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19 de ago. de 2011

Dia Mundial da Fotografia e o professor mais querido da Universidade; Aracy de Almeida e LeRoi Moore; o álbum do Arctic Monkeys; e Radiohead ao vivo.



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Bom dia, pessoal! E essa sexta, hein?? Qual vai ser? Alguém já sabe me dizer quem matou a Norma?? Enquanto o mistério não é revelado, vamos comemorar aqui o Dia Mundial da Fotografia. Eu tinha um professor de Fotografia na faculdade, que eu não vou citar o nome. Mas ele era tão querido, mas tão querido, que um colega me disse que a faculdade se dividia em dois grupos: “os alunos que odeiam o tal professor e os alunos que não o conhecem.” Genial, né??

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E vocês sabem qual música estava no primeiro lugar da parada da Billboard exatos 55 anos atrás??



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Grande Elvis Presley!!

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Enquanto eu estiver vivo, todo dia 19 de agosto eu vou homenagear Aracy de Almeida, a maior sambista que esse país já teve. Aracy nasceu no dia 19 de agosto de 1914. A maioria das pessoas a conhecem como a “jurada rabugenta do Show de Calouros”. Mas a tal “caloura rabugenta” era capaz de gravar coisas assim, olha:



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E também capaz de dizer coisas fantásticas como isso aqui:



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Eu juro que queria ser amigo do John Deacon, o ex-baixista do Queen. Ele compôs duas das músicas mais bonitas que falam de amizade. No dia do amigo, injetei aqui no blog o vídeo de “You’re my best friend”. Hoje é a vez de “Friends will be friends”. Então, parabéns pelos seus 60 anos, John! Espero que você receba as boas vibrações...



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Hoje também é dia de homenagear LeRoi Moore, o finado saxofonista da Dave Matthews Band. Foi em 19 de agosto de 2008, que o grande LeRoi foi embora, vítima de um acidente de quadriciclo.



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Eu sei que estou atrasado, mas a indicação de hoje é o álbum “Suck it and see”, do Arctic Monkeys. Quando a banda de Sheffield surgiu, eu me apaixonei de cara. E olha que isso é muito difícil de acontecer comigo, especialmente com “bandas da moda”. Vi um show deles em algum Tim Festival em São Paulo, que foi absurdo. Nem esperei para encarar o The Killers, que tocaria em seguida. Quando a banda anunciou o lançamento de “Humbug” (2009), com produção de Josh Homme, do Queens Of The Stone Age, cravei logo que seria um dos melhores álbuns do ano. Mas aí veio a decepção. Não curti muito a sonoridade; achei que o Arctic Monkeys deu uma envelhecida. Mas, agora, com o lançamento desse “Suck it and see”, cheguei à conclusão do quanto “Humbug” foi necessário para o crescimento do conjunto. Nesse novo disco, o Arctic Monkeys conseguiu juntar o frescor de seus dois primeiros álbuns com a maturidade de “Humbug”. Os melhores exemplos estão nas ótimas faixas “She’s thunderstorms” (uma ótima abertura) e “The hellcat spangled shalalala”, com um toque retrô, mas que não deixa de ser moderna. Recomendadíssimo!!



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DROPS:













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Vamos ver as novidades de vídeos que temos por hoje:

“The king of limbs”, do Radiohead, inteirinho, ao vivo...



Amy Winehouse + Tony Bennett:


6 de ago. de 2011

Milton Nascimento e Três Pontas no Rio; o CD do “Spider-Man”; o show completo do Coldplay em Lollapalooza; e o plágio (???) da Lady Gaga.



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Acho que quase todo mundo já leu algum livro do Jorge Amado. Nem que tenha sido “Capitães de areia” no colégio. Os seus romances foram traduzidos em trocentos idiomas. Mas o que nem todo mundo sabe é que Jorge Amado também foi letrista. Bissexto, é verdade. Mas quem escreve uma letra como a de “É doce morrer no mar” (música de Dorival Caymmi), precisa escrever mais alguma coisa? Hoje faz dez anos que Jorge Amado partiu para o andar de cima. E é muito bom relembrá-lo.

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Um dos grandes músicos do Brasil também merece espaço aqui hoje. Há cinco anos, Moacir Santos morreu. Como aconteceu com muitos músicos brasileiros, ele acabou fazendo mais sucesso no exterior. Ainda bem que, pelo menos, o seu álbum “Coisas” (1965) volta e meia é lembrado aqui no país. Talvez a maior obra-prima instrumental da história da Música Popular Brasileira.



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Se o Brasil tem Moacir Santos, Cuba tem Ibrahim Ferrer. Por coincidência (ou não), o cantor cubano faleceu exatamente um ano após o músico brasileiro. Fica a lembrança.



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No dia 06 de agosto de 1984, o Iron Maiden lançava um de seus singles de maior sucesso. “2 minutes to midnight” é presença garantida em qualquer apresentação da Donzela de Ferro já faz muitos anos. É sempre uma das favoritas dos fãs. Por isso, ela está aqui hoje.



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Iron Maiden nunca é demais, né??

