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12 de out. de 2011

Quando a criança descobriu a música

Eu tentei de todas as formas, mas não encontrei o CD do “Casa de brinquedos” aqui em casa. Queria ouvi-lo hoje, no Dia das Crianças. Mas, ainda bem, descobri que tenho o álbum completo no iPod.
O “Casa de brinquedos” representou o primeiro contato que tive com a música. Há mais ou menos 30 anos, a Rede Globo investia em especiais infantis que fizeram com que toda uma geração crescesse conhecendo Chico Buarque, Toquinho, Vinicius de Moraes, MPB-4, Ney Matogrosso, Elis Regina, Clara Nunes... Ou seja, toda uma geração aprendeu a aprimorar o gosto pela música.
Graças a Deus (e a minha mãe que me dava os LPs e assistia aos programas comigo), cresci com um bom gosto musical, acredito.



(Já devo ter dito por aqui que nunca terei filhos. Mas se tivesse, jamais o colocaria para ouvir Xuxa ou Restart. As pessoas deveriam ter a ciência de que estão formando cidadãos. Depois, quando o pai tiver que acompanhar (e aturar) uma filha histérica e doente em um show do Justin Bieber, não adianta lamentar. Foi ele mesmo quem criou o monstro.)
Mas voltando ao “Casa de brinquedos”, a imagem mais nítida que tenho, aos três ou quatro anos de idade, é a de Chico Buarque cantando “O caderno” em um cenário repleto de cadernos gigantes, e uma menina deitada no chão lendo algo um... caderno!
Já sei. Você vai achar isso tosco demais.
E era mesmo.



E, por conta disso, aprendi que nada, absolutamente nada, pode se sobrepôr à música. Por exemplo, em um concerto, é necessário mais do que uma boa orquestra e um maestro? Precisa de jogo de luzes, palcos mirabolantes e figurinos cafonas?? Pode ter certeza que não. Um exemplo mais recente: os shows que vi do Eric Clapton nessa semana aqui no Rio de Janeiro. Não tinha cenário, não tinha figurino, a luz era sóbria, Eric não ficava fazendo coraçãozinho com as mãos para a plateia... Era só o cara pegar a guitarra e mandar os acordes de “Badge” ou de “Crossroads”. Não precisava de mais nada. E pode perguntar para as 20 mil pessoas que lotaram as duas apresentações, que todas elas vão concordar.
Depois de me deliciar com o programa televisivo (quando conheci Simone, Toquinho, Roupa Nova, Chico, Moraes Moreira, Baby Consuelo, Carlinhos Vergueiro, entre outros), minha mãe me presenteou com o LP.



Aquilo lá não saiu da minha vitrolinha laranja por, pelo menos, uns dois anos. Acho que ninguém (nem o Toquinho) ouviu esse LP mais do que eu. Cada música era uma viagem. Para os compositores Toquinho e Mutinho, uma viagem em cada brinquedo - cada música tinha o nome de um brinquedo, como "A espingarda de rolha", "A bola", "A bicicleta", "O avião", "O robô", "O macaquinho de pilha"... Para mim, foi o início da minha viagem mais deliciosa: a da música.
Ainda posso sentir a capa daquele velho vinil.
Aquela porosidade continha toda a minha vida.



O velho vinil não existe mais.
Mas há uns 16 anos, mais ou menos, me deparei com o CD em uma loja. Comprei na hora. Nem perguntei o preço. Deixaria as minhas calças se necessário fosse.
Quando cheguei em casa e coloquei o CD para tocar, ao ouvir a voz de Dionísio Azevedo declamando o texto de abertura, me dei conta de que não escutava aquele álbum havia, sei lá, uns dez anos. Ou seja, ouvi “Casa de brinquedos” umas 500 vezes entre os meus três e seis anos de idade. Depois, nunca mais.
Esse corte se deu exatamente na época em que descobri o rock. O velho álbum do “Casa de brinquedos” ficou de lado. Quem dava as cartas agora eram o “Dois” (Legião Urbana), o “Selvagem?” (Os Paralamas do Sucesso), o “Cabeça dinossauro” (Titãs), os “Greatest hits” dos Beatles...



Quando comprei o CD e me dei conta disso, logo me lembrei dos versos de “O caderno”:
“Só peço, a você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer...”
Mas aí eu tive a certeza que o “Casa de brinquedos” não estava “num canto qualquer”. Ele ainda está em cada disco que ouço hoje (do vinil ao blu-ray), em cada solo de guitarra que me emociona, em cada refrão que gruda na minha cabeça, em cada show que eu tenho a oportunidade de ir.
E em cada linha que eu escrevo.

30 de jul. de 2011

Uma música para o sábado; os 70 anos de Rosinha de Valença e os 75 de Buddy Guy; Antonioni e Renato Russo; o novo do Chico; e Dylan & Knopfler juntos.



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Hoje acordei com uma baita vontade de ouvir Dave Matthews Band. Para mim, pode ser, sempre, qualquer música. A DMB é uma banda tipicamente americana. Uma jam band. Fico feliz que, de uns anos para cá, ela tenha pegado aqui no Brasil. Mas acho que ainda rola um certo preconceito. O que eu mais admiro na DMB são os seus shows. Em média, duram três horas e o repertório varia de apresentação a apresentação. Às vezes rola de eles tocarem três dias seguidos em uma mesma cidade, com três set lists absolutamente diferentes, sem repetir uma única canção. Só as grandes bandas são capazes disso.

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Continuando no mesmo ritmo, ou seja, música boa, hoje é dia de lembrar Buddy Guy, que completa 75 anos. Ah, o que escrever sobre Buddy Guy?? Melhor ficar com isso aqui:



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Rosinha de Valença, a sensacional violonista brasileira também nasceu em um dia 30 de julho. Se viva fosse, hoje ela estaria completando 70 anos de idade.



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Tocava pouco, né??

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O dia 30 de julho de 1966 foi histórico para os ingleses. Foi quando – tadinhos – eles ganharam a sua primeira e única Copa do Mundo. O resultado é debatido até hoje. O jogo terminou quatro a dois para a Inglaterra contra a Alemanha Ocidental , no estádio de Wembley. Afinal, aquela bola chutada por Geoff Hurst, quando o placar marcava dois a dois, na prorrogação, entrou não entrou??



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Partindo para o cinema, hoje já faz quatro anos que Michelangelo Antonioni partiu para o andar de cima. Quem gosta um pouquinho de cinema já se apaixonou por “Blow up”. E quem gosta muito vibrou com “L’avventura”. Vamos relembrar?



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Vocês se lembram que a Legião Urbana tem uma música com esse mesmo título?? Renato Russo era um grande fã do cinema italiano, especialmente de Michelangelo Antonioni.



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“Triste coisa é querer bem
A quem não sabe perdoar
Acho que sempre lhe amarei
Só que não lhe quero mais”

Grande Renato!!

