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24 de nov. de 2010

Paul, Planeta Terra, Scissor Sisters, Lennon, Tim Maia, BEP, Prodigy, Noel, Primal Scream, Stripes, Nick Cave, Gorillaz, National, Hendrix, Mercury

Durante os shows de Paul McCartney, me lembrei muito de Freddie Mercury. Acho que seria o único artista que me deixaria tão eufórico quanto o Paul. Mas hoje faz 19 anos que Freddie se foi. Faz falta!



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Após o lançamento do luxuoso box "West Coast Seattle boy", na semana passada, a família de Jimi Hendrix prepara mais um mega lançamento envolvendo o nome do guitarrista. Trata-se do histórico show de Hendrix no Royal Albert Hall, em fevereiro de 1969. A irmã de Jimi, Janie deu a notícia à Billboard. A apresentação foi filmada por quatro câmeras, e Janie garante que o material está em boas condições. O filme será lançado nos cinemas, em DVD e CD. Ainda não há datas confirmadas.

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Linda também a nova música do The National. "Wake up your saints" está na versão expandida de "High violet", que saiu essa semana.



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Gorillaz + Daley em "Crystalised", do XX. Achei lindo.



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Nick Cave disse que "não escrevi nada ainda", mas confirma o lançamento de um novo álbum para o ano que vem. O último álbum do Nick Cave & The Bad Seeds foi o sensacional "Dig, Lazarus, dig!!!" (2008). "Haverá um novo álbum no ano que vem. Ainda não escrevi nada, mas é assim que funciona mesmo. Eu já sei qual a data que vamos começar a trabalhar nele, e aí vou para o escritório para iniciar os trabalhos. Não vou pensar nisso enquanto não terminar a turnê com o Grinderman, que está ótima. A banda é uma coisa", disse Cave à Spinner.

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O White Stripes anunciou para o dia 30 de novembro o lançamento de seus três primeiros álbuns no formato vinil. "White Stripes" (1999), "De stijl" (2000) e "White blood cells" (2001) estão fora de catálogo (no formato LP) desde 2005. Eles chegarão às lojas com gramatura 180. O áudio foi remasterizado dos tapes analógicos originais.

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Para comemorar os 20 anos do lançamento de "Screamadelica", no ano que vem, o Primal Scream prepara o lançamento de um edição especial do álbum. No dia 07 de março chega as lojas um pacote de luxo com quatro CDs, incluindo o álbum original, raridades e o "Live in L.A, 1991", e mais um DVD com o making of das gravações do álbum, com 30 minutos de duração. Também no ano que vem, o Primal Scream sai em turnê pelo Reino Unido, apresentando a íntegra de "Screamadelica".

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Noel Gallagher já iniciou as gravações de seu primeiro álbum solo, é o que informa Miles Kane, a metade do The Last Shadow Puppets. O guitarrista disse à BBC que tocou guitarra em uma das faixas do álbum. "Fiquei poucas horas no estúdio, mas fiz a minha parte", disse Kane. No início do ano, Noel chegou a dizer que ia demorar um pouco a começar a gravar o seu primeiro álbum solo, porque queria se dedicar à família. Pelo jeito, apressou o passo depois de ouvir o Beady Eye.

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A PRS For Music, organização britânica que defende os direitos autorais, fez uma pesquisa para eleger a música mais controvertida de todos os tempos. A grande campeã foi "Smack my bitch up", lançada pelo Prodigy em 1997. A lista completa, em ordem crscente do 2º ao 10º colocado, é a seguinte: "God save the queen" (Sex Pistols), "Relax" (Frankie Goes To Hollywood), "Kim" (Eminem), "Killing in the name" (Rage Against The Machine), "Ebeneezer goode" (The Shamen), "Suicide solution" (Ozzy Osbourne), "Get your gunn" (Marilyn Manson), "Angel of death" (Slayer) e "Dear God" (XTC).



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E que tal o videoclipe de "The time", do Black Eyed Peas, hein?



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A obra de Tim Maia, uma das melhores (e mais zoneadas) da nossa MPB, retorna parcialmente às lojas no box "Universal" (acima), que agrupa os oito álbuns lançados pelo cantor nas extintas gravadoras Philips e Polygram (atual Universal), além do DVD "In concert", especial de televisão transmitido pela Rede Globo em 1989, e que já saiu em DVD uns quatro anos atrás. A caixa ainda vem com um texto do jornalista Silvio Essinger. Todos os CDs foram remasterizados a partir dos tapes originais. As capinhas e encartes dos CDs também foram reproduzidos seguindo a arte original dos vinis. Os álbuns incluídos são os auto-intitulados de 1970, 71, 72, 73, 76 e 80, "Descobridor dos sete mares" (1983) e "Sufocante" (1984). Sai na primeira semana de dezembro.