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Ontem eu fui ver o show “... E a gente sonhando”, de Milton Nascimento, no Citibank Hall, aqui no Rio de Janeiro. Milton estava devendo um show novo já fazia alguns anos. O último, com o Jobim Trio, teve a sua última apresentação no Rio em junho de 2008. Se levarmos em conta que o projeto com o Jobim Trio não tinha músicas inéditas, aí a dívida de Milton fica maior ainda.
Mas essa dívida foi paga ontem. “... E a gente sonhando” é um show que beira as duas horas de duração, repleto de surpresas, com músicas de várias fases da carreira do compositor, e com a participação de diversos artistas da cidade mineira de Três Pontas. Em determinados momentos, chega a ter 28 artistas em cima do palco.
O show segue o mesmo clima do álbum. Sabe aquela coisa de mineiro recebendo os convidados na cozinha de casa? Então, é mais ou menos por aí. Gentil, Milton Nascimento abriu espaço para muitos desses artistas trespontanos. E alguns destaques da apresentação vêm exatamente dessas intervenções. A bonita “Eu pescador” contou com o compositor da música, Cleyton Prósperi, no piano. Bruno Cabral fez um dueto com Milton na deliciosa “Espelho de nós”, e Paulo Francisco (ou Tutuca) mandou bem também dividindo o microfone com o anfitrião na emocionante “Amor do céu, amor do mar”, a quinta música do roteiro. Aliás, foi nesse momento, que o coro completo surgiu no palco, mudando toda a estrutura do show, que começou, convencional, com Milton e sua banda interpretando quatro clássicos: “Encontros e despedidas”, “Caxangá”, “Caçador de mim” e “Nos bailes da vida”.
No meio das músicas novas, rolou uma versão sensacional de “Ânima”, faixa-título do álbum que Milton lançou em 1982. No bis, mais três clássicos. “Essa canção eu sempre canto nos meus shows. Mas hoje quero que vocês cantem para mim”. E assim o público que praticamente lotou o frio Citibank Hall cantou “Canção da América” para Milton e seus pupilos no palco. Foi bonito, apesar de a plateia ter se enrolado com a letra – ninguém sabia quando o amigo ficava do lado esquerdo do peito ou debaixo de sete chaves. Em seguida, uma versão turbinada de “Para Lennon e McCartney. E Milton não precisou pedir. O público cantou ainda mais alto. Para finalizar, e não poderia ser diferente, “Maria Maria”. Não precisava de mais nada. Passado, presente e futuro unidos no palco. A resposta ao tempo de Milton.

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Chegou recentemente ao mercado brasileiro a trilha sonora do musical “Spider-Man – Turn off the dark”, de autoria de Bono e The Edge (U2). A montagem da peça, em cartaz na Broadway, passou por diversos problemas, inclusive um sério acidente envolvendo o personagem que fazia o papel do Homem-Aranha. Tenho sérias restrições a esses musicais da Broadway, mas gostei muito de ter assistido esse “Spider-Man”. Ele foge do lugar comum. É um espetáculo absolutamente rock n’ roll. Bono e The Edge criaram músicas interessantes, algumas delas poderiam estar em algum álbum do U2. Outras canções são curiosas, especialmente “A freak like me needs company”, que não tem nada a ver com a sonoridade da banda irlandesa. Mas os riffs de guitarra, característicos de The Edge, e músicas como “Rise above” (as duas versões) e “Picture this”, não deixam dúvidas que “Spider-Man – Turn off the dark” é absolutamente U2. Até mesmo a voz do ator principal Reeve Carney é bem parecida com a de Bono em alguns momentos. Seria interessante se, um dia, o U2 apresentasse a trilha completa desse musical no palco. E eu acho que isso certamente um dia vai acontecer.



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Já viram o show inteirinho do Coldplay que rolou no Lollapalooza ontem, em Chicago? Vou te dizer que se o show do Rock in Rio for igual, será bom demais...



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Lady Gaga está sendo processada pela cantora Rebecca Francescatti, que jura que “Judas” é um plágio de uma canção de sua autoria. Rebecca alega que o ex-baixista de sua banda, Brian Gaynor, trabalha para uma produtora musical, responsável pela composição das faixas de “Born this way”, último álbum de Lady Gaga. Você pode tirar a sua própria conclusão:





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A próxima edição da revista norte-americana Spin vai trazer uma matéria sobre os vinte anos de “Nevermind”, do Nirvana. E ainda trará um CD bônus com as faixas do álbum interpretadas por diversos artistas. Dei uma escutada em algumas das canções, e tenho certeza que Kurt Cobain ficaria muito feliz com essa interpretação dos Vaselines para “Lithium”.



Não é??

29 de jul. de 2011

“Let ‘em in” e as novidades dos últimos dias... É MUITA coisa, gente!!



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É isso aí, pessoal. “Let ‘em in”... Hoje estou de volta, firme e forte. Perdoem-me a ausência nos últimos dias, mas é que acabou rolando uma viagem de última hora. Muitas coisas aconteceram nos últimos dias, e quando deu, eu apareci por aqui. Para quem anda desatualizado, tem a crítica da nova turnê do Paul McCartney que estreou em Nova York, a despedida da “360º tour” do U2, em Nova Jersey, a morte da Amy Winehouse...

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Vamos ver o que dá para fazer nessa sexta-feira de sol... Vinte e nove de julho de 2011. Foi nesse dia, só que no ano de 1983, que o Metallica, o grande Metallica, colocou nas lojas o seu álbum de estreia, “Kill ‘em all”. Uma estreia e tanto. A quantidade de clássicos é assombrosa: “Seek & destroy”, “Whiplash”, “No remorse”, “Motorbreath”, “The four horsemen”, “Hit the lights”... Pelo jeito, os hoje mestres do metal aprenderam a lição direitinho com o Black Sabbath e com o Motörhead... Olha só a versão ao vivo de “Hit the lights”, gravada no México, em 2009, e que foi lançada no DVD e BD “Orgulo pasion y gloria”:



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E Metallica me remete diretamente ao Rock in Rio. Hora do meu jabaculê... Ok?? Na semana que vem chega às livrarias o livro “Rock in Rio – A história do maior festival de música do mundo”, de autoria deste que vos escreve.


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Comprem, hein!! Eu recomendo... Sério!

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Agora vou falar de outro disco, esse fundamental para o rock brasileiro. Há 25 anos chegava às lojas “Rádio pirata – Ao vivo”, o álbum que marcou a ascensão e a queda do RPM. O disco vendeu mais do que água no deserto. Qualquer casa tinha o bolachão ao vivo do RPM, que contava com músicas do álbum de estreia da banda, “Revoluções por minuto” (1985), além de versões ao vivo para “Flores astrais” (do segundo disco dos Secos & Molhados) e “London, London” (do álbum branco de Caetano Veloso, gravado no exílio). Ney Matogrosso foi o diretor do show, que contava até mesmo com raio laser. À época, aqui no Brasil, raio laser só mesmo no show do Yes no Rock in Rio... Três anos atrás, o show “Rádio pirata” saiu em DVD também. Como está difícil encontrar trechos desse DVD no YouTube, vamos de “Mixto Quente” mesmo...



