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17 de ago. de 2011

Elba 60 e Ed 40; remixes do Depeche Mode; Bowie aposentado (?!?); o doc dos Smiths; as novidades da Lady Gaga e do Pearl Jam; e o pior clipe de 2011.



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Agora sim está tudo em seu devido lugar. Perdão pela ausência de ontem. O dia foi corridíssimo. Tive um bate-papo super agradável com o pessoal da Saraiva – um abração a todos! – e, depois, a terceira noite do ciclo de sinfonias de Beethoven, no Theatro Municipal daqui do Rio, com a Orquestra Sinfônica Brasileira e o regente Lorin Maazel, ex-diretor artístico da Filarmônica de Nova York, e que vai comandar a Filarmônica de Munique em breve. O ciclo ainda vai ter mais três apresentações, nas noites de quinta e de sábado, e na tarde de domingo. Se alguém conseguir ingresso, vale muito à pena.

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Então vamos começar pelos aniversários de Hoje. Elba Ramalho completa 60 anos. Não é brincadeira não. A cantora de Conceição da Paraíba está super em forma. O seu último trabalho foi “Marco Zero – Ao vivo” (2010), uma retrospectiva dos seus 30 anos de carreira. Enquanto ela não aparece com nada inédito por aí, vamos relembrar um de seus principais sucessos, ao vivo no Rock in Rio II, em 1991, no estádio do Maracanã. Quem estava lá??



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Quem também comemora data redonda hoje é Ed Motta, que sopra 40 velinhas. Tem gente que acha o Ed Motta meio mala. Eu o considero superdivertido. Especialmente quando ele grava álbuns sensacionais, como “Entre e ouça!” (1992)e “Manual prático para festas, bailes e afins - Vol. 1" (1997), ou então quando resolve disparar a sua metralhadora giratória, especialmente no Facebook, depois de entornar uns Pera-Mancas ou uns Barca Velhas... A coincidência é que Ed Motta também cantou no Rock in Rio II, na mesma noite de Elba Ramalho, 25 de janeiro de 1991. Vamos relembrar??



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Quem matou a Norma, hein?? Aposto na Jandira, e você??

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Em 17 de agosto de 1959 era lançado um dos álbuns mais importantes da história do jazz. “Kind of blue” é considerado a obra-prima de Miles Davis, e o disco mais vendido de jazz em todos os tempos. O sexteto que acompanha Miles é, no mínimo, inacreditável. Olha só: Julian “Cannonball” Adderley (sax alto), John Coltrane (sax tenor), Bill Evans e Wynton Kelly (piano), Paul Chambers (baixo) e Jimmy Cobb (bateria). Tá bom pra você?? Achei um mini-documentário interessantíssimo no YouTube, sobre a gravação do disco, que vale a pena dar uma olhada:



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Hoje faz dez anos que Frejat lançou o seu primeiro álbum solo, “Amor pra recomeçar”. Um bom disco, diga-se. Pena que Frejat não tenha mantido a pegada em seus trabalhos posteriores. Além da faixa-título, o álbum contou com um outro grande sucesso, “Segredos”, que ainda ganhou um dos videoclipes mais bacanas já produzidos no país.



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Eu sou um cara que não ligo muito para remixes. Acho que tal processo tira muito da naturalidade da música. Abro poucas exceções para ouvir remixes. Atualmente, tenho curtido muito os do álbum “The king of limbs”, do Radiohead. Mas o Depeche Mode ainda é insuperável nesse quesito. Alguns remixes conseguem ser até superiores do que as gravações originais. Em 2004, a banda lançou “Remixes 81...04”, um CD triplo com 37 remixes de clássicos como “Just can’t get enough” e “Personal Jesus”. Agora é a vez de “Remixes 2: 81-11”, mais um CD triplo, com outros 37 remixes. Essa segunda leva está bem aquém da anterior, mas, mesmo assim, ainda vale para quem é fã da banda ou curte remixes. Destaco o trabalho de Eric Pryds em “Never let me down again” (abaixo) e o de Peter, Bjorn and John para “Fragile tension”. Aqui no Brasil saiu apenas uma versão simples com algumas faixas selecionadas.



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A péssima notícia do dia foi a suposta aposentadoria de David Bowie. Segundo o seu biógrafo Paul Trynka, o cantor, que não lança nada inédito desde “Reality”, de 2003, só voltaria a gravar algo se “causasse abalos sísmicos”. “Meu coração diz que ele voltará. Mas minha cabeça diz que isso é improvável. Seria um milagre se ele voltasse, mas milagres podem acontecer”, afirmou Trynka.
É uma nota triste mesmo. Desde que surgiu, no final dos anos 60, David Bowie é um dos artistas mais originais que existe. Acho que o seu maior mérito é arriscar. Ele sempre atira em diversas direções e, em 99% dos casos, acerta o alvo. Tive a chance de ver David Bowie ao vivo duas vezes. A primeira na Apoteose, em 1990, quando ele estava divulgando a sua coletânea “Sound + vision” (1989). Foi um show inesquecível (mais aqui). Não deu tempo de respirar. Pedrada do início (com o seu primeiro hit, “Space oddity”) ao fim, que teve uma versão avassaladora de “Gloria”, aquela do Van Morrison. Depois, acho que em 1998, não tenho certeza, vi um show da “Earthling tour”. O Metropolitan estava bem vazio, e Bowie não quis saber muito de cantar os velhos sucessos – uma das poucas exceções foi “Under pressure”. Mesmo assim, acho que o show foi muito bom.
E do jeito que anda a música hoje, ele nem precisaria causar abalos sísmicos. Bastaria gravar um novo álbum.
Eu ainda tenho esperanças.

