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Chega às lojas no dia 29 de novembro o pacote com CD e DVD "Go live", de Jónsi. O DVD traz uma apresentação do último álbum solo do líder do Sigur Rós, em Londres, com entrevistas. Já o CD foi gravado entre a Bélgica e a Inglaterra. As faixas do DVD são as seguintes: "Hengilás", "Icicle sleeves", "Kolniður", "Tornado", "Sinking friendships", "Go do", "Boy lilikoi", "New piano song", "Around us", "Volume pedal song" e "Grow till tall". O CD terá três músicas a mais: "Stars in still water", "Saint naive" e "Animal arithmetic". Um pequeno trailer do DVD pode ser visto logo abaixo:
"Daqui 30 anos, quando os integrantes do Coldplay forem senhores de idade, as pessoas vão olhar para trás e dizer: 'esses caras eram mais talentosos que os Beatles'." (Kanye West, em entrevista ao The Sun)
Mais uma vez o Queen está presente aqui no blog. E não é por menos: hoje faz 32 anos que a banda de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon soltou um de seus álbuns mais importantes, "Jazz". Foi o sétimo álbum da banda, lançado logo após os petardos "A night at the opera" (1975), "A day at the races" (76) e "News of the world" (77). Responsa grande, né? Mas, como de costume, o Queen não decepcionou não. E ainda causou polêmica. No encarte do LP vinha um poster com uma foto cheia de mulheres peladas em cima de bicicletas, tal qual o videoclipe de "Bycicle race". E o álbum ainda tinha "Fat bottomed girls", "Let me entertain you", "Dreamers ball", "Don't stop me now"... Discaço, não?
Vamos falar de álbuns, então? Sim. E quero começar por um dos discos ao vivo mais importantes de todos os tempos: "Live/Dead", do Grateful Dead. Lançado no dia 10 de novembro de 1969, o álbum foi o primeiro gravado ao vivo de uma banda que tinha nos shows a sua maior força. Durante as suas apresentações, a banda de Jerry Garcia promovia os famosos "acid tests", quando os fãs se enchiam de LSD e ficavam viajando na música para abrir as portas da consciência. "Live/Dead" retrata exatamente essas viagens, nas suas sete faixas, durante 75 minutos. Olha só as músicas que fazem parte desse grande álbum: "Dark star", "St. Stephen", "The eleven", "Turn on your love light", "Death don't have no mercy", "Feedback" e "And we bid you goodnight".
EBA!! R.E.M. DE VOLTA AOS TRABALHOS: Depois de ter lançado "Accelerate" (2008), o seu melhor trabalho em anos, Michael Stipe e seus colegas já voltaram ao estúdio para dar continuidade às gravações do próximo disco da banda. O R.E.M. já gravou alguma coisa em Nova Orleans, em novembro de 2009. Mas parece que agora a coisa é pra valer. A produção é do mesmo Jacknife Lee, de "Accelerate". Pelo jeito, vem aí em breve o melhor álbum de Michael Stipe & Cia. em anos...
TAMBÉM QUERO: O La's anunciou hoje o lnçamento de super-hiper-mega box-set com quatro CDs. (O detalhe é que a banda só lançou um único álbum até hoje.) "Callin' all" tem uma penca de lados B, faixas ao vivo, sobras de estúdio, e várias outras coisinhas de Lee Marves e companhia. Já separei a graninha para essa caixa.
OASIS POR SEUS FÃS: Pelo jeito, a situação entre os irmãos Gallagher continua tão ruim que, para não ficar sem documentário, os diretores do vídeo estão apelando para os fãs. Aliás, os diretores são os mesmo de "No distance left to run", documentário chapa-branca sobre o Blur, que saiu no início desse ano, e que foi comentado aqui no blog no último sábado. Ah, e quem sabe o seu depoimento não aparece no documentário? Os interessados podem ver os detalhes aqui.
A terceira leva de singles do Queen: Mal acabei de escrever "The show must go on" lá embaixo, e chega um e-mail aqui do site do Queen. Será lançado no dia 31 de maio (lá fora, claro), a terceira caixinha com os singles da banda inglesa. Esse box compreeenderá o período de 1985 a 1989, com 13 CDs, de "It's a hard life" a "Scandal". As outras duas caixinhas, já lançadas, e que podem ser encontradas em importadoras, são muito legais, com a reprodução das capinhas originais e algumas (poucas) coisas raras. Acho que o maior destaque dessa terceira leva é o single "Thank God It's christmas".
Os melhores momentos das apresentações que o Grateful Dead fez no Egito em 1978 foram agrupados no CD duplo “Rocking the Cradle: Egypt 1978”, lançado no exterior no início do mês. Os concertos foram realizados aos pés da Esfinge, no complexo de Gizé, no Cairo. Um DVD com trechos das apresentações também faz parte do pacote.
A lendária banda norte-americana confirmou os boatos que têm circulado pela Internet recentemente, e vai realmente se reunir para uma apresentação em benefício da candidatura do democrata Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos.
A lendária banda Grateful Dead deve se reunir em outubro para promover a campanha do candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, Barack Obama. Está sendo noticiado pela imprensa norte-americana que o grupo fará um show no dia 13 de outubro para levantar fundos para a campanha de Obama.
De acordo com a Fox News, participariam do concerto os quatro membros ainda vivos, Bob Weir, Mickey Hart, Phil Lesh e Bill Kreutzmann. A emissora também informou que Warren Haynes, dos Allman Brothers, seria o líder da banda, no lugar de Jerry Garcia, que morreu em 1995, após um ataque cardíaco.
A imprensa também noticiou que esse show para a campanha democrata serviria de teste para uma turnê de retorno do Grateful Dead no ano que vem.
