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18 de jul. de 2011

Uma trilha sonora para a semana

1) "Miami 2017 (Seen the lights go out on Broadway)" (Billy Joel)



2) "59th Street Bridge song (Feelin' groovy)" (Simon & Garfunkel)



3) "Broadway" (The Clash)



4) "Walk on the wild side" (Lou Reed)



5) "New York" (U2)



6) "Fairytale of New York" (The Pogues & Kirsty MacColl)



7) "My city of ruins" (Bruce Springsteen)



8) "New York, I love you but you're bringing me down" (LCD Soundsystem)



9) "New York City" (John Lennon)



10) "Who are you, New York?" (Rufus Wainwright)

15 de out. de 2010

Pedro Luís, Cole Porter, Antônio Maria, Skank, Mario Puzo, Chaplin, Guns n' Roses, Lady Gaga, REM, Keith Richards, Prince, Weezer, Maria Bethânia

Feliz Dia dos Mestres!



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Chega às lojas na primeira semana de novembro o CD duplo "Amor, Festa e Devoção" (capa acima), de Maria Bethânia. Gravado no Rio de Janeiro, no primeiro semestre, o álbum traz o show completo da turnê que correu o Brasil e a Europa. Além das canções de seus dois discos anteriores ("Tua" e "Encanteria", ambos lançados simultaneamente no ano passado), Bethânia resgatou clássicos como "O que é, o que é" e "Não dá mais pra segurar (Explode coração)", as duas de Gonzaguinha. Um dos principais destaques do show foi a interpretação de "Não identificado" (Caetano Veloso), dedicada, no show, à Dona Canô. As faixas do disco são as seguintes: CD 1: "Santa Bárbara", "Rosa dos ventos", "Vida" / "Olho de lince" (texto), "Feita na Bahia", "Coroa do mar", "Encanteria", "Linha de cabloco", "É o amor outra vez", "Tua", "Fonte", "Explode coração", "Queixa", "Você perdeu", "Dama do cassino", "Até o fim", "Serenata do adeus", "Balada de Gisberta", Medley instrumental: "Zanzibar" / "Seará / "Lia de Itamaracá" / "Desenredo" / "Santo Antônio" / "Fica mal com Deus"; CD 2: "Não identificado", "Curare", "Estrela", "Serra da Boa Esperança", "Doce viola", "Guriatan", "Pescaria", "Saudade dela" / "Ê Senhora" / "Batatinha Rôxa" / "A mão do amor", "Saudade", "É o amor" / "Vai dar namoro", "O nunca mais", "Andorinha", "Bom dia", "Bandeira branca", "Domingo" / "Pronta pra cantar", "O que é, o que é", "Encanteria" e "Reconvexo".

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Para os roqueiros enólogos, que tal um "Pink Floyd The Dark Side of the Moon Cabernet Sauvignon"??

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E que tal "Nothin' on but the radio", a música nova da Lady Gaga, hein?



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Quer ouvir quatro músicas inéditas do Weezer, que farão parte do álbum de raridades "Death to false metal" e da edição especial dupla de "Pinkerton"?? Aqui.

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Prince anunciou uma nova turnê, intitulada "Welcome 2 America". Os primeiros shows acontecerão já em dezembro - as datas certas e os locais ainda não foram confirmados. Segundo a Billboard, Prince receberá diversos convidados nas apresentações, como Janelle Monáe, Sheila E., Maceo Parker, Mint Condition, Esperanza Spalding e Cassandra Wilson. O cantor ainda afirmou que os setlists serão diferentes a cada noite.

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"Eu costumava amar Mick Jagger, mas eu não fui ao seu camarim durante 20 anos. Às vezes eu penso: 'Perdi meu amigo'. E me pergunto: 'Para onde ele foi?'" (Keith Richards, em sua autobiografia, que será lançada nesse final de ano, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha)

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O empresário do R.E.M., Bertis Downs, revelou no Twitter o nome do novo álbum do R.E.M.: "Collapse into now". O disco, que sucederá "Accelerate" (2008), sai no ano que vem. A produção ficou por conta, mais uma vez, de Jacknife Lee.

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Axl Rose surpreendeu o público inglês, ontem à noite, na segunda apresentação do Guns n' Roses na O2 Arena, ao chamar o ex-companheiro de banda Duff McKagan para tocar baixo na música "You could be mine". Após, ele ainda participou de "Nice boys", "Knocking on heaven's door" e "Patience". Segundo o Contact Music, "Duff chegou sem avisar, e de forma completamente inesperada". Agora só falta o Slash...



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"O grande ditador", primeiro filme falado de Charles Chaplin, foi uma das sátiras mais geniais aos regimes opressores. Lançado no dia 15 de outubro de 1940, a sua temática continua atualíssima. Veja só o discurso sensacional (com legendas em português) abaixo. Quem dera tivéssemos um candidato assim, não? Setenta anos se passaram e muita coisa ainda não mudou...



