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15 de ago. de 2011

42 anos de Woodstock; relembrando Joel Silveira; Djavan ao vivo em DVD; AC/DC ao vivo na sua adega; Amy vende que nem água; a reencarnação do Freddie.




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Para começar a semana, um clássico. “Minha vida era um palco iluminado / Eu vivia vestido de dourado / Palhaço das perdidas ilusões...” Uma das letras mais bonitas da Música Popular Brasileira, e que foi composta por Orestes Barbosa e Silvio Caldas. Hoje faz 45 anos que Orestes Barbosa pisou no chão de estrelas.

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No dia 15 de agosto de 1969, o festival de Woodstock teve início na fazenda de Max Yasgur, em Bethel, Nova York. Em 2009, quando o evento completou 40 anos, elaborei um top 10, que você pode ler aqui. Listei os momentos mais emblemáticos do festival, que juntou 500 mil pessoas em três dias de paz e música. Mas se eu tivesse que dizer na lata, qual é o grande momento do Woodstock, não teria dúvidas:



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Outro grande show em Nova York também faz aniversário hoje. Há 20 anos, Paul Simon subiu no palco do Central Park para apresentar as músicas de seu álbum mais recente, “The rhythm of the saints” (1990), além daqueles velhos sucessos que todos nós (especialmente os habitantes de Nova York) amamos. O evento foi tão importante que eu me lembro, claramente, do Jornal Nacional dando a notícia. Cerca de 600 mil pessoas prestigiaram o show. O Olodum participou abrindo o concerto com a música “The obvious child”. Poucos meses depois dessa apresentação, eu comprei o vinil duplo, e posso assegurar que foi um dos discos que mais ouvi na minha infância.



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Há 15 anos, o Pato Fu colocava nas lojas o seu terceiro álbum, “Tem mas acabou”. Considero esse disco o trabalho mais importante do Pato Fu. Não foi o que fez mais sucesso, mas acho que ele formatou a sonoridade da banda tal qual a conhecemos hoje. Eu me lembro que no show do Rock in Rio de 2001, a banda mineira começou o show com uma música do álbum: “Capetão 66.6 FM”. Achei estranho esse início. Quando conversei com a Fernanda Takai para o livro do Rock in Rio, ela me explicou a forma de construção do set list da apresentação. Obviamente eles tinham que apelar para as músicas mais roqueiras de seu repertório. E o começo foi exatamente com uma música que abusa de todos os clichês do rock, como solos de guitarra e vozes distorcidas. O público gostou.



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Ah, e já que falei do livro, é hora do meu merchan... Comprem antes que acabe... Imagina a vendedora falar para você: “Tem mas acabou...”?!?

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Hoje também quero falar de uma de minhas maiores inspirações: o grande jornalista Joel Silveira, que morreu no dia 15 de agosto de 2007. Joel foi o precursor do chamado “jornalismo literário” (nome horroroso, não??) no Brasil. É curioso que quando o assunto do “jornalismo literário” vem à tona, só se fala de Truman Capote, Gay Talese, Tom Wolfe... Muita gente se esquece de Joel Silveira, que já fazia esse tal “jornalismo literário” antes desses aí. A essas pessoas, recomendo a leitura de dois livros, compilação de textos do jornalista, que a Companhia das Letras lançou entre 2003 e 2004: “A milésima segunda noite da Avenida Paulista” e “A feijoada que derrubou o governo”.



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Sai na primeira semana de setembro, via Biscoito Fino, o novo CD/DVD/BD de Djavan, “Ária – Ao vivo”. Gravado nos dias 08 e 09 de abril, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, conta com Djavan interpretando velhos sucessos, além de versões de músicas de terceiros, como “Disfarça e chora” (de Cartola), já gravadas no álbum de estúdio “Ária”, que originou o show. O repertório completo do DVD e do BD é o seguinte:

1. Seduzir
2. Eu te devoro
3. Sabes Mentir
4. Oração ao Tempo
5. Faltando um Pedaço
6. Disfarça e Chora
7. Brigas Nunca Mais
8. Fly to The Moon
9. Treze de Dezembro
10. La Noche
11. Oceano
12. Transe
13. Fato Consumado
14. Flor de Lis
15. Linha do Equador
16. Samurai
17. Sina
18. Pétala
19. Lilás

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Back in blanc... As bandas estão fazendo de tudo para faturar algum a mais. Já que CD não vende mais, restam outras opções. Vale qualquer coisa.. Alguns artistas conseguem se superar. O Kiss, por exemplo, vende até caixões com o logotipo da banda. E agora é a vez do AC/DC dar uma apelada também, lançando uma coleção de vinhos. Isso mesmo, vinhos!! A ideia não é tão original assim, porque o Iron Maiden já havia saciado a vontade dos roqueiros enófilos com um vinho que leva o nome do conjunto, em 2008. Mas, mesmo assim, não deixa de ser curioso esse lançamento do AC/DC. Serão quatro vinhos, cada um levando o nome de uma música da banda australiana: “Back in black Shiraz”, “You shook me all night long Moscato”, “Highway to hell Cabernet Sauvignon” e “Hells Bells Sauvignon Blanc”. A adega australiana Warburn Estatede elaborou os vinhos. As garrafas começam a ser vendidas na Austrália no dia 18 de agosto. E os preços ainda não foram divulgados.

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Três semanas após a morte de Amy Winehouse, a cantora continua liderando a para de discos da Grã-Bretanha. De forma incrível, ela deixou para trás a dupla Kanye West + Jay-Z, que lançou o álbum “Watch the throne” na semana passada, e que era considerado uma barbada para liderar as paradas britânica e norte-americana. A Adele, a Whitney Houston do século XXI, também está comendo poeira.
Eu acho isso bem curioso. Amy Winehouse já vendeu milhões e milhões de discos, e ainda tem cartucho para queimar. Não sei se é apenas um instinto mórbido das pessoas em correrem às lojas para comprar o disco de um artista recém-falecido, ou apenas um “acerto de contas”, do tipo “poxa, baixei o álbum de graça na internet e, agora, que ela morreu, vou comprar o CD físico”.
Realmente não sei. Aqui no Brasil, “Back to Black” também voltou à lista dos mais vendidos – está na 9ª posição.
Imagina quando sair um disco de inéditas da Amy Winehouse. Daria conta de umas quatro gerações da família Winehouse.

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Pouca gente sabe, mas, em 1966, Paul McCartney, no auge dos Beatles, gravou um álbum solo. Enquanto John Lennon e Ringo Starr estavam na Espanha, e George Harrison na Índia, McCartney se trancou em um estúdio junto com o produtor George Martin para gravar a trilha do filme “The family way”, produzido pelos Boulting Brothers. O músico estava com a cabeça em ebulição, tanto que, poucos meses depois, conceberia o histórico “Sgt. Peppers lonely heart’s club band”. Paul não tocou nenhum instrumento na gravação. O seu trabalho ficou restrito à composição e produção. A condução da orquestra ficou a cargo de George Martin. A melancólica trilha, no ano seguinte, faturou o cobiçadíssimo prêmio Ivor Novelo. Talvez esse trabalho, não muito conhecido, seja o que mais deixa clara a influência dos Beatles na Tropicália. O álbum, que ganhou edição em CD no ano de 1996, voltou às lojas recentemente. É um dos mais tocados por aqui.



