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12 de out. de 2011

Quando a criança descobriu a música

Eu tentei de todas as formas, mas não encontrei o CD do “Casa de brinquedos” aqui em casa. Queria ouvi-lo hoje, no Dia das Crianças. Mas, ainda bem, descobri que tenho o álbum completo no iPod.
O “Casa de brinquedos” representou o primeiro contato que tive com a música. Há mais ou menos 30 anos, a Rede Globo investia em especiais infantis que fizeram com que toda uma geração crescesse conhecendo Chico Buarque, Toquinho, Vinicius de Moraes, MPB-4, Ney Matogrosso, Elis Regina, Clara Nunes... Ou seja, toda uma geração aprendeu a aprimorar o gosto pela música.
Graças a Deus (e a minha mãe que me dava os LPs e assistia aos programas comigo), cresci com um bom gosto musical, acredito.



(Já devo ter dito por aqui que nunca terei filhos. Mas se tivesse, jamais o colocaria para ouvir Xuxa ou Restart. As pessoas deveriam ter a ciência de que estão formando cidadãos. Depois, quando o pai tiver que acompanhar (e aturar) uma filha histérica e doente em um show do Justin Bieber, não adianta lamentar. Foi ele mesmo quem criou o monstro.)
Mas voltando ao “Casa de brinquedos”, a imagem mais nítida que tenho, aos três ou quatro anos de idade, é a de Chico Buarque cantando “O caderno” em um cenário repleto de cadernos gigantes, e uma menina deitada no chão lendo algo um... caderno!
Já sei. Você vai achar isso tosco demais.
E era mesmo.



E, por conta disso, aprendi que nada, absolutamente nada, pode se sobrepôr à música. Por exemplo, em um concerto, é necessário mais do que uma boa orquestra e um maestro? Precisa de jogo de luzes, palcos mirabolantes e figurinos cafonas?? Pode ter certeza que não. Um exemplo mais recente: os shows que vi do Eric Clapton nessa semana aqui no Rio de Janeiro. Não tinha cenário, não tinha figurino, a luz era sóbria, Eric não ficava fazendo coraçãozinho com as mãos para a plateia... Era só o cara pegar a guitarra e mandar os acordes de “Badge” ou de “Crossroads”. Não precisava de mais nada. E pode perguntar para as 20 mil pessoas que lotaram as duas apresentações, que todas elas vão concordar.
Depois de me deliciar com o programa televisivo (quando conheci Simone, Toquinho, Roupa Nova, Chico, Moraes Moreira, Baby Consuelo, Carlinhos Vergueiro, entre outros), minha mãe me presenteou com o LP.



Aquilo lá não saiu da minha vitrolinha laranja por, pelo menos, uns dois anos. Acho que ninguém (nem o Toquinho) ouviu esse LP mais do que eu. Cada música era uma viagem. Para os compositores Toquinho e Mutinho, uma viagem em cada brinquedo - cada música tinha o nome de um brinquedo, como "A espingarda de rolha", "A bola", "A bicicleta", "O avião", "O robô", "O macaquinho de pilha"... Para mim, foi o início da minha viagem mais deliciosa: a da música.
Ainda posso sentir a capa daquele velho vinil.
Aquela porosidade continha toda a minha vida.



O velho vinil não existe mais.
Mas há uns 16 anos, mais ou menos, me deparei com o CD em uma loja. Comprei na hora. Nem perguntei o preço. Deixaria as minhas calças se necessário fosse.
Quando cheguei em casa e coloquei o CD para tocar, ao ouvir a voz de Dionísio Azevedo declamando o texto de abertura, me dei conta de que não escutava aquele álbum havia, sei lá, uns dez anos. Ou seja, ouvi “Casa de brinquedos” umas 500 vezes entre os meus três e seis anos de idade. Depois, nunca mais.
Esse corte se deu exatamente na época em que descobri o rock. O velho álbum do “Casa de brinquedos” ficou de lado. Quem dava as cartas agora eram o “Dois” (Legião Urbana), o “Selvagem?” (Os Paralamas do Sucesso), o “Cabeça dinossauro” (Titãs), os “Greatest hits” dos Beatles...



Quando comprei o CD e me dei conta disso, logo me lembrei dos versos de “O caderno”:
“Só peço, a você
Um favor, se puder
Não me esqueça
Num canto qualquer...”
Mas aí eu tive a certeza que o “Casa de brinquedos” não estava “num canto qualquer”. Ele ainda está em cada disco que ouço hoje (do vinil ao blu-ray), em cada solo de guitarra que me emociona, em cada refrão que gruda na minha cabeça, em cada show que eu tenho a oportunidade de ir.
E em cada linha que eu escrevo.

1 de ago. de 2011

Os 30 anos da MTV e os 70 (isso, 70!!) do Ney Matogrosso; o álbum do The Cleaners; a música nova do Chickenfoot; e a despedida da 360º tour, com "40".



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Bom dia! Início do mês significa dinheiro no bolso, né? Pelo menos para vocês... Segundona começando, e hoje comemoramos o Dia do Selo. Isso mesmo. Duvido que você sabia que existia um Dia do Selo... Em 01º de agosto de 1843, foram emitidos os primeiros selos brasileiros. Agora você nunca mais se esquece, né?? A não ser que, um dia (será??) a gente não precise mais de cartas...

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Como eu não apareci por aqui ontem – um dia de descanso eu mereço –, vou falar de uma grande atriz, uma das mais engraçadas que eu já vi atuar, que teria feito 110 anos de idade. Henriqueta Brieba nasceu em Barcelona, no dia 31 de julho de 1901. Viveu bem, e morreu aos 94 anos, no Rio de Janeiro. Olha só ela fazendo papel de “mãe” do Jô Soares, com o engraçadíssimo quadro da Bô Francineide... Antológico!



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E o que tem pra hoje, gente? Bom, foi no dia 01º de agosto de 1981 que a MTV foi ao ar pela primeira vez nos Estados Unidos. Época boa, em que a MTV ainda tocava música. “Video killed the radio star”, da banda The Buggles, foi o primeiro videoclipe a ir ao ar na emissora.



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E atenção!! Hoje, o maior cantor do Brasil sopra 70 velinhas. Quem é? Lógico que é o Ney Matogrosso. Caramba, 70 anos chega a ser inacreditável... Setenta anos com um corpinho de 25, é verdade. Ney Matogrosso é o cara. Ele consegue transitar em qualquer estilo musical. Canta de tudo: Cartola, Ângela Maria, Cazuza, Eduardo Dussek, Antonio Carlos Jobim... Os seus shows são sempre deslumbrantes. Não sei quais são os melhores. Se aqueles nos quais ele se fantasia, e faz o diabo a quatro no palco, ou aqueles em que se apresenta com figurinos sóbrios, apresentando um repertório mais, hum, antigo... Eu gosto de qualquer jeito. Já devo ter assistido a uns 30 shows do Ney. E nunca, nunca, nunca me decepcionei.



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Ah, mais uma do Ney... Ele merece!



