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5 de set. de 2011

Os 65 anos do inigualável Freddie Mercury; os 20 da explosão do R.E.M.; o novo álbum do Red Hot; Prince caloteiro?; o novo videoclipe do Foo Fighters.



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Eu sei que esse blog andou meio largado nos últimos dias. Mas, acredite, ando sem tempo até de respirar. Muita coisa acontecendo, livro nas lojas, entrevistas de divulgação... Mas hoje arrumei um tempo para tentar colocar alguma ordem nisso aqui. Nesse fim de semana, aproveitei para ver uns DVDs que já estavam cobertos de poeira. Relembrei muita coisa. E o DVD mais marcante que vi foi o “Familiar to millions”, do Oasis. Não colocava esse vídeo para rodar fazia uns, sei lá, quatro, cinco anos... E como ele é bom, viu? Deu até para sentir o cheiro da cerveja naquele estádio de Wembley...

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E hoje eu tenho um motivo mais do que especial para não deixar de atualizar o blog. Isso porque nesse dia 05 de setembro, comemoramos os 65 anos do nascimento do Freddie Mercury. Sessenta e cinco! Já parou para pensar se ele estivesse vivo? Será que ainda teria pique para fazer aqueles shows antológicos?? Eu não tenho dúvida que sim. Em um exercício mais louco de imaginação, eu até pensei em um show do Queen nesse novo Rock in Rio, que começa daqui a poucos dias... A impressão que eu tenho é a de que o Freddie Mercury estaria com a mesma cara hoje em dia, cantando do mesmo jeito, e levantando os estádios mundo afora... Ah, que saudade!!



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Ah, agora eu vou ter que relembrar o Queen no Rock in Rio... Alguém estava lá??



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No dia 05 de setembro de 1991, o R.E.M. atravessava a fronteira entre o indie e o mainstream. Hoje, essa classificação de indie e maistream é praticamente inexistente. Mas em 1991, essa fronteira era imensa. E o R.E.M. alcançou um sucesso sem precedentes com a música “Losing my religion”, presente no álbum “Out of time” (1991). O videoclipe rodou alucinadamente na MTV, e, há exatos 20 anos, o conjunto de Michael Stipe, Mike Mills, Peter Buck e Bill Berry papava seis estatuetas do Video Music Awards, da MTV, incluindo o de melhor vídeo do ano. Bons tempos em que valia a pena ficar na frente da televisão vendo um VMA...



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E hoje faz 15 anos que o Jota Quest colocou nas lojas o seu primeiro álbum – excluindo um independente, lançado em 1995. À época, a banda se chamava J. Quest, e o álbum, auto-intitulado, vendeu bastante (hoje acumula 200 mil cópias vendidas), a reboque de sucessos como “As dores do mundo”, “Encontrar alguém” e “Vou pra aí”. Por conta de sua sonoridade, menos pop do que a atual, e mais puxada para o soul, muitos fãs consideram esse álbum o melhor do Jota Quest. Eu estou nesse grupo.



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Com um certo atraso, estou ouvindo o ultimo álbum do Red Hot Chili Peppers. A capa de “I’m with you”, certamente, é a mais bacana do ano. Mas e o disco? Bom, em resumo, eu acho que está abaixo da média da banda, mas acima de muita coisa que tem sido lançada nesses últimos anos. Eu fiquei com uma impressão, pelo menos nessa primeira ouvida, que a banda perdeu um pouco da “alegria” que está bem latente em álbuns como “Californication”(1999) e “By the way” (2002). Parece que o grupo ficou mais sério, mais adulto, não sei se por conta da saída do guitarrista John Frusciante. Aliás, que falta ele faz. Para quem pensa que só um vocalista é insubstituível em uma banda, é bom dar uma escutada em “I’m with you”. A sensação é de que está faltando alguma coisa. E está mesmo. “I’m with you” ainda assim é superior ao gorduroso “Stadium arcadium” (2006). O novo álbum segue uma receita comum nos últimos trabalhos do RHCP, com algumas músicas esculpidas para o sucesso, casos de “Police station”, “Happiness loves company” e o primeiro single, “The adventures of rain dance Maggie”. Mas a melhor faixa mesmo é “Goodbye Hooray”, mais pesada, e com um super trabalho do baixista Flea. Acredito que “I’m with you” ainda pode crescer muito no palco, ainda mais ao lado dos sucessos antigos do Red Hot Chili Peppers. Sorte de quem conseguiu comprar ingresso para o próximo dia 24.



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DROPS:











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Vamos ver as novidades de vídeos que temos por hoje:

O novo videoclipe do Foo Fighters, “Hot buns”:



Eu estava me lembrando da história, que conto no livro do Rock in Rio, que Dave Grohl, quando tocou aqui no Rio de Janeiro em 2001, se hospedou no hotel sob o pseudônimo de Freddie Mercury...


A nova música do Justice, “Audio, vídeo, disco”, em sua versão oficial:



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Ah, e vamos finalizar com ele, mais uma vez??


11 de ago. de 2011

Uma antiga e uma nova do The National; o dia que o rock atravessou a Cortina de Ferro; as sessões do LCD; e a capa de disco mais espetacular de todas.



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Vou começar me desculpando pelo sumiço de ontem. Eu sei que pouca gente notou, então nem vou me preocupar tanto. Mas, para compensar, escolhi uma música de uma banda que eu adoro, o The National, para começar o dia. O show que rolou no Circo Voador, em maio, já está na minha lista de melhores do ano. Foi antológico. Poucas vezes vi uma comunhão tão grande entre artista e plateia. "Runaway" (logo aí acima) foi a primeira música do setlist. Já dá para ter uma noção de como foi esse show...

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E hoje, 11 de agosto, é o Dia da Televisão. Isso porque, hoje também é dia de Santa Clara, a padroeira da televisão. Reza a lenda que lá por volta do ano 1250, Santa Clara já estava velha demais para ir à missa. Entretanto, ela a acompanhava de seu quarto, já que as imagens da cerimônia se projetavam em sua parede. E assim nasceu o primeiro “programa de televisão” da história.



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Essa música também merece ser lembrada hoje...



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Quem complete 55 anos é o ex-baterista do Ramones, Richie Ramone. Ele ficou pouco tempo na banda. Saiu brigado com os outros integrantes porque entendia que deveria ganhar uma participação com a venda do merchandising da banda, tipo camisetas – e quanta gente não veste as camisetas dos Ramones, por aí? Richie gravou três álbuns na banda: “Too tough to die” (1984), “Animal boy” (1986) e “Halfaway to sanity” (1987).