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DROPS:



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Vamos ver as novidades de vídeos que temos por hoje:

Inspirada pelos protestos em Londres, Yoko Ono liberou no YouTube o documentário “Bed peace”, que ela filmou com John Lennon em 1969, durante um protesto pacífico pela paz, dentro de um quarto de hotel em Montreal:



Quem esteve no programa do Jimmy Fallon foi o Tame Impala. Olha o vídeo aí abaixo:



A banda Wilco deu uma colher de chá aos fãs com uma palhinha do making of de seu novo álbum, o oitavo, “The whole love”, que sai no dia 27 de setembro.



E o Motörhead em Wacken, hein?? Alguém viu?



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O mundo não está perdido…



Seria a reencarnação do Freddie Mercury???

11 de jul. de 2011

Paul e Bowie para animar; Stones para relembrar “Voodoo lounge”; o Radiohead estranho e ao vivo; novidades do Kiss e do AC/DC; e a volta de Prince.

Desanimado com a segunda-feira?? Então toma...


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“Junior’s farm” não é das canções mais conhecidas do Paul McCartney. Ela foi lançada somente em single, logo após o álbum “Band on the run” (1973). É uma das músicas do Paul que eu mais gosto. Ele a apresentou ao vivo no último show da “Up and coming tour”, em junho, em Las Vegas. Foi logo a segunda do set list (no lugar de “Jet”, realocada para logo depois de “All my loving”), e quando ele começou a tocar, a plateia meio que se olhava e perguntava: “WTF??” “Junior’s farm” não era apresentada ao vivo por Paul McCartney desde 1975.

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Quem fez aniversário ontem, no domingão, foi Neil Tennant, a voz do Pet Shop Boys. Chuta a idade dele! Duvido que você acerte. Eu fiquei meio chocado quando vi que ele está fazendo 57 anos... O tempo tá passando rápido demais, né?? Como sou legal, um vídeo com o Neil novinho novinho...



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Foi no dia 11 de julho de 1969 que David Bowie lançou o single que o transformou em David Bowie. Quarenta e dois anos depois, “Space oddity” é mais do que um clássico. O U2, em sua turnê “360º” entra no palco ao som de “Space oddity”. Bowie foi o cara que uniu o rock n’ roll ao espaço.



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E já que eu falei, saca só o U2 entrando no palco ao som de “Space oddity”:



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Wanda Sá, uma das melhores cantoras de Bossa Nova, também sopra velinhas hoje. Ela nasceu em 11 de julho de 1944. E a nossa homenagem está aí abaixo, em um vídeo com a participação de Roberto Menescal.



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Em 11 de julho de 1994, os Rolling Stones lançaram um de seus álbuns mais bacanas (minha opinião, tá?). Bom, “Voodoo lounge” foi a minha trilha sonora das férias de inverno de 1994. Entre um show e outro no Canecão e no Imperator, “Voodoo lounge” rolava aqui direto. O álbum gerou ao menos um grande clássico: “You got me rocking”. E a “Voodoo lounge tour” passou pelo Brasil em fevereiro de 1995. Foi o meu primeiro show dos Stones. E eu nunca vou me esquecer do calorão que fez quando a cobra gigante que fazia parte do cenário soprou fogo antes de a banda entrar no palco. Eu estava bem embaixo dela...



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Ah, e eu posso garantir que se o Maracanã não caiu durante “(I can’t get no) Satisfaction”, ele não cai nunca mais...



Concorda??

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Quer uma prova de que o tempo está passando rápido demais? Então segura: hoje faz um ano que a Espanha bateu a Holanda na final da Copa do Mundo da África do Sul. Torci a Copa inteira pela Argentina e Espanha. Mas, na final, virei a casaca e vesti a camisa laranja da Holanda. No final, deu Espanha. Merecido. O futebol saiu ganhando.



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Nesse fim de semana, o Radiohead tocou ao vivo, na íntegra, o seu álbum “King of limbs” (2011), para o programa “Live from the basement”. Além das faixas do disco, o Radiohead ainda apresentou duas inéditas: “The daily mail” e “Staircase”. Os vídeos rodaram a internet ontem, mas a maioria já foi retirada do ar. Foi difícil arrumar alguma coisa, viu? Mas, abaixo, segue o vídeo de “Staircase”. (Se é que ele ainda vai estar no ar quando você ler isso aqui...)



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O Radiohead está a cada dia mais estranho, né??

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Quem anunciou que está trabalhando duro no estúdio foi o Kiss. O último álbum da banda, “Sonic boom”, saiu em 2009. Oito músicas já estão gravadas, e a previsão de lançamento é somente no ano que vem. O guitarrista Tommy Thayer, em entrevista ao Express-Times, jornal da Pensilvânia, disse que o novo disco é uma “continuação natural, um passo adiante” de “Sonic boom”. “Estamos no estúdio faz muitas semanas. Definitivamente, é uma das melhores coisas que o Kiss já gravou”, afirmou.

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Aliás, eles sempre dizem isso, não é verdade?

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Para os fãs do AC/DC, a grande notícia: o ex-baixista Mark Evans está terminando de escrever a história da banda australiana no período em que fazia parte de sua formação (1975 a 1977). “My Life Inside/Outside of AC/DC” será lançado lá fora em outubro.

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Hoje foram anunciados dois grandes shows no Brasil. O primeiro é do gênio Prince, que se apresenta no dia 27 de agosto, no Rio de Janeiro, dentro do festival Back2Black. Bom, quem viu Prince no Rock in Rio II tem a certeza que viu um dos melhores shows de sua vida. Quem não viu... É só adiantar o vídeo abaixo até 48 minutos, e assistir até o final.



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E o Pearl Jam também vem aí em novembro para quatro shows. As cidades visitadas serão São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba. Imperdível também. A apresentação na Praça da Apoteose em dezembro de 2005 foi sensacional. Eddie Vedder e companhia tocaram tudo que o público pediu. Garrafas de vinho foram esvaziadas no palco. E o show acabou com “Baba O’ riley”, do The Who. Tomara que esse agora, o Pearl Jam termine com essa música aqui:



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E a ansiedade, hein?? Como é que fica?

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RIP, Würzel!

9 de jul. de 2011

São São Paulo; Bon Scott e o “Let there be rock”; os gênios Tom Hanks e Jack White; 31 anos sem Vinicius; o novo do R.E.M.; e o “13” do Megadeth.



