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29 de jun. de 2011

Ringo no Brasil; Caymmi e os pescadores; 100 anos de B. Herrmann; os 46 do Dado; Argentina e Brasil campeões; mais uma do Moz; e o clipe do Coldplay.

Olá a todos. Hoje o dia está estranho, hein... Sol brilhando, um frio de doer os ossos e um fantasma correndo no calçadão aqui em frente... Gosto dessas coisas surreais, já disse? Bom, hoje não poderia começar com nada diferente de Ringo Starr. O ex-baterista dos Beatles confirmou shows no Brasil em novembro. Para quem viu o Paul McCartney, certamente será uma experiência incrível. A pré-venda começa no dia 11 de julho. Vamos preparar o bolso? Se eu tivesse que escolher uma música para o set list dos shows, seria essa aqui...



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E hoje, 29 de junho é dia de São Pedro, santo protetor dos viúvos, porteiros, telefonistas e... PESCADORES!! E falou em pescador, a gente lembra de quem?? Hein?



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Grande Dorival Caymmi! O mais curioso é que, ao contrário do que muita gente imagina, Caymmi não sabia pescar. E nem nadar... Li isso na sensacional biografia “Dorival Caymmi – O mar e o tempo”, escrita pela sua neta Stella Caymmi. O livro é um tijolão, fundamental para quem gosta de música. Faz uns cinco anos que devorei o livro em dois dias. Não vai demorar muito para que eu o faça de novo. Caymmi nunca é demais...

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Hoje é dia de comemorar o centenário de um dos maiores compositores de trilha sonora da história. Bernard Herrmann nasceu a 29 de junho de 1911, e é o responsável por trilhas de filmes como “Cidadão Kane”, “Taxi driver” e alguns dos principais longas de Alfred Hitchcock, como “O homem que sabia demais”, “Um corpo que cai” e...



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E por falar em trilhas sonoras, a recomendação de livro hoje é “A música no cinema – Os 100 primeiros anos”, obra de dois volumes escrita por João Máximo. O livro apresenta um mega-panorama das trilhas sonoras desde o cinema mudo. Um dos capítulos (“A batuta do braço direito”) é quase que todo dedicado a Bernard Herrmann. O autor ainda faz uma viagem completa, que começa lá em Griffith, passando pelo Hollywood pós-guerra, o cinema europeu (em especial a nouvelle vague francesa e o neo-realismo italiano), mestre Henry Mancini, o rock dos Beatles e de Elvis Presley, e as trilhas no Brasil, de Carmen Miranda às chanchadas da Atlântida até chegar a filmes mais recentes, como “Cidade de Deus” e “Abril despedaçado”. Mais aula de João Máximo.

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Voltando aos aniversários do dia, hoje vou homenagear aqui o guitarrista Dado Villa-Lobos, ex-Legião Urbana, que completa 46 anos. Apesar de uma carreira solo não muito regular, o cara ainda manda bem quando lança alguma coisa. Hoje, quando se fala em Legião, aparece logo o nome de Renato Russo. Mas desconfio que a Legião Urbana jamais seria a principal banda de rock do Brasil se não fosse o toque de Dado e de Marcelo Bonfá.



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Hora do futebol. Tudo bem, isso aqui é um blog de música, mas nunca vou deixar o futebol de lado. Se você não gosta, é só pular. Sem problema. Hoje faz 25 anos do primeiro jogo de futebol realmente importante que vi: a final da Copa de 1986. Um jogaço. Eu torci para a Alemanha (Rummenigge era um dos meus principais jogadores de botão), mas a Argentina de Diego Maradona acabou levando a melhor na partida, que terminou três a dois. Hoje, acho que foi mais do que merecido o título. Sorte da Copa do Mundo que teve Maradona levantando a sua taça.



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E já que estamos em clima de Copa América, lembro que foi no dia 29 de junho de 1997, que o Brasil faturou o seu primeiro título no torneio, jogando fora de casa. Em La Paz, a seleção canarinho dirigida por Zagallo derrotou os anfitriões bolivianos por três a um, gols de Edmundo, Ronaldo e Zé Roberto.