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Um álbum que saiu quando eu estava viajando foi “Chico”, o novo do Chico Buarque. Gostei da maioria das faixas do disco. “Querido diário” é uma toada quase caipira (destaque para a viola caipira de Jaime Alem e para o Quarteto Radamés Gnattali), com o polêmico verso “Amar uma mulher sem orifício”. Já “Rubato”, parceria com o super baixista Jorge Helder, é uma das melhores do álbum. Um sambinha, quase marcha-rancho. Desce gostoso, tipo uma “A banda” atualizada. Outra faixa que desce bem é o samba-salsa “Barafunda”. O dueto com a sua namorada Thais Gulin, na valsinha “Se eu soubesse”, é adorável. Já a melhor letra é a de “Sem você 2”, espécie de “continuação” de “Sem você”, de Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes – parte da melodia dessa canção de 1959 é citada pelo violonista Luiz Cláudio Ramos na introdução. Outro dueto valoroso é o de “Sou eu”, samba escrito a quatro mãos com Ivan Lins, e que conta com a voz do grande Wilson das Neves. Já o blues “Essa pequena”, se rolar turnê desse novo álbum, poderia casar perfeitamente com “Ela é dançarina”. As letras são irmãs gêmeas – “Meu dia voa e ela não acorda / Vou até a esquina, ela quer ir para a Flórida”. “Sinhá”, a última do disco, parceria com João Bosco, de coloração afro, certamente é a melhor faixa que Chico Buarque produziu nos últimos 18 anos. Nessa primeira audição, “Chico” caiu melhor do que “As cidades” (1998) e “Carioca” (2006). Acho que temos um novo clássico.



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No dia 27 de setembro chega às lojas o box “Sting: 25 years”. O título já denuncia que se trata de (mais) uma coletânea com os sucessos do ex-The Police. São três CDs com 45 faixas dos álbuns solo de Sting. Um pouco gorduroso, diga-se, eis que, em sua carreira solo, Sting lançou nove álbuns de estúdio. Um CD simples bastaria. E o fã que já tem todos os discos de Sting será obrigado a comprar essa nova coletânea por causa do DVD bônus, que traz um show gravado em Nova York, em 2005. As dez músicas do DVD são as seguintes: “Message in a bottle”, “Demolition man”, “Synchronicity II”, “Driven to tears”, “Heavy cloud, no rain”, “A day in the life”, “Voices inside my head” / “When the world is running down”, “Roxanne”, “Next to you” e “Lithium sunset”.

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Quem também vem com novidades por aí é o The Who. “Quadrophenia: The director’s cut” será lançado no dia 14 de novembro. A caixa terá uma porção de mimos para os fãs da ópera-rock originalmente gravada em 1973, como CD duplo remasterizado, um DVD com mixagem 5.1, livro de capa dura, fotografias e memorabilia relativa ao “Quadrophenia”, que também sairá em vinil duplo.

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Aliás, e ao que tudo indica, no ano que vem, o The Who sairá em turnê para tocar a íntegra do "Quadrophenia". No momento, o vocalista Roger Daltrey está em turnê solo, apresentando a íntegra de “Tommy”. “A razão pela qual não estou na Estrada com Roger, é que a turnê se trata de uma aventura pessoal dele, que está se divertindo bastante. Eu não pertenço a essa turnê. Desejo o melhor a ele, sinceramente, e espero voltar a tocar com ele o ‘Quadrophenia’ no ano que vem”, escreveu o guitarrista Pete Townshend em seu site oficial.

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Encontro histórico vai ser o de Bob Dylan com Mark Knopfler. Os dois agendaram uma turnê de sete shows pelo Reino Unido em outubro. Os dois músicos trabalharam juntos em 1979, quando o ex-guitarrista do Dire Straits tocou no álbum “Slow train coming”, de Dylan. Quatro anos depois, ambos voltaram a se reunir, quando Knopfler produziu o álbum “Infidels”, de Bob Dylan. “Estou ansioso para cair na estrada com Bob em um ano tão especial”, escreveu Knopfler em seu site.

12 de jul. de 2011

Um ano sem Paulo Moura, e 25 do “Live at Wembley”, do Queen; o Moz e o dog; promessas do Van Halen e do Judas; e Dave Grohl botando o fã pra correr.



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Devolva o Neruda que você tomou
E nunca leu

Essa é nossa lembrança para o grande poeta chileno Pablo Neruda, que, hoje, estaria completando 107 anos.

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Um viva também para o sambista Almir Guineto, que faz 65 anos hoje. Pena que Almir Guineto precise da mãozinha de Zeca Pagodinho para ser mais conhecido hoje em dia. Quem compõe algo como “Lama nas ruas” merece a eternidade.



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E hoje faz um ano que Paulo Moura, o grande Paulo Moura, foi tocar o seu saxofone para os anjos lá no andar de cima. Saudades!



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Um dos vídeos de rock mais conhecidos e mais importantes de todos os tempos, “Live at Wembley”, do Queen, foi filmado no dia 12 de julho de 1986. Foram dois shows, um no dia 11 e outro no dia 12. Mas só o segundo foi filmado na íntegra para lançamento em VHS (e, depois, CD e DVD). Antes de o Queen subir ao palco, se apresentaram INXS, The Alarm e Status Quo.



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E essa jaqueta amarela do Freddie Mercury, hein?? Alguém sabe onde tem pra vender??

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Também foi em um dia 12 de julho, mas de 1998, que o Brasil deu adeus ao pentacampeonato na Copa da França. Todo mundo sabe o que aconteceu naquele dia. Ou não... O problema do Ronaldo até hoje não foi explicado. Mas o resultado... Três a zero para a seleção francesa, com um show de Zidane. No frigir dos ovos, foi merecido.



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E por falar em futebol, hoje também é dia de lembrar de João Saldanha, que morreu 21 anos atrás. Jornalista e técnico de futebol, João Saldanha era chamado de “João Sem Medo”. Sabe o motivo??



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Entendeu agora?

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Tem coisas que só acontecem com o Moz...


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Sem comentários...

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Calma, não é nada oficial, mas o produtor Ross Hogarth, em entrevista à Ultimate Guitar, disse que o novo álbum do Van Halen está muito próximo de ser finalizado. “Todo o álbum já foi gravado, e nós estamos muito animados. Já começamos a mixagem, inclusive.” O Van Halen contou com a sua formação clássica (Eddie e Alex Van Halen, além de David Lee Roth), com exceção do baixista Michael Anthony, trocado por Wolfgang Van Halen. Entre setembro e outubro, a banda se apresenta na Austrália. É esperar pra ver...

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O Judas Priest, que toca no Brasil em setembro, também deve lançar disco de inéditas em breve. Segundo o baixista Ian Hill, a quantidade de canções já escritas preenchem um álbum inteiro. Em entrevista ao Rockpages, o músico revelou, inclusive, que as gravações já começaram. A banda tem aproveitado as folgas na turnê para se trancar no estúdio. “Três faixas já estão gravadas e mixadas, e eu acredito que a gravadora já disponibilize algo em breve”, disse.

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Essa é a melhor de todas... Dave Grohl não se conformou com um fã que estava criando confusão durante um show do Foo Fighters em Londres, ontem, e expulsou o sujeito da casa de shows. “Você não vai brigar no meu show, seu bundão. Deixa eu te ver, quem está brigando agora? É o cara com camiseta listrada. Hey motherfucker, olhe para mim, get the fuck out of my show right now”.

