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27 de ago. de 2010

Lupicínio, Sylvia Telles, Alex Lifeson, Stevie Ray Vaughan, Neil Young+Pearl Jam, Planeta Terra, LCD Soundsystem, Ozzy, Bon Jovi, STP, Diana Krall

A cantora Diana Krall marcou uma temporada de shows no Brasil para o mês que vem. Ela se apresenta em São Paulo (HSBC Brasil, nos dias 13 e 14), Brasília (Teatro Oi Brasília, dia 18) e Rio de Janeiro (Teatro Oi Casa Grande, no dia 20). Os ingressos para as duas apresentações em São Paulo já estão à venda no site www.ingressorapido.com.br, e custam entre 70 e 400 reais, com direito a meia-entrada. Ainda não há informações com relação à venda de ingressos no Rio e no DF.

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Essa moda de cair do palco tá pegando. Ontem foi a vez de Scott Weiland, do Stone Temple Pilots... Aliás, era playback ou não??



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O Bon Jovi lançará no dia 08 de novembro a coletânea "Greatest hits" em duas edições, uma simples, e outra, dupla. Além de sucessos como "Livin' on a prayer", "Always", "It's my life", "Wanted dead or alive" e "Keep the faith", haverá mais quatro faixas inéditas (na edição dupla, na simples serão apenas duas). Os nomes das quatro músicas novas são "The more things change", "No apologies", "This is love, this is life" e o primeiro single "What do you got?" (capa acima), que estreou hoje no site da banda.



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Que Zakk Wylde que nada... Hehehe...



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"Talvez a gente até grave um novo álbum. Só quero sair desse esquema de gravação profissional de discos. Em termos profissionais, não quero contar com nada além das turnês." (James Murphy, vocalista do LCD Soundsystem, dizendo ao site Quietus que a sua banda pode vir a gravar um novo álbum)

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O festival Planeta Terra, que acontece no dia 20 de novembro, em São Paulo, fechou o seu line-up com quatro atrações nacionais. São elas: Holger, Hurtmold, Novos Paulistas e Mombojó. Já estavam confirmados anteriormente atrações como Smashing Pumpkins, Pavement, Mika, Hot Chip, Phoenix, Of Montreal, entre outras. Segundo a produção, os ingressos estão acabando, e o quarto lote já está à venda, no site www.ticketsforfun.com.br, por R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia).

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E vamos continuar no clima de rock n' roll então... Hoje começa o festival de Reading, na Inglaterra. Mas eu quero lembrar aqui da edição de 1995. Por que? Ora, porque 15 anos atrás, Neil Young se juntou ao Pearl Jam para fazer uma apresentação antológica nesse festival. O repertório foi curto, mas sente o poder: "Big green country", "Song X", "Act of love", "Downtown", "Mr. Soul", "Scenery", "The needle and the damage done", "Hey hey my my", "After the goldrush", "Throw your hatred down", "Cortez the killer" e "Rockin' in the free world". A única coisa que achei desse show no YouTube foi esse vídeo abaixo. Não está muito bom, mas dá pra sentir o clima...



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Olha, eu não sei se a minha gripe vai deixar, mas o meu plano para hoje à noite é beber algumas ao som de Stevie Ray Vaughan. Hoje faz 20 anos que esse guitarrista sensacional foi mostrar o seu blues lá no céu. Ele morreu em um acidente de helicóptero em Wisconsin, após uma apresentação no Alpine Valley Music Theater, ao lado de Robert Cray, Buddy Guy, Eric Clapton e Jimmie Vaughan. Eu poderia escrever aqui um bando de coisa sobre o SRV... Que o seu álbum "Couln't tand the weather" (1984) é fantástico, que "Pride and joy" é uma das melhores canções já escritas, que SRV era um deus inca no palco... Mas eu prefiro resumir Stevie Ray Vaughan da seguinte maneira: ele foi o único artista que gravou uma música de Jimi Hendrix, e conseguiu... superar Jimi Hendrix. A música é essa aqui...