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Com 100% de aproveitamento nos últimos dois dias aqui no blog, Morrissey volta a atacar. Poucos artistas são capazes de causar tanta polêmica quanto Moz. Qualquer coisa que ele faça vira assunto. Até mesmo cantar as músicas dos Smiths! O ex-baterista da banda, Mike Joyce, criticou o ex-colega por ter cantado algumas canções dos Smiths no último fim de semana, em Glastonbury - no roteiro, "Meat is murder", "There is a light that never goes out", "This charming man", entre outras. Em seu twitter, Joyce, ironicamente, elogiou o show, e completou: "M fazia parte do grupo mas não era a banda". "As canções são de todos. A banda eram os músicos dos Smiths. M era apenas o cantor/letrista", completou. Ainda com relação ao festival, Morrissey declarou ao Guardian que foi difícil competir com a estrutura do palco do U2 (Moz cantou antes da banda irlandesa). "Nós fomos bem, mas a chuva estava fria e o público, ensopado e cheio de lama. Toda vez que eu abria minha boca, engolia chuva", disse. Sobrou alfinetadas para o U2, que, nas palavras do cantor de Manchester, tinha "uma bateria do Star Wars com baquetas que poderiam iluminar o norte da África, e um sistema de som capaz de causar um terremoto".

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Ah, e o novo videoclipe do Coldplay, "Every teardrop is a waterfall"?? Pelo menos dá para dizer que é melhor do que a música, né??



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Vem ao Rio, Peter Gabriel, vem...

4 de jul. de 2010

Resenhando: Bruce Springsteen, Leila Pinheiro, LCD Soundsystem, Rodrigo Maranhão, She & Him

“London Calling – Live in Hyde Park” – Bruce Springsteen
Eu conheço muita gente que guarda certa desconfiança com Bruce Springsteen. “O Rambo do rock?” Tô fora...” Realmente, aquele jeitão de cantar pode incomodar. Mas é inegável que os shows do The Boss são muito divertidos. Pra começar, o cara não fica menos do que três horas em cima de um palco. E, ainda por cima, mesmo quando você acha que não conhece nenhuma das músicas, pelo menos metade do roteiro, você já ouviu em algum lugar. O novo DVD/BD de Springsteen, “London calling – Live in Hyde Park” não foge à regra. São 27 músicas espalhadas em três horas de show realizado no parque londrino, na edição do Hard Rock Calling do ano passado, e mais duas em Glastonbury e no Giants Stadium. O repertório passeia por sucessos antigos (“Rosalita (Come out tonight)”, “Born to run”, “Badlands”, “Out in the street” e “Glory days”) e músicas do último disco do The Boss (na verdade, apenas duas: “Outlaw Pete” e “Working on a dream”), além da versão para “London calling”, do The Clash, que abre o show. Comparando com o DVD “Live in Barcelona” (2003), esse “London calling” tem uma vantagem e uma desvantagem. A vantagem é que imagem e som são infinitamente superiores – a imagem no BD chega a ser assustadora de tão nítida. A desvantagem é que como esse show foi realizado no Hyde Park, a distância entre palco e plateia é imensa (até Springsteen reclama no show). Pelo menos, chega a ser emocionante ver o Boss descer as escadas e correr até pertinho do público para colocar o microfone na boca de um moleque com uns seis anos de idade durante “Waitin’ on a sunny day”. Esse será um fã de rock para sempre.

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"Meu segredo mais sincero” – Leila Pinheiro
Na efeméride dos 50 anos de Renato Russo, todo mundo sabia que não ia faltar lançamento envolvendo o nome do ex-líder da Legião Urbana. Embora não tenha saído o DVD com os shows do Metropolitan em 1994, as lojas receberam o fraquíssimo “Duetos” e agora esse “Meu segredo mais sincero”, que traz 15 canções da Legião e de Renato na voz de Leila Pinheiro, que, diga-se, era bem amiga do falecido compositor. Editado pela Biscoito Fino, o CD navega entre altos e baixos. A voz de Leila Pinheiro é boa, mas ficou uma sensação de que algumas músicas não foram muito bem escolhidas. “Daniel na cova dos leões” (que conta com a guitarra de Dado Villa-Lobos), por exemplo, ficou insossa com o seu arranjo meia-boca. Do mesmo mal padecem “Há tempos”, que perdeu a força de sua (pesada) letra, e “Metal contra as nuvens”, que ficou artificial demais. Por outro lado, “Meu segredo mais sincero” reserva alguns belos momentos, especialmente na pouco conhecida balada “Quando você voltar” (do álbum “A tempestade ou O livro dos dias”, de 1996), que mistura o piano e a voz de Leila à guitarra de Herbert Vianna. “Pais e filhos”, apenas com o piano de Leila e o violão de aço de Cláudio Faria também ficou bonita. Leila Pinheiro ainda rebobina “Tempo perdido”, que ela já havia gravado anteriormente no álbum “Alma” (1988). Enfim, uma bonita homenagem, que pode ficar ainda melhor em cima do palco. Só não precisava de mais um dueto do além em “La solitudine”, né Leila?