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No dia 29 de julho de 1977, nascia, em Nova York, Danger Mouse, o gênio por trás de projetos como o Gnarls Barkley (ao lado do Cee Lo Green) e o Broken Bells (com James Mercer, do The Shins). Ele também produziu álbuns espetaculares de gente como Beck (“Modern guilt”, de 2008), Black Keys (“Brothers”, de 2010) e Gorillaz (“Demon days”, de 2005). Se você nunca ouviu falar, ouça isso urgentemente...



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Sabia que você conhecia...

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E por falar em Danger Mouse, ando meio viciado em seu último álbum, “Rome”, gravado em parceria com o compositor italiano Daniele Luppi, e com participações especiais de Jack White (que ainda escreveu as letras de três faixas) e Norah Jones. O disco saiu lá fora em meados de maio (aqui no Brasil, nem Deus sabe). A inspiração veio dos spaghetti westerns. Tipo, imagina qualquer filme da trilogia do "Homem Sem Nome", estrelado por Clint Eastwood e dirigido por Sergio Leone. “Rome” caberia como a trilha sonora perfeita. Mais do que um álbum de canções, “Rome” é um álbum de climas. Parece uma trilha sonora para um filme inexistente – Quentin Tarantino poderia filmar um e a trilha já estaria pronta. Algumas faixas funcionam como interlúdios, outras são instrumentais, e outras são cantadas pelo conjunto vocal Cantori Moderni di Alessandro Alessandroni (o mesmo da trilha de “Três homens em conflito”). Mais do que um tributo ao cinema italiano (em especial à figura do compositor Ennio Morricone), “Rome” é uma bela homenagem à cultura pop daquele país.



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E no dia 29 de julho de 1994, quem partia dessa para melhor era o comediante, compositor e cantor Mussum. Ninguém com mais de 30 anos passou impune ao Mussum. A sua presença nos “Trapalhões”, a cada início de noite de domingo era uma dádiva. Ajudava muito a aliviar aquele frio na barriga que dava na hora de arrumar o material da escola para a semana que se iniciava. Eu me lembro de um churrasco de confraternização da turma do colégio (salvo engano em 1989), que o Mussum estava presente na churrascaria Porcão. Os 120 moleques da nossa mesa começaram a berrar o nome do Mussum. Ele se levantou e cumprimentou um a um. Eu disse: UM A UM.



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Esse é o Mussum...



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Já vai fazer uma semana da morte de Amy Winehouse, mas, pelo jeito, ela ainda será assunto por muito, muito tempo. A causa da morte não me interessa. Morreu, morreu. Que descanse em paz. O importante mesmo é o que ainda será lançado da cantora. Um pouco cedo para especulações. Mas hoje saiu uma notícia que pode dar alguma luz sobre essa questão. Uma pessoa próxima a cantora, e que se diz ligada à gravadora Universal, disse que existem 12 faixas novas, não finalizadas. Entretanto, parece que elas teriam condições de serem lançadas em um disco. Segundo o Guardian, qualquer material que venha a ser lançado deverá passar pelo crivo dos parentes de Amy Winehouse, de seu empresário e da gravadora. Acho que não deve demorar muito. Afinal, o Natal já está quase chegando...

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Vou tentar colocar algumas coisas em dia que aconteceram nesse período em que o blog ficou meia bomba. Tem muito vídeo legal que saiu nesses últimos dias. E vamos começar pela homenagem que o produtor Mark Ronson fez para Amy Winehouse, na noite de quarta-feira, durante um show em Londres. Ele mandou “Valerie” (originalmente gravada pelos Zutons, e que fez sucesso na voz de Amy), juntamente com Dave McCabe (compositor da música) e os cantores que faziam parte da banda da cantora inglesa.



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Já o Kasabian lançou uma música lindona chamada “Days are forgotten”, que fará parte do álbum “Velociraptor!”, que chegará às lojas no dia 19 de setembro. Vê aí o que você acha...



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Na seara de relançamentos, good news também. Eu já tinha escrito aqui sobre a versão de luxo dos vinte anos do “Nevermind”, do Nirvana. Nessa semana, foram divulgados os detalhes. E, olha, vem coisa muito boa por aí. A caixa sai no dia 27 de setembro, e será composta por quatro CDs e um DVD (ou BD). Além do álbum original remasterizado, haverá uma penca de lados B de singles, sessões de estúdio e na BBC, ensaios para a turnê do disco, um show ao vivo gravado na noite de Halloween de 1991, em Seattle, e um livro de 90 páginas. O DVD (ou blu-ray) terá esse mesmo show na íntegra e os videoclipes de quatro faixas de “Nevermind”. A relação completa de faixas está aqui. Preparem os bolsos!!

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E já que tem os vinte anos de “Nevermind”, os 20 anos do Pearl Jam também merecem ser comemorados. Saca só o trailer de “Pearl Jam Twenty”, documentário que estreia no festival de cinema de Toronto, em setembro.



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Os Smiths também preparam um lançamento bacana para setembro. Na verdade, mais de um. Trata-se da discografia completa do grupo de Manchester remasterizada por ninguém menos que o guitarrista Johnny Marr. Tudo virá embalado numa caixa intitulada “The Smiths complete – Deluxe collector’s box set”, que trará oito discos lançados pela banda (em CD e em vinil), além de 25 singles de 7 polegadas, DVD com os videoclipes e mais algumas coisinhas como cartões postais, pôsteres etc. A edição será numerada e limitada a apenas três mil cópias. Mais detalhes aqui.

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A edição especial de “The suburbs”, último álbum do Arcade Fire, só sai no dia 02 de agosto. Para quem já comprou a primeira edição do CD e não quer gastar dinheiro novamente (eu!! eu!!), a banda canadense disponibilizou essa nova edição completa, incluindo as duas faixas inéditas, “Speaking in tongues” e “Culture war”, para audição em streaming. Aqui!

