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Né?
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Os Pet Shop Boys compuseram a trilha para um espetáculo de dança que estreará em Londres no ano que vem. O musical foi adaptado da obra "The most incredible thing", de Hans Christian Andersen. Neil Tennant e Chris Lowe contaram com a colaboração do coreógrafo e diretor Javier De Frutos, além do Royal Ballet Principal e do amigo Ivan Putrov. Idealizado para a companhia Sadler's Wells, Tennant descreveu o projeto como "muito excitante". "The most incredible thing" contará com uma orquestra de 26 músicos, e um elenco com 15 atores.
Em dezembro de 1969, Eric Clapton e George Harrison excursionaram juntos, com a dupla Delaney & Bonnie, formada por Delaney Bramlett e sua esposa Bonnie - uma espécie de "versão branca" da dupla Ike & Tina Turner. A turnê originou o álbum "On tour with Eric Clapton", o de maior sucesso da dupla. No dia 27 de julho, a Rhino coloca nas lojas uma edição comemorativa de 40 anos do disco, cheia de material inédito espalhado em quatro CDs, incluindo trechos de apresentações em Londres, Bristol e Croydon. Para quem conhece, parece que essa versão expandida vale a pena. Para quem não conhece, é melhor correr atrás.
Bom, agora vamos ver o que que tem de bom nesse dia 08 de julho. Vou começar com uma boa, que eu duvido que você soubesse. Hoje é o Dia do Padeiro!! Haha... Esperava por essa? Mas o motivo é simples. Hoje é dia de Santa Isabel, padroeira dos panificadores. Ela tinha o costume de distribuir pães para os pobres. Só que um dia ela foi flagrada pelo rei. Ela disse que estava carregando flores no vestido. O rei pediu para ver e, na hora em que Isabel soltou o vestido, caíram dele pétalas. Taí então, parabéns aos padeiros do Brasil.
Eu já tinha avisado aqui no blog que o cantor e compositor Beck ia se juntar a gente como Thurston Moore e Tortoise para mais um Record Club (evento mensal em que Beck escolhe alguns convidados para recriar um álbum de algum outro artista, na íntegra, durante um dia, em estúdio). Pois bem, depois de Velvet Underground, INXS e Leonard Cohen, agora é a vez de Yanni! E o álbum escolhido foi "Live at the Acropolis", de 1993. A primeira faixa, "Santorini", já está disponível no site do cantor, e pode ser ouvida aqui no blog.
Acho que o Kanye West se matou na capa de seu novo single, "Power"...
A Biscoito Fino promete para o final desse mês o novo DVD de Mart'nália, "Em África - Ao vivo" (capa acima). Sob a direção de João Wainer, o DVD traz um show gravado na Ilha de Luanda, além de uma "roda de semba" (com Martinho da Vila, as irmãs Analimar e Maíra Freitas, a sobrinha Dandara Black, além de Gilberto Gil, Carlinhos Brown e Mayra Andrade) e um documentário ("que foca na relação Brasil e África, segundo o release). O cantor africano Yuri da Cunha acompanha a cantora em duas músicas. Acompanhando o DVD vem um CD, com 16 das 19 faixas do DVD, incluindo 7 do último disco, "Madrugada". As faixas do DVD são as seguintes: "Cabide", "Alívio", "Para comigo", "Ex-amor"/"Disritmia", "Angola", "Essa mania", "Muxima"/"Muadiakime", "Tava por aí", "Deu ruim", "Ela é minha cara", "Conto de areia", "Batendo a porta", "Mulheres", "A tonda da mironga do kabuletê", "Fé", "Don't worry, be happy", "Brasil pandeiro", "Kizomba - Festa da raça", "Batucada final"/"Só sei que sou Vila Isabel".
