Jornalista, autor do livro "Rock in Rio - A história do maior festival de música do mundo" (Editora Globo), ex-trainee e colaborador da Folha de S.Paulo, ex-colunista e redator da International Magazine, e colaborador do site SRZD.
Taí um show que eu queria ver... No ano que vem, o Flaming Lips fará uma apresentação em Londres com a íntegra do ultramegahiperfodafantástico álbum "The soft bulletin", lançado originalmente em 1999. O Dinosaur Jr também fará um show apresentando o seu álbum "Bug" (1988) na íntegra. Estou adorando essa moda. Dá até para fazer uma listinha de artistas e discos que a gente gostaria de ver ao vivo, assim, na íntegra...
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"Até paranóicos têm inimigos verdadeiros." (Paulo Francis - 02/09/1930 / 04/02/1997)
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Quem lançou videoclipe novo ontem foi o Keane. "Clear skies" foi gravado ao vivo na Inglaterra, em junho passado.
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"Nos restaurantes de São Paulo, só pessoa jurídica pode jantar." (Samuel Wainer - 19/12/1910 / 02/09/1980)
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A capa de "Le noise" (acima), novo trabalho de Neil Young, eu já tinha divulgado aqui no blog, mas a relação de faixas só foi liberada ontem. Serão apenas oito: "Walk with me", "Sign of love", "Rescue me", "Love and war", "Angry world", "Hitchhiker", "Peaceful valley blvd." e "Rumblin'". O lançamento acontecerá no dia 28 de setembro. "Le noise" foi produzido por Daniel Lanois, e gravado em Los Angeles. Haverá versões em CD, vinil, digital e CD+DVD.
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Uma entrevista (em vídeo) bem bacana com os integrantes do Iron Maiden, sobre o álbum "The final frontier". Com legendas em português. Aqui.
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"Como são mal-educadas as crianças, hoje, na maioria." (Paulo Francis - 02/09/1930 / 04/02/1997)
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A banda do Axl Rose (que outrora era o Guns n' Roses) atrasou a sua apresentação ontem, na cidade de Dublin, em uma hora e meia. O público não gostou e tacou garrafas no meio do palco. Axl parou a música foi embora, voltou, parou o show de novo, voltou, foi embora de novo.... Enfim, típica palhaçada de Axl Rose, que acha que tudo que é país é igual ao Brasil, cuja plateia considera normal um atraso de três horas (e, ainda por cima, aplaude). Só para refrescar a memória, no dia 09 de agosto, quando foi anunciada a turnê pela Grã-Bretanha, eu escrevi aqui no blog: "Quero ver se Axl Rose tem culhão para atrasar um show três horas na Inglaterra..." Culhão ele teve. Mas o público não teve saco. E ainda tem mané que vem encher a minha paciência no twitter dizendo que Axl pode atrasar o quanto ele quiser. Típica mentalidade de gente bunda, com aquele velho complexo de vira-latas, como bem dizia Nelson Rodrigues.
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"Esse cara sozinho é uma quadrilha." (Samuel Wainer - 19/12/1910 / 02/09/1980)
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A dupla Massive Attack confirmou duas apresentações no Brasil, em novembro. O Rio de Janeiro ficou de fora mais uma vez, e os shows acontecerão em Belo Horizonte (Chevrolet Hall, no dia 15) e São Paulo (HSBC Brasil, dia 16). A venda dos ingressos para BH começa no dia 03 de setembro, no site www.ticketsforfun.com.br, e no dia 13 do mesmo mês para São Paulo (www.hsbcbrasil.com.br). O último álbum da dupla inglesa, "Heligoland", saiu em fevereiro desse ano.
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"O Brazilian Dream é um emprego público que dá direito a meio expediente e tempo de praia e botequim." (Paulo Francis - 02/09/1930 / 04/02/1997)
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Chris Martin, do Coldplay, apresentou ontem uma música inédita, em uma conferência da Apple, em San Francisco. A canção, apresentada apenas no formato voz & piano, se chama "Wedding bells". "Pode ser a única vez que eu toque essa música", brincou Martin. Além de "Wedding bells", ele apresentou "Viva la vida". O próximo álbum do grupo ainda não tem previsão de lançamento.
