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Snow Patrol lança o clipe “Called out in the dark:
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Quem foi ao show da Dave Matthews Band no Vivo Rio, em setembro de 2008, não se esquece. Foram mais de três horas e meia de apresentação, com momentos marcantes, como a homenagem que a plateia fez para o então recém falecido LeRoi Moore em "#41" e o encerramento com "Two step". Agora, quem viu o show tem mais um motivo para não se esquecer. Chega até o final dessa semana às lojas brasileiras o CD duplo "Live in Rio", com mais de duas horas daquela apresentação - pena que alguns momentos ficaram de fora, como "#41". As faixas de "Live in Rio" são as seguintes: "Bartender", "Warehouse", "Stay or leave", "The stone", "Say goodbye", "Corn bread", "Grey street", "Crush", "So much to say", "Anyone seen the bridge?", "Ants Marching", "Jimi thing", "Satellite", "So damn lucky", "Don't drink the water", "Burning down the house" e "Two step".
Quem também vai lançar edição de luxo de um álbum importante de sua carreira é o Weezer. "Pinkerton" (1996), chegará às lojas novamente com 16 faixas inéditas. O lançamento será no dia 01º de novembro. O CD duplo contará com o álbum original, além de muitos lados B e gravações ao vivo, algumas durante show da banda no festival de Reading, no mesmo ano de lançamento do álbum. As faixas extras são as seguintes: "You Won't Get With Me Tonight", "The Good Life (Live At Y100 Sonic Session)", "El Scorcho (Live At Y100 Sonic Session)", "Pink Triangle (Live At Y100 Sonic Session)", "Why Bother? (Live At Reading Festival 1996)", "El Scorcho (Live At Reading Festival 1996)", "Pink Triangle (Live At Reading Festival 1996)", "The Good Life (Live At X96)", "El Scorcho (Live And Acoustic)", "Across The Sea Piano Noodles", "Butterfly (Alternate Take)", "Long Time Sunshine", "Getting Up And Leaving", "Tired Of Sex (Tracking Rough)", "Getchoo (Tracking Rough)" e "Tragic Girl.
A banda The National vai lançar, no final de novembro, uma nova edição de seu último álbum, "High violet". Além do álbum original, o pacote trará um CD extra com oito faixas: três ao vivo, os dois lados B dos singles lançados de "High violet", duas faixas inéditas (incluindo "You were a kindness", logo abaixo), além de versão alternativa de "Terrible love". As faixas extras são as seguintes: "Terrible love" (Alternate Version), "Wake up you saints" (inédita), "You were a kindness" (inédita), "Walk off" (lado B), "Sin-eaters" (lado B), "Bloodbuzz Ohio" (Live - KCMP), "Anyone's ghost" (Live - Brooklyn Academy of Music) e "England" (Live - Brooklyn Academy Of Music).
Eu me lembro que no mesmo dia em que levei pra casa o "Strangeway, here we come", eu comprei também o "Music for the masses", do Depeche Mode. E qual não foi a minha surpresa ao constatar, essa semana, que ambos os discos foram lançados no mesmo dia: 28 de setembro de 1987. O Depeche Mode é aquele tipo de banda que eu nunca sei dizer qual é o melhor álbum. Tudo depende do meu estado de espírito. Ultimamente ando mais para "Songs of faith and devotion" (1993) e "Exciter" (2001) do que para "A broken frame" (1982), por exemplo. Mas a minha música preferida do Depeche Mode nunca muda. E o seu nome é "Never let me down again", faixa de abertura de "Music for the masses", que, aliás, ainda conta com outros clássicos, como "Strangelove", "Behind the wheel" e "Little 15". Com muitas guitarras (uma novidade no som do Depeche Mode), esse sexto trabalho do Depeche Mode é um dos álbuns mais vendidos da banda, com quase oito milhões de cópias espalhadas pelo mundo.
Dia 28 de setembro de 1987. Essa foi a última oportunidade que os fãs do The Smiths tiveram para correr a uma loja e comprar, no dia do lançamento, um álbum da banda de Manchester. "Strangeway, here we come" foi o último disco de canções inéditas de uma das bandas mais amadas da história do rock. Formado por Morrissey, Johnny Marr, Andy Rourke e Mike Joyce, o Smiths passava por problemas de relacionamento - especialmente entre Moz e Marr, dois geniozinhos pra lá de geniosos. O canto do cisne do conjunto alcançou o segundo posto da parada britânica de discos, e continha clássicos como "Last night I've dreamt that somebody loved me", "I started something I couldn't finish", "Girlfriend in a coma" e "Rush and a push and the land is ours". Foi o primeiro e último álbum do Smiths que tive o prazer de comprar na semana do lançamento.
A banda The Like anunciou detalhes de seu novo álbum, "Release me", que chegará às lojas no dia 30 de agosto. Produzido por Mark Ronson, o disco contará com 12 faixas. O conjunto feminino participará dos festivais britânicos de Reading e Leeds, ambos em agosto. Elas também abrirão a turnê europeia dos Strokes, agora no verão europeu. A relação de faixas de "Release me" é a seguinte: "Wishing he was dead", "He's not a boy", "Release me", "Walk of shame", "Narcissus in a red dress", "I can see it in your eyes", "Fair game", "Square one", "In the end", "Trouble in paradise", "Catch me if you can" e "Don't make a sound".
Vai um vinhozinho "Whitesnake" aí? É sério mesmo... A banda de David Coverdale resolveu imitar o Iron Maiden e lançar a sua própria safra de vinho. Acho que vou separar 30 dólares e comprar de aniversário pro meu pai. Certamente, ele vai achar uma bosta, mas depois eu guardo a garrafa.