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Esse é o Dave!

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E esse é o Foo Fighters tocando Queen (com participação do Brian May e do Roger Taylor) no bis da apresentação:



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Amanhã, Erasmo Carlos vai liberar o download gratuito do primeiro single de seu próximo álbum, “Sexo”, que será lançado no mês que vem. “Kama Sutra” é a primeira parceria de Erasmo Carlos e Arnaldo Antunes. O novo álbum foi produzido por Liminha. Parece que vem coisa boa por aí...



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Agora sim!

2 de jul. de 2011

Os bombeiros, nossos heróis; 26 anos da estreia do Ultraje; 6 do Live 8; as novas do Mika e do Chico Buarque; a melhor de hoje, “Screamadelica Live".



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Bom dia a todos. Sabadão de sol, hein... Confesso que nem ia aparecer por aqui hoje. Mas quando abri a agenda e vi que era Dia do Bombeiro, não resisti. Os bombeiros, nossos heróis. Salvadores de tantas vidas. E que mesmo assim são chamados de “vagabundos” pelo nosso nobre governador Sergio Cabral. É uma mentalidade interessante essa: os bombeiros são vagabundos porque pedem aumento em um salário ridículo de R$ 900,00; e as obras do estádio do Maracanã vão ultrapassar um bilhão de reais, para quatro ou cinco partidas de uma Copa do Mundo que o país não tem a mínima condição de receber... Pois é, seu Sergio Cabral... Quem é o “vagabundo” dessa história toda?? Hein?

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Olha ele rindo da sua cara:



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Bom, mudando de assunto. Vamos falar de coisas boas... Há 26 anos chegava às lojas um dos álbuns mais emblemáticos da geração 80 da Música Popular Brasileira. “Nós vamos invadir sua praia” marcou a estreia do Ultraje a Rigor, e era praticamente uma coletânea de sucessos: a faixa-título, “Inútil”, “Ciúme”, “Rebelde sem causa”, “Marylou”, “Eu me amo”, “Mim quer tocar”... Pena que depois disso o Ultraje nunca mais tenha sido o mesmo. Também, seria difícil superar esse álbum, que merece estar presente em qualquer top 5 do Rock Brasil.



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Hoje faz seis anos de um dos eventos mais grandiosos do rock. O Live 8, idealizado por Bob Geldof, aconteceu simultaneamente em sete país, durante todo o dia 02 de julho de 2005. Na lista de atrações, Coldplay, R.E.M., Elton John, Sting, Stevie Wonder, Dave Matthews Band, Pet Shop Boys, Brian Wilson, Neil Young, entre outros. Os destaques foram o encontro do Paul McCartney com o U2 e a reunião do Pink Floyd, em sua formação (quase) original. Syd Barrett não estava presente, mas ele foi lembrado com essa música aqui:





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O 2 de julho também marca um dos dias mais felizes para o futebol brasileiro. Há exatamente um ano, a seleção do Dunga era eliminada pela Holanda, na Copa da África do Sul. No ano passado, só faltaram me matar porque eu não torci para o Brasil. Era até ameaçado de morte pelo twitter... Agora, um ano depois, me responda: era possível torcer pela seleção do Dunga???



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Segundo o Juca Kfouri, o nome da bola da Copa 2014 no Brasil será JABURLEI. Gênio!

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E essa música nova do Chico Buarque, hein? Hum, sei lá, está parecendo o último livro dele, “Leite derramado”... Né??



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E a música nova do Mika? Pode ser pelo fato de ela ser cantada em francês, mas a verdade é que eu já achei o Mika bem mais interessante... “Elle me dit” fará parte do próximo álbum do cantor libanês, “The origin of Love”, a ser lançado no ano que vem.



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A dica desse fim de semana é o BD (ou DVD) “Screamadelica Live”, do Primal Scream. O vídeo apresenta o show que a banda fez no Olympia de Londres, em novembro do ano passado. No roteiro, o “Screamadelica” inteirinho, ao vivo, e mais um set com oito músicas, incluindo “Rocks” e “Jailbird”, ambas do álbum “Give out but don’t give up” (1994). O BD ainda tem como bônus o programa “Classic Albums” sobre a gravação do “Screamadelica” (1991). Quanto a esse álbum, tudo o que pode ser dito será mais do mesmo. Acho que foi em março que a New Musical Express publicou uma matéria bem original. Ela elaborou uma lista com os “the druggiest albums ever”. “Screamadelica” ficou em primeiro lugar. Só para dar uma ideia, cito os cinco discos que vieram em seguida: 2) “Exile on main st.” (Rolling Stones), 3) “White light/White heat” (The Velvet Underground), 4) “There’s a riot goin’ on” (Sly & The Family Stone), 5) “In utero” (Nirvana) e 6) “Revolver” (The Beatles). “Scremadelica” é um puta disco. O que mais gosto é a quantidade de estilos musicais e ritmos nele presentes. O Primal Scream jogou nas onze. E não fez feio em nenhum momento. O que é chamado de principal “E album” (o “E” vem de ecstasy) da história, realmente é daqueles discos que definem uma era. No caso, essa “era” durou apenas um dia, já que “Nevermind” chegou às lojas no dia seguinte. Se a era não durou da mesma forma que o álbum do Nirvana dura até hoje, foi por mera obra do acaso. Não era para ser. Que nem aquela história, que, por chegar cinco minutos atrasado no aeroporto, você perde o voo que caiu e matou todos os seus passageiros. Nesse caso, o Primal Scream chegou antes no aeroporto. Trouxe toda a cultura do ácido, da rave e do techno ao mainstream britânico. Mas ficou restrito a Grã-Bretanha. Enquanto “Nevermind” navegou oceanos.

10 de out. de 2010

Resenhando: Gal Costa, Santana, Lulu Santos, Dave Matthews Band, Chico Buarque

“Total”– Gal Costa
Poucos artistas conseguem imortalizar uma obra tão coesa. Gal Costa conseguiu tal façanha. Ao menos se levarmos em conta o seu período na gravadora Philips/Polygram (atual Universal). E é essa fase que está presente no box “Total”, que chega agora às lojas com 15 discos gravados por Gal entre 1967 e 83, além do CD duplo de raridades “Divina, maravilhosa”. Tudo bem, lá pelo iniciozinho dos anos 80, Gal Costa patinou em alguns álbuns com roupagens pasteurizadas, especialmente o equivocado “Baby Gal” (1983), de gosto bem duvidoso, diga-se. Mas dá pra absolver a baiana, afinal de contas, meio-mundo da MPB teve lá os seus problemas com aquelas texturas sonoras eletrônicas dos 80’s. E a obra anterior de Gal serviria como “bons antecedentes”, certamente. Veja só a quantidade de clássicos: “Domingo” (1967), o primeiro álbum de Gal, que apresenta uma voz insegura, mas linda e cristalina, ao lado de Caetano Veloso; o seu berro tropicalista, no auto intitulado álbum de 69; “Legal”, de 1970, com os arrepiantes duelos entre a garganta de Gal e os dedos do guitarrista mágico Lanny Gordin; o ao vivo “A todo vapor” (1971), cujo frescor exala o cheio da maresia da praia do Arpoador no início dos anos 70; a obra-prima “Cantar” (1974), com arranjos de mestre João Donato; “Gal canta Caymmi” (1976), o melhor songbook já gravado no Brasil, mas que infelizmente, por questão de direitos autorais, não vem com a sua capa original nessa caixa; “Água viva” (1978), apesar dos arranjos datados, trouxe ao mundo o clássico “Folhetim”, de Chico Buarque... Tudo isso está presente na viagem de “Total”. E o CD extra “Divina, maravilhosa” fecha o box com chave de ouro, com 28 músicas raras, dentre as quais se destacam a versão em estúdio de “Vapor barato”, “Canção da moça” (que Gal gravou para o filme “Brasil do ano 2000”, de Walter Lima Jr.) e “Três da madrugada”, que só foi lançada em um antigo compacto que veio encartado na primeira edição do livro “Os últimos dias de Pauperia”, de Torquato Neto. O áudio dos CDs, que foi remasterizado, está tinindo. E todos os álbuns são acompanhados pela arte original da época do lançamento em vinil – com exceção de “Gal canta Caymmi”.