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Hoje também é dia de homenagear um guitarrista que eu gosto muito. Alex Lifeson, do Rush, completa 57 anos nesse 27 de agosto. E vou te dizer: assisti ao show do Rush mês passado em Nova Jersey e é impressionante o quanto o cara manda bem ao vivo. Ele me passa a impressão de ser uma espécie de balança da banda... O cara que, tipo, deixa o clima bom. E, depois de ver o documentário "Beyond the lighted stage", a gente chega à conclusão da importância de uma figura como essa para levar uma banda adiante, com mais de 35 anos de carreira. Em outubro estarei lá na Apoteose.



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Ah, agora eu vou falar de uma cantora que eu adoro. Sylvia Telles nasceu a 27 de agosto de 1934, e, na minha opinião, foi a melhor intérprete feminina da obra de Antonio Carlos Jobim. O seu álbum "Amor de gente moça" (1959) é a maior prova. Mas ela também gravou outros grandes discos, como o essencial "Amor em hi-fi" (1960), "Bossa, balanço, balada" (63) e "Bossa session" (64), esse último ao lado de Lúcio Alves e de Roberto Menescal. Sylvinha morreu aos 32 anos, vítima de um trágico acidente de automóvel em Maricá.



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(Lupicínio Rodrigues - 16/09/14 / 27/08/74)

20 de jun. de 2010

Resenhando: Capital Inicial, Flaming Lips, Tulipa, Stone Temple Pilots, Carmen Miranda

“Das kapital” – Capital Inicial
Não se sabe se foi por causa do acidente de Dinho Ouro Preto, em outubro do ano passado, mas o Capital Inicial voltou mudado. Depois do fraco “Eu nunca disse adeus”, e do bom (mas burocrático) “Multishow ao vivo”, a banda de Brasília ataca agora com um álbum enérgico, roqueiro e curto. Curto e grosso. Com 35 minutos de duração, “Das kapital” remete aos bons tempos do Capital, com canções diretas. Sem muita perda de tempo. Apesar de ainda apostar no filão adolescente (diferentemente de bandas como Paralamas e Barão Vermelho), Dinho e seus colegas soam mais adultos no novo álbum. As letras (a maioria assinada pela dupla Dinho Ouro Preto / Alvin L.) estão melhores (“Por mais que se tente/ Não dá pra sair/ Depois de descobrir/ Que não há nada a provar”, de “Como se sente”, a melhor faixa do álbum), embora ainda pequem com algumas tolices juvenis, como em “Melhor” (“Eu tenho medo do mundo/ Eu tenho medo do que pode acontecer/ Eu tô cansado de tudo/ De tanto lutar e nunca vencer ”) ou na “Natasha” atualizada de “A menina que não tem nada”. A primeira faixa do álbum se chama “Ressurreição” – os acordes iniciais de guitarra lembram muito “Bichos escrotos”, dos Titãs – por conta da fantástica recuperação de Dinho. Mas, depois dos 35 minutos de “Das kapital”, dá pra dizer que, de certa forma, o Capital Inicial deu uma ressuscitada.

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“The dark side of the moon” – Flaming Lips
A notícia dando conta de que uma banda vai gravar (sem tirar nem pôr) um álbum clássico de outra banda pode parecer desanimadora. Ainda mais quando esse álbum é um clássico tão conhecido como “The dark side of the moon”. “Ih, que falta de imaginação”, alguém pensaria. Mas a partir do momento em que a banda é o Flaming Lips, as coisas mudam de figura. O conjunto liderado pelo doidaço Wayne Coyne não “regravou” a obra-prima do Pink Floyd. Eles a demoliram e a reconstruíram. Ficou apenas o conceito. Apenas? É como se você derrubasse uma casa e construísse outra completamente diferente, mas com a mesma decoração. E o resultado ficou muito bacana. “Breathe”, com um baixo pulsante, ficou sensacional, assim como “On the run”, que ganhou um arranjo disco absolutamente inusitado (e delicioso). Já “Money” ficou com um contorno futurista, por conta dos efeitos de voz de Coyne. E “Time”, com a adesão de Peaches (que também deixa “The great gig in te Sky” bem interessante) e de Henry Rollins, ficou (quase) tão viajante quanto a versão original do Pink Floyd. Este último também participa do encerramento, na dobradinha épica “Brain damage / Eclipse”. Tá bom, pode haver um lado menos escuro na lua.