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Uma das perguntas que mais faço é: "Qual o seu livro predileto?" Pode ser até para um político ou um jogador de futebol, nunca deixo de fazer tal pergunta. Acho que, através dela, dá para conhecer bastante a personalidade de uma pessoa. E uma das respostas mais comuns é: "O poderoso chefão", de Mario Puzo. A saga da família Corleone é uma das coisas mais deliciosas que já li e vi. Certamente, ninguém conseguiu escrever sobre a máfia como Mario Puzo, que, se estivesse por aqui, estaria comemorando 90 anos hoje.



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Um dos álbuns mais marcantes do rock brasileiro nos anos 90, "Calango", do Skank, chegou às lojas no dia 15 de outubro de 1994. (Valeu Paulo Marchetti!) Esse disco teve uma importância fundamental para a banda mineira. Foi a partir dele que Samuel Rosa, Henrique Portugal, Lelo Zaneti e Haroldo Ferreti definiram uma sonoridade própria para a banda, cheia de metais e puxada para o pop-reggae. Depois de "Calango", o Skank passeou por outros territórios musicais. Mas se você perguntar para um fã, qual música melhor define o Skank, certamente ele vai responder que é essa aqui...



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O dia 15 de outubro de 1964 foi negro para a música mesmo. Não bastasse a morte de Cole Porter, Antônio Maria também passou dessa pra melhor na mesma data. Poeta, compositor, cronista esportivo e radialista, Antônio Maria era daqueles caras que estavam em todas. Ele foi uma das figuras mais importantes da história do rádio no Brasil, e também compôs clássicos como "Menino grande", "Ninguém me ama", "Manhã de carnaval", "Valsa de uma cidade" e "Canção da volta", interpretados por gente como Ismael Neto, Dolores Duran, Elizeth Cardoso, Dóris Monteiro, Gal Costa, Aracy de Almeida e Nat King Cole.



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Hoje também é dia de lembrar de um dos maiores compositores de todos os tempos. Cole Porter morreu a 15 de outubro de 1964, aos 73 anos. A sua lista de clássicos chega a ser estúpida de tão grande. Vou citar alguns que me vêm a cabeça agora: "Night and day", "I love Paris", "De-lovely", "Love for sale", "You do something to me", "I get a kick out of you", "All of you"... Tudo isso regravado por gente como Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Nat King Cole, João Gilberto, Sarah Vaughan, Miles Davis, Elvis Presley, Louis Armstrong, U2, entre vários outros. Caso você tenha interesse em conhecer Cole Porter melhor, indico duas coisas: o álbum "Ella Fitzgerald sings the Cole Porter songbook" e o filme "De-lovely: Vidas e amores de Cole Porter", com um Kevin Kline, no mínimo, fantástico.



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Boa tarde, pessoal. Atrasadinho hoje. Trabalhei a madruga toda, até o sol raiar. Mas cá estou eu de novo. E vamos começar falando de Pedro Luís, líder d'A Parede. Pode até parecer brincadeira, mas hoje ele completa 50 anos de idade. Tempo que passa...

21 de jul. de 2010

Tarde ensolarada no parque com Rufus Wainwright

De volta, pessoal.
Acabo de chegar do show do Rufus Wainwright aqui em Nova York. Logo que entrei no Propect Park, no Brooklin, eu estranhei que não havia nenhuma advertência no sentido “no claps, please”, como tem sido comum nessa atual turnê, no qual ele apresenta as músicas de “All days are nights: Songs for Lulu”, um tipo de álbum tão deprê que a gente tem vontade de dar um tiro na cabeça.
Mas a proposta desse show é outra: um bando de americano de bermuda querendo curtir um final de tarde no parque com boa música. E esse festival no parque do Brooklin é uma boa pedida, tanto que já está na sua 32ª edição. E sabe quem vai tocar na semana que vem? The National e Dead Weather.

E o show de Rufus no Prospect Park foi diferente mesmo. Ao invés do disco novo completo na primeira parte, e os sucessos na segunda, Rufus misturou tudo, fez piadas, e todo mundo gostou. Apenas Rufus e o piano. E bastou.
Para começar, subiu ao palco o seu pai, Loudon Wainwright III. Ele faz aquele estilão “trovador solitário” com uma-piadinha-para-americano-rir-em-cada-verso. Legal, mas os 50 minutos de apresentação deram no saco.
Mas logo logo o show do Rufus começou. Com o palco decorado com pequenas velas artificiais, ele mostrou logo que estava de bom humor. “A última vez que estive em um parque, poderia ter ficado grávido, mas acabei descobrindo que era gay”, disse, fazendo troça com o episódio que ocorrera com ele, quando tinha 14 anos e fora estuprado no Hyde Park, em Londres. Ele ainda explicou que o “show oficial” da nova turnê acontecerá no dia 29 de dezembro, no “austero” (palavras dele) Carnegie Hall. “Um show perfeito para o feriado de Natal”, brincou. Esse no parque seria um “summer show”. E nada mais apropriado do que começar o show com a bela faixa de abertura de “All days are nights”, “Who are you New York?”, que cita o Empire State, o Madison Square Garden e a Central Station na mesma letra. Aliás, foi interessante ouvir as pesadas canções desse disco envolto a um silêncio sepulcral da plateia, com o barulho apenas das crianças brincando no parque, ao fundo. Show de contrastes.