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“Guitar heaven: The greatest guitar classics of all time” – Santana
Eu juro que tive boa vontade. Apesar dos últimos álbuns do Santana serem extremamente irregulares, por alguns minutos pensei que “Guitar heaven: The greatest guitar classics of all time” poderia ser um dos discos do ano. O repertório não tem erro. Saca só: “Whole lotta love” (Led Zeppelin), “Back in Black” (AC/DC), “Dance the night away” (Van Halen), “While my guitar gently weeps” (George Harrison), “Riders on the storm” (The Doors), “Smoke on the water” (Deep Purple), “Little wing” (Jimi Hendrix)… Bom, né? O time de convidados-cantores também tem alguns brilharecos: Chris Cornell, Scott Weiland, Ray Manzarek (embora esse não cante, é um dos membros fundadores do The Doors), Joe Cocker, Johnny Lang... Razoável, não? E a guitarra de Carlos Santana? Brilhante, concorda? Mas aí, você coloca a primeira faixa, exatamente “Whole lotta Love”, com Chris Cornell, e descobre que pode ter erro sim. Aliás, erro não, muito erro. Se “Supernatural” (1999) e “Shaman” (2002) já representam o auge da venda barata (ops, barata??) de Carlos Santana, “Guitar heaven” chega a ser o cúmulo. Se nos dois trabalhos supracitados, Santana não teve vergonha de soar cafona em um repertório irregular, nesse novo álbum, acredite, Santana destrói canções (antes) indestrutíveis. Em arranjos pra lá de pasteurizados, feitinhos pra vender bastante, Santana deixa “Back in black” irreconhecível com os vocais de NaS e uma sonoridade modernosa over demais. “Little wing” perdeu toda a sua magia com um arranjo equivocado. Nem a voz de Joe Cocker e a guitarra de Santana salvam. George Harrison deve estar perguntando se Santana enlouqueceu após a versão de “While my guitar gently weeps”, com o vocal meloso e insosso de India.Arie e uma guitarra espanholada bem brega. “Sunshine of your love” com Rob Thomas? Melhor nem comentar. E olha que o pior nem é a participação do vocalista do Matchbox Twenty. Talvez a menos ruim seja “Dance the night away”,que ficou próxima da versão original do Van Halen. Triste notar como um artista tão importante pode ser capaz de perder a relevância de modo tão brutal. Particularmente, não tenho mais a mínima esperança naquele guitarrista que abalou o final da década de 60, com a sua guitarra trovejante.

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“Acústico MTV II” – Lulu Santos
Lulu Santos vai gravar mais um “Acústico MTV”? Mas com qual repertório, se há dez anos ele gravou uma antologia acústica dupla definitiva? Ao contrário dos saudosistas que lotam os shows de Lulu, o compositor carioca continua compondo e lançando bons álbuns por aí. Ou seja, repertório não falta para um “Acústico II”. E Lulu Santos provou isso, se dando ao luxo, inclusive, de deixar muita coisa boa de fora. Assim como já fizera no primeiro volume do projeto chancelado pela MTV, Lulu optou por algo enxuto, sem aquela frescurada de orquestras e dezenas de convidados especiais. Em “Acústico II”, Lulu conta com a sua banda, cujos integrantes (a maioria, pelo menos) já são bem conhecidos de quem frequenta os seus shows, e apenas uma convidada especial: a cantora Marina De La Riva, que nada acrescentou à “Adivinha o quê”. O baixista Jorge Ailton, que já se revelara um bom compositor com a sua “Atropelada” (presente em “Singular”, álbum anterior de Lulu, lançado no ano passado), agrada mais uma vez, apesar da pouca voz, com “O óbvio”, nesse “Acústico MTV”. Ao contrário do que 99% das críticas vêm dizendo, o repertório do álbum não é composto “basicamente” pelos lados B de Lulu. Com exceção de “Dinossauros do rock” e “Auto estima” (esses sim lados B de verdade), o roteiro da apresentação privilegia sucessos de Lulu Santos. Talvez as pessoas não se lembrem, mas “Papo cabeça” tocou muito nas rádios em 1990, quando “Honolulu” chegou às lojas. O mesmo aconteceu com “Brumário”, hit do genial “Popsambalanço e outras levadas” (1989). “Um pro outro” foi um dos maiores sucessos de “Lulu” (1986), assim como “Minha vida”. E o que dizer de “Tudo azul”, faixa título do álbum lançado em 1984. Lado B? Onde, cara pálida? Completam o repertório músicas que Lulu Santos lançou após o primeiro “Acústico MTV”, como “Baby de Babylon” (que ganhou um arranjo sambossa muito legal), “Já é!” (que ficou perto do lounge) e “Vale de lágrimas”, uma das grandes composições do Lulu, e que está presente em seu “Letra & música”, de 2005. O DVD ainda traz uma trinca dedicada aos heróis de Lulu Santos: “Tuareg” (Jorge Ben), “Odara” (Caetano Veloso) e “Ele falava nisso todo dia” (Gilberto Gil). Que venha o “Acústico III”, em 2020.

