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16 de set. de 2010

Lupicínio Rodrigues, B.B. King, Charlie Byrd, Andrea Beltrão, Faith No More, Planeta Terra, Duffy, Slash, Genesis, Pink Floyd, Roger Waters, Radiohead

Já imaginou "Paranoid android", do Radiohead, enquanto você joga "Super Mario Bros."? Aqui embaixo:



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E por falar em Pink Floyd, Roger Waters estreou ontem, em Toronto, a sua nova turnê, na qual apresenta a íntegra do álbum "The wall". Ov ídeo abaixo, de "Run like hell", foi o melhorzinho que encontrei no YouTube. Enjoy!



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O baterista Nick Mason revelou que deseja fazer mais um show com o Pink Floyd. Em entrevista ao Sky News, Mason explicou que "seria bom" que o Pink Floyd fizesse um último show de despedida. "Poderíamos fazer algo parecido com o que foi feito no Live 8", disse. O baterista ainda demonstrou o desejo de que essa derradeira apresentação seja acústica.

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Em entrevista a Billboard, Phil Collins disse que muito (mas muito mesmo) dificlmente o Genesis voltará a se reunir. "Acho que o Genesis acabou. Não me vejo mais fazendo shows com o Genesis. Não porque eu não goste ou não queira. Mas não cabe mais na minha vida. Quero ficar com os meus filhos, e tenho outros interesses", explicou o vocalista/baterista. "Além disso, não consigo mais tocar bateria. Fiz isso a minha vida toda, e agora estou aproveitando outras coisas", completou. O novo álbum solo de Phil Collins, "Going back", chegou às lojas brasileiras nessa semana.

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Acho que os fãs do Slash vão gostar de ver esse vídeo aqui...



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A cantora Duffy anunciou alguns detalhes de seu segundo álbum "Endlessly", que chegará às lojas no dia 29 de novembro. O primeiro single, "Well, well, well", será lançado no dia 21 de novembro. "Endlessly" é o sucessor de "Rockferry", o álbum mais vendido na Grã-Bretanha em 2008. No mundo todo, o disco vendeu 6,5 milhões de cópias, além de ter faturado três Brit Awards e um Grammy. A maior parte das faixas foi composta por Duffy e Albert Hammond Snr, pai do guitarrista dos Strokes, Albert Hammond Jnr. "My boy", "Don't forsake me", "Lovestruck" e "Breath away" são os nomes de algumas das faixas de "Endlessly".

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O Planeta Terra fechou a sua lista de atrações, e divulgou a ordem dos shows, nos dois palcos. O festival acontece no dia 20 de novembro em São Paulo. E os ingressos já estão esgotados. Acho que a mancada dos organizadores foi ter colocado o show do Hot Chip no mesmo horário do Pavement.

Main Stage:
16:00 / 17:00 - Mombojó
17:30 / 18:30 - Novos Paulistas
19:00 / 20:00 - Of Montreal
20:30 / 21:30 - Mika
22:00 / 23:00 - Phoenix
23:30 / 01:00 - Pavement
01:30 / 03:00 - Smashing Pumpkins

Indie Stage:
16:00 / 16:40 - República
17:00 / 18:00 - Hurtmold
18:30 / 19:30 - Holger
20:00 / 21:00 - Yeasayer
21:30 / 22:30 - Passion Pit
23:00 / 00:00 - Hot Chip
00:40 / 01:40 - Empire of the Sun
02:00 / 03:30 - Girl Talk 3rd band


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A notícia ruim de hoje é que o Faith No More anunciou o último show de sua carreira. E ele acontecerá no dia 05 de dezembro, no Estádio Nacional de Santiago, no Chile. Essa mesma turnê passou pelo Brasil (e pelo Chile também) em novembro de 2009. O tecladista Roddy Bottum escreveu, em seu twitter, que seria "estranho" a banda lançar um álbum de inéditas após 10 anos. Pena. Mas bem que o Faith No More pdoeria aproveitar para fazer uma despedida no Brasil também. É tão pertinho do Chile...