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DROPS:










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Vamos ver as novidades de vídeos que temos por hoje:

Vai um trechinho do novo documentário do The Smiths, elaborado para o relançamento da coletânea “The best of” da banda?



“Yoü and I”, novo videoclipe da Lady Gaga:



Versão fantástica do Pearl Jam para “Crown of thorns”, do Mother Love Bone, e que estará na trilha sonora do documentário “Pearl Jam twenty”, dirigido por Cameron Crowe:



O Red Hot Chili Peppers também liberou o seu novo videoclipe, o bacanérrimo “The adventures of Rain Dance Maggie”. Olha só (se ainda não tiverem retirado do YouTube...):



Flea e companhia também mandaram mais duas músicas inéditas em um show no Japão, realizado nesse fim de semana. Os títulos são “Factory of faith” e “Ethiopia”:





Em um show na Califórnia, realizado na semana passada, o Green Day apresentou nada menos do que 15 músicas inéditas, incluindo “Amy”, tributo à cantora inglesa recém-falecida:



Snow Patrol lança o clipe “Called out in the dark:



“Meu álbum solo é ‘amazing’”, do modesto Noel Gallagher. Quer ver??



“Brittle heart”, novo vídeo do Brett Andreson:



Nossa, quanto videoclipe hoje!! Esse aqui é o novo do The Kooks, “Is it me”:



Kanye West participa de show do Prince no Swedish Festival:



A Chapel Hill Chorus Community cantando “Everyboy hurts”, do R.E.M.:



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Para finalizar, seria esse o pior videoclipe de 2011??


28 de set. de 2010

Tim Maia, TSmiths, Depeche Mode, Miles, Brigitte Bardot, The National, Legião Urbana, Weezer, Klaxons & Lady Gaga, Moz, Arcade Fire & John Legend, DMB

Quem foi ao show da Dave Matthews Band no Vivo Rio, em setembro de 2008, não se esquece. Foram mais de três horas e meia de apresentação, com momentos marcantes, como a homenagem que a plateia fez para o então recém falecido LeRoi Moore em "#41" e o encerramento com "Two step". Agora, quem viu o show tem mais um motivo para não se esquecer. Chega até o final dessa semana às lojas brasileiras o CD duplo "Live in Rio", com mais de duas horas daquela apresentação - pena que alguns momentos ficaram de fora, como "#41". As faixas de "Live in Rio" são as seguintes: "Bartender", "Warehouse", "Stay or leave", "The stone", "Say goodbye", "Corn bread", "Grey street", "Crush", "So much to say", "Anyone seen the bridge?", "Ants Marching", "Jimi thing", "Satellite", "So damn lucky", "Don't drink the water", "Burning down the house" e "Two step".

E o site DMBrasil, do parceirão Rodrigo Simas, informou, em primeira mão, que segundo a Amazon americana, a Dave Matthews Band lançará em novembro o CD ao vivo "Live in New York City". Ainda não há confirmação oficial da banda. A DMB se apresentou no Citi Field nos dias 16 e 17 de julho. Rodrigo lembrou que alguns dos destaques dos shows foram "Big eyed fish" (raridade nos repertórios de shows da banda), "Seek up" (também bem rara), bem como a estreia da até então inédita "Black Jack". Vamos aguardar.

Ah, e a quem interessar possa, restam poucos ingressos para o show da Dave Matthews Band, na HSBC Arena, no Rio, dia 08 de outubro. "Corrão!"

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John Legend cantando "Wake up", do Arcade Fire? Impressionante a capacidade que certos artistas têm de destruir certas músicas...



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Os 13 singles prediletos de Morrissey.
And the winner is... Claro... The New York Dolls!



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Já viram o Klaxons mandando ver em "Bad romance", de Lady Gaga??



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Quem também vai lançar edição de luxo de um álbum importante de sua carreira é o Weezer. "Pinkerton" (1996), chegará às lojas novamente com 16 faixas inéditas. O lançamento será no dia 01º de novembro. O CD duplo contará com o álbum original, além de muitos lados B e gravações ao vivo, algumas durante show da banda no festival de Reading, no mesmo ano de lançamento do álbum. As faixas extras são as seguintes: "You Won't Get With Me Tonight", "The Good Life (Live At Y100 Sonic Session)", "El Scorcho (Live At Y100 Sonic Session)", "Pink Triangle (Live At Y100 Sonic Session)", "Why Bother? (Live At Reading Festival 1996)", "El Scorcho (Live At Reading Festival 1996)", "Pink Triangle (Live At Reading Festival 1996)", "The Good Life (Live At X96)", "El Scorcho (Live And Acoustic)", "Across The Sea Piano Noodles", "Butterfly (Alternate Take)", "Long Time Sunshine", "Getting Up And Leaving", "Tired Of Sex (Tracking Rough)", "Getchoo (Tracking Rough)" e "Tragic Girl.