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Hoje é bom começar o dia com Tom Zé, e esse clássico da cidade de São Paulo. No dia 09 de julho de 1932 houve a Revolução Constitucionalista do Estado de São Paulo, o maior confronto militar do Brasil no século XX.

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Se vivo fosse, Bon Scott, ex-vocalista do AC/DC, estaria completando 65 anos hoje. Um dos maiores vocalistas da história do rock, Scott gravou alguns dos principais discos da banda australiana. Sorte que o AC/DC conseguiu encontrar um vocalista a altura. Hoje, fica difícil afirmar quem é melhor, se é Bon Scott ou Brian Johnson. Eu fico com os dois.



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E já saiu lá fora (em breve no Brasil), o DVD/BD “Let there be rock”, que traz o show histórico do AC/DC em Paris, e que originou, em 1979, um dos vídeos mais importantes do rock. Aqui no Brasil, o filme foi lançado sob o título “Deixa o rock rolar”. A galera lotava o Circo Voador só para ver esse vídeo. As pessoas dizem que a comoção era tão grande que parecia que Bon Scott e Angus Young estavam no palco do Circo. O BD, que eu vi na semana passada, apresenta o show em Paris na íntegra, com imagem cristalina e som remixado em DTS, além de mais quase duas horas de extras. A latinha (que saiu em edição limitada) ainda traz alguns mimos para os fãs, como um livreto de 32 páginas escrito pelo jornalista Anthony Bozza, palhetas de guitarra e cartões postais.

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Jack White, o gênio do White Stripes, Raconteurs e The Dead Weather, também faz aniversário hoje. Trinta e seis anos do último guitar hero surgido no rock.



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Tom Hanks, o grande ator, também faz aniversário nesse sábado. Cinquenta e cinco anos. Sou suspeito para escrever sobre Tom Hanks. Qualquer filme no qual ele atue, até mesmo aquelas comédias românticas chatérrimas, eu gosto. A sua interpretação em “Forrest Gump” (1994) foi magnífica, mas nada se compara a sua atuação em “Philadelphia” (1993). A cena abaixo, a da ópera, certamente é uma das coisas mais fortes que já vi. Não tinha como não ganhar o Oscar de melhor ator. O que a Academia não esperava é que, no ano seguinte, ele viria de "Forrest Gump". Resultado: faturou o Oscar de melhor ator por dois anos consecutivos. Não tinha como ser diferente...



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Há 31 anos, e também no dia 09 de julho, o poeta Vinicius de Moraes morria. E sabe o que ele está fazendo lá em cima? Transformando o céu em seu bar particular. Assim como ele fazia em cima do palco. Saca só:



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Se me perguntarem o que é a minha pátria, direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas
(“Pátria minha” - Vinicius de Moraes)

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Dia curto hoje, com poucas novidades… Mas essa aqui é boa: Michael Stipe, vocalista do R.E.M., anunciou que a banda já está em estúdio gravando o sucessor de “Collapse into now” (2011). Como a banda não saiu em turnê para divulgar o seu último trabalho, nada melhor do que o estúdio. “Collapse into now” era o último disco que o grupo devia à gravadora Warner. Stipe disse que ainda não sabe como será o lançamento do novo trabalho. Ao que tudo indica, será algo independente, no estilo do Radiohead e do Nine Inch Nails. Aguardemos.

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Boas novas também para os fãs do Megadeth. A banda de Dave Mustaine anunciou que o título do seu próximo álbum será “13”. “Eu comecei a tocar guitarra aos 13, esse é nosso 13º disco, e eu nasci no dia 13”, explicou Mustaine. Recentemente, o Megadeth executou uma das faixas do novo álbum, durante um show em Hamburgo. O vídeo de “Public enemy No. 1” está logo abaixo:

5 de out. de 2010

Beatles, Brian Johnson, Led Zeppelin, Tarcisão, Henry & June, Careca, Steven Tyler, Rod+Jeff, The Who, Kanye, Belle And Sebastian, Michael Jackson

No dia 05 de outubro de 1988, a Constituição ora em vigor foi promulgada. Vinte e dois anos se passaram, e as pessoas continuam não respeitando a Constituição. A começar pelos próprios políticos. E, 32 anos após Renato Russo ter escrito uma das obras-primas do Rock Brasil, a gente continua perguntando: "Que país é este?". Pensem nisso.



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Segundo o TMZ, chegará às lojas no dia 22 de novembro (data do 47º aniversário do assassinato de John Kennedy), o DVD triplo "Vision", com todos os videoclipes de Michael Jackson e um inédito. Aguardemos.

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Um amigo me mandou a dica desse vídeo ontem, e eu achei bem bacana...



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Quer ouvir "Write about love", o álbum novo, inteirinho, do Belle And Sebastian? É só clicar aqui. Mas não espalha, viu?

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PELO TWITTER: Kanye West divulgou o nome do seu novo álbum através do microblog. "My beautiful dark twisted fantasy", quinto trabalho de estúdio do artista, chega às lojas no dia 22 de novembro.

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Para comemorar os 40 anos do lançamento de "Live at Leeds", a banda The Who lança, no próximo dia 14 de novembro, uma edição especial do álbum ao vivo. A nova edição contará com a íntegra do show em Leeds, no dia 14 de fevereiro de 1970 (incluindo a íntegra da ópera-rock "Tommy", que foi lançada em uma outra edição especial uns cinco anos atrás), além da apresentação no Hull City Hall, que aconteceu um dia depois da de Leeds, e é considerada superior pelo vocalista Roger Daltrey. Na reedição, haverá também uma reprodução do vinil, que vinha com seis faixas, além de um livro com 64 páginas. O repertório das duas apresentações são iguais, com apenas algumas mudançãs na ordem das músicas. Além da íntegra de "TommY", elas contaram com as seguintes canções: "Heaven and Hell", "I Can't Explain", "Fortune Teller", "Tattoo", "Young Man Blues", "Substitute", "Happy Jack", "I'm a Boy", "A Quick One, While He's Away", "Summertime Blues", "Shakin' All Over" e "My Generation".

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DE VOLTA?: Rod Stewart disse à Billboard que poderia voltar a gravar com o antigo parceiro Jeff Beck. Será que ainda dá pé isso aí?

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Um trechinho já estava rolando aí pela internet, mas agora já vazou, completinho, o primeiro single solo de Steven Tyler. "Love lives" chega às lojas (japonesas!) no dia 25 de novembro. A música fará parte de um filme japonês de ficção científica. No final das contas, não vi muita diferença do Aerosmith não.



