Jornalista, autor do livro "Rock in Rio - A história do maior festival de música do mundo" (Editora Globo), ex-trainee e colaborador da Folha de S.Paulo, ex-colunista e redator da International Magazine, e colaborador do site SRZD.
Eu tentei de todas as formas, mas não encontrei o CD do “Casa de brinquedos” aqui em casa. Queria ouvi-lo hoje, no Dia das Crianças. Mas, ainda bem, descobri que tenho o álbum completo no iPod. O “Casa de brinquedos” representou o primeiro contato que tive com a música. Há mais ou menos 30 anos, a Rede Globo investia em especiais infantis que fizeram com que toda uma geração crescesse conhecendo Chico Buarque, Toquinho, Vinicius de Moraes, MPB-4, Ney Matogrosso, Elis Regina, Clara Nunes... Ou seja, toda uma geração aprendeu a aprimorar o gosto pela música. Graças a Deus (e a minha mãe que me dava os LPs e assistia aos programas comigo), cresci com um bom gosto musical, acredito.
(Já devo ter dito por aqui que nunca terei filhos. Mas se tivesse, jamais o colocaria para ouvir Xuxa ou Restart. As pessoas deveriam ter a ciência de que estão formando cidadãos. Depois, quando o pai tiver que acompanhar (e aturar) uma filha histérica e doente em um show do Justin Bieber, não adianta lamentar. Foi ele mesmo quem criou o monstro.) Mas voltando ao “Casa de brinquedos”, a imagem mais nítida que tenho, aos três ou quatro anos de idade, é a de Chico Buarque cantando “O caderno” em um cenário repleto de cadernos gigantes, e uma menina deitada no chão lendo algo um... caderno! Já sei. Você vai achar isso tosco demais. E era mesmo.
E, por conta disso, aprendi que nada, absolutamente nada, pode se sobrepôr à música. Por exemplo, em um concerto, é necessário mais do que uma boa orquestra e um maestro? Precisa de jogo de luzes, palcos mirabolantes e figurinos cafonas?? Pode ter certeza que não. Um exemplo mais recente: os shows que vi do Eric Clapton nessa semana aqui no Rio de Janeiro. Não tinha cenário, não tinha figurino, a luz era sóbria, Eric não ficava fazendo coraçãozinho com as mãos para a plateia... Era só o cara pegar a guitarra e mandar os acordes de “Badge” ou de “Crossroads”. Não precisava de mais nada. E pode perguntar para as 20 mil pessoas que lotaram as duas apresentações, que todas elas vão concordar. Depois de me deliciar com o programa televisivo (quando conheci Simone, Toquinho, Roupa Nova, Chico, Moraes Moreira, Baby Consuelo, Carlinhos Vergueiro, entre outros), minha mãe me presenteou com o LP.
Aquilo lá não saiu da minha vitrolinha laranja por, pelo menos, uns dois anos. Acho que ninguém (nem o Toquinho) ouviu esse LP mais do que eu. Cada música era uma viagem. Para os compositores Toquinho e Mutinho, uma viagem em cada brinquedo - cada música tinha o nome de um brinquedo, como "A espingarda de rolha", "A bola", "A bicicleta", "O avião", "O robô", "O macaquinho de pilha"... Para mim, foi o início da minha viagem mais deliciosa: a da música. Ainda posso sentir a capa daquele velho vinil. Aquela porosidade continha toda a minha vida.
O velho vinil não existe mais. Mas há uns 16 anos, mais ou menos, me deparei com o CD em uma loja. Comprei na hora. Nem perguntei o preço. Deixaria as minhas calças se necessário fosse. Quando cheguei em casa e coloquei o CD para tocar, ao ouvir a voz de Dionísio Azevedo declamando o texto de abertura, me dei conta de que não escutava aquele álbum havia, sei lá, uns dez anos. Ou seja, ouvi “Casa de brinquedos” umas 500 vezes entre os meus três e seis anos de idade. Depois, nunca mais. Esse corte se deu exatamente na época em que descobri o rock. O velho álbum do “Casa de brinquedos” ficou de lado. Quem dava as cartas agora eram o “Dois” (Legião Urbana), o “Selvagem?” (Os Paralamas do Sucesso), o “Cabeça dinossauro” (Titãs), os “Greatest hits” dos Beatles...
Quando comprei o CD e me dei conta disso, logo me lembrei dos versos de “O caderno”: “Só peço, a você Um favor, se puder Não me esqueça Num canto qualquer...” Mas aí eu tive a certeza que o “Casa de brinquedos” não estava “num canto qualquer”. Ele ainda está em cada disco que ouço hoje (do vinil ao blu-ray), em cada solo de guitarra que me emociona, em cada refrão que gruda na minha cabeça, em cada show que eu tenho a oportunidade de ir. E em cada linha que eu escrevo.