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“Efêmera” – Tulipa
Cantora surgindo por aí é o que não falta na música brasileira, o que pode ser bom ou ruim. Ou até mesmo péssimo, quando surgem clones de Cássia Eller ou Marisa Monte – as duas prediletas das cantoras sem muita imaginação. Por outro lado, é animador ouvir cantoras originais, como Céu, Tiê e... Tulipa. A cantora radicada em São Paulo faz a sua estreia com um álbum que se está longe de soar popular, é bem interessante. Pelo menos metade dos créditos deve ir aos parceiros da cantora nesse álbum. Tulipa mostrou que não é boba, e se cercou de gente muito boa, como Kassin, Duani, Donatinho, Céu (que faz backing vocal em algumas canções) e o guitarrista (e irmão) Gustavo Ruiz, que também produziu o álbum. O grande mérito de “Efêmera” é que, nele, Tulipa foge dos arranjos convencionais, apresentando algo bem criativo, como em “Pedrinho”, cheio dos barulhinhos bons construídos por Dudu Tsuda. Já “Da menina” tem um quê de Mutantes, assim como a faixa-título atualiza a Jovem Guarda. Em canções mais convencionais, como “A ordem das árvores” e “Às vezes”, Tulipa mostra que pode soar popular sem perder a qualidade. E para dizer que nem tudo é tulipa, em “Efêmera”, a cantora bem que poderia dar uma lapidada em suas letras para o próximo álbum. Mas fica a certeza de que essa Tulipa não será tão efêmera assim.

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“Stone Temple Pilots” – Stone Temple Pilots
Quando o Stone Temple Pilots surgiu com o álbum “Core” (e o hit “Plush”), em 1992, a crítica acabou colocando a banda no mesmo saco do grunge, que surgia encabeçado pelo Nirvana. Para a banda, o rótulo deve ter caído bem. Àquela época... Hoje, com o grunge mortinho da silva, o que o STP faz é hard-rock, vigoroso, dos bons. Mas não era exatamente isso que ele fazia em “Core” e no álbum seguinte “Purple” (1994)? Pois bem, o novo álbum, lançado nesse mês, e que leva o mesmo nome da banda, não fica atrás dos dois (e mais consagrados) trabalhos da banda de Scott Weiland (vocal), Robert DeLeo (baixo), Dean DeLeo (guitarra) e Eric Kretz (bateria). Duvida? A primeira faixa já é esclarecedora. “Between the lines” (vídeo abaixo) é um rock sem firulas, muito bem gravado e com a típica pegada da banda. A seguinte, “Take a load off”, conta com um ótimo vocal (sim, ótimo!) de Weiland, e segue uma linha mais melódica – mas sem parecer farofa. A bem da verdade é que as 12 faixas de “Stone Temple Pilots” não diferem muito umas das outras, com exceção de “Cinnamon” (New Order puro) e “Maver”, uma baladona dispensável. O resto é algo bem parecido com o que o STP já fazia anteriormente. E nem precisava mudar mesmo. Bem-vindo aos anos 90.

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“Hoje” – Carmen Miranda
Carmen Miranda morreu em 1955. Já ouviu algum álbum gravado entre os anos 40 e 50? A sonoridade não é muito agradável, não é? Então, por que não transportar a magnífica obra de Carmen para uma sonoridade que dê mais prazer ao ouvinte? Não, não se trata, de descontruir a obra dela. Mas sim de atualizá-la com relação aos recursos tecnológicos. Ou seja, quando ela gravou seus clássicos, o máximo que a tecnologia podia fazer era registrar aquele sonzinho meia-bomba. E quem não teve a oportunidade de ver Carmen Miranda se apresentando ao vivo nunca terá a oportunidade de ouvir a sonoridade “verdadeira” da obra da cantora? Só terá a chance de ouvir os discos com a parca tecnologia disponibilizada à época? Não. A Biscoito Fino acabou de lançar “Hoje”, álbum com 14 canções cantadas por Carmen Miranda, com novos acompanhamentos (mas que são fiéis aos originais). Músicos como Henrique Cazes (que divide a produção com Ruy Castro, biógrafo da cantora – quer chancela maior que essa?), Luís Filipe de Lima, Beto Cazes, Ovídio Brito e Dirceu Leite dão a profundidade e a pegada que a música de Carmen merece. Agora sim dá pra fechar os olhos e imaginar Carmen Miranda no palco do Cassino da Urca. (Só não precisava a Biscoito Fino cobrar tão caro pelo CD, coisa que vem acontecendo com frequência.)

