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Não é??
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DROPS:
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A obra de Tim Maia, uma das melhores (e mais zoneadas) da nossa MPB, retorna parcialmente às lojas no box "Universal" (acima), que agrupa os oito álbuns lançados pelo cantor nas extintas gravadoras Philips e Polygram (atual Universal), além do DVD "In concert", especial de televisão transmitido pela Rede Globo em 1989, e que já saiu em DVD uns quatro anos atrás. A caixa ainda vem com um texto do jornalista Silvio Essinger. Todos os CDs foram remasterizados a partir dos tapes originais. As capinhas e encartes dos CDs também foram reproduzidos seguindo a arte original dos vinis. Os álbuns incluídos são os auto-intitulados de 1970, 71, 72, 73, 76 e 80, "Descobridor dos sete mares" (1983) e "Sufocante" (1984). Sai na primeira semana de dezembro.
Está a fim de comprar o álbum "Double fantasy", que John Lennon autografou para Mark Chapman, cinco horas antes de ser assassinado pelo próprio? O objeto está à venda no site Moments in time pela bagatela de 850 mil dólares. Além da assinatura de Lennon (abaixo, no detalhe), a capa tem marcas das impressões digitais de seu assassino.
Antes do Paul McCartney, passei pela maratona do festival Planeta Terra, que aconteceu no Playcenter, em São Paulo, no sábado passado. O line-up desse Planeta Terra foi fantástico. Organização, idem. O problema é que depois de horas e horas de música, você não consegue assistir a mais nada. Por isso, tive que selecionar os shows que queria ver - deixando alguns bem interessantes para trás. O primeiro show que vi inteirinho foi o do Mika (foto tosca acima). O cantor libanês é um showman de verdade. Canta muito, pula o tempo todo... O repertório, acertadamente, privilegiou as músicas de seu primeiro álbum, "Life in cartoon motion" (2007), como "Grace Kelly" e "Billy Brown". Mas as músicas de "The boy who knew too much" também não fizeram feio. "We are golden" foi a que mais levantou a plateia. A apresentação de Mika foi uma das mais lotadas do festival. Não imaginava que a galera que se diz "indie" gostasse dele. Enfim... A única pena foi a curta duração do show, com apenas 57 minutos. Achei, de certa forma, um desperdício, um artista do porte do Mika vir ao Brasil para cantar por tão pouco tempo. Tomara que, ao menos, ele tenha gostado o suficiente para retornar em breve.
Boa tarde, pessoal. Em primeiro lugar, perdão pela ausência nos últimos dois dias. Foi por absoluta falta de tempo mesmo. Mas hoje prometo colocar tudo em dia. Para começar, claro, tenho que falar sobre o show do Paul McCartney em São Paulo. Estive na primeira apresentação no Morumbi, no dia 21 de novembro. Bom, não dá para dizer que houve alguma grande surpresa com relação ao show de Porto Alegre, já resenhado aqui. No repertório, a única diferença foi a ausência de "Ram on". O som estava um pouco mais baixo também. De resto, as mesmas frases em português (trocando "gaúchos" por "paulistas"), a mesma competência e a mesma perfeição. No show de segunda, soube que houve algumas mudanças no repertório. A mais imporetante foi logo a primeira música do show: "Magical mistery tour", que entrou no lugar da dobradinha "Venus and Mars"/"Rock show". Paul também mandou "Two of us" e "Got to get you into my life" no lugar de "And I love her" e "Drive my car", respectivamente. Choveu um pouco também durante o show de segunda. Enfim, Paul McCartney está com 68 anos. Acho difícil, mas ainda prefiro acreditar que ele voltará ao Brasil. Com esses shows, tive a certeza que Paul não faz música. Ele faz mágica. Bom, não vou falar mais sobre esses hows aqui. Como escreveu o Arthur Dapieve, em sua última coluna n'O Globo, tudo já foi falado sobre Paul McCartney, e nada foi o suficiente.
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O relançamento da obra da Legião Urbana em vinil está animando as outras bandas a fazerem o mesmo. Já tem muito tempo, avisei aqui no blog, em primeira mão, que "Cabeça dinossauro" (1986), dos Titãs, seria lançado em LP. Pois bem, o vinil chega às lojas hoje. Mas a boa é que os outros dois clássicos da banda paulista também serão relançados no formato bolachão. "Jesus não tem dentes no país dos banguelas" (1987) e "Õ blesq blom" (1989) serão lançados ainda esse mês pela Polysom. Tomara que sejam devidamente remixados, porque o sonzinho dos discos originais dos Titãs...