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Os torcedores do Vasco da Gama também têm os seus motivos para comemorar hoje. Há 37 anos, o clube da cruz de malta sagrou-se campeão brasileiro, ao vencer o Cruzeiro por dois a um, no estádio do Maracanã. Ademir e Jorginho Cavoeiro marcaram pelo Vasco, Nelinho, do Cruzeiro, descontou.



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Ah, e que bom que o Vasco da Gama voltou a ser um clube de conquistas. Como nunca deveria deixar de ser.

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Eu tive o grande prazer de receber, recentemente, o CD da banda The Cleaners, formada por Rodrigo “Milk” (vocais e guitarra), José Filho (guitarra), Rodrigo Lima (baixo) e Duca Olimazzi (bateria). “Behind the truth” é uma prova de que pode haver vida inteligente no rock brasileiro – ainda que cantado em inglês. São 12 faixas que nos remetem diretamente a bandas que ainda carregam o rótulo de “indie”, como os Strokes, uma das influências mais visíveis da banda de Mauá. Os destaques de “Behind the truth” são “The daily round” e “Let music be music”. Mais informações da banda no site oficial e no perfil no Myspace.



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E quais são as novidades de hoje, hein?? Vamos começar pela superbanda Chickenfoot – aquela que tem Sammy Hagar, Joe Satriani, Michael Anthony e Chad Smith. O novo álbum do grupo, “Chickenfoot III”, só está agendado para o dia 27 de setembro. Enquanto isso, o primeiro single do disco, “Big foot”, foi liberado ontem. A relação de faixas de “Chickenfoot III” é a seguinte: “Last temptation”, “Alright, alright”, “Different devil”, “Up next”, “Lighten up”, “Come closer”, “Three and a half letters”, “Big foot”, “Dubai blues” e “Something going wrong”.



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Quem também vai lançar algo em breve é o onipresente Damon Albarn. No momento, ele se encontra na República Democrática do Congo, gravando um novo disco, com uma série de participações especiais de músicos locais. A ideia é gravar o álbum em apenas uma semana. A faixa, “Halo”, já finalizada, foi disponibilizada por Albarn. Um pouquinho estranha, verdade. Mas, a julgar pelos últimos trabalhos do Gorillaz, é melhor não chegar a um veredicto precipitadamente.



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O guitarrista Slash é outro que deve surgir com novidades em breve. Um DVD foi gravado na semana passada durante um show no Victoria Hall, em Stoke, na sua cidade-natal de Hampstead, na Inglaterra. Após o show, o guitarrista tuitou: “Stoke foi um fuckin’ blast!! Muita vibração e energia. Será um puta DVD.” O set list do show foi o seguinte: “Been there lately”, “Nightrain”, “Ghost”, “Mean bone”, “Back from Cali”, “Rocket queen”, “Civil war”, “Nothing to say”, “Promise”, “Starlight”, “Doctor Alibi”, “Speed parade”, “Watch this”, “Beggars & hangers-on”, “Patience”, “Godfather Theme”, “Sweet child o’ mine”, “Slither”, “By the sword”, “Mr. Brownstone” e “Paradise city”.

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Nesse fim de semana, o U2 finalmente encerrou a sua “360º tour”. O ultimo dos 110 shows aconteceu no ultimo sábado, em Moncton, Canadá. Foi a maior turnê de todos os tempos. O faturamento chegou a 736 milhões de dólares, e mais de sete milhões e duzentas mil pessoas presenciaram os shows. O U2 quebrou o recorde que pertencia aos Rolling Stones, no dia 10 de abril, na segunda apresentação que a banda irlandesa realizou em São Paulo, quando o faturamento da turnê alcançou 558 milhões de dólares.

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E sabe como o U2 se despediu da “360º tour”?? Assim:



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Depois da polêmica gerada por algumas declarações, segundo as quais, os ataques na Noruega “não foram nada”, comparados com o abate de animais pelas redes de fast food, Morrissey emitiu um comunicado em seu site oficial. Não, ele não se desculpou. Pelo contrário, manteve firme a sua posição. Olha só o que ele escreveu: “As mortes recentes na Noruega foram horríveis. Como é habitual nestes casos, a imprensa dá ao assassino exatamente aquilo que ele quer: fama mundial. Ninguém cita os nomes das vítimas, como se não fossem importantes. Não deviam dizer o nome dele [do assassino], nem fotografá-lo, e levá-lo para longe. O comentário que fiz em Varsóvia pode ser explicado assim: todos os dias, milhões são assassinados de forma rotineira para gerar lucros para a McDonalds e a KFCruelty, mas como estes assassinatos são protegidos por leis, pedem-nos que lhes sejamos indiferentes e não os questionemos. Se, com toda a razão, se sentem horrorizados pelas mortes na Noruega, é natural que também se sintam horrorizados pelo assassinato de qualquer ser inocente. Não podem ignorar o sofrimento animal só porque os animais ‘não somos nós’”.

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Pelo menos ninguém pode acusar Morrissey de incoerência...

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O Radiohead lançou virtualmente três faixas remixadas do álbum “The king of limbs”. São elas: “Feral” (Lone RMX), “Morning Mr. Magpie” (Pearson Sound Scavenger RMX) e “Seperator” (Four Tet RMX). É só clicar aí embaixo…



A versão física do EP (em vinil, inclusive) será lançada hoje, com mais três faixas remixadas: “Give up the ghost”, “Little by little” e “Codex”.

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A versão de “While my guitar gently weeps”, composta por George Harrison, e gravada por Zé Ramalho, estreou no YouTube ontem. O álbum “Zé Ramalho canta Beatles” (capa acima) chega às lojas na semana que vem. O cantor paraibano já homenageou Raul Seixas, Bob Dylan, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, em trabalhos anteriores.



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Gilberto Gil também reaparece com um novo álbum. “Gil+10” foi gravado no Teatro Tom Jobim, no Jardim Botânico, em 13 de outubro do ano passado, para comemorar os 10 anos de uma emissora de rádio. O baiano recebeu 10 convidados de peso, como Os Paralamas do Sucesso, Lenine e Milton Nascimento. As faixas do CD “Gil+10” são: “Palco”, “A linha e o linho” (com Lenine), “Aquele abraço” (com Zeca Pagodinho), “Extra II, O rock do segurança” (com Erasmo Carlos), “Torpedo” (com Ana Carolina), “Andar com fé” / “Vida” (com Preta Gil), “Cálice” (com Milton Nascimento), “Lamento sertanejo” (com Milton Nascimento e Maria Gadú), “Acreditar”, “Alguém me avisou” (ambas com Dona Ivone Lara), “Deixar você” (com Mart’nália), “A novidade” (com Os Paralamas do Sucesso) e “Essa é pra tocar no rádio”.



