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12 de dez. de 2010

Resenhando: Michael Jackson, The Black Eyed Peas, Sting, Pet Shop Boys, Cauby Peixoto

“Vision”– Michael Jackson
“Ah, se não fosse Michael Jackson, hoje não existiria videoclipe...” “Ah, Michael Jackson mudou a forma de se filmar um vídeo de música...” “Ah, ‘Thriller’ é o videoclipe mais importante de todos os tempos... “Ah...” Se você concorda com pelo menos uma dessas afirmações que são constantemente publicadas por aí, “Vision”, novo DVD triplo de Michael Jackson, é obrigatório em sua coleção. O finado astro já tinha lançado diversos VHSs, LDs e DVDs com todos esse videoclipes, mas o grande mérito de “Vision” é deixar tudo organizado, em quase cinco horas de som e imagem. No total, são 42 videoclipes, que cobrem a carreira de Michael, desde os The Jacksons (em três videoclipes raros – “Blame it on the boogie”, “Enjoy yourself” e “Can you feel it”) até o inédito “One more chance”. Pena que a fase com o Jackson 5 tenha ficado de fora. Mas, mesmo assim, é uma delícia relembrar pérolas como “Don’t stop ‘til you get enough”, “Rock with you”, “Billie Jean”, “The way you make me feel” e “Man in the mirror”. Quase todas as faixas de “Dangerous” também estão presentes, incluindo o inovador (para a época) vídeo de “Black or white”. Quem quiser relembrar o vídeo de “They don’t care about us”, gravado no Dona Marta, no Rio de Janeiro, também terá a oportunidade de fazê-lo com o DVD. O mais curioso em “Vision” é notar a importância do videoclipe para Michael Jackson. Muitos desses vídeos extrapolam o tempo da música, são verdadeiros curta-metragens, como “Remember the time” e, claro, “Thriller”. Muitos deles são dirigidos por diretores consagrados (John Landis, Martin Scorsese e Andy Morahan), contam com atores conhecidos e possuem até mesmo os créditos no final. Depois tem gente que não reconhece a importância de Michael Jackson para a música e para o show business.

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“The beginning” – The Black Eyed Peas
Após o fim, vem o início, certo? Pelo menos na concepção do The Black Eyed Peas, sim. Tudo bem, a ideia é boa, mas o “fim” do Black Eyed Peas é bem mais interessante. Explico: no ano passado, a banda californiana lançou o bom “The E.N.D.”, e, agora, o fraco “The beginning”. Em “The E.N.D.”, o BEP trilhou um caminho diferente de seus álbuns anteriores. A mistura de hip hop, dance, pop, rap, funk e afins, que fez a fama da banda especialmente em “Elephunk” (2003) e “Monkey business” (2005), deu lugar a um pop eletrônico, que é mantido nesse novo trabalho. O problema é que o que tinha de original em “The E.N.D.” virou repetição em “The beginning”. Tirando alguns poucos bons momentos, o álbum é recheado daqueles batidões clichês que todo mundo está fazendo por aí. Certamente vai vender bastante, mas a impressão que fica é que tudo isso é muito pouco para will.i.am e sua trupe. Até que o começo do álbum é bem interessante, com a faixa “The time (Dirty bit)”, que traz um sample daquela música do filme “Dirty dancing”. Depois dela, o que pode ser ouvido é uma sucessão de faixas tão vazias musicalmente quanto aquele “copo vazio cheio de ar” que o Gilberto Gil canta. Na verdade, basta ouvir umas duas ou três faixas do álbum todo (uma delas pode ser “The best one yet (The boy)”, única música produzida por David Guetta no disco), porque o resto é tudo absolutamente igual. O encarte, repleto de produtores, músicos, compositores, estúdios, dá uma ideia do quanto esse álbum não custou. Como aqueles filmes hollywodianos, tipo “Avatar”, cheio de efeitos especiais, que custam uma fortuna e não dizem nada. Mas as salas de cinema ficam lotadas por meses a fio. Talvez só eu quem esteja errado mesmo.

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“Live in Berlin” – Sting
Quando publiquei a resenha de “Symphonicities”, último álbum de Sting (2010), escrevi aqui que ele seria um ótimo calmante para os insones. Por isso, quando coloquei para rodar “Live in Berlin”, novo DVD e BD do compositor britânico, confesso que não fiquei muito animado. O vídeo apresenta o show da turnê de divulgação de “Symphonicities”, e conta com a Royal Philharmonic Concert Orchestra. Mais um sonífero à vista? Não tanto quando o álbum de estúdio originário, decerto. Em duas horas, Sting soube contrabalançar um ótimo repertório, com canções famosas do The Police e da carreira solo, além de lados B de seu repertório. Tudo bem diferente do chatíssimo “Symphonicities”. Ao mesmo tempo, o registro ao vivo contou com um frescor maior, ao contrário da engessada gravação de estúdio. “Every little thing she does is magic” – logo a segunda do roteiro –, por exemplo, ficou bem mais interessante (e com muito mais punch) do que a gravação de estúdio. Pena que exatamente a melhor faixa de “Symphonicities”, “Next to you” (primeiro sucesso do Police), tenha ficado de fora do DVD/BD. Em compensação, Sting foi generoso com a plateia, ao incluir “King of pain”, “Fragile”, “Every breath you take”, “Why should I cry for you?” e “Desert rose” no repertório. Se “Symphonicities” é Lexotan, esse “Live in Berlin” é um suquinho de maracujá: dá uma moleza boa – e não mata ninguém de sono.

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“Ultimate” – Pet Shop Boys
Desde que iniciou a sua carreira, toda década, o Pet Shop Boys lança uma coletânea. Em 1991, foi “Discography: The complete singles collection”; em 2003, “PopArt: The hits”; e, agora é a vez de “Ultimate”. Para quem já tem os álbuns originais da dupla formada por Neil Tennant e Chris Lowe, esse “Ultimate”, a princípio, em pouco acrescenta. Além dos sucessos de sempre (“West End girls”, It’s a sin”, “Domino dancing”, “Being boring”, “Go eest” e “Love etc.”), o CD, com 19 faixas, apresenta a mediana inédita “Together”, bem inferior a qualquer faixa do seu último álbum, o excelente “Yes”, de 2009. Se “Ultimate” viesse apenas com esse CD, talvez só os colecionadores se dariam ao trabalho de comprá-lo. Então, além do CD, o pacote conta com um DVD que é o recheio do bolo. São mais de três horas de imagens, dentre as quais se destacam 27 vídeos gravados para diversos programas da rede britânica BBC, como o Top Of The Pops, o Old Grey Whistle Test e o Wogan. Registrados entre 1985 e 2006, os vídeos traçam a trajetória da dupla de uma forma que nenhuma outra coletânea fizera antes. São sucessos como “Love comes quickly”, “Rent”, “Always on my mind”, “So hard”, “Se a vida é (That’s the way life is)” e “I get along” em versões ao vivo ou em playback. Além disso tudo, ainda tem a apresentação do Pet Shop Boys no festival de Glastonbury, na Inglaterra, nesse ano. O show é o mesmo (com a ausência da dobradinha “Pandemonium” / “Can you forgive her?”) perpetuado no CD/DVD “Pandemonium”, que saiu no início desse ano, mas é interessante ver o Pet Shop Boys em um palco mega como o do festival inglês. Pena que o som, além de um pouco baixo, só esteja disponível no formato estéreo (2.0). Enfim, em “Ultimate”, o que menos interessa é o CD de sucessos. Porque o DVD é o mais interessante da carreira do Pet Shop Boys. Tomara que aqui no Brasil não tenham a “brilhante” ideia de lançar apenas o CD, como aconteceu na coletânea que o Oasis lançou esse ano, "Time flies”.