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Em seguida, a faixa “Between the lines”, do Stone Temple Pilots, gravada ao vivo no programa do David Letterman.

21 de mai. de 2010

Bebeco, Sheridan, Frejat, Elton John, Bowie, Gracindo, U2, Arcade Fire, Magic Numbers, Paralamas, !!!, Paul, Stone Temple Pilots, Chico, LCD, Beck,Dio

O último suspiro de Dio caiu na internet. "Electra" é tida como a última gravação do cantor que morreu no domingo passado. Será que tem mais coisa guardada por aí?



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Querem ouvir a trilha sonora completa do seriado "True blood"? Gostei muito da música do Beck, "Bad blood".

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E o videoclipe de "Bye bye bayou" do LCD Soundsystem, hein? O que dizer?

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Quer ler uma bela (e rara) entrevista com Chico Buarque? Está aqui.

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Acabo de ver no site da MTV UK a versão integral do comercial novo da Nike para essa Copa do Mundo. Simplesmente genial!



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Lily Allen, Johnny Marr e Bat For Lashes são os grandes vencedores do Ivor Novello Awards. Mais informações aqui. (Será que foi por isso que agora Lily Allen quer escrever músicas para Lady Gaga??)

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Quer ouvir o álbum novo inteirinho do Stone Temple Pilots? Hein? Tá aqui. Eles também estiveram no programa do David Letterman.



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DIRETAMENTE DO SÉCULO XVIII: Deu na Spinner que o governo de Belgorod (na Rússia) proibiu shows de metal de cidade. O governador Evgenie Savchenko disse que, dessa forma, "promoverá a suspensão da atividade satânica".

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"Provavelmente tocaremos no Peru e também no Chile e na Argentina." (Paul McCartney falando sobre uma possível turnê pela América do Sul nesse ano). Mas, peraí, será que ele se esqueceu do Brasil??

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O !!! também divulgou detalhes de seu novo álbum. "Strange weather, isn't it?" chegará às lojas britânicas no dia 23 de agosto, e será o primeiro trabalho desde a morte do baterista Jerry Fuchs, vítima de um acidente em um elevador. As faixas de "Strange weather, isn't it?" são as seguintes: "AM/FM", "The most certain sure", "Wannagain wannagain", "Jamie, my intentions are bass", "Steady as the sidewalk cracks", "Hollow", "Jump back", "Even Judas gave Jesus a kiss" e "The hammer".

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Genial o videoclipe de "Mormaço", dos Paralamas do Sucesso com participação especial de Zé Ramalho.



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O Magic Numbers adiou o lançamento de seu novo álbum. Agendando inicialmente para o dia 07 de junho, "The runaway" sairá no dia 26 de julho. Os nomes das faixas são os seguintes: "The pulse", "Hurt so good", "Why did you call?", "Once I had", "A start with no ending", "Throwing my heart away", "Restless river", "Only seventeen", "Sound of something", "The song that no one knows", "Dreams of a revelation" e "I'm sorry".

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Quer ouvir um pouquinho (um pouquinho de nada mesmo) do novo single do Arcade Fire. Por aqui.

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BRUXA SOLTA: Bono, vocalista do U2, machucou as costas enquanto ensaiava para a turnê "360º" e teve que ser operado de emergência. O cantor está internado em um hospital em Munique, na Alemanha. Segundo o site oficial da banda, Bono deve passar mais alguns dias no hospital, e depois se recuperará em casa. A "360º Tour" recomeçaria no dia 03 de junho, em Salt Lake City. Paul McGuinness, empresário da banda, acabou de soltar um comunicado afirmando que o primeiro show da turnê está cancelado. A perna norte-americana da "360º" termina no dia 19 de julho, no New Meadowlands Stadium, em Nova Jersey. McGuinness disse ainda que a banda estava ensaiando mudanças com relação a turnê do ano passado.