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Quer ajudar a fazer o próximo álbum da Legião Urbana? É o seguinte: a banda está preparando uma coletânea para novembro. E os fãs podem escolher as músicas. As doze mais votadas farão parte do álbum. Para votar, o fã tem que se cadastrar no site oficial da banda. A votação vai até o dia 30 desse mês. A ideia é legal, mas será que a Legião Urbana não tem material mais interessante para lançar não? Cadê o show no Jockey, no dia da morte do Cazuza? E o DVD do Metropolitan? Será que o fã ainda vai se interessar por uma coletânea com as mesmas músicas repetidas??

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A banda The National vai lançar, no final de novembro, uma nova edição de seu último álbum, "High violet". Além do álbum original, o pacote trará um CD extra com oito faixas: três ao vivo, os dois lados B dos singles lançados de "High violet", duas faixas inéditas (incluindo "You were a kindness", logo abaixo), além de versão alternativa de "Terrible love". As faixas extras são as seguintes: "Terrible love" (Alternate Version), "Wake up you saints" (inédita), "You were a kindness" (inédita), "Walk off" (lado B), "Sin-eaters" (lado B), "Bloodbuzz Ohio" (Live - KCMP), "Anyone's ghost" (Live - Brooklyn Academy of Music) e "England" (Live - Brooklyn Academy Of Music).



PS. Com essa moda de "edições especiais, acho que vou começar a baixar os CDs de graça na internet, e, três meses depois, compro a tal edição especial. Vou me sentir menos otário dessa forma.

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Agora, da música para o cinema. Ou quase... Isso porque Brigitte Bardot era cantora também. Símbolo sexual dos anos 60, a "Brigitte Bardot tá ficando velha", como canta Tom Zé. Hoje ela faz 74 anos. Afastada da vida artística, Brigitte hoje briga pelos direitos dos animais. Preferiu ficar velha longe dos holofotes. Tom Zé tem razão.





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Pode se preparar que, em 2011, você vai ouvir falar muito sobre os 20 anos da morte de Miles Davis. Eu juro que pensei esperar, mas acho que alguns artistas devem ser homenageados sempre. Então por que não lembrar os 19 anos da morte de Miles Davis? É o que estou fazendo. Miles foi tocar o seu trompete divino para os anjos lá em cima no dia 28 de setembro de 1991, vítima de insuficiência respiratória. Ele tinha 65 anos. Tempo suficiente para deixar umas coisinhas por aí, como "Kind of blue" (1959), "E.S.P." (1965), "Filles de Kilimanjaro" (1968), "Bitches brew" (1970), "Live-evil" (também de 70)... Precisava de mais alguma coisa? É por isso que a gente tem que se lembrar sempre de Miles Davis.



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Eu me lembro que no mesmo dia em que levei pra casa o "Strangeway, here we come", eu comprei também o "Music for the masses", do Depeche Mode. E qual não foi a minha surpresa ao constatar, essa semana, que ambos os discos foram lançados no mesmo dia: 28 de setembro de 1987. O Depeche Mode é aquele tipo de banda que eu nunca sei dizer qual é o melhor álbum. Tudo depende do meu estado de espírito. Ultimamente ando mais para "Songs of faith and devotion" (1993) e "Exciter" (2001) do que para "A broken frame" (1982), por exemplo. Mas a minha música preferida do Depeche Mode nunca muda. E o seu nome é "Never let me down again", faixa de abertura de "Music for the masses", que, aliás, ainda conta com outros clássicos, como "Strangelove", "Behind the wheel" e "Little 15". Com muitas guitarras (uma novidade no som do Depeche Mode), esse sexto trabalho do Depeche Mode é um dos álbuns mais vendidos da banda, com quase oito milhões de cópias espalhadas pelo mundo.



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Dia 28 de setembro de 1987. Essa foi a última oportunidade que os fãs do The Smiths tiveram para correr a uma loja e comprar, no dia do lançamento, um álbum da banda de Manchester. "Strangeway, here we come" foi o último disco de canções inéditas de uma das bandas mais amadas da história do rock. Formado por Morrissey, Johnny Marr, Andy Rourke e Mike Joyce, o Smiths passava por problemas de relacionamento - especialmente entre Moz e Marr, dois geniozinhos pra lá de geniosos. O canto do cisne do conjunto alcançou o segundo posto da parada britânica de discos, e continha clássicos como "Last night I've dreamt that somebody loved me", "I started something I couldn't finish", "Girlfriend in a coma" e "Rush and a push and the land is ours". Foi o primeiro e último álbum do Smiths que tive o prazer de comprar na semana do lançamento.



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Mais umazinha dele??



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Eu vou dizer que tem uns artistas que eu sinto saudade de verdade. E são aqueles que sempre me diziam algo com suas letras. Chorei semanas a morte de Renato Russo. Não porque estava perdendo a Legião Urbana. Na verdade, eu sentia que estava perdendo uma espécie de irmão mais velho. Outro artista que aconteceu isso foi Tim Maia. Para mim, o mais impressionante nele era a sua capacidade de agradar (e conquistar) todas as classes sociais. Todo mundo gostava do Tim Maia. E não tinha como não gostar dele. Nelson Motta, que o conheceu muito bem, escreveu a seguinte introdução em seu livro "Vale tudo - O som e a fúria de Tim Maia": "Minha filha ganhou um gatinho e contei a Tim que ela ia dar o seu nome ao bicho. Ele adorou: 'Já sei, porque é preto, gordo e cafajeste!' O gato era cinzento, magrinho e carinhoso, e só nos deu amor e alegria". Tim Maia estaria completando 68 anos hoje.

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Ô saudade!

