart almoçaram em um restaurante em Londres, na semana passada, para, aparentemente, discutir um retorno da antiga banda. Desde então, órgãos de imprensa ingleses estão noticiando que a banda estaria prestes a gravar um novo disco e anunciar uma turnê mundial.
“Ron e Rod tiveram um ótimo momento relembrando a banda. Eles estavam rindo e contando piadas, mas eles estão com grande vontade de retornar aos estúdios”, disse uma fonte ao jornal The Sun. Ela ainda acrescentou que há planos de as gravações iniciarem no outono [do hemisfério norte] com uma turnê no início do ano que vem.
O último álbum de estúdio do The Faces foi “Ooh La La”, lançado em 1973.
Abaixo, um vídeo do The Faces interpretando o sucesso “Maggie May”.
Na sexta-feira passada começou a primeira rodada de shows do Rock in Rio – Lisboa. Doze artistas pisaram no Palco Mundo do festival. Mas quem deu mesmo o que falar foi Amy Winehouse, que, depois de alguns meses distante dos palcos, realizou um show que não será esquecido pelos portugueses. E isso não é um elogio. A cantora estava visivelmente embriagada e a sua voz estava bem distante do que o seu público se acostumou.
Em reportagem no Diário Digital, o jornalista João Gonçalves fez um balanço do primeiro dia do festival: “O palco Mundo do Rock in Rio 2008 teve logo na sua noite de estréia um daqueles momentos que ficará na história dos concertos em Portugal com a passagem de Amy Winehouse por Lisboa. Uma atuação decadente que contrastou com a energia aeróbica de Ivete Sangalo que arrasou com a multidão que encheu o Parque da Bela Vista, que foi chegando ao recinto ao som de Paulo Gonzo e foi saindo à medida que Lenny Kravitz prolongava as suas músicas até ao limite do aceitável”.
Já a noite de sábado ficou marcada pela presença de artistas mais voltados para o universo pop-juvenil. A banda brasileira Skank abriu a noite cantando os seus maiores sucessos e o Bon Jovi fez o mesmo no encerramento, com direito ao vocalista Jon Bon Jovi vestido com a camisa da seleção portuguesa. Entre as duas bandas, Alanis Morissette mostrou canções de seu novo disco, e Alejandro Sanz interpretou os seus sucessos latinos.
Já o domingo de festival comemorou o Dia Mundial da Criança, abrindo os seus portões gratuitamente para os menores de dez anos. O dia começou com o Xutos & Pontapés, a banda de rock mais adorada pelos portugueses. Já o Tokio Hotel colocou muita gente para chorar (?!?) com o seu pop-rock descartável, e Joss Stone brilhou com a sua voz perfeita, bem diferente de Amy Winehouse. Encerrando esse primeiro fim de semana de Rock in Rio – Lisboa, Rod Stewart subiu ao palco para cantar os seus maiores sucessos, assim como no primeiro Rock in Rio de 1985, quando o festival ainda era uma exclusividade dos cariocas.
A cobertura da segunda semana do fetival está aqui.
Dia 30 de maio:
Paulo Gonzo – O cantor português abriu o festival quando o Parque de Bela Vista ainda recebia o público, que esgotou todos os 90 mil ingressos para a primeira noite. O seu estilo romântico fez com que o público cantasse as suas canções, principalmente “Jardins Proibidos” e “Quase Tudo”, dois de seus principais sucessos. O cantor ainda atacou com um cover de David Bowie, “Blue Jean”.
Ivete Sangalo – A cantora baiana, que já é conhecidíssima do público português retornou pela terceira vez ao Rock in Rio – Lisboa com os seus grandes sucessos, reeditando quase que o repertório completo de seu CD gravado ao vivo no Maracanã. Os seus principais sucessos, como “Abalou” (a primeira do roteiro, com o palco em chamas), “Sorte Grande”, “Chorando Se Foi” e “Berimbau Metalizado”, estiveram presentes no roteiro. Segundo o Diário Digital, a cantora “levantou poeira, muita poeira, com o era de esperar”.