Em outros momentos, era o barulho dos pássaros que fazia o fundo musical. Em um deles, Rufus recitou o soneto 20, de Sheakespeare. Sabe-se lá porque, ele caiu na gargalhada no final.
Mas o público ficou animado mesmo quando ele disse: “I’m gonna judyciate”, uma piadinha que foi a deixa para ele chamar um pianista (que me escapou o nome) para interpretar algumas músicas de seu projeto dedicado a Judy Garland. O pessoal gostou. E a primeira do repertório de Judy foi “If love were all”. Depois, “That’s entertainment”, “Zing! Went the strings of my heart” e “Do it again”, música que Rufus classificou como a sua favorita do projeto Judy Garland.


Ele também cantou com o seu pai. “Não parece o meu filho?”, brincou Rufus. Cantaram juntos a divertida “Down where the drunkards roll”, de Richard Thompson, compositor amigo da família. Aplausos respeitosos para o pai e aplausos quase histéricos para “The art teacher”. E silêncio respeitoso para “Zebulon”, a faixa mais barra pesada de “All days are nights”: “My mother’s in hospital, my sister’s at the opera/ I’m in love, but let’s not talk about it/ There’s so much to tell you”. E mais um contraste com “Cigarettes and chocolate milk”. Show quase bipolar.
Pausa para o bis, que teve mais 30 minutos de música. A partir daí, ele jogou pra galera. “Poses”, “The man that got away” (mais uma do projeto da Judy Garland) e “I’m a one man” (com o pai novamente) deixaram o show em alta astral até Rufus falar da mãe, que morreu em janeiro passado, de câncer. Mas a ironia apareceu logo em seguida, quando ele apresentou uma canção escrita pela sua mãe que fala da “bonita relação de seu filho com o pai”. Não consegui descobrir o nome da música, mas ela diz algo como “alguém ainda está de pé, já parou de me bater?”.



Para terminar, com a galera já de pé, “Going to a town” e o delicioso medley com canções do projeto Judy Garland: “You made me love you/ For me and my gal/ The trolley song”. A tarde no parque já não era tarde. Já era noite escura, quase onze da noite. Mas as crianças ainda brincavam. E o piano e a voz tão peculiar de Rufus Wainwright ainda soavam no Prospect Park. E quer saber? Foi bem divertido. Mesmo com músicas tristes, deprês, ele consegue rir da sua própria desgraça.


PS. Crédito das fotos: @gabisiciliano

9 de mai. de 2010

Resenhando: Rufus Wainwright, Ben Harper, Cidade Negra, Slash, Guns n’ Roses

“All days are night: Songs for Lulu” – Rufus Wainwright
Na turnê de divulgação de “All days are night: Songs for Lulu”, Rufus Wainwright proíbe a plateia de aplaudir durante o primeiro ato, quando executa, na íntegra, o novo disco. Até que o pedido não é inusitado, tendo em vista o conteúdo denso (e tenso) do álbum. Apenas ao piano, o cantor, compositor e multinstrumentista canadense apresenta canções confessionais, que falam de temas delicados, como a morte recente de sua mãe, que, aliás, costumava participar dos shows do filho. Rufus chega ao limite do sombrio na última faixa do álbum. Sente só a letra de “Zebulon”: “My mother’s in hospital, my sister’s at the opera/ I’m in love, but let’s not talk about it/ There’s so much to tell you”. Destaca-se também nesse CD “Who are you New York, ode de Rufus à cidade onde vive atualmente, e “Les feux d’artifice t’appellent”, ária de sua ópera “Prima Donna”. Ele também ataca com três sonetos musicados de William Sheakespeare. Quem é fã de Rufus vai ficar mais fã com o novo álbum. Quem não gosta, terá mais motivos para achar o canadense um mala.

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“Live from the Montreal International Jazz Festival” – Ben Harper
Ben Harper, para mim, sempre foi chato pra dedéu. Aquelas músicas para surfista ouvir, definitivamente, não fazem a minha cabeça. Mas eis que Harper resolve mandar todo mundo da sua banda “The Innocent Criminals” embora, e, assim, forma um novo conjunto. E não é que a Relentless7 deu novo corpo à música de Ben Harper? O álbum “White lies for dark times”, lançado no ano passado, já mostrou que o cantor e compositor tinha partido para outra, com um som com muito mais pegada e interessante. Rock’ n’ roll mesmo. No ao vivo agora lá lançado (somente lá fora), as coisas ficam ainda melhores. As canções já presentes no álbum anterior de estúdio ficaram ainda mais vigorosas e, por isso, bem melhores. São os casos de “Number with no name” e “Shimmer & shine”. Mas o melhor mesmo são as versões porretas para “Red house”, de Jimi Hendrix, e “Under pressure”, do Queen. O álbum, que abrange CD e DVD, merece sair aqui no Brasil.