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Alguém foi ao show do Johnny Winter ontem no Canecão? Jamari França conta como foi no blog dele.

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Fãs de "Star wars" levantem o dedo. Hoje faz 30 anos que estreou o segundo (ou quinto, dependendo do ponto de vista) episódio da saga, "O império contra-ataca". Saudades dos nossos heróis Darth Vader, Luke Skywalker, Han Solo, Princesa Leia, Mestre Yoda e, claro, o Jabba. Eram bem mais interessantes do que esses seres azuis e compridos do cinema atual.



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Passando agora para a televisão, hoje é aniversário de Gracindo Júnior. Filho do grande Paulo Gracindo, ele nasceu a 21 de maio de 1943. Ele fez mais de 30 trabalhos na televisão, entre novelas e minisséries, com destaque para "O bem amado", "O casarão", "O salvador da pátria", "Esplendor" e "Chiquinha Gonzaga". Gracindo Júnior também foi diretor do programa "Os Trapalhões".



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Em 1983, nesse mesmo dia 21 de maio, David Bowie conseguia um feito inédito em sua carreira. Pela primeira vez, ele conseguiu colocar uma canção no topo das paradas britânica e norte-americana simultaneamente. "Let's dance" está longe de ser uma das melhores composições de Bowie, mas vale a pena relembrá-la.



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No dia 21 de maio de 1979, Elton John quebrou a cortina invisível da Guerra Fria, e foi o primeiro rockstar a se apresentar na antiga União Soviética. O compositor britânico fez tanto sucesso por lá, que só conseguiu deixar o país após oito shows em Moscou. Uma boa gravação de um desses shows existe em bootleg, e pode ser facilmente encontrado na internet. Na apresentação, Elton John foi acompanhado apenas pelo percussionista Ray Cooper.



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E hoje vamos dar os parabéns para Roberto Frejat, que completa 48 anos. Vocalista do Barão Vermelho, Frejat segurou a peteca quando Cazuza saiu do conjunto. No peito, ele e seus colegas mantiveram o nível dessa que é uma das maiores bandas de rock do Brasil. Em sua carreira solo, Frejat ainda não conseguiu reeditar o mesmo sucesso do Barão, mas "Segredos", para mim, é uma das músicas brasileiras mais bacanas dos anos 00. Parabéns, Frejat!



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E quem faz 70 anos hoje é Tony Sheridan. O músico britânico tocou com artistas como Gene Vicent e Eddie Cochran. Sheridan também foi importante para a carreira dos Beatles, se apresentando e gravando com os quatro rapazes de Liverpool, no início da carreira da banda.



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E hoje, dia 21 de maio, é o dia da Língua Nacional. Eu acho que a língua portuguesa é uma das poucas coisas que salva o Brasil.



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Bom dia, pessoal! Que dia lindo, hein? Apesar da derrota do Mengão ontem. Mas tudo bem. Amanhã tem a final da Champions League. E vamos começar essa sexta homenageando um cara que partiu lá pro andar de cima ontem. Bebeco Garcia vai nos fazer falta...

18 de mai. de 2010

Piave, Wakeman, Morelenbaum, Ian, Ramones, Dias Gomes, Domingos da Guia, Klaxons, Costello, Stones, Gorillaz, Pearl Jam, Rush, Ozzy, STP, R.E.M.

Dando continuidade ao lançamento de edições de luxo dos seus álbus mais antigos, o R.E.M. agora ataca com "Fables of the reconstruction", de 1985. A nova edição, dupla, sai no dia 13 de julho. O CD 1 conta com o álbum (que tem músicas como "Life and how to live it", "Auctioneer", "Maps and legends" e "Driver 8") remasterizado. Já o segundo CD terá 14 versões demo - pena que não é nenhum show da época - registradas antes da gravação do álbum, que aconteceu em Londres. No encarte, um texto do guitarrista Peter Buck, sobre a gravação. No mesmo dia, haverá o lançamento do vinil em 180 gramas. O CD "The Athens demos" trará a canção "Throw those trolls away", absolutamente inédita. O repertório completo do CD bônus é o seguinte: "Auctioneer" [demo version]; "Bandwagon" [demo version]; "Can't get there from here" [demo version]; "Driver 8" [demo version]; "Feeling gravity’s pull" [demo version]; "Good advices" [demo version]; "Green grow the rushes" [demo version]; "Hyena" [demo version]; "Kohoutek" [demo version]; "Life and how to live it" [demo version]; "Maps and legends" [demo version]; "Old man Kensey" [demo version]; "Throw those trolls away" [demo version]; e "Wendell Gee" [demo version].