Parece que foi ontem que eu, molequinho, fui ao cinema para ver o filme "Esqueceram de mim". Pois é, hoje faz 20 aninhos que o filme estreou. Acho que aquilo lá era o meu verdadeiro sonho: todo mundo viajar e eu ficar sozinho em casa - tem coisa melhor do que ficar sozinho, só com o cachorro, em casa? Lógico que Macaulay Culkin se transformou no ídolo de todas as crianças da época (inclusive do Michael Jackson). Seu papel era fantástico mesmo. Pena que depois não fez mais nada que prestasse. E o bandidão Harry, interpretado por Joe Pesci também é show. Taí, vou ver se acho o DVD empoeirado no gavetão das surpresas daqui de casa.
Hoje vou falar de mais um grande álbum de John Lennon que faz aniversário. "Mind games", para mim, é um dos melhores trabalhos de sua carreira solo. Ele faz parte da "Signature box" que saiu nesse mês, e que eu resenhei logo no post aí abaixo. "Mind games", lançado a 16 de novembro de 1973, foi o trabalho posterior a "Some time in New York City", o disco mais odioso da carreira de Lennon. Os fãs estavam naquela: "o que é que vem, né gente?". E John Lennon mandou bem. Sem muita participação de Yoko Ono (thanks, God!), o ex-integrante dos Beatles encontrou calma para escrever canções bem interessantes, como "Intution", "Out the blue" e, claro, a linda faixa-título.
"Sound affects", obra-prima lançada pelo The Jam em 1980 ganhará uma versão expandida em comemoração aos seus 30 anos. Além de clássicos do mod como "That's entertainment" e "Pretty green", o álbum trará oito faixas absolutamente inéditas, entre demos e takes alternativos, incluindo um cover de "Waterloo sunset", do Kinks. O lançamento está previsto para o dia 01º de novembro, via Universal. A relação original de faixas de "Sound affects" é a seguinte: "Pretty green", "Monday", "But I'm different now", "Set the house ablaze", "Start!", "That's entertainment", "Dream time", "Man in the corner shop", "Music for the last couple", "Boy about town" e "Scrape away".
O single "Everyday is like sunday", lançado por Morrissey em 1988, ganhará nova edição (capa acima) no próximo dia 26 de setembro. Os fãs poderão comprar três versões diferentes do single, uma em CD e duas em vinil de sete polegadas, todas com faixas diferentes, claro. A versão em CD terá as faixas "Everyday is like sunday", "November the second", além do vídeo original e uma versão gravada ao vivo no Top Of The Pops, em junho de 1988, de "Everyday is like sunday". A primeira versão em vinil terá "Everyday is like sunday" e a inédita "Trash", gravada ao vivo no Pacific Amphitheatre, em Costa Mesa, Califórnia, no ano de 1991. A segunda opção em vinil trará duas versões de "Everyday is like sunday", a original e uma outra ao vivo (inédita) no Hollywood Bowl, Califórnia, em junho de 2007. E caso você tenha ficado com vontade de ouvir...
"West Coast Seattle boy - The Jimi Hendrix anthology" (capa acima), caixa com quatro CDs e um DVD, sairá no dia 15 de novembro. A coleção de Jimi Hendrix contará com 45 gravações inéditas em áudio, além de um filme com 90 minutos, intitulado "Jimi Hendrix: Voodoo Child". Haverá gravações em estúdio e ao vivo, incluindo demos, takes alternativos de faixas de seus três primeiros álbuns ("Are you experienced", "Axis: Bold as love" e "Electric ladyland"), além de singles gravados com os Isley Brothers, Little Richard e Don Covay. "West Coast Seattle boy - The Jimi Hendrix anthology" contará com uma versão inédita de "Tears of rage", de Bob Dylan, bem como performances ao vivo com a Band Of Gypsys, no Fillmore East, na noite de Ano Novo, em 1969. Outras faixas inéditas são "Hear my freedom", "Hound dog blues" e "Lonely avenue".