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“Que assim seja” – Cidade Negra
Primeiro foi Toni Garrido que saiu. Depois, o guitarrista Da Gama. Reduzido ao baterista Lazão e ao baixista Bino Farias, o Cidade Negra tinha tudo para acabar. Mas não foi o que aconteceu. Os músicos chamaram o vocalista e guitarrista Alexandre Massau, e agora ataca como um trio. “Que assim seja” é o primeiro álbum de um novo Cidade Negra. Aliás, novo não, mas um Cidade Negra híbrido. Se a pegada pop que a banda usou e abusou a partir da entrada de Toni Garrido continua, as letras mais politizadas e urbanas dos tempos de Ras Bernardo (o primeiro vocalista do grupo) voltaram, como pode ser comprovado em “Porta da favela” e “Kaya Babilônia” (“Mais uma CPI sem investigação/ Os nomes envolvidos fazem parte desta comissão/ Deleta o laptop/ Na queima de arquivo/ Liga pro ministro que tá tudo resolvido”). “Que assim seja” mostra que o Cidade Negra pode se reerguer mesmo sem Toni Garrido. Mas a ausência da popularidade do cantor pode vir a ser um imenso problema, a despeito da boa qualidade da nova safra de canções.

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“Slash” – Slash
Participações especiais de Ozzy Osbourne, Fergie, Chris Cornell, Adam Levine (Maroon 5), Iggy Pop, Fergie, Alice Cooper... Um trabalho com tanta gente assim só pode ser de um músico que não sabe cantar. E um músico com prestígio, ainda por cima. E esse é o caso de Slash, ex-guitarrista do Guns n’ Roses. Ele faz muita falta à banda. E parece que Axl Rose também faz falta a Slash. O álbum solo do guitarrista é tão irregular quanto o time de artistas convidado para cantar cada uma das faixas. É verdade que tem muita coisa bacana, como a pesadona “Crucify the dead” (com Ozzy), a instrumental “Watch this Dave” (com Dave Grohl e Duff McKagan, ex-companheiro de Guns) e “We’re all gonna die”, com a inconfundível voz de Iggy Pop. Mas outros momentos, como “Beautiful dangerous” (com Fergie) e a chatérrima “By the sword”, com a presença de Andrew Stockdale (do Wolfmother) deixam a desejar. O bom é que os ótimos riffs de guitarra de Slash estão nesse álbum. E como seria bom ouvir esses riffs de novo em um álbum do Guns n’ Roses...

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“Live in Nürburgring – Alemanha 2006” – Guns n’ Roses
O show do Guns n’ Roses no autódromo de Nürburgring, na Alemanha, no ano de 2006, mostra um Axl Rose no meio do caminho entre a volta do Guns n’ Roses no Rock in Rio de 2001 e a presepada que ele fez nos shows no Brasil recentemente. Muito elogiada pela crítica, a apresentação no festival carioca há nove anos mostrou um Axl Rose ainda com gás para cantar os clássicos do Guns. Tudo bem diferente de 2010, quando cagou literalmente para uma plateia bovina que insiste em babar o ovo de uma pessoa que a deixa esperando por três horas. Em 90 minutos desse show na Alemanha, Axl Rose e sua banda apresentam clássicos do Guns, como “Welcome to the jungle”, “Sweet child o’ mine”, “Patience” e o encerramento com “Paradise city”. Axl ainda mostrou músicas que estariam presentes em “Chinese democracy”, lançado dois anos depois, como “Better” e “The blues”, depois rebatizada de “Street of dreams”. A imagem é boa, mas o áudio, meio embolado, deixa um pouco a desejar.

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Em seguida, a faixa “Why must you always dress in black”, extraída do DVD “Live from Montreal International Jazz Festival”, de Ben Harper e a ótima Relentless 7.

5 de mai. de 2010

Dalva, Beth Carvalho, McCulloch, Capital, Waly, Lily Allen, U2, Rufus, Limp Bizkit, Pink Floyd, B-52's, Madonna, Neil Young, Slash, My Morning Jacket

Quer ouvir duas músicas novas do My Morning Jacket, gravadas ao vivo? Então vem por aqui.

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Já viram o clipe da música nova do Slash com a participação especial de Andrew Stockdale? No sábado, prometo comentar algo sobre esse álbum solo do ex-guitarrista do Guns.



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Esse novo filme do Neil Young deve ser bem bom. E ainda tem a direção do Jonathan Demme, o mesmo de "Silver & gold". O filme já passou nos cinemas lá fora. Resta saber quando chega ao DVD...