Amy Winehouse – A cantora inglesa foi a grande decepção da noite de estréia do Rock in Rio Lisboa. Durante o show, Amy chegou a dizer que deveria ter cancelado o seu retorno aos palcos. Foi a primeira vez que a cantora apresentou-se ao vivo após o cancelamento de uma série de shows em novembro. Winehouse, que atrasou a sua apresentação em meia hora, desculpou-se diversas vezes devido à sua fraca voz. “Minha voz não consegue cantar direito e eu não consigo nem segurar o microfone. Mas eu queria tanto estar aqui”, disse a cantora. No roteiro do show, sucessos como “Rehab” (vídeo abaixo), “Valerie” e uma versão de “Cupid”, com a sua letra alterada fazendo referência ao seu marido, atualmente preso. Ao invés de cantar “Eu amo uma garota que não existe”, Amy cantou: “Eu amo um cara que está na cadeia”. O Diário Digital não perdoou: “Amy foi o expoente máximo da figura decadente, e degradante da cultura pop. Um concerto tão mau, tão desastroso que entra diretamente para um lugar de destaque na história das lendas ao vivo, e que acaba por ser memorável. Falhas de voz, perdas de sapatos, enganos nas letras, cantar fora de tom, tudo o que uma estrela decadente deste meio pode oferecer a uma platéia pronta a celebrar a desgraça de uma figura à escala mundial”. O Correio da Manhã também não deixou por menos: “Foi uma estrela decadente a que na noite de sexta-feira passou pelo Rock in Rio Lisboa. Aguardada com enorme expectativa, AmyWinehouse não correspondeu, sendo a protagonista de um espectáculo degradante. Em palco, Amy surgiu com a mão direita envolta em ligaduras e com um ‘chupão’ no pescoço. Decerto uma marca do encontro na prisão com o marido Blake, com quem esteve essa tarde escassas horas antes do concerto, segundo a imprensa britânica. Isso terá provocado alguma ansiedade na cantora de 24 anos, que em palco se mostrou sempre perturbada, sem controle nos movimentos e com falhas na interpretação”.
Lenny Kravitz – O cantor norte-americano encerrou a primeira noite do Rock in Rio – Lisboa mostrando o que sabe fazer de melhor: rock de primeira com longos solos de guitarra. No repertório de 16 canções, estiveram presentes os seus maiores sucessos, como “Fly Away” (vídeo abaixo) e “Are You Gonna Go My Way” (a última do roteiro). Canções de seu último trabalho (“It Is Time For a Love Revolution”), como “I’ll Be Waiting” também estiveram presentes. Uma crítica da imprensa portuguesa foi o fato de Lenny Kravitz ter abusado dos longos solos de guitarra, que teria deixado o show um pouco arrastado.
Dia 31 de maio:
Skank – A banda mineira abriu a noite de sábado quando o sol ainda brilhava forte. No roteiro do show, canções bem conhecidas dos brasileiros – e nem tanto dos portugueses –, como “Garota Nacional”, “Saideira” e a versão de “Beleza Pura”, de Caetano Veloso. Um incidente envolvendo uma fã que supostamente foi agredida por seguranças, no início de “Amores Imperfeitos”, marcou a apresentação (vídeo abaixo). O Diário Digital resumiu a apresentação do Skank da seguinte maneira: “A abrir a noite estiveram os brasileiros Skank que assinaram um concerto bem festivo satisfazendo portugueses, e especialmente a galera brasileira sempre muito bem representada nestes dois dias identificada por camisolas e bandeiras que se agitaram várias vezes durante a atuação da banda de Belo Horizonte”.
Alanis Morissette – A cantor canadense fez um show correto, com a apresentação de várias canções de seu próximo disco “Flavors Of Entanglement”, que será lançado nesse mês. Entre as novidades, “Citzen Of The Planet” (vídeo abaixo) foi uma das mais aplaudidas. Mas foi com os velhos sucessos, como “You Oughta Know”, “Hand In My Pocket”, “Uninvited” (a primeira do Roteiro) e “You Learn” que a cantora levantou o público, que não chegou a lotar o Parque da Bela Vista, como no dia anterior. Segundo a crítica portuguesa, o show de Alanis só não foi melhor do que o do Bon Jovi, que encerrou a noite.
Alejandro Sanz – O show do cantor espanhol foi o mais fraco da noite e não levantou o público português. Com canções mais puxadas para o rock, o cantor romântico cantou várias músicas que a maioria do público não conhecia. O ponto alto do show acabou ficando por conta do hit “Corazón Partio”, que teve a participação especial de Ivete Sangalo. O Diário Digital resumiu a apresentação de Sanz da seguinte forma: “O concerto de Alejandro Sanz ficou meio perdido entre Alanis e Bon Jovi. O espanhol aqui em Portugal vive do êxito de uma canção, e no restante do concerto a maioria da platéia fica indiferente ao ritmo de Sanz tornando o momento aborrecido. Pena o concerto de Alejandro Sanz não ter sido logo o primeiro, ou segundo, da noite”.
