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“Come around sundown”– Kings Of Leon
“...E a gente sonhando” – Milton Nascimento
“The union” – Elton John & Leon Russell
“Sou eu – Ao vivo” – Diogo Nogueira
“National ransom” – Elvis Costello
Chega às lojas no próximo dia 22 de novembro o DVD (também em BD) "Live in Berlin" (capa acima), de Sting. Gravado durante a turnê "Symphonicity", o vídeo traz sucessos da carreira solo do compositor britânico, bem como de sua antiga banda, The Police. Tudo com aqueles arranjos pomposos que a gente já ouviu no álbum de estúdio. Quem participa do DVD/BD é o saxofonista Branford Marsalis. A apresentação foi gravada no dia 21 de setembro, na O2 Arena de Berlim. O vídeo, dirigido por Jim Gable e Ann Kim, ainda conta com a Philharmonic Concert Orchestra, além de Dominic Miller (guitarra), Rhani Krija e David Cossin (percussão), Jo Lawry (vocais) e Ira Coleman (baixo). O repertório é o seguinte: "A thousand years", "Every little thing she does is magic", "Englishman in New York" (*), "Roxanne", "When we dance", "Russians", "I hung my head", "Why should I cry for you?", "Whenever I say your name" (*), "This cowboy song", "Tomorrow we'll see", "Moon over Bourbon Street", "The end of the game", "You will be my ain true love", "All would envy", "Mad about you" (*), "King of pain", "Every breath you take" (*), "Desert rose" (*), "She's too good for me", "Fragile" e "I was brought to my senses". As músicas sinalizadas com (*) contam com a participação de Branford Marsalis. Abaixo, um trechinho de "Desert rose".
Quem curte novela está perguntando que matou o tal do Saulo, na novela "Passione", de Sílvio de Abreu. Mas, no dia 03 de novembro de 1995, o principal segredo de outra novela do mesmo autor era revelado. Há 15 anos, o público descobria que Adalberto Vasconcellos (interpretado pelo ator Cecil Thiré) era o responsável pela série de assasinatos em "A próxima vítima". Não vi essa novela, mas costumo ouvir de muita gente com os seus 20 e poucos anos, que foi uma das melhores dos últimos tempos. A única recordação que tenho de "A próxima vítima" é que fui ao cinema no dia do último capítulo. Fui ver "O quatrilho". Na sala de cinema do shopping estávamos eu, meu pai e minha mãe. E mais ninguém...
Exatos dois anos depois de Vanilla Ice alcançar o topo da Billboard, o Bon Jovi colocava nas lojas o seu quinto álbum de estúdio, "Keep the faith". Eu nunca fui muito fã do Bon Jovi. Curti um pouco "Slippery when wet" (1986) e "New Jersey" (1988). Mas foi só. "Keep the faith" ainda trazia algumas boas faixas como "I'll sleep when I'm dead", "In these arms" e "Bed of roses", mas ainda acho que esse álbum foi o que pavimentou o caminho para o Bon Jovi vender milhões de álbuns com músicas cada vez mais aguadas.
Herbert de Sousa, Betinho ou, na música abaixo, "o irmão do Henfil". Um dos maiores nomes dos direitos humanos no mundo, Betinho estaria completando 75 anos de idade hoje. Aliás, "estaria" não. Está. Pode parecer clichê (e talvez seja mesmo), mas Betinho foi (é) aquele tipo de pessoa cuja obra transcendeu a sua própria existência física. O projeto "Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida" continua firme e forte, alimentando e dando assistência social aos necessitados. Betinho foi assim mesmo. Dedicou a sua vida inteira para ajudar os outros. Por isso que hoje eu quebro qualquer protocolo deese blog para começar falando dele.
Quem também lançou novo (e estranhíssimo) vídeo hoje foi o Yeasayer, que toca aqui no Brasil no festival Planeta Terra, em novembro. O nome da faixa é "Madder red", e pode ser vista no site do Guardian. O videoclipe tem participação de Kristen Bell.
No dia 25 de outubro, Elvis Costello lançará o seu novo álbum, "National ransom". Gravado entre Nashville e Los Angeles, o sucessor do excelente "Secret, profane & sugarcane" também foi produzido por T-Bone Burnett. A relação de faixas de "National ransom" é a seguinte: "National ransom", "Jimmie standing in the rain", "Stations of the cross", "A slow drag with Josephine", "Five small words", "Church underground", "You hung the moon", "Bullets for the new-born king", "I lost you", "Dr Watson, I presume", "One bell ringing", "The spell that you cast", "That's not the part of him you're leaving", "My lovely Jezebel" e "All these strangers".