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DANDO UM TEMPO: Madonna disse que, pelo menos por agora, não quer saber de música. Ela está se dedicando à produção de um filme. "Estou escrevendo um filme nos últimos dois anos e meio, para dizer a verdade. É uma obsessão minha", disse em entrevista a Interview Magazine. A cantora ainda falou sobre o fato de não ter contrato assinado com nenhuma gravadora no momento. "Não tenho contrato com ninguém atualmente. Não sei como vou fazer com a minha música na próxima vez que gravar algo. Terei que reinventar a roda", finalizou.

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Para Gene Simmons, do Kiss, "o download ilegal mata os próximos U2, Beatles e Kiss". E quer saber? Concordo com ele. O download ilegal está acabando com a cultura dos álbuns. Todo mundo baixa tudo e não ouve nada. Aliás, ouve sim: as mesmas porcarias que todo mundo ouve. A música plastificada que explode na tela dos YouTubes. As gravadoras são as principais culpadas, mas quem baixa música ilegalmente também é. Não pelo fato somente de baixar, mas pelo fato de nem saber o que está baixando.

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E você sabe quem são os indicados para o prêmio da Mojo desse ano?

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REPROVADO: Fred Schneider, vocalista do The B-52's foi vaiado e expulso do palco. Sério. Ele contou isso ao Spinner. "Eu cantei 'Love Shack' e fui vaiado", disse. O show foi na frente da televisão, jogando "Rock Band".

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NO MORE PINK FLOYD: E o Roger Waters colocou lenha na fogueira, hein? Ele disse que o Pink Floyd não se reúne novamente porque David Gilmour não quer. Waters diz que está com vontade. Torço muito para que o PF volte, mas, desde o dia em que Richard Wright morreu, tive a certeza de que isso jamais aconteceria. Ele e Gilmour eram best friends. Um participava dos shows do outro. O que motivaria Gilmour a se juntar a Waters e voltar com o Pink Floyd? Ele tem uma carreira solo estável. De grana não precisa... E parece que também não tem nem um pouco de paciência...

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"Estava fazendo a Britney." (Kele Okereke, vocal do Bloc Party, explicando a XFM o motivo de ter raspado o cabelo)

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A QUEM INTERESSAR POSSA: O novo single do Limp Bizkit, "Why try". A música fará parte do novo álbum da banda, "Gold cobra", que marca a volta da formação original do conjunto. O disco deve sair no mês que vem. E a mim está longe de interessar...



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Mais cedo, falei aqui da matéria do Thiago Ney, na Folha, sobre o The National. Seria injusto também não citar a ótima reportagem, capa do "Segundo Caderno" de hoje, do jornal O Globo, sobre o último trabalho do Rufus Wainwright, feita pelo Fernando Duarte. Quem quiser ler, clica aqui.

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Finalmente, ontem recebi em casa a minha cópia de "Artificial horizon", CD que o U2 está distribuindo para os assinantes de seu site oficial - encomendei o vinil triplo também, mas me disseram que só chega em junho. O disquinho é muito bacana, e prometo comentá-lo em breve. Mas, por enquanto, coloco aqui, o remix mais bacana do álbum, de David Holmes para "Beautiful day". Ficou uma coisa meio Joy Division com U2 no início de carreira. Eu gostei!



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DEU NO MIRROR: E já que aqui no Brasil ninguém dá bola a viagem de Lily Allen por essas terras, lá fora ela é notícia.

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E há sete anos, o poeta, compositor, agitador cultural e porra-louca de Jequié, Waly Salomão, partia dessa para melhor. E aqui vai a minha dica de leitura dessa semana: "Me segura qu'eu vou dar um troço", livro de estreia de Waly, de 1972. Taí um cara que faz falta para a cultura nacional.



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O blog de Paulo Marchetti lembra que hoje faz 25 anos que o Capital Inicial lançou o seu primeiro compacto. No disquinho, "Leve desespero" e "Descendo o rio Nilo". O novo disco da banda, "Das Kapital", sai nesse mês, e o primeiro single já pode ser ouvido no site oficial do Capital.



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Quem vai comer bolo hoje também é Ian McCulloch, líder do Echo & the Bunnymen, banda pós-punk de Liverpool. Ian completa 51 anos hoje.



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Quem também nasceu no dia 05 de maio foi a dona Beth Carvalho. A grande sambista mangueirense completa hoje 64 anos. Vamos festejar?



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E vamos começar o dia com dor-de-cotovelo? No dia 05 de maio de 1917, nascia Dalva de Oliveira, a cantora que a sua avó adorava, e que cantava "Bandeira branca", "Kalu", "Máscara negra" e outros clássicos. A "Rainha do Rádio", como era conhecida, foi casada com Herivelto Martins, formando o casal mais rock' n' roll da história da música brasileira.