A banda The Like anunciou detalhes de seu novo álbum, "Release me", que chegará às lojas no dia 30 de agosto. Produzido por Mark Ronson, o disco contará com 12 faixas. O conjunto feminino participará dos festivais britânicos de Reading e Leeds, ambos em agosto. Elas também abrirão a turnê europeia dos Strokes, agora no verão europeu. A relação de faixas de "Release me" é a seguinte: "Wishing he was dead", "He's not a boy", "Release me", "Walk of shame", "Narcissus in a red dress", "I can see it in your eyes", "Fair game", "Square one", "In the end", "Trouble in paradise", "Catch me if you can" e "Don't make a sound".
Vai um vinhozinho "Whitesnake" aí? É sério mesmo... A banda de David Coverdale resolveu imitar o Iron Maiden e lançar a sua própria safra de vinho. Acho que vou separar 30 dólares e comprar de aniversário pro meu pai. Certamente, ele vai achar uma bosta, mas depois eu guardo a garrafa.
Sai na primeira semana de julho o DVD "Stones in exile" (capa acima), o documentário que mostra os bastidores da gravação de "Exile on main st", um dos álbuns mais cultuados da carreira dos Rolling Stones. O disco foi gravado no ano de 1971, em uma mansão chamada Nellcôte, em Villefranche-sur-Mer (França). Eu não tive chance de ver o documentário, que já passou no Multishow, mas as críticas que li (no Brasil e lá fora) foram bem boas. Além do documentário, o DVD traz nos extras entrevistas com Keith Richards, Bill Wyman, Mick Taylor, Anita Pallenberg, Charlie Watts, Mick Jagger e Ronnie Wood.
Volta e meia eu falo de Miles Davis por aqui. É impressionante como sempre tem algo bacana para escrever sobre ele. Seja anunciar o relançamento de alguma edição especial de algum álbum seu ("Bitches brew" vem aí) ou relembrar alguma data. E hoje é dia de lembrar que, exatos 40 anos atrás, Miles Davis subia ao palco do lanedário Filmore East para gravar o antológico álbum "Miles Davis at Filmore". As gravações aconteceram durante quatro apresentações, entre os dias 17 e 20 de junho de 1970. Na ocasião, Miles estava lançando "Bitches brew", que foi um dos precursores do chamado jazz fusion. O álbum contou com a produção de Teo Macero, e músicos como Steve Grossman, Chick Corea, Keith Jarrett, Dave Holland, Jack DeJohnette e o brasileiro Airto Moreira. Fala sério... Pode até soar um pouco estranho para os ouvidos menos acostumados, mas não tem como ser ruim.
Artistas como Paul McCartney, Bob Dylan, The Clash, David Bowie e Brian Wilson escolhem, cada um, uma canção de sua autoria, e designam algum artista atual para fazer uma nova versão da mesma. Esta é a idéia de “Heroes”, novo disco da fundação de caridade War Child, que chegará às lojas no dia 22 de novembro.
O cantor norte-americano confessou, em entrevista à revista Spin, que está cansado de fazer shows, e deu a entender que a turnê de divulgação do álbum “Modern Guilt” pode ser uma de suas últimas. Beck falou muito das chateações da vida na estrada, comparando-a como “dormir em uma máquina de lavar”.
“Quando estava começando a carreira, agüentava bem a idéia de estar sempre realizando concertos. Mas depois de oito ou nove discos, ou a gente está sob o efeito de drogas, ou nos tornamos uma máquina”, admitiu.
Além de sua banda, na atual turnê, Beck está acompanhado dos filhos Cosimo e Tuesday, e de duas babás.
O cantor norte-americano anunciou hoje que montará um show especial no Hollywood Bowl, em Los Angeles, no próximo dia 20 de setembro – com ingressos já esgotados. Beck será acompanhado pela The Hollywood Bowl Orchestra Strings, conduzida por ninguém menos do que seu pai, David Campbell.
Para quem acha que Campbell é um ilustre desconhecido, ele já ganhou 400 discos de ouro e de platina, além de ter sido contemplado com dois Oscars e mais de 50 Grammys. Ele também já elaborou arranjos para canções de alguns álbuns de Beck.