17 de jun. de 2010

JMB, Miles, Pelé, Bussunda, Smurfs, Paul McCartney, Beck, U2, Stones, Whitesnake, Guitar Hero, Dr. Dre & Jay Z, Amy, Guns, The Like

A banda The Like anunciou detalhes de seu novo álbum, "Release me", que chegará às lojas no dia 30 de agosto. Produzido por Mark Ronson, o disco contará com 12 faixas. O conjunto feminino participará dos festivais britânicos de Reading e Leeds, ambos em agosto. Elas também abrirão a turnê europeia dos Strokes, agora no verão europeu. A relação de faixas de "Release me" é a seguinte: "Wishing he was dead", "He's not a boy", "Release me", "Walk of shame", "Narcissus in a red dress", "I can see it in your eyes", "Fair game", "Square one", "In the end", "Trouble in paradise", "Catch me if you can" e "Don't make a sound".

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Na boa, bizarro esse Chris Pitman, tecladista da banda de Axl Rose (que ainda insistem em chamar de Guns n' Roses). Repara só no que acontece com ele durante show em Moscou, na semana passada. O que será que aconteceu com ele?? Hein?



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BABADO: Amy Winehouse x Enrique Iglesias.

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A quem interessar possa, o resultado do encontro de Jay Z e Dr. Dre está no vídeo abaixo. A faixa, ainda inacabada, se chama "Under pressure", e estará presente no álbum "Detox", o primeiro de inéditas de Dr. Dre desde 1999, quando lançou "2001". "Detox" ainda não tem previsão de lançamento, ams deve sair ainda esse ano.



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O anúncio abaixo foi feito para o "Guitar Hero World Tour", mas nunca foi ao ar, porque as admiráveis famílias americanas consideraram-no desrespeitoso. Que tal, hein?



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Vai um vinhozinho "Whitesnake" aí? É sério mesmo... A banda de David Coverdale resolveu imitar o Iron Maiden e lançar a sua própria safra de vinho. Acho que vou separar 30 dólares e comprar de aniversário pro meu pai. Certamente, ele vai achar uma bosta, mas depois eu guardo a garrafa.

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Sai na primeira semana de julho o DVD "Stones in exile" (capa acima), o documentário que mostra os bastidores da gravação de "Exile on main st", um dos álbuns mais cultuados da carreira dos Rolling Stones. O disco foi gravado no ano de 1971, em uma mansão chamada Nellcôte, em Villefranche-sur-Mer (França). Eu não tive chance de ver o documentário, que já passou no Multishow, mas as críticas que li (no Brasil e lá fora) foram bem boas. Além do documentário, o DVD traz nos extras entrevistas com Keith Richards, Bill Wyman, Mick Taylor, Anita Pallenberg, Charlie Watts, Mick Jagger e Ronnie Wood.

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"Eu quero ser muito famosa/ E ter o seu amor/ Mas quero sentar no sofá do Jô/ Eu quero casar com você/ Estar na TV". Essa é a letra da música nova da Claudia Leitte. Nem sei porque perdi tempo escrevendo isso. Mas fico com raiva quando vejo um LIXO desses fazendo sucesso, enquanto tanta coisa boa não tem chance de aparecer.

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O cancelamento da turnê norte-americana do U2 custou 250 milhões de reais à banda irlandesa. Nunca vi uma coluna valer tanto. (Se minhas cinco hérnias de disco valessem, cada uma, mil pratas, eu já estava satisfeito.) E olha que foram cancelados "somente" 16 shows. Imagina se a turnê europeia, que começa em agosto, for por água abaixo também? O empresário Paul McGuinness disse que a manutenção da turnê vale, mais ou menos, um milhão de reais por dia, com ou sem show. Se eu fosse o Bono, subiria no palco do Estádio Olímpico de Turim, no dia 06 de agosto, até de cadeira de rodas.

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No início desse ano, Beck se reuniu em estúdio com Sergio Dias (dos Mutantes), Liars e St Vincent para regravar o álbum "Kick", do INXS. Antes disso, no ano passado, Beck se encontrou com o MGMT, além de Devendra Banhart e integrantes do Wolfmother e do Little Joy, para gravar "Songs Of Leonard Cohen", álbum lançado por Leonard Cohen em 1968. A ideia de Beck, nesse projeto "Record club", é exatamente se reunir com alguns colegas para gravar, sem ensaio, um álbum completo de algum artista, em 24 horas. Para o próximo álbum, Beck já convocou Thurston Moore (Sonic Youth) e Tortoise (Chicago), mas ainda não sabe qual o disco que vão regravar. Quando souber de alguma coisa, posto aqui. Mas acho que seria muito bacana que fosse algum álbum de David Bowie... "Low"... Imagina?

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Paul McCartney revelou que está escrevendo música para um balé. Sim, um balé. Ele não deu mais detalhes, mas disse à BBC que está "entusiasmado". "Eu me interesso em fazer coisas que nunca fiz antes", disse. Ainda não há previsão de estreia desse balé. Mas será bem curioso quando acontecer.

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Só para dar água na boca... O primeiro teaser trailer dos Smurfs.



