Jornalista, autor do livro "Rock in Rio - A história do maior festival de música do mundo" (Editora Globo), ex-trainee e colaborador da Folha de S.Paulo, ex-colunista e redator da International Magazine, e colaborador do site SRZD.
Essa aí é a capa do DVD "Fé Na Festa - Ao Vivo", de Gilberto Gil, que sai na semana que vem. Dirigido por Andrucha Waddington, o vídeo, que conta com a participação de Dominguinhos, traz o registro do show que o cantor fez no Retiro dos Artistas, em setembro passado. O repertório, bem semelhante ao seu outro DVD junino ("São João Vivo"), é o seguinte: "Fé na festa", "A dança da moda", "Assim sim", "Estrela azul do céu", "Óia eu aqui de novo", "Baião da Penha", "Qui nem jiló", "Expresso 2222", "Respeita Januário", "O xote das meninas", "Eu só quero um xodó", "Lamento sertanejo", "Um riacho, um caminho", "Juazeiro", "Baião", "De onde vem o baião", "Aprendi com o rei", "O livre atirador e a pegadora", "O casamento da raposa", "Olha pro céu", "Madalena", "Asa Branca", "Maria Minha" e "Esperando na janela".
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Os fãs do Gorillaz ganharão um presente de Natal. Sabe aquele álbum que eles gravaram durante a turnê, em um iPad, e que eu já havia falado aqui no blog? Pois bem, o disco estará disponível, de graça, no site oficial da banda, no dia de Natal. Não tem muito tempo que o Gorillaz lançou um dos melhores álbuns desse ano, "Plastic beach". Resta saber se Damon Albarn e companhia conseguirão manter o mesmo nível.
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A banda Judas Priest anunciou que vai pendurar os casacos de couro com tachinhas. No ano que vem, está programada uma turnê mundial de despedida, singelamente batizada de "Epitaph tour". Rob Halford e seus colegas estão prometendo um repertório com todos os clássicos da banda. Por enquanto, estão marcados cinco apresentações na Europa. A última vez que o Judas veio ao Brasil foi em 2008.
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Mais uma "superbanda" vem aí. Carl Barat (Libertines), Matt Helders (Arctic Monkeys), Drew McConnell (Babyshambles) e Gruff Rhys (Super Furry Animals) anunciaram que vão gravar um álbum beneficente. O grupo, que se chamará The Bottletop Band, ainda receberá contribuições de VV Brown, Sam Sparro e Reverend And The Makers. A renda originária das vendas do disco ("Dream service", com lançamento previsto para o dia 11 de abril de 2011) reverterá para projetos educacionais na África, no Reino Unido e no Brasil. O primeiro single, "Fall of Rome", já está rolando pela internet.
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Max Cavalera quer voltar ao Sepultura com a sua formação original, mas o baixista Paulo Jr. é contra o retorno. Pelo menos é o que o próprio Max afirma. "Eu tive uma conversa muito boa com o Andreas Kisser. Pareceu que ele queria fazer isso. Quanto ao Igor Cavalera, tenho certeza. Penso que a única pessoa que é contra é o Paulo", disse o cantor e guitarrista ao Sonic Excess. "Eu não sei o motivo, mas ele é contra a reunião mesmo. As pessoas deveriam perguntar a ele o porquê", completou.
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Lady Gaga escolheu quatro línguas diferentes do inglês para cantar em seu próximo álbum. E o português está entre elas. Com lançamento previsto para maio do ano que vem, "Born this way" contará com músicas com letras em português, castelhano, mandarim e hindu. Gaga diz que quer "atingir o máximo possível de pessoas". Resta saber se será com sotaque lusitano ou brasileiro...
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Em uma enquete realizada pela Music Radar (mais uma?!), Axl Rose foi eleito o melhor vocalista de rock em todos os tempos, batendo gente como Freddie Mercury e Robert Plant. Se você realmente levou isso a sério, o top 10 (com direito a Matt Bellamy) é o seguinte: 1) Axl Rose 2) Freddie Mercury 3) Robert Plant 4) Ronnie James Dio 5) John Lennon 6) Bruce Dickinson 7) Thom Yorke 8) Kurt Cobain 9) Matt Bellamy 10) Paul McCartney
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Para quem ainda não viu, o novo videoclipe de Michael Jackson, "Hold my hand", está aqui. (Se o YouTube ainda não tiver tirado do ar.) E falando em Michael, hoje foi anunciado que o estoque de material inédito ainda deve durar mais alguns anos. O produtor Teddy Riley (responsável por "Michael", que chega às lojas na semana que vem), disse à BBC que já está muito entusiasmado com o próximo. Tadinho do Michael...