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Ah, mudando completamente de estilo musical, vocês sabem qual música estava no topo da parada da Billboard 25 anos atrás?? Essa aqui:



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No dia 11 de agosto de 1989, o rock atravessou a Cortina de Ferro através do Moscow Music Peace Festival, que aconteceu no Lenin Stadium, com presença de 120 mil pessoas em cada uma das duas noites do evento. O Moscow Music Peace Festival, que promoveu a “paz mundial”, bem como “a luta contra o tráfico de drogas” na Rússia, contou com bandas ícones essencialmente do rock farofa, como Cinderella, Skid Row, Mötley Crüe e Bon Jovi. Ozzy Osbourne (com Geezer Butler no baixo) e os veteranos alemães dos Scorpions fecharam o elenco estrangeiro, que ainda teve a banda russa Gorky Park. O baterista Jason Bonham, filho do lendário John Bonham (Led Zeppelin) se juntou aos integrantes de todas as bandas, no final do evento, para relembrar “Rock and roll", clássico da banda de seu pai. Uma curiosidade é que, durante o festival, pela primeira vez, foi permitido que o público ficasse de pé e dançasse em um show de rock na antiga União Soviética.





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A indicação de hoje é o álbum “London sessions”, o último trabalho do LCD Soundsystem, lançado agora no Brasil. Faz poucos meses que James Murphy anunciou o fim das atividades da banda. Uma pena, porque nesse cenário chamado ridiculamente de “indie”, o LCD era uma das poucas bandas que tinha algo interessante a apresentar. Esse “London sessions” é o canto do cisne, um resumo da turnê de despedida da banda gravado em um estúdio – mas ao vivo, sem muitas maquiagens. Ou seja, o LCD Soundsystem aqui está cru e mais vibrante ainda. Como ele merece ser ouvido. “London sessions” faz um resumão dos três álbuns de estúdio lançados pela banda (o auto-intitulado, de 2005, “Sound of silver”, de 2007, e “This is happening”, de 2010). É um estilo greatest hits live. Tudo o que os fãs curtem está no CD: de “Daft Punk is playng at my house” a “Drunk girls”, passando por “Al my friends”, faixa do álbum “Sound of silver” (2007), e deve ter deixado o New Order com um pouquinho de inveja.



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DROPS:







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Vamos ver as novidades de vídeos que temos por hoje:

• O show completo, completinho do Foo Fighters no festival de Lollapalooza:



Prince se apresentando no festival Sziget, na Hungria, para a gente já ir se preparando para o show histórico que acontecerá aqui no Rio, no dia 27 de agosto. O show teve 13 (eu disse 13!!) músicas no bis, e Prince teve que voltar ao palco 4 (eu disse 4!!) vezes:



• A nova música do novo projeto de Noel Gallagher. Ela se chama “The good rebel”, e é a melhor (não) faixa do Oasis em alguns anos:



• “Exile, vilify”, a nova música do The National, e que fará parte da trilha sonora do videogame (isso, eu disse videogame!!) Portal 2:



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Essa aí em cima é a capa de “Fetus”, novo álbum do Flaming Lips - e poderia ser de outra banda?? O feto é de goma comestível. Dentro dele está o pen drive com três músicas: “Enthusiasm for life defeats existential fear Part 2”, “Steven’s moonbow” e “Squishy glass”.

Impressionante o que os artistas estão fazendo para vender discos...

11 de jul. de 2011

Paul e Bowie para animar; Stones para relembrar “Voodoo lounge”; o Radiohead estranho e ao vivo; novidades do Kiss e do AC/DC; e a volta de Prince.

Desanimado com a segunda-feira?? Então toma...


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“Junior’s farm” não é das canções mais conhecidas do Paul McCartney. Ela foi lançada somente em single, logo após o álbum “Band on the run” (1973). É uma das músicas do Paul que eu mais gosto. Ele a apresentou ao vivo no último show da “Up and coming tour”, em junho, em Las Vegas. Foi logo a segunda do set list (no lugar de “Jet”, realocada para logo depois de “All my loving”), e quando ele começou a tocar, a plateia meio que se olhava e perguntava: “WTF??” “Junior’s farm” não era apresentada ao vivo por Paul McCartney desde 1975.

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Quem fez aniversário ontem, no domingão, foi Neil Tennant, a voz do Pet Shop Boys. Chuta a idade dele! Duvido que você acerte. Eu fiquei meio chocado quando vi que ele está fazendo 57 anos... O tempo tá passando rápido demais, né?? Como sou legal, um vídeo com o Neil novinho novinho...



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Foi no dia 11 de julho de 1969 que David Bowie lançou o single que o transformou em David Bowie. Quarenta e dois anos depois, “Space oddity” é mais do que um clássico. O U2, em sua turnê “360º” entra no palco ao som de “Space oddity”. Bowie foi o cara que uniu o rock n’ roll ao espaço.



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E já que eu falei, saca só o U2 entrando no palco ao som de “Space oddity”:



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Wanda Sá, uma das melhores cantoras de Bossa Nova, também sopra velinhas hoje. Ela nasceu em 11 de julho de 1944. E a nossa homenagem está aí abaixo, em um vídeo com a participação de Roberto Menescal.



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Em 11 de julho de 1994, os Rolling Stones lançaram um de seus álbuns mais bacanas (minha opinião, tá?). Bom, “Voodoo lounge” foi a minha trilha sonora das férias de inverno de 1994. Entre um show e outro no Canecão e no Imperator, “Voodoo lounge” rolava aqui direto. O álbum gerou ao menos um grande clássico: “You got me rocking”. E a “Voodoo lounge tour” passou pelo Brasil em fevereiro de 1995. Foi o meu primeiro show dos Stones. E eu nunca vou me esquecer do calorão que fez quando a cobra gigante que fazia parte do cenário soprou fogo antes de a banda entrar no palco. Eu estava bem embaixo dela...



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Ah, e eu posso garantir que se o Maracanã não caiu durante “(I can’t get no) Satisfaction”, ele não cai nunca mais...



Concorda??

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Quer uma prova de que o tempo está passando rápido demais? Então segura: hoje faz um ano que a Espanha bateu a Holanda na final da Copa do Mundo da África do Sul. Torci a Copa inteira pela Argentina e Espanha. Mas, na final, virei a casaca e vesti a camisa laranja da Holanda. No final, deu Espanha. Merecido. O futebol saiu ganhando.



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Nesse fim de semana, o Radiohead tocou ao vivo, na íntegra, o seu álbum “King of limbs” (2011), para o programa “Live from the basement”. Além das faixas do disco, o Radiohead ainda apresentou duas inéditas: “The daily mail” e “Staircase”. Os vídeos rodaram a internet ontem, mas a maioria já foi retirada do ar. Foi difícil arrumar alguma coisa, viu? Mas, abaixo, segue o vídeo de “Staircase”. (Se é que ele ainda vai estar no ar quando você ler isso aqui...)