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Em junho de 2006, na época da Copa da Alemanha, estava trabalhando na Folha, lá em São Paulo. Numa sexta, voltei para o Rio de madrugada. Logo que cheguei em casa, liguei o computador e vi que o Bussunda tinha morrido. Não conheci o cara, mas o meu fim de semana acabou naquele momento. Deus deveria sancionar uma lei que proibisse que humoristas (humoristas de verdade) morressem. Coincidentemente, estou lendo a biografia do Bussunda ("A vida do Casseta"), escrita por Guilherme Fiuza, e estou achando bem bacana. A leitura está meio lenta por conta da Copa, mas, quando terminar, eu comento aqui.



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E por falar em Copa do Mundo, no dia 17 de junho de 1962, o Brasil vencia a Tchecoslováquia, em Santiago, e sagrava-se bicampeão do mundo. O jogo terminou com o placar de três a um, com os gols brasileiros assinalados por Amarildo, Zito e Vavá. Na semana passada, estava vendo o filme oficial dessa Copa (que a revista Placar lançou em uma edição sensacional, assim como de todas as outras Copas), e a elegi como uma das minhas prediletas. A imagem é em preto e branco, e algo parece meio distante no tempo - é uma sensação diferente de quando vimos os filmes das Copas de 94, 82 ou até mesmo de 70, por exemplo -, mas, nossa, o que foi o Garrincha naquela Copa? Sinto falta de um craque assim, que entre para a história de uma Copa. Acho que o último foi o Maradona, em 1986. (No vídeo abaixo, repare no primeiro gol do Brasil, de Amarildo. Bem parecido com o do Maicon, na última terça-feira...)



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Vou te dizer que muita coisa aconteceu nesse 17 de junho de 1970. No mesmo dia em que Elis Regina teve filho, e que Miles Davis gravou "At Filmore", Pelé protagonizou um dos lances mais bonitos de sua carreira. Foi durante o jogo Brasil x Uruguai, pelas semifinais da Copa de 70. Ele deu um drible da vaca no goleirão Mazurkiewsky e chutou a bola bem rente à trave. Foi um dos não-gols mais lindos de todos os tempos. (E o mais impressionante, repare, é que na hora do drible, ele nem toca na bola... Gênio.)



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Volta e meia eu falo de Miles Davis por aqui. É impressionante como sempre tem algo bacana para escrever sobre ele. Seja anunciar o relançamento de alguma edição especial de algum álbum seu ("Bitches brew" vem aí) ou relembrar alguma data. E hoje é dia de lembrar que, exatos 40 anos atrás, Miles Davis subia ao palco do lanedário Filmore East para gravar o antológico álbum "Miles Davis at Filmore". As gravações aconteceram durante quatro apresentações, entre os dias 17 e 20 de junho de 1970. Na ocasião, Miles estava lançando "Bitches brew", que foi um dos precursores do chamado jazz fusion. O álbum contou com a produção de Teo Macero, e músicos como Steve Grossman, Chick Corea, Keith Jarrett, Dave Holland, Jack DeJohnette e o brasileiro Airto Moreira. Fala sério... Pode até soar um pouco estranho para os ouvidos menos acostumados, mas não tem como ser ruim.

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Bom, agora então vamos começar a falar de assuntos sérios. E hoje te gente bacana fazendo aniversário? Tem... (...resposta no estilo do auditório do Silvio Santos...) Então vamos falar de João Marcelo Bôscoli, músico, prodtor, empresário, filho de Elis Regina e de Ronaldo Bôscoli, e um dos chefões da gravadora Trama, que está sempre lançando coisas bacanas por aí. Se tem um tipo de gente que achava que nunca homenagearia aqui nesse blog é executivo de gravadora. Não abri exceção para o JMB. Antes de executivo, ele é um cara que realmente gosta de música. Por isso, os seus 40 anos não passam em branco por aqui. (E quem quiser ver a entrevista completa abaixo, com Juca Kfouri, é molinho encontrar no YouTube.)



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Ah, bom dia, pessoal! Que dia bonito, hein? Fim de semana chegando, Argentina jogando bonito, bons sonhos na noite... É... Ontem, eu estava preparando a pauta para hoje, e vi que a Disneylândia (o parque original, que fica na Califórnia) completa 55 anos nesse dia 17 de junho de 2010. Resultado: sonhei a noite toda com esse parque. Fiz um tour completo e cheguei à conclusão de que posso ficar uns 20 anos sem voltar para lá. Já foi tudo muito bem visto nesse sonho. (Nem sei porque estou escrevendo essa baboseira aqui.)

9 de jun. de 2010

Les Paul, Mitch Mitchell, Johnny Depp, Rita Lee, Stones, Bellamy, Klose, Duffy, Yorke, We Are Scientists, Woodstock, U2, Miles, Phosphorescent, PJ

Quer ouvir uma música inédita do Pearl Jam? Dizem que "Better days" é uma sobra de "Riot act". É bacaninha, mas bem abaixo da média da banda. De qualquer forma, para ouvir, basta clicar aqui.

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Não sei se vocês conhecem o Phosphorescent. Essa banda de Nova York é uma das coisas que mais tenho escutado ultimamente. Eles lançaram lá fora, faz poucas semanas, o seu quinto álbum, "Here's to taking it easy". E "The mermaid parade" foi a faixa que mais gostei: letra legal, guitarra linda, piano idem e... sensibilidade. Muita sensibilidade. Recomendo.