Beck sempre foi um artista brilhante. Gravou alguns discos antológicos mas, verdade seja dita, escorregou em outros. E sempre quando escorregou, o motivo foi um só: excesso. Com tantas influências na cabeça, o artista norte-americano, às vezes, grava trabalhos confusos demais, e o seu penúltimo disco, “Information”, é um deles.
Já o seu mais novo trabalho, “Modern Guilt” é absolutamente o oposto de seu predecessor. Em “Modern Guilt”, Beck soa coeso e maduro, como há alguns anos se via. Assim, com a azeitada produção dividida com o DJ Danger Mouse, Beck gravou um dos melhores álbuns de sua carreira, que não fica nada a dever a clássicos como “Odelay” (1996) ou “Sea Change” (2002). E se muito do sucesso dos anteriores deveu-se à produção dos Dust Brothers e de Nigel Godrich, respectivamente, em “Modern Guilt”, os créditos vão para o DJ que é uma das duas metades do Gnarls Barkley.
De início, vale ressaltar que apesar dessa coesão, Beck não abandou as suas principais influências. Elas estão apenas mais discretas e dosadas – o discreto encarte do CD já dá uma pista do que pode ser ouvido nele. Ou seja, em “Modern Guilt” ainda é possível ouvir traços de hip-hop, folk, psicodelia, rock, country, entre outros. E parece que esse (de certa forma) minimalismo agradou bastante. Tanto que “Modern Guilt” chegou ao 4º lugar da parada da Billboard, e, graças a ele, Beck ingressou no top ten da parada britânica de discos pela primeira vez.
A All Music Guide classificou o novo trabalho como “uma efetiva dosagem da paranóia do século XXI”. Seja lá o que isso signifique, em “Modern Guilt”, Beck transita com muita segurança entre a experimentação e a economia, tudo embalado por aquelas batidas que só são possíveis encontrar em seus álbuns.
E a primeira faixa do álbum, “Orphans”, já mostra que a proposta de Beck nesse disco é realmente diferenciada. Com uma melodia parecida com o sucesso setentista “You’re So Vain”, de Carly Simon e a participação especial da cantora Cat Power, Beck manda uma batida simples acompanhada por singelos violões e alguns poucos efeitos. E, de certa forma, com algumas exceções, essa é a essência de “Modern Guilt” – e que também pode ser notada em faixas como “Modern Guilt” (o melhor vocal de Beck no álbum inteiro) e a balada “Volcano”.
Mas nenhuma das faixas de “Modern Guilt” se compara a “Gamma Ray”. Nela, é possível notar claramente a assinatura de Danger Mouse – se “Gamma Ray” estivesse em “The Odd Couple”, do Gnarls Barkley, ninguém estranharia. Misturando surf music ao ‘western spaghetti’, com um baixão esperto e uma letra muito viajante (“Come on little gamma ray / Standing in a hurricane / Yours brains are bored / Like a refugee from a house that’s burning”), a segundo faixa do disco é o grande destaque de “Modern Guilt”. Inclusive, é bem superior à única canção do álbum que foi assinada por Beck e Danger Mouse em conjunto, “Walls”.
E por falar em letras viajantes, nada se compara a “Chemtrails”, uma das melhores do álbum. Um pouco mais lenta (mas com alguns momentos pesados), com uma melodia que remete a um sonho, a sua letra (“All I can take from these scars is hope / But all I can see in this night are boats sinking / Down by the sea swallowed by evil”) encaixa na melodia como uma luva.
“Youthless” e “Replica” são outras duas músicas que se destacam em “Modern Guilt”. A primeira, cheia de efeitos, faz lembrar um pouco os bons momentos de “Odelay”. Já a segunda, cuja (estranha) sonoridade lembra um disco tocado de trás para frente remete a “Information” e seus (poucos) bons momentos.