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Também chegou ao mercado nacional, o CD+DVD “The Best of The BBC Vaults”, de Ella Fitzgerald. Sã mais de duas horas de imagens e vídeos da cantora, resgatadas dos arquivos da BBC, em quatro apresentações distribuídas no DVD. O CD traz algumas músicas do DVD, que se divide em quatro partes: “Show of the week: Ella Fitzgerald swings” (gravado para um programa de televisão de 1965), “Ella Fitzgerald sings” (um dos shows mais conhecidos pelos fãs da cantora por já ter sido exibido na programação da BBC diversas vezes), “Ella Fitzgerald at Ronnie Scott’s” (de 1974, exibido pela BBC em 1996, após a morte da cantora) e “Jazz From Montreux” (filmado em 1977). O show no Ronnie Scott’s está logo aí abaixo.

4 de dez. de 2010

Top 5: Cartola

Nessa semana, lembrei rapidamente aqui no blog dos 30 anos da morte de Angenor de Oliveira (completados no dia 30 de novembro), mais conhecido como Cartola. O rótulo de sambista talvez lhe seja pequeno demais. O ex-pedreiro só foi gravar o seu primeiro álbum em 1974, aos 66 anos de idade. Foram apenas quatro discos, suficientes para deixar registradas algumas dezenas de pequenos clássicos da Música Popular Brasileira. Uma obra pequena, assim como a de Dorival Caymmi, mas perene.

O sambista maior da Estação Primeira de Mangueira foi gravado e regravado por todos os grandes artistas do país. Saca só a lista: Chico Buarque, Leny Andrade, Ney Matogrosso, Elis Regina, Caetano Veloso, Beth Carvalho, Nelson Gonçalves, Zizi Possi, Luiz Melodia, Clara Nunes, Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho, Emílio Santiago, entre vários outros.

O nosso top 5 desse sábado vai homenagear Cartola com cinco faixas. Acredito que esse foi o top 5 mais difícil de elaborar até o momento. O que eu incluí e depois tirei, e voltei a incluir... Seria necessário, no mínimo, um top 20 de Cartola. Mas como eu sei que vocês têm mais o que fazer...

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5) “Tive sim”
Gravado em 1966, esse samba foi registrado somente no primeiro álbum de Cartola, lançado em 1974. A sua letra é uma das mais espirituosas da nossa MPB: “Tive sim / Outro grande amor antes do teu / Tive sim / O que ela sonhava eram os meus sonhos e assim / Íamos vivendo em paz / Nosso lar, em nosso lar sempre houve alegria / Eu vivia tão contente / Como contente ao teu lado estou / Tive sim / Mas comparar com o teu amor seria o fim / Eu vou calar / Pois não pretendo amor te magoar”. Alguém já teve vontade de cantar isso para alguém??



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4) “Basta de clamares inocência”
Essa música nunca foi gravada por Cartola. Mas, em compensação, ganhou duas gravações, no mínimo, antológicas. A primeira, de Elis Regina, em seu álbum “Essa mulher” (1979), e a segunda, de Ney Matogrosso, em seu álbum “Ney interpreta Cartola: Ao vivo”. Veja a interpretação de Ney logo abaixo.



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3) “Peito vazio”
Essa foi gravada no segundo álbum de Cartola (1976), aquele que tem a célebre foto do sambista, na sacada de sua casa, ao lado de Dona Zica. Uma das gravações mais importantes dessa música foi a de Nelson Gonçalves. A sua voz caiu como uma luva para versos como “Um vazio se faz em meu peito / E de fato eu sinto / Em meu peito um vazio / Me faltando as tuas carícias / As noites são longas / E eu sinto mais frio”.



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2) “O mundo é um moinho”
“O mundo é um moinho” é um dos maiores sucessos de Cartola, regravado por dezenas de artistas, incluindo um (quase) xará seu, Agenor Miranda de Araújo Neto, ou, simplesmente, Cazuza. A canção, que também faz parte de seu segundo álbum, é um clássico: “Preste atenção querida / De cada amor tu herdarás só o cinismo / Quando notares estás a beira do abismo / Abismo que cavaste com teus pés”. Uma curiosidade: a gravação original conta com o violão do genial Guinga, à época, um garoto com apenas 20 anos de idade. Abaixo, a gravação de Beth Carvalho, uma das principais intérpretes de Cartola.



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1) “O sol nascerá”
Composta no Zicartola, restaurante que o sambista abriu com a sua esposa, Dona Zica, “O sol nascerá” nasceu após um desafio do amigo Renato Agostini, que disse duvidar que Cartola compusesse um samba tão rapidamente. A canção, com os célebres versos “A sorrir / Eu pretendo levar a vida / Pois chorando / Eu vi a mocidade / Perdida”, nasceu em 30 minutinhos, e acabou entrando no primeiro álbum de Cartola, lançado em 1974. Moral da história: nunca desconfie da capacidade de um gênio. Elton Medeiros foi o seu parceiro nessa música.

17 de nov. de 2010

Rachel de Queiroz, Villa-Lobos, John Lennon, Cazuza, Bruce Springsteen, Red Hot, Strokes, Joe Strummer, Skank

Assim como as grandes bandas lá de fora estão relançando os seus álbuns mais importantes em versões expandidas, o Skank, após a versão especial de "Calango", prepara agora a de "O samba poconé", lançado originalmente em 1996. Samuel Rosa adiantou a novidade à Rolling Stone. O lançamento deve acontecer no segundo semestre de 2011. "Queremos colocar alguma sobra de estúdio e talvez lançar também um DVD falando um pouco sobre como foi na época, com imagens que temos daquele período", disse o compositor. Além do CD original, com algumas sobras e um filme com o making of, a banda planeja gravar um show, no qual apresentará o álbum na íntegra, em algum local "diferente", como o Deserto do Atacama (?!?). Outras bandas deveriam se mirar no exemplo do Skank, e preparar edições de luxo de seus álbuns mais importantes. Lá fora, isso vende adoidado.

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Mais uma cinebiografia de um astro do rock está a caminho. Joe Strummer, do The Clash, terá a sua vida transformada em filme. A produção de "Joe Publich" começa nos próximos dias. O roteiro é de Paul Viragh, que trabalhou na cinebiografia de Ian Dury, "Sex and drugs and rock and roll". Vale destacar que a vida de Strummer já foi documentada em "Joe Strummer: The future is unwritten" e "Strummervile".

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A banda The Strokes anunciou que terminou as gravações de seu quarto álbum. O lançamento deve acontecer no primeiro semestre do ano que vem. A boa nova foi dada pelo próprio Julian Casablancas, em seu perfil no Twitter. A gravação terminou na segunda (dia 15), e o álbum começará a ser mixado nos próximos dias. A produção é de Joe Chiccarelli. Este será o primeiro álbum dos Strokes desde "First impressions of Earth", que saiu em 2006.

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Metallica, Red Hot Chili Peppers e Snow Patrol... Hum, esse Rock in Rio está começando a ficar bem bacana, hein?

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E olha só quem esteve ontem no programa do Jimmy Fallon: Bruce Springsteen. AMEI!