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E o Radiohead, hein? Parece que aquele showzinho surpresa em Glastonbury, no mês de junho, animou a banda a realizar uma turnê de divulgação do “The king of limbs”. Note bem: “parece”... À BBC Music, o baterista Phil Selway admitiu que o conjunto pode fazer mais shows. “Sem dúvida, estamos discutindo essa questão. Foi muito entusiasmante [se apresentar em Glastonbury]. Sentimos que havia algo a oferecer, musicalmente. Pareceu-nos uma nova lufada no que fazemos, e gostaríamos de ver aonde isso pode nos levar”, afirmou o músico.

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Fofíssimo o LCD Soundsystem em forma de Lego...



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Né???

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E vocês já viram o trailer do filme do ano??

23 de jul. de 2011

Vinte e sete













Robert Johnson, Kurt Cobain, Jimi Hendrix, Brian Jones, Jim Morrison, Janis Joplin... Todos morreram aos 27…

Amy Winehouse se junta ao grupo…



Que descanse em paz!

18 de nov. de 2010

Júlio Barroso, Kirk Hammett, Nirvana, George Harrison, Tim Lopes, Amy, Beto Guedes, Paul, Beatles, Pavement, Hot Chip+Bernard Sumner

Foi divulgado hoje o videoclipe de "I didn't know what love was", faixa que uniu o Hot Chip (que se apresenta no Planeta Terra, no próximo sábado) a Bernard Sumner (ex-integrante do Joy Division e do New Order) para uma propaganda da Converse. Achei bem bacana...



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E que tal também um show do Pavement interinho, na espanha, com ótima qualidade, hein?

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Que tal um show raro dos Beatles, inteirinho?? Aqui!

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Gostei disso aqui...

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Pra esquentar...



Viu, falei do Paul também... ;)

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Chega às lojas na semana que vem novo CD ao vivo de Beto Guedes, "Outros clássicos" (capa acima). Gravado no dia 14 de julho, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, as faixas contam com arranjos de Wagner Tiso e Cláudio Faria. O repertório foi selecionado a partir de votação realizada entre os fãs de Beto Guedes na internet. A maior parte das músicas selecionadas é estilo "lado B", o que dá um maior valor ao álbum, ao passo que Beto Guedes já lançou trabalhos ao vivo com seus maiores sucessos não tem muito tempo. As canções selecionadas para o CD são as seguintes: "O medo de amar é o medo de ser livre", "Olhos de Jade", "Um sonho pra viver", "Rio Doce", "Quatro", "Boa sorte", "Só primavera", "Luz e mistério", "Meu ninho", "Nena", "Tudo em você", "A página do relâmpago elétrico", "Tanto", "Veveco, panelas e canelas", "O amor não precisa razão", "Balada dos 400 golpes" e "Lágrima de amor". O DVD deve sair até o final do ano.

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Será que os britânicos estão com inveja da gente?? Olha a home da BBC:



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Finalizando as efemérides (por um bom tempo, como já escrevi no início desse post), fica a minha homenagem a um colega que me faz ter orgulho da profissão que escolhi. Se a gente não vivesse em um país tão estúpido, Tim Lopes estaria comemorando os seus 60 anos hoje.



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Hoje eu prometo que não vou falar de John Lennon e nem de Paul McCartney por aqui. Mas, como sou meio espírito de porco mesmo, vou falar de George Harrison (quem vai aos shows de Paul em São Paulo, atenção especial para "Something", um dos momentos mais mágicos da apresentação). O motivo é nobre: hoje faz oito anos do lançamento de "Brainwashed". Álbuns póstumos não costumam prestar muito, é verdade. Mas esse foi diferente. Ele é bom demais. Simplesmente pelo fato de George Harrison já tê-lo deixado praticamente finalizado. Além disso, os dois responsáveis pelo lançamento foram talvez as pessoas mais importantes para George: seu filho Dhani e o amigo de longuíssima data (e puta guitarrista e produtor) Jeff Lynne. Fico imaginando o que Harrison não estaria fazendo por aqui... Faz muita falta.



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Foi também em um dia 18 de novembro, em 1993, que o Nirvana entrou nos estúdios da MTV, em Nova York, para gravar o seu (futuro clássico) "MTV Unplugged". O cenário do palco, cheio de velas e flores, mais parecia um velório (aliás, era essa mesmo a vontade de Kurt Cobain). E o álbum acabou servindo exatamento como um velório de luxo do vocalista, ao ser lançado após a sua morte. O repertório unia alguns sucessos ("Comes as you are", "About a girl") à canções que eram caras a Kurt, como "The man who sold the world", do David Bowie, e "Jesus doesn't want me for a sunbeam", dos Vaselines. Mas, para mim, o grande momento do Acústico do Nirvana é esse aqui:



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Pegando a ponte para a Califórnia, fica a lembrança aqui do sensacional guitarrista Kirk Hammett, mestre dos riffs do Metallica, que hoje faz 48 anos. Fiquei muito feliz com a confirmação do Metallica no próximo Rock in Rio. Para a noite metal, nada como a maior banda de metal do mundo. Por isso que eu gosto do Roberto Medina. O cara não faz por menos. Não fui ao show em São Paulo no início desse ano, mas só o que escreveu Jamari França, já dá pra sentir a pressão. Sente só: "Espero que o Metallica pegue algumas datas antes do Rock in Rio para fazer o aquecimento e repita aqui o show nuclear que vimos em São Paulo. A energia deles era tanta que eu não consegui ficar de frente e perto do palco, parecia que meus ouvidos iam explodir e o corpo inteiro tremia com o impacto das ondas sonoras". Sinistro.



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Bom, mas hoje ainda tem efemérides, tá? Então vamos começar relembrando um dos principais poetas da geração 80 de nossa música. Júlio Barroso nasceu no dia 18 de novembro de 1953. Viveu pouco - ele voou da janela de seu apartamento, em São Paulo, no dia 06 de julho de 1984 -, mas o suficiente para entrar para a história da nossa música com um único álbum: "Essa tal de Gang 90 & Absurdettes", de 1983. Aliás, seria um espetáculo se a Polysom relançasse esse álbum em vinil, hein?