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“Live in Rio” – Dave Matthews Band
Se você entrar no site oficial da Dave Matthews Band, vai encontrar algumas dezenas de gravações de shows da banda. Mas não vai achar “Live in Rio”, que pode ser encontrado nas lojas brasileiras. Sim, aproveitando os shows desse fim de semana no país, a banda, generosa, fez um agrado aos fãs brasileiros, lançando o CD duplo com a antológica apresentação do dia 30 de setembro de 2008 no Vivo Rio. Embalado em um bacaníssimo digipack, o CD duplo traz o show na íntegra com exceção de duas músicas, cortadas por conta do tempo: “You might die trying” e a versão de quase 30 minutos de duração de “# 41”. Em duas horas e trinta e cinco minutos, a Dave Matthews Band fez um tour de force em seu repertório, desde raridades como “Say goodbye” (com a participação de Carlos Malta e seu pífano delicioso) e a explosiva versão para “Burning down the house”, do Talking Heads, até chegar àquelas músicas que todo fã gosta de ouvir, como “Ants marching” (com um solo de violino endiabrado de Boyd Tinsley), “Warehouse” e o grand finale de quase 18 minutos de “Two step”. Quem esteve presente no show sabe que a plateia carioca deu um espetáculo a parte. E isso pode ser notado nesse “Live in Rio”. Chega a ser arrepiante ouvir o público (4,5 mil pessoas que lotaram o Vivo Rio) cantando alto “Say goodbye” e, especialmente, “Jimi thing”. Assim como também chega a ser emocionante ouvir as ótimas versões ao vivo de “Satellite” e “So damn Lucky”, duas das músicas mais lindas da DMB. Dois meses antes da apresentação no Rio, o saxofonista Leroi Moore havia partido dessa pra melhor. No encarte, Rodrigo Simas, que comanda o site DMBrasil, escreveu que “Leroi ficaria orgulhoso”. Tem razão. Ficaria mesmo.

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“MPB Especial” – Chico Buarque
Volta e meia aparece por aí algum DVD dos programas “Ensaio” e “MPB Especial”, da TV Cultura. Geralmente são bem bacanas, com o artista cantando sucessos de seu repertório entremeados por entrevistas. Os DVDs de Elis Regina, Tim Maia, Ivan Lins, Nara Leão e Cartola, que já foram lançados, são especialmente reveladores. O último lançamento foi o de Chico Buarque, que a Biscoito Fino colocou nas lojas no final do mês passado. Infelizmente, o “MPB Especial” de Chico Buarque é o mais decepcionante da série. Em primeiro lugar, a impressão que fica é que não havia nada ensaiado. Chico não toca praticamente nenhuma música inteira, mas apenas cantarola algumas das 18 músicas listadas no encarte do DVD. Uma pena, eis que o repertório é primoroso, composto por pérolas que Chico não canta mais ao vivo há anos. Sente só: “Tatuagem”, “Meu refrão”, “Ela desatinou”, “Bom conselho”, “Olê, olá”, “Flor da idade”, “Boi voador não pode” e “Caçada”, sendo que essa última é apresentada na íntegra. Na entrevista, Chico fala sobre a peça “Calabar”, censurada à época da gravação do programa (1973), seus parceiros, especialmente Vinicius de Moraes, Toquinho e Ruy Guerra, e ainda sobre seus ídolos, como Ciro Monteiro e Nelson Cavaquinho, sendo que este último também é homenageado com um trechinho de “Cuidado com a outra”. O futebol (especialmente o Fluminense) também é assunto no DVD, que traz algo realmente bacana: o Hino do Politheama, time de futebol de Chico Buarque. Mas muito pouco para os 48 minutos de duração do vídeo. Muito pouco para Chico Buarque.

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Abaixo, a primeira faixa de “Guitar heaven: The greatest guitar classics of all time”, novo álbum de Santana, com a participação de Chris Cornell nos vocais.

24 de set. de 2010

Paul McCartney, Rolling Stones, Megadeth, Red Hot, Almodóvar, Canhoteiro, Radiohead, Suede, Bruce Springsteen, Pavement

O Pavement fez uma curiosa participação ontem no programa "Late Night With Jimmy Fallon". Curiosa porque, há umas duas semanas, a banda idealizou uma competição entre fãs, sendo que o vencedor ganharia o direito de tocar guitarra com o Pavement no programa. Steve Goss foi o vencedor e tocou com a banda. Veja o resultado:



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Foi liberado o trailer de "The promise: The making of Darkness on the edge of town", que documenta a gtravação do álbum de Bruce Springsteen. Tá logo aí embaixo. O DVD sairá em um box, no mês de novembro.



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O Suede programou para o dia 01º de novembro o lançamento da coletânea "The best of", que trará, em dois CDs, os seus maiores sucessos, como "Animal nitrate" e "Trash". Outras músicas são "Wild ones", "We are the pigs", "Can't get enough", "Sleeping pills" e "Pantomime horse". As faixas foram remasterizadas por Chris Potter. Entre novembro e dezembro, o Suede se reunirá novamente para shows na Grã-Bretanha.

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O baterista do Radiohead, Phil Selway, afirmou que a banda poderá lançar um novo álbum a qualquer momento. O Radiohead vai voltar ao estúdio na próxima segunda-feira para finalizar o trabalho no sucessor de "In rainbows" (2007). "Estamos retornando ao estúdio com os ouvidos frescos", disse o baterista, que também não sabe de qual forma as novas canções serão lançadas.

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Garrincha jogava muito e virou uma lenda. Canhoteiro jogava muito e não virou uma lenda. Dizem por aí que Canhoteiro fazia a mesma coisa que Garrincha, só que pelo lado esquerdo do campo. E dizem também que Canhoteiro era capaz de fazer embaixadinhas com uma moeda, e colocá-la dentro do bolso. Ah, e Pelé também disse que Canhoteiro era um de seus ídolos. Canhoteiro, que jogou no Paysandu e no São Paulo, nasceu em 24 de setembro de 1932. Morreu cedo, aos 41 anos. Mas ficou eternizado em duas das canções mais lindas sobre futebol.





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Quem entende de cinema tem alguma opinião formada sobre Pedro Almodóvar. E certamente essa opinião não vai variar muito. Ou ele é "gênio" ou é "um saco". Como não entendo de nada, e muito menos de cinema, prefiro não emitir opinião. Só sei que acho alguns de seus filmes muito bacanas. Os meus prediletos são "Carne trêmula", "Fale com ela", "Tudo sobre minha mãe" e "Má educação". Pedro Almodóvar nasceu em Calzada de Calatrava, na Espanha, no dia 24 de setembro de 1949. Ah, e depois me diga o que você acha dele: "um gênio" ou "um saco".



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Mais um disco? Só mais um. No dia 24 de setembro de 1991, chegava às lojas "Blood sugar sex magik", do Red Hot Chili Peppers. Um bom álbum, é verdade, e que marcou, para o bem e para o mal, a transição do indie para o mainstream do Red Hot Chili Peppers. Ninguém aguentava ouvir mais "Give it away" nas rádios em 1991. Depois foi a vez de "Under the bridge". E "Give it away" e "Under the bridge", para mim, são, talvez, as duas faixas mais fracas do álbum. Boas mesmo são "If you have to ask", "Suck my kiss" e "My lovely man". Nessas faixas, o RHCP mostrava aquele som funkeado bacana, sem concessões radiofônicas. "Blood sugar sex magik" foi o último grande álbum do Red Hot Chili Peppers.



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Hoje é um dia de grandes álbuns mesmo. Veja só que há 20 anos, o Megadeth lançava "Rust in peace", o seu grande álbum, e que tem que estar em qualquer top 5 sério de discos de trash metal. Fiquei fã do Megadeth por conta desse álbum. Apesar de ter sido pouco falado, o show do Megadeth no Rock in Rio II (quando eles estavam divulgando o disco), foi um dos melhores do festival. No dia da apresentação, Dave Mustaine machucou o braço enquanto surfava, e quase que o show foi cancelado. Agora, saiu um DVD com um show do Megadeth, no qual é recriado o álbum original. Ainda não vi. Mas posso recomendar aqui o box "Warchest", que tem um CD gravado ao vivo no Estádio de Wembley, em outubro de 1990. Fenomenal!