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“Cauby sings Sinatra” – Cauby Peixoto
No ano passado, Cauby Peixoto colocou nas lojas um álbum somente com canções de Roberto Carlos (“Cauby interpreta Roberto”). Quem pensava que o disco seria aquele mais do mesmo, enganou-se. Se não gravou um álbum tão brilhante quanto os tributos de Maria Bethânia ou de Nara Leão, Cauby soube, ainda que a sua maneira, reinventar as canções de Roberto Carlos. Agora, é a vez de “Cauby sings Sinatra”, espécie de songbook de Frank Sinatra. Produzido pelo mesmo Thiago Marques Luz, o álbum segue a mesma proposta do anterior: um punhado de sucessos com a voz marcante de Cauby. A única diferença desse “Cauby sings Sinatra” é o fato de ter sido gravado ao vivo, o que, no final das contas, ainda dá um frescor maior a gravação. Acompanhado por uma big band de nove músicos, Cauby segue a risca os arranjos das gravações originais do The Voice, com algum floreio aqui, outro ali, na voz. O repertório é um best of sem tirar nem pôr. “I’ve got you under my skin”, “Strangers in the night”, “Let me try again”, “Fly me to the moon”, “Night and day”, “My way”, “Theme from New York, New York”... Está tudo lá nesse “Cauby sings Sinatra”. Mas o melhor mesmo é quando o cantor fluminense foge do lugar comum, casos de “Something” (de George Harrison), com um arranjo mais leve, com fluência maior do quarteto de metais, e “Moon river” (de Johnny Mercer e Henry Mancini), a música mais bonita de todos os tempos na opinião deste que vos escreve. Antes de “Something”, Cauby Peixoto diz que nunca imitou Frank Sinatra, apenas cantava as suas canções. Imitando ou cantando, Cauby, aos 79 anos, ainda tem munição para agradar aos seus fãs.

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Abaixo, o videoclipe de “The time (Dirty bit)”, primeiro single de “The beginning”, do Black Eyed Peas:

10 de dez. de 2010

Michael Jackson, Axl Rose, Lady Gaga, Sepultura, Libertines+Arctic Monkeys, Judas Priest, Gorillaz, Gilberto Gil, Aretha Franklin

Força Aretha Franklin!




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Essa aí é a capa do DVD "Fé Na Festa - Ao Vivo", de Gilberto Gil, que sai na semana que vem. Dirigido por Andrucha Waddington, o vídeo, que conta com a participação de Dominguinhos, traz o registro do show que o cantor fez no Retiro dos Artistas, em setembro passado. O repertório, bem semelhante ao seu outro DVD junino ("São João Vivo"), é o seguinte: "Fé na festa", "A dança da moda", "Assim sim", "Estrela azul do céu", "Óia eu aqui de novo", "Baião da Penha", "Qui nem jiló", "Expresso 2222", "Respeita Januário", "O xote das meninas", "Eu só quero um xodó", "Lamento sertanejo", "Um riacho, um caminho", "Juazeiro", "Baião", "De onde vem o baião", "Aprendi com o rei", "O livre atirador e a pegadora", "O casamento da raposa", "Olha pro céu", "Madalena", "Asa Branca", "Maria Minha" e "Esperando na janela".

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Os fãs do Gorillaz ganharão um presente de Natal. Sabe aquele álbum que eles gravaram durante a turnê, em um iPad, e que eu já havia falado aqui no blog? Pois bem, o disco estará disponível, de graça, no site oficial da banda, no dia de Natal. Não tem muito tempo que o Gorillaz lançou um dos melhores álbuns desse ano, "Plastic beach". Resta saber se Damon Albarn e companhia conseguirão manter o mesmo nível.

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A banda Judas Priest anunciou que vai pendurar os casacos de couro com tachinhas. No ano que vem, está programada uma turnê mundial de despedida, singelamente batizada de "Epitaph tour". Rob Halford e seus colegas estão prometendo um repertório com todos os clássicos da banda. Por enquanto, estão marcados cinco apresentações na Europa. A última vez que o Judas veio ao Brasil foi em 2008.

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Mais uma "superbanda" vem aí. Carl Barat (Libertines), Matt Helders (Arctic Monkeys), Drew McConnell (Babyshambles) e Gruff Rhys (Super Furry Animals) anunciaram que vão gravar um álbum beneficente. O grupo, que se chamará The Bottletop Band, ainda receberá contribuições de VV Brown, Sam Sparro e Reverend And The Makers. A renda originária das vendas do disco ("Dream service", com lançamento previsto para o dia 11 de abril de 2011) reverterá para projetos educacionais na África, no Reino Unido e no Brasil. O primeiro single, "Fall of Rome", já está rolando pela internet.



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Max Cavalera quer voltar ao Sepultura com a sua formação original, mas o baixista Paulo Jr. é contra o retorno. Pelo menos é o que o próprio Max afirma. "Eu tive uma conversa muito boa com o Andreas Kisser. Pareceu que ele queria fazer isso. Quanto ao Igor Cavalera, tenho certeza. Penso que a única pessoa que é contra é o Paulo", disse o cantor e guitarrista ao Sonic Excess. "Eu não sei o motivo, mas ele é contra a reunião mesmo. As pessoas deveriam perguntar a ele o porquê", completou.

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Lady Gaga escolheu quatro línguas diferentes do inglês para cantar em seu próximo álbum. E o português está entre elas. Com lançamento previsto para maio do ano que vem, "Born this way" contará com músicas com letras em português, castelhano, mandarim e hindu. Gaga diz que quer "atingir o máximo possível de pessoas". Resta saber se será com sotaque lusitano ou brasileiro...