“The 25th Anniversary – Rock & Roll Hall of Fame Concerts”– Vários Artistas Assistir a um concerto reunindo nomes como Simon & Garfunkel, U2, Mick Jagger, Bruce Springsteen, Metallica, Aretha Franklin, Jeff Beck, Sting, entre outros, pode parecer um sonho. E deve ser mesmo. Esse concerto (na verdade dois, em dias seguidos) aconteceu no Madison Square Garden, em Nova York, no primeiro semestre desse ano para comemorar os 25 anos de existência do Rock & Roll Hall of Fame. Um amigo meu que assistiu ao segundo show tentou me descrever a sensação de ver o U2 com o Mick Jagger em cima do palco, a cinco metros de distância. Consegui imaginar, mais ou menos, como foi. Mas o DVD (também em blu-ray e CD) que chegou às lojas (lá de fora) no início do mês fez o resto do trabalho. De fato, são quase seis horas de ótima música e de encontros sensacionais. Exemplos? São numerosos, mas vamos lá: Metallica + Ozzy Osbourne (em uma versão absurda de “Iron man” / “Paranoid”), U2 + Mick Jagger, Bruce Springsteen + Billy Joel, Stevie Wonder + B.B. King (“The thrill is gone” ficou arrepiante), Paul Simon + David Crosby, Aretha Franklin + Annie Lennox, Jeff Beck + Buddy Guy (em “Let me love you baby”)... Tá bom? Nesse tipo de show, as apresentações, às vezes, tendem a ficar um pouco burocráticas. Decerto, esse “The 25th Anniversary...” não foge à regra em determinados momentos (Crosby, Stills & Nash, é verdade, chega a cansar um pouco). Mas, em sua maior parte, o DVD chega mesmo a arrepiar. Até mesmo com a Fergie grasnando e estragando “Gimme shelter”, ao lado de Bono e de Mick Jagger.
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“Legião Urbana” – Legião Urbana O dever do ofício me faz escrever sobre o relançamento da obra completa da Legião Urbana em CD (vendidos avulsos ou em luxuoso box) e em LP com gramatura 180 – adiantei o meu presente de Natal me dando a coleção completa em vinil. Bom, falar o quê da obra da Legião? Como diz aquele famoso jornalista lulista, até o mundo mineral conhece a obra de Renato Russo e companhia. Do seminal “Legião Urbana” (1985), com vários cuspes na cara de vocês, como “Será” e “O reggae”, ao póstumo “Uma outra estação” (1997), o da clássica “Clarisse” (a garota que está trancada no banheiro e quer se suicidar), a obra da banda de Brasília prima pela coerência e pela alta qualidade. Disco ruim da Legião? Desculpe-me, mas não existe. Pode até ter aquele que você considera mais fraco, mas ruim? Não. E não se esqueça que o ruim de hoje pode ser o seu predileto de amanhã. Considerei “V” (1991) durante muito tempo um álbum muito difícil. Ouvia pouco. Bom, ele continua sendo difícil. Até ainda mais, atualmente. Mas, hoje, é o meu mantra. Quando “As quatro estações” (1989) foi lançado, os roqueiros mais radicais não entenderam porque Renato Russo estava cantando “Cordeiro de Deus que tirai os pecados do mundo” ou então “Ainda que eu falasse a língua dos anjos”. Hoje, acho que todo mundo entende. Outro aspecto que impressiona quando a gente ouve novamente a obra completa da Legião Urbana é observar a sua atemporalidade. Nossa mãe, tem bandinha por aí que fez música ontem, e hoje já soa datada, tanto na sonoridade quanto na letra. Isso não acontece com nenhuma (eu disse NENHUMA!) música da Legião, posso garantir. Se encontrar alguma, por favor, me avise. Agora, eu vou dar uma dica: se você for muito fã da Legião, tiver um toca-discos e alguma grana sobrando, compre a edição dupla em vinil de “A tempestade”. Renato Russo sempre dizia que “até segunda ordem, todo álbum da Legião é duplo”. Na hora H, ele mudava de ideia para o disco não ficar muito caro. Assim, “A tempestade” é o primeiro vinil duplo (de canções inéditas, ressalte-se, ou seja, o “Música para acampamentos” não vale) da história da Legião Urbana. Demorou, mas Renato Russo deve ter ficado feliz.