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“This is happening” – LCD Soundsystem
Uma música com mais de nove minutos de duração, que se chama “You wanted a hit”, e que demora mais de três minutos para ganhar voz. Isso pode ser uma boa síntese de “This is happening”, novo álbum (cheio de antíteses) do LCD Soundsystem, que vazou na internet há meses, mas que chegou às lojas brasileiras na semana passada. Tudo bem, nesse novo trabalho, James Murphy e seus colegas continuam divertidos (irônicos!), mas não espere muito daquela alegria dos dois primeiros discos do conjunto – “LCD Soundsystem” (2005) e “Sound of silver” (2007). “This is happening” é um álbum divertido e dançante, mas também difícil. A diferença é que o LCD consegue fazer canções que beiram os 10 minutos de duração e, ainda assim, manter o interesse do público. Poucos artistas conseguem isso. E por que eles conseguem? Simplesmente porque misturam uma tonelada de referências, timbres interessantes e letras inteligentes na mesma embalagem. Exemplo? Pegue logo a faixa de abertura, “Dance yrself clean”, e veja como funciona. “All I want”, que mistura pop, rock, eletrônica, disco, dance, talvez seja a melhor de “This is happening”, seguida de perto por “Pow pow”, na qual a banda de Nova York soa ridiculamente deliciosa ao incorporar clichês da dance-music em seu universo particular. E ainda há espaço para “Drunk girls”, que deve ser o tal hit que a gravadora pediu. Não precisava. É a pior faixa do disco. E tomara que esse não seja o último da banda, como James Murphy tem anunciado.

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“Passageiro” – Rodrigo Maranhão
Começo a falar de “Passageiro”, novo trabalho de Rodrigo Maranhão, pedindo perdão pelo atraso. O álbum só caiu em minhas mãos nessa semana, e não poderia deixar de traçar algumas mal traçadas sobre ele. Pra começar, vamos ao que interessa: “Passageiro” é um dos grandes álbuns lançados no país nesse ano. Para quem acha que samba é coisa de bamba, fica um alerta: é mesmo. E Rodrigo Maranhão, mesmo com os seus 30 anos de idade, já mostra que é bamba. Se “Bordado” (2007), o seu primeiro álbum, já tinha sido uma ótima estreia, em “Passageiro”, Rodrigo Maranhão vai além. Muito além. Muito bem produzido por Zé Nogueira, e contando com músicos do naipe de Leandro Braga (piano), Marcos Suzano, Marçal (ambos na percussão), Ricardo Silveira (guitarra), Silvério Pontes (trompete) e Marcello Gonçalves (violão de sete cordas), o álbum transita do samba (na inteligente “Samba quadrado”, que, aliás, cairia muito bem na voz de Ney Matogrosso, e “Um samba pra ela”) ao fado (na delicada “Quase um fado”), passando pelo baião (no “sambaião” “Sonho”), xote (“Maria sem vergonha”), valsa (na lindíssima e melhor faixa do CD, “Valsa lisérgica”, escrita a quatro mãos com Pedro Luís), entre outros estilos. Rodrigo Maranhão já compôs músicas que foram sucesso nas vozes de Zélia Duncan, Roberta Sá, Maria Rita, Fernanda Abreu e Pedro Luís. Mas o melhor mesmo é ouvir as canções na voz do próprio Rodrigo Maranhão, que, certamente, é o melhor compositor de sua geração.