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E aí, pessoal. Como estamos, hein? Nossa, acordei, estava um maior solzão, malhei, e agora o céu está parecendo Perfex sujo. Será que vem chuva por aí? Olha, mudanças a vista aqui no blog, viu? Despeçam-se das efemérides (acho que ninguém lê mesmo), porque hoje é o último dia delas até segunda ordem. Sério, estou sem o mínimo tempo, e tenho que entregar um livro pronto até o início de janeiro. O desespero bateu e as madrugadas estão curtas demais. Mas, ainda vou continuar aparecendo aqui diariamente para dar as principais notícias musicais do dia. Vocês não vão se importar, né??

13 de nov. de 2010

Top 5: Videoclipes emblemáticos

Hoje faz 19 anos que Michael Jackson lançou o seu último álbum realmente bom, “Dangerous”. Ok, não vou compará-lo a “Off the wall”(1979) e a “Thriller” (1982), mas também não posso negar que “Dangerous” forma um respeitoso grupo de canções, como “Heal the world”, “Given it to me”, “Will you be there”, “Remember the time”, “Jam” e “Black or white”.

Pode acreditar, mas houve um tempo em que a gente tinha que aguardar ansiosamente a estreia de um videoclipe. Para mim, pelo menos, era tipo jogo do Brasil em Copa do Mundo. Chegava mais cedo em casa, deixava de sair, adiava o jantar... Enfim, não perdia a estreia do novo videoclipe dos meus artistas prediletos. E foi no dia 14 de novembro de 1991, que o vídeo de “Black or white” foi transmitido pela primeira vez pela FOX norte-americana – aqui no Brasil, ainda tivemos que esperar até o domingo, dia 17, para vê-lo no Fantástico, da Rede Globo.

Como de costume, voltei mais cedo para casa (saudades das visitas à casa da vovó nas noites de domingo), liguei a TV e, enfim, vi “Black or white”. O videoclipe trazia inovações que qualquer moleque de nove anos de idade faz hoje num computador. Mas naquela época...

Então, para o top 5 de hoje, escolhi videoclipes que foram importantes para a história da música. Foi muito difícil. Afinal, cinco é muito pouco. Mas foi divertido selecioná-los entre mais de cem. Vamos lá?

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5) “Black or white” – Michael Jackson
“Thriller” é sempre citado como o videoclipe mais importante de todos os tempos. Tenho minhas dúvidas. Mas, certamente, ele ainda é mais importante do que o de “Black or white”. Mas vamos fugir do mais do mesmo aqui, começando exatamente com aquele vídeo do Michael Jackson que vi pela primeira vez há 19 anos.



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4) “Sledgehammer” – Peter Gabriel
Dez prêmios no Video Music Awards, da MTV, em 1987. Não é pouca coisa, não é verdade? Mas foi esse o número de troféus que Peter Gabriel levou para casa por conta de “Sledgehammer”, cujo clipe, um dos mais bem feitos da história, se tornou um marco na era MTV – não à toa, foi o mais executado pela emissora em toda a década de 80. Gravado em “stop-motion”, técnica que dá maior realismo às cenas, o clipe ficou famoso pela clássica cena em que peixes atravessam os ouvidos de Gabriel – para finalizar a cena, foram necessárias 16 horas de filmagens com peixes mortos. A direção foi de Stephen R. Johnson.



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3) “Like a prayer” – Madonna
Talvez o videoclipe de “Like a prayer” seja o mais controverso da história. Sim, depois de Madonna, ficou fácil artistas como Lady Gaga e M.I.A. chocarem. Mas, imagina, no final dos anos 80, rodar um videoclipe que batesse de frente com a igreja católica? Não era para qualquer um. Tinha que ser a Madonna para fazer... Dirigido por Mary Lambert, o clipe mostra imagens da cantora norte-americana beijando um santo negro, enquanto canta com cruzes em chamas ao fundo. Como se não bastasse, Madonna ainda simula uma espécie de crucificação, cortando as suas mãos, tal qual Cristo na cruz. À época, a Pepsi tinha pagado os olhos da cara para ter essa música de Madonna em um anúncio. Mas quando o videoclipe estreou, a empresa acabou tendo que tirar a propaganda do ar.



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2) “Smells like teen spirit” – Nirvana
Foi aí que o indie deixou de ser indie em sua essência. Um vídeo simples e que acabou se transformando em uma das peças mais importantes da indústria da música, mudando a cara da MTV para sempre. A ideia do Nirvana e do diretor Samuel Bayer era simples: a banda tocaria o futuro hino dos anos 90 em um ginásio de uma escola, rodeada por fãs enlouquecidos, que, ao final, destruiriam todo o cenário. Coisa simples, mas que David Fricke, da Rolling Stone, descreveu como “o maior show que poderia imaginar”.



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1) “Bohemian rhapsody” – Queen
Para quem pensa que essa história de videoclipe começou ontem com a Lady Gaga, vale dar uma olhada em “Bohemian rhapsody”, do Queen. Foi lá, em 1975, que nasceu toda a linguagem de um videoclipe, da forma que conhecemos hoje, qual seja, com uma “história” a ser contada, usando diversos takes, no mesmo ritmo da música. “Thriller”, de Michael Jackson, pode até ter sido mais bem feito (de fato, é bem mais impactante mesmo). Mas vamos combinar que “Thriller” só existiu por causa de “Bohemian rhapsody”.



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Você se lembrou de algum videoclipe bacana que poderia estar aqui? Mande a sua ideia pelo twitter. Para quem não sabe, é esse aqui: @esquinadamusica.

4 de nov. de 2010

Monsueto, Ramones, The Clash, Ira!, R.E.M., Bon Jovi, Bruce Springsteen, Cee-Lo+Kings Of Leon, Britney Spears, Tom Waits, David Bowie

Até sábado!

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Eu fiquei tão preocupado em escrever sobre álbuns bacanas hoje, que quase me esqueci de um dos mais importantes. Mas ainda bem que vi a tempo na minha agenda de efemérides. Hoje faz 40 anos que David Bowie lançou um de seus álbuns mais importantes: "The man who sold the world". Muito se fala sobre esse disco... O glam-rock nasceu com "The man who sold the world"? Era o álbum de cabeceira de Kurt Cobain? É o melhor trabalho da carreira de Bowie? Bom, eu realmente não sei. Só sei que alguns clássicos nasceram nesse álbum, como a faixa-título, "The width of a circle", "She shook me cold", "The supermen"... Hoje à noite, eu vou preparar o dry martini e colocar "The man who sold the world" para rodar. Pena que aquele meu velho vinil não exista mais.