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Eu nunca fui são-paulino. (Sou flamenguista desde que me entendo por gente, apesar de ter usado fraldas com a bandeira do Fluminense quando ainda não me entendia por gente.) Mas confesso que tenho um ídolo de infância que eu vi brilhar no São Paulo. Era o Careca. Grande artilheiro, fez sucesso também no Guarani, no Napoli e no Kashiwa Reysol (Japão), até encerrar a sua carreira no Santos, em 1997. Na seleção brasileira, Careca não deu muita sorte. Os times de 1986 e de 1990 não o ajudaram muito, e, em 1982, foi cortado na última hora por conta de uma contusão. Dizem que se ele tivesse no ataque daquele time de 1982, a história poderia ter sido outra. Um dia, viajando de avião, tive a sorte de sentar ao lado do ídolo e trocar algumas palavras com ele. Se essa viagem fosse hoje, eu aproveitaria para dar os parabéns pelos 50 anos do craque. Valeu Careca!



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Há 20 anos estreava nos cinemas um dos filmes mais cool que já assisti. Dirigido por Philip Kaufman, "Henry & June" conta a história da relação entre Henry Miller e Anaïs Nin. Só que Henry vai morar na França, e é convidado, pelo marido de Anaïs, a visitá-los. Aí que começa o problema: Anaïs se apaixona por Henry, que, por sua vez, é apaixonado por June, que acaba se relacionando com Anaïs. Deu pra entender? Bom, acho melhor ver o filme, que conta com um elenco fabuloso formado por Maria de Medeiros, Fred Ward, Uma Thurman, Kevin Spacey e Gary Oldman.



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Se você tiver menos de 35 anos, pergunte para a sua mãe (ou para a sua avó) qual é o grande galã da televisão brasileira. A resposta vai estar na ponta da língua: Tarcísio Meira, que hoje faz 75 anos. Entre seriados, novelas e minisséries, foram 45 personagens, desde os tempos da TV Excelsior, onde estreou na novela "2-5499 Ocupado", quando trabalhou com a sua então esposa Glória Menezes. Depois disso, ele fez novelas como "Irmãos Coragem" (1970), "O semideus" (1973), "Saramandaia (1976)", "Coração alado" (1980), "Araponga" (1990) e "A favorita" (2008), apenas para citar algumas. E quem é que se esquece do Renato Villar de "Roda de fogo" (1988)? Ou do Raul Pellegrini de "Pátria minha" (1994). Muito bom mesmo. E, só pra finalizar, desculpem-me o termo, mas Tarcísio Meira e Glória Menezes formam o casal mais foda da história da televisão brasileira.



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Foi no dia 05 de outubro de 1970 que o Led Zeppelin colocou nas lojas o seu terceiro álbum, o clássico "Led Zeppelin III". Nesse disco, Jimmy Page optou por explorar sonoridades acústicas, deixando de lado um pouco a porradaria sonora dos dois primeiros trabalhos da banda. Mesmo começando com a pesadona "Immigrant song", "Led Zeppelin III" enveredava para algo mais leve, representado em canções como "That's the way", "Tangerine" e "Gallows pole". Mas também tinha um dos blues mais animais ever: "Since I've been loving you". Engraçado notar, hoje em dia, que esse álbum talvez seja o que tenha mais influência na carreira solo de Robert Plant, que anda muito ligado em algo acústico desde "Unledded" (gravado em 1994, junto com Page). Os dois últimos álbuns de Plant (os excelentes "Raising sand", de 2007, e "Band of joy", desse ano) possuem colorações acústicas fincadas nas raízes do folk. Assim como "Led Zeppelin III".



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Pô, se existe um vocalista de uma grande banda de rock que teve que cortar um dobrado, ele se chama Brian Johnson. Imagina a situação: em fevereiro de 1980, Bon Scott, ídolo do AC/DC, morre afogado no próprio vômito. A banda vai acabar? "Não". Então quem será o novo vocalista? "Ah, tem um cara lá de uma banda obscura que canta legal, e seu nome é Brian Johnson". Três meses após a morte de Scott, Brian Johnson estreia na banda. E estreia com o álbum "Back in black" (1980), campeão de vendas, e um dos melhores discos do AC/DC - e do hard rock - até hoje. E Brian Johnson compôs todas as faixas do álbum, ao lado de Angus Young e Malcolm Young. Quem já viu um show do AC/DC sabe do que o cara é capaz de fazer no palco. Até carregar Angus no ombro, ele carrega. Uma energia inesgotável. Mesmo com os seus 63 anos, completados hoje.



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Pois é, pessoal... Foi no dia 05 de outubro de 1962 que os Beatles lançaram o seu primeiro compacto. De um lado, "Love me do". Do outro, "P.S. I love you". O resto é história...



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9 de ago. de 2010

DE VOLTA: Pato Fu, Arcade Fire, U2, Weezer, Axl, Kings Of Leon, Capital, Djavan, Radiohead, Black Sabbath, Bowie+NIN, Van Halen, Kiss,Marillion e mais

Acho que escrevi demais por hoje e não consegui dar conta do que prometi no início do post. Teve muita novidade nesse período que passei fora. Então, vou fazer o seguinte: amanhã, continuarei só com as notícias mesmo. Aquela parte dos aniversários, eu deixo para recomeçar na quarta. Alguém discorda?

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Eu já vi pesquisa pra tudo, mas essa aqui acho que é inédita. Passageiros que aguardavam seus voos no aeroporto de Manchester, na Inglaterra, foram indagados: qual a melhor música para ouvir antes de um voo? Sabe qual ganhou? "One day like this", do Elbow. Ainda estou tentando descobrir o motivo. Será que é pra relaxar? Pelo menos não é "Munich air disaster 1958", do Morrissey...



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E estão falando que o álbum novo do R.E.M. é "old school". Legal, mas o "Accelerate" já não era "old school"?

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BOA: O My Morning Jacket anunciou que lançará novo álbum em maio do ano que vem.

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Para os fãs de Gilberto Gil (eu!), uma boa notícia. A gravadora Discobertas, do Marcelo Fróes, vai lançar, nos próximos dias, o CD duplo "Retirante", com gravações pré-históricas do compositor baiano. Nos CDs, alguns registros que foram lançados em 78 rotações pelo selo baiano JS Discos, além de compactos gravados na RCA e na Philips. Mas a maior preciosidade do pacote é uma fita demo tida como "secreta", que Gil gravou em São Paulo, no ano de 1966. O encarte terá 16 páginas com informações das faixas. Tudo bem detalhado, marca registrada do trabalho de Marcelo Fróes.

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Já ouviram o show do Gorillaz gravado ao vivo na Síria com uma puta qualidade de som? Aqui!

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Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, disse que os ingressos para a nova turnê de sua banda estão caros demais. Em entrevista ao Sky News, o cantor disse que os preços têm que ser "razoáveis". "Os fãs não esperam somente um grande show, mas preços razoáveis. Não é correto, você sabe, é um show de rock n' roll", disse. Os ingressos para a turnê europeia estão custando entre 50 e 80 libras (de 140 a 224 reais). Imagina se Mr. Dickinson fica sabendo quanto cobram por um show aqui no Brasil?? Em tempo: já viram o joguinho que o Iron Maiden lançou no site oficial?