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Partindo para a televisão e para o cinema, agora é hora de dar os parabéns a atriz Andrea Beltrão (16/09/1963), também conhecida como Marilda (ou Marilza, segundo o Paulão da Regulagem), naquela "Grande Família". Mas bem antes de ser a Marilda, Andrea Beltrão fez outros pápéis bacanas, como a inesquecível Zelda Scott ("Armação ilimitada"), Radical Chic (no programa de mesmo nome), Lisa ("A viagem") e Úrsula ("Pedra sobre pedra"). E isso sem contar com as participações em filmes como "Bete Balanço", "Garota dourada", "Rock estrela" e "Pqueno dicionário amoroso".



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Olha só que curioso: teve um outro grande mestre que nasceu no mesmo dia que B.B. King. Charlie Byrd também faria 85 anos hoje. Guitarrista e violonista ligado ao jazz, Byrd foi um dos artistas norte-americanos que melhor fez a ponte do jazz com a Bossa Nova. O álbum gravado ao lado de Stan Getz, "Jazz Samba" (1962), é fundamental para que se entenda o que representou a Bossa Nova nos Estados Unidos. Byrd ainda gravou outros álbuns influenciados pela Bossa Nova, como "Once More! Bossa Nova" (1963) e "Brazilian Byrd" (1965). Byrd morreu no dia 02 de dezembro de 1999, aos 74 anos de idade.



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Desde que anunciou a sua "aposentadoria", acho que já assisti a uns dois shows dele. Ainda bem. B.B. King não consegue ficar longe de seus fãs. E os fãs não conseguem ficar longe de B.B. King. Vi o último show dele, nesse ano, aqui no Rio, e fiquei impressionado com tanta devoção (por parte da plateia e do músico). Tudo bem, uma apresentação de B.B. King não é mais como nos velhos tempos. Hoje, elas são mais curtas, B.B. King tem que ficar sentado o tempo inteiro e, claro, ele não canta como antigamente. Mas se não canta como antigamente, ele continua tocando a sua guitarra como nunca. "Why I sing the blues?", "The thrill is gone", "Everyday I have the blues", "Let the good times roll"... É sempre um deleite escutar essas canções com B.B. King. E, hoje, o mestre do blues completa 85 anos de idade. Aposentadoria? Ah, espera mais uns 15 anos, por favor.



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Bom dia pessoal! E hoje o dia promete, hein... Agenda lotada e um bando de coisa pra resolver. Então, vamos em frente. O dia começou com Lupicínio Rodrigues, o grande compositor gaúcho, que nasceu a 16 de setembro de 1914. A propósito, estava lendo ontem, que hoje é o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio. Sei não, mas acho que todo dia deveria ser o dia da preservação da camada de ozônio. Caso contrário, estamos fritos. Literalmente.

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27 de ago. de 2010

Lupicínio, Sylvia Telles, Alex Lifeson, Stevie Ray Vaughan, Neil Young+Pearl Jam, Planeta Terra, LCD Soundsystem, Ozzy, Bon Jovi, STP, Diana Krall

A cantora Diana Krall marcou uma temporada de shows no Brasil para o mês que vem. Ela se apresenta em São Paulo (HSBC Brasil, nos dias 13 e 14), Brasília (Teatro Oi Brasília, dia 18) e Rio de Janeiro (Teatro Oi Casa Grande, no dia 20). Os ingressos para as duas apresentações em São Paulo já estão à venda no site www.ingressorapido.com.br, e custam entre 70 e 400 reais, com direito a meia-entrada. Ainda não há informações com relação à venda de ingressos no Rio e no DF.

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Essa moda de cair do palco tá pegando. Ontem foi a vez de Scott Weiland, do Stone Temple Pilots... Aliás, era playback ou não??



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O Bon Jovi lançará no dia 08 de novembro a coletânea "Greatest hits" em duas edições, uma simples, e outra, dupla. Além de sucessos como "Livin' on a prayer", "Always", "It's my life", "Wanted dead or alive" e "Keep the faith", haverá mais quatro faixas inéditas (na edição dupla, na simples serão apenas duas). Os nomes das quatro músicas novas são "The more things change", "No apologies", "This is love, this is life" e o primeiro single "What do you got?" (capa acima), que estreou hoje no site da banda.