Ah, e já que o Pixies vem ao Brasil em outubro, hoje eu vou falar um pouco dessa banda. Não vou ao show porque prefiro boicotar festival que tenha pista premium (show simples ainda vai, mas festival não rola), mas quero lembrar aqui que hoje faz 20 anos que o Pixies lançou o álbum "Bossanova". Esse foi o quarto trabalho da carreira da banda norte-americana, e não existe alguém que se julgue indie e não conheça "Dig for fire" ou "Velouria".
Dando continuidade ao lançamento de edições de luxo dos seus álbus mais antigos, o R.E.M. agora ataca com "Fables of the reconstruction", de 1985. A nova edição, dupla, sai no dia 13 de julho. O CD 1 conta com o álbum (que tem músicas como "Life and how to live it", "Auctioneer", "Maps and legends" e "Driver 8") remasterizado. Já o segundo CD terá 14 versões demo - pena que não é nenhum show da época - registradas antes da gravação do álbum, que aconteceu em Londres. No encarte, um texto do guitarrista Peter Buck, sobre a gravação. No mesmo dia, haverá o lançamento do vinil em 180 gramas. O CD "The Athens demos" trará a canção "Throw those trolls away", absolutamente inédita. O repertório completo do CD bônus é o seguinte: "Auctioneer" [demo version]; "Bandwagon" [demo version]; "Can't get there from here" [demo version]; "Driver 8" [demo version]; "Feeling gravity’s pull" [demo version]; "Good advices" [demo version]; "Green grow the rushes" [demo version]; "Hyena" [demo version]; "Kohoutek" [demo version]; "Life and how to live it" [demo version]; "Maps and legends" [demo version]; "Old man Kensey" [demo version]; "Throw those trolls away" [demo version]; e "Wendell Gee" [demo version].
O Rush divulgou a data de lançamento de seu novo vídeo, "Beyond the lighted stage". O vídeo chegará às lojas, em DVD e em BD, no dia 05 de julho. Além do filme que conta a trajetória da banda canadense, o DVD e o BD terão um hora de extras, que são os seguintes: "Being bullied and the search for the first gig", "Reflections on the album 'Hemispheres'"; "'Presto' and 'Roll The bones' rap"; "The RUSH fashion"; "Hobbies on the road"; "RUSH trekkies"; "Pre gig warm-up"; "'Best I can' (never-before-seen footage w/ original drummer, John Rutsey from 1974); "'Working man' (never-before-seen footage w/ original drummer, John Rutsey from 1974); "'La Villa Strangiato' (Live at Pinkpop Festival in Holland from 1979 - first time this epic song was captured on video); "'Between the sun and moon' (Hartford, CT - from the band’s first show back after hiatus in 2002); "Dinner with RUSH at a hunting lodge"; "'Far cry' live from the ‘Snakes & Arrows’ DVD; "'Entre Nous' live from the ‘Snakes & Arrows’ DVD; "'Bravado' (rare live version previously only available on the R30 Blu-ray version); "'YYZ' (rare live version previously only available on the R30 Blu-ray version).
E como uma coisa vai puxando a outra, agora vamos do pós-punk ao punk. No dia 18 de maio de 1989, os Ramones colocavam nas lojas um de seus álbuns mais bacanas, pelo menos na minha opinião. "Brain drain" tem algumas das minhas músicas prediletas dos Ramones, como "I believe in miracles", "Pet sematary", "Ignorance is bliss" e "Come back, baby". Aliás, eu gosto tanto de "Brain drain", que, na última vez que os Ramones tocaram aqui, eu levei uma velha cópia desse vinil para que eles autografassem depois do show. Consegui o autógrafo dos quatro, e guardo a relíquia a sete chaves. A contracapa autografada está aí em cima. Fiz uma cópia só para deixá-los com inveja... Hahaha...
A "Spin" informa que o Soundgarden fará hoje, em Seattle, um show secreto. Será o primeiro da banda desde 1997.