Sai na primeira semana de julho o DVD "Stones in exile" (capa acima), o documentário que mostra os bastidores da gravação de "Exile on main st", um dos álbuns mais cultuados da carreira dos Rolling Stones. O disco foi gravado no ano de 1971, em uma mansão chamada Nellcôte, em Villefranche-sur-Mer (França). Eu não tive chance de ver o documentário, que já passou no Multishow, mas as críticas que li (no Brasil e lá fora) foram bem boas. Além do documentário, o DVD traz nos extras entrevistas com Keith Richards, Bill Wyman, Mick Taylor, Anita Pallenberg, Charlie Watts, Mick Jagger e Ronnie Wood.
Volta e meia eu falo de Miles Davis por aqui. É impressionante como sempre tem algo bacana para escrever sobre ele. Seja anunciar o relançamento de alguma edição especial de algum álbum seu ("Bitches brew" vem aí) ou relembrar alguma data. E hoje é dia de lembrar que, exatos 40 anos atrás, Miles Davis subia ao palco do lanedário Filmore East para gravar o antológico álbum "Miles Davis at Filmore". As gravações aconteceram durante quatro apresentações, entre os dias 17 e 20 de junho de 1970. Na ocasião, Miles estava lançando "Bitches brew", que foi um dos precursores do chamado jazz fusion. O álbum contou com a produção de Teo Macero, e músicos como Steve Grossman, Chick Corea, Keith Jarrett, Dave Holland, Jack DeJohnette e o brasileiro Airto Moreira. Fala sério... Pode até soar um pouco estranho para os ouvidos menos acostumados, mas não tem como ser ruim.
Os fanáticos pela obra-prima "Bitches brew", de Miles Davis, podem separar a grana para a "Legacy edition" que sairá em agosto. Será um disco triplo, com dois CDs (com o álbum original + material bônus) e um DVD com um show registrado à época do lançamento, ou seja, 1970. Uma outra versão, com tudo isso e mais um livro e o álbum duplo em vinil será lançada simultaneamente. Imagina quanto não custará isso aqui no Brasil? Em 2004, saiu um box com quatro CDs com as sessões de gravação do álbum ("The complete 'Bitches brew' sessions"). Esperemos que o tal materia bônus dessa "Legacy edition" seja diferente.
Olha, agora vamos fazer de conta que estamos no ano de 1978. Mais especificamente no dia 09 de junho de 1978, ok? Olha, muita coisa legal, aconteceu nesse dia. Para começar, o lançamento do álbum "Some girls", dos Rolling Stones. Gravado em Paris, ele chegou à primeira posição da parada da Billboard. Algo não muito surpreendente para um álbum que tinha as seguintes faixas: "Miss you"; "When the whip comes down", "Just my imagination", "Some girls", "Lies", "Far away eyes", "Respectable", "Before they make me run", "Beast of Burden" e "Shattered".
Bom, falei tanto de Copa, mas devo lembrar que hoje é o dia do tênis! E do tenista também. Parabéns a todos eles, em especial ao meu predileto de todos os tempos (Ivan Lendl) e o da atualidade (poderia ser outro que não o Rafael Nadal?). Mas, bom, tênis me lembrou guitarra. E guitarra me lembrou Les Paul. E foi exatamente no dia 09 de junho de 1915, que nasceu o grande guitarrista criador da Gibson Les Paul. Les Paul morreu no dia 12 de agosto do ano passado. Mas pergunta se os guitarristas se esqueceram dele...
Agora a boa notícia para os fãs de Stevie Ray Vaughan. (Tem algum aí?) Sairá no dia 26 de julho a edição especial do classicozaço "Couldn't stand the weather". O lançamento fará parte das "comemorações" pelos 20 anos (já?) da morte do guitarrista. A edição especial consistirá do álbum original remasterizado, e mais 11 faixas extras, além de um CD bônus com um show gravado no Spectrum, em Montreal, no dia 17 de agosto de 1984, quando o álbum estava sendo lançado. As faixas extras são as seguintes: "Empty arms", "Come on (Pt. III)", "Look at little sister", "The sky is falling", "Hide away", "Give me back my wig", "Boot hill", "Wham!", "Close to you", "Little wing" e "Stang's swang". Já o repertório do show que comporá o segundo CD é esse aqui: "Testify", "Voodoo chile (Slight return)", "The things (that) I used to do", "Honey bee", "Couldn't stand the weather", "Cold shot", "Tin pan alley (aka Roughest place in town)", "Love struck baby", "Texas flood", "Stang's swang", "Lenny" e "Pride and joy". Já vou encomendar.
“Kind of Blue”, um dos discos mais importantes da história do jazz, será relançado em uma versão de luxo, que abarca o CD original, mais um CD de raridades e um DVD. O pacote será lançado no dia 30 de setembro, pela gravadora Columbia. Quem não quiser comprar o pacote todo, pode optar por apenas a edição simples com o disco “Kind Of Blue” remasterizado.
No álbum, lançado originalmente em 1959, Miles Davis está acompanhado por um sexteto que, para muitos, é considerado o melhor grupo da história do jazz. Além de Miles, John Coltrane (saxofone tenor), Bill Evans (piano), Cannonball Aderley (saxofone alto), Paul Chambers (contrabaixo) e Jimmy Cobb (bateria) participaram das gravações.
O CD bônus traz versões alternativas das canções presentes no disco original, bem como uma sessão realizada em 1958 e mais uma faixa ao vivo. Já o DVD apresenta 55 minutos com um documentário inédito sobre a gravação do álbum.