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“Live from Austin TX” – R.E.M. O R.E.M. já anunciou que o seu novo álbum de inéditas, “Collapse into now” sairá em breve. No ano passado, chegou às lojas o fantástico CD duplo “Live at the Olympia in Dublin”, com 39 faixas gravadas durante os ensaios abertos para a gravação do álbum “Accelerate” (2008). Um álbum ao vivo, é verdade, mas que não tinha muita coisa a ver com a turnê, que passou pelo Brasil em três memoráveis apresentações em novembro de 2008. Então, a “Accelerate tour” iria passar em branco, logo por uma banda que sempre faz questão de deixar registrado oficialmente algum show da turnê? Mais ou menos. “Live from Austin TX”, novo DVD da banda Michael Stipe, Mike Mills e Peter Buck, não é exatamente um show da turnê do álbum. A apresentação foi gravada para o programa de televisão “Austin City Limits”, no dia 13 de março de 2008, poucos dias antes de “Accelerate” chegar às lojas. Não se tratava de um ensaio, mas de um especial com 75 minutos de duração. Nesse DVD, as canções do álbum surgem da mesma forma que estão registradas no trabalho de estúdio, além de sucessos que viriam a fazer parte da turnê. Mas, caso você tenha ido a algum show do R.E.M. em 2008, esqueça toda a animação e energia da banda. Esse “Live from Austin TX” é frio como um focinho de cachorro quando acorda no inverno. A preocupação em acertar as músicas novas deixa a apresentação muito sem graça – e isso sem contar com o áudio do DVD, que está baixo demais. Mas é lógico que também não dá pra desprezar o lançamento. Afinal, não é sempre que o R.E.M. junta em um mesmo setlist preciosidades como “Drive”, “So. Central rain” e “Fall on me”. E também não é qualquer banda que pode tocar músicas como “Losing my religion”, “Man on the moon” e “Imitation of life” sem jamais cansar o ouvinte. E tem mais: as músicas do “Accelerate” ficam melhores a cada dia que passa. Duvida? Então ouça “Until the Day is done” e “Man-sized wreath”. Pensando bem “Live from Austin TX” é um grande DVD. Realmente, o R.E.M. não consegue fazer nada mal feito.
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“30 anos – Ao vivo” – Roupa Nova Ninguém pode dizer que o Roupa Nova só vive do passado, afinal, não tem muito tempo, eles colocaram nas lojas o mediano “Roupa Nova em Londres” (2009). Mas muita gente pode dizer que o Roupa Nova tem vivido muito do passado ultimamente. Veja só: “RoupAcústico” (2004), “RoupAcústico 2” (2006) e, agora, “30 anos – Ao vivo”. Por mais que o Roupa Nova seja uma das instituições da MPB com um enorme número de sucessos, não tem como não soar repetitivo. Os dois primeiros discos citados são acústicos, certo, mas esse terceiro não foge muito do esquema. Embora seja notável a preocupação da banda em fazer arranjos um pouco diferentes, no final das contas, não tem muito para onde correr. Entretanto, quem é que está muito interessado em ficar ouvindo material novo, a não ser os críticos rabugentos? A julgar pela empolgação dos fãs do Roupa Nova nesse novo DVD (que também sai em CD com faixas muito mal selecionadas, diga-se de passagem), a banda carioca está fazendo a coisa certa. Do início, com a linda “Sapato velho” até o final, com “Canção de verão” (o seu primeiro sucesso), o Roupa Nova joga pra galera, literalmente. Não tem uma música que a plateia que lotou o Credicard Hall, em julho, não saiba de cor (e cante aos berros). E tome “Linda demais”, “Volta pra mim”, “A força do amor”, “Dona”, “Coração pirata”, “Seguindo no trem azul”, “Clarear”, “Meu universo é você”, “Whisky a gogo”... No CD e no DVD, o Roupa Nova também recebe convidados especiais como Milton Nascimento (“Nos bailes da vida”), Sandy (“Chuva de prata”), Padre Fábio de Mello (em “A paz”, jura que precisava disso??) e Fresno (“Show de rock ‘n roll”). Stanley Netto e Daniel Musy engrossam o caldo nos metais, e a Orquestra Sinfônica Villa-Lobos faz bonito, ainda que a sua participação seja reduzida. As letras do Roupa Nova, às vezes, são de gosto bem duvidoso. Mas, musicalmente, vamos combinar, a banda é perfeita.