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Em uma enquete realizada pela Music Radar (mais uma?!), Axl Rose foi eleito o melhor vocalista de rock em todos os tempos, batendo gente como Freddie Mercury e Robert Plant. Se você realmente levou isso a sério, o top 10 (com direito a Matt Bellamy) é o seguinte:
1) Axl Rose
2) Freddie Mercury
3) Robert Plant
4) Ronnie James Dio
5) John Lennon
6) Bruce Dickinson
7) Thom Yorke
8) Kurt Cobain
9) Matt Bellamy
10) Paul McCartney

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Para quem ainda não viu, o novo videoclipe de Michael Jackson, "Hold my hand", está aqui. (Se o YouTube ainda não tiver tirado do ar.) E falando em Michael, hoje foi anunciado que o estoque de material inédito ainda deve durar mais alguns anos. O produtor Teddy Riley (responsável por "Michael", que chega às lojas na semana que vem), disse à BBC que já está muito entusiasmado com o próximo. Tadinho do Michael...

16 de nov. de 2010

Diana Krall, John Lennon, Clark Gable, Home Alone, Titãs, Pumpkins x Pavement, Michael Jackson, Van Halen, Beady Eye, Gorillaz, Take That



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A quem interessar, a volta de Robbie Williams ao Take That, ao vivo...



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Outro videoclipe mais fresco que a feijoada que vou almoçar daqui a pouco é o de "Doncamatic (All play out)", do Gorillaz. Que tal?



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Videoclipe bacana esse de "Bring the light", do Beady Eye. Fez a música crescer...



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Esse é aquele tipo de notícia que será desmentida em breve pela banda, mas vamos lá. De acordo com a Melody Rock, o Van Halen sairá em turnê no ano que vem. A excursão pela América do Norte já é dada como certa. E, segundo a publicação, shows na Europa e na Austrália também devem acontecer. O jornal australiano Herald Sun repercutiu a notícia. "Os shows estão muito próximos de serem confirmados", publicou. Além da turnê, deve sair um novo disco de inéditas, de acordo com a Melody Rock, que chega até a arriscar o nome do produtor: Ross Hogarth, que já trabalhou com John Mellencamp, Dio e Black Crowes.

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"Kick" Hammett!



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E a música nova do Michael Jackson, hein? É, né??



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A grande polêmica do festival Planeta Terra, que acontece no próximo sábado, em São Paulo, já aconteceu. Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, escreveu em sua conta no Twitter que Stephen Malkmus, do Pavement, é um vendido. Essa treta aí já é antiga: há 15 anos, o Pavement gravou a música "Range life", que faz uma brincadeirinha com o Smashing Pumpkins: "Out on tour with Smashing Pumpkins / Nature kids / They don't have no function / I don't understand a word they say / And I could really give a fuck". Será que o Pavement vai ser macho de tocar "Range life" quando se apresentar antes dos Pumpkins? Billy Corgan, também no Twitter, já comparou o Planeta Terra com os funerais animados de Nova Orleans (geralmente embalados ao som do jazz): "Vai ser como aqueles funerais de Nova Orleans. Digo isso porque eles representam a morte do sonho alternativo, e nós continuamos a afirmar a vida", escreveu. Ah, Billy, cá pra nós, "Range life" é tão legalzinha, olha só:



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O relançamento da obra da Legião Urbana em vinil está animando as outras bandas a fazerem o mesmo. Já tem muito tempo, avisei aqui no blog, em primeira mão, que "Cabeça dinossauro" (1986), dos Titãs, seria lançado em LP. Pois bem, o vinil chega às lojas hoje. Mas a boa é que os outros dois clássicos da banda paulista também serão relançados no formato bolachão. "Jesus não tem dentes no país dos banguelas" (1987) e "Õ blesq blom" (1989) serão lançados ainda esse mês pela Polysom. Tomara que sejam devidamente remixados, porque o sonzinho dos discos originais dos Titãs...

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Parece que foi ontem que eu, molequinho, fui ao cinema para ver o filme "Esqueceram de mim". Pois é, hoje faz 20 aninhos que o filme estreou. Acho que aquilo lá era o meu verdadeiro sonho: todo mundo viajar e eu ficar sozinho em casa - tem coisa melhor do que ficar sozinho, só com o cachorro, em casa? Lógico que Macaulay Culkin se transformou no ídolo de todas as crianças da época (inclusive do Michael Jackson). Seu papel era fantástico mesmo. Pena que depois não fez mais nada que prestasse. E o bandidão Harry, interpretado por Joe Pesci também é show. Taí, vou ver se acho o DVD empoeirado no gavetão das surpresas daqui de casa.



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Hoje também é dia de relembrar um dos maiores nomes da história do cinema. Há 50 anos, Clark Gable partia para o andar de cima, mas deixava personagens inesquecíveis, como o de Rhet Butler em "...E o vento levou" (1939), e o de Gay Langland em "Os desajustados" (1960). Aliás, foi logo após o término da gravação desse último, que Gable morreu, vítima de um infarto do miocárdio, aos 59 anos de idade. Infelizmente, ele não pôde ver o nascimento de seu filho, que aconteceu em março de 1961.



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Hoje vou falar de mais um grande álbum de John Lennon que faz aniversário. "Mind games", para mim, é um dos melhores trabalhos de sua carreira solo. Ele faz parte da "Signature box" que saiu nesse mês, e que eu resenhei logo no post aí abaixo. "Mind games", lançado a 16 de novembro de 1973, foi o trabalho posterior a "Some time in New York City", o disco mais odioso da carreira de Lennon. Os fãs estavam naquela: "o que é que vem, né gente?". E John Lennon mandou bem. Sem muita participação de Yoko Ono (thanks, God!), o ex-integrante dos Beatles encontrou calma para escrever canções bem interessantes, como "Intution", "Out the blue" e, claro, a linda faixa-título.



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Bom dia, pessoal! Pra começar (estilo "Marina"), devo dizer que estou um zumbi. Dormi 40 minutos e estou morto. O dia será longo e terei que anunciar mudanças nesse blog em breve. Um projeto vai me consumir até meados de janeiro, e não sei como será a minha vida até lá. Mas deixemos de enrolação. Já começamos o dia muito bem, com a gatíssima, cada vez mais brasileira, Diana Krall, que completa 46 anos hoje. Bonita e talentosa, dizem que o seu único defeito é ser casada com Elvis Costello. Já outros dizem que é o contrário: o único defeito de Elvis Costello é ser casada com Diana Krall. Para não ter briga, vamos de Elvis Costello também? Amo, amo, amo essa música aqui:



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13 de nov. de 2010

Top 5: Videoclipes emblemáticos

Hoje faz 19 anos que Michael Jackson lançou o seu último álbum realmente bom, “Dangerous”. Ok, não vou compará-lo a “Off the wall”(1979) e a “Thriller” (1982), mas também não posso negar que “Dangerous” forma um respeitoso grupo de canções, como “Heal the world”, “Given it to me”, “Will you be there”, “Remember the time”, “Jam” e “Black or white”.