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O Radiohead está a cada dia mais estranho, né??

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Quem anunciou que está trabalhando duro no estúdio foi o Kiss. O último álbum da banda, “Sonic boom”, saiu em 2009. Oito músicas já estão gravadas, e a previsão de lançamento é somente no ano que vem. O guitarrista Tommy Thayer, em entrevista ao Express-Times, jornal da Pensilvânia, disse que o novo disco é uma “continuação natural, um passo adiante” de “Sonic boom”. “Estamos no estúdio faz muitas semanas. Definitivamente, é uma das melhores coisas que o Kiss já gravou”, afirmou.

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Aliás, eles sempre dizem isso, não é verdade?

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Para os fãs do AC/DC, a grande notícia: o ex-baixista Mark Evans está terminando de escrever a história da banda australiana no período em que fazia parte de sua formação (1975 a 1977). “My Life Inside/Outside of AC/DC” será lançado lá fora em outubro.

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Hoje foram anunciados dois grandes shows no Brasil. O primeiro é do gênio Prince, que se apresenta no dia 27 de agosto, no Rio de Janeiro, dentro do festival Back2Black. Bom, quem viu Prince no Rock in Rio II tem a certeza que viu um dos melhores shows de sua vida. Quem não viu... É só adiantar o vídeo abaixo até 48 minutos, e assistir até o final.



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E o Pearl Jam também vem aí em novembro para quatro shows. As cidades visitadas serão São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba. Imperdível também. A apresentação na Praça da Apoteose em dezembro de 2005 foi sensacional. Eddie Vedder e companhia tocaram tudo que o público pediu. Garrafas de vinho foram esvaziadas no palco. E o show acabou com “Baba O’ riley”, do The Who. Tomara que esse agora, o Pearl Jam termine com essa música aqui:



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E a ansiedade, hein?? Como é que fica?

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RIP, Würzel!

4 de jul. de 2011

Novos Baianos com chuva; Foo Fighters 16 anos depois; Prince takes you higher; Erasmo no Municipal; a banda de Jagger; e mais um crime de Miley Cyrus.

Quando eu acordei, tive a certeza cruel e absoluta: hoje é o dia mais feio do ano. As nuvens cinzas, chuva fina, frio e, o pior!, segunda-feira. Vamos começar tudo de novo? Bom, espero que a semana traga algo de bom para a gente. Faço a minha parte aqui e já começo esquentando a semana com os Novos Baianos...



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Já deu uma animada?? Difícil não se animar com os Novos Baianos. Aliás, olha o que eu achei perdido aqui na biblioteca:



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Agora que já tirei a minha onda do dia, vamos falar dos aniversários de hoje. Ou melhor, primeiro de ontem, o dia em que celebramos os 40 anos da morte do Jim Morrison – vocês leram o top 5 de ontem?? E nesse domingo que passou fez 20 anos da estreia de um dos filmes que mais vi na minha infância: “O exterminador do futuro 2 – O julgamento final”. Além do Arnold Schwarzenegger, sabe o que eu mais gostei no filme?? Isso:



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Ontem também fez dez anos que o White Stripes lançou o seu terceiro álbum – e um dos melhores de sua discografia – “White blood cells”. “Elephant” (2003) talvez seja o trabalho imbatível da dupla formada por Jack White e Meg White. Mas a melhor música do White Stripes está em “White blood cells”, e é essa aqui:



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Continuando nessa onda de discos, hoje é dia dos fãs do Foo Fighters espanarem a poeira daquele velho disco de estreia da banda. Parece que foi ontem que o tal baterista do Nirvana resolveu montar uma banda. E lá se vão 16 anos do lançamento do álbum de estreia do Foo Fighters. Ok, o álbum deixava um pouco a desejar. Mas se não fosse ele, a gente não teria “There is nothing left to lose” (1999) ou “Wasting light” (2011)... Né não??



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E por falar em Foo Fighters, a banda fez dois mega-shows no Milton Keynes Bowl, na Inglaterra, nesse fim de semana. Cada uma das apresentações beirou as três horas, com um repertório que abrangeu boa parte do trabalho do grupo. O show de sábado contou com as participações de Alice Cooper e do baterista do Queen, Roger Taylor. Já o de sábado teve a presença do ex-baixista do Led Zeppelin, John Paul Jones. Dá uma conferida aí como foi...





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Voltando às efemérides, hoje também é dia de lembrar Barry White, que partiu dessa pra melhor oito anos atrás. Olha, falem o que quiser do Barry White, mas eu assisti a um show dele no finado Metropolitan daqui do Rio, acho que em 1995, e foi uma das coisas mais animadas que já presenciei, Então vamos animar??



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Ah, sabe o que Barry White me lembra?? Isso:



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No Hop Farm Festival, também próximo a Londres, e também no sábado, quem se apresentou foi o Prince. O show foi extremamente elogiado por sites como Gigwise e New Musical Express. O repertório contou com vários sucessos do baixinho de Minneapolis (“Raspberry beret”, “Kiss”, “Purple rain”, “let’s go crazy”), e ainda teve versões de “Come together” (Beatles), “Don’t stop ‘til you get enough” (Michael Jackson), “Make you feel my love” (Bob Dylan) e “I want to take you higher” (Sly & The Family Stone), essa última com a participação de Larry Graham.





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E o Theatro Municipal daqui do Rio de Janeiro também bombou na noite de sábado, com o show do Erasmo Carlos. Participações de Roberto Carlos e Marisa Monte. Se arrependimento matasse... Parece que vem DVD por aí. Mas enquanto isso não acontece...



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Novos detalhes foram revelados hoje sobre o album da “nova” banda de Mick Jagger, a Super Heavy. O disco de estreia do grupo que o vocalista dos Rolling Stones formou com Joss Stone, Damian Marley, o onipresente Dave Stewart e o compositor AR Rahman será lançado no dia 20 de setembro. O primeiro single do álbum (que ainda não tem título definido) se chamará “Miracle worker”. Em entrevista ao Hollywood Reporter, Jagger comparou a nova banda aos Rolling Stones. É esperar para ver.

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Depois de assassinar “Smells like teen spirit”, do Nirvana, a nova vítima de Miley Cyrus é “On melancholy hill”, do Gorillaz. Se você tiver estômago forte, clique no vídeo abaixo.

15 de out. de 2010

Pedro Luís, Cole Porter, Antônio Maria, Skank, Mario Puzo, Chaplin, Guns n' Roses, Lady Gaga, REM, Keith Richards, Prince, Weezer, Maria Bethânia

Feliz Dia dos Mestres!