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Está a fim de comprar o álbum "Double fantasy", que John Lennon autografou para Mark Chapman, cinco horas antes de ser assassinado pelo próprio? O objeto está à venda no site Moments in time pela bagatela de 850 mil dólares. Além da assinatura de Lennon (abaixo, no detalhe), a capa tem marcas das impressões digitais de seu assassino.


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Na ressaca do Paul McCartney e do Planeta Terra, ainda teve a apresentação do Scissor Sisters, na Via Funchal, na segunda-feira, dia 22. Acabei indo a esse show mais para cumprir tabela mesmo. Mas valeu a pena. A presença de palco da banda de Nova York é absurda. E o repertório, muito bem encadeado, mesclou as boas canções de "Night work" (2010) com as de "Tah-dah" (2006) e do auto-intitulado álbum de estreia, de 2004. A plateia pulou enlouquecidamente em músicas como "I don't feel like dancing", Take your mama", "Comfortably numb" (do Pink Floyd), "Fire with fire" e "Filthy/Gorgeous", essa a última do show. Se o público estava preocupado com Paul McCartney? Provavelmente menos do que a banda, que apresentou "Paul McCartney", faixa de "Ta-Dah". O único ponto fraco do show foi a lotação meia-bomba da Via Funchal. Também, com tantos shows interessantes rolando aqui no Brasil, fica difícil ter grana para todos. E hoje ainda tem Jeff Beck aqui no Rio...



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Antes do Paul McCartney, passei pela maratona do festival Planeta Terra, que aconteceu no Playcenter, em São Paulo, no sábado passado. O line-up desse Planeta Terra foi fantástico. Organização, idem. O problema é que depois de horas e horas de música, você não consegue assistir a mais nada. Por isso, tive que selecionar os shows que queria ver - deixando alguns bem interessantes para trás. O primeiro show que vi inteirinho foi o do Mika (foto tosca acima). O cantor libanês é um showman de verdade. Canta muito, pula o tempo todo... O repertório, acertadamente, privilegiou as músicas de seu primeiro álbum, "Life in cartoon motion" (2007), como "Grace Kelly" e "Billy Brown". Mas as músicas de "The boy who knew too much" também não fizeram feio. "We are golden" foi a que mais levantou a plateia. A apresentação de Mika foi uma das mais lotadas do festival. Não imaginava que a galera que se diz "indie" gostasse dele. Enfim... A única pena foi a curta duração do show, com apenas 57 minutos. Achei, de certa forma, um desperdício, um artista do porte do Mika vir ao Brasil para cantar por tão pouco tempo. Tomara que, ao menos, ele tenha gostado o suficiente para retornar em breve.



As outras três apresentações que assisti ao menos 85% foram as do Hot Chip, Pavement e Smashing Pumpkins. O último álbum do Hot Chip, "One life stand", está no meu top 5 de grandes discos de 2010. Mas acho que a banda não conseguiu passar a mesma energia para o palco. O show, realizado no palco "indie", estava lotadaço, a ponto de deixar o início do Pavement (que tocava no palco principal) bem vazio. O público estava bem animado, pulando a cantando praticamente todas as músicas. Quem conseguiu passar pelo corredor absurdamente congestionado entre os dois palcos pôde ver o show do Pavement quase todo. E, bem, o show do Pavement foi... um show do Pavement. Não há muita definiação mesmo. Eles tocaram com aquele ar blasé característico, fazendo o estilo "quanto mais tosco melhor". O público cantou tudo. E muita gente não desperdiçou as lágrimas em "Shady Lane" - mesmo sabendo que Paul McCartney se apresentaria nos dois dias seguintes na cidade.



O show mais aguardado da noite era mesmo o do Smashing Pumpkins. O que tinha de camisa escrito "Zero" no meio da plateia não estava no gibi. E Billy Corgan dava a impressão que estava fazendo questão que o público demorasse a reconhecer as suas músicas. Mas a plateia respondeu muito bem. Também não tinha como. O som estava muito mais potente no show do Smashing Pumpkins, e a guitarra alucinada de Corgan ficou zunindo nos ouvidos até o show do Paul McCartney. Mesmo completamente desfigurada, e vítima do ego gigantesco de seu líder, o Smashing Pumpkins é uma das últimas grandes bandas de rock da história.