E outra faixa que não pode passar em branco é “Soul Of a Man”. Com ela, Beck prova que, com suas guitarras distorcidas e bateria pesada, pode soar roqueiro com a mesma competência que transita em outros gêneros musicais. Inclusive, no meio da canção, há um discreto trecho da melodia de “Mr. Soul”, clássico da seminal banda de Neil Young, Buffalo Springfield. E isso não é para qualquer um...
Mas “Modern Guilt”, felizmente, pode ser para qualquer um. Para quem nunca curtiu (ou entendeu) os trabalhos anteriores de Beck, este novo disco fará com que o ouvinte menos acostumado a sonoridade do cantor norte-americano, comece a se interessar pela sua obra. E que tal começar ouvindo “Loser”, primeira faixa do primeiro álbum de Beck, e um dos maiores clássicos dos anos 90?
Abaixo, o videoclipe da canção “Gamma Ray”.
Cotação: ****1/2
O cantor e compositor Beck falou sobre a participação do produtor Danger Mouse em seu novo álbum. Ele revelou que, a princípio, Mouse, que produziu todas as faixas de seu novo álbum, “Modern Guilt”, só trabalharia em apenas uma canção.
Em entrevista à BBC 6Music, Beck explicou que Danger Mouse disse que não teria tempo para produzir um disco completo para ele, mas acabou mudando de idéia após a dupla começar a trabalhar em conjunto.
“Nós já éramos amigos, então eu liguei para ele e disse ‘vamos fazer um disco’. Mas ele disse ‘eu não tenho tempo, mas podemos fazer uma faixa’. Nós gravamos a primeira música do álbum [“Orphans”] e decidimos que havia um álbum inteiro nela. Dois meses depois o disco estava pronto”, disse Beck.
Falando sobre o trabalho em dupla, Beck explicou: “A sua abordagem vem mais do hip-hop e da eletrônica, mas eu apliquei a isso uma forma de composição mais tradicional, além de rock e folk, trazendo todos esses elementos. Danger Mouse trouxe todas as batidas que deram a tônica ao disco. Esses ritmos me deram idéias para essas canções, e assim o trabalho foi feito conjuntamente”.
O compositor Morrissey fez um show ontem no festival de Wireless, no Hyde Park, Londres, e aproveitou para apresentar duas canções que farão parte de seu próximo trabalho, “Years Of Refusal”. Entre elas, “Mama Lay Softly On The Riverbed”, que foi muito bem recebida pela platéia inglesa. Além das canções inéditas, Morrissey cantou sucessos de sua carreira solo, como “Irish Blood, English Heart” e “The First Of The Gang To Die”, e também do The Smiths, como “Vicar In A Tutu”, “Stretch Out And Wait” e “Ask” (vídeo abaixo). Ainda de sua ex-banda, Morrissey encerrou o show com “How Soon Is Now?”, “What She Said” e a rara “Rubber Ring” (já no bis).
Durante o concerto, Morrissey cutucou a cantora Kylie Minogue, que, recentemente, foi agraciada com o prêmio oficial da Ordem do Império Britânico, concedido pela rainha da Inglaterra, pelos seus serviços prestados à música. O ex-vocalista dos Smiths disse que “quase morreu de emoção” ao ver Minogue ganhar o prêmio no palácio de Buckingham, na 5ª feira passada. “Eu tenho certeza que vocês vão concordar que foi totalmente merecido”, zombou Morrissey.
Além de Morrissey, o cantor Beck se apresentou no Hyde Park, na noite de ontem. Assim como o cantor inglês, ele também apresentou canções de seu próximo trabalho de estúdio, “Modern Guilt”. Canções antigas da sua carreira também estiveram no roteiro, como “The New Pollution”, “Loser”, “E-Pro” e “Devil's Haircut”.
Trinta mil pessoas estiveram na noite de ontem no Hyde Park.