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Há muito tempo atrás, numa galáxia distante, algumas bandas lançavam álbuns diferentes no mercado internacional. Os primeiros discos dos Beatles, por exemplo, tinham versões britânica e norte-americana. As músicas variavam um pouco e a capa era sempre diferente. Os Rolling Stones também faziam isso com os seus primeiros álbuns. E hoje faz 45 anos que "Out of our heads", terceiro álbum da banda, foi lançado nos Estados Unidos. E ele é de grande importância para o sucesso dos Stones na terra do Tio Sam. Nesse álbum, a banda incluiu "(I can't get no) Satisfaction". Aí, já viu, né? O curioso é que a música não foi lançada na versão britânica, mas, tão somente, em formato de single. A relação de músicas de "Out of our heads" (versão americana) é a seguinte: "Mercy, mercy", "Hitch hike", "The last time", "That's how strong my love is", "Good times", "I'm all right", "(I can't get no) Satisfaction", "Cry to me", "The under assistant west coast promotion man", "Play with fire", "The spider and the fly" e "One more try".



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Ah, boa tarde, pessoal. Confesso que perdi a hora hoje... Ontem tive que fazer um trabalho imenso, fui dormir às seis da manhã, hora que eu tenho acordado ultimamente... Mas, vamos lá. Comecei a nossa história de hoje aqui com Paul McCartney. "No more lonely nights" é meio baba, né? Nem o Paul se lembra de tocá-la ao vivo. Mas fica a lembrança aqui dessa música lançada no dia 24 de setembro de 1984.

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8 de set. de 2010

The XX, Jane's Addiction, Chico Buarque, Skank, Ting Tings, Kings Of Leon, Courtney Love, Robert Plant, Dio, Lennon+VH, Halford, Paul, Weezer, Stones

Espero estar vivo para que um dia eu veja a TAM ou a Gol fazerem isso para os seus passageiros... Mas elas devem achar que já fazem muito quando não atrasam os seus voos...



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O baterista dos Rolling Stones, Charlie Watts, confirmou que a banda tem planos de fazer uma última turnê mundial a partir de 2011 ou 2012. Em entrevista ao Le Parisien, o discreto baterista disse: "Se tivermos que fazer algo, será no ano que vem ou no próximo. Chegamos a uma idade em que não pdoemos olhar para um futuro muito distante". Em julho passado, diversos sites noticiaram que a Live Nation estaria em negociações para viabilizar uma turnê comemorativa dos 50 anos da banda, em 2012.

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O Weezer já disponibilizou a íntegra de seu novo álbum, "Hurley", em seu perfil no MySpace. O CD chega às lojas no dia 13 de setembro.

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Paul McCartney no Brasil... Será??

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Rob Halford, ex-Judas Priest, revelou detalhes de seu quarto álbum solo de estúdio. "Halford IV – Made of metal" (capa acima) será lançado no dia 27 de setembro, e contará com 14 faixas inéditas. São elas: "Undisputed", "Fire and ice", "Made of metal", "Speed of sound", "Like there's no tomorrow", "Till the day I day", "We own the night", "Heartless", "Hell razor", "Thunder and lightning", "Twenty-five years", "Matador", "I know we stand a chance" e "The mower".

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John Lennon + Van Halen?? "Imagine" + "Jump"?? Não é que deu certo??



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PARA MATAR SAUDADE: Sai no dia 07 de novembro, o CD duplo "Dio at Donington UK: Live 1983 & 1987", com as duas apresentações que o cantor, morto recentemente, fez no festival "Monsters of Rock" em 1983 ("Holy diver Tour") e em 87 ("Dream evil Tour"). A distribuição do álbum será feita pelo selo Niji Entertainment Group, criado pelo próprio Ronnie James Dio e pela sua viúva Wendy Dio. O repertório do álbum é o seguinte: CD 1 (1983): "Stand Up and Shout", "Straight Through The Heart", "Children Of The Sea", "Rainbow In The Dark", "Holy Diver", Drum Solo, "Stargazer", Guitar Solo, "Heaven And Hell", "Man On The Silver Mountain", "Starstruck" e "Evil Eyes"; CD 2 (1987): "Dream Evil", "Neon Knights", "Naked In The Rain", "Rock 'N' Roll Children", "Long Live Rock 'N' Roll", "Rock 'N' Roll Children" (reprise), "The Last In Line", "Holy Diver", "Heaven And Hell", "Man On The Silver Mountain", "All The Fools Sailed Away" / "The Last In Line" e "Rainbow In The Dark".

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Já ouviu o novo álbum do Robert Plant, "Band of joy"? Eu achei sensacional. E ele já está disponível na internet. Às lojas, ele chega no dia 13 de setembro.



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Se você tiver estômago forte, clique no vídeo abaixo e veja Courtney Love destruindo "Jeremy", do Pearl Jam. Quem faz isso tem que ser preso...



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Gostei muito do vídeo e da música nova do Kings Of Leon, "Radioactive", que estará presente no próximo álbum da banda, "Come around sundown", a ser lançado no dia 18 de outubro. Mais interessante do que qualquer coisa do "Only by the night" (2008)...



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Quem lançou videoclipe nesse feriado foi a dupla britânica The Ting Tings. "Hands" é a faixa-título do segundo álbum do Ting Tings, que sai no dia 11 de outubro.




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Essa aí é a capa do novo CD duplo/DVD/Blu-ray "Multishow ao Vivo - Skank no Mineirão". CD e DVD chegam às lojas na segunda quinzena de setembro. O BD só em novembro (é tão difícil lançar tudo junto? Quem gosta do Blu-ray terá que esperar dois meses??). A boa notícia é que o CD e os vídeos trarão a apresentação do dia 19 de junho passado, na íntegra, o que significa dizer que as 29 músicas do generoso roteiro estarão presentes. O Multishow apresenta um compacto da apresentação do Skank no dia 12 de setembro, às 22h30. Além das 29 músicas do show, o pacote contará com duas faixas gravadas em estúdio: as inéditas "De repente" (de Samuel Rosa e Nando Reis), e "Fotos na estante" (de Samuel Rosa e Rodrigo F. Leão). Outra inédita de Samuel e Nando, "Presença", foi gravada ao vivo e também integra o repertório do álbum. Além do show, o DVD traz videoclipes dos dois últimos álbuns do Skank, "Carrossel" (2006) e "Estandarte" (2008). Haverá também o making of "Mineirão, música e futebol". Para a gravação do show, o diretor Oscar Rodrigues Alves utilizou 14 câmeras HD, sendo três microcâmeras e uma grua de 25 metros. O registro do áudio ficou por conta do produtor Dudu Marote. A capa do projeto apresenta uma imagem do fotógrafo Paulo Albuquerque, registrada em 05 de setembro de 1965, dia da inauguração do Mineirão. O repertório completo do show foi o seguinte: "Mil acasos", "Um mais um", "É uma partida de futebol, "Esmola", "Pacato cidadão", "Uma canção é pra isso", "É proibido fumar", "Presença", "Amores imperfeitos", "Ainda gosto dela", "Noites de um verão qualquer", "Jackie Tequila", "Balada do amor inabalável", "Acima do sol", "Três lados", "Vou deixar", "Garota nacional", "Sutilmente", "Vamos fugir", "Saideira", "Resposta", "Dois rios", "Te ver", "Tanto", "A cerca", "Canção noturna", "O beijo e a reza", "Ali" e "Tão seu".