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A quem interessar possa, segue abaixo o videoclipe do novo single do mais novo tuiteiro do pedaço, Kanye West. O interessante vídeo de "Power" foi dirigido por Marco Brambilla. "Power" será o primeiro single do próximo álbum de West, ainda sem nome, e que deve sair em novembro, segundo o próprio.



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MAIS UM BOX?: Os arquivos de Jimi Hendrix ainda estão cheios, pelo visto. No dia 18 de outubro, será lançada a caixa "West Coast Seattle Boy: The Jimi Hendrix Anthology", com quatro CDs. No pacote, gravações inéditas, como demos e takes alternativos. Um novo documentário para a televisão, dirigido por Bob Smeaton (um dos responsáveis pelo "Beatles anthology"), também estreará na TV britânica no mesmo mês. Os nomes das faixas do box serão anunciados em breve, segundo o site do finado guitarrista.

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Para quem quiser saber os detalhes da coletânea que o Soundgarden vai lançar no dia 27 de setembro, basta clicar aqui.

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MAIS NEIL YOUNG: O compositor canadense anunciou que lançará o pacote "Archive 2" em breve - a data certa ainda não foi confirmada. Em seu site oficial, Neil Young escreveu que o pacotão trará quatro álbuns inéditos, gravados entre a metade dos anos 70 e início dos 80: "Chrome dreams", "Homegrown", "Oceanside-countryside" (os três de estúdio) e o ao vivo "Odeon-Budokan", gravado com a Crazy Horse, e produzido por David Briggs e Tim Mulligan. Os discos serão lançados em uma caixa de CDs, DVDs e BDs, além de vinil (esse, de forma avulsa), já que foram inicialmente concebidos para lançamento em vinil, na época da gravação. Neil Young disse que haverá mais coisas inéditas, como fotos, vídeos e recortes de jornais da época. O primeiro volume do projeto "Archive" (caixa com 10 DVDs e BDs) foi lançado em junho de 2009.

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Como já é costume, o AC/DC deve lançar DVD ao vivo (e um CD) de sua última turnê, "Black ice", que passou por São Paulo no final do ano passado. Em entrevista à BBC, o vocalista Brian Johnson disse que o lançamento é quase certo, "em algum momento desse ano". A banda australiana filmou as suas duas apresentações em Buenos Aires (também em 2009), e é muito provável que algum desses shows se tranforme no DVD. Madonna e The Police também lançaram vídeos filmados na capital argentina. Pelo jeito, eles acham o público de lá melhor do que o daqui.

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Alice Cooper prepara o lançamento de um novo DVD para o próximo dia 27 de setembro. A apresentação foi gravada no Hammersmith Apollo, Londres, em 2009. Foi o último show da "Theatre of death Tour". O repertório completo do DVD é o seguinte: "School's out", "Department of youth", "I'm eighteen", "Wicked young man", "Ballad of dwight", "Fry", "Go to hell", "Guilty", "Welcome to my nightmare", "Cold ethyl", "Poison", "The awakening", "From the inside", "Nurse Rosetta", "Is it my body", "Be my lover", "Only women bleed / I never cry", "Black widow", "Vengeance is mine", "Devil's food", "Dirty diamonds", "Billion dollar babies", "Killer", "I love the dead", "No more Mr. Nice Guy", "Under my wheels" e "School's Out".

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O Marillion revelou os detalhes de seu novo DVD triplo, "Out of season". Serão seis horas de música, gravadas em três noites no ano passado. O primeiro disco terá o álbum "Seasons end" (1989) na íntegra, além de cinco faixas de "Happiness is the road" (2008). O segundo DVD contará com várias canções que foram tocadas em um dos shows (sábado), em ordem decrescente de lançamento, entre 2008 e 1981. O CD "Tumbling down the years", com o áudio desse show, também será lançado simultaneamente ao DVD. O disco 3 contará com as músicas do show de domingo. Nesse dia, o Marillion apresentou as músicas mais longas de seu repertório - o show foi apropriadamente batizado de "Shortest setlist in the world". O úadio dessa apresentação também será lançado no CD "Size matters". Segundo o release do DVD triplo (capa acima), os shows foram filmados por 16 câmeras e representam "uma experiência ao vivo definitiva" (coisas de release...). O áudio estará disponível em estéreo e em DTS. A data de lançamento ainda não foi anunciada, e o trailer pode ser visto abaixo.



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Quem também promete disco novo para 2011 é o Kiss!! Aqui.

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SERÁ MESMO?: Olha, agora parece que é oficial. O Van Halen está em estúdio gravando um álbum de inéditas, que deve sair em 2011. A informação é da própria gravadora da banda (Warner/Chappell Music), que divulgou um comunicado. "Recentemente, a banda excursionou com os dois irmãos fundadores, Eddie e Alex Van Halen, o seu vocalista original, David Lee Roth, e o filho de Eddie, Wolfgang, no baixo. No momento, o grupo encontra-se em estúdio, gravando um novo álbum, com Roth nos vocais, com lançamento previsto para 2011", diz o tal comunicado. E agora, será que vai?? O último álbum do Van Halen, com David Lee Roth nos vocais, foi "1984" (84).

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Achei isso aqui no YouTube e não sei se pode interessar a alguém - a mim, pelo menos, sim. Trata-se do encontro de David Bowie com o Nine Inch Nails durante um show da turnê conjunta em 1995. Dá pra achar mais no YouTube, mas o que mais gostei foi esse aqui...



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Essa aqui também é da série "não sei se é bom ou ruim"... Segundo o site da Roadrunner, Ozzy Osbourne disse que "uma reunião do Black Sabbath original para um último álbum é muito provável". "Também faremos uma turnê, mas não sei quando. Falei com o Bill Ward ontem e já concordamos que nunca mais vamos dizer não", completou o cantor. O último trabalho de Ozzy foi o bom álbum "Scream".

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E só para vocês não dizerem que não escrevi nada sobre o Radiohead nessa volta, posto abaixo o vídeo de "Give up the ghost", uma nova música que pode estar no próximo trabalho da banda de Oxford. Thom Yorke tem apresentado a tal canção nos seus shows solo. O último álbum do Radiohead foi "In rainbows", e saiu em 2007.