Será lançado no dia 26 de outubro o novo DVD do R.E.M., "Live from Austin, TX". Gravado no dia 13 de março de 2008, durante a participação da banda no programa de televisão norte-americano, o DVD traz a apresentação completa, com pouco mais de 60 minutos de duração, e 17 músicas, sendo que três ("Fall on me", "So. Central rain" e "Imitation of life" não foram ao ar). O som foi remasterizado em LPCM stereo e DTS-HD 5.1 surround. As faixas do DVD são as seguintes: "Living well is the best revenge", "Man-sized wreath", "Drive", "So. Central rain", "Accelerate", "Fall on me", "Hollow man", "Electrolite", "Houston", "Supernatural superserious", "Bad day", "Losing my religion", "I'm gonna DJ", "Horse to water", "Imitation of life", "Until the day is done" e "Man on the moon". Aqui é possível assistir a essa última música do programa.
Dentro de alguns dias, Lulu Santos vai lançar o seu "Acústico MTV 2", em CD e DVD. E o blog do Paulo Marchetti me lembra que, hoje, faz 10 anos que o primeiro volume chegou às lojas. O CD foi um dos maiores sucessos da carreira de Lulu Santos. Aliás, ele soube fazer o negócio direitinho. Em primeiro lugar, optou pelo CD duplo, de forma que nenhuma música ficasse de fora. Ele também regravou os seus maiores sucessos em versões muito bacanas. Como se não bastasse, apresentou várias inéditas. E, ao invés de imitar os seus colegas, e encher o seu Acústico de convidados, orquestra de cordas e afins, Lulu optou por chamar apenas um convidado (Gabriel o Pensador) e apresentar as suas músicas de forma simples, apenas com a sua banda. Tomara que o segundo volume repita o mesmo sucesso. Pelo menos o show eu posso garantir que é ótimo.
Bom, como já tem muita gente reclamando, anuncio que na próxima segunda-feira esse blog volta ao normal. Não sei se isso é bom ou ruim, mas, de qualquer forma, fico feliz com as mensagens que tenho recebido de pessoas que dizem estar com "saudades" das postagens.
Outro dia falei aqui no blog sobre os 25 anos da estreia da novela "Roque Santeiro". Relembrei Sinhozinho Malta, Viúva Porcina, Dona Pombinha, Cego Jeremias, Zé das Medalhas, o Lobisomem e alguns outros personagens dessa novela que eu considero inesquecível. E a boa nova é que a Som Livre lança nos próximos dias um box com 16 DVDs com um compacto da novela. Não sei como ficou essa edição (algumas edições estragaram alguns DVDs de boas minisséries, como "Anos dourados" e "Anos rebeldes"), mas como é o primeiro projeto de novela em DVD da Rede Globo, acredito que deve ter ficado caprichada. No total são 50 horas, que certamente me farão perder algumas horas de sono. 
CAZUZA - 04/04/1958 - 07/07/1990
EZEQUIEL NEVES - 30/11/1935 - 07/07/2010
"Tem gente que recebe Deus quando canta
Tem gente que canta procurando Deus
Eu sou assim com a minha voz desafinada
Peço a Deus que me perdoe no camarim
Eu sou assim
Canto pra me mostrar
De besta
Ah, de besta
Quando eu estiver cantando
Não se aproxime
Quando eu estiver cantando
Fique em silêncio
Quando eu estiver cantando
Não cante comigo
Porque eu só canto só
E o meu canto é a minha solidão
É a minha salvação
Porque o meu canto redime o meu lado mau
Porque o meu canto é pra quem me ama
Me ama, me ama
Quando eu estiver cantando
Não se aproxime
Quando eu estiver cantando
Fique em silêncio
Quando eu estiver cantando
Não cante comigo
Quando eu estiver cantando
Fique em silêncio
Porque o meu canto é a minha solidão
É a minha salvação
Porque o meu canto é o que me mantém vivo
E o que me mantém vivo"
("Quando eu estiver cantando" - João Rebouças / Cazuza)
HOJE EU NEM QUERO IMAGINAR A FESTA QUE ESTÁ LÁ NO CÉU!!
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Pois é, hoje está cheio de data redonda para comemorar. Agora, vamos partir diretamente da música para a literatura. Sir Arthur Conan Doyle morreu no dia 07 de julho de 1930, há 80 anos, portanto. Já ligou o nome ao seu personagem principal? Certamente sim, né? Especialmente depois do filme... Conan Doyle foi o criador do detetive Sherlock Holmes. E, por isso, talvez, seja o maior nome da literatura criminal. Bom, se você já viu o filme do Guy Ritchie, apesar de alguns escorregões, deve saber um pouco do que se trata. Mas não deixe de ler ao menos um conto - ou, de preferência, o romance "O cão dos Baskervilles" - de Conan Doyle com o seu personagem mais famoso. É imperdível e talvez você fique viciado.