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“Volume two” – She & Him
Uma vez eu li alguma crítica do jornalista André Forastieri, na qual ele dizia que se uma música não chamava a sua atenção nos três primeiros segundos, ele não perdia mais tempo escutando. Com a quantidade de coisa que tenho para ouvir aqui, tenho tentado adotar essa tática do Forastieri, embora reconheça que sou muito mais paciente que ele. Contudo, não precisei ser paciente ao ouvir o novo álbum do She & Him, “Volume Two”. A dupla de Portland, formada por Zooey Deschanel (vocais e piano) e M. Ward (guitarra) fez algo bem difícil: gravar um segundo álbum superior ao primeiro (lançado em 2008), que já era excelente. A prova está logo na primeira faixa, “Thieves”, um folk-spaghetti sensacional que já cativa o ouvinte em um segundo (pode acreditar, Forastieri). Parece até trilha de um filme de Quentin Tarantino. Difícil pinçar destaques em um álbum tão hermético. Mas para eleger as minhas prediletas, fico com a fofinha “In the sun”, a byrdiana “Don’t look back”, a beachboysiana “Ridin’ in my car”, a joanbaesiana “Lingering still” e a deliciosa versão para “Gonna get along without you now” (aquela que foi parodiada nas festas de aniversário para a imbecilizada “fulano, eu vou comer seu bolo...”). E vale registrar que a edição nacional vem com uma versão deliciosa para “I can hear music”, dos Beach Boys. Enfim, “Volume two”, com todas as suas referências, é obrigatório. O único defeito do álbum é ser viciante.

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Em seguida, “London calling”, faixa de abertura do DVD/BD “London calling – Live in Hyde Park”, do Bruce Springsteen.

29 de jun. de 2010

Caymmi, Dado, Júnior, Brasil & Argentina, Slipknot, Of Montreal, Harry Potter, Slash, Prince, Hagar, Bon Jovi, Guitar Hero, Frampton, Interpol, Lennon

SÓ LENNON: O site da Rolling Stone norte-americana informa que um grande lançamento está previsto para comemorar os 70 anos que John Lennon faria no dia 09 de outubro. Com a supervisão de Yoko Ono, o projeto chegará às lojas no dia 04 de outubro em vários formatos. Todos os oito discos gravados pelo ex-Beatle foram remasterizados e estarão disponíveis em edições avulsas. Quem não quiser os originais, poderá optar pela coletânea simples "Power to the people: The hits", com 15 sucessos, ou então pelo box "Gimme some truth", com quatro CDs. Mas o melhor mesmo do projeto é a caixa "John Lennon signature box", que contém 11 CDs, incluindo os oito originais ("John Lennon/Plastic Ono Band", "Imagine", "Some time in New York City", "Mind games", "Walls and bridges", "Rock n' roll", "Double fantasy" e "Milk and honey"), além de uma nova mixagem de "Double fantasy", "Stripped down", e raridades.

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Com lançamento previsto para o dia 07 de setembro, o novo álbum do Interpol (que leva o mesmo nome da banda) teve a sua capa (acima) e a relação de faixas divulgadas. Os nomes das músicas de "Interpol" são esses aqui: "Success", "Memory serves", "Summer well", " Lights", "Barricade", "Always malaise (The man I am)", "Safe without", "Try it on", "All of the ways" e "The undoing".

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Foi anunciado hoje que Peter Frampton fará cinco apresentações no Brasil agora em setembro. Os shows serão em Brasília (dia 09, Centro de Convenções), Rio de Janeiro (11, HSBC Arena), Porto Alegre (14, Pepsi On Stage), São Paulo (17, Via Funchal) e Belo Horizonte (18, Chevrolet Hall). Não foram anuciados os preços dos ingressos.

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Saiu a lista completa de músicas que farão parte do "Guitar Hero: Warriors Of Rock". Veja se você se anima a pegar a guitarrinha de plástico...
AFI – 'Dancing Through Sunday'
Anthrax – 'Indians'
Avenged Sevenfold – 'Bat Country'
Black Sabbath – 'Children Of The Grave'
Buzzcocks – 'What Do I Get?'
Children Of Bodom – 'If You Want Peace… Prepare For War'
The Cure – 'Fascination Street'
Def Leppard – 'Pour Some Sugar On Me (Live)'
Dethklok – 'Bloodlines'
Dire Straits – 'Money For Nothing'
DragonForce – 'Fury Of The Storm'
Drowning Pool – 'Bodies'
Fall Out Boy – 'Dance, Dance'
Foo Fighters – 'No Way Back'
Foreigner – 'Feels Like The First Time'
The Hives – 'Tick Tick Boom'
Jane's Addiction – 'Been Caught Stealing'
Jethro Tull – 'Aqualung'
KISS – 'Love Gun'
Linkin Park – 'Bleed It Out'
Megadeth – 'Sudden Death'
Metallica & Ozzy Osbourne – 'Paranoid (Live)'
Muse – 'Uprising'
My Chemical Romance – 'I'm Not Okay (I Promise)'
Night Ranger – '(You Can Still) Rock In America'
Nine Inch Nails – 'Wish'
The Offspring – 'Self Esteem'
Queen – 'Bohemian Rhapsody'
Rammstein – 'Waidmanns Heil'
The Rolling Stones – 'Stray Cat Blues'
Silversun Pickups – 'There's No Secrets This Year'
Slayer – 'Chemical Warfare'
Slipknot – 'Psychosocial'
Stone Temple Pilots – 'Interstate Love Song'
ZZ Top – 'Sharp Dressed Man (Live)'