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Parece que foi ontem que comprei o primeiro disco solo do Cazuza. Mas sabia que hoje já faz 25 anos do seu lançamento?? Pois é. Cazuza deixou o Barão Vermelho no primeiro semestre de 1985, pouco depois do Rock in Rio. Ficou um pouco cansado do rock e, principalmente, de ter que dividir os holofotes com os seus colegas. Resultado: pediu para sair. E, para a felicidade geral do BRock, o Barão encontrou o seu caminho, com Roberto Frejat nos vocais, e Cazuza detonou geral em sua brilhante (e curta) carreira solo. O seu primeiro álbum tinha algumas músicas que, originalmente, fariam parte do próximo álbum do Barão - o espólio acabou dividido entre os discos "Cazuza" e "Declare guerra" (1986), esse último, do Barão. Os primeiros clássicos da carreira solo de Cazuza estão nesse grande álbum, cuja foto mostra uma linda foto do rapaz: "Exagerado", "Mal nenhum", "Codinome Beija-flor", "Só as mães são felizes"... Mas a minha predileta mesmo é essa aqui...



"Às vezes eu amo
E construo castelos
Às vezes eu amo tanto
Que tiro férias
E embarco num tour pro inferno

Será que eu sou medieval?
Baby, eu me acho um cara tão atual
Na moda da nova Idade Média
Na mídia da novidade média"


Coisa de gênio, né? Deve ter sido escrita pra mim...

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Acho que já são três dias seguintes aqui falando de John Lennon. Paciência, galera! Não tenho culpa se a minha agenda das efemérides acusa algo interessante dele todo dia. E hoje eu não poderia deixar passar em branco, pois, veja só, "Double fantasy", seu último álbum completa 30 anos. Até o iniciozinho de 1980, Lennon estava meio que aposentado. Queria cuidar do filho, da Yoko Ono, regar as suas plantinhas no Dakota (um conhecido meu que era vizinho de porta de Lennon me disse isso, é sério)... Tinha direito, né? Mas ele resolveu voltar com força total e foi gravar "Double fantasy" ao lado da Yoko. Um bom álbum, eu acho. Olha as músicas legais que constam nele: "(Just like) Starting over", "I'm losing you", "Beautiful boy (Darling boy)", "Watching the wheels", "Woman", "Dear Yoko"... O resto da história, todo mundo já sabe, né? Mês retrasado saiu o "Double fantasy - Stripped down", com uma nova mixagem, através da qual, a voz de Lennon ficou mais nítida, e o instrumental um pouco mais cru. Eu gostei bastante.



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E por falar em Heitor Villa-Lobos, a "Melodia sentimental", prece em sua homenagem, na voz de Ney Matogrosso. A letra é de Dora Vasconcellos.



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Hoje também é dia de lembrar de um dos grandes heróis da nossa música. Heitor Villa-Lobos partiu dessa pra melhor no dia 17 de novembro de 1959, vítima de câncer. Transitando entre o popular e o erudito, Villa-Lobos, certamente, foi o compositor que melhor entendeu a alama do país, ao compor peças como "O trenzinho caipira" e as nove "Bachianas Brasileiras". Em 1922, participou da Semana da Arte Moderna, no Teatro Municipal de São Paulo.



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Bom dia! Hoje começamos com Rachel de Queiroz, escritora que estaria completando 100 anos nesse 17 de novembro de 2010. Confesso que meus conhecimentos sobre Rachel de Queiroz se restringem àqueles que a gente aprende nos bancos da escola: o seu primeiro romance foi "O quinze" (1930), ela foi a primeira mulher a ocupoar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, apoiou a ditadura militar de 1964, escreveu "Memorial de Maria Moura", que virou minissérie (ah, essa eu vi, eu vi...). Enfim, juro que tentarei ler "O quinze" até o fim do ano...

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26 de jul. de 2010

Ultraje a Rigor e Jorge Ben voltam ao vinil

Já tem algumas semanas, eu escrevi aqui sobre o relançamento de alguns álbuns clássicos nacionais por parte da Polysom. O negócio é o seguinte: a fábrica de discos fez acordo de licenciamento com algumas gravadoras, e criou o selo "Clássicos em vinil". Os dois primeiros lançamentos (prometidos para julho) serão "Africa Brasil", de Jorge Ben, e "Nós vamos invadir sua praia", do Ultraje a Rigor.
A Polyson promete ainda para 2010 os vinis de "A tábua de esmeralda" (Jorge Ben), "Todos os olhos" e "Estudando o samba" (Tom Zé), os dois de estúdio dos Secos e Molhados, além de "Cabeça dinossauro" e "Jesus não tem dentes no país dos banguelas" (Titãs).
Segundo a Polyson, "todos os discos da série terão edição limitada e serão produzidos com 180 gramas de vinil. Os áudios foram remasterizados dos tapes originais, assim como as artes também reproduzem o projeto gráfico original. O pacote é selado com um belíssimo adesivo dourado e preto criado especialmente para a série".
Só resta saber se cada vinil custará 80, 90 paus, como tem acontecido. Talvez se custasse menos, mais gente se animaria a comprar.

1 de jun. de 2010

Cazuza & Lobão, Peninha, Alanis, a-Ha, Mengão, Mutantes, George Israel, Rush, Stones, Ney, MSP, Renée & Muse, Gadú, Oasis, She & Him, DMB, Neil, Homer

Parabéns, Homer. Cada dia que passa, gosto mais de você.

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Quem também tem mostrado canções inéditas em seus shows é Neil Young. Por enquanto, já foram cinco. E vocês querem ver os vídeos? Hein? Hein? É só clicar aqui.

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Abaixo, a outra música que o Rush lançou hoje. "BU2B" também fará parte do próximo álbum do grupo, "Clockwork angels". Difícil dizer qual a melhor, "BU2B" ou "Caravan"...



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A Dave Matthews Band começou nesse final de semana a sua turnê de verão pelos Estados Unidos, em Hartford. No roteiro, os sucessos de sempre ("Ants marching", "#41", "Grey street"), músicas do último disco ("Rye whiskey" e "Shake me like a monkey"), e - surpresa! - raridades, como "Break for it" (das sessões de "Busted stuff", e nunca apresentada ao vivo pela banda), além de músicas que a banda não tocava havia muito tempo, como "Busted stuff" e "Kit Kat jam". O repertório completo da apresentação foi o seguinte: "JTR", "Seven", "Hello again", "Spaceman", "Proudest monkey", "Satellite", "Funny the way it is", "Rye whiskey", "Shake me like a monkey", "Busted stuff", "Kit Kat jam", "#41", "Grey street", "You and me", "Dancing nancies", "Too much" e "Ants marching". No bis, a citada "Break for it" e o encerramento com "You might die trying". Abaixo, um vídeo tosco (mas bacana) de "Break for it".



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Olha só que lindinho o She & Him atacando com "Fools rush in".



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Eu quero um desse...


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"A separação do Oasis foi melhor para todo mundo." (Liam Gallagher em entrevista ao New York Times. Foi melhor para os fãs também?)

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Eu gosto muito de ler o site português Blitz. As suas resenhas são muito bem escritas. Mas hoje, eles deram uma pisada braba na bola. Disseram que o heavy metal completa 40 anos hoje, por conta do lançamento do primeiro álbum do Black Sabbath, considerado o primeiro do gênero. Acontece que o disco saiu no dia 13 de fevereiro de 1970. Não entendi nada!