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Ah, essa foto abaixo fui eu quem tirei. Reparou que tudo o que Paul McCartney toca vira ouro??

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Boa tarde, pessoal. Em primeiro lugar, perdão pela ausência nos últimos dois dias. Foi por absoluta falta de tempo mesmo. Mas hoje prometo colocar tudo em dia. Para começar, claro, tenho que falar sobre o show do Paul McCartney em São Paulo. Estive na primeira apresentação no Morumbi, no dia 21 de novembro. Bom, não dá para dizer que houve alguma grande surpresa com relação ao show de Porto Alegre, já resenhado aqui. No repertório, a única diferença foi a ausência de "Ram on". O som estava um pouco mais baixo também. De resto, as mesmas frases em português (trocando "gaúchos" por "paulistas"), a mesma competência e a mesma perfeição. No show de segunda, soube que houve algumas mudanças no repertório. A mais imporetante foi logo a primeira música do show: "Magical mistery tour", que entrou no lugar da dobradinha "Venus and Mars"/"Rock show". Paul também mandou "Two of us" e "Got to get you into my life" no lugar de "And I love her" e "Drive my car", respectivamente. Choveu um pouco também durante o show de segunda. Enfim, Paul McCartney está com 68 anos. Acho difícil, mas ainda prefiro acreditar que ele voltará ao Brasil. Com esses shows, tive a certeza que Paul não faz música. Ele faz mágica. Bom, não vou falar mais sobre esses hows aqui. Como escreveu o Arthur Dapieve, em sua última coluna n'O Globo, tudo já foi falado sobre Paul McCartney, e nada foi o suficiente.

13 de jul. de 2008

SEGUNDA NOITE DE OXEGEN TEM VÁRIOS DESTAQUES

O festival que acontece na Irlanda trouxe um time de pesos-pesados da música para a edição deste ano. Somente na noite de ontem, foram mais de 80 artistas, divididos em oito palcos. Nomes como R.E.M., Justice, Alphabeat, Hot Chip, My Morning Jacket, Manic Street Preachers, The Charlatans, Echo And The Bunnymen, The Ting Tings, Prodigy, The Zutons, Panic At The Disco, The Wombats, The Verve, Stereophonics, Amy Winehouse e Scouting For Girls marcaram presença no festival ontem.

O interessante é que esse festival, que acontece na Irlanda, corre simultaneamente ao T In The Park, na Escócia, o que permite um saudável revezamento entre os artistas devido à proximidade dos dois países.

Abaixo, os principais destaques da noite de ontem do Oxegen, de acordo com a imprensa britânica.

My Morning Jacket – A banda norte-americana fez a sua estréia no festival irlandês. O show, que aconteceu na Pet Sounds Arena, teve sete canções no roteiro, inclusive algumas do álbum “Z” (2005), adorado pelos fãs da banda. Mas o show começou com uma canção inesperada: “One Big Holiday”, do disco “It Still Moves”, lançado em 2003. Do trabalho mais recente da banda, apenas duas canções apareceram no roteiro: a faixa-título “Evil Urges” e “Touch Me I'm Going to Scream Part 2”, que encerrou a apresentação.
O repertório do show foi o seguinte:
1) “One Big Holiday”
2) “Off The Record”
3) “Wordless Chorus”
4) “Evil Urges”
5) “Anytime”
6) “Laylow”
7) “Touch Me I'm Going To Scream Part 2”


Amy Winehouse – Durante a sua apresentação de ontem, a cantora inglesa dedicou uma canção (“Wake Up Alone”) ao seu marido Blake Fielder-Civil, que está preso. Antes de cantá-la, ela disse: “Essa é para Blakey, yeah. Ele estará livre em nove dias”. No repertório do show, os principais sucessos de Amy Winehouse, como “Rehab”, “Back To Black”, “You Know I Am No Good” (vídeo abaixo) e “Valerie”. Ontem, o pai da cantora disse que Amy só deverá fazer mais cinco shows que estão marcados até setembro para encerrar a sua carreira em cima dos palcos.
Em Oxegen Amy Winehouse cantou as seguintes músicas:
1) “Addicted”
2) “Just Friends”
3) “Tears Dry On Their Own”
4) “Cupid”
5) “Back To Black”
6) “Wake Up Alone”
7) “Some Unholy War”
8) “Love Is A Losing Game”
9) “Hey Little Rich Girl”
10) “You're Wondering Now”
11) “You Know I'm No Good”
12) “Rehab”
13) “Me And Mr Jones”
14) “Valerie”