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Não sei se é verdade, mas o jornal chileno La Tercera diz que o Bon Jovi vem tocar na América do Sul no mês de outubro. Segundo o jornal, o show de Bon Jovi no Chile seria no dia 01º de outubro, na festa de reabertura do Estádio Nacional.

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Na onda das autobiografias, agora é a vez de Sammy Hagar anunciar que está escrevendo a sua. Se tudo der certo, ele diz que lança no ano que vem. Segundo o cantor, o livro englobará toda a sua carreira, do Montrose ao Chickenfoot, passando, claro, pelo Van Halen e pela sua carreira solo. "Estou escrevendo esse livro durante toda a minha vida. Está na hora de colocfá-lo entre duas capas", disse Hagar ao Blabbermout.

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Pela segunda vez, Prince recorre aos jornais para distribuir o seu novo álbum. "20Ten" chegará às lojas, ops..., bancas inglesas, no dia 10 de julho, juntamente como o Daily Mirror. Em 2007, Prince recorreu ao Mail on Sunday para distribuir o CD "Planet Earth". Um porta-voz do cantor disse que o novo trabalho de Prince é uma "obra-prima". Eis as faixas de "20Ten": "Compassion", "Endlessly beginning", "Future soul song", "Sticky like glue", "Lavaux", "Act of God", "Walk in sand", "Sea of everything", "Everybody loves me" e uma 'untitled bonus track'.

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O guitarrista Slash vai lançar uma edição limitadíssima de um álbum ao vivo gravado em Manchester (capa acima). Serão apenas 1.200 cópias com o registro da apresentação que acontecerá no dia 03 de julho, na cidade inglesa. O preço será 20 libras (cerca de 54 reais), e o CD estará à venda no site oficial de Slash. Não há mais informações do CD, mas é bom o fã ficar atento.

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Já viram o trailer de "Harry Potter e as relíquias da morte"? O que acharam, hein? Aqui no Brasil, o filme estreia no dia 19 de novembro.



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A banda Of Montreal anunciou hoje detalhes de seu próximo álbum. O título será "False priest" e a previsão de lançamento é para o dia 14 de setembro. Produzido por Jon Brion (que trabalhou com Fiona Apple e Kanye West), o sucessor de "Skeletal lamping" (2008) conta com as participações especiais de Solange Knowles e Janelle Monáe. O primeiro single do álbum, "Coquet coquette", pode ser baixado gratuitamente no site oficial da banda, e também pode ser ouvido logo abaixo. A relação de faixas de "False priest" é a seguinte: "I feel ya' strutter", "Our riotous defects", "Coquet coquette", "Godly intersex", "Enemy Gene", "Hydra fancies", "Like a tourist", "Sex karma", "Girl named Hello", "Famine affair", "Casualty of you", "Around the way" e "You do mutilate?".



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Com a morte do baixista Paul Gray, o guitarrista Jim Root, em entrevista ao site do festival Sonisphere, disse que não sabe qual será o futuro do Slipknot. Root disse que ele e o vocalista Corey Taylor pretendem encarar a estrada pelos próximos dois anos, com o projeto paralelo de ambos, o Stone Sour. Após, eles decidirão junto com os outros membros se o Slipknot vai continuar. "Será um processo longo de cicatrização, que deverá acontecer antes de a gente pensar se o Slipknot vai continuar", disse Jim Root. O novo álbum do Stone Sour, "Audio secrecy", será lançado, no Reino Unido, no dia 06 de setembro.

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"Yellow submarine" em 3D?? Essa eu quero ver...

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E também no dia 29 de junho, só que em 1986, a Argentina sagrou-se bicampeã mundial de futebol. Vou dizer que essa foi a primeira final de Copa que vi na minha vida. Tinha seis anos, e me lembro que fui ver em um restaurante, que nem existe mais. Estava torcendo fervorosamente para a Alemanha, porque era fã do Rummenigge (um dos meus principais botões). Mas, analisando hoje, não tinha como o Maradona não ser campeão mundial. Ia ser uma grande injustiça...com a Copa do Mundo. Ela merece Maradona. E, na verdade, merecia todo aquele time da Argentina: Pumpido, Cuciuffo, Orlaticoechea, Ruggeri, Brown, Giusti, Batista, Maradona, Burruchaga, Enrique e Valdano. O técnico era Carlos Bilardo.