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Já imaginou tipo uma Nana Caymmi gravando uma música dos Móveis Coloniais de Acaju? Ou Gal Costa cantando o novo sucesso do Charlie Brown Jr.? Difícil, né? Na semana que vem, vai sair um CD nos Estados Unidos mais ou menos desse tipo. A soprano Renée Fleming, diva da ópera, acostumada a se apresentar no Met de Nova York e no Covent Garden de Londres, vai lançar um CD com músicas de... rock! No roteiro, Peter Gabriel, Death Cab For Cutie, Jefferson Airplane, Band of Horses, Muse... Estou curioso para ouvir esse álbum todo. Tenho a impressão que vai ser todo errado. Os fãs do Muse já podem tirar alguma conclusão com "Endlessly".



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Os Manic Street Preachers divulgaram detalhes de seu novo álbum, "Postcards from a young man", que será lançado no Reino Unido, no dia 29 de setembro. O líder James Dean Bradfield prometeu ao NME que o álbum terá "big radio hits", ao contrário do anterior, o difícil "Journal for plague lovers". A partir do dia do lançamento, a banda seguirá em turnê de 23 shows pelo Reino Unido. A capa do disco ainda não foi divulgada.

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#medo: Paul McCartney e sua trupe foram atacados por um grupo, logo após um show na Cidade do México, na última sexta-feira. Segundo as reportagens que saíram nos sites britânicos, o ex-Beatle ficou "horrorizado" com o ataque. Os integrantes da tal gangue cercaram o ônibus de Paul e ficaram pulando em cima dele. A polícia chegou, e todo mundo fugiu. Que loucura!

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Bacaníssima a participação surpresa de Ney Matogrosso no Fashion Rio, durante o desfile da grife Blue Man. Pelo menos é algo interessante nesses eventos chatérrimos de moda.



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A história de "Exile on main st", dos Rolling Stones pelo professor Jamari França. Vale muito a pena dar uma lida.

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Putz, que música nova é essa do Rush? Pelo jeito, eles resolveram comemorar os 35 (ou 36) anos de carreira fonográfica da melhor forma possível. A bateria de Neil Peart estronda, a guitarra de Alex Lifeson está encorpadaça e o baixo e a voz de Geddy Lee é melhor nem falar nada. Essa "Time machine tour", com a íntegra do "Moving pictures" (1981) será absurda. E a gente estará em algum show dessa turnê. Aguardem.



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A BOA DE AMANHÃ: Véspera de feriado, a boa para os cariocas é a gravação do DVD de George Israel, no Canecão. A gravação, que foi adiada no mês passado por conta de problemas na casa de espetáculos, agora acontece pra valer. George vai receber convidados como Ney Matogrosso, Elza Soares, Pepeu Gomes e Leo Jaime, para interpretar músicas feitas em parceria com Cazuza. Não vou perder esse show. (Para mais detalhes, clique na imagem acima.)

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ANTES TARDE...: A gravadora Coqueiro Verde vai prestar um serviço ao país nesse mês. Chegará às lojas nos próximos dias a edição nacional do álbum "Haih... or amortecedor...", dos Mutantes. O CD já foi lançado lá fora faz um ano. Mas aqui no Brasil, até agora, chongas. A Coqueiro Verde promete quatro faixas extras na edição nacional. Aguardemos!

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E para terminar as comemorações de hoje, vamos partir para o cinema. Um dos filmes mais bizarros que já vi foi "O vingador do futuro", com Arnold Schwarzenegger (que, aliás, descobri ontem, é nome de estádio de futebol na Áustria). E hoje faz 20 anos de sua estreia. Na boa, se quiser rir um pouquinho, baixe esse vídeo (ou pegue na locadora). Dá uma sacada no trailer...



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Ainda no futebol, só que falando de Copa do Mundo: o primeiro Mundial que curti foi o de 1986 (tinha 6/7 anos). Eu em lembro bem do jogo de estreia do Brasil contra a Espanha, no dia 01º/06/86. Não marcaram um gol legítimo da Espanha, depois anularam um brasileiro, e, finalmente, Sócrates marcou o gol da nossa vitória. Mas o que me marcou mesmo foi que, antes de o jogo começar, ao invés do Hino Nacional, o que saiu dos alto falantes do estádio Jalisco, foi o Hino à Bandeira. Em sinal de protesto, a seleção foi tirar a foto no meio do Hino. Em tempos de Sócrates, essas coisas eram possíveis...



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Agora vamos falar um pouco de futebol? Alô flamenguistas: hoje faz 30 anos que o Mengão foi campeão brasileiro em cima do Atlético-MG. Quase 155 mil pessoas viram ao vivo o 3 a 2 histórico, no Maracanã, com gols de Nunes (2), Zico e Reinaldo (os dois do Galo). Olha só a seleção do Flamengo: Raul; Toninho, Manguito, Marinho e Júnior; Andrade, Paulo César Carpegiani (Adílio) e Zico; Tita, Nunes e Júlio César. O técnico era Cláudio Coutinho. Trinta anos depois, Zico está de volta ao Flamengo. Vamos ver no que vai dar...



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E hoje também comemoramos os 25 anos do álbum de estreia do a-Ha. "Hunting high and low" chegou às lojas no dia 01º de junho de 1985. Até hoje, é considerado pela maioria dos fãs, o melhor álbum da banda norueguesa. Estou nesse grupo. Acho que, infelizmente, o a-Ha não conseguiu superar músicas como "The sun always shines on TV", "Take on me" e a faixa-título. No final do ano, a banda fará uma apresentação em Londres, na qual apresentará a íntegra de "Hunting high and low". Tomara que façam um DVD.

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E hoje, dia 01º de junho, além de ser o Dia da Imprensa, também comemoramos o aniversário de Alanis Morissette, que nasceu em 1974, em Ottawa, Canadá. Alanis já tem 11 álbuns no currículo (incluindo os ao vivo e as coletâneas), e explodiu mesmo em 1995, quando lançou o bom "Jagged little pill". De lá para cá, os seus sucessos são numerosos (assim como as suas passagens pelo Brasil). Somente para citar alguns: "Head over feet", "Thank you", "Uninvited", "Ironic", "You learn", "You oughta know", "Hands clean", "Hand in my pocket"... Pois é, foram vários...



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Então vamos sair do sonho diretamente para a vida real e falar um pouco do Peninha, do Barão Vermelho. O percussionista mais doidão (no melhor sentido da palavra) do Brasil completa 50 anos hoje! Eu me lembro que quando era bem pequeno, e meu pai me levava aos shows do Barão no Canecão ou no Imperator, o Peninha me intrigava: bebia e fumava o show inteiro, além de ficar batucando a percussão. Lógico que queria ser ele. Aí, alguns anos depois, vi uma entrevista com ele, e perguntaram: "qual o melhor momento do show do Barão para você?". Peninha respondeu: "'Amor, meu grande amor', porque posso ir para o camarim e não fazer nada". Esse é o Peninha que eu conheço! Hahaha...