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E aí pessoal! Bom dia a todos. Hoje é o dia, hein? Flamengo x Corinthians! E o dia começou bem por três motivos:
1) O mau humor do José Trajano no "Pontapé Inicial", da ESPN Brasil. Eu já disse que o mau humor do Trajano me deixa de bom humor.
2) A matéria do The National na Folha de S.Paulo, assinada pelo Thiago Ney. Bacana o maior (e melhor) jornal do país prestigiar uma banda que poucos conhecem. Aliás, no próximo dia 15, a banda se junta ao cineasta D.A. Pennebaker (que fez o antológico "Don't look back", de Bob Dylan) para gravar um show em Nova York, que terá transmissão ao vivo pelo YouTube.
3) Dia 05 de maio é o Dia das Comunicações. Parabéns a todos os comunicadores!

22 de abr. de 2010

Cabral & Cabralzinho, Jack Nicholson, Frampton, Mano Brown, Muse & Nirvana, Rush, Green Day, Fratellis, Malcolm, Hold Steady, Danger Mouse, Rufus

"NO CLAPS, PLEASE": Rufus Wainwright baixou um comunicado pedindo que seus fãs não aplaudam entre as canções na primeira parte de seu show. "Rufus pede que você não aplauda enquanto ele não deixar o palco", diz o comunicado da prima donna.

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Sai na segunda semana de julho o álbum gravado por Danger Mouse, Mark "Spaklehorse" Linkous e David Lynch.

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Eu até que gostei dessa música nova do The Hold Steady. "Hurricane J" é o primeiro single de "Heaven is whenever", que sairá no mês que vem.



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MALCOLM: Até o funeral do cara é punk.


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JÁ?: A banda The Fratellis anunciou a sua dissolução. A banda surgiu na cidade de Glasgow, na Escócia, em 2006. O seu primeiro álbum, "Costello music" (2006) foi bem bacana, com enérgicas (e boas) canções como "Chelsea dagger" e "Flathead". O segundo trabalho, "Here we stand", já demonstrou um sinal de esgotamento, com uma sonoridade bem repetitiva e letras bem fraquinhas. O teste do segundo disco é cruel para muitas bandas. E o Fratellis foi uma delas. Descanse em paz.

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A coluna de Mônica Bergamo informa que o Green Day já fechou contrato para se apresentar em São Paulo e no Rio de Janeiro, no mês de outubro.

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NA MÁQUINA DO TEMPO: Em entrevista a Rolling Stone, Geddy Lee informou que o Rush lançará canções inéditas - provavelmente duas - antes da turnê que começará em julho, nos Estados Unidos e no Canadá. Em processo de composição das músicas que farão parte do novo disco da banda (com data de lançamento ainda indefinida), Geddy Lee e seus companheiros decidiram sair em turnê ("Time machine tour") para apresentar a íntegra do clássico álbum "Moving pictures", além de algumas surpresas. O Rush é uma das bandas que mais trabalha. Por isso que está cada dia melhor.

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No fim de semana passado, o Muse fez uma versão de "School", do Nirvana. Andei procurando o vídeo no Youtube para postar aqui, mas só achei hoje. O que vocês acharam?



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Parabéns também ao Mano Brown, do Racionais MC's. Um dos rappers mais importantes do país completa hoje 40 anos.



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Quem também sopra velinhas hoje é Peter Frampton, que completa 60 anos. "I want you to show me the way, everyday... I want you to show me the way, night and day....."



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Hoje o grande Jack Nicholson completa 73 anos. O que eu mais gosto nele é a sua capacidade de fazer qualquer tipo de papel muito bem: comédia, drama, policial, coringa... Mas, cá pra nós, nada como ver o Jack Nicholson em uma comédia. "Melhor é impossível" e "Alguém tem que ceder" são dois dos melhores filmes que já vi na minha vida.



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OLHA ELES RINDO DA SUA CARA:

Bom dia, povo. Sonharam muito? E o que foi o dia de ontem aqui no Rio de Janeiro, hein? E o pior é que tive que vir a Botafogo. Já viu, né? Foi o tal dia D da Igreja Universal. Mas também podia ser o dia D da Desordem. Enquanto o Rio estiver nas mãos de Cabral e de Cabralzinho, será assim mesmo. A culpa é sempre dos outros, e nada é com eles... Ficam sabendo do caos pelos jornais e depois pedem desculpas. Será que eles mandaram prender os fiéis que mijaram e emporcalharam a Enseada de Botafogo? Não, né... As eleições estão aí... Essa é a cidade das Olimpíadas, o país da Copa do Mundo. E o pior é que tem gente que ainda acha que está tudo bem... Choque de ordem no governo desses dois!

16 de abr. de 2010

Dusty Springfield, DMB, Guns, Dolores Duran, RC, Stones, MGMT, Avett Brothers, Elvis Costello, Rufus, Scorpions, Atoms For Peace, Soungarden

A "Spin" informa que o Soundgarden fará hoje, em Seattle, um show secreto. Será o primeiro da banda desde 1997.

