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17 de set. de 2010

Marina Lima, Negra Li, Ozzy Osbourne, Herivelto Martins, Dida, Rodrigo Santos, VMB, Paul McCartney, Fleet Foxes, Neil Young, Meowrissey

Para dar uma animada nesse fim de semana que se inicia: Meowrissey!



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Olha só, esse é o segundo videoclipe do novo álbum de Neil Young que é liberado nessa semana. Tô sentindo que "Le noise" será um dos discos de 2010...












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Pelo jeito, não é só a música brasileira que está perdida... Não é?

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A banda Fleet Foxes anunciou, através de seu perfil no Facebook, que terminou a gravação de seu segundo álbum. "Estamos viajando amanhã para Nova York para mixar e masterizar o álbum. Aí, teremos mais informações sobre a data de lançamento e quando poderemos disponibilizar alguma música", explicou o vocalista Robin Pecknold. O álbum de estreia da banda, lançado em 2008, foi considerado por diversas publicações, como o melhor daquele ano.

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Chegará no dia 01º de novembro às lojas uma nova edição do clássico "Band on the run", do Wings. Serão lançados vários formatos diferentes: 1) apenas o álbum original remasterizado; 2) edição com com dois CDs e um DVD, com nove faixas bônus gravadas em estúdio, além de videoclipes, aparições de Paul McCartney e sua banda em programas de televisão e faixas gravadas em um show na Califórnia; 3) edição com três CDs e um DVD, com mais faixas bônus e um livro de 120 páginas, que conta a história da gravação do disco, com capa dura e fotos inéditas de Linda McCartney e Clive Arrowsmith; 4) vinil; 5) para download. Ou seja, reservem uma graninha para o início de novembro.

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Já estão pedindo no twitter que eu escreva sobre o VMB 2010. Repito aqui que não vou gastar uma linha com a premiação de ontem. A única coisa que acho é que o VMB de ontem foi uma VMBosta. Eu assino embaixo de cada vírgula que o Jamari França escreveu em seu blog sobre a premiação. Olha só a lucidez: "Ver os jovens da platéia cantarem as músicas do Restart dói na alma, como pode acontecer uma degradação dessa na música jovem depois de duas gerações de formações brilhantes como Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Skank, Nação Zumbi etc." Não preciso dizer mais nada. Para ler o texto completo do Jamari, basta clicar aqui.

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Acontece na próxima segunda-feira, dia 20 de setembro, a gravação do DVD do Rodrigo Santos. O local escolhido foi o Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro. No repertório, músicas álbum "Waiting on a friend", no qual Rodrigo interpreta músicas de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Bob Dylan e Rolling Stones. O cantor também deve lembrar músicas de seus dois primeiros álbuns e sucessos do Barão Vermelho. Estão previstas as participações especiais de Frejat, Leoni e Isabella Taviani. O DVD deve sair no primeiro trimestre de 2011. Os preços dos ingressos são R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia) e R$ 20,00 (lista amiga). Mais informações pelo telefone (21) 2523-9794. E o videoclipe de "Waiting on a friend" pode ser visto logo aí abaixo:



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Pode perguntar para qualquer flamenguista qual é o grande ídolo do clube. Certamente, 99% vai responder que é o Zico. Mas o restante vai dizer que o grande craque do rubro-negro carioca foi Dida, que jogou no Mengão entre 1954 e 1964. Ele foi o maior artilheiro do Flamengo (244 gols em 350 partidas) antes de Zico. E, não por acaso, ele era o grande ídolo do Galinho. Dida foi campeão do mundo em 1958 - ele era reserva de Pelé. O craque morreu no dia 17 de setembro de 2002, vítima de insuficiência respiratória.



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Na minha cabeça, não tinha muito tempo que Herivelto Martins partiu dessa pra melhor. Mas, veja só, hoje já faz 18 anos. Muita gente teve a oportunidade de conhecer a sua obra e vida através da minissérie "Dala e Herivelto", de Maria Adelaide Amaral, exibida pela Rede Globo no início do ano. Apesar de ter sido rapidinha (e de tar dado maior ênfase à atribuldada vida pessoal do casal), a série deu uma boa ideia da importância de Herivelto Martins (e de Dalva de Oliveira, claro) para a Música Popular Brasileira. E, para homenageá-lo, eu já estou ouvindo alguns de seus clássicos: "Ave Maria no morro", "Segredo", "Palhaço", "Odete"... Quanta coisa boa, né?