A banda Fall Out Boy já tem planos de retornar aos estúdios. Eles revelaram que estão pensando em gravar um novo disco, que sucederá “Live in Phoenix”, lançado no mês passado. A banda discutiu como será o novo trabalho, durante o casamento do baixista Pete Wentz com Ashlee Simpson. O guitarrista Patrick Stump, em entrevista à Billboard, disse que gostaria muito de fazer um novo álbum logo, mas, ao mesmo tempo, não quer enganar os fãs. Ele disse também, que o Fall Out Boy já tem algum material para o próximo trabalho e que, musicalmente, o disco será bem diferente dos trabalhos anteriores da banda.
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O Yeah Yeah Yeahs encontra-se em estúdio trabalhando em novas canções, que formarão um novo disco, o sucessor de “Show Your Bones”, de 2006. Uma mensagem no blog da banda diz que o trio está se inspirando em gatos para escrever as novas canções: “Os gatinhos, assim como nos discos anteriores, estão desempenhando um papel fundamental no processo de composição do próximo álbum do YYY’s. ‘Show Your Bones’ foi gravado no estúdio caseiro de Sam Spiegel durante o nascimento de uma ninhada de gatos”. A banda ainda disse que existe um gato em particular, chamado Squeaker (abaixo), que é a maior fonte de inspiração para esse terceiro álbum.
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Pete Doherty e M.I.A. são dois artistas que irão participar do primeiro álbum do Mongrel, nova banda de Andy Nicholson, ex-baixista do Arctic Monkeys. Também participarão do disco Matt Helders (baterista do Arctic Monkeys), Jon McClure (do Reverend And The Makers) e o baixista Drew McConnell, do Babyshambles. Em entrevista à Billboard, McClure, que será vocalista do Mongrel, disse que o disco será ‘muito importante’, e que ele mesmo é o responsável pela produção. O álbum, que ainda não tem título definido, chegará às lojas ainda esse ano. Ao mesmo tempo, McClure sairá em turnê.
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A banda The Last Shadow Puppets, formada por Alex Turner e Miles Kane, vai lançar o segundo single do seu álbum de estréia, “The Age Of Understatement”. “Standing Next To Me” chegará às lojas no dia 07 de julho. O single ainda vai conter três faixas inéditas, e será lançado em três formatos: CD simples, dois vinis de sete polegadas e digital. Abaixo, um vídeo da canção, gravado ao vivo em estúdio.
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Depois de fazer imenso sucesso na Inglaterra, alcançando o ‘top ten’ da para britânica, a banda Sam Sparro vai lançar o seu primeiro álbum, que leva o nome da banda no título, nos Estados Unidos. O disco chegará às lojas no dia 24 de junho, após uma recente e bem-sucedida apresentação no festival de Coachella, quando chegaram a dividir o palco com o vocalista do Klaxons, Jamie Reynolds. Abaixo, o clipe da música “Black And Gold”, presente no álbum de estréia do Sam Sparro.
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Bono, vocalista do U2, sugeriu a criação dos Estados Unidos da África. Segundo Bono, a união dos países africanos nos mesmos moldes dos Estados Unidos da América, os ajudaria a reduzir os conflitos tribais ocorridos na região. Em artigo para o jornal japonês Asahi Shimbun, Bono disse que essa proposta poderia ser um sonho a longo prazo. “Eu acho que uma identidade mais ampla do africano seria muito importante para resolver as tensões tribais”. Sob o ponto de vista irlandês, Bono escreveu: “O povo irlandês sempre ri quando vê os americanos saudando as suas bandeiras nas escolas, com todos em pé. Mas quando você começa a saber mais sobre as coisas, chega à conclusão de que não existem diferentes grupos tribais nos Estados Unidos, e para a criação de uma identidade nacional desse tamanho, tem que trabalhar muito fortemente esse tipo de patriotismo”. A União Africana foi criada em 2002, mas tem sido muito criticada por ter pouco dinheiro, e também pela inabilidade em intervir nos problemas políticos e militares do continente.
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Um dia após a sua morte, o compositor Bo Diddley foi homenageado por diversas personalidades do mundo da música, que prestaram depoimentos emocionados. Mickey Hart, baterista do Grateful Dead definiu a batida de Diddley como “a base para milhares de bandas, como os Beatles, Rolling Stones, Grateful Dead e várias outras”. Já o guitarrista Slash disse que Diddley foi um “grande herói” para ele, e que influenciou bastante a canção “Mr. Brownstone”, de sua ex-banda Guns ‘n’ Roses. “Bo Diddley criou um mito que foi exclusivamente seu. A música está em dívida com apenas um cara, o que é bastante raro”, disse. Por sua vez, Alex Kapranos, do Franz Ferdinand, afirmou: “Quando soube da morte dele, coloquei ‘Road Runner’ no toca-discos. Que ‘riff’! Que guitarrista totalmente revolucionário no modo de tocar o seu instrumento, com todo aquele ritmo solto e sexy”. Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, disse que Diddley foi “um dos verdadeiros pioneiros do rock n’ roll e um inqualificável compositor”. Mick Jagger, vocalista dos Rolling Stones, homenageou Diddley ao afirmar que ele era “uma enorme força na música”. “Ele era um maravilhoso músico americano, que tinha uma grande força na música e foi uma enorme influência para os Rolling Stones”. Robert Plant descreveu a morte de Diddley como uma grande perda. “A sua voz e seus implacáveis e gloriosos hinos vão ecoar até o resto de minha vida”, afirmou o ex-vocalista do Led Zeppelin. Abaixo, a canção “Crackin’ Up”, executada pelos Rolling Stones.