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Que Zakk Wylde que nada... Hehehe...



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"Talvez a gente até grave um novo álbum. Só quero sair desse esquema de gravação profissional de discos. Em termos profissionais, não quero contar com nada além das turnês." (James Murphy, vocalista do LCD Soundsystem, dizendo ao site Quietus que a sua banda pode vir a gravar um novo álbum)

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O festival Planeta Terra, que acontece no dia 20 de novembro, em São Paulo, fechou o seu line-up com quatro atrações nacionais. São elas: Holger, Hurtmold, Novos Paulistas e Mombojó. Já estavam confirmados anteriormente atrações como Smashing Pumpkins, Pavement, Mika, Hot Chip, Phoenix, Of Montreal, entre outras. Segundo a produção, os ingressos estão acabando, e o quarto lote já está à venda, no site www.ticketsforfun.com.br, por R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia).

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E vamos continuar no clima de rock n' roll então... Hoje começa o festival de Reading, na Inglaterra. Mas eu quero lembrar aqui da edição de 1995. Por que? Ora, porque 15 anos atrás, Neil Young se juntou ao Pearl Jam para fazer uma apresentação antológica nesse festival. O repertório foi curto, mas sente o poder: "Big green country", "Song X", "Act of love", "Downtown", "Mr. Soul", "Scenery", "The needle and the damage done", "Hey hey my my", "After the goldrush", "Throw your hatred down", "Cortez the killer" e "Rockin' in the free world". A única coisa que achei desse show no YouTube foi esse vídeo abaixo. Não está muito bom, mas dá pra sentir o clima...



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Olha, eu não sei se a minha gripe vai deixar, mas o meu plano para hoje à noite é beber algumas ao som de Stevie Ray Vaughan. Hoje faz 20 anos que esse guitarrista sensacional foi mostrar o seu blues lá no céu. Ele morreu em um acidente de helicóptero em Wisconsin, após uma apresentação no Alpine Valley Music Theater, ao lado de Robert Cray, Buddy Guy, Eric Clapton e Jimmie Vaughan. Eu poderia escrever aqui um bando de coisa sobre o SRV... Que o seu álbum "Couln't tand the weather" (1984) é fantástico, que "Pride and joy" é uma das melhores canções já escritas, que SRV era um deus inca no palco... Mas eu prefiro resumir Stevie Ray Vaughan da seguinte maneira: ele foi o único artista que gravou uma música de Jimi Hendrix, e conseguiu... superar Jimi Hendrix. A música é essa aqui...



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Hoje também é dia de homenagear um guitarrista que eu gosto muito. Alex Lifeson, do Rush, completa 57 anos nesse 27 de agosto. E vou te dizer: assisti ao show do Rush mês passado em Nova Jersey e é impressionante o quanto o cara manda bem ao vivo. Ele me passa a impressão de ser uma espécie de balança da banda... O cara que, tipo, deixa o clima bom. E, depois de ver o documentário "Beyond the lighted stage", a gente chega à conclusão da importância de uma figura como essa para levar uma banda adiante, com mais de 35 anos de carreira. Em outubro estarei lá na Apoteose.



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Ah, agora eu vou falar de uma cantora que eu adoro. Sylvia Telles nasceu a 27 de agosto de 1934, e, na minha opinião, foi a melhor intérprete feminina da obra de Antonio Carlos Jobim. O seu álbum "Amor de gente moça" (1959) é a maior prova. Mas ela também gravou outros grandes discos, como o essencial "Amor em hi-fi" (1960), "Bossa, balanço, balada" (63) e "Bossa session" (64), esse último ao lado de Lúcio Alves e de Roberto Menescal. Sylvinha morreu aos 32 anos, vítima de um trágico acidente de automóvel em Maricá.



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(Lupicínio Rodrigues - 16/09/14 / 27/08/74)