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A nota triste para esse dia 02 de setembro é a morte do grande produtor Tom Capone. Hoje faz seis anos que ele foi dessa pra melhor, vítima de um acidente de moto em Los Angeles, logo após a premiação do Grammy Latino. Entre os seus principais trabalhos estão: "Para quando o arco-íris encontrar o pote de ouro" (Nando Reis), "Cosmotron" (do Skank, melhor álbum brasileiro dos anos 00), "Kaya N'Gan Daya" (Gilberto Gil), "Silêncio q precede o esporro" (O Rappa), além do álbum de estreia de Maria Rita, lançado em 2003. A última vez que vi Tom Capone foi uns três meses antes de sua morte. Aqui no Rio, na Fnac, ele via alguns CDs de música brasileira. As pessoas por perto certamente não sabiam que ele próprio era o grande responsável por alguns desses CDs.
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Tem um discos que a gente compra quando era moleque, que jamais se esquece. A minha lista é bem grande. E, certamente, posso incluir nela o álbum "Radioatividade", da Blitz. O álbum, lançado no dia 02 de setembro de 1983, tinha as duas músicas que mais cantei na minha infância: "Betty Frígida" (quem manda ter uma mãe com esse nome??) e "A dois passos do paraíso" ("Oh! Arlindo Orlando / Volte, onde quer que você se encontre!!!!"). E tinha mais, olha: "A última ficha", "Ridícula", "Weekend", "Biquini de bolinha amarelinha tão pequenininho"... Enfim, clássico! Ah, mãe, apesar de você nem saber o nome do meu blog, essa música aí vai em sua homenagem... (Agradeço a Paulo Marchetti pela lembrança da data)
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Poeta, cantor, músico, compositor, artista visual... Difícil definir Arnaldo Antunes, que, hoje, fica cinquentão. Sou fã dele desde que me entendo por gente. Era o meu Titã predileto. Aquela cara de maluco, a voz grave, a dança doida.. Verdadeiro rockstar. Depois, quando partiu para a carreira solo, fiquei um pouco de mal com ele. Aquela coisa experimental, cheia de poesia concreta, era um pouco demais para os meus ouvidos. Ainda fui a alguns shows solo do Arnaldo Antunes, mas aquilo não descia direito. Até que ouvi o CD "Qualquer" (2006). Primoroso, assim como os seguintes "Ao vivo no estúdio" (2007) e "Iê iê iê" (2009). Não sabia aqui qual vídeo colocaria do Arnaldo Antunes para homenageá-lo. Com os Titãs ou solo? Ah, por que não os dois??
E então? Qual Arnaldo Antunes você prefere? Hein?? Hehehe....
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O segundo jornalista que quero homenagear hoje aqui é Samuel Wainer, que morreu exatos 30 anos atrás. Eu estava pensando em escrever uma espécie de "biografia de um parágrafo" do Samuel Wainer. Mas prefiro passar a palavra a Jorge Amado:
"Samuel, em determinada época, simbolizou tudo quanto neste país significa independência política, progresso, povo. Levantou as bandeiras das grandes causas e por elas lutou, usando todos os recursos de uma inteligência lúcida e de uma imaginação criadora, de um patriotismo sem limites. Patriotismo, eis a palavra-chave, a que melhor explica a saga histórica de Samuel Wainer. Por isso mesmo, os representantes da reação, do atraso, do espírito colonial, do obscurantismo, tentaram por todos os meios destruí-lo, liquidá-lo. Para acabar com ele, buscaram negar-lhe a condição de brasileiro, numa ação tão cruel e vil quanto idiota. Não sei de nenhum outro jornalista, de nenhum outro cidadão que fosse um brasileiro tão completamente brasileiro na maneira de reagir, de sentir, de viver, de amar, de ser, quanto Samuel Wainer, menino do Bom Retiro, que se fez, à custa do próprio esforço, uma das maiores figuras intelectuais de nossa Pátria, um mestre. Sua vida teve o fulgor de uma estrela a iluminar os caminhos do Brasil. Nossa guerra continua, a memória de Samuel Wainer é uma arma do povo."
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Hoje aqui eu vou ter que homenagear dois grandes jornalistas. E, mais uma vez, vou quebrar o protocolo, começando por eles. Hoje, a gente celebra os 80 anos de nascimento do grande (e polêmico) jornalista Paulo Francis. Esquerdista, Francis lutou contra o regime militar e, na reaberura, foi crítico voraz de José Sarney. Ainda posso ouvir as rimbombantes risadas do meu avô ouvindo os comentários políticos de Paulo Francis. Eu fico imaginando os comentários dele hoje sobre essa eleição chata do porvir. Estão dizendo que os candidatos é que são chatos. Mas eu acho que, além dos candidatos, os comentaristas também estão chatos demais. Por isso que Paulo Francis faz falta.