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Chega às lojas na primeira semana de novembro o CD duplo "Amor, Festa e Devoção" (capa acima), de Maria Bethânia. Gravado no Rio de Janeiro, no primeiro semestre, o álbum traz o show completo da turnê que correu o Brasil e a Europa. Além das canções de seus dois discos anteriores ("Tua" e "Encanteria", ambos lançados simultaneamente no ano passado), Bethânia resgatou clássicos como "O que é, o que é" e "Não dá mais pra segurar (Explode coração)", as duas de Gonzaguinha. Um dos principais destaques do show foi a interpretação de "Não identificado" (Caetano Veloso), dedicada, no show, à Dona Canô. As faixas do disco são as seguintes: CD 1: "Santa Bárbara", "Rosa dos ventos", "Vida" / "Olho de lince" (texto), "Feita na Bahia", "Coroa do mar", "Encanteria", "Linha de cabloco", "É o amor outra vez", "Tua", "Fonte", "Explode coração", "Queixa", "Você perdeu", "Dama do cassino", "Até o fim", "Serenata do adeus", "Balada de Gisberta", Medley instrumental: "Zanzibar" / "Seará / "Lia de Itamaracá" / "Desenredo" / "Santo Antônio" / "Fica mal com Deus"; CD 2: "Não identificado", "Curare", "Estrela", "Serra da Boa Esperança", "Doce viola", "Guriatan", "Pescaria", "Saudade dela" / "Ê Senhora" / "Batatinha Rôxa" / "A mão do amor", "Saudade", "É o amor" / "Vai dar namoro", "O nunca mais", "Andorinha", "Bom dia", "Bandeira branca", "Domingo" / "Pronta pra cantar", "O que é, o que é", "Encanteria" e "Reconvexo".

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Para os roqueiros enólogos, que tal um "Pink Floyd The Dark Side of the Moon Cabernet Sauvignon"??

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E que tal "Nothin' on but the radio", a música nova da Lady Gaga, hein?



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Quer ouvir quatro músicas inéditas do Weezer, que farão parte do álbum de raridades "Death to false metal" e da edição especial dupla de "Pinkerton"?? Aqui.

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Prince anunciou uma nova turnê, intitulada "Welcome 2 America". Os primeiros shows acontecerão já em dezembro - as datas certas e os locais ainda não foram confirmados. Segundo a Billboard, Prince receberá diversos convidados nas apresentações, como Janelle Monáe, Sheila E., Maceo Parker, Mint Condition, Esperanza Spalding e Cassandra Wilson. O cantor ainda afirmou que os setlists serão diferentes a cada noite.

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"Eu costumava amar Mick Jagger, mas eu não fui ao seu camarim durante 20 anos. Às vezes eu penso: 'Perdi meu amigo'. E me pergunto: 'Para onde ele foi?'" (Keith Richards, em sua autobiografia, que será lançada nesse final de ano, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha)

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O empresário do R.E.M., Bertis Downs, revelou no Twitter o nome do novo álbum do R.E.M.: "Collapse into now". O disco, que sucederá "Accelerate" (2008), sai no ano que vem. A produção ficou por conta, mais uma vez, de Jacknife Lee.

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Axl Rose surpreendeu o público inglês, ontem à noite, na segunda apresentação do Guns n' Roses na O2 Arena, ao chamar o ex-companheiro de banda Duff McKagan para tocar baixo na música "You could be mine". Após, ele ainda participou de "Nice boys", "Knocking on heaven's door" e "Patience". Segundo o Contact Music, "Duff chegou sem avisar, e de forma completamente inesperada". Agora só falta o Slash...



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"O grande ditador", primeiro filme falado de Charles Chaplin, foi uma das sátiras mais geniais aos regimes opressores. Lançado no dia 15 de outubro de 1940, a sua temática continua atualíssima. Veja só o discurso sensacional (com legendas em português) abaixo. Quem dera tivéssemos um candidato assim, não? Setenta anos se passaram e muita coisa ainda não mudou...



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Uma das perguntas que mais faço é: "Qual o seu livro predileto?" Pode ser até para um político ou um jogador de futebol, nunca deixo de fazer tal pergunta. Acho que, através dela, dá para conhecer bastante a personalidade de uma pessoa. E uma das respostas mais comuns é: "O poderoso chefão", de Mario Puzo. A saga da família Corleone é uma das coisas mais deliciosas que já li e vi. Certamente, ninguém conseguiu escrever sobre a máfia como Mario Puzo, que, se estivesse por aqui, estaria comemorando 90 anos hoje.



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Um dos álbuns mais marcantes do rock brasileiro nos anos 90, "Calango", do Skank, chegou às lojas no dia 15 de outubro de 1994. (Valeu Paulo Marchetti!) Esse disco teve uma importância fundamental para a banda mineira. Foi a partir dele que Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferreti definiram uma sonoridade própria para a banda, cheia de metais e puxada para o pop-reggae. Depois de "Calango", o Skank passeou por outros territórios musicais. Mas se você perguntar para um fã, qual música melhor define o Skank, certamente ele vai responder que é essa aqui...



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O dia 15 de outubro de 1964 foi negro para a música mesmo. Não bastasse a morte de Cole Porter, Antônio Maria também passou dessa pra melhor na mesma data. Poeta, compositor, cronista esportivo e radialista, Antônio Maria era daqueles caras que estavam em todas. Ele foi uma das figuras mais importantes da história do rádio no Brasil, e também compôs clássicos como "Menino grande", "Ninguém me ama", "Manhã de carnaval", "Valsa de uma cidade" e "Canção da volta", interpretados por gente como Ismael Neto, Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Dóris Monteiro, Gal Costa, Aracy de Almeida e Nat King Cole.



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Hoje também é dia de lembrar de um dos maiores compositores de todos os tempos. Cole Porter morreu a 15 de outubro de 1964, aos 73 anos. A sua lista de clássicos chega a ser estúpida de tão grande. Vou citar alguns que me vêm a cabeça agora: "Night and day", "I love Paris", "De-lovely", "Love for sale", "You do something to me", "I get a kick out of you", "All of you"... Tudo isso regravado por gente como Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Nat King Cole, João Gilberto, Sarah Vaughan, Miles Davis, Elvis Presley, Louis Armstrong, U2, entre vários outros. Caso você tenha interesse em conhecer Cole Porter melhor, indico duas coisas: o álbum "Ella Fitzgerald sings the Cole Porter songbook" e o filme "De-lovely: Vidas e amores de Cole Porter", com um Kevin Kline, no mínimo, fantástico.