O guitarrista e vocalista Tom DeLonge, da banda Blink 182 resolveu falar sobre a controvérsia envolvendo a banda My Chemical Romance ultimamente, que vem sendo apontada pela mídia britânica como a responsável pelo suicídio de uma menor. Em entrevista à Buzznet, DeLonge disse que viveu algo parecido e defendeu o My Chemical Romance dizendo que não há nada de anormal no conteúdo de suas letras. “Uma das vítimas dos tiros de Columbine tirou a sua vida enquanto ouvia nossas músicas. Você não tem idéia de onde esse tipo de pessoa é. E o My Chemical Romance perdeu um bom tempo cantando coisas falando sobre rebelião e angústia, mas qual banda nunca fez isso quando era mais jovem?”, afirmou o vocalista do Blink 182.
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A guitarra Fender Stratocaster 1965 que pertenceu a Jimi Hendrix será posta em leilão. Na verdade, apenas os seus restos estarão disponíveis para os lances, pois a mesma foi incendiada por Hendrix no dia 31 de março de 1967, no London Astoria. Naquela oportunidade, Hendrix colocou fogo em uma guitarra em cima do palco, pela primeira vez. Os organizadores do leilão esperam arrecadar 250 mil libras com a guitarra, que foi mantida em um armazém nos últimos 40 anos. Abaixo, a canção “Wild Thing”, registrada no Monterey Pop Festival, em 18 de junho de 1967, durante a qual Hendrix também incendiou a sua guitarra.
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A banda Kings Of Leon está prestes a terminar as gravações de seu próximo álbum, que sucederá “Because Of The Times”, lançado em 2007. O disco, que ainda não tem título, tem previsão de lançamento para o mês de setembro. Caleb Followill, líder do grupo, disse que as pílulas que ele andou tomando para reparar o seu braço após uma briga com o irmão, desempenharam um papel importante na gravação. “Não posso afirmar que foram exatamente as pílulas, mas as novas melodias são bem mais fortes do que tudo o que já escrevi. São realmente canções muito bonitas. Eu sei que estou falando demais, mas esta é a primeira vez que estou realmente orgulhoso de mim mesmo”, disse Followill à Rolling Stone. Entre as canções do próximo álbum, estarão presentes “Cold Desert” e “Crawl”. A banda também está abrindo os shows da turnê do Pearl Jam, que começou ontem.
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O CD “It Won’t Be Soon Before Long”, do Maroon 5, ganhará uma versão especial em julho. Além do CD, haverá um DVD com quarto videoclipes de canções do álbum, bem como um show completo da última turnê da banda. Algumas faixas extras, como lados-B, também farão parte do pacote. Não há previsão de lançamento no Brasil.
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Foi anunciada a data oficial de lançamento do novo álbum de Beck. “Modern Guilt” chegará às lojas norte-americanas no dia 08 de julho. O disco, produzido por Beck e Brian ‘Danger Mouse’ Burton, terá dez faixas em mais ou menos 30 minutos de duração. A canção “Chemtrails”, que já é conhecida pelos fãs, fará parte do álbum que sucederá “The Information” (2006). Outras faixas de “Modern Guilt” são “Gamma Ray” e “Soul Of a Man” e “Profanity Prayers”. Abaixo, “Chemtrails”.
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Beyonce, Jay-Z e a banda The Police são os três artistas do mundo da música que estão presentes na lista anual das 100 maiores celebridades da revista Forbes. Beyonce, na quarta colocação, está atrás apenas de Oprah Winfrey (primeira colocada), Tiger Woods e Angelina Jolie. O rapper Jay-Z ficou em sétimo lugar, enquanto a banda The Police, de Sting, Stewart Copeland e Andy Summers ficou em oitavo. O cantor Elton John, que no ano passado era o sétimo da lista, não ficou entre os dez primeiros nesse ano.