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Os fanáticos pela obra-prima "Bitches brew", de Miles Davis, podem separar a grana para a "Legacy edition" que sairá em agosto. Será um disco triplo, com dois CDs (com o álbum original + material bônus) e um DVD com um show registrado à época do lançamento, ou seja, 1970. Uma outra versão, com tudo isso e mais um livro e o álbum duplo em vinil será lançada simultaneamente. Imagina quanto não custará isso aqui no Brasil? Em 2004, saiu um box com quatro CDs com as sessões de gravação do álbum ("The complete 'Bitches brew' sessions"). Esperemos que o tal materia bônus dessa "Legacy edition" seja diferente.

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Mais um videozinho liberado pelo U2, e que faz parte do novo DVD/BD da banda, "U2360º at the Rose Bowl". Dessa vez foi "Ultraviolet". O DVD e o BD já saíram na Europa e nos Estados Unidos. Aqui no Brasil, estava agendado para ontem. Lógico que atrasou, né? Afinal de contas, a indústria do disco brasileira está rica, e não precisa de dinheiro. Ah, devo fazer uma promoção valendo o DVD duplo do U2 aqui no site, logo que ele chegar às minhas mãos. Vocês querem?



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A Rolling Stone brasileira confirmou hoje que o esperado Woodstock tupiniquim acontecerá entre os dias 09 e 11 de outubro dese ano, na fazenda Maeda, em Itu (100 quilômetros de São Paulo, mais ou menos). Por enquanto nenhuma banda está confirmada, mas alguns nomes já pipocam, como Smashing Pumpkins, Pixies, Incubus, Rage Against The Machine, Arcade Fire... Mas, por enquanto, só especulação mesmo. Aguardemos.

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A banda não é inglesa, e, pior, o país em que foi formada vai enfrentar exatamente a Inglaterra nessa Copa do Mundo. Mas o We Are Scientists, banda oriunda da Califórnia, gravou um hino especialmente para a seleção inglesa nessa Copa. Olha aí:



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"É uma questão de tempo. Mais de meses que de anos até que o negócio da música entre em colapso total." (Thom Yorke para o Rax Active Citizen Toolkit) Vale lembrar que Thom Yorke é um cara que realmente sabe dessas coisas - vide "In rainbows". Mas... Questão de meses? Será??

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DE VOLTA: Duffy parece que sabe das coisas. Ela explodiu com o bom álbum "Rockferry", em 2008, e depois sumiu do mapa. Agora que todos estão com saudades, sai o anúncio de que está retornando aos estúdios, em Nova York, para gravar um novo álbum. As canções estão sendo compostas pela própria Duffy, com a colaboração do baterista Ahmir "Questlove" Thompson e de Albert Hammond (o pai do guitarrista dos Strokes). Duffy promete o novo trabalho ainda para 2010.

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E fechando o dia 09 de junho de 1978, vamos terminar com... futebol, claro. E quem completa 32 anos hoje é o craque polonês (naturalizado alemão) Miroslav Klose. Ele jogou no Werder Bremen, e agora está no Bayern de Munique, mas acabou fazendo mais história mesmo pela seleção alemã. Klose foi vice-campeão do mundo em 2002, marcando cinco gols. Já em 2006, a Alemanha jogou em casa e foi a terceira colocada, e Klose fechou a competição também com cinco gols. Só que, dessa vez, ele foi o artilheiro da Copa. Agora em 2010, Klose estará de volta. E se ele marcar seis gols, ultrapassará o Ronaldo "Fenômeno", tornando-se o maior goleador da história das Copas.



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E no mesmo dia em que "Some girls" chegou às lojas, nascia Matt Bellamy, vocalista e guitarrista do Muse, uma das bandas mais adoradas (e superestimadas, na minha opinião) da atualidade. O último álbum da banda, "The resistance" (2009), está legal, apesar de soar um pouco como cópia pálida do Queen dos anos 70. Mas o que já tive chance de ver dessa nova turnê, aí passou um pouco do limite. Muito efeito especial, bailarino meio que descendo de disco voador... Ou, para ser mais direto: cafona pra cacete. Acho que pensaram em algo tão grandioso, mas tão grandioso, que... acabou ficando over. A gente costuma dizer que "o céu é o limite". Mas cheguei à conclusão de que, em termos de grandes shows, "o U2 é o limite, e olhe lá". Isso porque a banda irlandesa também quando quer ser cafona, sai de baixo. Mas, voltando ao assunto principal: parabéns, Matt Bellamy. (Ah, poupei vocês e coloquei um vídeo da turnê antiga do Muse.)



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Olha, agora vamos fazer de conta que estamos no ano de 1978. Mais especificamente no dia 09 de junho de 1978, ok? Olha, muita coisa legal, aconteceu nesse dia. Para começar, o lançamento do álbum "Some girls", dos Rolling Stones. Gravado em Paris, ele chegou à primeira posição da parada da Billboard. Algo não muito surpreendente para um álbum que tinha as seguintes faixas: "Miss you"; "When the whip comes down", "Just my imagination", "Some girls", "Lies", "Far away eyes", "Respectable", "Before they make me run", "Beast of Burden" e "Shattered".

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(Esse negócio da reforma ortográfica me fez lembrar uma situação curiosa. Quando a Rita Lee lançou o seu Multishow - Ao vivo, no ano passado, tentei fazer uma entrevista com ela. Todos sabemos que Tia Rita só atende essa raça chata e asquerosa de jornalista por e-mail. O assessor, simpático, disse que eu poderia mandar as perguntas, que ela responderia com o maior prazer. Acontece que tinha uma música que ela já apresentava em seus shows, chamada "Nóia". Só que com a tal reforma, o nome virou "Noia", perdeu o acento. Tia Rita acabou mudando o nome da música para "Se manca". A minha primeira pergunta era exatamente se ela tinha mudado o nome por causa da reforma ortográfica. Ela nunca respondeu.)