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Boa tarde, pessoal. Atrasadinho hoje. Trabalhei a madruga toda, até o sol raiar. Mas cá estou eu de novo. E vamos começar falando de Pedro Luís, líder d'A Parede. Pode até parecer brincadeira, mas hoje ele completa 50 anos de idade. Tempo que passa...

5 de jul. de 2010

Creedence, Stones, Bad Co., Sarriá, Pearl Jam, Whitesnake, Strokes, Prince, The Darkness, Cyndi Lauper, Crocodiles

Achei legal esse novo single do Crocodiles, "Sleep forever"... (Aliás, "Crocodiles" também é o nome do primeiro álbum do Echo & the Bunnymen, de 1980. Faz sentido.) Atenção: não confundir esse Crocodiles, formado em San Diego, em 2008, com o Crocodiles da Nova Zelândia, que gravou entre 1979 e 1981.



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A cantora Cyndi Lauper apresentou ontem no Festival de Jazz de Montreal as suas versões para clássicos do blues. Achei esse vídeo bem bacaninha, com ótima qualidade, no YouTube.



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A banda The Darkness, que começou bem em seu primeiro álbum, mas depois se perdeu, vai voltar. Ao que parece, as brigas entre os irmãos Justin e Dan Hawkins foram resolvidas - não são só os Gallagher que brigam. O tabloide The Sun informou que os irmãos ficaram sem se falar por quatro anos. No momento, a banda está ensaiando um retorno aos palcos, para uma turnê no ano que vem. E, caso você queira relembrar...



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"A internet está completamente acabada. Eu não sei porque deveria dar as minhas músicas novas para o iTunes ou algo do gênero. A internet é como a MTV. Em um primeiro momento, a MTV foi moda e, de repente, ficou datada." (Prince, que vai lançar seu novo CD com distribuição feita por um jornal britânico, sepulta a internet)

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Eles já até fizeram alguns shows depois de um tempinho afastados, mas disco novo que é bom, os Strokes só vão lançar mesmo em março do ano que vem. Pelo menos foi o que disse à BBC Julian Casablancas: "Precisamos de alguns meses ou até de um ano para gravar tudo. Às vezes, pode parecer que ele vai ficar pronto em três semanas e depois vemos que não está do jeito que queremos". O último álbum da banda foi "First impressions of Earth", lançado em 2006.

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Olha só que bizarro: um casal processou o Whitesnake porque ficou surdo durante um tempo por conta do volume alto em um show da banda, em Boston. O processo, que estava rolando desde 2003, teve fim na semana passada, com um acordo entre o casal e a banda. O Whitesnake aceitou um acordo proposto pelo casal, e teve que desembolsar 40 mil dólares (cerca de 72 mil reais). O casal se sentiu lesado porque, ao chegar nos seus lugares marcados para o show, havia uma pilastra atrapalhando a visão. Eles pediram à direção de casa para mudar de lugar. Assim, foram encaminhados para perto do palco, mas bem na frente de uma torre de som, que, segundo a perícia no processo, "pode ultrapassar entre 2 e 22 vezes o volume aceitável por um ouvido humano". Pois é, se essa moda pega...

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Abaixo, o novo videoclipe, bem bacana, do Pearl Jam. A música escolhida foi "Amongst the waves".



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Hoje eu comecei falando de futebol, e disse que nem sempre há justiça nesse esporte. E, na minha opinião, um desses casos aconteceu no dia 05 de julho de 1982, quando o Brasil foi detonado pela Itália por três a dois, no estádio Sarriá, em Barcelona, Espanha. O Brasil tinha um timaço (Zico, Sócrates, Júnior, Falcão, Cerezo, Éder, só para citar alguns), jogava bonito, mas acabou esbarrando na Itália de Paolo Rossi, que estava inspirado naquela tarde. Ele ainda não havia marcado nenhum gol, na Copa até então, e fez os três contra o Brasil. Acontece. E o que é mais legal é que, independentemente da perda, essa seleção é lembrada até hoje, muito diferente dessa de 2010. (Recomendo uma visita ao blog do Juca Kfouri. Tem uma entrevista feita com ele, logo depois do jogo. Sensacional.)



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E para continuar no mesmo espírito rock n' roll, lembro que, hoje, a música "Feel like making love", do Bad Company, completa 35 anos. Essa é a minha música predileta dessa banda de Paul Rodgers, que, volta e meia, ensaia algum retorno por aí.



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Também no dia 05 de julho, só que de 1969, os Rolling Stones fizeram um show histórico no Hyde Park, em Londres, para estimadas 250 mil pessoas. Foi a primeira apresentação da banda no Reino Unido em três anos. O pretexto do show seria dar as boas-vindas ao novo guitarrista, Mick Taylor. Mas, com a morte do ex-guitarrista Brian Jones, dois dias antes, o show acabou servindo como uma homenagem. Não à toa, Mick Jagger e companhia iniciaram os trabalhos com "I'm yours and I'm hers", música de Johnny Winter, que era uma das favoritas de Brian Jones. Durante o show, ainda foram liberadas centenas de borboletas brancas em homenagem ao guitarrista.



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E vamos começar por onde esse 05 de julho de 2010 com sol brilhante, hein? Hum, hoje é um bom dia para celebrar o melhor rock n' roll. Nessa mesma data, no ano de 1968, o Creedence Clearwater Revival lançava o seu primeiro álbum. Com uma das maiores formações da história do rock (Doug Clifford na bateria, Stu Cook no baixo, John Fogerty, na guitarra e no vocal, e Tom Fogerty, na guitarra), o CCR estreou com um álbum sensacional, com hits como "I put a spell on you", "The working man" e "Susie Q". Não tem muito tempo, comprei a edição comemorativa de 40 anos, com uma versão bomba de "Suzie Q", com 12 minutos de duração. Para quem ainda não tem, é recomendadíssimo.



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Bom dia, gente! Tudo bom? Preparados para uma semana sem feriado (jogo do Brasil)? Vou dizer que já estou ficando com saudades dessa Copa. Como é que vai ser ficar sem o "Linha de Passe", da ESPN, todo dia? Estou vendo que terei uma crise de abstinência. Mas ainda temos bons jogos aí nessa semana. E se houver alguma justiça no futebol, a Alemanha será tetra. Como sei que não há justiça mesmo, de repente a Espanha leva, o que também não me deixaria triste. Então, vamos aguardar boas emoções nos próximos dias. Porque, na segunda que vem, aí sim será a ressaca da Copa.