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Já está no forno da Biscoito Fino o novo DVD de Chico Buarque, "MPB Especial 1973" (capa acima), gravado poucos anos depois do retorno de seu exílio na Itália. O estilo do programa já é bem conhecido: o artista fala sobre a sua carreira e interpreta algumas de suas canções. No programa com Chico, foram 17 músicas, incluindo clássicos como "Olê, olá", e até mesmo uma versão para "Cuidado com a outra", de Nelson Cavaquinho. "Tatuagem" e "Boi voador não pode" são apresentadas em primeira mão, eis que fariam parte da peça "Calabar", censurada no ano seguinte. De quebra, Chico ainda cantarola o hino do seu time de coração. Fluminense? Não, o Politheama! As faixas do DVD são as seguintes: "Tatuagem", "Meu refrão", "Amanhã ninguém sabe", "Deus lhe pague", "Desalento", "Ela desatinou" / "Construção", "Samba de Orly", "Ilmo Sr. Ciro Monteiro", "Hino do Politheama", "Cuidado com a outra", "Bom conselho", "Cotidiano", "Caçada" (vídeo abaixo extraído do programa), "Soneto", "Olê, olá", "Boi voador não pode" e "Flor da idade".



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DUROU POUCO: Nada mais maldito do que o cargo de baixista do Jane's Addiction. Enquanto o vocalista Perry Farrell, o guitarrista Dave Navarro e o baterista Stephen Perkins seguem firmes, a banda já teve cinco baixistas, sendo que o último, Duff McKagan (ex-Guns n' Roses) deixou o conjunto nesse fim de semana. A experiência durou apenas cinco meses, período em que o baixista fez algumas apresentações com a banda e compôs músicas para um futuro álbum de inéditas. "Queríamos agradecê-lo por nos ajudar a compor músicas para o nosso novo álbum. Adoramos as músicas que trabalhamos juntos, e os shows foram ótimos, mas, musicalmente, estávamos em direções diferentes", disse a banda em comunicado.

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Vamos começar então pelo prêmio mais importante da música britânica, que aconteceu ontem em Londres. E o grande vencedor do Mercury Prize 2010 foi o trio The XX, por conta de seu álbum de estreia "XX", lançado em setembro de 2009. A banda deixou para trás artistas com boa rodagem, como Paul Weller e Corinne Bailey Rae. O Foals também corria por fora. Além do prêmio, o XX faturou um cheque de 30 mil dólares, que, segundo o trio, será usado para construir um estúdio próprio. Os indicados para o Mercury Prize 2010 foram: Dizzee Rascal (por "Tongue N' Cheek"), The XX ("XX), Paul Weller ("Wake up the nation"), Corinne Bailey Rae ("The sea"), Mumford And Sons ("Sigh no more"), Laura Marling ("I speak because I can"), Foals ("Total life forever"), Wild Beasts ("Two dancers"), Biffy Clyro ("Only revolutions"), Villagers ("Becoming a jackal"), Kit Downes Trio ("Golden") e I Am Kloot ("Sky at night").

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Boa tarde, pessoal. Nossa, que ressaca do feriadão, hein? E que tempinho é esse? A gente dorme com 40º e acorda com 15º!! Por isso que está todo mundo doente. E tem gente que ainda não liga a mínima para a questão ambiental... Qualquer dia desses, esse planeta vira uma bola de gás...Ólha, como não apareci auqi nem na segunda, nem na terça, acabou que acumulou muita coisa. Então, hoje, não vou escrever sobre os aniversários do dia. Vamos direto às novidades que aconteceram nesses últimos dias. Amanhã, a gente volta à programação normal deste blog, ok?

19 de jun. de 2010

Cinema Brasileiro, Chico Buarque, Titãs, Daniel de Oliveira, Pelé, Aracy de Almeida, Jaws, Lagoa Azul, U2, R.E.M., Depeche Mode, Anos Rebeldes

O LIVRO DA SEMANA: Bom, hoje eu não vou falar de livro de Copa do Mundo... Hehe... Nessa semana, eu li um livro bem bacana: "Anos rebeldes: Os bastidores da criação de uma minissérie", de Gilberto Braga. Lógico, para quem viu a série (ou tem o DVD), ler o roteiro pode ser um pouco maçante. Mas o livro não se limita simplesmente ao roteiro. Para começar, tem um texto no qual Gilberto Braga fala um pouco sobre a sua carreira, incluindo as suas influências e a entrada na Rede Globo. Depois, um texto sobre a concepção da minissérie. Aí, ele começa a apresentar o trabalho de pré-produção da minissérie, descrevendo os personagens e as locações, e, enfim, a sinopse, ou seja, o esqueleto da trama. Em seguida, o autor fala um pouco sobre os bastidores da série, chegando a discutir o desempenho dos atores. Lá na página 91, começa o roteiro propriamente dito. Completo, dos 20 capítulos que foram ao ar. Já fiz alguns cursos de roteiro. O tema me interessa muito. Mas posso dizer que nunca tive uma aula prática tão interessante quanto essa do Gilberto Braga. Bem que ele poderia também transformar "Anos dourados" em livro. E além: escrever mais uma minissérie sobre os anos 80, da reabertura política do Brasil.

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Depois do Abba e do Queen, mais uma banda terá as suas músicas usadas em um musical. Um musical bem inusitado, diga-se. E, levando-se em conta que a banda escolhida foi o Depeche Mode, não poderia ser muito diferente mesmo. O musical "Playing The angel" estreará em Malta (isso, Malta!), e, segundo o escritor e roteirista Adrian Buckle, "a história não poderia ser feliz. O musical fala de dois garotos que, com o passar dos anos, vão descobrindo o amor. Eles são abusados [sexualmente], usados, e descobrem a vida dessa maneira triste". O roteirista ainda disse ao Times que não vai convidar os seus pais para o musical. Ele já teve problemas em Malta por conta de censura em seus trabalhos.

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UMA MÚSICA PRO FINAL DE SEMANA: Nesse 19 de junho, uma das músicas que mais me deixa feliz, "Imitation of life", do R.E.M.