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“Death to false metal” / “Pinkerton” (Edição especial) – Weezer O Weezer está fazendo um bom pé-de-meia nesse fim de ano. Depois do lançamento do álbum de inéditas “Hurley”, dois meses atrás, agora é a vez de dois (na verdade três, porque um é duplo) CDs em uma tacada só. Vamos começar pela edição especial do clássico “Pinkerton”, lançado originalmente em 1996. Até hoje, os fãs do Weezer dizem que a banda nunca lançou nada igual. E eles têm razão. Ouvindo “Pinkerton” novamente, 14 anos após, fica nítida a sua qualidade. É aquele tipo de álbum que a gente pode afirma que não envelhece. “Tired of sex”, “Across the sea”, “Pink triangle” e “The good life” continuam deliciosas. Além disso tudo, quem comprar essa edição luxuosa de “Pinkerton” (óbvio que só saiu lá fora), ainda vai ter 25 faixas raras ou inéditas, como lados B de singles, muita gravação ao vivo de faixas do álbum (a versão acústica de “El scorcho” é especialmente divertida), takes alternativos de gravação (“Butterfly”, ainda mais crua, ficou ainda mais bonita), além da absolutamente inédita “Tragic girl”. Partindo para “Death to false metal”, trata-se de uma compilação de gravações inéditas do Weezer, “que não entraram nos sete primeiros álbuns da banda porque estávamos ou estranhos demais, ou pop demais, ou metal demais ou punk demais”, conforme Rivers Cuomo explicou ao Toronto Sun, no mês passado. Apesar de as músicas serem, em sua maioria, antigas, o álbum mais parece um novo trabalho da banda. Com todos os senões que isso acarreta, até mesmo porque, todos sabemos que os últimos álbuns do Weezer estão mais pra lá do que pra cá. Por exemplo, a versão para “Unbreak my heart”, aquela mesmo da Toni Braxton, chega a ser risível – o que a banda quis com essa faixa? “Turning up the radio”, a faixa de abertura, lembra o rock adolescente que o Weezer anda fazendo ultimamente, e “Losing my mind” soa pretensiosamente chata. Mas tudo bem, ainda tem algumas coisas que a gente possa se lembrar do Weezer dos velhos tempos, como “The odd couple” e “Blowin’ my stack”. Mas nada que justifique o lançamento de “Death to false metal”, indicado somente para os mais fanáticos.
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Em seguida, veja o encontro de Mick Jagger com o U2, em “Stuck in a moment you can’t get out of”, presente no DVD “The 25th Anniversary – Rock & Roll Hall of Fame Concerts”:
E vamos terminar o post de hoje com John Lennon?? Claro, né...
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Ontem fui ver o show da Dave Matthews Band na HSBC Arena, aqui no Rio. Em primeiro lugar, o show foi um pouco menor do que o do Vivo Rio em 2008. O show de ontem "só" teve três horas de duração. Com ingressos esgotados (apesar de o setor das arquibancadas superiores não ter sido posta à venda), a Dave Matthews Band mostrou um repertório um pouco diferenciado dos shows da recente turnê de verão nos Estados Unidos. O início do show com "Seek up" e "Pig" foi o anúncio de que teríamos algumas surpresas no decorrer da noite. E tivemos mesmo. A começar por algo inusitado. Acredito que, pela primeira vez na história, "Pantala naga pampa" não tenha sido seguida por "Rapunzel" (que só foi apresentada no final da noite). E também acredito que não seja muito comum a banda deixar de fora a segunda parte de "Lie in our graves", emendando-a direto com "Bartender" (que, aliás, foi a primeira música do show do Vivo Rio). Outras músicas foram repetidas nas duas apresentações, como "#41" (mais um grande momento, que ganhou a adesão dos convidados Carlos Malta e Gabriel Grossi), "Crush" e "Ants marching", este última, certamente, a mais cantada pela plateia. Eu senti que a DMB não teve uma grande preocupação em cantar os seus maiores sucessos, como na apresentação de dois anos atrás. Achei isso legal, ainda mais pelo fato de a banda ter incluído várias músicas do "Big Whiskey and the GrooGrux King" (2009), como "Funny the way it is", "Seven" e "Why I am". E isso sem contar com a versão acústica de "Some devil" (somente com Dave) que abriu o bis, uma "Dancing nancies" cheia de improvisos, e a rara "So right", do álbum "Everyday", e que eu nunca tinha visto ao vivo. Quando o último acorde de "Rapunzel" foi executado, já passava das duas e meia da manhã. Tudo muito bom o suficiente para o público nem se importar com o adiantado da hora.
O setlist completo da apresentação foi o seguinte: "Seek up", "Pig", "Shake me like a monkey", "Lying in the hands of god", "Funny the way it is", "Pantala naga pampa", "Grey street", "#41", "So right", "Seven", "Dancing nancies", "Crush", "Lie in our graves", "Bartender", "Why I am", "Crash into me", "Ants marching", "Some devil", "You & me" e "Rapunzel".
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Boas novas para os fãs do Wilco. O guitarrista Pat Sansone disse ao Los Angeles Times que a banda entra em estúdio até o final do mês para gravar um novo álbum. "Estamos tirando algumas semanas de folga. No final do mês vamos voltar a trabalhar juntos, começando pelo processo de composição das músicas", disse. O último álbum do Wilco saiu em 2009.