Pode acreditar, mas houve um tempo em que a gente tinha que aguardar ansiosamente a estreia de um videoclipe. Para mim, pelo menos, era tipo jogo do Brasil em Copa do Mundo. Chegava mais cedo em casa, deixava de sair, adiava o jantar... Enfim, não perdia a estreia do novo videoclipe dos meus artistas prediletos. E foi no dia 14 de novembro de 1991, que o vídeo de “Black or white” foi transmitido pela primeira vez pela FOX norte-americana – aqui no Brasil, ainda tivemos que esperar até o domingo, dia 17, para vê-lo no Fantástico, da Rede Globo.

Como de costume, voltei mais cedo para casa (saudades das visitas à casa da vovó nas noites de domingo), liguei a TV e, enfim, vi “Black or white”. O videoclipe trazia inovações que qualquer moleque de nove anos de idade faz hoje num computador. Mas naquela época...

Então, para o top 5 de hoje, escolhi videoclipes que foram importantes para a história da música. Foi muito difícil. Afinal, cinco é muito pouco. Mas foi divertido selecioná-los entre mais de cem. Vamos lá?

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5) “Black or white” – Michael Jackson
“Thriller” é sempre citado como o videoclipe mais importante de todos os tempos. Tenho minhas dúvidas. Mas, certamente, ele ainda é mais importante do que o de “Black or white”. Mas vamos fugir do mais do mesmo aqui, começando exatamente com aquele vídeo do Michael Jackson que vi pela primeira vez há 19 anos.



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4) “Sledgehammer” – Peter Gabriel
Dez prêmios no Video Music Awards, da MTV, em 1987. Não é pouca coisa, não é verdade? Mas foi esse o número de troféus que Peter Gabriel levou para casa por conta de “Sledgehammer”, cujo clipe, um dos mais bem feitos da história, se tornou um marco na era MTV – não à toa, foi o mais executado pela emissora em toda a década de 80. Gravado em “stop-motion”, técnica que dá maior realismo às cenas, o clipe ficou famoso pela clássica cena em que peixes atravessam os ouvidos de Gabriel – para finalizar a cena, foram necessárias 16 horas de filmagens com peixes mortos. A direção foi de Stephen R. Johnson.



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3) “Like a prayer” – Madonna
Talvez o videoclipe de “Like a prayer” seja o mais controverso da história. Sim, depois de Madonna, ficou fácil artistas como Lady Gaga e M.I.A. chocarem. Mas, imagina, no final dos anos 80, rodar um videoclipe que batesse de frente com a igreja católica? Não era para qualquer um. Tinha que ser a Madonna para fazer... Dirigido por Mary Lambert, o clipe mostra imagens da cantora norte-americana beijando um santo negro, enquanto canta com cruzes em chamas ao fundo. Como se não bastasse, Madonna ainda simula uma espécie de crucificação, cortando as suas mãos, tal qual Cristo na cruz. À época, a Pepsi tinha pagado os olhos da cara para ter essa música de Madonna em um anúncio. Mas quando o videoclipe estreou, a empresa acabou tendo que tirar a propaganda do ar.



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2) “Smells like teen spirit” – Nirvana
Foi aí que o indie deixou de ser indie em sua essência. Um vídeo simples e que acabou se transformando em uma das peças mais importantes da indústria da música, mudando a cara da MTV para sempre. A ideia do Nirvana e do diretor Samuel Bayer era simples: a banda tocaria o futuro hino dos anos 90 em um ginásio de uma escola, rodeada por fãs enlouquecidos, que, ao final, destruiriam todo o cenário. Coisa simples, mas que David Fricke, da Rolling Stone, descreveu como “o maior show que poderia imaginar”.



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1) “Bohemian rhapsody” – Queen
Para quem pensa que essa história de videoclipe começou ontem com a Lady Gaga, vale dar uma olhada em “Bohemian rhapsody”, do Queen. Foi lá, em 1975, que nasceu toda a linguagem de um videoclipe, da forma que conhecemos hoje, qual seja, com uma “história” a ser contada, usando diversos takes, no mesmo ritmo da música. “Thriller”, de Michael Jackson, pode até ter sido mais bem feito (de fato, é bem mais impactante mesmo). Mas vamos combinar que “Thriller” só existiu por causa de “Bohemian rhapsody”.



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Você se lembrou de algum videoclipe bacana que poderia estar aqui? Mande a sua ideia pelo twitter. Para quem não sabe, é esse aqui: @esquinadamusica.

12 de nov. de 2010

Rodin, Paulinho da Viola, Neil Young, Madonna, Mário Castro Neves, Plebe Rude, Bon Jovi, Michael, Springsteen, TCV, Radiohead, Gorillaz, Jónsi

Pessoal, amanhã e domingo este blog funciona normalmente. Mas na segunda, não estarei aqui. Não é vagabundagem. É que tenho que entregar um livro em janeiro, o tempo está passando e não consigo arrumar tempo para escrevê-lo. Então, vou aproveitar o fim de semana prolongado para me dedicar a isso. Na terça estou de volta. Para o fim de semana, fiquem com isso aqui:



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Olha só quem esteve ontem no programa do Jimmy Fallon: Jónsi! Amo de paixão.



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A boa notícia para os fãs do Gorillaz é que Damon Albarn disse que já gravou um álbum inteirinho com a banda. "Foi todo gravado na estrada, durante a turnê, em quartos de hotel na América. Quero lançá-lo antes do Natal", disse. Ao NME, ele ainda afirmou: "Acho que foi o primeiro álbum gravado em um iPad, o que é irônico, já que sou um tecnofóbico".

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Gastar dinheiro público em um show do Elton John? Prisão perpétua pra eles!

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Já falei aqui que o novo álbum do Radiohead já está quase pronto, né? Bom, o guitarrista Johnny Greenwood, em entrevista à Rolling Stone italiana, disse que o novo disco deve ter dez faixas, "talvez mais". Além disso, ele prometeu uma "big" (suas palavras) turnê. Aguardemos.