Ah, não deu pra resistir...



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Tom Waits vai relançar os seus quatro primeiros álbuns em vinil de 180 gramas. "Closing time" (1973), "The heart of saturday night" (1974), "Nighthawks at the diner" (1975) e "Small change" (1976) chegarão às lojas no dia 21 de dezembro, em edição limitada a mil cópias cada um, e em vinil vermelho (?!?).

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O novo álbum de Britney Spears sai no início do ano que vem. No momento, a cantora está trabalhando no sucessor de "Circus" (2008), com os produtores Dr Luke e Max Martin. A informação foi dada pelo próprio Dr Luke, em entrevista ao Hollywood Reporter.

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Já ouviram a versão de Cee-Lo Green para "Radioactive", do Kings Of Leon?? Achou melhor do que o original?





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Bruce Springsteen postou na internet o vídeo de "Save my love", faixa que fará parte da edição especial repleta de raridades de "Darkness on the edge of town", lançado originalmente em 1978. A edição especial, cujos detalhes já foram adiantados aqui no blog há alguns meses, chega às lojas no dia 15 de novembro.





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Quer escolher o repertório do próximo show do Bon Jovi?? Ele acontecerá no dia 10 de novembro, no Best Buy Theater, em Nova York, e será transmitido ao vivo pelo www.youtube.com/bonjovi. Nesse canal, você pode ver como faz para escolher uma música para o roteiro da apresentação.





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Novidades sobre o novo álbum do R.E.M., "Collapse into now", que sai no início do ano que vem. Mike Mills, em entrevista à Spin, disse que os fãs podem esperar por um som mais "expansivo" do que "Accelerate" (2008), com participações especiais de Eddie Vedder, Patti Smith e Peaches. "Em 'Accelerate', nós tentamos fazer as músicas de forma mais curta e rápida possível. Nesse novo álbum, a gente queria ser mais expansivo, variando mais, e não nos limitando a nenhum tipo de música. Há algumas canções realmente lentas e bonitas, outras no meio termo, e umas três ou quatro bem puxadas para o rock", disse Mills. No total, serão 12 faixas. O tecladista e baixista também disse que as letras politizadas foram deixadas de lado nesse novo álbum. "É algo mais pessoal, humano. Não só para o Michael Stipe, mas pessoal e humano pelo modo de narrativa das músicas e dos protagonistas das canções." Algumas faixas do álbum produzido por Jacknife Lee já estão com nomes definidos: uma das mais rápidas se chamará "All the best", e a última faixa, que conta com Patti Smith foi intitulada "Blue". A faixa com a participação de Eddie Vedder, por sua vez, se chamará "It happened today".

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Falando agora de rock brasileiro, o blog do Paulo Marchetti lembra que hoje faz dez anos que o álbum "MTV - Ao vivo", do Ira!, chegou às lojas. Depois de alguns discos que não venderam muito (como "Você não sabe quem eu sou", de 1998, e "Isso é amor", do ano seguinte), o trabalho ao vivo chancelado pela MTV serviu para o Ira! renovar o seu público, da mesma forma que o Capital Inicial fizera poucos meses antes, com o seu "Acústico MTV" (2000). E o ao vivo do Ira! não deixou por menos: são 20 músicas, varrendo toda a discografia da banda, e ainda inéditas, como a ótima "Inundação de amor". Até os velhos fãs redescobriram (e voltaram a berrar nos shows) coisas como "Dias de lutas", "Núscleo base", "Flores em você", "Pobre paulista", "Envelheço na cidade"... Taí uma banda que faz falta!





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Hoje faz 25 anos que a segunda banda punk mais bacana de todos os tempos lançou o seu último álbum de estúdio. "Cut the crap", que chegou às lojas no dia 04 de novembro de 1985, foi o canto do cisne do The Clash. Topper Headon e Mick Jones já não faziam parte da banda, e, bem..., sabe quando a mágica é desfeita? "Cut the crap", que é considerado por muitos fãs como um trabalho solo de Joe Strummer, é, mais ou menos, assim. Até a própria banda parece renegar um pouco esse álbum. A impressão que fica é a de que a única faixa que existiu nesse disco foi "This is England".





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Vamos falar de álbuns legais agora? Hoje eu separei três MUITO legais. E eu vou começar por "Rocket to Russia", terceiro álbum de estúdio do Ramones, e que foi lançado no dia 04 de novembro de 1977. Ouvindo hoje, dá até para pensar que "Rocket to Russia" é um "greatest hits" da banda punk mais bacana de todos os tempos. Veja só: "Cretin hop", "Rockaway beach", "Sheena is a punk rocker", "We're a happy family", "Teenage lobotomy", a versão absurda de "Do you wanna dance?", "Surfin' bird"... Na boa, bom pra cacete, não? É aquele tipo de disco que eu desconfio que nunca vai ter igual novamente. Seja pela atitude da banda, pelas músicas em si, pela sonoridade...





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Opa! Bom dia, pessoal! Dia bonito, não? Parece que o céu está até sorrindo para a chegada de Paul McCartney... Então, vamos ver logo o que é que tem pra hoje, né? E hoje é dia de lembrar do grande Monsueto, que nasceu a 04 de novembro de 1924. Pintor nas horas vagas, Monsueto também chegou a trabalhar no cinema e na televisão - seu personagem mais importante foi o Comandante, na TV Rio. São dele clássicos do samba como "Mora na filosofia" e "Me deixa em paz". Uma das gravações mais memoráveis de Monsueto foi "A tonga da mironga do kabuletê", em 1970, ao lado de Toquinho e Vinicius de Moraes. Ele também foi gravado por Alaíde Costa e Milton Nascimento, no disco "Clube da Esquina" (1972), e por Caetano Veloso ("Mora na filosofia", em "Transa", também de 72). Monsueto morreu no dia 17 de março de 1973.