29 de jun. de 2010

Caymmi, Dado, Júnior, Brasil & Argentina, Slipknot, Of Montreal, Harry Potter, Slash, Prince, Hagar, Bon Jovi, Guitar Hero, Frampton, Interpol, Lennon

SÓ LENNON: O site da Rolling Stone norte-americana informa que um grande lançamento está previsto para comemorar os 70 anos que John Lennon faria no dia 09 de outubro. Com a supervisão de Yoko Ono, o projeto chegará às lojas no dia 04 de outubro em vários formatos. Todos os oito discos gravados pelo ex-Beatle foram remasterizados e estarão disponíveis em edições avulsas. Quem não quiser os originais, poderá optar pela coletânea simples "Power to the people: The hits", com 15 sucessos, ou então pelo box "Gimme some truth", com quatro CDs. Mas o melhor mesmo do projeto é a caixa "John Lennon signature box", que contém 11 CDs, incluindo os oito originais ("John Lennon/Plastic Ono Band", "Imagine", "Some time in New York City", "Mind games", "Walls and bridges", "Rock n' roll", "Double fantasy" e "Milk and honey"), além de uma nova mixagem de "Double fantasy", "Stripped down", e raridades.

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Com lançamento previsto para o dia 07 de setembro, o novo álbum do Interpol (que leva o mesmo nome da banda) teve a sua capa (acima) e a relação de faixas divulgadas. Os nomes das músicas de "Interpol" são esses aqui: "Success", "Memory serves", "Summer well", " Lights", "Barricade", "Always malaise (The man I am)", "Safe without", "Try it on", "All of the ways" e "The undoing".

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Foi anunciado hoje que Peter Frampton fará cinco apresentações no Brasil agora em setembro. Os shows serão em Brasília (dia 09, Centro de Convenções), Rio de Janeiro (11, HSBC Arena), Porto Alegre (14, Pepsi On Stage), São Paulo (17, Via Funchal) e Belo Horizonte (18, Chevrolet Hall). Não foram anuciados os preços dos ingressos.

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Saiu a lista completa de músicas que farão parte do "Guitar Hero: Warriors Of Rock". Veja se você se anima a pegar a guitarrinha de plástico...
AFI – 'Dancing Through Sunday'
Anthrax – 'Indians'
Avenged Sevenfold – 'Bat Country'
Black Sabbath – 'Children Of The Grave'
Buzzcocks – 'What Do I Get?'
Children Of Bodom – 'If You Want Peace… Prepare For War'
The Cure – 'Fascination Street'
Def Leppard – 'Pour Some Sugar On Me (Live)'
Dethklok – 'Bloodlines'
Dire Straits – 'Money For Nothing'
DragonForce – 'Fury Of The Storm'
Drowning Pool – 'Bodies'
Fall Out Boy – 'Dance, Dance'
Foo Fighters – 'No Way Back'
Foreigner – 'Feels Like The First Time'
The Hives – 'Tick Tick Boom'
Jane's Addiction – 'Been Caught Stealing'
Jethro Tull – 'Aqualung'
KISS – 'Love Gun'
Linkin Park – 'Bleed It Out'
Megadeth – 'Sudden Death'
Metallica & Ozzy Osbourne – 'Paranoid (Live)'
Muse – 'Uprising'
My Chemical Romance – 'I'm Not Okay (I Promise)'
Night Ranger – '(You Can Still) Rock In America'
Nine Inch Nails – 'Wish'
The Offspring – 'Self Esteem'
Queen – 'Bohemian Rhapsody'
Rammstein – 'Waidmanns Heil'
The Rolling Stones – 'Stray Cat Blues'
Silversun Pickups – 'There's No Secrets This Year'
Slayer – 'Chemical Warfare'
Slipknot – 'Psychosocial'
Stone Temple Pilots – 'Interstate Love Song'
ZZ Top – 'Sharp Dressed Man (Live)'

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Não sei se é verdade, mas o jornal chileno La Tercera diz que o Bon Jovi vem tocar na América do Sul no mês de outubro. Segundo o jornal, o show de Bon Jovi no Chile seria no dia 01º de outubro, na festa de reabertura do Estádio Nacional.

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Na onda das autobiografias, agora é a vez de Sammy Hagar anunciar que está escrevendo a sua. Se tudo der certo, ele diz que lança no ano que vem. Segundo o cantor, o livro englobará toda a sua carreira, do Montrose ao Chickenfoot, passando, claro, pelo Van Halen e pela sua carreira solo. "Estou escrevendo esse livro durante toda a minha vida. Está na hora de colocfá-lo entre duas capas", disse Hagar ao Blabbermout.

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Pela segunda vez, Prince recorre aos jornais para distribuir o seu novo álbum. "20Ten" chegará às lojas, ops..., bancas inglesas, no dia 10 de julho, juntamente como o Daily Mirror. Em 2007, Prince recorreu ao Mail on Sunday para distribuir o CD "Planet Earth". Um porta-voz do cantor disse que o novo trabalho de Prince é uma "obra-prima". Eis as faixas de "20Ten": "Compassion", "Endlessly beginning", "Future soul song", "Sticky like glue", "Lavaux", "Act of God", "Walk in sand", "Sea of everything", "Everybody loves me" e uma 'untitled bonus track'.

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O guitarrista Slash vai lançar uma edição limitadíssima de um álbum ao vivo gravado em Manchester (capa acima). Serão apenas 1.200 cópias com o registro da apresentação que acontecerá no dia 03 de julho, na cidade inglesa. O preço será 20 libras (cerca de 54 reais), e o CD estará à venda no site oficial de Slash. Não há mais informações do CD, mas é bom o fã ficar atento.

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Já viram o trailer de "Harry Potter e as relíquias da morte"? O que acharam, hein? Aqui no Brasil, o filme estreia no dia 19 de novembro.



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A banda Of Montreal anunciou hoje detalhes de seu próximo álbum. O título será "False priest" e a previsão de lançamento é para o dia 14 de setembro. Produzido por Jon Brion (que trabalhou com Fiona Apple e Kanye West), o sucessor de "Skeletal lamping" (2008) conta com as participações especiais de Solange Knowles e Janelle Monáe. O primeiro single do álbum, "Coquet coquette", pode ser baixado gratuitamente no site oficial da banda, e também pode ser ouvido logo abaixo. A relação de faixas de "False priest" é a seguinte: "I feel ya' strutter", "Our riotous defects", "Coquet coquette", "Godly intersex", "Enemy Gene", "Hydra fancies", "Like a tourist", "Sex karma", "Girl named Hello", "Famine affair", "Casualty of you", "Around the way" e "You do mutilate?".