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Dia 17 de setembro de 1991. Foi nesse dia que Ozzy Osbourne lançou "No more tears", um de seus melhores trabalhos. O álbum, uma das maiores vendagens de toda a carreira de Ozzy, tinha um lado, digamos, mais popular. Mesmo assim, Ozzy Osbourne não deixou de lado o estilo pesadão que o consagrou. Se "Mama I'm coming home" é uma balada, podemos dizer que é uma das mais lindas baladas heavy. Em sua autobiografia recém-lançada ("Eu sou Ozzy"), ele explica a concepção desse álbum: "Muitas pessoas pensam que é preciso estar muito fodido para escrever boas músicas, mas eu acho que o disco que fiz depois de sair do [centro de tratamento] Huntercombe Manor, 'No more tears', foi um dos melhores em anos. Uma parte disso pode ser porque eu falei para a banda antes de começarmos: 'Vejam, devemos tratar cada música como se fosse um hit, mas sem ser muito afetado ou exagerado'. E funcionou bastante bem." Funcionou mesmo. E continua funcionando. Dezenove anos depois.



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Ah, tem outra cantora bem bacana fazendo aniversário hoje também. Negra Li nasceu a 17 de setembro de 1979, em São Paulo. O seu melhor álbum é "Negra livre", lançado em 2006. "Você vai estar na minha" foi o grande hit do CD, que ainda tinha alguns outros bons momentos, como "Ninguém pode me impedir" e "Chegou a hora". Ela também participou, com classe, de álbuns do Skank e do Nando Reis.



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Opa! Bom dia, pessoal. Mais uma sexta-feira, hein? Vamos começar logo com os nossos trabalhos? Sim. Então, vou falar logo de Marina Lima, grande cantora que está completando 55 anos hoje. Sou suspeito para falar da Marina. Sou fã de todos os seus álbuns. Sou fã de sua voz. Sou fã do seu estilo, que carrega todo o charme do mundo. Marina é rock. Marina é pop. Marina é MPB. Marina é samba. Marina é uma daquelas cantoras que melhor representa a nossa música. E seus shows são sempre surpreendentes. Um de seus grandes espetáculos, na minha opinião, foi "Síssi na sua", em 2000, que rendeu um belo CD duplo ao vivo. Na época, eu me lembro que um show dessa turnê havia sido gravado. Até hoje a gente espera o DVD. Quem sabe um dia, né Marina?

16 de out. de 2008

CD: “ÁLBUM BRANCO” (VÁRIOS ARTISTAS) – O TRIBUTO VERDE E AMARELO AO ÁLBUM BRANCO

Há 40 anos, um dos álbuns mais importantes da história da música chegava às lojas. “The Beatles”, mais conhecido como “White Album” (ou, aqui no Brasil, “Álbum Branco”), foi lançado em novembro de 1968. O nono álbum oficial da banda inglesa é considerado por muitos como o melhor disco de rock de todos os tempos. Além disso, “White Album” é o trabalho mais vendido dos Beatles, e também é o disco que mais encontrou compradores nos Estados Unidos, desde o seu lançamento.

A maior parte das canções do álbum foram compostas durante uma viagem dos Beatles à Índia. E a influência pode ser notada em várias faixas do álbum, que possui, de um modo geral, uma sonoridade imitada por diversas bandas até hoje – se tiver alguma dúvida, basta colocar para rodar “Dig Out Your Soul”, último CD do Oasis, lançado na semana passada. Inclusive, com relação às composições, John Lennon chegou a dizer, como pode ser lido em “Anthology”, que escreveu algumas de suas melhores canções para este disco.

Mas “White Album” não é famoso ‘somente’ por isso. Durante as suas sessões, Yoko Ono foi apresentada à banda. E Eric Clapton participou com um solo de guitarra histórico na faixa “While My Guitar Gently Weeps”, de autoria de George Harrison. Aliás, neste álbum, além de contar com várias composições de Harrison, Ringo Starr contribuiu pela primeira vez, com uma canção de seu próprio punho (“Don’t Pass Me By”) para um álbum dos Beatles.

Como se tudo isso não bastasse, o mítico disco marcou a transição por parte do quarteto de Liverpool das gravações feitas em quatro canais para oito canais. Ademais, “White Album” foi o primeiro álbum dos Beatles a ter mais de 14 faixas e o último de sua discografia a ser lançado em som mono.

Aqui no Brasil, os 40 anos do clássico disco dos Beatles foi lembrado com o CD duplo “Álbum Branco”, que reproduz a íntegra do disco (com as faixas na mesma ordem) interpretado por vários artistas brasileiros, alguns consagrados, outros independentes. Da mistureba de Zé Ramalho com Tantra, Márcio Greyck com Pato Fu, Celso Fonseca com Autoramas e os Britos com Jerry Adriani, até que o resultado soou mais coeso do que o esperado.