“The 25th Anniversary – Rock & Roll Hall of Fame Concerts”– Vários Artistas Assistir a um concerto reunindo nomes como Simon & Garfunkel, U2, Mick Jagger, Bruce Springsteen, Metallica, Aretha Franklin, Jeff Beck, Sting, entre outros, pode parecer um sonho. E deve ser mesmo. Esse concerto (na verdade dois, em dias seguidos) aconteceu no Madison Square Garden, em Nova York, no primeiro semestre desse ano para comemorar os 25 anos de existência do Rock & Roll Hall of Fame. Um amigo meu que assistiu ao segundo show tentou me descrever a sensação de ver o U2 com o Mick Jagger em cima do palco, a cinco metros de distância. Consegui imaginar, mais ou menos, como foi. Mas o DVD (também em blu-ray e CD) que chegou às lojas (lá de fora) no início do mês fez o resto do trabalho. De fato, são quase seis horas de ótima música e de encontros sensacionais. Exemplos? São numerosos, mas vamos lá: Metallica + Ozzy Osbourne (em uma versão absurda de “Iron man” / “Paranoid”), U2 + Mick Jagger, Bruce Springsteen + Billy Joel, Stevie Wonder + B.B. King (“The thrill is gone” ficou arrepiante), Paul Simon + David Crosby, Aretha Franklin + Annie Lennox, Jeff Beck + Buddy Guy (em “Let me love you baby”)... Tá bom? Nesse tipo de show, as apresentações, às vezes, tendem a ficar um pouco burocráticas. Decerto, esse “The 25th Anniversary...” não foge à regra em determinados momentos (Crosby, Stills & Nash, é verdade, chega a cansar um pouco). Mas, em sua maior parte, o DVD chega mesmo a arrepiar. Até mesmo com a Fergie grasnando e estragando “Gimme shelter”, ao lado de Bono e de Mick Jagger.
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“Legião Urbana” – Legião Urbana O dever do ofício me faz escrever sobre o relançamento da obra completa da Legião Urbana em CD (vendidos avulsos ou em luxuoso box) e em LP com gramatura 180 – adiantei o meu presente de Natal me dando a coleção completa em vinil. Bom, falar o quê da obra da Legião? Como diz aquele famoso jornalista lulista, até o mundo mineral conhece a obra de Renato Russo e companhia. Do seminal “Legião Urbana” (1985), com vários cuspes na cara de vocês, como “Será” e “O reggae”, ao póstumo “Uma outra estação” (1997), o da clássica “Clarisse” (a garota que está trancada no banheiro e quer se suicidar), a obra da banda de Brasília prima pela coerência e pela alta qualidade. Disco ruim da Legião? Desculpe-me, mas não existe. Pode até ter aquele que você considera mais fraco, mas ruim? Não. E não se esqueça que o ruim de hoje pode ser o seu predileto de amanhã. Considerei “V” (1991) durante muito tempo um álbum muito difícil. Ouvia pouco. Bom, ele continua sendo difícil. Até ainda mais, atualmente. Mas, hoje, é o meu mantra. Quando “As quatro estações” (1989) foi lançado, os roqueiros mais radicais não entenderam porque Renato Russo estava cantando “Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo” ou então “Ainda que eu falasse a língua dos anjos”. Hoje, acho que todo mundo entende. Outro aspecto que impressiona quando a gente ouve novamente a obra completa da Legião Urbana é observar a sua atemporalidade. Nossa mãe, tem bandinha por aí que fez música ontem, e hoje já soa datada, tanto na sonoridade quanto na letra. Isso não acontece com nenhuma (eu disse NENHUMA!) música da Legião, posso garantir. Se encontrar alguma, por favor, me avise. Agora, eu vou dar uma dica: se você for muito fã da Legião, tiver um toca-discos e alguma grana sobrando, compre a edição dupla em vinil de “A tempestade”. Renato Russo sempre dizia que “até segunda ordem, todo álbum da Legião é duplo”. Na hora H, ele mudava de ideia para o disco não ficar muito caro. Assim, “A tempestade” é o primeiro vinil duplo (de canções inéditas, ressalte-se, ou seja, o “Música para acampamentos” não vale) da história da Legião Urbana. Demorou, mas Renato Russo deve ter ficado feliz.