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O segundo álbum do grupaço Them Crooked Vultures vai ser gravado no ano que vem. Foi o que disse o baixista John Paul Jones à BBC. Como era um projeto paralelo do ex-baixista do Led Zeppelin juntamente com Josh Homme (Queens Of The Stone Age) e Dave Grohl (Foo Fighters), pouca gente acreditava que, de fato, haveria um novo álbum. Segundo Jones, o TCV retornará ao estúdio após o término das turnês do Foo Fighters e do Queens Of The Stone Age.

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Olha só o que vai fazer parte do DVD que vem na nova caixa do Bruce Springsteen, "Darkness on the edge of town", que sai semana que vem nos Estados Unidos:



Já desfalquei todo o meu orçamento, mas esse box já está encomendado!

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Mais notícias sobre o tão aguardado (e já controverso) álbum de Michael Jackson, que chega às lojas no dia 14 de dezembro. 50 Cent, Akon e Lenny Kravitz participam do álbum, fazendo dueto com Michael em três faixas. O dueto com Akon, "Hold my hand", será o primeiro single do disco. A estreia será já na segunda, dia 15. Já 50 Cent aparece em uma faixa chamada "Monster", enquanto Lenny Kravitz canta "(I can't make it) Another day". As faixas de "Michael" são as seguintes: "Hold my hand", "Hollywood tonight", "Keep your head up", "(I like) The way you love me", "Monster", "Best of joy", "Breaking news", "(I can't make it) Another day", "Behind the mask" e "Much too soon". Uma versão dita não finalizada de "Hold my hand" já vazou na internet faz tempo.



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A quem interessar possa (não a mim), o novo videoclipe do Bon Jovi, "What do you got?":



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Como é bom ver um videoclipe novo da Plebe Rude...



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Gente, que coisa, eu já ia pulando aqui o aniversário de mais um gênio: Mário Castro Neves, um dos melhores pianistas da Bossa Nova. Ele, que faz 75 anos hoje, gravou ao menos um álbum obrigatório em qualquer boa coleção: "Mário Castro Neves & Samba S.A." (a capinha está no vídeo aí embaixo), de 1967.



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Fim da linha do Chevette! Adorei a vibe nostálgica. Eu me lembro bem de um Chevette que meu pai tinha que era cor de b#%$osta!

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Hoje eu estou enrolando demais. Tenho que acelerar. Farei um programa de gordo e de autista daqui a pouco: vou a um restaurante almoçar sozinho. Bom, "Like a virgin" foi o quinto CD da minha coleção, tipo pedra fundamental. Então, (conviver com paulista faz a gente ficar falando "então", acredite), hoje esse discaço faz 26 anos. Só resta saber se a Madonna continua virgem.



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Hoje só tem gênio aqui no blog. Meu Deus! Sabe quem completa 65 primaveras hoje? Neil Young! Se eu não tivesse com tanta dor de cabeça, eu até contava aqui sobre o dia em que encontrei Neil Young no meio da rua, nos Estados Unidos. Acho que a foto está lá no orkut. Haha... Salvo engano, tem duas fotos com artistas lá: uma com Paulinho da Viola e outra com Neil Young. E, coincidentemente, os dois fazem aniversário no mesmo dia. Engraçado, né? Ah, olha isso:



Esse show eu assisti na grade, com uma camisa da Legião Urbana. Queria levar o Renato Russo comigo a esse show.

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"Há muito tempo eu escuto esse papo furado
Dizendo que o samba acabou
Só se foi quando o dia clareou"


Coisa de gênio, né? Adoro essa música do Paulinho da Viola. Aliás, sacou o mosaico de discos acima aí no blog. Está formando o rosto de quem?? Hahaha... Meu agradecimento ao meu irmão mais novo Chico Rezende, que fez esse layout pra mim. Conhecem o Chico? Ele é dono do melhor vlog que existe. Olha isso:



Gênio! Voltei para a análise só por causa desse vídeo.

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Bom, vou parar de enrolar, até mesmo porque a escultura do Auguste Rodin ficou lá embaixo. Pois é, hoje comemoramos os 170 anos do nascimento desse gênio francês. E, por falar em gênio, hoje é aniversário do grande Paulinho da Viola, que faz 68 anos. O seu último álbum de inéditas, "Bebadosamba", é de 1996. Pô, Paulinho larga essa sua carpintaria aí e grava logo um disco de inéditas. Não tem muito tempo, estava conversando com ele sobre alguns projetos. Ele me disse que tinha vontade de refazer uns shows antigos para gravar em DVD e tal. Até entrei em contato com a turma da Marisa Monte, mas acho que não rolou muito interesse. Uma pena.



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Fiquem calmos, já tirei o ABBA... Hahaha... Mas eu confesso que gosto do ABBA, sabe? O Renato Russo dizia: "pobre do crítico musical que elogiar o disco novo do Kid Abelha, está ferrado...". Bom, eu adoro ABBA, adoro Kid Abelha e adoro Roupa Nova. Ontem tomei uns 12 dry martinis na madruga ao som do Roupa Nova, inclusive. Olha que som...



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Boa tarde, pessoal! Vocês não imaginam... Meu iTunes está naquele modo shuffle. Então, sabe o que começou a tocar...



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28 de out. de 2010

Garrincha, Zélia Duncan, Ben Harper, Queen, Diogo Vilela, Foo Fighters, MJ, Velvet Revolver, Bob Dylan, Suede, Batman, Gorillaz, Mogwai, Drums, Lennon

Fantástico o esporro de John Lennon... Hehehe...



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Que tal o novo videoclipe do The Drums, "Me and the moon", hein?? Eu gostei...



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A banda escocesa Mogwai anunciou em seu site oficial que vai lançar um novo álbum, "Hardcore will never die, but you will", no dia 14 de fevereiro do ano que vem. A produção ficou a cargo, mais uma vez, de Paul Savage. As faixas do novo disco são as seguintes: "White noise", "Mexican grand prix", "Rano pano", "Death rays", "San Pedro", "Letters to the metro", "George square Thatcher death party", "How to be a werewolf", "Too raging to cheers" e "You're Lionel Richie".

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Já está disponível na iTunes Store, o novo EP do Gorillaz, "iTunes session" (capa acima), com oito faixas ao vivo, além de uma entrevista de 37 minutos com Murdoc Niccals e 2D. No dia 22 de novembro, a banda de Damon Albarn lançará o single "Doncamatic (All played out)". O repertório de "iTunes session" é o seguinte: "Clint Eastwood", "Dirty Harry", "Feel good Inc", "Kids with guns", "Stylo", "Glitter freeze", "On melancholy hill" e "Rhinestone eyes".

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O terceiro filme da nova série do Batman vai se chamar... "The dark knight rises". Bem original, não?? O britânico Christopher Nolan será novamente o diretor, e Christian Bale fará o papel principal.