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Essa eu vi no twitter do Lúcio Ribeiro. Sensacional!

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PAREM AS MÁQUINAS: Thom Yorke e a sua nova banda Atoms For Peace mandaram uma versão porreta de "Love will tear us apart", do Joy Division, em show realizado ontem, na cidade de Oakland, na Califórnia. Quer ver?



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A Time For Fun informa que a banda alemã Scorpions tocará em São Paulo (Credicard Hall) no dia 19 de setembro. Será o trigésimo show de despedida dos caras no Brasil. Alguém ainda aguenta?
PS. Aliás, o Brasil está se tornando um antro de shows de despedida. Em menos de um ano, o a-ha fez dois shows de despedida em várias cidades. E o Simply Red volta na semana que vem para fazer a despedida da despedida...

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Música linda essa nova do Rufus Wainwright, hein? O disco novo parece que é todo voz & piano nesse mesmo estilo. Aguardemos...



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AO VIVO CLÁSSICO: Esse saiu no início do ano, ainda em janeiro, mas confesso que só tive a oportunidade de escutá-lo agora. "Live at Hollywood High" traz um super show de Elvis Costello, gravado no dia 04 de junho de 1978. Na época, ele tinha apenas 23 anos, e essa apresentação foi considerada o seu grande "debut" no mercado norte-americano. No repertório, clássicos como "Radio radio", "Alison" e "Chelsea", todos do álbum de estreia de Mr. Costello, "My aim is true", de 1977. Vale a pena mesmo.

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"I and love and you" já é o quinto álbum do The Avett Brothers., banda que surgiu em 2001, na Carolina do Norte. Talvez eles não tenham tido a sorte (ou o azar) de explodir como um Kings of Leon, mas a qualidade de suas músicas é a mesma - ou até melhor, tendo em vista a queda do Kings depois que ficou muito famoso. A faixa que eu mais gostei de "I and love and you" foi "Kick drum heart". Você pode tirar as suas conclusões logo abaixo.



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Eu jurei que só ia ouvir o álbum novo do MGMT quando o CD fosse lançado, com um som decente. Nada de MP3... E, mesmo sem ouvir, já viciei em "Brian Eno". Ainda mais nessa versão ao vivo...



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STONES INÉDITO: Para comemorar o dia do disco, amanhã, os Rolling Stones lançarão uma música inédita. "Plundered my soul" é uma sobra do clássicozaço "Exile on main street", cuja edição especial que será lançada em maio, terá dez música inéditas, inclusive essa. Que música linda...



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DEU NO NEW YORK TIMES: O rei!

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DOLORES DURAN ENCAIXOTADA: Acabo de ler no blog do Mauro Ferreira que a EMI está lançando uma belíssima caixa com a obra completa da grande Dolores Duran. São seis CDs com todas as 75 gravações da cantora. Os álbuns que fazem parte do box são os seguintes: "Dolores viaja" (1955), "Dolores Duran canta para você dançar" (1957), "Dolores Duran canta para você dançar 2" (1958), "Esse norte é minha sorte" (1959), "Estrada da saudade" (1960, coletânea póstuma), "A noite de Dolores Duran" (1960, coletânea póstuma) e o duplo "O negócio é amar", com gravações de diversos intérpretes de músicas de Dolores que não foram gravadas por ela. IMPERDÍVEL!

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ESSE SIM É O GUNS CLÁSSICO: A gravadora Coqueiro Verde, que tem lançado alguns DVDs bem bacanas (como o show dos Beatles no Shea Stadium, e o do Pearl Jam em Santiago), colocará nas lojas, em breve, a clássica apresentação do Guns n' Roses no Ritz de Nova York. O show, que também sairá em CD, foi gravado em 1988, e conta com a formação clássica da banda. Na época da apresentação do Guns no Rock in Rio de 1991, a MTV (então recém-nascida no Brasil) não parava de passar esse show. Devo ter visto umas 60 vezes. Mas vou comprar esse DVD com certeza!



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MAIS UM AO VIVO DA DAVE MATTHEWS BAND: O site oficial da banda norte-americana anunciou o lançamento do 317º volume (brincadeira, é o 17º) da coleção "Live Trax", vendida exclusivamente pelo site, e que traz em CD alguns shows importantes da DMB. O escolhido dessa vez é o concerto realizado no Shoreline Amphitheatre Mountain View, na Califórnia, em 1997. Dentre os destaques estão "Leave me praying" (que mais tarde se transformou em "Don't drink the water") e o cover de "For the beauty of Wynona", que, inclusive, já pode ser ouvido (um trechinho) no Myspace da Dave Matthews Band, assim como "Lie in our graves", registrada no mesmo show.

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MISS SPRINGFIELD: Hoje é aniversário de uma diva. Se fosse viva, Dusty Springfield estaria completando 71 anos. Veja o vídeo aí embaixo e depois me responda: É diva ou não é?