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Bom, agora vou falar de Copa do Mundo - que nem acabou, mas já estou com saudades. Hoje, dia 29 de junho, comemoramos o aniversário de dois títulos muito importantes. O primeiro é o do Brasil, em 1958. Na Copa da Suécia, o Brasil foi campeão mundial pela primeira vez. Na final, a nossa seleção bateu os donos da casa em um jogaço que terminou cinco a dois, com direito a um golaço de Pelé (aquele que ele dá um chapéu no zagueiro e chuta de primeira para o gol), que é considerado pela FIFA o segundo mais bonito da história das Copas - só perde para o de Maradona, em 1986, contra a Inglaterra. E só para dar água na boca, anota aí a escalação do Brasil no dia da final: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Pelé, Vavá e Zagallo. O técnico era Vicente Feola, que ficou famoso por dormir no banco de reservas, durante os jogos do Brasil.



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Leovegildo Lins da Gama Júnior. O nome não é muito, hum..., comum. Mas a torcida do Flamengo conhece muito bem. Mas o melhor mesmo é chamá-lo de Júnior, o nosso maestro. Até hoje, Júnior foi o jogador de futebol que mais vezes vestiu a camisa rubro-negra. E a sua lita de títulos no Mengão é respeitável: campeão mundial Interclubes (1981), Libertadores da América (também em 1981), Brasileiro (1980, 1982, 1983 e 1992), Copa do Brasil (1990), entre outros. Desses títulos, tive a chance de ver, ao vivo, as duas finais do Brasileirão, contra o Botafogo, em 1992, no Maracanã. E que show o maestro deu. Golaço de falta, drible histórico em cima de Renato Gaúcho, passes milimétricos... Para mim, ao lado de Zico e de Leandro, Júnior foi o cara que mais honrou o manto sagrado rubro-negro. E hoje, como comentarista da Rede Globo (aliás, ele é um dos poucos motivos para ver algum jogo da Copa na Globo), ele completa 56 anos. Parabéns.



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Um dos caras que mais deu força à geração 80 do Rock Brasil foi o Serginho Groisman. E hoje também, uma das grandes figuras do BRock completa 45 anos. Dado Villa-Lobos compôs, ao lado de Renato Russo e de Marcelo Bonfá, alguns dos principais hinos do nosso rock. Guitarrista da banda brasileira de maior sucesso dos anos 80, Dado anda meio sumidão. No ano passado, tive a oportunidade de assistir a um show dele no Canecão, todo instrumental. E foi excelente, especialmente a sua ótima versão para "Soldados". Tomara que ele apareça mais, de vez em quando.



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Olha, se tem um cara que eu acompanho, esteja onde estiver, esse cara é o Serginho Groisman. Desde os tempos do "Matéria prima", lá por 1988, 1989, eu admiro esse jornalista que sempre deu espaço ao melhor da música na televisão. Até mesmo na Globo, que sempre vai preferir o que dá audiência, Serginho arruma um jeito de encaixar coisa boa no seu ótimo programa, "Altas horas", que, infelizmente, passa no pior dia e no pior horário possíveis. Antes de ir para a Globo, Serginho Groisman comandava o "Programa livre", toda tarde, no SBT. Você não imagina o quanto era bom ligar a TV por volta de 17h e esbarrar com um Milton Nascimento, com uma Legião Urbana ou com um Caetano Veloso, assim, de bobeira. Por isso que hoje, não poderia me esquecer de homenagear essa grande pessoa pelos seus 60 anos.

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"Minha jangada vai sair pro mar..." Ô peixe bom! Bom, você deve estar perguntando porque comecei o post com o vídeo abaixo, que mostra um encontro fantástico das famílias Caymmi e Jobim. É o seguinte: hoje, dia 29 de junho, é dia de São Pedro, exatamente o padroeiro dos pescadores. Por isso, 29 de junho também é o Dia dos Pescadores. E me diga uma coisa: quem melhor cantou a vida do pescador? Dorival Caymmi, claro. E um detalhe curioso: Dorival não sabia nadar. Acredite se quiser.

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