Bon Jovi – A banda norte-americana encerrou a segunda noite do festival com os seus maiores sucessos, o que fez com que a imprensa considerasse o seu show o melhor desse primeiro fim de semana de Rock in Rio – Lisboa. Entre os grandes hits do Bon Jovi, estiveram presentes no roteiro do show, “Born To Be My Baby”, “Livin’ On a Prayer” (vídeo abaixo), “You Give Love a Bad Name” e “Wanted Dead Or Alive” (a última do repertório). Durante o show, uma fã tentou invadir o palco, mas foi contida pelos seguranças antes de chegar a Jon Bon Jovi. No bis, o vocalista apareceu com uma camisa da seleção de Portugal, que se prepara para a Eurocopa, levando a platéia ao delírio. “Aos 46 anos John Francis Bongiovi continua com aquela pinta de puto rebelde, e com um impressionante ritmo de palco. Este regresso a Lisboa foi um estrondoso sucesso valendo-lhe até agora o título de melhor concerto da edição deste ano do Rock in Rio. As poses, as baladas, e o grandes êxitos, levam uma audiência na sua maioria trintona ao delírio. Não há quem não acompanhe os refrões. Jon é uma estrela do rock à boa maneira antiga”, escreveu o Diário Digital acerca do show. O Correio da Manhã teve a mesma opinião: “Os Bon Jovi fizeram na noite de sábado um dos mais emocionantes concertos de sempre do Rock in Rio-Lisboa. O grupo, que não tocava há 13 anos em Portugal, levou ao rubro 80 mil admiradores. Com uma vitalidade extraordinária, Jon Bon Jovi, de 46 anos, foi a figura em destaque, terminando o concerto com uma camisola da seleção nacional oferecida pelos fãs”.
Dia 01º de junho:
Xutos & Pontapés – A banda mais popular de Portugal – lá, eles são chamados de ‘Rolling Stones portugueses’ – abriu a noite de domingo do Rock in Rio – Lisboa, que liberou a entrada de crianças de até nove anos, pelo fato de ontem ter sido o Dia Mundial da Criança. A banda portuguesa, que, assim como Ivete Sangalo, participou de todas as três edições do Rock in Rio – Lisboa, cantou os seus principais sucessos, como “O Homem do Leme”, “Circo de Feras” e “Minha Casinha (vídeo abaixo), sendo acompanhada, nesta última, por atletas olímpicos portugueses.
Tokio Hotel – A banda alemã, que levou dezenas de milhares de fãs portugueses para o Parque de Bela Vista, cantou (ora em inglês, ora em alemão) os seus principais sucessos, como “Final Day”, “Monsoon” (vídeo abaixo) e “By Your Side” (a última da apresentação). O Diário Digital não deixou passar o fanatismo dos portugueses pela banda alemã: “Com o rosto dos pais a variar entre a incredulidade pela atitude dos filhos e o olhar de reprovação por nunca terem imaginado ver os filhos em tal estado de excitação (ele era berros, ele era gritos, ele era lágrimas...), a histeria rapidamente tomou conta da assistência mais jovem, à mesma velocidade com que a banda alemã ia debitando, compenetrada, os temas do álbum de estréia”.
Joss Stone – A cantora queixou-se algumas vezes do frio, mas acabou fazendo uma apresentação bastante quente, e que empolgou o público português. O seu grande hit, “U Had Me” fez parte do repertório, assim como “Right To Be Wrong”, “Super Duper Love” (vídeo abaixo) e “Less Is More”, na qual a cantora abusa do reggae e do ska. Atendendo aos pedidos do público português, a cantora voltou ao palco duas vezes e encerrou a apresentação com “No Woman No Cry”, imortalizado por Bob Marley. O jornal Correio da Manhã elogiou o show, mas também registrou o fato de poucas pessoas conhecerem às canções de Joss Stone: “Tem apenas vinte anos e ainda Amy Winehouse nem sonhava com o estrelato já Stone mostrava o que valia. Ontem, descalça e destilando sensualidade, surpreendeu e encantou no Palco Mundo. Pena apenas que a maior parte das suas canções não tenha ainda caído no gosto dos portugueses”. Já o Diário Digital considerou o show de Stone o melhor da 3ª noite: “Mesmo já com alguns pais de saída, porque era chegada a hora de meter as crianças na cama, que amanhã é dia de escola, Joss Stone cantou e encantou em Lisboa, bem apoiada por um excelente coro e bons músicos, mas ainda mais por aquilo que a jovem intérprete revelou ser: não ‘apenas’ uma das vozes mais apaixonantes do soul atual, mas também um poço de sensualidade, empatia, simplicidade. Desfilando alguns dos temas que lhe trouxeram fama, a britânica mostrou saber igualmente ‘comungar’ com o público, ao abandonar o palco e deixar-se tocar pelos muitos fãs que, encostados às grades de segurança, queriam tê-la ali, ao pé, acabando, inclusivamente, a oferecer um dos colares que trazia ao pescoço”.