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Com a morte do baixista Paul Gray, o guitarrista Jim Root, em entrevista ao site do festival Sonisphere, disse que não sabe qual será o futuro do Slipknot. Root disse que ele e o vocalista Corey Taylor pretendem encarar a estrada pelos próximos dois anos, com o projeto paralelo de ambos, o Stone Sour. Após, eles decidirão junto com os outros membros se o Slipknot vai continuar. "Será um processo longo de cicatrização, que deverá acontecer antes de a gente pensar se o Slipknot vai continuar", disse Jim Root. O novo álbum do Stone Sour, "Audio secrecy", será lançado, no Reino Unido, no dia 06 de setembro.

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"Yellow submarine" em 3D?? Essa eu quero ver...

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E também no dia 29 de junho, só que em 1986, a Argentina sagrou-se bicampeã mundial de futebol. Vou dizer que essa foi a primeira final de Copa que vi na minha vida. Tinha seis anos, e me lembro que fui ver em um restaurante, que nem existe mais. Estava torcendo fervorosamente para a Alemanha, porque era fã do Rummenigge (um dos meus principais botões). Mas, analisando hoje, não tinha como o Maradona não ser campeão mundial. Ia ser uma grande injustiça...com a Copa do Mundo. Ela merece Maradona. E, na verdade, merecia todo aquele time da Argentina: Pumpido, Cuciuffo, Orlaticoechea, Ruggeri, Brown, Giusti, Batista, Maradona, Burruchaga, Enrique e Valdano. O técnico era Carlos Bilardo.



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Bom, agora vou falar de Copa do Mundo - que nem acabou, mas já estou com saudades. Hoje, dia 29 de junho, comemoramos o aniversário de dois títulos muito importantes. O primeiro é o do Brasil, em 1958. Na Copa da Suécia, o Brasil foi campeão mundial pela primeira vez. Na final, a nossa seleção bateu os donos da casa em um jogaço que terminou cinco a dois, com direito a um golaço de Pelé (aquele que ele dá um chapéu no zagueiro e chuta de primeira para o gol), que é considerado pela FIFA o segundo mais bonito da história das Copas - só perde para o de Maradona, em 1986, contra a Inglaterra. E só para dar água na boca, anota aí a escalação do Brasil no dia da final: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Pelé, Vavá e Zagallo. O técnico era Vicente Feola, que ficou famoso por dormir no banco de reservas, durante os jogos do Brasil.



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Leovegildo Lins da Gama Júnior. O nome não é muito, hum..., comum. Mas a torcida do Flamengo conhece muito bem. Mas o melhor mesmo é chamá-lo de Júnior, o nosso maestro. Até hoje, Júnior foi o jogador de futebol que mais vezes vestiu a camisa rubro-negra. E a sua lita de títulos no Mengão é respeitável: campeão mundial Interclubes (1981), Libertadores da América (também em 1981), Brasileiro (1980, 1982, 1983 e 1992), Copa do Brasil (1990), entre outros. Desses títulos, tive a chance de ver, ao vivo, as duas finais do Brasileirão, contra o Botafogo, em 1992, no Maracanã. E que show o maestro deu. Golaço de falta, drible histórico em cima de Renato Gaúcho, passes milimétricos... Para mim, ao lado de Zico e de Leandro, Júnior foi o cara que mais honrou o manto sagrado rubro-negro. E hoje, como comentarista da Rede Globo (aliás, ele é um dos poucos motivos para ver algum jogo da Copa na Globo), ele completa 56 anos. Parabéns.



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Um dos caras que mais deu força à geração 80 do Rock Brasil foi o Serginho Groisman. E hoje também, uma das grandes figuras do BRock completa 45 anos. Dado Villa-Lobos compôs, ao lado de Renato Russo e de Marcelo Bonfá, alguns dos principais hinos do nosso rock. Guitarrista da banda brasileira de maior sucesso dos anos 80, Dado anda meio sumidão. No ano passado, tive a oportunidade de assistir a um show dele no Canecão, todo instrumental. E foi excelente, especialmente a sua ótima versão para "Soldados". Tomara que ele apareça mais, de vez em quando.



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Olha, se tem um cara que eu acompanho, esteja onde estiver, esse cara é o Serginho Groisman. Desde os tempos do "Matéria prima", lá por 1988, 1989, eu admiro esse jornalista que sempre deu espaço ao melhor da música na televisão. Até mesmo na Globo, que sempre vai preferir o que dá audiência, Serginho arruma um jeito de encaixar coisa boa no seu ótimo programa, "Altas horas", que, infelizmente, passa no pior dia e no pior horário possíveis. Antes de ir para a Globo, Serginho Groisman comandava o "Programa livre", toda tarde, no SBT. Você não imagina o quanto era bom ligar a TV por volta de 17h e esbarrar com um Milton Nascimento, com uma Legião Urbana ou com um Caetano Veloso, assim, de bobeira. Por isso que hoje, não poderia me esquecer de homenagear essa grande pessoa pelos seus 60 anos.

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"Minha jangada vai sair pro mar..." Ô peixe bom! Bom, você deve estar perguntando porque comecei o post com o vídeo abaixo, que mostra um encontro fantástico das famílias Caymmi e Jobim. É o seguinte: hoje, dia 29 de junho, é dia de São Pedro, exatamente o padroeiro dos pescadores. Por isso, 29 de junho também é o Dia dos Pescadores. E me diga uma coisa: quem melhor cantou a vida do pescador? Dorival Caymmi, claro. E um detalhe curioso: Dorival não sabia nadar. Acredite se quiser.

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7 de ago. de 2008

MAIS UMA LISTA COM OS “20 MAIORES DISCOS DA HISTÓRIA”

A página de música do site Yahoo fechou uma lista com os supostos melhores álbuns da história. O site usou um método matemático para elaborar o ranking. O cálculo foi o seguinte: valor da durabilidade + cópias vendidas + opinião da crítica especializada + quantidade de prêmios Grammy.

O valor da durabilidade corresponde a quanto o disco custa hoje em uma loja de usados. Um detalhe importante é que o primeiro colocado, “Songs In The Key Of Life”, de Stevie Wonder, é um álbum duplo e, obviamente, será mais caro. As cópias vendidas correspondem ao número que foi saiu das lojas nos Estados Unidos até a elaboração da pesquisa.

O autor da lista explicou que coletâneas de sucessos e álbuns ao vivo não concorreram.

Abaixo segue a lista e os números contabilizados na pesquisa referentes a cada álbum.