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Na noite de ontem, o Suede se apresentou no pequeno Bush Hall, em Londres. Foi uma espécie de aquecimento para o show que acontecerá na O2 Arena, na mesma cidade, no dia 07 de dezembro. Brett Anderson e companhia apresentaram 19 músicas, incluindo os sucessos "Killing of a flashboy", "Trash" e "To the birds", que farão parte da coletânea "The best of Suede", que será lançada no Reino Unido, na próxima segunda feira. O setlist do show foi o seguinte: "This Hollywood life", "Killing of a flashboy", "Trash", "Filmstar", "Animal nitrate", "Heroine", "Pantomime horse", "My insatiable one", "The drowners", "She", "Can't get enough", "Everything will flow", "The asphalt world", "So young", "Metal Mickey", "The wild ones", "New generation", "Beautiful ones" e "To the birds". Dá pra sentir o gostinho com o vídeo abaixo...



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Parece que agora o Velvet Revolver vai voltar mesmo. Em entrevista à Kerrang!, o guitarrista Slash confirmou que está procurando um novo vocalista para substituir Scott Weiland. A banda, inclusive, já estaria testando novos cantores em estúdio. "Estamos experimentando dois caras, nesse momento. Vamos ver no que vai dar. Vocês não devem conhecer um deles. O outros, vocês, definitivamente, conhecem", disse o guitarrista. Pela internet, rolam boatos que Mike Patton (Faith No More) seria o futuro vocalista da banda. Mas Slash negou mais uma vez. "É definitivamente um boato. Mas eu adoro o estilo vocal do Mike."

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"Thriller", de Michael Jackson, vai virar filme. Diversos estúdios de Hollywood estão interessados em levar o sucesso que MJ gravou em 1982 para as telas. Sites especializados em cinema estão noticiando que o coreógrafo Kenny Ortega deve dirigir o filme. O filme vai contar a história da própria música, ou seja, uma extensão do clássico videoclipe. Vamos ver o que que sai...

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Dave Grohl deve estar com saudades do Nirvana. Explico: já em estúdio gravando o novo álbum do Foo Fighters, Grohl convocou o produtor Butch Vig para produzir o álbum - ele também foi o resposnável por "Nevermind" (1992)-, e o baixista Krist Novoselic para participar de uma faixa do novo álbum. "Ele apareceu aqui em uma noite, e tocou baixo numa canção", disse Grohl à BBC. Bob Mould, do Hüsker Dü, também participa do disco. O Foo Fighters já marcou shows em Londres, no mês de julho de 2011.

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Partindo para a televisão, hoje vamos lembrar também de Diogo Vilela, um dos grandes atores do país. Pode ser na comédia ou no drama, Diogo é um dos melhores atores que já vi atuar. Sempre na dele, longe dos holofotes, ele só aparece mesmo quando é para mostrar a sua arte. A primeira recordação que tenha dele na televisão foi na novela "O sexo dos anjos", de 1983. Depois, Diogo apareceu em "Sassaricando" (1987), "Deus nos acuda" (1992), "Quatro por quatro" (1994), entre outras. Isso sem contar, claro, com o "TV Pirata", o melhor humorístico que já vi na TV, e no "Toma lá, dá cá". Diogo Vilela faz 53 anos hoje. Parabéns!



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No dia 28 de outubro de 1977, o Queen lançava um de seus álbuns mais importantes: "News of the world". Bom, quase todos os álbuns do Queen podem ser chamados de "importantes". Mas esse é diferente. A começar pela dobradinha inicial "We will rock you" / "We are the champions", que passou a encerrar todos os shows da banda de Freddie Mercury, até o derradeiro, no Knebworth Park, no verão inglês de 1986. Além dessas duas faixas, que, sim, valem o disco, o Queen ainda soava mais roqueiro do que nunca, em canções como "Sheer heart attack" e "Get down, make love". E o que dizer das pungentes "Spread your wings" e "My Melancholy blues"? Pois é... É um clássico de verdade.



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Quem faz 41 anos hoje é o músico norte-americano Ben Harper. Confesso que sempre tive uma certa implicância com Ben Harper. Achava aquele rock estilo meio surfista um pouco aguado. Até que Ben Harper lançou o álbum "White lies for dark times" (2009), com a sua nova banda, a Relentless7. Putz, que som, bicho. Chapei. Melhor ainda foi o DVD ao vivo que veio em seguida: "Live from the Montreal International Jazz Festival" (2010). A banda em cima do palco é impressionante. E, além das canções próprias, ela apresentou uma versão antológica (veja bem: antológica mesmo!!) de "Under pressure", que o Queen e o David Bowie gravaram em 1981. Se todos os covers fossem feitos assim...



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Hoje está tendo festa lá em Niterói também! A grande Zélia Duncan completa 46 anos atravessando grande momento em sua carreira. O seu último trabalho, "Pelo sabor do gesto", para mim, foi o melhor álbum brasileiro de 2009, e "Telhados em Paris", a melhor música. Escrevi isso no SRZD quando fiz o balanço do ano passado. E não mudei de opinião não. Zélia está sendo corajosa ao apresentar todas as músicas desse novo álbum no show. Poucos artistas fazem isso. Mas ZD tem certeza da qualidade de seu trabalho. E o show rtealmente é fantástico. Tomara que saia em DVD.



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UMA PAUSA PARA A PROPAGANDA: Já que a gente tem que aturar Dilma e Serra na televisão todo dia pedindo o nosso voto, vou aproveitar o espaço aqui para pedir um voto para quem realmente merece. O livro "O leitor apaixonado", de Ruy Castro, está concorrendo ao prêmio Jabuti de melhor livro de 2009. Para votar, é molinho. Basta clicar aqui, digitar e-mail e CPF, votar no melhor livro de ficção (Chico Buarque está concorrendo), e depois no melhor livro de não-ficção, onde entra "O leitor apaixonado". Não perdi mais de 30 segundos para votar.

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Outro dia falei aqui sobre os 70 anos do Pelé. E hoje vou homenagear aquele que talvez seja o segundo melhor jogador de futebol de todos os tempos: Garrincha. Se vivo fosse, Mané estaria completando 77 anos hoje. Não é preguiça não, mas acho que não vale a pena ficar aqui citando os feitos de Garrincha, se a melhor biografia brasileira versa exatamente sobre o craque. Eu li "Estrela solitária: Um brasileiro chamado Garrincha", de Ruy Castro, logo que saiu. Devia ter uns 13 anos. E chorei bastante com a história do Mané. Mesmo para quem não gosta de futebol, é altamente recomendável. Outro momento que não me esqueço foi o show "Verde anil amarelo cor de rosa e carvão", de Marisa Monte. Durante a música "Balança pema", de Jorge Ben, os telões ao fundo do palco passavam imagens de dribles fantásticos do Garrincha. Tudo a ver com a música. Dá para relembrar com o vídeo abaixo. E salve Mané!