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E agora partiu cinema? Bom, então vamos lembrar aqui o nascimento de Johnny Depp, que aconteceu no dia 09 de junho de 1963 - tá ficando veio (acho que pela reforma ortográfica, ficou sem acento), hein? A lembrança mais forte que tenho desse ator é no seriado "Anjos da lei", que passava quando tinha os meus dez (dez?) anos de idade. Depois, ele fez uns filmes bem bacanas, como "Ed Wood", "Don Juan de Marco", "Chocolate", "Piratas do caribe", e o recente "Alice no país das maravilhas" (eese último ainda não vi, mas dizem que é legal). Quanto ao videozinho abaixo, desculpem-me, mas "Anjos da lei" só tem graça dublado... Hehehe...



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Olha, eu vou te dizer uma coisa: hoje é dia do tenista e bem que poderia ser o dia do guitarrista. E vou além: poderia ser o dia do baterista também! Sabe o motivo? Bom, conhece Jimi Hendrix, né? Então você conhece a sua primeira banda, a Experience, certo? Então... Hoje é aniversário do Mitch Mitchell, o batera animal desse que foi um dos maiores power-trios da história. Mitchell nasceu a 09 de junho de 1947 e, infelizmente, saiu de cena um pouco cedo, no dia 12 de novembro de 2008. Fal falta, né? Então vamos relembrá-lo?



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Bom, falei tanto de Copa, mas devo lembrar que hoje é o dia do tênis! E do tenista também. Parabéns a todos eles, em especial ao meu predileto de todos os tempos (Ivan Lendl) e o da atualidade (poderia ser outro que não o Rafael Nadal?). Mas, bom, tênis me lembrou guitarra. E guitarra me lembrou Les Paul. E foi exatamente no dia 09 de junho de 1915, que nasceu o grande guitarrista criador da Gibson Les Paul. Les Paul morreu no dia 12 de agosto do ano passado. Mas pergunta se os guitarristas se esqueceram dele...

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Bom dia, pessoal! Como estamos? Copa do Mundo chegando, hein? Sexta-feira agora começa. México x África do Sul será um jogo meio-sei-lá. Mas como é abertura, está valendo. Quero ver mesmo os da Espanha e da Argentina, as minhas duas seleções prediletas nessa Copa. Fernando Torres voltou ontem, e confio que esse possa ser o nome dessa Copa. Vamos ver... Certo mesmo só a minha corrente: "pra trás, seleção do Dunga".

26 de mai. de 2010

Peggy Lee, Miles, Tornado, Sivuca, Lenny Kravitz, Kiss, The Jam, Mark Ronson, U2, Gorillaz, Reznor, Vai, Flying Lotus, God Help The Girl, KoL, SRV

Agora a boa notícia para os fãs de Stevie Ray Vaughan. (Tem algum aí?) Sairá no dia 26 de julho a edição especial do classicozaço "Couldn't stand the weather". O lançamento fará parte das "comemorações" pelos 20 anos (já?) da morte do guitarrista. A edição especial consistirá do álbum original remasterizado, e mais 11 faixas extras, além de um CD bônus com um show gravado no Spectrum, em Montreal, no dia 17 de agosto de 1984, quando o álbum estava sendo lançado. As faixas extras são as seguintes: "Empty arms", "Come on (Pt. III)", "Look at little sister", "The sky is falling", "Hide away", "Give me back my wig", "Boot hill", "Wham!", "Close to you", "Little wing" e "Stang's swang". Já o repertório do show que comporá o segundo CD é esse aqui: "Testify", "Voodoo chile (Slight return)", "The things (that) I used to do", "Honey bee", "Couldn't stand the weather", "Cold shot", "Tin pan alley (aka Roughest place in town)", "Love struck baby", "Texas flood", "Stang's swang", "Lenny" e "Pride and joy". Já vou encomendar.

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Em estúdio desde o mês passado, os Kings of Leon deram mais umas dicas de como será o seu novo álbum, o sucessor do campeão de vendas "Only by the night" (2008). "É a primeira vez que gravamos em Nova York, e achamos que isso terá uma influência mais sombria no disco. Os trabalhos anteriores foram gravados em Nashville ou Los Angeles, que são mais solares", disse Caleb Followill à revista Spin. Entretanto, ele não descarta canções mais alegres. "Ele poderá ter faixas mais alegres, parecidas com as de 'Youth & young manhood'", completou. A banda já promete tocar músicas novas na turnê de verão nos Estados Unidos.

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Os fãs do Belle and Sebastian vão gostar dessa. Stuart Murdoch lançou um novo single de seu projeto paralelo God Help the Girl. A canção se chama "Baby you're blind", e conta com os vocais de Linnea Jönsson, do Those Dancing Days. Achei a música bem engraçadinha.




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Achei bem, hum, interessante a nova música do Flying Lotus, "Heave(n)". E você?



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Já tem mais ou menos uma semana que Steve Vai lançou o single virtual "Moon and I". Mas confesso que só ouvi hoje. E, tipo, é bem Steve Vai...