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Mais John Lennon!
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Já que não lança nada inédito (apesar de ter material suficiente), a Legião Urbana requenta os seus antigos álbuns. Até o final do mês, chega às lojas mais um box (acima) com os oito álbuns de estúdio da banda: "Legião Urbana" (1985), "Dois" (1986), "Que país é este" (1987), "As quatro estações" (1989), "V" (1991), "O descobrimento do Brasil" (1993), "A tempestade" (1996) e "Uma outra estação" (1997). Os discos também serão lançados de forma avulsa. Ao que parece (não tenho certeza), todos eles foram remasterizados. Tomara que estejam melhores do que a edição masterizada em Abbey Road, que tirou a sujeira da banda. Também no final do mês, os oito álbuns chegam às lojas em vinil. "A tempestade" e "Uma outra estação" nunca haviam sido lançados nesse formato.
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Quem também lança álbum novo até o final desse mês é o Roupa Nova. Trata-se de "30 anos - Ao Vivo", que traz o registro de uma apresentação da banda no Credicard Hall, em São Paulo, no início de julho. O pacote CD/DVD conta com as participações de Milton Nascimento, Sandy, Pe. Fabio de Melo e Fresno. O repertório é um best of da banda, que, não tem muito tempo, lançou dois volumes de discos acústicos ao vivo. Segue o roteiro do DVD: "Video Game", "Sapato Velho", "Linda Demais", "A Viagem", "Nos Bailes da Vida", "Volta Pra Mim", "A Força do Amor", "Cantar Faz Feliz O Coração", "Seguindo No Trem Azul" / "Anjo" / "Princesa" / "Amar É" / "Amo Em Silêncio" / "Começo, Meio E Fim", "Felicidade" / "Clarear" / "Rap", "A Paz", "Coração Pirata", "Sábado" / "Lumiar" / "Maria Maria", "Chuva de Prata", "Todas Elas", "Dona", "Meu Universo É Você", "Medley Vinhetas", "Show De Rock 'n Roll", "Whisky A Go Go", "Lembranças", "Canção de Verão", "De Ninguém" e o mecley final com "Sweet Child O' Mine" / "Have You Ever Seen The Rain?" / "Staying Alive" / "Twist and Shout" / "Another Brick in The Wall" / "Satisfaction" / "Hotel California" / "Every Little Thing She Does Is Magic" / "We Will Rock You" / "Rock And Roll All Nite" / "We Are The Champions".
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Sai na semana que vem o novo álbum de Lenine, "Trilhas" (capa acima). Não se trata de um álbum de inéditas, mas sim de uma coletânea de músicas compostas para novelas, filmes e minisséries. O CD inclui "Aquilo que dá no coração", música de abertura da novela "Passione". O repertório completo é esse: "Aquilo que dá no coração", "De sabugo a visconde", "Quatro horizontes", "Agora é que são elas", "Minha cidade / Menina dos olhos do mar", "A mula sem cabeça", "Não faz mal a ninguém", "Como é bom a gente amar", "Sob o mesmo céu", "Diversidade", "Violenta" e "Alpinista social".
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UMA MÚSICA PARA O FINAL DE SEMANA: "YYZ", do Rush. Espero que amanhã, na Praça da Apoteose, o público "cante" essa música da mesma forma de oito anos atrás...
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Vamos de mais John Lennon??
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E amanhã já vai fazer seis anos que o eterno Super-Homem Christopher Reeve partiu dessa pra melhor. Fica aqui a lembrança!
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Ontem mesmo falei aqui sobre os musicais infantis que a Rede Globo passava no iniciozinho dos anos 80. Foram vários: "Casa de brinquedos", "Plunct Plact Zuuum...", "Pirlimpimpim, "A era do Halley" e... "A arca de Noé", o primeiro de todos, e que estreou na televisão no dia 10 de outubro de 1980. Contando com músicas compostas por Vinicius de Moraes e Toquinho, o musical tinha um timaço de intérpretes: Elis Regina, Alceu Valença, Ney Matogrosso, Chico Buarque, Milton Nascimento, Bebel Gilberto, MPB 4... Putz, você imagina, atualmente, um moleque que tenha a oportunidade de crescer ouvindo isso?? Cada geração tem o que merece...
Por que uma obra-prima dessa não é lançada em DVD, hein??