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27 de out. de 2010

Mauricio de Sousa, Simon Le Bon, Sex Pistols, Raimundos, Heaven & Hell, Michael, Animal Collective, Daft Punk, Crystal Castles, Stipe, RHCP, Weezer

Weezer cantando Toni Braxton? Sim, e estará no álbum de raridades, "Death to false metal", que a banda lança na semana que vem. Saca só:



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Sentindo cheiro de Foo Fighters no Rock in Rio. Não sei porque...

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O baterista Chad Smith disse à Spin que o próximo álbum do Red Hot Chili Peppers terá um sabor afro-pop. Segundo o baterista, a ideia nasceu de uma viagem do baixiata Flea e do guitarrista Josh Klinghoffer à Nigéria e à Etiópia. Smith também contou que tem escutado bastante uma coletânea de música afro colombiana. O álbum do RHCP, o primeiro desde "Stadium arcadium" (2006), ainda não tem previsão de lançamento.

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Finalmente vazou na internet o remix da versão do Crystal Castles para "Not in Love" (originalmente gravado pela banda canadense new wave Platinum Blonde), com a participação especial do genial Robert Smith, do The Cure. Está logo aí abaixo. Aproveite!



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Que tempinho mais vagabundo... Quanto maior o lixo, mais sucesso faz...

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Uma nova música do Daft Punk, que fará parte da trilha sonora do filme "Tron: Legacy", foi postada online pelos produtores do longa da Walt Disney. No novo trailer (abaixo), a música "Derezzed" forma o fundo musical. O filme é uma sequência de "Tron" (1982), e conta com o mesmo Jeff Bridges no elenco. Também em versão 3D, "Tron: Legacy", será lançado até o final do ano.



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A banda Animal Collective foi a escolhida para fazer a curadoria da edição 2011 do festival All Tomorrow's Parties, que acontecerá em Minehead, Inglaterra, entre os dias 13 e 15 de maio. A ideia do festival é eleger uma banda - nesse ano foi o Pavement - para escolher as demais atrações do evento. O Animal Collective já convocou Gang Gang Dance, Lee Scratch Perry, Prince Rama, Meat Puppets, The Frogs e Black Dice.

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Eu quero!!

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Os adeptos da teoria da conspiração de que Michael Jackson vale mais morto do que vivo devem estar dizendo: "falei ou não falei???". Segundo a revista Forbes, Jackson é a celebridade morta mais lucrativa da atualidade. Só no último ano, o seu espólio faturou 275 milhões de dólares com o seu nome. Colado em Jackson está o seu ex-sogro, Elvis Presley. O top 10 da Forbes é o seguinte: JRR Tolkien, Charles Schulz, John Lennon, Stieg Larsson, Dr. Seuss (Theodor Geisel), Albert Einstein, George Steinbrenner e Richard Rodgers.

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Foi liberado um trechinho do DVD que o Heaven & Hell vai lançar no próximo dia 15 de novembro, "Neon knights: 30 years Of Heaven & Hell - Live at Wacken". O videoclipe apresenta um segmento do clássico do Black Sabbath, "Children of the sea". A apresentação aconteceu em 30 de julho de 2009, no festival alemão de Wacken, durante a turnê de divulgação do álbum "The devil you know". Foi a última apresentação filmada do vocalista Ronnie James Dio, que morreu em maio do ano passado.



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"Despedida em Las Vegas" é aquele tipo de filme que éu posso chamar de perfeito. A história, a interpretação de Nicolas Cage, a belezura de Elisabeth Shue, a trilha sonora de Sting, o roteiro bem encadeado, baseado no livro de John O'Brien, a direção precisa de Mike Figgis... Eu me lembro bem que fui assisti-lo no cinema na semana de estreia. Ao mesmo tempo em que é triste, a história do alcoólatra Ben Sanderson chega a ser divertida (dentro do possível), quando se encontra com a prostituta Sera na cidade de Las Vegas. No fundo, "Despedida em Las Vegas" nada mais é do que uma história de tolerância. Algo que tem faltado muito por aí. O filme estreou em 27 de outubro de 1995.



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Aqui no blog, uma coisa sempre vai puxando outra. Então, já que falei do Sex Pistols, agora é a hora de falar dos Raimundos, banda representante do punk (punk?) brasileiro dos anos 90/00. Bom, se era punk, hardcore, forrocore, ou seja lá o que for, pouco importa. O que importa é que quem tem lá os seus 30 anos hoje, e teve a chance de ver os Raimundos ao vivo, sabe muito bem que foi um dos shows mais divertidos que já passou pelos palcos do país. No melhor "estilo Ramones", eles enfileiravam dezenas de sucessos, um atrás do outro, no mesmo fôlego. E esse poder de fogo ao vivo está muito bem representado em "MTV ao vivo", que chegou às lojas no dia 27 de outubro de 2000, confome me lembra o blog do Paulo Marchetti. Saiu em CD duplo e em DVD. E é simplesmente fantástico. Ah, que saudades dos meus 15 anos... Hehehe...



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Bastou um álbum para que o Sex Pistols se tornasse uma das bandas mais emblemáticas da história do punk. E esse álbum, "Never mind the bollocks, here's the Sex Pistols", saiu exatamente no dia 27 de outubro de 1977. Música pesada, crítica social em plenos anos 70 na Inglaterra, atitude fora do comum, Joãzinho Podre berrando no microfone com a sua cara de maluco... Tinha tudo para dar errado. Mas não deu. "Never mind the bollocks" é um clássico até hoje. E desconfio que nunca deixará de sê-lo. Olha só o repertório do álbum: "Holidays in the sun", "Bodies", "No feelings", "Liar", "God save the queen", "Problems", "Seventeen", "Anarchy in the U.K.", "Submission", "Pretty vacant", "New York" e "E.M.I.". Precisava fazer mais um disco??



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Bom dia, pessoal! Alguém caiu da cama aí? Hehe... Bom, hoje a história aqui começa mais cedo, e com o grande Mauricio de Sousa, que embalou (e embala) a infância de muita gente, com a sua Turma da Mônica - o meu predileto sempre foi e será o Chico Bento. Mauricio de Sousa completa 75 anos hoje, mesmo dia em que Simon Le Bon, vocalista do Duran Duran, sopra 52 velinhas. Eu ouço muitas críticas ao Duran Duran. O seu último trabalho, "Red massacre carpet" (2007), é verdade, não é dos melhores. Mas quem viu o show da turnê do álbum, sabe que o Duran Duran ainda está tinindo em cima do palco. E como está...