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Marcelo Camelo agendou duas apresentações no Canecão, Rio de Janeiro. Os shows acontecerão nos dias 13 e 14 de dezembro e os ingressos já estão sendo vendidos. Não há maiores informações quanto ao lançamento do primeiro álbum solo do ex-integrante do Los Hermanos.
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O Pearl Jam iniciou ontem uma curta turnê de 12 datas pelos Estados Unidos. O show de estréia aconteceu na cidade de West Palm Beach, na Flórida. Segundo a revista Rolling Stone, a banda só demonstrou uma certa ferrugem durante a primeira canção do roteiro, “Oceans”. Logo após, a banda rapidamente retornou ao que sabe fazer de melhor, com canções mais pesadas, como “Severed Hand”, “Save You”, “Do The Evolution” e “God’s Dice”. A banda também apresentou velhos sucessos de seu repertório, como “Dissident” e “Even Flow”. Outras canções menos conhecidas de seu repertório também foram executadas, como “Sad”, “Faithful”, “Glorified G” e “Why Go”, que encerrou a apresentação, antes do bis. “Inside Job”, “Rearviewmirror”, “Rains On Me” (cover de Tom Waits) e “No More” foram as músicas escolhidas para o primeiro bis. O encerramento ocorreu com “Alive” e “Yellow Ledbetter”, durante a qual o guitarrista Mike McCready tocou o hino norte-americano “Star-Spangled Banner”, da mesma forma que Jimi Hendrix fez em Woodstock. Um vídeo amador desse momento está logo aí abaixo.
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George Michael anunciou ontem a sua despedida das grandes turnês. O cantor que está no meio da turnê “Twenty Five”, vai realizar dois shows de despedida no Earl's Court, em Londres. Os shows, intitulados “The Final Two”, acontecerão nos dias 24 e 25 de agosto. Um comunicado no site do cantor diz que os “shows serão muito especiais e vão conter os sucessos de Michael, canções nunca apresentadas em shows na Inglaterra, e um novo e impressionante palco”. Para justificar a sua decisão, Michael disse que a idade é um dos principais motivos. De qualquer forma, o cantor não descartou fazer alguns shows menores no futuro. Ele também está escrevendo a sua autobiografia, que deve ser lançada ainda nesse ano.
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A banda Duran Duran realizou na noite de anteontem um show no Museu Louvre de Paris. “Espero que tenhamos colocado um sorriso no rosto de Mona Lisa”, disse Simon Le Bon. O Duran Duran foi a primeira banda a se apresentar no museu francês, tocando em frente à famosa Pirâmide do Louvre. O concerto teve a finalidade de levantar fundos para a galeria de arte do século XVIII do museu. “Foi com grande honra que recebemos este convite para nos apresentar nesse prestigioso evento em um dos mais bonitas e históricas construções de Paris, e em benefício das artes”, disse Le Bon.
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O guitarrista Slash, ex-Guns ‘n’ Roses e atual Velvet Revolver, está aproveitando o período de folga em sua banda para gravar o seu primeiro álbum solo. “Estou trabalhando agressivamente nesse momento enquanto tenho tempo, pois logo que o Velvet encontrar um novo vocalista, as coisas vão ficar difíceis. Não sei quando o disco vai sair, mas espero que saia antes do próximo álbum do Velvet Revolver”, disse Slash à Spinner.
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A música de Robbie Williams despertou uma pessoa que estava em coma na Áustria. Kerstin Fritzl, que acordou do coma ontem, escutou durante o período em que esteve desacordado, músicas de Robbie Williams, especialmente “Angels”, em um fone de ouvido. Um dos médicos que atendeu o paciente disse ao The Sun que a menina doente era fã do cantor inglês, e agora já está pronta para dançar as suas músicas. “Ela estava ouvindo os CDs de Robbie Williams, e quando acordou, nós perguntamos o que ela gostaria de fazer. Ela disse que queria ir a um passeio de barco e a um show do Robbie Williams, disse o médico Albert Reiter. Abaixo, a canção “Angels”, em uma apresentação de Robbie Williams, em Knebworth, Inglaterra.