20) “Faith” – George Michael
(1987) 10 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $9,19
Crítica: 4/5
Grammy: 1
Valor total baseado na fórmula: $9,79


19) “Appetite For Destruction” – Guns N' Roses
(1987) 15 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $8,81
Crítica: 4/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $9,81

18) “Purple Rain” – Prince
(1984) 13 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $8,74
Crítica: 4,75/5
Grammy: 2
Valor total baseado na fórmula: $9,82

17) “Houses Of The Holy” – Led Zeppelin
(1973) 11 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $9.10
Crítica: 4,5/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $9,93

16) “Born In The U.S.A.” – Bruce Springsteen
(1984) 15 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $8,91
Crítica: 5/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $10,29

15) “Nevermind” – Nirvana
(1991) 10 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $10,07
Crítica: 4/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $10,67

14) “Van Halen” – Van Halen
(1978) 10 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $10,23
Crítica: 4,25/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $10,84

13) “Rumours” – Fleetwood Mac
(1977) 19 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $9,52
Crítica: 5/5
Grammy: 1
Valor total baseado na fórmula: $11,47

12) “The Wall” – Pink Floyd
(1979) 23 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $10,20
Crítica: 4,75/5
Grammy: 1
Valor total baseado na fórmula: $12,51

11) “The Joshua Tree” – U2
(1987) 10 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $11,50
Crítica: 4,5/5
Grammy: 2
Valor total baseado na fórmula: $12,54

10) “Metallica” – Metallica
(1991) 14 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $12,08
Crítica: 4,25/5
Grammy: 1
Valor total baseado na fórmula: $13,38

9) “Led Zeppelin” – Led Zeppelin
(1969) 10 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $12,83
Crítica: 4/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $13,60

8) “Hotel California” – Eagles
(1976) 16 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $12,00
Crítica: 4,75/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $13,81

7) “The White Album” – The Beatles
(1968) 19 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $12,00
Crítica: 5/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $14,39

6) “Led Zeppelin IV” – Led Zeppelin
(1971) 23 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $12,42
Crítica: 5/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $15,44

5) “Abbey Road” – The Beatles
(1968) 12 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $14,94
Crítica: 4,25/5
Grammy: 1
Valor total baseado na fórmula: $16,23

4) “Physical Graffiti” – Led Zeppelin
(1975) 16 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $14,31
Crítica: 4,75/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $16,38

3) “Thriller” – Michael Jackson
(1982) 27 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $13,49
Crítica: 4,5/5
Grammy: 4
Valor total baseado na fórmula: $17,39

2) “Dark Side Of The Moon” – Pink Floyd
(1973) 15 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $16,08
Crítica: 5/5
Grammy: 0
Valor total baseado na fórmula: $18,57

1) “Songs In The Key Of Life” – Stevie Wonder
(1976) 10 milhões de cópias vendidas
Valor da durabilidade: $16,84
Crítica: 5/5
Grammy: 2
Valor total baseado na fórmula: $18,71

7 de jun. de 2008

RÁPIDAS

Chris Martin disse que deseja que o Coldplay se torne o “rei dos karaokês”. Segundo o vocalista, a banda não pode ser considerada um sucesso enquanto suas canções não se tornarem populares entre os fãs de karaokê. “Quando estou em karaokês, abro os livros de letras e encontro um milhão de músicas dos Beatles. Existem dezenas também do ABBA, Culture Club e até mesmo do Bucks Fizz, mas Coldplay? Existem somente duas, ou no máximo três. Se nós conseguirmos colocar oito em todos os bares ao redor do mundo, eu ficaria feliz”, disse Martin ao The Sun. O vocalista acha que o novo disco pode ajudar a banda a ter mais músicas cantadas em karaokê. “Eu acho que há três músicas com possibilidades de entrarem em karaokês no ‘Viva La Vida’”, afirmou.

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Na noite de ontem, o Foo Fighters realizou o maior show de sua carreira. O evento ocorreu no estádio de Wembley, na Inglaterra, e contou com a audiência de 86 mil fãs. Diferentemente dos outros shows realizados no estádio, o Foo Fighters optou por colocar o palco da apresentação perto do centro do gramado, como um ringue de boxe. A banda apresentou sucessos de sua carreira, como “Everlong”, “Times Like These”, “Monkey Wrench” e “My Hero”. Durante o show, o vocalista Dave Grohl falou sobre tocar no mítico estádio londrino: “Eu costumava achar que esse lugar era grande, mas é muito maior. Nós tocamos aqui uma vez, mas foram apenas cinco canções, quando fizemos o ‘Live Earth’. Nós subimos aqui depois do Pussycat Dolls, o que não é fácil. Nós trabalhamos muito naquela noite, mas quando terminamos nós pensamos que poderíamos voltar e tocar por mais tempo. Quanto tempo vocês querem que a gente toque para vocês?”. Durante o show, o palco rodava para que todos os fãs tivessem a oportunidade de ver a banda de frente. O cantor Freddie Mercury foi lembrado durante o show: “Qual a primeira coisa que você pensa quando se fala em Wembley? Freddy Mercury! Se um dia vocês começarem a tocar numa banda, e forem sortudos o suficiente para chegar aqui, vejam o DVD do Live Aid”. Abaixo, um vídeo amador com o final da música “Best Of You”.



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A banda Oasis será agraciada, pelo conjunto de sua obra, com o prêmio Silver Clef. Outros artistas, como Paul Weller, Bryan Ferry, Andrea Bocelli e U2 já ganharam o mesmo prêmio em edições anteriores. Os vencedores das outras sete categorias do Silver Clef serão anunciados na cerimônia que acontecerá no Park Lane Hilton, em Londres, no mês de julho. Nesse mesmo ano, o Oasis já ganhou um prêmio por sua contribuição à música, no Brit Awards.

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A agência de notícias argentina DyN afirmou em reportagem, que a cantora Madonna vai se apresentar em Buenos Aires, nos dias 04, 05 e 07 de dezembro. Os shows acontecerão no estádio do River Plate. O jornal Clarín e a revista Rolling Stone editada na Argentina também confirmaram os shows. O mesmo Clarín disse que também haverá shows de Madonna no Brasil. O último show de Madonna na Argentina aconteceu em 1993, durante a turnê “The Girlie Show”.

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Hoje, o cantor Prince comemora 50 anos de idade. O pop-star nasceu em Minnesota, e a partir dos anos 80 fez imenso sucesso ao redor do globo, com músicas como “Purple Rain”, “Kiss”, “Let’s Go Crazy” e “1999”. O cantor lançou álbuns emblemáticos, como “Sign O’ The Times” e “Diamonds And Pearls”, e chegou a trocar o seu nome por um símbolo impronunciável, em 1993. Durante esse período, Prince era chamado de “o artista que era conhecido como Prince”. No ano de 2004, Prince foi indicado ao seleto Rock and Roll Hall of Fame, e em 2007 fez uma temporada recorde de 21 datas, com todos os ingressos esgotados na O2 Arena, em Londres. Abaixo, o videoclipe da música “Cream”.