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25 de out. de 2010

Pelé, Roberto Menescal, Jon Anderson, Rob Halford, Coldplay, Buffalo Sprigfield, Jeff Beck, Ronson+Michael Jackson, Nine Inch Nails, Gregory Isaacs


(Gregory Isaacs - 15/07/1951 / 25/10/2010)

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O Nine Inch Nails anunciou que vai relançar o seu álbum de estreia, "Pretty hate machine", que saiu, originalmente, em 1989. O vocalista Trent Reznor afirmou que ele próprio remasterizou o áudio para trazer uma experiência melhorada ao ouvinte. "Nos divertimos muito visitando esse nosso velho amigo. Esperamos que vocês gostem", escreveu Reznor no site da banda. O relançamento ocorrerá no dia 22 de novembro.

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A BBC noticiou hoje que o produtor Mark Ronson (responsável por "Back to black", de Amy Winehouse) está trabalhando em um lançamento futuro envolvendo o nome de Michael Jackson. O disco traria canções inéditas do astro que morreu no ano passado. Travie McCoy, lídero do The Gym Class Heroes disse à BBC Newsbeat que Ronson teria confirmado a história a ele. Já Ronson desconversou: "McCoy é um menino travesso. Eu não posso falar nada. Eu nem sei se tenho autorização para abrir a minha boca sobre esse assunto." No próximo dia 22 de novembro, será lançado o DVD triplo "Vision", com todos os 40 videoclipes gravados por Michael Jackson.

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Prestes a se apresentar no Brasil, Jeff Beck lança mais um álbum ao vivo nos próximos dias. "Live and exclusive from the Grammy Museum" foi gravado em abril, e conta com oito músicas. São elas: "Corpus Christi carol", "Hammerhead", "Over the rainbow", "Brush with the blues", "A day in the life", "Nessun dorma", "How high the moon" e "People get ready". O lançamento (físico e na loja virtual da iTunes) acontecerá no dia 01º de novembro.

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BUFFALO SPRINGFIELD AGAIN: Demorou 42 anos, mas o Buffalo Sprigfield se reuniu novamente em cima de um palco, nesse fim de semana. Stephen Stills, Neil Young e Richie Furay se apresentaram no Bridge School Benefit, festival beneficente organizado por Young. A última apresentação da banda havia acontecido no dia 05 de maio de 1968, na Long Beach Arena.



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Quer tirar um soninho? Um estudo feito na Grã-Bretanha pela Travelodge (um grupo de cadeias de hotéis) revelou quais artistas que mais dão sono nas pessoas. O grande vencedor foi o Coldplay, seguido de perto por Michael Bublé e Snow Patrol. O estudo concluiu, ainda, que uma em cada quatro pessoas adormece com o mp3 ligado. No total, seis mil pessoas foram entrevistadas, sendo que 84% ouve música na cama antes de dormir. O top 10 dos artistas que dão sono é o seguinte: Coldplay, Michael Bublé, Snow Patrol, Alicia Keys, Jack Johnson, Taylor Swift, Mozart, Barry White, Leona Lewis e Radiohead.

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Para fechar as comemorações de hoje, vou falar do grande Rob Halford, ex-vocalista de uma das bandas mais importantes da história do heavy metal, o Judas Priest, que esteve aqui no Brasil no Rock in Rio II, que aconteceu em 1991. Dez anos depois, na terceira edição, Halford veio como artista solo, abrindo para o Iron Maiden. Vi os dois shows, e gostei muito da apresentação solo de Halford. Fazendo uma pesquisa, até encontrei um jornal da época com uma resenha de Jamari França, para o Jornal do Brasil, sobre esse show. Sente: "O cantor inglês Rob Halford foi tratado com respeito e bastante aplaudido pela massa metaleira que passou a noite inteira gritando pelos nomes de Sepultura e Iron Maiden. Todos reconheceram que tinham pela frente uma lenda do heavy metal, e ele retribuiu fazendo um set que teve cinco músicas conhecidas da banda que o consagrou, o Judas Priest, além de duas canções do Fight, grupo que formou após deixar o Judas. O set list se completou com seis de seu último CD solo, 'Ressurection'". ("Sua majestade", Jamari França, 21/01/01)



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Futebol, Bossa Nova e, agora, o rock progressivo. Jon Anderson, vocalista do Yes, sopra 66 velinhas nessa segunda feira. Em 2008, o Yes anunciou uma turnê, só que Anderson caiu doente com problemas respiratórios. Após alguns meses de indefinição, a banda decidiu fazer os shows com outro vocalista. Anderson ficou chateado com os seus (ex-?)colegas. Mas os desuses do rock fizeram justiça. A banda teve que cancelar novamente os shows por conta de uma cirurgia de urgência na perna direita do baixista Chris Squire. Eu fiz um trabalho sobre o Rock in Rio recentemente, e conversei com muita gente que esteve lá. Sempre fazia uma pergunta: "Qual foi o show imperdível da primeira edição do Rock in Rio"? Queen, Barão Vermelho, Iron Maiden, AC/DC...? Nenhum deles... A resposta que mais ouvi foi Yes! Então...


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Pelé passa a bola para Roberto Menescal, que hoje completa 73 anos. Pelo que sei, Menescal não é nenhum grande jogador de futebol, mas ele mandava bem em pesca submarina. Tanto que a finada gravadora Elenco bolou essa capa acima para o álbum "A Bossa Nova de Roberto Menescal" (1963), talvez o principal trabalho do violonista, que também gravou discos antológicos com Nara Leão, Maysa, Elis Regina, Leny Andrade e Wanda Sá. Menescal também compôs as trilhas dos filmes "Joana Francesa" e "Bye bye Brasil" (os dois de Cacá Diegues), em parceria com Chico Buarque.



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No Dia Internacional do Macarrão, acho que seria uma boa seguir essa receita da Rita Lee agora no almoço, não?? Hehehe... Olha, eu juro que estava pensando em fazer algo bem legal no sábado para comemorar os 70 anos do Pelé, mas, confesso, bebi pra caceta na sexta. Quando acordei no sábado, o nosso "rei do futebol" já estava com quase 70 anos e 1 dia. O Pelé é aquele tipo de pessoa que a gente até duvida se realmente existe. Eu vi Pelé ao vivo uma vez. E sabe onde foi?? Num show da Legião Urbana. É sério. Foi no antigo Metropolitan, em 1994. Mas não vou homenagear Pelé com Legião, não. Será com Caetano Veloso. Olha só:





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