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Se o Pato Fu apostou em um álbum de regravações, Djavan promete o mesmo para o dia 27 de agosto. Nesse dia, chegará às lojas, via Biscoito Fino, "Ária", álbum de intérprete do compositor e cantor alagoano. No repertório, clássicos de Paulinho da Viola, Cartola, Caetano Veloso, Antonio Carlos Jobim, entre outros. A capa está aí acima, e as faixas são as seguintes: "Disfarça e chora" (Cartola / Dalmo Martins Castello), "Oração ao tempo" (Caetano Veloso), "Sabes mentir" (Othon Fortes Russo), "Apoteose ao samba" (Silas de Oliveira), "Luz e mistério" (Beto Guedes / Caetano Veloso), "La Noche" (Enrique Heredia Carbonell / Juan Jose Suarez Escobar), "Treze de dezembro" (Luiz Gonzaga / Zé Dantas / Gilberto Gil), "Valsa brasileira" (Edu Lobo / Chico Buarque), "Brigas nunca mais" (Antonio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), "Fly me to the moon" (Bart Howard), "Nada a nos separar (West of the wall)" (Romeu Nunes / Wayne Shanklin) e "Palco" (Gilberto Gil).

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O Capital Inicial está disponibilizando, por partes, um documentário bem bacana sobre a gravação do seu último álbum, "Das kapital". As duas primeiras partes, que podem ser vistas abaixo, já foram disponibilizadas. A terceira parte deve ser liberada na semana que vem no site oficial do conjunto.





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Quem anunciou novo álbum para outubro foi o Kings Of Leon, uma das atrações do festival SWU, que acontece em outubro, em Itu. "Come around sundown" chega às lojas no dia 18 de outubro, e será o primeiro trabalho de estúdio da banda após o campeão de vendas "Only by the night" (2008). O álbum, que terá 13 faixas, foi gravado em Nova York e produzido por Jacquire King e Angelo Petraglia. O Kings Of Leon já tem apresentado algumas dessas novas faixas em shows. A apresentação no SWU acontecerá no dia 10 de outubro.

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Ontem, o Weezer divulgou o primeiro single de seu oitavo álbum, "Hurley", que chegará às lojas em setembro. O nome da canção é "Memories", e, sei lá, mais me pareceu uma música nova do The Killers. Achei caída. Rivers Cuomo poderia ter feito coisa melhor.



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Nesse período, o U2 também retornou aos palcos após o acidente do Bono. O show da volta aconteceu em Turim, na última sexta-feira. No roteiro, a banda irlandesa incluiu duas músicas inéditas: "North star" e "Glastonbury". Bono também incluiu no roteiro "Hold me, thrill me, kiss me, kill me" (música do "Batman Forever") e "Miss Sarajevo". Eu ia assistir esse show em NY, mas com o problema do Bono, a apresentação foi cancelada. O ingresso continua válido para 2011. Mas já tá rolando um boato que o U2 vem ao Brasil em março ou abril do ano que vem. Vamos ver o que acontece... Em tempo: o U2 foi convidado para abrir o festival de Glastonbury no ano que vem.



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Bom, lá fora, pelos menos nos Estados Unidos, o principal assunto era o lançamento de "The suburbs", novo álbum do Arcade Fire. O álbum saiu no dia 01º, e nos dias 04 e 05, a banda canadense fez duas apresentações no Madison Square Garden (NY), considerada a "mais famosa arena do mundo". Como tive que voltar dois dias antes da estreia em NY, vi o show pelo YouTube mesmo. E foi um showzaço. Uma espécie de transição de banda indie para banda grande - para o bem e para o mal. Bom, ainda não ouvi "The suburbs" direito. E acho que ele merece uma maior atenção minha. Até mesmo porque tenho que ver se ele realmente é superior a "OK Computer" (Radiohead), como muita gente vem dizendo. Deve ser balela. De qualquer forma, se você ainda não ouviu, vale a pena dar uma olhada no vídeo abaixo, que traz a faixa-título de "The suburbs".



PS. Hoje, "The suburbs" chegou ao topo da parada inglesa de discos. Pelo jeito, a commotion não foi só nos Estados Unidos...

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Para começar, quero postar um vídeo do álbum mais interessante que saiu no Brasil durante esse período. A música é "Live and let die", e ela faz parte do novo álbum do Pato Fu, "Música de brinquedo". Nas 12 faixas do álbum (sobre o qual resenharei nesse domingo), os integrantes da banda mineira usam apenas instrumentos de brinquedo. Fantástico!



PS. Não consegui ir ao show de lançamento de "Música de brinquedo" aqui no Rio nesse fim de semana. Mas o grande Jamari França foi e conta como foi no seu blog.

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Bom dia pessoal. Bom, hoje sim as férias acabaram. Hora de voltar à programação normal. Ou quase normal. É o seguinte: tem umas três semanas que não posto regularmente por aqui, e muita coisa acabou acumulando. Então, hoje (somente hoje), vou pular aquela parte dos aniversários, para ir direto ao que interessa. Vou tentar ficar por dentro do que mais ou menos rolou nesses últimos dias agora e vou postando aqui as notinhas. Amanhã, eu volto com a programação normal. Sejam bem-vindos novamente.

30 de mai. de 2010

Resenhando: AC/DC, Rolling Stones, Chet Baker, Ney Matogrosso, Pearl Jam

“Iron Man 2” – AC/DC
É sempre um prazer ver um álbum do AC/DC no topo da parada inglesa e norte-americana. Ainda que seja um álbum de regravações. “Iron Man 2” traz 15 faixas originais da banda australiana. Não se trata de uma coletânea. Lógico que há sucessos, como “Back in black”, “Thuderstruck”, “T.N.T.”, “Highway to hell” e “Let there be rock”. Mas também há canções nem tão conhecidas, como “Cold hearted man”, “Have a drink on me”, “The razors edge” e “War machine”, sendo que esta é do último trabalho do AC/DC, “Black ice” (2008). Um álbum desse tipo, em um período em que você consegue baixar qualquer coisa da internet em poucos segundos, pode não fazer muito sentido. Mas os fãs da banda, que (ainda) consomem discos, gostaram. E não tem como. A capa e o encarte são caprichados e dá vontade de assistir ao filme só por causa das músicas. Agora, vamos esperar um DVD/BD da turnê “Black ice”, que passou por São Paulo no final do ano passado.

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“Exile on main st.” – Rolling Stones
Ficar falando de um clássico é chover no molhado. O que dizer de “Exile on main st.”, obra-prima dos Rolling Stones, 38 anos após o seu lançamento? As faixas falam por si: “Tumbling dice”, “Rocks off”, “Sweet Virginia”, “Happy”, “All down the line”... Nesse trabalho, Jagger, Richards e companhia conseguiram fazer a fusão perfeita do rock com o blues, o country e o soul. Não chega a ser um álbum com grandes sucessos. Mas, certamente, é o trabalho mais rico da carreira da banda inglesa. Gravado na Riviera Francesa (a banda tinha “fugido” do Reino Unido para não ter que pagar os escorchantes impostos), o estúdio foi palco de muita confusão entre os integrantes da banda. Tudo isso muito bem contado no livro “Uma temporada no inferno com os Rolling Stones”, de Robert Greenfield. Mick Taylor comentou sobre o álbum: “Acho que era só um bando de músicos chapados amontoados em um porão, tentando fazer um disco”. E que disco! A edição lançada agora traz um CD bônus com dez sobras de estúdio, incluindo takes alternativos de “Loving cup” e “Soul survivor”, além de inéditas como a maravilhosa “Plundered my soul” e “Dancing in the light”. Tomara que tenha mais coisa guardada. Lá fora, a edição ainda vem com um DVD com 30 minutos de cenas de bastidores. Pena que o DVD não tenha saído aqui no Brasil, o que não chega a ser surpreendente.