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Já conhecem a nova música de Trent Reznor? Ela foi composta para o filme "Tetsuo: The Bullet Man", do diretor Shinya Tsukamoto, é uma das coisas mais doidas que ouvi nos últimos meses.



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Com tantas bandas voltando por aí, essa aqui não podia faltar.

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E a música nova do Mark Ronson, hein? É, né? "Bang, bang, bang"...



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THE JAM IS BACK: Paul Weller no mesmo palco que Bruce Foxton, 28 anos depois... Aconteceu ontem, em Londres. *_*



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Eu gosto do Kiss porque os seus integrantes têm culhões suficientes para colocar o seguinte nome na sua nova turnê: "The hottest show on earth". Eles acreditam nisso. Os seus fãs também. Precisa de mais alguma coisa?

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E sabe quem completa 46 anos hoje? Lenny Kravitz. Sempre tive minhas restrições com a sua música. Considero muito bons os dois primeiros álbuns do cara, "Let love rule" (1989) e "Mama said" (1991), mas depois ele ficou chato pra caramba, pelo menos na minha opinião. Ficou se repetindo tanto, mas tanto, que não consigo nem mais escutar os seus dois primeiros trabalhos. Mas hoje eu prometo que vou tentar. E vou começar por essa música aqui...



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Quem nasceu no mesmo dia que Tony Tornado foi o grande Severino de Oliveira, ou, simplesmente, Sivuca. Nascido no município paraibano de Itabaiana, Sivuca, com a sua sanfona, compôs de tudo um pouco: frevo, forró, baião, choro, jazz, e por aí vai. E se você for fã dos Mutantes, deve saber que "Adeus, Maria Fulô" é uma composição do grande Sivuca em parceria com Humberto Teixeira. Além de "Adeus, Maria Fulô", Sivuca compôs a trilha sonora de um dos meus filmes prediletos - eu tinha até o discão - "Os Trapalhões na Serra Pelada". Então vamos relembrar Sivuca?



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Olha, quando eu vi isso na minha agenda, achei que fosse até sacanagem. Acredita que o Tony Tornado completa 80 anos hoje? Para mim, ele não tinha mais de 50... Hehehe... Tony Tornado é daqueles que some de vez em quando. E quando ele some, a gente vê o quanto ele faz falta. Pena que Tornado tenha gravado somente dois álbuns em sua curta carreira de cantor (entre 1971 e 1972). Na televisão, ele participou de novelas e minisséries como "Gente fina", "Vamp", "Agosto" (fez um Gregório Fortunato inesquecível), "Roque Santeiro", entre outras. No cinema, os seus principais trabalhos foram "Pixote, a lei do mais fraco" (1980) e "Quilombo" (1984).



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E no dia 26 de maio de 1926 nasceu o grande Miles Davis. E o que dizer desse jazzista em cinco linhas? Talvez o mais importante de Miles Davis é que ele transitou por todas as variantes do jazz, do bebop ao fusion, passando pelo cool jazz, pelo free jazz e pelo jazz modal. Citar os seus principais álbuns também é algo complicado. Só sei que, para hoje, já separei os seguintes: "Bitches Brew" (1969 - o box de 4 CDs com as sessões de gravação), o vinil de "A kind of blue" (1959 - tudo bem, esse é óbvio demais), "Miles smiles" (1966 - amo a interpretação para "Footprints" que tem nesse álbum) e "The complete concert" (1964 - o meu primeiro CD de Miles Davis, no qual o trompetista era acompanhado por Wayne Shorter, Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Williams). Que tal?



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E vamo que vamo. Dia 26 de maio. Sabe o que tem pra hoje? Hein? Noventa anos de Peggy Lee. A cantora e atriz norte-americana, que nasceu no dia 26 de maio de 1920, serviu de inspiração para muita gente, como Dusty Springfield, Frank Sinatra e Ella Fitzgerald. Os seus principais trabalhos como atriz foram no remake do filme "O cantor de jazz", de 1952, e em "Pete Kelly's Blues" (1955), pelo qual foi indicada ao Oscar de melhor atriz.



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Opa! Bom dia, gente! Tudo bom? Tempo doido, né? Deixa eu te dizer: hoje aqui em casa todo mundo madrugou. O cachorro, ansioso para viajar, latiu a noite toda. Mas acontece que, tipo, ele não viajou. Agora está uivando no meio da sala. Dá pra entender?

30 de ago. de 2008

CLÁSSICO DE MILES DAVIS GANHA EDIÇÃO ESPECIAL

“Kind of Blue”, um dos discos mais importantes da história do jazz, será relançado em uma versão de luxo, que abarca o CD original, mais um CD de raridades e um DVD. O pacote será lançado no dia 30 de setembro, pela gravadora Columbia. Quem não quiser comprar o pacote todo, pode optar por apenas a edição simples com o disco “Kind Of Blue” remasterizado.

No álbum, lançado originalmente em 1959, Miles Davis está acompanhado por um sexteto que, para muitos, é considerado o melhor grupo da história do jazz. Além de Miles, John Coltrane (saxofone tenor), Bill Evans (piano), Cannonball Aderley (saxofone alto), Paul Chambers (contrabaixo) e Jimmy Cobb (bateria) participaram das gravações.

O CD bônus traz versões alternativas das canções presentes no disco original, bem como uma sessão realizada em 1958 e mais uma faixa ao vivo. Já o DVD apresenta 55 minutos com um documentário inédito sobre a gravação do álbum.