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Muito bom dia pessoal! E, olha, que diazinho, hein? Chuva chata, frio do cão... Pular da cama foi difícil... E tive um sonho tão estranho essa noite. Saca só: primeira edição do Hollywood Rock, em 1988, e o Cazuza e o Lobão fizeram um show em dupla. Eu sonhei que estava vendo os melhores momentos desse show em um velho videocassete. Foram 63 minutos de apresentação (pelo menos era o que o vídeo marcava ao final do show), e me lembro de algumas músicas: "Mal nenhum" (a primeira), "O nosso amor a gente inventa" (a última do show), "Só as mães são felizes", "Cena de cinema" e uma versão acústica de "Bete Balanço". Sim, nessa noite, vi um dueto de Cazuza e Lobão em "Bete Balanço". Hahaha... A única pessoa do mundo, certamente. Cazuza estava vestido de calça jeans e uma camisa branca de botões, sem manga. Já Lobão estava de bermuda e camiseta pretas. Em suma, vi um showzaço, não saí de casa (na verdade, não saí nem da minha cama) e não paguei nada. Sonho doido, não? Pena que não deu pra filmar um pouco e colocar aí embaixo para vocês.

30 de mai. de 2010

Resenhando: AC/DC, Rolling Stones, Chet Baker, Ney Matogrosso, Pearl Jam

“Iron Man 2” – AC/DC
É sempre um prazer ver um álbum do AC/DC no topo da parada inglesa e norte-americana. Ainda que seja um álbum de regravações. “Iron Man 2” traz 15 faixas originais da banda australiana. Não se trata de uma coletânea. Lógico que há sucessos, como “Back in black”, “Thuderstruck”, “T.N.T.”, “Highway to hell” e “Let there be rock”. Mas também há canções nem tão conhecidas, como “Cold hearted man”, “Have a drink on me”, “The razors edge” e “War machine”, sendo que esta é do último trabalho do AC/DC, “Black ice” (2008). Um álbum desse tipo, em um período em que você consegue baixar qualquer coisa da internet em poucos segundos, pode não fazer muito sentido. Mas os fãs da banda, que (ainda) consomem discos, gostaram. E não tem como. A capa e o encarte são caprichados e dá vontade de assistir ao filme só por causa das músicas. Agora, vamos esperar um DVD/BD da turnê “Black ice”, que passou por São Paulo no final do ano passado.

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“Exile on main st.” – Rolling Stones
Ficar falando de um clássico é chover no molhado. O que dizer de “Exile on main st.”, obra-prima dos Rolling Stones, 38 anos após o seu lançamento? As faixas falam por si: “Tumbling dice”, “Rocks off”, “Sweet Virginia”, “Happy”, “All down the line”... Nesse trabalho, Jagger, Richards e companhia conseguiram fazer a fusão perfeita do rock com o blues, o country e o soul. Não chega a ser um álbum com grandes sucessos. Mas, certamente, é o trabalho mais rico da carreira da banda inglesa. Gravado na Riviera Francesa (a banda tinha “fugido” do Reino Unido para não ter que pagar os escorchantes impostos), o estúdio foi palco de muita confusão entre os integrantes da banda. Tudo isso muito bem contado no livro “Uma temporada no inferno com os Rolling Stones”, de Robert Greenfield. Mick Taylor comentou sobre o álbum: “Acho que era só um bando de músicos chapados amontoados em um porão, tentando fazer um disco”. E que disco! A edição lançada agora traz um CD bônus com dez sobras de estúdio, incluindo takes alternativos de “Loving cup” e “Soul survivor”, além de inéditas como a maravilhosa “Plundered my soul” e “Dancing in the light”. Tomara que tenha mais coisa guardada. Lá fora, a edição ainda vem com um DVD com 30 minutos de cenas de bastidores. Pena que o DVD não tenha saído aqui no Brasil, o que não chega a ser surpreendente.

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“Candy” – Chet Baker
Investindo no catálogo de jazz, a Biscoito Fino colocou nas lojas o DVD “Candy”, que traz o registro de uma apresentação de Chet Baker em junho de 1985 – quatro meses depois, Chet viria ao Brasil para a primeira edição do finado Free Jazz Festival. A apresentação que consta no DVD foi gravado em Lidingö, na Suécia, dentro da biblioteca da gravadora Sonet. Ou seja, não se trata de um show no sentido estrito da palavra. Meio acabadão, Chet Baker toca o seu trompete e sussurra algumas letras daquele seu jeito todo próprio, sentado em um confortável sofá. Entre algumas músicas, há entrevistas, o que corta um pouco o clima, mas nada que um controle remoto não dê jeito. Acompanhado por Michel Graillier (piano) e Jean-Louis Rassinfosse (baixo), Chet Baker relembra standards como “Love for sale” (Cole Porter) e “My romance” (Richard Rogers / Lorenz Hart), além de temas de outros mestres do jazz como “Nardis” (Miles Davis) e “Tempus fugue-it” (Bud Powell). “Candy”, de fato, não traz Chet Baker em sua melhor forma. Mas o DVD serve para mostrar como um artista pode chegar ao fim com dignidade. Dignidade artística, frise-se.

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“Ensaio” – Ney Matogrosso
Ney Matogrosso é um dos artistas que mais lança DVD com registro de shows. No entanto, ainda falta um: “À flor da pele”, em parceria com o violonista Raphael Rabello. “Ensaio”, que chegou às lojas nessa semana, supre (um pouco) essa lacuna. No vídeo, Ney é acompanhado pelo percussionista Don Chacal e pelo próprio Raphael Rabello. Seguindo a estrutura clássica do programa "Ensaio", Ney falou sobre a sua carreira (desde a sua chegada a Brasília), a sua relação com as drogas, homossexualismo (“amplia a percepção do mundo”), além de ter criticado a indústria fonográfica. Gravado em 1990, o programa ainda apresenta belas versões para músicas desde os tempos dos Secos & Molhados (“Sangue latino” e “Rosa de Hiroxima”), passando por sucessos gravados por Ney durante a sua carreira solo (“Balada do louco”, “Tic tac do meu coração” e “Vereda tropical”), até chegar às pérolas do cancioneiro brasileiro que Ney desfiara nos shows “O pescador de pérolas” e “À flor da pele”, que são os casos de “O mundo é um moinho” (a canção de Cartola ganhou uma interpretação magistral nesse DVD), “Da cor do pecado” (Bororó) e “Molambo” (Jayme Florence / Augusto Mesquita). E que venha agora o registro do show “Beijo bandido”, que acontecerá no Rio de Janeiro, no início do segundo semestre.