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“Candy” – Chet Baker
Investindo no catálogo de jazz, a Biscoito Fino colocou nas lojas o DVD “Candy”, que traz o registro de uma apresentação de Chet Baker em junho de 1985 – quatro meses depois, Chet viria ao Brasil para a primeira edição do finado Free Jazz Festival. A apresentação que consta no DVD foi gravado em Lidingö, na Suécia, dentro da biblioteca da gravadora Sonet. Ou seja, não se trata de um show no sentido estrito da palavra. Meio acabadão, Chet Baker toca o seu trompete e sussurra algumas letras daquele seu jeito todo próprio, sentado em um confortável sofá. Entre algumas músicas, há entrevistas, o que corta um pouco o clima, mas nada que um controle remoto não dê jeito. Acompanhado por Michel Graillier (piano) e Jean-Louis Rassinfosse (baixo), Chet Baker relembra standards como “Love for sale” (Cole Porter) e “My romance” (Richard Rogers / Lorenz Hart), além de temas de outros mestres do jazz como “Nardis” (Miles Davis) e “Tempus fugue-it” (Bud Powell). “Candy”, de fato, não traz Chet Baker em sua melhor forma. Mas o DVD serve para mostrar como um artista pode chegar ao fim com dignidade. Dignidade artística, frise-se.

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“Ensaio” – Ney Matogrosso
Ney Matogrosso é um dos artistas que mais lança DVD com registro de shows. No entanto, ainda falta um: “À flor da pele”, em parceria com o violonista Raphael Rabello. “Ensaio”, que chegou às lojas nessa semana, supre (um pouco) essa lacuna. No vídeo, Ney é acompanhado pelo percussionista Don Chacal e pelo próprio Raphael Rabello. Seguindo a estrutura clássica do programa "Ensaio", Ney falou sobre a sua carreira (desde a sua chegada a Brasília), a sua relação com as drogas, homossexualismo (“amplia a percepção do mundo”), além de ter criticado a indústria fonográfica. Gravado em 1990, o programa ainda apresenta belas versões para músicas desde os tempos dos Secos & Molhados (“Sangue latino” e “Rosa de Hiroxima”), passando por sucessos gravados por Ney durante a sua carreira solo (“Balada do louco”, “Tic tac do meu coração” e “Vereda tropical”), até chegar às pérolas do cancioneiro brasileiro que Ney desfiara nos shows “O pescador de pérolas” e “À flor da pele”, que são os casos de “O mundo é um moinho” (a canção de Cartola ganhou uma interpretação magistral nesse DVD), “Da cor do pecado” (Bororó) e “Molambo” (Jayme Florence / Augusto Mesquita). E que venha agora o registro do show “Beijo bandido”, que acontecerá no Rio de Janeiro, no início do segundo semestre.

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“2009 bootlegs – Live” – Pearl Jam
Parece que o Pearl Jam e a Dave Matthews Band competem para ver quem lança mais CDs ao vivo. E o Pearl Jam agora deve ter passado a frente. No site oficial da banda norte-americana é possível comprar (MP3 ou os CDs físicos) as gravações de todos os shows da turnê do ano passado (e que continua agora em 2010). O diferencial desses álbuns é que eles trazem canções do último disco de estúdio do grupo, “Backspacer” (2009), como “The fixer”, “Johnny Guitar” e “Just breathe”. Lógico que também tem os grandes hits, como “Alive”, “Yellow ledbetter” e “Daughter”. O repertório de cada show é bem variado. E isso deixa o fã com várias dúvidas na hora de escolher o CD. Eu escolhi o de Christchurch, na Nova Zelândia, que foi o último de 2009 (no dia 29 de novembro). São quase duas horas e meia de música, com todas as faixas que eu citei acima. Destaco o início com a dobradinha “Given to fly” / “Get some”, além de “Jeremy”, sempre emocionante. Bacana como sempre também a já clássica versão para “Rockin’ in the free world”, de Neil Young.

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Abaixo, o iniciozinho do programa “Ensaio”, de Ney Matogrosso, que agora chega ao DVD.

15 de mai. de 2010

Eno, Raí, Who, George Israel, Novoselic, Sammy Davis Jr, Sabatinni, Nilton Santos, Gil, Aerosmith, Cure, Lou Reed, DMB, Caê, Arcade Fire, HTDA, Dylan

Já viram gato cantar?



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Como de costume, aos sábados, eu falo aqui sobre um pouco do que ando lendo. Nessa semana, aproveitei para reler alguma coisa do Nelson Rodrigues, turbinado que estou pela ótima biografia "O anjo pornográfico", de Ruy Castro, e que li na semana passada. Também reli "Bonequinha de luxo", de Truman Capote. Aproveitei para ler pela primeira vez os três contos que acompanham a "Bonequinha" na edição de 2008, da Companhia das Letras. "Memória de Natal" foi um dos textos mais tocantes que já li sobre o Natal. É curtinho e vale a pena dar uma lida.

No início da semana, eu li "Like a rolling stone - Bob Dylan na encruzilhada", de Greil Marcus. O escritor é uma das maiores autoridades em música. Quem já leu alguns de seus pequenos textos, como "A última transmissão" ou "Guerra no catamaran", sabe disso. E o problema de "Like a rolling stone" está exatamente em seu tamanho. São quase 250 páginas contando a história da música gravada por Dylan no álbum "Highway 61 revisited" (1965). Tivesse Greil Marcus diminuído a obra em umas 150 páginas, teria sido melhor. E assim também pouparia o leitor de abstrações como essa aqui: "Como som, o disco parece uma caverna. Entramos no escuro; a luz que houver bruxuleia das paredes em padrões que, enquanto observamos, parecem quase ritmados." Greil Marcus, em 80% do livro, optou por abstrações como essas. São poucos os momentos em que ele conta a HISTÓRIA da composição e da gravação da música. Quando ele resolve contar a HISTÓRIA de verdade (como a troca de produtores do álbum, os shows nos quais Dylan foi vaiado etc), as coisas ficam bacanas. Mas o fato é que Marcus poderia ter economizado muitas páginas - para que gastar tanta tinta com a música "Go west", dos Pet Shop Boys? Não tivesse sido tão prolixo, o livro "Like a rolling stone" poderia agradar a todos. Mas do jeito que foi escrito, vai agradar somente aos fanáticos (e muito pacientes) por Bob Dylan.