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Bom, agora vamos partir para as efemérides de amanhã? Então vou começar com um dos grandes músicos brasileiros ever. João Theodoro Meirelles, ou simplesmente J.T. Meirelles, nasceu a 10 de outubro de 1940, no Rio de Janeiro. Meirelles iniciou a sua carreira no conjunto de João Donato. Mas depois de arranjar algumas músicas para "Samba esquema novo", de Jorge Ben, Meirelles virou estrela, gravando discos e fazendo muitos shows. Destaco o álbum "O som" (1964), gravado com o Copa 5, grupo formado por Meirelles, Luiz Carlos Vinhas, Dom Um Romão, Manoel Gusmão e Pedro Paulo. (Uma história meio nada a ver: na minha época de advogado, tinha um estagiário vidrado pelo J. T. Meirelles. Aì, no amigo oculto, ele pediu "O som", que tinha acabado de ganhar uma edição em CD. Só que o cara que tirou o nome do meu estagiário deu um CD do... Ivo Meireles! Fantástico, né??)
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Vamos com mais John Lennon??
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O utilíssimo blog do Paulo Marchetti me lembra que hoje faz 15 anos que "Nostalgia da modernidade", um dos grandes álbuns de Lobão, chegou às lojas. Esse álbum foi importante para a carreira do velho "Lobo Mau", porque foi uma espécie de transição entre o seu rock tradicional e a incorporação de novos elementos em seu som. "Nostalgia da modernidade" trazia até samba. Já ouvi muita gente falar que Lobão começou a ficar chato a partir desse disco. Não acho que Lobão tenha ficado chato. Mas que os seus primeiros álbuns eram bem mais bacanas, ah, isso eram... (Como não achei nenhuma música desse álbum em versão original no YouTube, reproduzo abaixo o grande sucesso de "Nostalgia da modernidade", "A queda", só que na versão do "Acústico MTV").
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Taiguara faz parte daquele time de artista que, em determinado momento da carreira, faz um sucesso absurdo, para depois desaparecer nas brumas do ostracismo. Nos anos 70, Taiguara compôs algumas das músicas mais executadas do período: "Hoje", "Universo do teu corpo", "Amanda", "Viagem", "Teu sonho não acabou", entre várias outras. Taiguara nasceu no Uruguai, durante uma temporada de apresentações de seu pai, o maestro Ubirajara Silva. Mas, na essência, era brasileiro mesmo. Taiguara nasceu no dia 09 de outubro de 1945 e morreu aos 50 anos.
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Hoje é dia de homenagear John Lennon, certo? Com certeza você já leu em pelo menos dez lugares diferentes que hoje ele estaria completando 70 anos de idade e coisa e tal. Hoje vou fazer algo diferente... Ao longo do dia, vou colocar vídeos de algumas das suas músicas que eu mais gosto - vou me restringir à carreira solo. A minha preferida é essa aí que eu já postei: "Working class hero". E olha só que curioso: hoje é aniversário do filho de John, Sean Lennon, que faz 35 anos. É que nem aqui em casa: minha mãe e meu irmão fazem aniversário no mesmo dia.
TEMPOS MODERNOS 2: Foi-se o tempo em que John Lydon ficava feliz quando cuspiam nele em um show dos Sex Pistols. Durante um show da sua banda Public Image Ltd., ontem, Lydon não gostou de levar uma cusparada de um fã mais exaltado. "Você está no show errado, no tempo errado, imbecil. Se você cuspir em mim mais uma vez, eu vou dilacerar o seu rosto", disse. Acabou-se a delicadeza.
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O Roupa Nova agendou a gravação de seu próximo CD/DVD ao vivo para os dias 02 e 03 de julho, no Credicard Hall, em São Paulo. O nome do projeto será "Roupa Nova - 30 anos", e contará com sucessos como "Linda Demais", "Sapato Velho" e "Coração Pirata", além de inéditas não anunciadas. As apresentações contarão com as participações especiais de Milton Nascimento, Sandy e Fresno (no dia 02/07) e do Padre Fábio de Melo (dia 03). O Roupa Nova será acompanhado por uma orquestra sinfônica. Ainda não há previsão de lançamento do CD/DVD.
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Também achei esse novo videoclipes do Black Keys sensacional. Um dia no parque divertido...
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TEMPOS MODERNOS: Foi-se a época em que os CDs vinham com faixas bônus. Agora é a vez dos LPs. Antigamente, no tempo em que o CD estava engatinhando, as gravadoras faziam de tudo para que o consumidor aderisse ao formato digital. Agora é o contrário. O Dead Weather, por exemplo, disponibilizou duas faixas escondidas na edição em vinil de "Sea of cowards". Achei a ideia bacana.
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Sabe por que eu amo o Devo? Saca só essa "coletiva de imprensa" que eles armaram para divulgar os nomes das faixas de seu novo álbum.
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Adorei esse videoclipe que o The Drums lançou no início do mês.