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PROMOÇÃO U2: Conforme prometido, vou anunciar o vencedor da promoção que fiz, valendo o DVD duplo importado "U2360º at the Rose Bowl", do U2. Em primeiro lugar, obrigado pela participação. O número de e-mails me impressionou, para ser sincero. Outra coisa que me impressionou foi o número de "votos" para "Sunday bloody sunday". Acho que a música ultrapassou os 50% da preferência, sendo seguida, mas bem de longe, por "Where the streets have no name" e "One". A minha predileta não levou nenhum voto. Hehe... Então, para simplificar, o nome do vencedor é JÔNATAS FREITAS DA SILVA, que também escolheu a música "Sunday bloody sunday", e respondeu corretamente as duas perguntas (Peter Rowen na foto, e as cinco últimas músicas foram, respectivamente, "Wake up dead man", "Unchained melody", "40", "40" e "All I want is you", com um trecho de "Love rescue me" na apresentação final - nesse último caso, aceitei qualquer uma das duas). Pretendo fazer nova promoção nessa sexta. E sugestões do que sortearei serão bem-vindas, via twitter.

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EM VINIL: Para a geração do MP3, um recado: nada como ouvir um álbum no formato vinil. Da capa ao som, tudo é infinitamente melhor. O problema do vinil é o preço. Tanto aqui no Brasil, quanto lá fora, está muito caro comprar discos novos em vinil. Tudo bem, tem os sebos, que sempre têm as suas preciosidades, mas estou falando aqui de discos novos. A Polysom anunciou que vai relançar alguns álbuns históricos em vinil. Por enquanto, estão confirmados esses aqui: "África Brasil", "A tábua de esmeralda" (ambos de Jorge Ben), "Todos os olhos", "Estudando o samba", "Correio da Estação do Brás" (os três de Tom Zé), "Cabeça dinossauro", "Jesus não tem dentes no país dos banguelas", "Õ blésq blom" (os três dos Titãs), "Nós vamos invadir sua praia", "Sexo" (ambos do Ultraje a Rigor), além dos dois álbuns do Secos & Molhados, lançados originalmente em 1973 e 1974. Adorei mesmo. Pretendo comprar todos. Só resta saber se a Warner vai cobrar 80 paus por cada disco.

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Acho que se alguém fizesse um ranking com os filmes que mais vezes passaram na "Sessão da Tarde", "A lagoa azul" ia ganhar molinho. Só por conta da "Sessão da Tarde", já devo ter visto esse filme estrelado por Brooke Shields e Christopher Atkins, umas 15 vezes. E amanhã, dia 20 de junho de 2010, "A lagoa azul" faz 30 anos!



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E como o cinema também faz parte da nossa história aqui no blog, vamos lembrar que, amanhã, dia 20 de junho, faz 35 anos (isso mesmo, 35 anos!!) da estreia de "Tubarão", dirigido por Steven Spielberg, e baseado no romance homónimo de Peter Benchley. O filme é legalzinho, embora, hoje em dia, beire à tosquice em alguns momentos. Mas qual criança nunca se apavorou com o filme? Já levantei o dedo aqui... Haha... E uma coisa que não envelhece de jeito nenhum nesse filme é a sensacional trilha sonora de John Williams.



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E no dia 20 de junho de 1988 quem partia dessa pra melhor era Aracy de Almeida, a cantora que melhor interpretou a obra de Noel Rosa. Nos seus últimos anos, ela se transformou na célebre jurada do "Show de calouros" do Silvio Santos, que mandava pau em todo mundo, e assustava criancinhas indefesas como eu. Bobagem! Era só um personagem. O triste é que pouca gente conheça a grande cantora que Aracy foi.





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Agora vamos partir para as comemorações de amanhã?? Bom, então, nesse 20 de junho de 2010, quem faz 50 anos é o baixista (e cérebro) do Duran Duran, John Taylor. Ele foi um dos fundadores e é o principal compositor dessa banda, que tem canções tão bacanas como "Rio", "Notorious", "Ordinary world", "The chauffeur", "Save a prayer", "New religion" etc. etc.



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Agora vamos à sessão Copa do Mundo, que já está virando uma obrigação aqui no blog. No dia 19 de junho de 1958, durante o jogo Brasil x País de Gales, Pelé marcou o seu primeiro gol em Copas do Mundo. O jogo aconteceu pelas quartas de final da Copa da Suécia, e terminou um a zero para o Brasil. E, aos 17 anos e 239 dias, Pelé se tornou um dos jogadores mais novos - talvez o mais novo, não tenho certeza - a marcar um gol em Copas do Mundo.



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Agora vamos deixar a música um pouco de lado e partir para a televisão. Se bem que a música nem fica tanto de lado... Quem faz 33 anos hoje é o ator Daniel de Oliveira, aquele mesmo que fez um Cazuza sensacional no filme "O tempo não para". No momento, ele está no ar interpretando o papel de um italiano simpático (não sei o nome) em "Passione". Outros trabalhos bacanas seus foram: "Um só coração", "Hoje é dia de Maria", "Decamerão" e "Som & fúria". Tenho pouco interesse em televisão, mas confesso que quando vejo o nome de Daniel de Oliveira, procuro pelo menos saber do que se trata. Para mim, é um ótimo ator.



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E o ótimo blog do Paulo Marchetti me lembra que hoje faz 25 anos que os Titãs lançaram o álbum "Televisão". A sua gravação envolveu algumas polêmicas com o produtor Lulu Santos, de quem a banda discordava com relação à algumas posições. Vinte e cinco anos após o seu lançamento, de fato, não dá pra dizer que "Televisão" seja um dos momentos mais inspirados dos Titãs, mas a quantidade de clássicos que saíram dele é inegável, veja só: "Televisão", "Insensível", "Pavimentação", "Pra Dizer Adeus", "Não Vou Me Adaptar"... E isso sem contar com a deliciosamente tosca "Dona Nenê"...

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E hoje sabe quem faz aniversário? Taram... O grande, magnífico e sensacional Chico Buarque de Hollanda. Poxa, acho que já escrevi tanto, mas tanto, sobre o Chico que nem sei o que vou falar aqui. Como não vou ficar repetindo as coisas, se você tiver interesse em ler algo sobre o Chico, clique aqui. Fiz esse texto faz pouco mais de um ano, e contei algums histórias curiosas que tive o prazer de compartilhar com o Chico. E aqui fica o meu mais profundo respeito e um abraço pelos 66 anos de Chico Buarque.



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Bom dia, pessoal! Como é que vai essa força, hein? Sabadão, sol brilhando, Copa do Mundo... Não dá pra reclamar muito não, né? Então, vamos começar esse dia 19 de junho homenageando o cinema, mais especificamente o cinema brasileiro. No dia 19 de junho de 1898, o cinegrafista italiano Afonso Segreto filmou cenas na Baía de Guanabara para o seu segundo filme, e por isso, o dia 19 de junho é considerado o dia do Cinema Brasileiro. Muita gente ainda vira a cara para os filmes produzidos no país. Reconheço que as coisas ultimamente andam muito chatas e repetitivas. Ou o filme fala sobre o Nordeste ou sobre a violência no Rio. Mas antes disso, poderia citar algumas boas dezenas de filmes brasileiros muito bons. Os meus prediletos: "Rio 40 graus", "Terra em transe", "Central do Brasil", "O quatrilho", "Limite", "Carnaval no fogo", "Deus e o diabo na terra do sol", "O bandido da luz vermelha", "Dona Flor e seus dois maridos", "Bye Bye Brasil"... Tem muita coisa boa...