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E a música nova do Stone Temple Pilots, hein? "Take a load off" já pode ser escutada aqui. Eu achei legal. Estou ansioso para ouvir o disco.

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Ozzy Osbourne anunciou o lançamento de edições especiais de seus álbuns "Blizzard of Ozz" e "Diary of a madman". Os discos serão remasterizados e contarão com as participações dos músicos originais Bob Daisley (baixo) e Lee Kerslake (bateria). As edições em CD lançadas em 2002, após uma pendenga judicial, contaram com as bases regravadas pelo baixista Robert Trujillo e pelo baterista Mike Bordin. Ainda não há data de lançamento prevista, mas acontecerá até o final do ano.

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O Rush divulgou a data de lançamento de seu novo vídeo, "Beyond the lighted stage". O vídeo chegará às lojas, em DVD e em BD, no dia 05 de julho. Além do filme que conta a trajetória da banda canadense, o DVD e o BD terão um hora de extras, que são os seguintes: "Being bullied and the search for the first gig", "Reflections on the album 'Hemispheres'"; "'Presto' and 'Roll The bones' rap"; "The RUSH fashion"; "Hobbies on the road"; "RUSH trekkies"; "Pre gig warm-up"; "'Best I can' (never-before-seen footage w/ original drummer, John Rutsey from 1974); "'Working man' (never-before-seen footage w/ original drummer, John Rutsey from 1974); "'La Villa Strangiato' (Live at Pinkpop Festival in Holland from 1979 - first time this epic song was captured on video); "'Between the sun and moon' (Hartford, CT - from the band’s first show back after hiatus in 2002); "Dinner with RUSH at a hunting lodge"; "'Far cry' live from the ‘Snakes & Arrows’ DVD; "'Entre Nous' live from the ‘Snakes & Arrows’ DVD; "'Bravado' (rare live version previously only available on the R30 Blu-ray version); "'YYZ' (rare live version previously only available on the R30 Blu-ray version).

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E que tal o Pearl Jam tocando Van Halen na sua nova turnê?



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Conhecem a versão alternativa de "Glitter Freeze", do Gorillaz? A faixa tem participação especial de Mark E. Smith. Achei melhor do que a original.



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Hoje foi lançada, mundialmente, a edição de luxo do clássico "Exile on main st.", dos Rolling Stones. Algumas lojas virtuais já têm em pronta entrega, inclusive. Aqui no Brasil, chegou a versão dupla, com o CD original, e mais um de raridades. Lá fora, tem a versão com um DVD que apresenta um documentário de 30 minutos. Por que também não foi lançada a edição com DVD aqui no Brasil? Será que a gravadora vai esperar que os fãs dos Rolling Stones comprem a versão do CD duplo, para, um mês depois, lançar a edição com o DVD e, assim, obrigar os fãs a comprar de novo? É capaz. Até mesmo porque isso tem acontecido com muita frequência por aqui. Os fãs de verdade, que querem comprar a versão com tudo que tem direito, são sempre prejudicados.

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Já viram as capas de disco "mais sexies" de todos os tempos? Aqui!

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Adorei esse videoclipe do Here We Go. O diretor Nat Livingston Johnson usou uma câmera JVC Videomovie de 1984, a mesma que Marty McFly carregava de um lugar a outro no filme "De volta para o futuro". Veja como o resultado ficou legal..



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É muito triste que, em pleno ano de 2010, artistas ainda tenham que cancelar shows em outros países por questões políticas. O último a tomar tal atitude foi Elvis Costello, que cancelou duas apresentações em Israel. Triste. A explicação do cantor pode ser lida aqui.

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NOVELA CANECÃO: Capítulo três.