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Depois de anunciar o DVD/BD "Beyond the lighted stage", que conta a história da banda, o Rush promete um novo single para o dia 01º de junho. "Caravan" será lançado em single, com mais uma faixa, que, ao que tudo indica, se chama "BU2B". Por enquanto, o single será lançado apenas em formato digital, mas quem comprar ingresso VIP para a "Time machine Tour" na América do Norte, ganhará uma edição física limitada.
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E por falar em Van Halen, um site de fãs da banda disponibilizou uma versão super-hiper-mega rara de "Man on the silver mountain", cover do Rainbow, gravada no Goldenwest Ballroom, em 1976. Ao que parece, a tal versão nunca havia visto a luz do dia, nem mesmo nos bootlegs do Van Halen. O site de fãs disponibilizou a pérola em homenagem a Ronnie James Dio.
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Eu já disse aqui que adoro sobre ler as exigências dos artistas nos camarins. O site AskMen listou as dez exigências mais bizarras de todos os tempos. A clássica é a do Van Halen, que pedia quilos e quilos de M&M's, com um único detalhe: não podia haver nenhum M&M marrom. E se tivesse? Será que eles cancelavam o show? Hahaha...
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E agora foi lançado o videoclipe de "Neutron star collision (Love is forever)", do Muse. O que acharam?
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Hahaha... Trocaram o Dio pelo Ozzy Osbourne. Adoro a incompetência da Rede TV.
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O New York Times informa que essa semana foi a pior para a indústria fonográfica, desde 1991, quando a Nielsen SoundScan começou a computar as vendas de discos nos Estados Unidos. Nos últimos sete dias, foram vendidos 5,3 milhões de discos nos Estados Unidos. No topo da lista da Billboard está o álbum "My world 2.0", de Justin Bieber, que vendeu pouco mais de 60 mil cópias, entrando para a história como o álbum número 1 da Billboard, que menos vendeu, desde 1991. A notícia é ruim por um lado, mas boa por outra. Ruim porque, de fato, o CD está com os dias contados (jura?). Acredito que, em poucos anos, tudo o que teremos será um arquivo de áudio baixado pela internet, com péssima qualidade de som (mas quem se importa com isso hoje em dia?). A notícia boa é que as gravadoras estão vendo que nem o lixo que elas lançam vende muito. Cá pra nós, 60 mil cópias em uma semana, nos Estados Unidos, não é absolutamente nada.
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Seguindo os passos de Dave Grohl e Taylor Hawkins, seus colegas de Foo Fighters, o guitarrista Chris Shiflett também está investindo em um projeto paralelo. O nome da banda é Chris Shiflett & The Dead Peasants, e o lançamento do álbum de estreia ocorrerá no dia 13 de julho. A banda também tem John Lousteau (bateria) e Derrick Silverman (teclados) como integrantes.
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Como diz o Ancelmo Gois, deve ser terrível viver em um país assim.
Finalizando as comemorações de hoje, vamos para a televisão. Em um curso de roteiro que fiz, a professora sempre falava: "Quem leva uma novela são os grandes atores. Não adianta encher a tela de rostinho bonito." Essa (peéssima) última novela, "Viver a vida", comprova a afirmativa. Andei dando uma olhada em "Passione", e já curti ver gente como Fernanda Montenegro, Tony Ramos e Cleyde Yáconis na tela. E tem um ator também, da nova geração, que eu acho que manda muito bem: Cauã Reymond. Ele já tinha dado show em "A favorita", e, agora, parece que vai arrebentar de novo. Por isso, fica aqui os nossos parabénes pelos seus 30 anos completados hoje.
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E quem também faz aniversário hoje é o grande jogador de futebol Roger Milla. O camaronês jogou pela sua seleção de seu país nas Copas de 1982, 1990 e 1994. Nessa última, ele já tinha 42 anos de idade. Mas ele encantou mesmo em 1990, quando marcou quatro gols, e chegou até às quartas de final, em um jogo antológico contra a Inglaterra. Quem não torceu para Camarões nessa Copa de 90? Roger Milla completa 58 anos hoje. E eu voto que ele jogue na Copa de 2010!
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Uma das marcas mais exploradas do rock é o nome dos Beatles, certo? Toda hora tem um lançamento por aí. Coletâneas, "Anthology", discos remasterizados, caixas, pen-drives... Mas uma das maiores queixas dos beatlemaníacos é a falta de um lançamento oficial do filme "Let it be". E mais uma grande oportunidade de lançamento foi perdida. Hoje faz exatos 40 anos que o filme estreou nos cinemas britânicos. E, para quem não conhece, vale a pena correr ao YouTube para ver. O filme mostra as entranhas mais profundas do quarteto de Liverpool. Nem tudo foi sonho.