O cantor Beck finalizou as gravações de seu 10º disco de estúdio. O álbum tem o título provisório de “Modern Guilt”, e foi produzido por Brian Burton – mais conhecido como Danger Mouse –, membro do Gnarls Barkley. “Foi o trabalho mais intenso que já fiz. Foi como se eu tentasse encaixar os dois anos em que fiquei escrevendo as canções, nos dois meses e meio de gravação. Foi o que eu fiz nas últimas dez semanas, sem folga, até as quatro ou cinco da madrugada, todos os dias”, disse Beck à Rolling Stone. O disco terá dez faixas e, apesar de Beck querer lançá-lo em junho, ainda não existe data confirmada para ele chegar às lojas.
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O Metallica lançou hoje o site Mission:Metallica, através do qual o público poderá assistir cenas exclusivas das gravações, bem como escutar trechos das novas canções. Os fãs que se cadastrarem no site poderão ganhar passes de backstage para todos os shows do Metallica nesse verão do hemisfério norte. No site também é possível fazer downloads de shows e toques de telefone celular.
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A cantora Amy Winehouse está trabalhando em uma faixa do próximo álbum dos Babyshambles. Da prisão, o vocalista da banda, Pete Doherty, que fará dueto com ela na canção, afirmou que a cantora já está em estúdio com o guitarrista Mick Whitnall.
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O baterista Zak Starkey não é mais o baterista do Oasis, informou o jornal sensacionalista inglês “The Sun”. O filho de Ringo Starr, que toca com a banda inglesa desde 2004, entretanto, chegou a terminar as gravações do próximo disco do Oasis. Ao que tudo indica, durante as sessões em estúdio, houve vários desentendimentos entre Starkey e o guitarrista Noel Gallagher. Starkey foi o terceiro baterista do Oasis. Antes dele, passaram pela banda Alan White e Tony McCaroll.
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A banda alemã de música techno Scooter roubou o primeiro lugar de Madonna na parada inglesa. O CD “Jumping All Over the World” é o primeiro álbum da banda a chegar ao topo da parada inglesa de discos. “Hard Candy”, de Madonna, está na segunda posição.
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O cantor escocês Rod Stewart planeja gravar um disco de rhythm and blues e country. Dessa forma, ele deixaria de lado o projeto de “songbooks”, nos quais gravou clássicos do cancioneiro norte-americano. Rod Stewart tem intimidade com esses dois gêneros musicais. Ele já gravou canções dos Temptations (“I Know I’m Losing You”), Tim Hardin (“Reason To Believe”) e Bob Dylan (“The Girl From North Country”).
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David Gilmour agendou o lançamento do álbum “Live In Gdañsk”, para o dia 28 de setembro. O disco foi gravado durante um show de Gilmour, em 2006, em frente a um público de 50 mil pessoas na Polônia. Esse foi o único show da turnê em que David Gilmour foi acompanhado por uma orquestra de cordas, composta por 40 membros. O roteiro abarcou canções de seu disco mais recente, “On An Island”, e sucessos do Pink Floyd.
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John Mellencamp vai lançar o seu novo trabalho, intitulado “Life, Death, Love And Freedom”, no dia 15 de julho. O disco será distribuído pelo selo Hear Music, que pertence à cadeia de cafeterias Starbucks. O novo CD de Mellencamp será o primeiro com um novo formato de alta-definição de áudio denominado “CODE,” que faz com que as faixas digitais tenham um som mais “quente” que o das fitas master.
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Depois de uma temporada de duas semanas com shows esgotados no Mistura Fina, Milton Nascimento, acompanhado pelo Jobim Trio, retorna aos palcos cariocas. A temporada no Canecão terá início no dia dos namorados e segue nos dias 13 e 14 de junho.