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Essa coisa de banda voltar deve ser tão lucrativo que até mesmo Paul McCartney disse que se John Lennon e George Harrison estivessem vivos, os Beatles certamente já teriam voltado em alguma ocasião. Em entrevista ao The Mail, Paul disse que houve convites para os Beatles voltarem a se apresentar juntos nos anos 70. "Naquela época, julgamos não ser uma boa ideia. Mas o tempo passou. Se fosse hoje, seria mais fácil acontecer."

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PARECE QUE AGORA VAI: Depois de tantos adiamentos, agora é pra valer. O Klaxons deve colocar novo álbum na praça muito em breve. Jamie Reynolds, James Righton, Simon Taylor-Davies e Steffan Halperin agendaram quatro shows em pequenas cidades inglesas para testar o repertório do sucessor de "Myths of the near future". O segundo álbum ainda não tem título, mas a banda já confirmou participação nos festivais de Reading e Leeds, em agosto.

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Rolando a bola para o futebol, hoje também vamos nos lembrar de Domingos da Guia. Hoje faz 10 anos que o ex-zagueiro, que defendeu as cores de times como Nacional (Uruguai), Boca Juniors (Argentina), Vasco da Gama, Flamengo, Corinthians e seleção brasileira, morreu. Pela seleção, o pai de Ademir da Guia jogou 30 vezes, tendo participado da Copa de 1938, na qual o Brasil terminou na terceira posição.



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Mudando o assunto para a literatura, hoje faz 11 anos que o grande Dias Gomes morreu. O escritor foi responsável por coisinhas como "O bem amado", "Roque Santeiro", "Bandeira 2", "Saramandaia" e "O pagador de promessas". E com essas novelinhas meia-boca de hoje, dá para sentir quanta falta ele faz para a televisão, não?



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E como uma coisa vai puxando a outra, agora vamos do pós-punk ao punk. No dia 18 de maio de 1989, os Ramones colocavam nas lojas um de seus álbuns mais bacanas, pelo menos na minha opinião. "Brain drain" tem algumas das minhas músicas prediletas dos Ramones, como "I believe in miracles", "Pet sematary", "Ignorance is bliss" e "Come back, baby". Aliás, eu gosto tanto de "Brain drain", que, na última vez que os Ramones tocaram aqui, eu levei uma velha cópia desse vinil para que eles autografassem depois do show. Consegui o autógrafo dos quatro, e guardo a relíquia a sete chaves. A contracapa autografada está aí em cima. Fiz uma cópia só para deixá-los com inveja... Hahaha...

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E vamos partir para a Inglaterra. Mais especificamente a cidade de Manchester. Foi lá onde Ian Curtis nasceu e se tornou um ícone a frente do Joy Division. A carreira foi curtinha - Ian se suicidou aos 23 anos de idade -, mas a sua obra é adorada até hoje. Pode até parecer inexplicável como é que um artista que lançou apenas dois álbuns pode permanecer tão relevante 30 anos após o seu desaparecimento. Mas se você colocar "Unknown pleasures" (1979) e "Closer" (1980) para rodar, vai entender. Talvez a sonoridade sombria do Joy Division tenha sido a melhor tradução da Grã-Bretanha na segunda metade da década de 70, no período entre a volta ao poder dos trabalhistas e o Thatcherismo, passando pelo "inverno do descontentamento" e uma economia em frangalhos. As letras expressavam bem o que os ingleses queriam ouvir naquele momento. Ian morreu há 30 anos, no dia 18 de maio de 1980. E o seu legado foi tão importante que os integrantes do Joy Division mudaram o nome da banda para New Order, após a sua morte.



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Agora no Brasil, também não podemos nos esquecer de Jaques Morelenbaum, um dos grandes músicos do país. Arranjador, maestro, produtor, compositor e violoncelista, Jaquinho já tocou com todo mundo da nossa MPB, além de alguns dos mais renomados músicos estrangeiros. Dá uma olhadinha na lista: Tom Jobim, Caetano Veloso, Sting, Paula Morelenbaum, Ryuichi Sakamoto, Gal Costa, Dulce Pontes, David Byrne, Cesária Évora, Mariza, entre outros. O vídeo abaixo foi extraído de uma apresentação de Morelenbaum, que contou com vários convidados especiais, no saudoso Heineken Concerts, que acontecia no não menos saudoso Metropolitan. Jaquinho participou da edição de 1995. Eu me lembro bem desse show. Tem 15 anos, mas parece que foi ontem. Jaquinho, que também fez parte da banda A Barca do Sol, completa 66 anos hoje.