Vampire Weekend – A banda fez ontem o seu primeiro show em terras irlandesas. A apresentação foi na tenda Green Room, que estava absolutamente lotada. O show começou com “Mansard Roof” e seguiu com quase todas as canções do álbum de estréia da banda. Uma canção inédita, sem título, também foi apresentada. Após executar a canção “Cape Cod Kwassa Kwassa”, o tecladista Rostam Batmanglij disse que a banda vai filmar o seu videoclipe dentro de três dias. Durante o show, o baixo de Chris Baio apresentou problemas e teve que ser trocado. Como a banda não dispunha de um reserva, o jeito foi pedir aos companheiros da banda Pendulum, que ia se apresentar em seguida no mesmo palco.
Abaixo, o roteiro do show:
1) “Mansard Roof”
2) “Campus”
3) “Cape Cod Kwassa Kwassa”
4) “M79”
5) Canção Inédita
6) “Bryn”
7) “A-Punk”
8) “One (Blake's Got A New Face)”
9) “I Stand Corrected”
10) “Oxford Comma”
11) “Walcott”


Panic At The Disco – Um dos poucos momentos em que o sol deu as caras foi durante o show da banda, que apresentou um roteiro enxuto com dez canções, incluindo “Lying Is The Most Fun A Girl Can Have Without Taking Her Clothes Off”, “Behind The Sea” (vídeo abaixo) e “I Write Sins Not Tragedies”, que foi responsável por um dos maiores coros da platéia na noite de ontem em Oxegen.
Abaixo, o repertório do concerto:
1) “Pas De Cheval”
2) “But It's Better If You Do”
3) “Camisado”
4) “The Only Difference Between Martyrdom And Suicide Is Press Coverage”
5) “Behind The Sea”
6) “Lying Is The Most Fun A Girl Can Have Without Taking Her Clothes Off”
7) “That Green Gentlemen (Things Have Changed)”
8) “I Write Sins Not Tragedies”
9) “Northern Downpour”
10) “Nine In The Afternoon”



R.E.M. – A banda norte-americana foi a penúltima banda a encerrar a noite de ontem no palco principal de Oxegen. O show aconteceu um ano após o R.E.M. apresentar as canções (até então inéditas) do álbum “Accelerate” para o público irlandês no Olympia Theatre de Dublin. No repertório, várias canções do disco novo (como “I'm Gonna DJ” e “Supernatural Superserious”) e velhos sucessos, como “Orange Crush”, “It's The End Of The World As We Know It (And I Feel Fine)”, “Losing My Religion” (vídeo abaixo) e “Man On The Moon”. Apesar de não ser a banda de encerramento, o R.E.M. quebrou o protocolo do festival e retornou ao palco para um bis de três músicas.
O repertório completo do show foi o seguinte:
1) “Living Well Is The Best Revenge”
2) “These Days”
3) “What's The Frequency, Kenneth?”
4) “Begin The Begin”
5) “Man-Sized Wreath”
6) “Drive”
7) “Ignoreland”
8) “Hollow Man”
9) “Imitation Of Life”
10) “Electrolite”
11) “The One I Love”
12) “Losing My Religion”
13) “Fall On Me”
14) “Let Me In”
15) “Bad Day”
16) “Horse To Water”
17) “Orange Crush”
18) “I'm Gonna DJ”
19) “Supernatural Superserious”
20) “It's The End Of The World As We Know It (And I Feel Fine)”
21) “Man On The Moon”



The Verve – A banda inglesa encerrou o segundo dia do festival irlandês no palco principal. O vocalista Richard Ashcroft falou, durante o show, sobre o veto de sanções por parte da ONU contra o regime ditatorial de Robert Mugabe no Zimbábue. O jogador português de futebol Cristiano Ronaldo também foi lembrado. “Ronaldo, você não é um escravo ganhando 120 mil libras por semana”, disse se referindo à declaração de Joseph Blatter (presidente da FIFA) de que os jogadores de futebol modernos eram ‘escravos’. O setlist foi praticamente idêntico ao de ontem no festival T In The Park, com sucessos como “History” e “Bitter Sweet Symphony”. Canções do novo disco, como “Love Is Noise” também fizeram parte do roteiro, que teve as seguintes canções:
1) “This Is Music”
2) “Sonnet”
3) “Space And Time”
4) “Sit And Wonder”
5) “History”
6) “Life’s An Ocean”
7) “Velvet Morning”
8) “The Rolling People”
9) “The Drugs Don't Work”
10) “Lucky Man”
11) “Bitter Sweet Symphony”
12) “Love Is Noise”