29 de out. de 2010

Frankie Goes to Hollywood, Lídia Brondi, Van Der Sar, Rolling Stones, Pixies, Slash+Fergie, Cee-Lo Green, Nirvana

Olha só o que está voltando...



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É possível alguém se suicidar duas vezes??



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Bem diferente é esse trechinho liberado do próximo videoclipe de Cee-Lo Green, "Bright lights bigger city": música boa e videoclipe bacana.



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"Beautiful dangerous" é o novo videoclipe do Slash, com a participação especial de Fergie. Na boa, música caída e videoclipe caído, hein...



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Para comemorar o lançamento de seu novo site oficial, o Pixies está dando de presente para os fãs o download gratuito do show realizado na edição 2004 do festival de Coachella 2004. A apresentação, que contou com 20 músicas em 60 minutos, pode ser baixado aqui. A banda promete abastecer o site semanalmente com novos shows, mas o download destes será pago. O primeiro, e que já está disponível, é um concerto realizado na cidade de Manchester, em 1988.

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Por conta do lançamento de seu livro "Life", Keith Richards não sai da mídia. Em entrevista à revista alemã Stern, o guitarrista garantiu que o Rolling Stones volta aos palcos no ano que vem. Ele também disse preferir que os shows sejam realizados em salas de espetáculo menores, ao invés de grandes estádios. (Comentário nada a ver: Hahahaha... Imagina um show dos Stones na Via Funchal?) Richards afirmou que, nesse formato, seria possível fazer várias apresentações em uma mesma cidade. Pelo jeito, a turnê vai durar uns cinco anos então...

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Vou partir para o futebol porque agora quero homenagear um dos melhores goleiros que já vi jogar, e que hoje fica quarentão. Edwin van der Sar ganhou tudo o que competiu, menos a Copa do Mundo (azar da Copa do Mundo, não??). Gigante das traves, o goleirão holandês brilhou no Ajax, na Juventus, no Fulham e no Manchester United. A fama foi conquistada no Ajax, time pelo qual foi quatro vezes campeão holandês, e ainda faturou a Liga dos Campeões da Europa (edição 1994/95), uma Copa da UEFA (1991/92), uma Supercopa Européia (1995/96) e o Campeonato Mundial de Clubes de 1995. Pelo Manchester United, foram três campeonatos ingleses, uma Copa da Liga Inglesa, três Supercopas da Inglaterra, uma Liga dos Campeões da Europa e um Campeonato Mundial de Clubes, em 2008. Cá pra nós, nem precisava ganhar Copa do Mundo, né?



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Já que estou falando tanto da minha infância hoje, vou lembrar d uma das atrizes mais gatas que já vi atuar: Lídia Brondi. E não é que aquela gata está fazendo 50 anos hoje?? Não sei como ela anda hoje em dia. Infelizmente, Lídia Brondi deixou a carreira artística de lado para se dedicar à psicologia. Se eu não gostasse tanto do meu analista, eu iria procurá-la. Juro... Engraçado que Lídia Brondi fez três novelas que me marcaram muito: "Roque Santeiro" (de 1985, ela era a única personagem da novela que Sinhozinho Malta respeitava), "Vale tudo" (1988) e "Tieta" (1989). Filha do pastor Jonas Resende, ela é casada com o ator Cássio Gabus Mendes. E eu tive a sorte de ser aluno do seu irmão, Laércio, o melhor professor de português que tive na minha vida.



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Ah, hoje é dia de falar de um dos álbuns que mais ouvi na minha infância. Eu tenho um primo mais velho que eu trocava muito disco quando era criança. E era tipo assim: ele se ligava mais em rock internacional, e eu, em nacional. Tipo, deixava um "Dois", da Legião Urbana na casa dele, e levava um "The works", do Queen. Ou então deixava um "Selvagem?", dos Paralamas do Sucesso, e trazia para casa um "Welcome to the pleasuredome", do Frankie Goes To Hollywood. Pra ser sincero, nem sei se cheguei a devolver esse álbum duplo para o meu primo. Foi um dos vícios da minha infância. E hoje ele completa 26 aninhos de idade. Hum, bons tempos...



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Você já viu homem voar? Não, né? Então deixa eu contar uma história pra vocês. Hoje eu comecei a postar cedo porque simplesmente não dormi. Veja só: estava correndo no calçadão ontem à noite, ouvindo David Bowie, parara, parara, quando, depois de uns cinco quilômetros, uma pedra (tipo aquela da poesia do Drummond) se materializou na minha frente. Os segundos seguintes foram surreais... Catei cavaca por uns 70 metros, até que desisti de tentar me equilibrar e me esborrachei no chão. Resultado: pernas, braços e mãos todas arrebentadas. Um senhor ainda veio me levantar, e a frase que ele me disse me trouxe de volta à realidade: "Ainda bem que você conseguiu colocar a mão na frente, porque sua cabeça ficou a uns quinze centímetros do meio-fio"... Pode acreditar, mas cada tecla digitada aqui dói pra cacete. E olha só o que eu estava ouvindo exatamente na hora em que "levantei voo"...



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"Mas os livros que em nossa vida entraram
São como a radiação de um corpo negro
Apontando pra a expansão do Universo
Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso
(E, sem dúvida, sobretudo o verso)
É o que pode lançar mundos no mundo"

("Livros" - Caetano Veloso)

Lindo, não? O Dia Nacional do Livro não poderia passar em branco por aqui. O livro que, várias vezes, é o meu melhor amigo. Pena que os brasileiros leiam tão pouco. Também em um país onde é mais barato comprar um livro importado do que um nacional, isso não chega a ser uma surpresa. Os impostos são altíssimos e ninguém faz nada para melhorar a situação. Mas o que podemos esperar de um país cujo presidente diz se orgulhar de nunca ter lido um livro, né?

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7 de out. de 2010

Thom Yorke, Pitty, Eric Clapton, R.E.M., Spartacus, The National, Metallica, Weezer, Regina Spektor, Gorillaz, Kurt Cobain x MTV

Kurt Cobain escreveu essa carta para a MTV há quase 20 anos. Mais profético impossível...