Rod Stewart – O cantor escocês repetiu no Parque da Bela Vista o show que os brasileiros assistiram em abril. Não faltaram sucessos, como “Sailing” (que encerrou o espetáculo), “Da Ya Think I’m Sexy?”, “Baby Jane” (vídeo abaixo) e “Hot Legs”, durante a qual, como de costume, Stewart chutou várias bolas de futebol em direção à platéia. Apesar do carisma de Stewart, a crítica portuguesa ficou em cima do muro. “Mas, porque o dia era mesmo para todas as idades, os mais resistentes não regressaram a casa sem antes ouvir um ‘velho dinossauro’ do rock, Rod Stewart de seu nome, que mesmo já com uma idade avançada, soube fechar a festa com temas que continuam no ouvido de miúdos e graúdos. ‘It`s a Heartache’, ‘Some Guys’, ‘Have I Told You’, ‘Maggie’ e ‘Sailing’ foram alguns dos muitos sucessos do músico escocês que os presentes na Cidade do Rock levaram no ouvido, para casa, para trautear nos próximos dias e contar aos amigos sobre um Rod Stewart que continua igual a si mesmo: mexido em palco, dando os seus passos de dança, vivendo e transmitindo prazer por estar em palco”, escreveu Francisco Cruz no Diário Digital.
O cantor Beck finalizou as gravações de seu 10º disco de estúdio. O álbum tem o título provisório de “Modern Guilt”, e foi produzido por Brian Burton – mais conhecido como Danger Mouse –, membro do Gnarls Barkley. “Foi o trabalho mais intenso que já fiz. Foi como se eu tentasse encaixar os dois anos em que fiquei escrevendo as canções, nos dois meses e meio de gravação. Foi o que eu fiz nas últimas dez semanas, sem folga, até as quatro ou cinco da madrugada, todos os dias”, disse Beck à Rolling Stone. O disco terá dez faixas e, apesar de Beck querer lançá-lo em junho, ainda não existe data confirmada para ele chegar às lojas.
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O Metallica lançou hoje o site Mission:Metallica, através do qual o público poderá assistir cenas exclusivas das gravações, bem como escutar trechos das novas canções. Os fãs que se cadastrarem no site poderão ganhar passes de backstage para todos os shows do Metallica nesse verão do hemisfério norte. No site também é possível fazer downloads de shows e toques de telefone celular.
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A cantora Amy Winehouse está trabalhando em uma faixa do próximo álbum dos Babyshambles. Da prisão, o vocalista da banda, Pete Doherty, que fará dueto com ela na canção, afirmou que a cantora já está em estúdio com o guitarrista Mick Whitnall.
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O baterista Zak Starkey não é mais o baterista do Oasis, informou o jornal sensacionalista inglês “The Sun”. O filho de Ringo Starr, que toca com a banda inglesa desde 2004, entretanto, chegou a terminar as gravações do próximo disco do Oasis. Ao que tudo indica, durante as sessões em estúdio, houve vários desentendimentos entre Starkey e o guitarrista Noel Gallagher. Starkey foi o terceiro baterista do Oasis. Antes dele, passaram pela banda Alan White e Tony McCaroll.
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A banda alemã de música techno Scooter roubou o primeiro lugar de Madonna na parada inglesa. O CD “Jumping All Over the World” é o primeiro álbum da banda a chegar ao topo da parada inglesa de discos. “Hard Candy”, de Madonna, está na segunda posição.
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O cantor escocês Rod Stewart planeja gravar um disco de rhythm and blues e country. Dessa forma, ele deixaria de lado o projeto de “songbooks”, nos quais gravou clássicos do cancioneiro norte-americano. Rod Stewart tem intimidade com esses dois gêneros musicais. Ele já gravou canções dos Temptations (“I Know I’m Losing You”), Tim Hardin (“Reason To Believe”) e Bob Dylan (“The Girl From North Country”).
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David Gilmour agendou o lançamento do álbum “Live In Gdañsk”, para o dia 28 de setembro. O disco foi gravado durante um show de Gilmour, em 2006, em frente a um público de 50 mil pessoas na Polônia. Esse foi o único show da turnê em que David Gilmour foi acompanhado por uma orquestra de cordas, composta por 40 membros. O roteiro abarcou canções de seu disco mais recente, “On An Island”, e sucessos do Pink Floyd.
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John Mellencamp vai lançar o seu novo trabalho, intitulado “Life, Death, Love And Freedom”, no dia 15 de julho. O disco será distribuído pelo selo Hear Music, que pertence à cadeia de cafeterias Starbucks. O novo CD de Mellencamp será o primeiro com um novo formato de alta-definição de áudio denominado “CODE,” que faz com que as faixas digitais tenham um som mais “quente” que o das fitas master.
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Depois de uma temporada de duas semanas com shows esgotados no Mistura Fina, Milton Nascimento, acompanhado pelo Jobim Trio, retorna aos palcos cariocas. A temporada no Canecão terá início no dia dos namorados e segue nos dias 13 e 14 de junho.