AO VIVO CLÁSSICO: Esse saiu no início do ano, ainda em janeiro, mas confesso que só tive a oportunidade de escutá-lo agora. "Live at Hollywood High" traz um super show de Elvis Costello, gravado no dia 04 de junho de 1978. Na época, ele tinha apenas 23 anos, e essa apresentação foi considerada o seu grande "debut" no mercado norte-americano. No repertório, clássicos como "Radio radio", "Alison" e "Chelsea", todos do álbum de estreia de Mr. Costello, "My aim is true", de 1977. Vale a pena mesmo.
DOLORES DURAN ENCAIXOTADA: Acabo de ler no blog do Mauro Ferreira que a EMI está lançando uma belíssima caixa com a obra completa da grande Dolores Duran. São seis CDs com todas as 75 gravações da cantora. Os álbuns que fazem parte do box são os seguintes: "Dolores viaja" (1955), "Dolores Duran canta para você dançar" (1957), "Dolores Duran canta para você dançar 2" (1958), "Esse norte é minha sorte" (1959), "Estrada da saudade" (1960, coletânea póstuma), "A noite de Dolores Duran" (1960, coletânea póstuma) e o duplo "O negócio é amar", com gravações de diversos intérpretes de músicas de Dolores que não foram gravadas por ela. IMPERDÍVEL!
MAIS UM AO VIVO DA DAVE MATTHEWS BAND: O site oficial da banda norte-americana anunciou o lançamento do 317º volume (brincadeira, é o 17º) da coleção "Live Trax", vendida exclusivamente pelo site, e que traz em CD alguns shows importantes da DMB. O escolhido dessa vez é o concerto realizado no Shoreline Amphitheatre Mountain View, na Califórnia, em 1997. Dentre os destaques estão "Leave me praying" (que mais tarde se transformou em "Don't drink the water") e o cover de "For the beauty of Wynona", que, inclusive, já pode ser ouvido (um trechinho) no Myspace da Dave Matthews Band, assim como "Lie in our graves", registrada no mesmo show.
Curiosidade para os fãs do Oasis: o Grand Pier de Weston-Super-Mare, em Somerset, que ficou eternizado na capa do single “Roll With It” (acima), foi completamente destruído por um incêndio na manhã de ontem. As causas do desastre são desconhecidas.
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A banda The Police vai fazer a sua despedida da televisão, em um dos episódios do programa que Elvis Costello está gravando para o Sundance Channel, dos Estados Unidos. Em “Spectacle: Elvis Costello With...”, a banda de Sting, Andy Summers e Stewart Copeland vai participar de um bate-papo e tocar algumas canções ao vivo. Ainda não há previsão de data para o programa ir ao ar. Outros artistas, como Smokey Robinson, Tony Bennett, Lou Reed, e Elton John também participarão de episódios da série de Costello, que terá 13 programas, cada um com 60 minutos de duração.
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O porta-voz de George Michael anunciou hoje que o cantor inglês não vai se juntar a Andrew Ridgely para ressuscitar o Whan! em seus shows de despedida em Londres. “Nós não sabemos de nada acerca dessa situação”, disse o porta-voz do cantor ao Mirror. Ontem, surgiram boatos de que a dupla relembraria sucessos antigos nos dois últimos shows da carreira de George Michael.
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A lenda do folk Pete Seeger vai lançar o seu primeiro álbum em cinco anos. “At 89”, que faz menção a idade do cantor e compositor, terá 32 faixas e chega às lojas no dia 30 de setembro. De acordo com o porta-voz de Seeger, o repertório é formado por canções inéditas, além de regravações de canções antigas que não foram gravadas anteriormente.
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Uma nova música do Babyshambles vazou na Internet hoje. “Arcady” já era conhecida, em versão acústica, através de várias demos de Pete Doherty. Mas o baterista da banda, Adam Fickey, colocou em sua página no Myspace uma versão da mesma música, com a banda completa. Provavelmente tal versão foi gravada em 2005, durante as sessões do primeiro álbum da banda, “Down In Albion”, que foi produzido por Mick Jones (ex-The Clash) e pelo guitarrista Patrick Walden. A canção está disponível aqui. Atenção que o título da canção está grafado como “sshhh”.
Para quem ainda não sabe, Momofuku é o criador do macarrão instantâneo, também conhecido por aqui como miojo. Mas, “Momofuku”, apesar de ter sido feito a toque de caixa – como um miojo –, está muito longe da simplicidade de um macarrão feito com água e sal na panela.
Se bem que muito distante até que não está não, eis que Elvis Costello, como sempre, com a sua simplicidade, faz um rock n’ roll que 99% das bandas que surgem por aí nunca vão conseguir fazer durante toda a sua existência. Talvez a receita desse miojo de Costello seja a ideal: a mais pura simplicidade, mas com aquele tempero que só quem sabe das coisas acrescenta.