Como já era provável, muitos artistas participaram do projeto de forma contida, como se não quisessem “desrespeitar” a obra dos Beatles. Entre esses músicos, estão Rodrigo Santos & George Israel (que abrem o disco com uma versão bacana para “Back In The U.S.S.R”), Os Britos (com “Ob-La-Di, Ob-La-Da”), Sylvinha Araújo (que se despediu dos estúdios com uma bonita versão para “Blackbird”), Tantra (que fez uma honesta gravação de “Revolution 1”) e Jerry Adriani, que encerra o álbum com uma comovente “Good Night”.

Outros cantores saíram pela tangente e desconstruíram as clássicas canções dos Beatles. Tais versões são exatamente o diferencial desse “Álbum Branco”. Zé Ramalho, por exemplo, levou o Nordeste à Índia e revitalizou “Dear Prudence”. O Pato Fu, como de costume, também fez muito bonito com uma moderna versão para “Birthday”. Já o Manfred, se não fugiu muito do original de “While My Guitar Gently Weeps”, fez bonito com uma versão honesta do clássico de Harrison. Rogério Skylab, por sua vez, deixa “Revolution 9” (aquela que o New Musical Express classificou como um “pretensioso exemplo de imaturidade idiota”) mais estranha ainda.

Enfim, se não chega a ser um disco essencial, “Álbum Branco” serve para aguçar a curiosidade do fã, que, certamente vai correr e ouvir o disco original do Beatles. E méritos para o selo Discobertas, de Marcelo Fróes, que tornou viável o ambicioso projeto. A indústria fonográfica brasileira ficaria bem mais interessante com trabalhos dessa grandeza.

Abaixo, a música “Revolution 9”, interpretada por Rogério Skylab e presente nesse “Álbum Branco”.

Cotação: ***1/2

16 de ago. de 2008

“ÁLBUM BRANCO” BRASILEIRO CHEGA ÀS LOJAS NA PRIMEIRA SEMANA DE SETEMBRO

Desde o ano passado, o produtor musical Marcelo Fróes está preparando um projeto que agrupa diversos artistas brasileiros (tanto consagrados, quanto independentes) para regravar o clássico “White Album”, dos Beatles. A idéia foi pegar todas as faixas do disco do quarteto inglês e regrava-las exatamente na mesma ordem do álbum original. Após quase um ano de produção, o CD duplo chegará às lojas na primeira semana de setembro.

Dentre os destaques do projeto, estão as participações de artistas consagrados, como Zé Ramalho, Pato Fu, Celso Fonseca, Flavio Venturini e Jerry Adraiani. Uma curiosidade é a faixa “Rocky Raccoon”, que marca a estréia de Carmen Manfredini, irmã de Renato Russo.

Abaixo, as músicas e os artistas que participaram do projeto:
CD 1:
1) “Back In the USSR” - Rodrigo Santos & George Israel
2) “Dear Prudence” - Zé Ramalho
3) “Glass Onion” - Cachorro Grande
4) “Ob-la-di, Ob-la-da” - Os Britos
5) “Wild Honey Pie” - Bacalhau
6) “The Continuing Story of Bungalow Bill” - Daniel Tendler
7) “While My Guitar Gently Weeps” - Manfred
8) “Happiness Is a Warm Gun” - Marthav & Mariana Davies
9) “Martha My Dear” - Márcio Greyck
10) “I’m So Tired” - Dissonantes
11) “Blackbird” - Sylvinha Araújo
12) “Piggies” - Twiggy & Andreas Kisser's Lostapes
13) “Rocky Raccoon” - Carmem Manfredini
14) “Don’t Pass Me By” - Ayrton Mugnaini Jr.
15) “Why Don’t We do It In the Road” - Surfadelica
16) “I Will” - Érika Martins
17) “Julia” - Celso Fonseca


CD 2:
1) “Birthday” - Pato Fu
2) “Yer Blues” - Sérgio Vid & Big Gilson
3) “Mother Nature’s Son” - Reino Fungi
4) “Everybody’s Got Something To Hide Except Me And My Monkey” - Dr. Sin
5) “Sexy Sadie” - Metalmorphose
6) “Helter Skelter” - Andreas Kisser´s Lostapes
7) “Long Long Long” - Milke
8) “Revolution 1” - Tantra
9) “Honey Pie” - Flávio Venturini & Aggeu Marques
10) “Savoy Truffle” - Os Canibais com Renato Rocha
11) “Cry Baby Cry” - Autoramas
12) “Revolution 9” - Rogério Skylab
13) “Good Night” - Jerry Adriani & Tantra