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Os fãs de rock progressivo também podem comemorar nesse 18 de maio. Hoje, Rick Wakeman completa 61 anos de idade. Seja tocando teclado no Yes ou em sua carreira solo, Wakeman conquistou muitos fãs que curtem aquelas suas viagens mucho locas, tipo essa aí abaixo.



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Quem curte ópera aqui pode comemorar. Hoje, celebramos o bicentenário de um de seus libretistas mais famosos. Francesco Maria Piave nasceu na ilhota italiana de Murano, no dia 18 de maio de 1810. Ele trabalhou com compositores como Giovanni Pacini, Saverio Mercadante, Federico Ricci e Michael Balfe, mas o seu parceiro mais importante foi Giusepe Verdi, com quem trabalhou junto nas óperas "Ernani", "I due foscari", "Atilla", "Macbeth", "Il corsaro", "Stiffelio", "Rigoletto", "La traviata", "Simon Boccanegra" e "La forza del destino". E para Francesco Maria Piave, o nosso brinde...



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Opa! Bom dia, pessoal. E o que que tem pra hoje, hein? Sabia que dia 18 de maio é do Dia do vidreiro? Não sei muito qual é a do vidreiro não, mas, de qualquer forma, parabéns.

10 de set. de 2008

SITE NORTE-AMERICANO ELEGE OS VOCALISTAS DE ROCK MAIS IRRITANTES

O site Metromix fez uma pesquisa junto aos seus leitores para eleger o cantor de rock mais irritante. A curiosa lista apresenta nomes mais de artistas mais que consagrados, como Bono, Sting, Eddie Vedder, Axl Rose e Thom Yorke, o que, com certeza, provocará muita polêmica. O primeiro colocado da pesquisa foi Scott Stapp (foto acima), vocalista do Creed.

Quando indagado o motivo da escolha de 23 nomes, o site Metromix explicou que o número 23 seria apenas para irritar os leitores.

Abaixo, segue a lista completa:
1) Scott Stapp (Creed)
2) Fred Durst (Limp Bizkit)
3) Bono (U2)
4) Billy Corgan (Smashing Pumpkins)
5) Dave Matthews (Dave Matthews Band)
6) Axl Rose (Guns n' Roses)
7) Scott Weiland (Stone Temple Pilots)
8) Tom DeLonge (Blink-182)
9) Adam Duritz (Counting Crows)
10) Chris Martin (Coldplay)
11) Chad Kroeger (Nickelback)
12) Vince Neil (Motley Crue)
13) Pete Doherty (Libertines, Babyshambles)
14) Eddie Vedder (Pearl Jam)
15) Chester Bennington (Linkin Park)
16) Thom Yorke (Radiohead)
17) Sting (Police)
18) Ed Kowalczyk (Live)
19) Adam Levine (Maroon 5)
20) Anthony Kiedis (Red Hot Chili Peppers)
21) Paul Banks (Interpol)
22) Conor Oberst (Bright Eyes)
23) Gerard Way (My Chemical Romance)

8 de jul. de 2008

SCOTT WEILAND CONFIRMA NOVO ÁLBUM SOLO

O ex-vocalista da banda Velvet Revolver vai lançar o seu segundo álbum solo, ainda sem título, no dia 07 de outubro, tirando as esperanças dos fãs do Stone Temple Pilots (atual banda de Scott Weilland), que esperavam um disco novo do emblemático grupo em breve.

Sobre o lançamento, em entrevista à revista Absolute Punk, Weiland disse que “será definitivamente uma viagem sonora, como fora o meu primeiro álbum, um pouco mais focado, já que não estou envolvido em drogas como estava nesse primeiro. Mas, você sabe, ainda com um pouco de tudo, porque minhas influências são vastas e variadas”.

O primeiro trabalho solo de Scott Weiland, “12 Bar Blues”, foi lançado há exatamente dez anos.