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Opa! Bom dia, pessoal. Dia bonito, não? Pelo menos aqui no Rio, o sol brilha... Ontem aconteceu algo curioso. Fui almoçar no final da tarde com um amigo lá no Shopping da Gávea. Estava tudo bem, não tinha trânsito, consegui comprar um CD que procurava havia séculos... Enfim, típico "dia de sorte"... Até que virei para o lado e dei de cara com... TARAM... Susana Vieira!! Aí, cheguei logo à conclusão de que não era o meu dia de sorte... Mas, bom, o que que o Bob Dylan tem a ver com isso? Nada. Aliás, pode ser que tenha. No dia 02 de setembro de 1945, o Japão assinou, diante dos países aliados, a sua rendição na II Guerra Mundial. Por isso que quis começar o dia de hoje com Bob Dylan. A sua música "Masters of war" nos faz lembrar que, mesmo 65 anos após o término da II Guerra, a estupidez humana ainda impera.
Para esquentar o lançamento de seu novo CD/DVD "Live at Freedom Hall", o Lynyrd Skynyrd liberou a faixa ao vivo de "Gimme three steps" na internet. O lançamento do CD/DVD acontece no dia 21 de junho.
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Achei duca esse vídeo do show do Pearl Jam no Madison Square Garden, na última sexta-feira. No segundo bis da noite, Eddie Vedder chamou Ben Bridwell (vocalista do Band of Horses, que abriu o show) para cantar com ele a clássica "Hunger strike", do Temple of the Dog, banda pré-Pearl Jam, que durou apenas um disco e que tinha entre seus integrantes Eddie Vedder, Jeff Ament, Stone Gossard, Matt Cameron e Mike McCready.
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E que tal o novo videoclipe do Massive Attack, hein? Eu achei interessante...
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A quarta caixa da coleção "Quarenta anos Caetanos" chega às lojas na primeira semana de junho. Esse último box cobre os álbuns de Caetano Veloso lançados entre 1995 ("Fina estampa - Ao vivo") e 2007 ("Cê - Multishow ao vivo"). Além dos 11 CDs lançados por Caetano nesse período, o box vai trazer um CD-bônus de "raridades", mas que nem são tão raras assim - a maioria foi retirada de álbuns de outros aristas, dos quais Caetano participou, ou de trilhas de filme. As faixas do álbum de "raridades" "Que de-Lindo" são as seguintes: "A luz da Tieta" (com Gal Costa); "Vestido de prata" (com Margareth Menezes); "Machado de Xangô"; "Faixa de cetim"; "Céu de Santo Amaro"; "Merica, Merica" (com Jaques Morelembaum e orquestra); "Pedra de responsa" (com Alcione); "Vá morar com o diabo" (com Riachão); "O calhambeque"; "Maluco beleza"; "Meus telefonemas" (com Negra Li); "Lua de São Jorge" (com Olodum); Que de-lindo" ("It´s lovely"); "Cheek to cheek" (com Cauby Peixoto); "Boa palavra" (com Maria Odette); "O fundo" (com João Donato); "O canto de dona Sinhá" (com Maria Bethânia); "Você não me ensinou a te esquecer"; "Ó pai, Ó" (com Jauperi); e "Margarida perfumada" (com Timbalada).
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BEM-VINDO AO SÉCULO XVIII: Parece que o enterro de Ronnie James Dio não será nem um pouco tranquilo. Veja só: a seita religiosa norte-americana Westboro Baptist Church está preparando uma manifestação durante os rituais fúnebres de Dio, que acontecerão em Forest Lawn, no próximo dia 30. Sabe o porquê? Os simpatizantes da seita querem protestar por conta daquele chifre que Dio fazia com o dedos. A seita acusa Dio de adoração ao diabo, incitação à violência e ódio a Deus. O site da tal seita, já conhecida nos Estados Unidos pelo ódio aos homossexuais está hospedado no endereço www.godhatesfags.com. Bem direto... Tem maluco pra tudo.
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A boa de hoje é que o The Cribs já está em estúdio gravando o seu novo álbum. Novidades? Pela primeira vez, eles estão usando teclados (pilotados por Ryan Jarman). Taí, estou curioso para ouvir isso. E também para ouvir a guitarra de Johnny Marr, que deve estar mais à vontade agora na banda.