Prodigy – A banda fechou a noite do palco O2 em grande estilo, mostrando quatro canções inéditas (“Worlds On Fire”, “Warriors Dance”, “Mescaline” e “First Warning”). Sucessos antigos também fizeram parte do roteiro e incendiaram o público, como “Breathe”, “Firestarter”, “Voodoo People” e “Smack My Bitch Up”. O Prodigy se apresentou com os seus integrantes fantasiados com cabeças de robôs gigantes com grandes olhos vermelhos. Ao final da apresentação, Maxim, um dos integrantes do Prodigy, disse à platéia: “Sem querer desrespeitar as pessoas que estão assistindo aos shows nos outros palcos, mas eles estão no lugar errado. Eu quero levar vocês de volta a 1991”. Em seguida, a banda encerrou a apresentação com o single “'Out Of Space”.
O reperório completo do show foi o seguinte:
1) “Intro”
2) “Their Law”
3) “Worlds On Fire”
4) “Breathe”
5) “Spitfire”
6) “Warriors Dance”
7) “Firestarter”
8) “Action Radar Link”
9) “First Warning”
10) “Mescaline”
11) “Voodoo People”
12) “Poison”
13) “Diesel Power”
14) “Smack My Bitch Up”
15) “Out Of Space”

The Zutons – A banda, que já teve o sucesso “Valerie” gravado por Amy Winehouse, dedicou essa mesma canção para a cantora inglesa durante a sua apresentação na noite de ontem em Oxegen. O vocalista Dave McCabe também manifestou o seu apoio a Amy Winehouse. “Eu gostaria de dedicar uma canção para uma garota que está ‘na merda’ no momento. Ou parece que está ‘na merda’. Mas eu a adoro. Ela é ótima e todos vocês sabem quem ela é”, disse antes de cantar “Valerie”, que foi o melhor momento do show do The Zutons. O público, que estava bem desanimado no show, começou a cantar bem alto as músicas da banda a partir desse momento. Mas faltavam apenas duas canções no roteiro: “Always Right Behind You” e o hit “You Will You Won’t”.
Eis o setlist do concerto:
1) “Zuton Fever”
2) “Don't Ever Think So Much”
3) “Why Won't You Give Me Your Love”
4) “What’s Your Problem?”
5) “Bumbag”
6) “It's The Little Things We Do”
7) “Confusion”
8) “Remember Me”
9) “Harder And Harder”
10) “Give Me A Reason”
11) “Pressure Point”
12) “Valerie”
13) “Always Right Behind You”
14) “You Will You Won’t”

Manic Street Preachers – A banda surpreendeu o público irlandês apresentando covers de artistas completamente diferentes. O Nirvana foi lembrado com “Pennyroyal Tea”, e a cantora Rihanna teve a sua “Umbrella” revisitada. O trio galês apresentou um set com as suas canções mais conhecidas, como “Your Love Alone Is Not Enough” (vídeo abaixo), que foi dedicada ao vocalista do Echo And The Bunnymen, Ian McCulloch. O Echo fez um show no mesmo palco momentos antes do Manic Street Preachers. Outro bom momento do show foi o hit “A Design For Life”.
Eis o roteiro completo da apresentação:
1) “Motorcycle Emptiness”
2) “You Stole The Sun From My Heart”
3) “The Masses Against The Classes”
4) “Umbrella”
5) “Your Love Alone Is Not Enough”
6) “Ocean Spray”
7) “You Love Us”
8) “Kevin Carter”
9) “Pennyroyal Tea”
10) “A Design For Life”
11) “Autumnsong”
12) “Motown Junk”
13) “If You Tolerate This, Then Your Children Will Be Next”

12 de jul. de 2008

PRODIGY RELANÇA SEUS DOIS PRIMEIROS ÁLBUNS

“Experience” (1992) e “Music For The Jilted Generation” (1994 – capa acima), os dois primeiros discos do Prodigy, serão relançados no início de agosto. Os relançamentos serão feitos em edição de luxo, com a inclusão de um disco bônus com faixas adicionais, como remixes, raridades e gravadas ao vivo. Não há informações se os discos terão alguma faixa absolutamente inédita, mas tudo leva a crer que sim.

Os dois álbuns também virão com o trabalho de arte expandido, com novas fotos e desenhos, além de textos explicativos.

Abaixo, o videoclipe da faixa “No Good (Start The Dance)” do álbum “Music For The Jilted Generation”.