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Opa! Que solzão, hein... E sexta-feira... Hun... Pena que esse meu fim de semana será meio caído. Mas nada como acordar com um solzão desse dando bom dia...

22 de set. de 2008

ASTROS DA MÚSICA SE UNEM PARA NOVO ÁLBUM DA WAR CHILD

Artistas como Paul McCartney, Bob Dylan, The Clash, David Bowie e Brian Wilson escolhem, cada um, uma canção de sua autoria, e designam algum artista atual para fazer uma nova versão da mesma. Esta é a idéia de “Heroes”, novo disco da fundação de caridade War Child, que chegará às lojas no dia 22 de novembro.

Assim, Paul McCartney, por exemplo, escolheu Duffy para cantar o seu clássico “Live And Let Die”, de 1973. Já o Hot Chip foi o escolhido pelos integrantes do Joy Division para apresentar uma nova versão para “Transmission”.

A banda The Kooks, por sua vez, vai gravar uma versão para “Victoria”, do The Kinks, enquanto Rufus Wainwright vai ser responsável por duas canções de “Smile”, de Brian Wilson, e Beck por “Leopard-Skin Pill-Box Hat”, de Bob Dylan.

A capa de “Heroes” foi desenhada pelo guitarrista John Squire, do Stone Roses, que já fora responsável pelo álbum “Help”, que a War Child lançou em 1995.

Sobre o álbum, Paul McCartney disse que está muito feliz com o resultado parcial. “Eu apóio a War Child desde 1995. O trabalho deles com crianças nas zonas de guerra tem salvado vidas, assim como o trabalho juntamente aos líderes que tomam decisões que ajudam a salvar mais vidas. Eu acho que a versão de Duffy para “Live And Let Die” ficou maravilhosa. Fiquei muito impressionado. A amplitude do talento nesse projeto é sensacional. É muito bom que tanta gente empreste seu tempo, energia e apoio a essa iniciativa. Eu peço que todos apóiem a War Child”, disse o ex-Beatle.

29 de ago. de 2008

RUFUS WAINWRIGHT DESISTE DE ÓPERA

Os planos de Rufus Wainwright de compor a ópera “Prima Donna” foram por água abaixo. O compositor estava escrevendo o libreto para o Metropolitan Opera de Nova York, mas desistiu porque a ele não foi permitido escrevê-lo em francês. Segundo o New York Times, era uma exigência do Met que as letras fossem escritas em inglês.

Rufus Wainwright disse ao NYT que ainda tentou traduzir as letras em inglês para o francês, mas a tarefa ficou impossível, porque as letras já estavam muito ligadas à melodia. O cantor também não teria ficado satisfeito com a previsão do Met para estréia da ópera: 2014.

Wainwright queria que a ópera estreasse, no máximo, no ano que vem. “Sou um popstar impaciente”, disse à publicação norte-americana.

Ainda com relação às letras, Peter Gelb, um dos diretores do Met disse que o inglês é imprescindível para uma nova ópera. “Apresentar uma ópera nova aqui que não seja em inglês, quando podia ser, é um impedimento automático para o seu sucesso”, afirmou.

23 de abr. de 2008

RÁPIDAS


Durante um encontro com fãs em uma loja de discos na Califórnia, a banda Metallica adiantou alguns detalhes de seu próximo disco. Em conversa informal com os fãs, a banda disse que o novo CD será lançado no outono do hemisfério norte, e que a turnê norte-americana começará em setembro. No entanto, o disco ainda não está finalizado, e o guitarrista James Hetfield afirmou que ainda está trabalhando nos vocais.

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A lendária banda Replacements relançou ontem nos Estados Unidos os seus três primeiros álbuns e um EP (“Sorry Ma, Forgot To Take Out the Trash”, “Stink”, “Hootenanny” e “Let It Be”). Ao mesmo tempo, 17 anos após a sua dissolução, a banda afirma que não descarta a possibilidade de voltar aos palcos. Para tanto, os dois principais membros do conjunto, Paul Westerberg e Tommy Stinson, já receberam propostas de festivais, como o Coachella.

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Caetano Veloso vai fazer uma série de shows na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro. A temporada começa no dia 07 de maio, e vai até o final do ano, sempre às quartas-feiras. Cada show terá um convidado especial, e a idéia é relembrar todas as fases da carreira do compositor baiano.

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Rufus Wainwright confirmou que vai se apresentar no festival Hop The Farm, que o compositor canadense Neil Young está organizando. A apresentação ocorrerá no dia 06 de julho. Bandas como Supergrass e Primal Scream também vão participar do festival. Em tempo: Rufus Wainwright apresenta-se no Brasil nos dias 07 (Sala Cecília Meirelles, Rio de Janeiro), 09 (Via Funchal, São Paulo) e 11 de maio (Freegells Music Hall, Belo Horizonte).