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PRA QUÊ?: Sabia que o Supertramp voltou? Eles até agendaram uma turnê, a "70-10", que passará por 11 países da Europa. São 40 anos de malice... ops, história. A volta foi idealizada pelo fundador do conjunto, Rick Davies, que se apresentará juntamente com John Anthony Helliwell, Bob Siebenberg, Jesse Siebenberg, Cliff Hugo, Carl Verheyen e Lee Thornburg. Roger Hodgson está fora.
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E no mesmo dia em que comemoramos os 42 anos de "Jumpin' Jack Flash", os Rolling Stones alcançam o topo da parada britânica com um álbum lançado originalmente em... 1972! A versão expandida de "Exile on main st.", que chegou às lojas na semana passada (e que será resenhada aqui no próximo sábado) deu ao grupo o primeiro topo da parada britânica de discos desde 1994 - ano de lançamento de "Voodoo lounge". Impressionante como a indústria do disco se alimenta mesmo dos clássicos e suas "edições especiais" (hoje sai a de "Disintegration", do The Cure). Até mesmo porque são os consumidores mais velhos que ainda gastam dinheiro com CD. Qualquer moleque de 4 anos de idade não teria muita dificuldade em baixar a discografia completa dos Stones...
E só para continuar no mesmo tema, o porta-voz dos Rolling Stones desmentiu a informação do site australiano "Undercover", no sentido de que o baterista Charlie Watts estivesse deixando a banda. Segundo o Undercover, Watts não tocaria mais ao vivo com a banda, limitando-se apenas à gravação de álbuns. Espero que isso não seja verdade. Não teria a mínima graça assistir a um show dos Stones sem aquele cara atrás da bateria.
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Hoje também faz 15 anos que um dos filmes mais famosos de Mel Gibson estreou. "Braveheart" (ou "Coração valente") apresenta a história de William Wallace, guerreiro escocês que luta contra o domínio do rei inglês Eduardo I. Pelo menos quando tinha os meus 14 anos de idade, eu curti o filme. Mas tenho que revê-lo para formar uma opinião. Tenho dúvidas se hoje vou curtir tanto...
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E sabe qual música completa 42 anos hoje? "Jumpin' Jack Flash", dos Rolling Stones. O single foi lançado no Reino Unido a 24 de maio de 1968. Vamos relembrar?
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Hoje vamos também relembrar Duke Ellington. No dia 24 de maio de 1974, o grande maestro, pianista e compositor partia para o andar de cima. Eu não me esqueço do dia em que conheci de verdade a obra de Duke. Era um sábado de manhã, uns 40 graus, calor desgraçdo. Estava de bebobeira pela Gávea, dei um pulo na Tracks e perguntei ao dono da loja o que ele me recomendaria (dentro do jazz) para ouvir naquele sábado de manhã. Saí da loja com "Live at Newport". Ouvindo o CD em casa, entendi perfeitamente a recomendação. Nada poderia combinar mais perfeitamente com um sábado de sol do que o som da big band de Ellington.
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Ah, hoje também é aniversário de um tecladista que eu gosto muito. Pelo nome, pouca gente deve conhecer: Guy Fletcher. Mas se você colocar para tocar o vídeo abaixo, reconhecerá logo o teclado da introdução de "Walk of life". Fletcher foi tecladista do Dire Straits desde 1984, quando a banda gravou "Brothers in arms". Junto com a banda, ele também gravou "On every street" (1991). Atualmente, ele acompanha Mark Knopfler em sua carreira solo. Guy Fletcher completa 50 anos hoje.
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E vamos começar por onde hoje? Pelo aniversário de um dos nossos mestres. Bob Dylan nasceu a 24 de maio de 1941, e hoje completa 69 anos (pois é, o tempo passa até para ele...). Na minha opinião, o mais impressionante em Bob Dylan é que, em uma fase de sua carreira em que tinha tudo para estar caído, ele está produzindo discos excelentes. A "trilogia" "Time out of mind" (1997), "Love and theft" (2001) e "Modern times" (2006) é simplesmente, sensacional. "Together through life" (2009) é um disco menor, mas, mesmo assim, digno. As apresentações que Dylan fez no Brasil em 2008 foram memoráveis. Assisti aos dois shows em São Paulo e ao do Rio de Janeiro, e o mais bacana é que eles foram bem diferentes entre si. Eram umas cinco canções em comum, e o resto era meio que surpresa. Quando ele cantou "My back pages" no Rio, tive que me beliscar... "Like a rolling stone" também foi outro grande momento. Ainda bem que ele cantou esse clássico nas três apresentações.
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Bom dia, pessoal! Mais uma semana começando, hein? Greve de ônibus, trânsito ruim... Pelo menos, o sol está brilhando nesse dia do telegrafista...