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“Live from Austin TX” – R.E.M. O R.E.M. já anunciou que o seu novo álbum de inéditas, “Collapse into now” sairá em breve. No ano passado, chegou às lojas o fantástico CD duplo “Live at the Olympia in Dublin”, com 39 faixas gravadas durante os ensaios abertos para a gravação do álbum “Accelerate” (2008). Um álbum ao vivo, é verdade, mas que não tinha muita coisa a ver com a turnê, que passou pelo Brasil em três memoráveis apresentações em novembro de 2008. Então, a “Accelerate tour” iria passar em branco, logo por uma banda que sempre faz questão de deixar registrado oficialmente algum show da turnê? Mais ou menos. “Live from Austin TX”, novo DVD da banda Michael Stipe, Mike Mills e Peter Buck, não é exatamente um show da turnê do álbum. A apresentação foi gravada para o programa de televisão “Austin City Limits”, no dia 13 de março de 2008, poucos dias antes de “Accelerate” chegar às lojas. Não se tratava de um ensaio, mas de um especial com 75 minutos de duração. Nesse DVD, as canções do álbum surgem da mesma forma que estão registradas no trabalho de estúdio, além de sucessos que viriam a fazer parte da turnê. Mas, caso você tenha ido a algum show do R.E.M. em 2008, esqueça toda a animação e energia da banda. Esse “Live from Austin TX” é frio como um focinho de cachorro quando acorda no inverno. A preocupação em acertar as músicas novas deixa a apresentação muito sem graça – e isso sem contar com o áudio do DVD, que está baixo demais. Mas é lógico que também não dá pra desprezar o lançamento. Afinal, não é sempre que o R.E.M. junta em um mesmo setlist preciosidades como “Drive”, “So. Central rain” e “Fall on me”. E também não é qualquer banda que pode tocar músicas como “Losing my religion”, “Man on the moon” e “Imitation of life” sem jamais cansar o ouvinte. E tem mais: as músicas do “Accelerate” ficam melhores a cada dia que passa. Duvida? Então ouça “Until the Day is done” e “Man-sized wreath”. Pensando bem “Live from Austin TX” é um grande DVD. Realmente, o R.E.M. não consegue fazer nada mal feito.
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“30 anos – Ao vivo” – Roupa Nova Ninguém pode dizer que o Roupa Nova só vive do passado, afinal, não tem muito tempo, eles colocaram nas lojas o mediano “Roupa Nova em Londres” (2009). Mas muita gente pode dizer que o Roupa Nova tem vivido muito do passado ultimamente. Veja só: “RoupAcústico” (2004), “RoupAcústico 2” (2006) e, agora, “30 anos – Ao vivo”. Por mais que o Roupa Nova seja uma das instituições da MPB com um enorme número de sucessos, não tem como não soar repetitivo. Os dois primeiros discos citados são acústicos, certo, mas esse terceiro não foge muito do esquema. Embora seja notável a preocupação da banda em fazer arranjos um pouco diferentes, no final das contas, não tem muito para onde correr. Entretanto, quem é que está muito interessado em ficar ouvindo material novo, a não ser os críticos rabugentos? A julgar pela empolgação dos fãs do Roupa Nova nesse novo DVD (que também sai em CD com faixas muito mal selecionadas, diga-se de passagem), a banda carioca está fazendo a coisa certa. Do início, com a linda “Sapato velho” até o final, com “Canção de verão” (o seu primeiro sucesso), o Roupa Nova joga pra galera, literalmente. Não tem uma música que a plateia que lotou o Credicard Hall, em julho, não saiba de cor (e cante aos berros). E tome “Linda demais”, “Volta pra mim”, “A força do amor”, “Dona”, “Coração pirata”, “Seguindo no trem azul”, “Clarear”, “Meu universo é você”, “Whisky a gogo”... No CD e no DVD, o Roupa Nova também recebe convidados especiais como Milton Nascimento (“Nos bailes da vida”), Sandy (“Chuva de prata”), Padre Fábio de Mello (em “A paz”, jura que precisava disso??) e Fresno (“Show de rock ‘n roll”). Stanley Netto e Daniel Musy engrossam o caldo nos metais, e a Orquestra Sinfônica Villa-Lobos faz bonito, ainda que a sua participação seja reduzida. As letras do Roupa Nova, às vezes, são de gosto bem duvidoso. Mas, musicalmente, vamos combinar, a banda é perfeita.