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E que tal o videoclipe novo do How To Destroy Angels, hein?



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Foi com esse postal acima que o Arcade Fire avisou que vai lançar um novo disco nas próximas semanas. Ao mesmo tempo, a Amazon já colocou na pré-venda o novo single do grupo, "Suburbs"/"Month of may". Aguardemos!

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Acabo de receber a minha "Mojo" de junho. Ainda não li, mas já gostei da imensa matéria assinada por Sylvie Simmons sobre "Back in black", na minha opinião, o melhor álbum do AC/DC. Mas o mais bacana é o CD que acompanha a edição. "Highway to hell" traz 15 faixas sobre o inferno. Tem James Brown ("Hell"), Cutis Mayfield ("(Don't worry) If there's a hell below we're all going to go"), Nick Cave And The Bad Seeds ("Up jumped the devil"), entre outros. Vou escutar logo mais junto com o meu dry martini.

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UMA MÚSICA PRO FIM DE SEMANA: "Eclipse oculto", de Caetano Veloso.



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Como é que Lady Gaga consegue andar assim?

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HI-A-TO: A Dave Matthews Band anunciou que vai entrar de férias em 2011. Uma das bandas que mais excursiona - a turnê de verão da DMB já uma verdadeira instituição nos Estados Unidos - está cansada da estrada. Por conta de quase 20 anos sem férias, Dave Matthews e seus colegas de banda optaram por tirar o ano de 2011 para ficar de pernas pro ar. A banda anunciou o hiato através de um comunicado. "Estamos animados para fazer dessa nova turnê de verão uma das melhores que já fizemos", diz o comunicado. Cá entre nós, duvido que os integrantes da Dave Matthews Band consigam ficar um ano longe dos palcos. Já podemos esperar pelos tais projetos paralelos...

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Hang the DJ!



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APENAS PARA CACHORROS: Lou Reed e Laurie Anderson estão preparando um show exclusivamente para cachorros. Caso o seu bichinho tenha interesse, fale para ele clicar aqui.

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Quer ganhar um presente de Natal antecipado, por conta do The Cure? É só entrar nesse site aqui, e ouvir 20 raridades da época da gravação do discaço "Disintegration" (1989). Nos próximos dias, "Disintegration" vai ganhar uma versão de luxo, com três discos. E nenhuma dessas 20 faixas ora disponibilizadas estará no pacote que chegará às lojas. Eu já estou ouvindo aqui!

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PARA OS FÃS DO AEROSMITH: Uma entrevista bem bacana com Tom Hamilton, baixista da banda, por Jotabê Medeiros, do Estado de S. Paulo.

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NOVELA CANECÃO: Capítulo dois.

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Essa aí é a capa de "Fé na festa", novo álbum de Gilberto Gil, que a gravadora Universal distribuirá na primeira semana de junho. O álbum terá 13 canções, sendo nove inéditas. O conceito e projeto gráfico da capa é do designer André Vallias, e a foto de Beti Niemeyer. A faixa "O livre atirador e a pegadora" pode ser ouvida aqui.

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E para finalizar os aniversariantes do fim de semana, amanhã, Nilton Santos (ou, simplesmente, "A enciclopédia do futebol") completa 85 anos. O lateral-esquerdo conquistou 26 títulos em toda a sua carreira, e participou das Copas do Mundo de 1950, 1954, 1958 e 1962. Foi bicampeão nas duas últimas. A entrevista abaixo foi ao ar pelo "RJTV", em 2004. Vale muito a pena você "perder" seis minutos do seu dia.



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Também no dia 16, a tenista argentina Gabriela Sabatinni completa 40 anos. Ela começou a dar as suas raquetadas aos oito anos de idade. No decorrer de sua carreira, conquistou títulos importantes, especialmente o US Open, em 1990.



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Amanhã também é dia de relembrar Sammy Davis Jr. O primeiro artista negro que teve o seu próprio programa de televisão morreu no dia 16 de maio de 1990. Cantor, ator e dançarino, Sammy Davis Jr. participou de mais de 30 filmes e gravou 48 álbuns em sua carreira, dentre os quais se destaca "The Nat King Cole Songbook", de 1965. Um discaço!



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E também no dia 16, Krist Novoselic, baixista do Nirvana, faz 45 anos. Com Kurt Cobain a frente da banda, fica difícil alguém aparecer mais. Contudo, os fãs do Nirvana sabem bem a importância e segurança desse grande baixista, que, aliás, anda meio sumido.



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E agora que já estamos no dia 16, que, aliás, é o Dia do Gari, profissional que o Boris Casoy tanto preza, vamos dar os parabéns para George Israel, que completa nada menos que 50 anos! George Israel, um dos fundadores do Kid Abelha, no momento, está lançando o seu novo álbum, "13 parcerias com Cazuza". Infelizmente, ele não conseguiu fazer o show de gravação do DVD, que aconteceria na semana passada, no Canecão. Mas quando o show rolar, a gente vai atrás. Parabéns, George!



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E sabe qual disco foi lançado no dia seguinte do nascimento dos irmãos de Boer? Simplesmente, "Live at Leeds", discaço gravado pelo The Who, e tido por muita gente como o melhor álbum ao vivo de todos os tempos. A versão original do disco contava com apenas seis faixas: "Young man blues", "Substitute", "Summertime blues", "Shakin' all over", "My generation" e "Magic bus". Em 2001 saiu uma edição de luxo imperdível, com a apresentação na íntegra, em um CD duplo. No total, são 33 faixas, sendo que o disco 2 é dedicado exclusivamente à íntegra da ópera-rock "Tommy". Então amanhã já sabe, né? Todo mundo ouvindo "Live at Leeds"!

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Ainda no futebol, hoje, os irmãos gêmeos Ronald e Frank de Boer completam 40 anos. Os dois jogaram pelo Ajax de Amsterdã, pelo Barcelona, além da seleção holandesa, nas Copas de 1994 e de 1998.



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Que tal falar um pouco de futebol? Quem faz 45 anos hoje é o craque Raí, irmão do Mestre Sócrates. Raí Souza Vieira de Oliveira nasceu a 15 de maio de 1965, e fez história no São Paulo e no Paris Saint-Germain. Ele também jogou a Copa de 1994, mas acabou sendo cortado do time titular. Dunga herdou a faixa de capitão, e xingou a taça quando ganhou a final contra a Itália. A grosseria e a falta de educação de Dunga entraram para a história, ao invés da classe de Raí. Abaixo, o golaço de falta que Raí fez contra o Barcelona na disputa do Mundial Interclubes de 1992, no Japão.



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E hoje, dia 15 de maio, o que que comemoramos? Para começar, vamos de Brian Eno, que faz 62 anos hoje. E a homenagem vem de uma das bandas mais interessantes da atualidade.



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Oi pessoal! Alguém perdeu a hora hoje? Hahaha...