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“2009 bootlegs – Live” – Pearl Jam
Parece que o Pearl Jam e a Dave Matthews Band competem para ver quem lança mais CDs ao vivo. E o Pearl Jam agora deve ter passado a frente. No site oficial da banda norte-americana é possível comprar (MP3 ou os CDs físicos) as gravações de todos os shows da turnê do ano passado (e que continua agora em 2010). O diferencial desses álbuns é que eles trazem canções do último disco de estúdio do grupo, “Backspacer” (2009), como “The fixer”, “Johnny Guitar” e “Just breathe”. Lógico que também tem os grandes hits, como “Alive”, “Yellow ledbetter” e “Daughter”. O repertório de cada show é bem variado. E isso deixa o fã com várias dúvidas na hora de escolher o CD. Eu escolhi o de Christchurch, na Nova Zelândia, que foi o último de 2009 (no dia 29 de novembro). São quase duas horas e meia de música, com todas as faixas que eu citei acima. Destaco o início com a dobradinha “Given to fly” / “Get some”, além de “Jeremy”, sempre emocionante. Bacana como sempre também a já clássica versão para “Rockin’ in the free world”, de Neil Young.

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Abaixo, o iniciozinho do programa “Ensaio”, de Ney Matogrosso, que agora chega ao DVD.

29 de mai. de 2010

Albéniz, Noel, Ira!, Liverpool, Gerrard, Daniel Azulay, Tom Morello, Capital Inicial, Gil, Kanye West, João Gilberto, Ney Matogrosso, Paul Auster

O livro dessa semana foi "Invisível", do Paul Auster. Sou fã dele já tem um tempinto. Gostei demais de "O livro das ilusões" e "A noite do oráculo", lançados na primeira metade dos 00. Quando comprei "Invísivel", nem esperava que fosse lê-lo tão rapidamente. A fila de livros estava grande. Mas como comprei antes de ir a um dentista que me deixou esperando 30 minutos, acabei iniciando a leitura na recepção do consultório. Como também acontece com os outros dois livros que citei de Auster, a leitura flui muito bem. O livro é escrito de forma simples e direta (sem pedantismo), e o enredo é intrigante. Ou seja, difícil parar de ler - embora eu tenha parado para ler "A humilhação", de Philip Roth, conforme os motivos que expliquei na semana passada. "Invisível" narra a história do estudante norte-americano Adam Walker e a sua conturbada relação com Rudolf Born, durante o ano de 1967, entre Nova York e Paris. O que me impressionou no livro é a quantidade de acontecimentos que se sucedem. A leitura flui e, lógico, fica difícil fechar o livro para dormir. A relação de Adam Walker com a sua irmã também é outro ponto fantástico de "Invisível", assim como a maneira que ele foi escrito, dando a sensação de que o leitor está presenciando "ao vivo" a construção do livro. Arrisco afirmar que "Invisível" foi o melhor romance que li nesse ano.

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UMA MÚSICA PRO FINAL DE SEMANA: "Pro dia nascer feliz", com Ney Matogrosso. O áudio está um pouco ruim, mas vale a pena porque foi gravado no Rock in Rio de 1985.



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O CARA PODE: João Gilberto ganhou perfil no site Spinner!

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Acho Kanye West mais mala do que legal. Mas, a quem interessar possa, segue abaixo a sua nova música, "Power", com participação especial do cantor Dwele. Vale pela citação de "21st century schizoid man", do King Crimson.



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Uma entrevista bacana de Gilberto Gil ao Estado de S. Paulo.

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Essa imagem acima é do novo álbum do Capital Inicial, "Das Kapital", que chega às lojas no início de junho. O disco contém 11 faixas, que já podem ser ouvidas no site oficial da banda. O Capital já se adequou aos novos tempos.

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E também amanhã, o guitarrista Tom Morello sopra 46 velinhas. Não vou falar dele não. Prefiro que vocês vejam o vídeo abaixo. Pode ser?



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Do futebol para a televisão. De um ídolo atual para um ídolo de infância. Quando eu era bem moleque, não perdia o programa do Daniel Azulay, especialmente o quadro do “Pincel mágico”, em que ele ia revelando um desenho, aos poucos, através de um pincel. Daniel Azulay completa 63 anos hoje. E aqui vai o nosso abraço para ele. Um abraço com gosto de infância.



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E continuando no Liverpool, amanhã, dia 30 de maio, quem faz aniversário é o ídolo maior de sua torcida: Steven Gerrard. O craque nasceu em Whiston, no ano de 1980, e as duas únicas camisas que vestiu foram as do Liverpool e da seleção inglesa. Ou seja, ídolo à moda antiga, tipo um Leandro para os flamenguistas. Eu nem curto muito a seleção da Inglaterra. Não acho a torcida simpática (vide post abaixo). Mas que esse time é um dos que merece levantar a taça Copa do Mundo, não tenho dúvidas. Terry, Rooney, Lampard (outro gênio), Gerrard... Viu como tem coisa bem melhor para torcer do que a seleção do Dunga?



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Partindo para o futebol, que tem tudo a ver com o fim de semana. Também no dia 29 de maio de 1985, aconteceu um dos capítulos mais tristes da história do futebol. Durante o jogo entre Liverpool e Juventus (exatamente os dois times para os quais torço fora do Brasil), na final da Copa dos Campeões da Europa, uma briga entre hooligans e italianos deixou 38 mortos no estádio Heysel, em Bruxelas, na Bélgica. Triste. Mas é bom que seja relembrado, para que as pessoas aprendam e não repitam.



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E agora vamos recorrer mais uma vez ao blog de Paulo Marchetti, para relembrar o álbum “Mudança de comportamento”, que marcou a esteia do Ira! no mercado de discos. O disco foi lançado no dia 29 de maio de 1985. Bom, sinceramente, acho o “Vivendo e não aprendendo” (1988) bem superior (inclusive tem um texto meu sobre ele, bem detalhado, aqui), mas o “Mudança de comportamento” tem a minha música predileta do Ira, “Núcleo base”.

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E agora partindo do clássico para o rock, vamos falar de Noel Gallagher. O ex-guitarrista do Oasis – um dos mais talentosos de sua geração – faz 43 anos hoje. Os fãs do Oasis ainda não se conformaram – e eu sou um deles – mas todos esperamos que Noel consiga reeditar o sucesso de sua antiga banda na carreira solo. Liam Gallagher já anunciou o nome de seu novo conjunto (Beady Eye). Agora, resta saber quando é que Noel vai falar algo de concreto sobre os seus próximos passos. A minha torcida é que ele entre no Beady Eye (que conta com quatro ex-integrantes do Oasis) e, aí sim, o Oasis estaria de volta.



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E vamos começar por onde nesse dia 29 de maio? Fácil! Hoje comemoramos os 150 anos de Isaac Albéniz, compositor e pianista espanhol. A sua obra mais conhecida é a “Iberia” (uma suíte com 12 movimentos), que já foi interpretada por dezenas de pianistas. Existe um filme, “Albéniz”, produzido na Argentina em 1947, que conta a vida dele. Vai ser difícil, mas vou tentar encontrar.



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E ae pessoal! Mais um sábado, graças a Deus, hein? E como foi a noite ontem? Aliás, sabia que hoje comemoramos o dia da Queda de Constantinopla? Hein?

10 de mai. de 2010

Bono, Sid Vicious, Fausto Fawcett, DDuran, Bergkamp, Titãs, Beatles, Strokes, Rodrigo Del Arc, Queen, Ney, Maroon 5, Stones, Katy Perry, Lena Horne

LENA HORNE - 1917/2010



RIP.