Na segunda noite do festival de Glastonbury, vários artistas nos diferentes palcos fizeram bons shows, mas, segundo a crítica internacional, Massive Attack, The Wombats, The Raconteurs, Hot Chip e The Last Shadow Puppets fizeram as melhores apresentações da noite. A banda brasileira Cansei de Ser Sexy também animou os ingleses, e o rapper Jay-Z surpreendeu com uma versão de Wonderwall, sucesso da banda inglesa Oasis, cujo guitarrista Noel Gallagher criticou os organizadores do festival por terem escalado o rapper como headliner do Pyramid Stage, o principal palco do evento.
No Other Stage, o Massive Attack mostrou os seus maiores sucessos de todos os seus álbuns, em um grande show com muita luz e raio laser. O espetáculo começou com “All I Want” e continuou com “Rising Son” e “Teardrop”, que teve a participação especial da cantora Stephanie Dozen. Outros artistas que participaram do show foram o cantor de reggae Horace Andy (em “Angel”) e Shara Nelson (em “Unfinished Sympathy”).
O set-list do show do Massive Attack foi o seguinte: 1) “All I Want” 2) “Marooned” 3) “Rising Son” 4) “Teardrop” 5) “Mezzanine” 6) “16 Seeter” 7) “Karmacoma” 8) “Harpsichord” 9) “Red Light” 10) “Inertia Creeps” 11) “Safe From Harm” 12) “Marakesh” 13) “Angel” 14) “Unfinished Sympathy” 15) “Dobro”
Jay-Z, que fechou a noite de sábado no Pyramid Stage, teve à sua disposição, indo de encontro às expectativas, um dos maiores públicos da história do festival de Glastonbury. Criticado por Noel Gallagher – que disse que não queria hip-hop no festival –, já na primeira música, o rapper mostrou ao que veio, mandando uma versão sarcástica de “Wonderwall”, imitando vocalista do Oasis, Liam Gallagher (vídeo acima). Jay-Z também apresentou os seus principais sucessos, como “I Know”, “Girls, Girls, Girls” e “I Just Wanna Love U (Give It To Me)”.
Na metralhadora giratória do rapper, sobrou para o presidente Bush. Jay-Z fez um discurso criticando a política norte-americana com relação ao furacão Katrina, que devastou a cidade de Nova Orleans, alguns anos atrás, e ao final gritou: “Fuck Bush”. Com uma foto do candidato democrata Barack Obama ao fundo, disse: “Vamos mudar isso!”. O hit “Umbrella” também foi lembrado com a ‘participação’ da cantora Rihanna com a sua voz no sistema de som.
Mais cedo, no Other Stage, a banda de Liverpool The Wombats fez um show enxuto com as suas canções mais conhecidas, de maneira que a platéia as cantasse. O vocalista Matthew Murphy e sua banda abriram o set com “Tales Of Girls, Boys And Marsupials” a capella. Após, “Kill The Director” (vídeo acima) levou os ingleses a loucura. Antes de tocar “Patricia The Stripper”, Murphy perguntou se alguém da platéia já tinha se apaixonado por uma prostituta. A maioria dos presentes, que respondeu positivamente a pergunta do vocalista, também pulou ao som de “Little Miss Pipe Dream” e “Backfire At The Disco”, a última do show.
O repertório da apresentação foi o seguinte: 1) “Tales Of Girls, Boys And Marsupials” 2) “Kill The Director” 3) “Lost In The Post” 4) “Party In A Forest (Where's Laura?)” 5) “Here Comes The Anxiety” 6) “Moving To New York” 7) “Patricia The Stripper” 8) “Little Miss Pipe Dream” 9) “Let's Dance To Joy Division” 10) “My First Wedding” 11) “Backfire At The Disco”
No Pyramid Stage, o grupo liderado por Jack White, The Raconteurs (foto acima), também fez uma apresentação muito elogiada. A outra banda de Jack, The White Stripes, foi uma das headliners da edição do festival de 2005, mas dessa vez, o The Raconteurs estreava no festival. No show, a banda misturou canções do primeiro álbum “Broken Boy Soldiers”, com outras do atual “Consolers Of The Lonely”. No repertório, esteve presente o principal sucesso da banda, “Steady, As She Goes”, com o público berrando o refrão ‘Are you steady now?’.