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Já viram que bacana o (storyboard do) novo videoclipe do Gorillaz, "Rhinestone eyes"??



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Prestes a desembarcar no Brasil para se apresentar no SWU, Regina Spektor anunciou os detalhes de seu próximo álbum. "Live in London" foi gravado durante uma apresentação de Spektor no Hammersmith Apollo, em dezembro de 2009. O CD/DVD chega às lojas no dia 22 de novembro. O CD conta com três músicas que a cantora nunca gravou em estúdio: "Silly eye-color generalizations", "Bobbing for apples" e "Love you're a whore". As outras faixas são: "On the radio", "Eet", "Folding chair", "Sailor song", "Blue lips", "Après moi", "Dance anthem of the 80's", "Wallet", "Ode to divorce", "That time", "The calculation", "Machine", "Laughing with", "Man of a thousand faces", "Hotel song", "Us", "Fidelity", "Samson" e "The call".

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Ontem eu falei aqui de um sujeito que elaborou uma petição visando arrecadar 10 milhões de dólares para que o Weezer encerrasse as suas atividades. Via Twitter, o baterista e guitarrista Patrick Wilson topou. Mas disse que o valor terá que aumentar para 20 milhões de dólares. Quero ver se esse valor for alcançado...

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O Metallica está com mais um CD ao vivo no forno. "Live at Grimey's" foi gravado em uma loja de discos em Nashville, e estará à venda somente no site oficial da banda. O disco, que sai no mês que vem, foi gravado em junho de 2008, na frente de uma pequena plateia de fãs e amigos da banda, e conta com nove músicas: "No remorse", " Fuel", "Harvester of sorrow", "Welcome home (Sanitarium)", "For whom the bell tolls", "Master of puppets", "Sad but true", "Motorbreath" e "Seek and destroy".

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A banda The National fez algo bem inusitado durante um show em Nashville no fim de semana passado: uma versão acústica, sem amplificação alguma, de "Vanderlyle crybaby geeks", faixa de seu último álbum "High violet" (2010). Olha só como ficou bonito:



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Um dos filmes mais amados de todos os tempos completa 50 anos hoje. Estou falando de "Spartacus", dirigido por Stanley Kubrick, e estrelado por Kirk Douglas, Laurence Olivier, Peter Ustinov, Jean Simmons e Tony Curtis. Épico, o filme conta a história do escravo que sonha com o fim da escravidão no Império Romano. O filme, com as suas três horas e tanto de duração, faturou quantro estatuetas do Oscar, incluindo melhor ator coadjuvante, para Peter Ustinov.



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Se você perguntar a qualquer moleque que goste de rock, e tenha na faixa dos 30, 30 e poucos anos, qual o álbum da sua adolescência, a resposta será "Nevermind", do Nirvana. Como sou do contra, fico com "Automatic for the people", para mim, o grande álbum de rock da década de 90. Em 1991/92, o R.E.M. estourou com "Losing my religion", que fazia parte do álbum "Out of time" (1991). Depois dele, a responsabilidade ficou maior. Como ser popular e manter a mesma integridade artística de sempre? "Automatic for the people" foi a resposta. Perfeito do início ao fim, o disco traz pérolas pop como "Man on the moon" e "Sidewinder sleeps tonite" ao lado de coisas belíssimas (mas de digestão não tão fácil) como "Sweetness follows", "Nightswimming" e "Find the river". E ainda tinha uma música que ficava no meio do caminho e que se transformou num dos hinos da banda de Michael Stipe: "Everybody hurts". Em suma, o "meu Nevermind" atende pelo nome de "Automatic for the people".



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Nesse segundo semestre, o Brasil vai receber shows de Paul McCartney, Smashing Pumpkins, Pavement, Queens Of The Stone Age, Dave Matthews Band, Rush, Scissor Sisters, Jeff Beck, só para citar alguns. Mas 20 anos atrás, as coisas não eram tão fáceis assim. Se você visse um show desse nível por ano, aqui no Brasil, já estava de bom tamanho. E foi no dia 07 de outubro de 1990 que Eric Clapton colocou a Praça da Apoteose para tremer. Não estive no show, mas é comum ouvir dizer coisas do tipo "foi o melhor show da minha vida". Achei o setlist da apresentação na internet. Não sei se está certo, mas, ao que tudo indica, foi esse aqui: "Pretending", "No Alibis", "Running On Faith", "I Shot the Sheriff", "White Room", "Can't Find My Way Home", "Bad Love", "Before You Accuse Me", "Old Love", "Badge", "Wonderful Tonight", "Cocaine", "Layla", "Crossroads" e "Sunshine Of Your Love". Deve ter sido bom, né?



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O rock brasileiro está morrendo. E não sou só eu que acho isso. Já andei até lendo que deveriam matar o rock brasileiro para ele nascer de novo. Concordo. Triste ver a molecada crescendo berrando as músicas dessas bandinhas mais novas. Ainda bem que pude crescer berrando as músicas da Legião Urbana, do Barão Vermelho, dos Titãs e dos Paralamas do Sucesso. Eu digo isso porque, na minha opinião, a última coisa bacana que aconteceu no rock brasileiro foi o surgimento da cantora Pitty, com o álbum "Admirável chip novo", de 2003. Cheia de atitude, a baianinha faz um rock porreta, e o seu último disco, "Chiaroscope" (2009) é bem bacana. Vida longa para a Pitty, que hoje faz 33 anos.



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Bom dia, pessoal! Como vão as coisas, hein? Fim de semana quase chegando, sol brilhando, temperatura amena... Tudo de bom, né? E tudo de bom também para Thom Yorke, compositor e vocalista do Radiohead, que hoje completa 42 anos. Ah, o que eu vou falar do Radiohead? Que é uma das bandas mais originais dos últimos tempos? Que os seus álbuns são animais? Que o show que passou aqui pelo Brasil no ano passado foi um dos melhores que já vi? Isso todo mundo já sabe, né? Então, eu vou dizer aqui qual é a minha música predileta do Radiohead...