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Essa aí em cima é Nicole Florentino, a nova baixista do Smashing Pumpkins. Nicole tocou no Veruca Salt, e agora foi contatado pelo Billy Corgan - por que será que ele só gosta de baixista mulher? - para tocar no novo projeto dos Pumpkins, "Teargarden by kaleidyscope". Será que dura mais de seis meses?

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E a música nova da Katy Perry, hein? Consegui ouvir 14 segundos!

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No que depender de Keith Richards, os Rolling Stones voltarão aos palcos com uma turnê bem diferente. O guitarrista disse à XFM que gostaria dse fazer uma nova turnê ao lado de seus colegas, tocando um álbum diferente dos Stones a cada noite. Putz, ideia sensacional, não? Já podemos ir sonhando com o DVD/BD?

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#medo: Lady Gaga prorrogou a sua "Monster Ball tour" até 2011. Será que corremos o risco de vê-la aqui no Brasil?

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O novo álbum do Maroon 5 se chamará "Hands all over" e chegará às lojas no dia 21 de setembro. O álbum foi produzido por Mutt Lange, que já trabalhou com Def Leppard, AC/DC, Shania Twain e Nickelback.

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Ney Matogrosso, para alegria dos fãs, continua investindo em seu catálogo de shows em vídeo. Agora é a vez de a Biscoito Fino colocar nas lojas o DVD "Ensaio", com o registro do programa de mesmo nome, que Ney gravou para a TV Cultura, em 1990. A apresentação do cantor marcou a reestreia do programa, que se chamava "MPB Especial", e terminou em 1975. Na ocasião, Ney foi acompanhado pelo violonista Raphael Rabello e pelo percussionista Don Chacal. O repertório do DVD (capa acima) é o seguinte: "Sangue latino", "Tic tac do meu coração", "Da cor do pecado", "Rosa de Hiroshima", "Balada do louco", "Dos cruces", "Vereda tropical", "Alma llanera", "A lua girou", "O mundo é um moinho", "Molambo", "Segredo", "Oh! lua". O DVD chega às lojas na semana que vem.

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Já tem tempo que o Queen não existe mais - pela menos na sua formação clássica, com o vocalista Freddie Mercury. Mas as gravadoras ainda continuam batalhando pelo seu espólio. Segundo o "Times", depois de praticamente 40 anos na EMI, o Queen estaria se mudando de mala e cuia para a Universal. O valor total da transação, de acordo com o jornal, seria de "dezenas de milhões de libras".

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A vencedora da promoção do kit do Rodrigo Del Arc é Viviane Luz (@meuiaiameuioio). O sorteio foi feito via twitter. A Viviane deverá pegar o seu kit amanhã, na entrada do Cinemateque, em Botafogo, com o Vitor Mendes. Agradeço a todos os que participaram. Se vocês quiserem, farei novas promoções em breve.

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Gente, se a Ana Maria Braga se contundir, o que será da "Dança dos famosos"???



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Os fãs do The Strokes terão que esperar mais um pouco. Em entrevista à "Clash", o vocalista Julian Casablancas disse que o novo álbum da banda só chega às lojas no início do ano que vem. A previsão inicial era setembro de 2010. De qualquer forma, a banda tem apresentação agendada no festival da Ilha de Wight, na Grã-Bretanha, no próximo mês de junho.

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O site português Disco Digital resume da seguinte forma um novo filme que será rodado sobre os Beatles: "A obra foi adaptada a partir de 'Paul is undead', e conta uma história alternativa do grupo. Basicamente, John Lennon mata e ressuscita os três companheiros, George Harrison, Paul McCartney e Ringo Starr, antes de ser perseguido por um outro zumbi, Mick Jagger. A banda também é retratada a comer o cérebro dos fãs e a combater com uma ninja Yoko Ono". Caraca, esse roteirista deve ter fumado todas...

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Os cariocas fãs dos Titãs poderão matar saudades no dia 28 de maio, quando a banda faz única apresentação no Citibank Hall/RJ. Será o primeiro show dos Titãs no Rio sem o baterista Charles Gavin. Mario Fabre é o substituto. Já vi esse mesmo show há alguns meses no Vivo Rio, e posso garantir que os saudosistas de plantão vão adorar. Foram 28 músicas, sendo que uns 90% do repertório era mais do que conhecido da plateia. Acho que nehum grande sucesso ficou de fora. Os preços dos ingressos vão de R$ 25,00 (1/2 entrada para mesa lateral) a R$ 130,00 (valor inteiro da Mesa Vip).

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Agora vamos falar um poquinho de futebol? Bom, em 10 de maio de 1969, nascia uma dos maiores craques do futebol holandês. O meia Dennis Bergkamp fez história no Ajax de Amsterdã, na Internazionale de Milão e, principalmente, no Arsenal, da Inglaterra. Ele ainda disputou as Copas do Mundo de 1994 e de 98. Nas duas ocasiões, o seu país foi eliminado pelo Brasil. Mas em 1998, Bergkamp eliminou a Argentina, nas quartas de final, com um dos gols mais bonitos da história das Copas. Está no finalzinho do vídeo abaixo.



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Peço vênia agora para relembrar que, há 28 anos, chegava às lojas um dos meus álbuns prediletos. "Rio", do Duran Duran, foi lançado a 10 de maio de 1982. Considerado pela maioria de seus fãs como o principal disco da banda, "Rio" mais parecia uma coletânea de sucessos. Sente só o que fazia parte do álbum: "Save a prayer", "Hungry like the wolf", "New religion", "The Chauffeur" e, claro, a faixa-título.

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Agora aqui no Brasil, quem vai comer bolo é o jornalista, compositor e escritor Fausto Fawcett. Quando era moleque, eu tinha o LP "Fausto Fawcett e os Robôs Efêmeros" (1987). Tudo bem que eu só ouvia "Kátia Flávia", mas até que ela garantiu alguma diversão na minha infância. Valeu Fawcett!



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O dia 10 de maio também marca o nascimento de Sid Vicious, um dos ícones do punk. O baixista dos Sex Pistols em 1957, e morreu no dia 02 de fevereiro de 1979. Faz falta.



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Ontem mesmo terminei de ver o DVD da minissérie "Cinquentinha". E sabe quem ficou cinquentinha hoje? Sim, por incrível que pareça (e apesar de ter sempre o mesmo rosto há 30 anos), Bono completou cinco décadas. Agora só falta trazer a "360º tour" para o Brasil para comemorar. Esse vídeo abaixo foi extraído da apresentação do U2 em São Paulo, no ano de 1998, durante a turnê "Popmart".



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Boa tarde, gente. Acordei com uma dor de dente que nunca tive na minha vida. Meu humor está péssimo. Então, sem maiores enrolações, vamos direto ao que interessa. E, hoje, dia 10 de maio, é o dia do guia de turismo. Duvido que você sabia dessa - a não ser que você seja um guia de turismo. Hahaha...