O compositor, ao lado de sua fiel banda The Imposters (Davey Faragher no baixo e Pete Thomas na bateria) acrescida de algumas participações especiais, gravou o álbum em apenas uma semana. (“Todo álbum tem o seu próprio método. E este foi o que encontrei para essas canções”, disse Costello em entrevista à Billboard na semana de lançamento do disco.) E tudo o que o fã gosta em Costello está em “Momofuku”: rock orgânico, simples e espontâneo, sem picaretagem.
O disco, que primeiro teve lançamento em vinil, mistura tudo o que Elvis Costello fez de melhor em sua carreira: pop, rock, punk, new wave, jazz, country e até mesmo uma pitada de clássico. Aliás, para quem não sabe, Costello também é conhecido como “a enciclopédia do rock”. “Momofuku” não fica nada a dever aos outros trabalhos do cantor. Pelo contrário. Apesar de muitas críticas rápidas como miojo terem dado conta de que Costello apenas se repetiu nesse novo álbum, “Momofuku” já pode ser considerado um clássico, com faixas dignas de estarem presentes em quaisquer futuras coletâneas do compositor londrino.
E a primeira canção, “No Hiding Place” é um exemplo. Ela apresenta o rock no melhor estilo de Elvis Costello, com uma melodia que gruda na cabeça que nem chiclete, um refrão gostoso e uma letra bem direta – “Whatever I said / It was never behind your back”. Sem dúvidas, é uma das melhores coisas que Costello já gravou em toda a sua carreira. Poderia estar presente, tranqüilamente, em álbuns como “Blood And Chocolate”, “Imperial Bedroom” ou “Brutal Youth”.
A faixa seguinte, “American Gangster Time”, uma das melhores do CD, segue o mesmo estilo, com o diferencial do teclado pulsante e percussivo de Steve Nieve. “Turpentine” já é um pouco mais pesada, mas a essência é a mesma, apesar de ser uma canção mais longa (quase seis minutos) em comparação com a média de Costello. Neive brilha novamente na grave e suja “Stella Hurt” – cuja letra é baseada na história real de um músico de jazz pouco conhecido –, com o seu teclado sombrio.
Mas nem só de rock vive “Momofuku”. A sentimental “My Three Sons”, por exemplo, é uma das melhores baladas já escrita por Costello, assim como “Flutter & Wow”. Já “Harry Worth” está mais para um bolero-soul-rock do que para uma balada. E essa sonoridade tão interessante faz dela uma das grandes canções do disco. Já “Song With Rose” (cuja letra foi escrita por Rosanne Cash) é um rock-balada grudento, da mesma forma que a pungente “Pardon Me, Madam, My Name Is Eve”. É tanta coisa interessante que a gente até quase se esquece da jazzística “Mr. Feathers”, que, sem dúvidas, é um outro ponto alto do álbum.
Em síntese, “Momofuku” marca o retorno ao estilo clássico de Elvis Costelo. Estilo esse, aliás, que fez com que os fãs de Costello se tornassem realmente fãs de Costello.
Cotação: ****1/2
Elton John, Tony Bennett, Lou Reed, além do ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, estão entre as celebridades que aparecerão no show de variedades que Elvis Costello vai apresentar nas televisões norte-americana, inglesa e canadense.
O programa, que se chamará “Spectacle: Elvis Costello with...”, terá treze episódios de uma hora de duração cada um, e foi planejado pelas emissoras CTV (do Canadá), Channel 4 (inglesa) e a norte-americana Sundance Channel. Quatro episódios já foram gravados e as datas de transmissão ainda não foram anunciadas.
Pelo formato do programa, Costello conversará com os seus convidados e também cantará algumas canções com eles. De acordo com a produtora dos episódios, o encontro de Costello com Elton John acontecerá logo em um dos primeiros programas.
Outros convidados prometidos para a série de programas são os músicos Davey Faragher, Pete Thomas e Steve Nieve, da banda The Imposters (que costuma acompanhar Costello em algumas turnês); o guitarista James Burton, que já se apresentou com Elvis Presley, bem como o lendário pianista Allen Toussaint, com quem Costello já gravou um disco e um DVD. Pat Metheny também deverá participar de algum episódio de “Spectacle: Elvis Costello with...”.