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Quem sopra velinhas hoje também é Joe Cocker. Nascido em Sheffield a 20 de maio de 1944, Cocker tem uma das vozes mais potentes do rock, como pode ser conferido em clássicos como "Fellin' alright", "Up where we belong", "Dear landlord", "Just like a woman" e "Unchain my heart". Joe Cocker explodiu mesmo no festival de Woodstock, especialmente com a explosiva interpretação de "With a little help from my friends", de Lennon e McCartney. Dale Bell, um dos produtores do documentário "Woodstock", disse: "Joe Cocker deve ter tido uns quatro enfartes quando cantou ‘With a Little Help From My Friends'". Acho que deve ter tido mais que quatro... Abaixo, a interpretação de Cocker para a mesma música, só que no Rock in Rio de 1991, quando um moleque de 10 anos de idade chapou.
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Fãs de rock, uni-vos. No dia 20 de maio comemoramos o lançamento do hino "Rock around the clock", de Bill Haley. A canção foi registrada em dico em abril de 54, e o lançamento ocorreu em 20 de maio de 1954. "Rock around the clock" foi composta pela dupla Max C. Freedman / James E. Myers, e a gravação de Haley e seus Comets foi a primeira da história do rock que alcançou sucesso. Uma curiosidade é que, originalmente, a música se chamava "We're gonna rock around the clock tonight!". Com o título curtinho, ficou bem melhor.
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Então vamos começar logo. Hoje, dia 20 de maio, comemoramos o aniversário de um dos grandes compositores brasileiros. Renato Teixeira nasceu no dia 20 de maio de 1945, em Santos. Ele é o autor de canções como "Romaria" (quem não a conhece na voz de Elis Regina?), "Tocando em frente" (parceria com Almir Sater, e que ficou famosa na interpretação de Maria Bethânia), "Frete" (música de abertura do seriado "Carga Pesada"), "Rapaz caipira" (poderosa crítica à música sertaneja descartável) e "Amanheceu, peguei a viola". Para quem tem algum preconceito com música caipira, por favor, ouça Renato Teixeira. Pelo menos hoje.
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Bom dia, pessoal! E hoje, hein? Será que dá pro Flamengo? Hehe...
O Arctic Monkeys anunciou que vai entrar em estúdio ainda essa semana para gravar o seu novo álbum, o sucessor de “Favourite Worst Nightmare”, lançado no ano passado. Ainda não há previsão para que o novo CD chegue às lojas.
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Após Duran Duran, Duffy, Jack White, Beyoncé e Amy Winehouse, agora é a vez de Alicia Keys ser cogitada para gravar a canção principal do próximo filme de James Bond, “The Quantum Of Solace”.
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O Coldplay lidera as vendas de álbuns na Grã-Bretanha pela 5ª semana consecutiva. “Viva La Vida Or Death And All His Friends” já um dos álbuns mais vendidos no Reino Unido nesse ano. Hoje, a banda inglesa inicia a sua turnê norte-americana, em Los Angeles.
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A polícia da cidade de Ontario (Canadá) revelou que a vítima de uma reação alérgica em decorrência de ingestão de amendoins, que teve que ser socorrida por ela, não era David Lee Roth. Na verdade, o envolvido no caso era um sósia do vocalista do Van Halen, conhecido como Diamond Dave. O verdadeiro Dave Lee Roth declarou que não é alérgico a nada, apenas a críticas.
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George Martin, produtor dos Beatles, recebeu uma grande homenagem no sábado, por conta de seu aniversário de 82 anos. Na ocasião, a Fundação Grammy concedeu-lhe um prêmio pelo conjunto da obra. Yoko Ono estava presente ao evento. Tom Jones, Burt Bacharach e Jeff Beck fizeram pequenas apresentações em homenagem ao produtor.
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A cantora Rihanna vai participar da próxima campanha da UNICEF promovida pela Gucci. A grife de bolsas e sapatos lançará edições limitadas de alguns produtos. Vinte e cinco por cento da renda das vendas será doada para instituições de caridade do mundo todo.
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Chega às lojas em agosto o primeiro DVD de Toni Platão. O vídeo foi filmado ao vivo durante um show do cantor no Rio de Janeiro, em abril de 2008. Dado Villa-Lobos, Fausto Fawcett e Zélia Duncan participaram da gravação. Além do DVD, o CD ao vivo também será lançado.
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Depois de a gravadora Sony/BMG colocar grande parte da discografia do Roupa Nova nas lojas, agora é a vez da Universal Music relançar o primeiro e o terceiro discos da banda. Os dois álbuns levam o nome da banda no título. O primeiro foi lançado em 1981 (capa abaixo) e o terceiro em 1983. Pena que a Universal não tem planos de lançar o segundo álbum, gravado em 1982.