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“Death to false metal” / “Pinkerton” (Edição especial) – Weezer O Weezer está fazendo um bom pé-de-meia nesse fim de ano. Depois do lançamento do álbum de inéditas “Hurley”, dois meses atrás, agora é a vez de dois (na verdade três, porque um é duplo) CDs em uma tacada só. Vamos começar pela edição especial do clássico “Pinkerton”, lançado originalmente em 1996. Até hoje, os fãs do Weezer dizem que a banda nunca lançou nada igual. E eles têm razão. Ouvindo “Pinkerton” novamente, 14 anos após, fica nítida a sua qualidade. É aquele tipo de álbum que a gente pode afirma que não envelhece. “Tired of sex”, “Across the sea”, “Pink triangle” e “The good life” continuam deliciosas. Além disso tudo, quem comprar essa edição luxuosa de “Pinkerton” (óbvio que só saiu lá fora), ainda vai ter 25 faixas raras ou inéditas, como lados B de singles, muita gravação ao vivo de faixas do álbum (a versão acústica de “El scorcho” é especialmente divertida), takes alternativos de gravação (“Butterfly”, ainda mais crua, ficou ainda mais bonita), além da absolutamente inédita “Tragic girl”. Partindo para “Death to false metal”, trata-se de uma compilação de gravações inéditas do Weezer, “que não entraram nos sete primeiros álbuns da banda porque estávamos ou estranhos demais, ou pop demais, ou metal demais ou punk demais”, conforme Rivers Cuomo explicou ao Toronto Sun, no mês passado. Apesar de as músicas serem, em sua maioria, antigas, o álbum mais parece um novo trabalho da banda. Com todos os senões que isso acarreta, até mesmo porque, todos sabemos que os últimos álbuns do Weezer estão mais pra lá do que pra cá. Por exemplo, a versão para “Unbreak my heart”, aquela mesmo da Toni Braxton, chega a ser risível – o que a banda quis com essa faixa? “Turning up the radio”, a faixa de abertura, lembra o rock adolescente que o Weezer anda fazendo ultimamente, e “Losing my mind” soa pretensiosamente chata. Mas tudo bem, ainda tem algumas coisas que a gente possa se lembrar do Weezer dos velhos tempos, como “The odd couple” e “Blowin’ my stack”. Mas nada que justifique o lançamento de “Death to false metal”, indicado somente para os mais fanáticos.
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Em seguida, veja o encontro de Mick Jagger com o U2, em “Stuck in a moment you can’t get out of”, presente no DVD “The 25th Anniversary – Rock & Roll Hall of Fame Concerts”:
Os candidatos à presidência dos Estados Unidos revelaram à revista Blender quais as dez músicas prediletas de cada um.
Ontem, Barack Obama revelou que a cantora inglesa Joss Stone vai compor e gravar a canção tema de sua campanha presidencial. Todavia, a cantora inglesa não figura no ‘top ten’ do democrata. Stevie Wonder, que também já foi citado por Obama como o seu artista predileto, não possui nenhuma canção na lista.
Como já era de se esperar, a lista do candidato republicano, que conta com artistas como Neil Diamond, The Platters e ABBA, é um pouco mais conservadora do que a de Obama, que, por sua vez, apesar de citar Frank Sinatra (único artista em comum com McCain), prefere coisas mais atuais, como Kanye West, U2 e Will.I.Am. Um outro ponto que chama a atenção na lista do candidato democrata, é a presença de artista negros. Dos dez escolhidos, seis (Fugees, Marvin Gaye, Nina Simone, Kanye West, Aretha Franklin e Will.I.Am) são representantes da raça negra.
Abaixo, confira o que toca no iPod de cada um dos candidatos norte-americanos:
Barack Obama: 1) Fugees – “Ready Or Not” 2) Marvin Gaye – “What’s Going On” 3) Bruce Springsteen – “I’m On Fire” 4) The Rolling Stones – “Gimme Shelter” 5) Nina Simone – “Sinnerman” 6) Kanye West – “Touch The Sky” 7) Frank Sinatra – “You’d Be So Easy To Love” 8) Aretha Franklin – “Think” 9) U2 – “City of Blinding Lights” 10) Will.I.Am – “Yes We Can”
John McCain: 1) ABBA – “Dancing Queen” 2) Roy Orbison – “Blue Bayou” 3) ABBA – “Take A Chance On Me” 4) Merle Haggard – “If We Make It Through December” 5) Dooley Wilson – “As Time Goes By” 6) The Beach Boys – “Good Vibrations” 7) Louis Armstrong – “What A Wonderful World” 8) Frank Sinatra – “I’ve Got You Under My Skin” 9) Neil Diamond – “Sweet Caroline” 10) The Platters – “Smoke Gets In Your Eyes”