O roteiro foi o seguinte: 1) “Consoler Of The Lonely” 2) “Hold Up” 3) “Level” 4) “You Don't Understand Me” 5) “Top Yourself” 6) “Rich Kid Blues” 7) “Steady, As She Goes” 8) “Many Shades Of Black” 9) “Broken Boy Soldier” 10) “Salute Your Solution” 11) “Old Enough” 12) “Blue Veins”
O cantor e guitarrista Jack White aproveitou o show de sua banda em Glastonbury para participar da apresentação do The Last Shadow Puppets (foto acima), que assim como o Franz Ferdinand, fez um show surpresa no festival. O show do grupo de Alex Turner e Miles Kane aconteceu no Park Stage e contou com as canções do único álbum da dupla, “The Age Of The Understatement”.
O set começou com “My Mistakes Were Made For You” e “Only The Truth”, e, pouco depois, o baterista do Arctic Monkeys, Matt Helders subiu ao palco para participar da faixa-título do CD da dupla. Jack White participou rapidamente da última canção do roteiro, “Wondrous Place”.
Eis o repertório do show: 1) “My Mistakes Were Made For You” 2) “Only The Truth” 3) “Calm Like You” 4) “Standing Next To Me” 5) “The Chamber” 6) “Meeting Place” 7) “The Age Of The Understatement” 8) “Wondrous Place”
A banda Cansei de Ser Sexy, praticamente desconhecida no Brasil, fechou a noite de sábado de Glastonbury, no palco Park Stage (foto acima). O grupo começou o show com “Rat Is Dead (Rage)”, canção que estará presente no próximo álbum do CSS, “Donkey”. O novo single da banda, “Left Behind” também fez parte do repertório de dez canções. Sucessos antigos, como “Off The Hook” e “Alcohol”, lógico, também fizeram parte da apresentação. Nesta última, o vocalista Lovefoxxx ameaçou se jogar na platéia. “Alala” encerrou o espetáculo.
O set-list do CSS foi o seguinte: 1) “Rat Is Dead (Rage)” 2) “Meeting Paris Hilton” 3) “This Month, Day 10” 4) “Left Behind” 5) “Off The Hook” 6) “Music Is My Hot Hot Sex” 7) “Alcohol” 8) “Reggae All Night” 9) “Let's Make Love And Listen To Death From Above” 10) “Alala”
O conjunto Hot Chip foi outro que agradou bastante ao público do Other Stage (foto acima). O grande destaque da apresentação foi o cover de “Nothing Compares 2 U”, sucesso de Prince e que fez muito sucesso na voz de Sinead O’Connor. O show do Hot Chip contou com os principais hits da banda, como “And I Was A Boy From School”, “Over And Over” e “Ready For The Floor”.
Abaixo, o repertório do show: 1) “Shake A Fist” 2) “And I Was A Boy From School” 3) “Hold On” 4) “Wearing My Rolex” 5) “One Pure Thought” 6) “No Fit State” 7) “Over And Over” 8) “Ready For The Floor” 9) “Nothing Compares 2 U'/'The Privacy Of Our Love”
A banda Panic At The Disco já planeja o sucessor do aclamado álbum “Pretty. Odd”. Apesar deste CD ter saído somente há um mês, a banda já escreveu algumas canções desde que as gravações de “Preety. Odds” foram encerradas. O guitarrista Ryan Ross disse que a banda já possui nove ou dez canções prontas. Contudo, o novo disco só deve sair após a turnê que o Panic At The Disco vai realizar durante esse ano.
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O Massive Attack revelou alguns detalhes de seu próximo disco. Em entrevista ao semanário New Musical Express, o cantor e colaborador da banda, Horace Andy, afirmou que a banda já gravou três canções com a sua participação. Horace também disse que a banda deve iniciar turnê em junho ou julho e vai participar da edição do festival de Glastonbury deste ano. O novo álbum, sucessor de “100th Window” (2003), entretanto, ainda não tem data confirmada de lançamento.
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O cantor Johnny Rivers vai realizar uma turnê no Brasil em maio. Vai ser a terceira vez que Rivers se apresentará no Brasil. O autor de “Do You Wanna Dance” fará sete shows no país, nas cidades de São Paulo (dia 08), Santos (dia 09), Sorocaba (dia 10), Curitiba (dia 12), Brasília (dia 13), Belo Horizonte (dia 15) e Rio de Janeiro (dia 16).
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O rapper Jay-Z, que será o headliner do festival de Glastonbury no dia 29 de junho, vai realizar uma turnê na Inglaterra em julho. O primeiro show será na cidade de Bournemouth, no dia 15, e o último em Abeerden, no dia 21.